CSJ - SC2803-2016
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SC2803-2016
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2016
<Kfpú6Cica de CoComúia Corte Suprema de Justicia
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL
FERNANDO GIRALDO GUTIÉRREZ
Magistrado Ponente SC2803-2016 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 (Discutida y aprobada en sesiones de veinte de octubre y primero de diciembre de dos m il quince) Bogotá D.C., c u a t ro (4) de m a r zo de d os m il dieciséis (2016). D e c i de la C o r te el r e c u r so de casación i n t e r p u e s to p or O l ga Cecilia P a r do J a r a m i l l o, f r e n te a la s e n t e n c ia de 27 de febrero de 2 0 1 4, p r o f e r i da p or la S a la Civil d el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de Medellín, d e n t ro d el p r o c e so o r d i n a r io q ue adelantó c o n t ra A s e g u r a d o ra de V i da C o l s e g u r os S.A. I.- EL LITIGIO 1.- La a c c i o n a n te pidió declarar el i n c u m p l i m i e n to de la d e m a n d a da en el p a go de cinco (5) s e g u r os t o m a d os p or F e r n a n do E n r i q ue Calderón, q ue a s c i e n d en a doscientos
s e t e n ta y n u e ve m i l l o n es setecientos m il p e s os Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 ( $ 2 7 9 ' 7 0 0 . 0 0 0 ), más los intereses m o r a t o r i os c a u s a d os a la t a sa máxima legal p e r m i t i d a, c o mo lo dispone el artículo 1 0 80 del Código de C o m e r c i o, d i s c r i m i n a d os así (folios 54 al 5 6, cno. 1): a. -) C i n c u e n ta y d os m i l l o n es c u a t r o c i e n t os veinticinco m il pesos ( $ 5 2 ' 4 2 5 . 0 0 0) p or c a da u no de l os certificados i n d i v i d u a l es N° 1 6 4 1 1 7 5, 1 6 4 1 1 7 6, 1 6 4 1 7 37 y 1 6 4 1 7 3 8, bajo la póliza m a t r iz de v i da g r u po N° 4 1 6 3 8 4 9, exigióles todos desde el 27 de o c t u b re de 2 0 0 6. b. -) S e t e n ta m i l l o n es de p e s os ( $ 7 0 ' 0 0 0 . 0 0 0 ), según certificado i n d i v i d u al N° 1 9 6 2 2 9 9, correspondiente a la
póliza m a t r iz de v i da g r u po N° 3 8 5 5 4 1 0, q ue debió satisfacer el 10 de n o v i e m b re de 2 0 0 6. 2.- L os h e c h os en q ue basó su r e c l a mo se r e s u m en de esta m a n e ra (folios 52 al 5 4, cno. 1): a. -) E n r i q ue Calderón O r t iz adquirió c on la c o n t r a p a r te d os (2) s e g u r os «bajo la Póliza Matriz de Vida grupo N° 4163849», q ue incluían s e p a r a d a m e n te «el amparo de "muerte por cualquier causa" por un valor asegurado inicial de $50'000.000.oo», i n c r e m e n t a d os a n u a l m e n te en el índice de precios al c o n s u m i d o r, c o mo se hizo c o n s t ar en los certificados i n d i v i d u a l es N° 1 6 4 1 1 75 y 1 6 4 1 1 76 (27 j u n. 2 0 0 5 ). b. -) L u e go contrató otros d os (2) en iguales condiciones, según los certificados i n d i v i d u a l es N° 1 6 4 1 7 37 2 Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 y 1 6 4 1 7 38 (30 sep. 2 0 0 5 ).
