CSJ - SC3671-2019
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SC3671-2019
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2019
República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de Casaciún Civil LUIS ARMANDO TOLOSA VILLABONA M a g i s t r a do P o n e n te SC3671-2019
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01
Aprobado en . Sala de doce (12) de septiembre de d os m il dieciocho (2018) Bogotá, D. C, o n ce (11) de s e p t i e m b re de dos m il d i e c i n u e ve (2019) Se decide el r e c u r so de casación i n t e r p u e s to p or L uz H e l e na Y e p es M a y a, respecto de la s e n t e n c ia de 14 de n o v i e m b re de 2 0 1 4, p r o f e r i da p or el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de Bogotá, S a la Civil, en el p r o c e so o r d i n a r io de p e r t e n e n c ia i n c o a do p or P e d ro P a b lo Gómez Díaz c o n t ra p e r s o n as i n d e t e r m i n a d a s, L u is A l e j a n d ro y M a n u el D i o n i s io S a m u d io C h a p a r r o, L e o n a r do F a b io S a m u d io B a r b o s a, C a r l os A r t u r o, C o n s t a n z a, G u i l l e r mo
H e r n a n do Y e p es M a y a, y la r e c u r r e n t e, a su v ez ésta d e m a n d a n te en reconvención.
1. ANTECEDENTES ; 1.1. El p e t i t u m. El c o n v o c a n te solicitó se d e c l a r a ra que adquirió, p or el m o do de la prescripción extraordinaria.
Radicación: 11001-31-03-005-1995-12325-01 el derecho de d o m i n io de l os i n m u e b l es d e n o m i n a d os "La Mirada" y "El Mirador", u b i c a d os en e s ta c i u d a d, c on matrícula i n m o b i l i a r ia 5 0 N - 7 9 7 9 65 y 5 0 N - 2 0 0 0 5 5 9 2, l os cuales identifica. 1.2. La causa p e t e n d i. Ha poseído l os predios c on ánimo de señor y dueño de m a n e ra quieta, pacífica, pública e i n i n t e r r u r i i p i da d u r a n te "más de veinte años", c o n t a d os a p a r t ir de 1 9 7 6. r-s Sobre l as heredades realizó actos positivos, c o mo cultivos, cercados, y la construcción de u na casa de habitación. 1.3. El escrito de réplica. Los c o n v o c a d o s, r e s i s t i e r on
las súplicas, p r o p o n i e n d o, e n t re o t r as excepciones, "inexistencia del derecho temerariamente pretendido" y "falta del tiempo para ganar la propiedad por posesión". O 1.4. La demanda de reconvención. P l a n t e a da p or L uz H e l e na Y e p es M a y a. 1.4.1. El p e t i t u m. Exigió se declarara que le pertenece el d o m i n io a b s o l u to del b i en raíz d e n o m i n a do "La Mirada", pidiendo c o n m i n ar al d e m a n d a n te en p e r t e n e n c ia a restituirlo, condenándolo a p a g ar perjuicios p or "ser poseedor de malafd'. 2 s Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 1.4.2. Causa p e t e n d i. A p o ya su r e c l a m o, a d u c i e n do q ue adquirió, j u n to a s us h e r m a n o s, la p r o p i e d ad en "común y proindiviso" del señalado f e u do p or sucesión de su p r o g e n i t o r, según adjudicación r e a l i z a da m e d i a n te E s c r i t u ra Pública n° 2 14 de 31 de e n e ro de 1 9 9 2, o t o r g a da
en la Notaría Veintiséis (26) del Círculo de Bogotá D . C. A f i r ma q ue perdió la posesión del t e r r e no en febrero de 1 9 9 6, p u es en e sa fecha, el d e m a n d a do en reconvención lo O invadió "cZandesíina[mente] y de mala fe". 1.4.3. La contestación. El c o n v o c a do inicial alegó "ineficacia del título", p or s er i n c o m p l e to el dere cho de d o m i n io de la r e i v i n d i c a n t e. 1.5. El fallo de primer grado. El J u z g a do Veintidós Civil d el C i r c u i to de Descongestión de Bogotá, el 31 de m a r zo de 2 0 1 4, desestimó l as súplicas r e l a t i v as al libelo de Q p e r t e n e n c i a, p or no d e m o s t r a r se el t i e m po de ejercicio de la posesión p r e v i s to en el artículo 1 de la L ey 50 de 1 9 3 6. En c a m b i o, acogió la reconvención, al h a l l ar a c r e d i t a d os l os e l e m e n t os axiológicos de la acción reivindicatoría, en p a r t i c u l a r, el d e r e c ho de p r o p i e d ad en c a b e za de L uz H e l e na Y e p es M a y a, p or c u a n to el
i n s t r u m e n to n o t a r i al c o n t e n t i vo de la sucesión, d e m o s t r a ba q ue el t e r r e no "La Mirada" le había sido t r a n s f e r i do en ic o m u n i d ad j u n to a s us h e r m a n o s. 3
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Así m i s m o, en relación c on el a n o t a do título, señaló q ue la calificación de "falsa tradición" o t o r g a da p or la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos, r e s u l t a ba ineficaz, p u es la m i s ma tenía c o n s e c u e n c i as relativas, vale decir, su carencia jurídica no impedía, en todo caso, "(...) que produ|jera] efectos solamente frente al poseedor". 1.6. La decisión de segundo grado. Confirmó la n e g a t i va de la usucapión y, revocó lo a t i n e n te a la acción de d o m i n i o, al resolver la apelación del convocante inicial.