c. -) P o s t e r i o r m e n te se hizo a u no (1) a d i c i o n al «bajo la póliza de vida grupo N° 3855410» p or s e t e n ta m i l l o n es de p e s os ( $ 7 0 ' 0 0 0 . 0 0 0 ), c o n s i g n a do en el certificado i n d i v i d u al N° 1 9 6 2 2 99 (29 ago. 2 0 0 6 ). d. -) L as p r i m as f u e r on p a g a d as o p o r t u n a m e n te y señaló c o mo única beneficiaria a O l ga Cecilia P a r do J a r a m i l l o, q u i en e ra su cónyuge. e. -) El a s e g u r a do falleció, configurándose la o c u r r e n c ia del s i n i e s t ro (14 sep. 2 0 0 6 ). f. -) Presentó r e c l a m a c i o n es escritas (27 sep. y 17 oct. 2 0 0 6 ), pero f u e r on objetadas ( 10 nov. 2 0 0 6 ), s in q ue de n a da sirviera la s o l i c i t ud de reconsideración q ue envió a la obligada (28 feb. 2 0 0 7 ). g. -) Se a d u jo c o mo razón de la n e g a t i va la «nulidad relativa de los contratos de vida contratados por Femando Enrique Calderón Ortiz», s in q ue se le h a ya notificado a l g u na
acción j u d i c i al t e n d i e n te a su r e c o n o c i m i e n t o, p or lo q ue «está corriendo contra la aseguradora la prescripción ordinaria de dos años contados desde que conoció el supuesto vicio de nulidad relativa», q ue alega de a n t e m a no c on b a se en el artículo 1 0 81 d el Código de C o m e r c io y la C SJ SC 0 45 del 3 m a y. 2 0 0 0, r a d. 5 3 6 0. 3.- A s e g u r a d o ra de V i da C o l s e g u r os S.A., u na v ez 3 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 notificada, se o p u so y planteó la d e f e n sa de «nulidad relativa de los contratos de seguro» (folios 72 al 8 5, cno. 1). 4. - El J u z g a do S e g u n do Civil d el C i r c u i to de Descongestión de Medellín t u vo p or p r o b a da la excepción y negó las p r e t e n s i o n es (folios 3 16 al 3 3 2, cno. 1). 5. - El s u p e r i or confirmó lo r e s u e l t o, al d e s a t ar la apelación de la p r o m o t o ra (folios 50 al 7 3, cno. 6 ).
II.- FUNDAMENTOS DEL FALLO IMPUGNADO
Se r e s u m en en estos términos: 1. - No h ay q ue s u s p e n d er este trámite p or p r e j u d i c i a l i d ad p o r q ue está más a v a n z a do q ue el proceso de A s e g u r a d o ra de V i da C o l s e g u r os S . A. c o n t ra d el B a n co D a v i v i e n da S.A. y O l ga Cecilia P a r do J a r a m i l l o, c on el fin de establecer la n u l i d ad r e l a t i va de l os c o n t r a t os de s e g u ro de v i da a q ue se refiere este conflicto, y está p e n d i e n te de fallo en el J u z g a do C u a r to Civil del C i r c u i to de Medellín. 2. - El i n c u m p l i m i e n to de l as «prestaciones claramente delimitadas» en el artículo 1 0 58 d el Código de C o m e r c i o, q ue t r a ta sobre la declaración d el estado d el riesgo, a c a r r ea s a n c i o n es al t o m a d o r. La p r i n c i p al f u e n te de c o n o c i m i e n to d el estado de s a l ud es el p r o p io a s e g u r a d o, p or lo q ue se j u s t i f i ca «la imposición de un especial deber de conducta para obrar con Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01
absoluta honestidad en la declaración que haga, lo cual le prohibe callar información relevante que a su disposición se halla y que en condiciones normales no es asequible para el asegurador», lo que se trató en C SJ SC 19 m a y. 1 9 9 9, rad. 4 9 2 3; SC 19 dio. 2 0 0 5, rad. 1 9 9 7 - 5 6 6 5; y SC 1° sep. 2 0 1 0, r a d. 2 0 0 3 - 0 0 4 0 0 - 0 1. La excepción de n u l i d ad p or reticencia p r o s p e ra si se d e m u e s t ra que «el asegurador de haber conocido la realidad sobre el estado del riesgo asegurado se hubiera sustraído de la celebración del contrato, o lo hubiera hecho en unas condiciones más onerosas», c o mo se dijo en C SJ SC 19 dic. 2 0 0 5, r a d. 1 9 9 7 - 5 6 6 5 - 0 1. 3.- No es suficiente, p a ra l os anteriores fines, c on diligenciar el c u e s t i o n a r io q ue se f o r m u l e, p u e s to q ue la «carga informativa, como manifestación concreta del principio a la buena fe contractual, se extiende durante todo el periodo precontractual, en el que la entidad aseguradora debe decidir si asegura o no el riesgo objeto del seguro», lo q ue se resaltó en C SJ S C 2 a g o. 2 0 0 1.
Y la falta de rúbrica en la declaración no quiere decir q ue se acoja el riesgo s in ella, a c e p t a n do «al "asegurado" sin ninguna restricción en cuanto a problemas en su salud», ya que en v i r t ud d el principio de la b u e na fe c o n t r a c t u al el «candidato a tomador» a s u me l as c o n s e c u e n c i as «adversas frente a las inexactitudes o reticencias en que haya incurrido al momento de hacer su declaración, aun cuando se haya sujetado a un cuestionario respecto del cual ha faltado su Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 firma». 4.- P a ra el caso específico, l os certificados i n d i v i d u a l es a p o r t a d os d an fe de la e x i s t e n c ia de l os c o n t r a t os de seguro de vida, se confirmó el «suceso incierto del riesgo» c on el registro civil de defunción de F e r n a n do E n r i q ue Calderón, acaecida el 14 de s e p t i e m b re de 2 0 0 6, y no se discute el c u m p l i m i e n to en el p a go de la p r i m a. A u n q ue la d e m a n d a n te a f i r ma q ue su e s p o so dejó de s u s c r i b ir «cuatro de los cinco certificados de seguro de vida», p or lo q ue la a s e g u r a d o ra «aceptó el riesgo sin restricción alguna» y q u e, a pesar de hacerlo en el último, «la
enfermedad omitida no era relevante para que la aseguradora se hubiera retraído de la celebración del contrato, o por lo menos, hubiera modificado las condiciones de la negociación», eso no es de recibo. Si b i en es cierto en l os certificados i n d i v i d u a l es Nro. 1 6 4 1 1 7 6, 1 6 4 1 1 7 5, 1 6 4 1 7 3 8, 1 6 4 1 7 37 «no se evidencia la firma del suscriptor», éste p u do c o n t ar espontáneamente su v e r d a d e ra situación de s a l u d, en c u m p l i m i e n to d el «deber de obrar con esmerada corrección y buena fe», aún más c u a n do e sa información tenía i m p o r t a n c ia p a ra la a s e g u r a d o ra «como podía ser deducido, en este caso, a partir del formulario de declaración de asegurabilidad que el tomador decidió no suscribir». P or eso debe e v a l u a r se si en esos casos la omisión e ra relevante p a ra el p e r f e c c i o n a m i e n to de l os negocios Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 jurídicos y, en relación c on el certificado 3 8 5 5 4 1 0, sí se faltó a la v e r d ad c u a n do afirmó estar s a no y q ue no le habían diagnosticado a l g u no de l os p a d e c i m i e n t os allí
citados. 5. - En la h i s t o r ia clínica de Calderón O r t iz c o n s t an «diversos ingresos por diversos padecimientos», c o mo «hipertensión arterial documentada desde el año 2001» q ue le fue t r a t a d a, lo q ue corroboró la experticia, concluyéndose q ue «faltó a su deber de veracidad e información frente al tipo de enfermedades que se señalaron dentro de los distintos certificados individuales de seguro de vida», configurándose la reticencia e i n e x a c t i t ud del a s e g u r a d o. 6. - La i n t r a s c e n d e n c ia de «las enfermedades ocultadas por el tomador» se d e s e c ha c on a p o yo en la referida SC 1° s e p. 2 0 1 0, r a d. 2 0 0 3 - 0 0 4 0 0 - 0 1, según la c u al «la prosperidad de la excepción de nulidad relativa del contrato no requiere la demostración específica de que la omisión -o la información equivocadallevaría a la aseguradora a desistir del negocio o a pactarlo en condiciones más onerosas», s i e n do q ue la n o r m a t i v i d ad «reprocha es el actuar antijurídico y perjudicial de caros principios que rigen el contrato de seguro». 7. - No se c o n f i g u ra la prescripción a l e g a da p or la r e c u r r e n te ya q ue se interrumpió c on «la solicitud de