2. LA SENTENCIA DE SEGUNDA INSTANCIA 2 . 1. Según el tribun,al, en p u n to a la reconvención, la d e m a n d a n te no podía reivindicar p o r q ue o s t e n t a ba de m a n e ra i r r e g u l ar el d e r e c ho de propiedad. 2 . 1 . 1. Al respecto, aludió a la actuación a d m i n i s t r a t i va
realizada p or la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos, i n i c i a da y c u l m i n a da p or l as resoluciones 0 0 0 0 39 de 5 de j u n io y 0 0 1 0 39 de 20 de o c t u b re de 1 9 9 8, la c u al estableció, de un lado, u n i f i c ar "la tradición" de varios folios que habían sido segregados o r i g i n a r i a m e n te d el matriz, e n t re ellos, el 5 0 N - 7 9 7 9 6 5, c o n c e r n i e n te al predio "La Mirada", p a ra l u e go cerrarlos y a g r u p a r l os en la m a t r i c u la i n m o b i l i a r ia 5 0 N - 2 7 3 4 9 5. Y de otro, resaltó el sentenciador, d i s p u so corregir la anotación n° 2 5, en el sentido de declarar "falsa tradición" 4
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 la adjudicación d el d o m i n io p or sucesión de Jesús Y e p es R e s t r e po a C a r l os A r t u r o, Jesús H e r n a n d o, C o n s t a n z a, G u i l l e r mo Hernán y L uz H e l e na Y e p es M a y a, r e a l i z a da
m e d i a n te E s c r i t u ra Pública n° 0 2 14 de 31 de e n e ro de 1 9 9 2, o t o r g a da en la Notaría Veintiséis (26) del Círculo de Bogotá D . C. 2.1.2. En e se o r d e n, p a ra el ad-quem, la a n t e r i or determinación oficial d a ba c u e n ta q ue la r e i v i n d i c a n te j u n to a s us h e r m a n o s, si b i en i n i c i a l m e n te f i g u r a r on p or c a u sa de la sucesión c o mo p r o p i e t a r i os d el predio "La Mirada", lo h e r e d a do en r e a l i d ad correspondía a la "mera posesión", p or t al razón, el a n o t a do d e r e c ho r e al se traducía i n c o m p l e t o. 2.1.3. Subrayó q ue en v i r t ud d el p r i n c i p io de la "fe pública registrar, edificante de la presunción de e x a c t i t ud del registro i n m o b i l i a r i o, imponía aceptar, s in r e p a r o s, la decisión a d o p t a da p or la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos. 2.2. En s u m a, p a ra el j u z g a d o r, la e x i s t e n c ia de la
a n o t a da f a l sa tradición i m p l i c a ba un d o m i n io i r r e g u l ar de la r e i v i n d i c a n t e, impidiéndole la restitución del t e r r e n o, p u es la adjudicación s u c e s o r al del m i s m o, según lo publicitó el a s i e n to registral, se h a l l a ba v i c i a da c on t al calidad.
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3. EL R E C U R SO DE CASACIÓN L os d os cargos f o r m u l a d os p or la r e c u r r e n te d e m a n d a n te en reconvención, se f u n d a r on en la violación de la l ey s u s t a n c i a l, el p r i m e ro p or la comisión de y e r r os fácticos, y el s e g u n do p or vía directa, l os cuales f u e r on replicados p or su contrapíirte.
La C o r te l os resolverá c o n j u n t a m e n te t e n i e n do en c u e n ta q ue a m b os se deseirroUan alrededor de u n os m i s m os p r e c e p t os legales, y p o r q ue se e n c u e n t r an a r t i c u l a d o s, al c o m p a r t ir t e m as r e l a c i o n a d os c on la falsa tradición y el
p r i n c i p io de la fe pública registral, lo c u al a m e r i ta consideraciones c o m u n e s.