conciliación extrajudicial y la formulación de la demanda desde el 26 de septiembre de 2008» en o t ro despacho, s in q ue se c o m p a r ta q ue el cómputo d el término se t o me «a Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 partir del día en que la aseguradora recibió las declaraciones de asegurabilidad sin firma del candidato a tomador, esto es, desde el 27 de junio y el 30 de septiembre de 2005», en c o n t ra de lo q ue d i s p o ne el artículo 1 0 81 d el Código de C o m e r c i o. III.- LA DEMANDA DE CASACIÓN Se f o r m u l an tres a t a q u es c o n t ra el fallo de s e g u n do g r a do p or la c a u s al p r i m e ra de casación, los dos iniciales en f o r ma directa y el último c o mo c o n s e c u e n c ia de u na i n d e b i da apreciación de la p r u e ba d o c u m e n t a l. En v i s ta de q ue todos están relacionados c on la i n e x i s t e n c ia de la n u l i d ad r e l a t i va en c u a t ro certificados de u no de l os c o n t r a t os de seguro de v i da g r u p o, así c o mo la configuración de la prescripción p a ra excepcionarla, coincidiendo en esencia en s us p l a n t e a m i e n t o s, se
conjuntarán. PRIMER CARGO A c u sa la vulneración f r o n t al de l os artículos 1 7 42 y 1 7 43 d el Código Civil; 1 0 58 y 1 0 8 1, inciso s e g u n d o, d el Código de C o m e r c i o; así c o mo 8 6 3, 8 7 1, 1 0 3 6, 1 0 3 7, 1 0 4 1, 1 0 5 4, 1 0 7 2, 1 0 7 7, 1 0 80 y 1 0 8 1, inciso 3, ibídem, estos últimos p or falta de aplicación. D e s a r r o l la la i n c o n f o r m i d ad en estos términos: 8 Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 1. - L as s a n c i o n es del artículo 1 0 58 ibidem, no t i e n en l u g ar si «el asegurador antes de celebrarse el contrato, ha conocido o debido conocer los hechos o circunstancias sobre que versan los vicios de la declaración, o si ya celebrado el contrato, se allana a subsanarlos o los acepta expresa o tácitamente», c o mo se precisa en el inciso final. 2. - S in e m b a r g o, el fallador t u vo en c u e n ta e sa n o r ma en f o r ma i n c o m p l e ta al derivar de ella l os efectos a d v e r s os en su c o n t r a, siendo q ue la o p o s i t o ra e s t a ba
obligada a revisar los f o r m u l a r i os y, al recibirlos s in f i r ma y no objetarlos, p u e s, «cobró las primas y no adelantó ninguna acción para la declaratoria de nulidad», terminó aceptándolos «expresamente o, por lo menos, tácitamente», q u e d a n do i m p o s i b i l i t a da p a ra «predicar la nulidad por reticencia, ni mucho menos por inexactitud». Así se dijo en C SJ SC 19 m a y. 1 9 9 9, r a d. 4 9 2 3, y SC 12 ago. 2 0 0 1, r a d. 6 1 4 6. 3. - En c u a n to a la prescripción q ue c o n t e m p la el artículo 1 0 81 id, se negó e se d e r e c ho i n f r i n g i e n do el p r e c e p to y le d io u na l e c t u ra i n a d e c u a da a la C SJ SC 3 m a y. 2 0 0 0, r a d. 5 3 6 0, siendo q ue el término p a ra c o m p u t a r la comenzó desde «la presunta reticencia, referida al momento de la celebración del contrato», c o n t a n do c on dos (2) años p a ra «iniciar la acción de nulidad relativa, pues ya ahí se pudo o debió percatar de que el asegurado no firmó esas declaraciones». Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01
SEGUNDO CARGO D e n u n c ia la infracción d i r e c ta de las m i s m as n o r m a s, c on iguales a r g u m e n t os al a n t e r i o r, c o n c r e t a n do el a t a q ue a q ue no se l es h i zo p r o d u c ir l os efectos c o n t e m p l a d os en ellas, p u e s, si así f u e ra «hubiese arribado a la conclusión de que la Aseguradora al no haber ejercido acción u oposición frente a las declaraciones de asegurabilidad sin firma del asegurado, se allanó a subsanarlas, aceptándolas expresa o por lo menos, tácitamente». TERCER CARGO Señala i n d i r e c t a m e n te afectados l os artículos q ue enunció en los p r e c e d e n t es a t a q u e s, c o mo c o n s e c u e n c ia de la apreciación i n d e b i da de los certificados de s e g u ro de v i da número 1 6 4 1 1 7 6, 1 6 4 1 1 7 5, 1 6 4 1 7 38 y 1 6 4 1 7 3 7. C o n s i s te el d e s c o n t e n to en que: 1. - Se d io p or d e m o s t r a d o, s in estarlo, la n e g a t i va a s u s c r i b ir esos f o r m u l a r i os y desatendió q ue la «compañía aseguradora accionada aceptó o tomó el riesgo, en el estado
en que se encontraba, sin declaración de asegurabilidad», al acogerlos t al c u al e s t a b a n. 2. - De esos d o c u m e n t os solo se e x t r ae q ue «no están firmados, nada más, ni nada menos», p or lo q ue inferir «que el tomador decidió no suscribir las declaraciones de asegurabilidad, o su equivalente, que se negó a firmarlas, es 10 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 algo que no (...) puede concluirse en sana lógica de la prueba en si misma considerada, sino forzándola caprichosamente». 3. - P or el c o n t r a r i o, lo q ue se p r o d u jo f ue el a s e g u r a m i e n to a ciencia y paciencia de q ue «no había declaraciones de asegurabilidad», acogiéndolo así, p u e s, la reticencia a s u s c r i b i r l os en lo q ue h u b i e ra derivado e ra en «la negativa a otorgar el seguro, o por lo menos exigir condiciones más gravosas al tomador, o requerirlo para que firmara». 4. - No podía e x c u l p a r se de e sa m a n e ra la r e s p o n s a b i l i d ad d el «experto o profesional (aseguradora)», siendo q ue lo aplicable e r an las s a n c i o n es q ue c o n t e m p la el artículo 1 0 58 d el Código de C o m e r c i o, p a ra q u i en «ha
conocido o debido conocer los hechos o circunstancias sobre que versan los vicios de la declaración», allanándose a s u b s a n a r l os o aceptándolos e x p r e sa o tácitamente, c o mo aquí sucedió al c o b r ar la p r i ma y otorgar la c o b e r t u r a, s in «iniciar las acciones propias tendientes a buscar la nulidad relativa desde que recibió esas declaraciones sin firma», p or lo q ue desde e se m i s mo m o m e n to empezó a correr la prescripción q ue a la postre se configuró. CONSIDERACIONES 1.- La beneficiaria i n s t i t u i da en cinco certificados i n d i v i d u a l es de seguro de v i da g r u po c o n t r a t a d os p or F e r n a n do E n r i q ue Calderón Ortiz, exige el p a go del s i n i e s t ro p or la m u e r te de éste, frente a la r e n u e n c ia de la Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 a s e g u r a d o ra q ue a d u jo su reticencia al callar l os p a d e c i m i e n t os q ue lo a q u e j a b a n. 2. - El ad quem confirmó la absolución de la c o n t r a d i c t o r a, en v i s ta de la n u l i d ad r e l a t i va q ue afecta todos l os vínculos y ella a d u jo o p o r t u n a m e n t e, s in q ue prescribiera esa excepción c o mo lo invocó su c o n t r a p a r t e.
3. - La p r o m o t o ra insiste en q ue la d e m a n d a da recibió c u a t ro de los f o r m u l a r i os s in f i r m ar p or el t o m a d o r, a c e p t a n do i n d i s c u t i b l e m e n te su e s t a do de s a l ud y la c o b e r t u ra d el riesgo. Además, q ue desde e se m o m e n to comenzó a correr el término e x t i n t i vo p a ra i n v a l i d ar el a c u e r do p or c u a l q u i er i n e x a c t i t u d, el q ue se cumplió desde a n t es de c o n c u r r ir al pleito. 4. - L os a l c a n c es d el libelo s on parciales, p u e s to q ue n i n g u no de los a t a q u es se refiere al seguro de v i da 3 8 5 5 4 10 y el certificado i n d i v i d u al N° 1 9 6 2 2 9 9, q u e d a n do c e r r a da c u a l q u i er discusión frente al m i s m o, p a ra c e n t r a r se en l os c u a t ro r e s t a n t es c on N° 1 6 4 1 1 7 6, 1 6 4 1 1 7 5, 1 6 4 1 7 38 y 1 6 4 1 7 37 de la póliza m a t r iz 4 1 6 3 8 4 9.
5. - La infracción f r o n t al de p r e c e p t os m a t e r i a l es o c u r re c u a n do el fallador no tiene en c u e n ta l os q ue g o b i e r n an el caso concreto, aplica l os q ue s on c o m p l e t a m e n te ajenos a la c o n t r o v e r s ia o, a c e r t a n do en su selección o escogencia, l es da un a l c a n ce o efecto q ue no a c o m p a sa ni se a j u s ta a la situación e x a m i n a d a.
12 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 Al r a d i c ar el q u e b r a n to en la interpretación d a da a las n o r m as s u s t a n c i a l e s, ningún r e p a ro se a d m i te en esta clase de e m b a te a los aspectos fácticos y p r o b a t o r i os c o n s i g n a d os en el fallo, q ue c o r r e s p o n d en a la s e n da indirecta. La C o r te en SC de 15 de n o v i e m b re de 2 0 1 2, r a d. 2 0 0 8 - 0 0 3 2 2 - 0 1, r e i t e r a da el 4 de a b r il de 2 0 1 3, r a d. 2 0 0 40 0 4 5 7 - 0 1, s o s t u vo q ue en esta c a u s al se
(...) requiere de la aceptación de todos los hechos que en ella se tuvieron por probados y sin que se pueda exteriorizar inconformidad con los medios de convicción obrantes en el plenaño, toda vez que la labor argumentativa del censor sólo puede estar orientada a descubrir los falsos juicios sobre las normas materiales que regulan el caso, ya sea por falta de aplicación, al no haberlas tenido en cuenta; por aplicación indebida, al incurrir en un error de selección que deriva en darles efectos respecto de situaciones no contempladas; o cuando se acierta en su escogencia pero se le da un alcance que no tienen, presentándose una interpretación errónea. (...) Corresponde, por ende, a una causal de pleno derecho, encaminada a develar una lesión producida durante el proceso intelectivo que realiza el fallador, por acción u omisión, en la labor de escogencia y exégesis de la regulación que considera aplicable, con un resultado ajeno al querer del legislador. 6.- Ya si se a d u ce la transgresión de la ley s u s t a n c i al en f o r ma indirecta, p or la o c u r r e n c ia de errores de h e c ho al apreciar i n d e b i d a m e n te la d e m a n d a, su contestación o d e t e r m i n a da p r u e b a, l os desaciertos d e b en s er de t al m a g n i t ud q ue i n c i d an a d v e r s a m e n te en la f o r ma c o mo se desató el conflicto, produciéndose un r e s u l t a do c o n t r a r io a
13 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 la r e a l i d ad procesal, lo q ue deja p or f u e ra l os r e p l a n t e a m i e n t os d el d e b a te o l as fórmulas a l t e r n as de solución d el m i s m o, q ue no a l c a n z an a d e r r u m b ar lo r e s u e l to p or el fallador y q ue se e s t i ma e n t e r a m e n te a t i n a d o. C u a n do el a t a q ue se c o n f i g u ra en la comisión de un e r r or de facto m a n i f i e s to en la apreciación de las p r u e b a s, se r e q u i e re de u na l a b or a r g u m e n t a t i va e n c a m i n a da a develar la r e l e v a n c ia de la equivocación, p or existir d i s p a r i d ad evidente e n t re las c o n c l u s i o n es del fallo, c on lo q ue a r r o j an l os e l e m e n t os r e c a u d a d os p a ra acreditar lo p l a n t e a do p or las p a r t es en litigio. La S a la sobre e s ta vari able tiene d i c ho q ue (...) al denunciarse en el punto la comisión de errores de hecho probatorios, pertinente resulta memorar que no cualquier yerro de esa estirpe es suficiente para infirmar un fallo en sede de
casación, sino que se requiere que sea manifiesto, porque si se edifica a partir de un complicado proceso dialéctico, así sea acertado, frente a unas conclusiones también razonables del sentenciador, dejaría de ser evidente, pues simplemente se trataría de una disputa de criterios, en cuyo caso prevalecería la del juzgador, puesto que la decisión ingresa al recurso extraordinario escoltada de la presunción de acierto (SC del 9 de agosto de 2 0 1 0, rad. 2 0 0 4 - 0 0 5 2 4 ). Y si la d i s c o n f o r m i d ad r a d i ca en la interpretación q ue se le dio en el fallo a un c o n t r a t o, es de t e n er en c u e n ta q ue 14 Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 (...) la valoración que haga el sentenciador es una cuestión fáctica que el legislador confia a su discreta autonomía, de donde se desprende que el juicio que al respecto edifique es susceptible de echarse a pique...en la medida en que brille al ojo que el alcance que le otorgó...es absolutamente diferente del que ciertamente surge de su propio contenido (SC 162 de 11 de julio de 2 0 0 5, reiterada en la SC 21 de febrero de 2 0 1 2, rad. 7 7 25 y 2004-00649). 7. - A u n q ue d os de l os cargos se e n c a m i n an p or la s e n da recta y el o t ro por la indirecta, todos c o n f l u y en y se
h a c en consistir en u na i n d e b i da valoración p r e c i s a m e n te de los f o r m u l a r i os N° 1 6 4 1 1 7 6, 1 6 4 1 1 7 5, 1 6 4 1 7 38 y 1 6 4 1 7 3 7, de la póliza m a t r iz 4 1 6 3 8 4 9, y s us alcances, p or lo que se despacharán en c o n j u n to al t r a t a r se en últimas de u na sola acusación p or errores de h e c ho al sopesar l as p r u e b a s, c o mo lo p e r m i te el artículo 51 n u m e r al 3 del Decreto 2 6 51 de 1 9 9 1, a d o p t a do c o mo legislación p e r m a n e n te por el 162 de la Ley 4 46 de 1 9 9 8. 8. - De c o n f o r m i d ad c on el artículo 1 0 36 d el Código de C o m e r c i o, s u b r o g a do p or el 1° de la Ley 3 89 de 1 9 9 7, el c o n t r a to de seguro es «consensúa!, bilateral, oneroso, aleatorio y de ejecución sucesiva», de ahí q ue p a ra su p e r f e c c i o n a m i e n to solo se requiere d el a c u e r do de
v o l u n t a d es e n t re las partes. E so no i m p i de q ue de l os términos convenidos q u e de c o n s t a n c ia e i n c l u so el artículo 1 0 46 del e s t a t u to m e r c a n t i l, modificado p or el 3° de la citada L ey 3 89 de 1 9 9 7, m e m da q ue «con fines exclusivamente probatorios, el asegurador 15 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 está obligado a entregar en su original, al tomador, dentro de los quince días siguientes a la fecha de su celebración el documento contentivo del contrato de seguro, el cual se denomina póliza, el que deberá redactarse en castellano y firmarse por el asegurador». I n c l u so si se t r a ta de «pólizas globales» a las q ue se refiere el artículo 1 0 64 d el Código de C o m e r c i o, c u a n do el s e g u ro v e r sa sobre un c o n j u n to de p e r s o n as d e b i d a m e n te identificadas, es m e n e s t er la expedición de un certificado i n d i v i d u al c o m p l e m e n t a r io o q ue c o n t e n ga las condiciones generales y p a r t i c u l a r es q ue d e l i m i t en el riesgo a m p a r a d o. El d o c u m e n to d o n de o b r an las e s t i p u l a c i o n es p a c t a d as
p u e de o no t e n er la firma del t o m a d o r, s in q ue la falta de la m i s ma conlleve a la invalidez d el a c u e r do o un d i s e n t i m i e n to de éste c on su c o n t e n i d o, ya q ue p or lo g e n e r al c o r r e s p o n d en a f o r m u l a r i os p r e i m p r e s os c on un propósito n e t a m e n te d e m o s t r a t i vo de los p u n t os q ue f u e r on c o n o c i d os desde un c o m i e n zo p or los i n v o l u c r a d o s. Pero l os alcances de la «póliza» no se l i m i t an únicamente a esas m a n i f e s t a c i o n e s, p u e s to q u e, de c o n f o r m i d ad c on el artículo 1 0 48 ibidem, «la solicitud de seguro firmada por el tomador» y «los anexos que se emitan para adicionar, modificar, suspender, renovar o revocar la póliza», esto e s, l as s i t u a c i o n es expresas a n t e r i o r es o posteriores q ue la c o m p l e m e n t a n, e n t r an a f o r m ar p a r te de ella. 16 Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 T i e n en t a n ta r e l e v a n c ia todos esos escritos que, j u n to c on la confesión, s on l os únicos m e d i os de convicción
a d m i s i b l es p a ra verificar la e x i s t e n c ia d el «contrato de seguro». Al respecto la C o r te en SC 16 nov. 2 0 0 5, r a d. 0 9 5 3 90 1, señaló q ue [sjegún el artículo 3° de la Ley 389 de 1997 el contrato de seguro es hoy en día de carácter consensual; así, modificando el artículo 1036 del C. de Co. dispuso que "el seguro es un contrato consensual, bilateral, oneroso, aleatorio y de ejecución sucesiva". Esta reforma fue trascendental porque vino a solucionar numerosos conflictos que se suscitaron cuando se requería la solemnidad de la póliza para su perfeccionamiento (...) Esa misma ley modificó el artículo 1046 del C. de Co. y a partir del carácter consensual de dicho vínculo estableció, sin embargo, un régimen probatorio especial para demostrar su existencia, consistente en que "el contrato de seguro se probará por escrito o por confesión"; se consagró así una de las excepciones al principio general del derecho probatorio por el cual las partes pueden acudir a cualquier medio de convicción lícito para comprobar los hechos cuya verificación les interesa para defender sus derechos, tal como se desprende de lo dispuesto en el artículo 175 del C. de P. Civil. Para c o n c l u ir q ue (...) la nueva ley en su empeño de eliminar la exigencia de la póliza como requisito formal ad solemnitatem necesario para la constitución del contrato de seguro, no quiso tampoco generar, como consecuencia del carácter consensual del mismo, márgenes
de inseguridad, ni menos servir de simiente a interminables 17 Radicación n° 05001-31-03-003-2008-00034-01 litigios, y optó entonces por exigir un formalismo ad probationem, como es la presencia de un escrito que aunque no repercute en el perfeccionamiento del mismo, sí incide en la manera como debe demostrarse, al cual agregó también la posibilidad de la prueba de confesión, ampliando en esa medida el régimen legal anterior (...) El escrito bien puede ser denominado póliza, cuyo original incluso está obligado el aseguradora a entregar al tomador, "con fines exclusivamente probatorios", como lo señala el mismo artículo 1046, u otro cualquiera con tal de que sea lo suficientemente idóneo para deducir el acuerdo de voluntades y los elementos esenciales del mismo, sin los cuales "el contrato de seguro no producirá efecto alguno", como lo previene el artículo 1045 del C. de Co., y que permita constatar, como apenas es natural, quiénes son los sujetos contratantes, el objeto, la cobertura, la vigencia y la prima pactada, entre los más connotados (...) Es decir, ante la falta de póliza, que es el documento que corresponde expedir con fines meramente probatorios, basta un escrito que sea bastante para deducir la existencia del contrato de seguros en los términos indicados; o en ausencia del escrito que se dé la confesión que sirva de apoyo para establecerlo en sus componentes esenciales. Posición r e i t e r a da en S C 6 7 0 9 - 2 0 1 5, d o n de se precisó (...) con la expedición de la ley 389 de 1997 se abandonó la
calidad de solemne que caracterizaba al contrato de seguro y se amplió la posibilidad de acreditar su existencia y contenido, contemplando medios distintos de la póliza, que constituye la prueba por excelencia del mismo, esto es cualquier otro u otros documentos escritos que den cuenta de los elementos esenciales que lo conforman, tales como el interés y el riesgo asegurable, la prima o precio del seguro y la obligación condicional del asegurador; así mismo el citado pacto puede demostrarse 18 Radicación n" 05001-31-03-003-2008-00034-01 mediante confesión en la que se determinen entre otros, los mencionados componentes o se consienta en la existencia de los mismos (...) Adicionalmente cabe agregar que esa convención se halla conformada tanto por unas regulaciones generales, como por otras particulares, respec
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