4. C:ARGO PRIMERO 4 . 1. D e n u n c ia la transgresión de l os artículos 2, 3, 13, 2 9, 5 3, 8 3, 2 28 y 2 30 de la Constitución Política; 7 6 2, 7 6 4, 7 6 5, 9 4 6, 9 4 7, 9 4 9, 9 5 0, 9 6 1, 9 6 2, 9 6 4, incisos 1° y 2° del Código Civil; 5, 43 y 44 del D e c r e to 1 2 50 de 1 9 7 0; y 3 05 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, c o mo c o n s e c u e n c ia de la comisión de errores de h e c ho c o m e t i d os p or el T r i b u n al al apreciar las p r u e b a s. En efecto: 4 . 1 . 1. Tergiversó el c o n t e n i do de l as r e s o l u c i o n es 0 0 0 0 39 de 5 de j u n io y 0 0 1 0 39 de 20 de o c t u b re de 1 9 9 8, e x p e d i d as p or la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos, p u es no establecieron de m a n e ra c o n t u n d e n t e, las
í Radicación: 1 lGOl-31-03-005-1996-12325-01 r a z o n es p or l as c u a l es e ra i n c o m p l e to el d e r e c ho de d o m i n io de la r e i v i n d i c a n t e. Lo a n t e r i o r, dice, p or c u a n to la actuación a d m i n i s t r a t i v a, amén de a d e l a n t a r se p or petición de un tercero, a j e no a la h i s t o r ia de la tradición d el p r e d io "La Mirada", determinó e q u i v o c a d a m e n te q ue éste, j u n to a otros, i n t e g r a b an el r e s g u a r do indígena "El Cerro", tiñendo así, de "falsa tradición", t o da la c a d e na registral. T al conclusión, sostiene, es e r r a da y a r b i t r a r i a, p u es calificó al b i en raíz c o mo territorio étnico a p a r t ir de la s i m p le mención q ue T e o d o r o, B r a u l i o, Andrés y P e r e g r i na C h i s a b a, o t r o ra dueños o r i g i n a r i os del m i s m o, h i c i e r on en los albores d el siglo X X, esto e s, en la v e n ta r e a l i z a da a Jesús Muñoz, c o m p r e n d i da en la E s c r i t u ra Pública n° 1 02
de 23 de febrero de 1 9 0 3, c u a n do e s t i p u l a r on h a b er recibido el dóminus "(...) por adjudicación que se les hizo como indígenas". Lo e x p r e s a do p or l os e n a j e n a n t es en el señalado i n s t r u m e n to n o t a r i a l, destacó la r e c u r r e n t e, no podía, per sé, s e r v ir de f u n d a m e n to p a ra e m i t ir un j u i c io certero sobre la clarificación de la p r o p i e d a d, máxime, c u a n do d e b en s er los j u e c es o r d i n a r i o s, y no el f u n c i o n a r io r e s p o n s a b le d el registro i n m o b i l i a r i o, l os c o m p e t e n t es p a ra i n d a g ar a c e r ca de la validez o eficacia de l os n e g o c i os jurídicos s o l e m n e s, e s p e c i a l m e n t e, l os r e l a t i v os a la c o m p r a v e n ta p r i v a da de bienes raíces.
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 4.1.2. Omitió la r e s p u e s ta d el h oy e x t i n t o, I n s t i t u to C o l o m b i a no de D e s a r r o l lo R u r al -Ineoder, q u i en dijo no
t e n er c o n o c i m i e n to sobre la constitución d el r e s g u a r do indígena d e n o m i n a do "El Cerro". Lo a n t e l a d o, a f i r ma la r e c u r r e n t e, c o b ra m a y or relieve, t e n i e n do en c u e n ta q ue esa e n t i d a d, p a ra la época de los h e c h o s, e ra la e n c a r g a da según el artículo 85 de la L ey 1 60 de 1 9 9 4, de c o n c r e t ar la p r e s e n c ia de l as p r o p i e d a d es colectivas étnicas, así c o mo la de establecer la vigencia de los títulos q ue se a l e g u en en favor de éstas. 4.1.3. Pretirió la diligencia de inspección j u d i c i al y el d i c t a m en pericial, d e m o s t r a t i v os de la i n e x i s t e n c ia de a s e n t a m i e n to o p a r c i a l i d ad indígena en el i n m u e b le "La Mirada". 4.2. P a ra la i m p u g n a n t e, al desfigurar y d e s c a r t ar el ad-quem l as señaladas p r u e b a s, incidió en la falta de comprobación de su d o m i n io p l e no sobre el predio a reivindicar. 4.3. Exige, p or lo t a n t o, c a s ar el fallo a t a c a do y en su
l u g ar r e c o n o c er l as p r e t e n s i o n es de la d e m a n da de reconvención.
5. CARGO SEGUNDO 5 . 1. A c u sa la violación d i r e c ta de l os artículos 7 5 6, 9 4 6, 9 4 7, 9 49 y 9 50 del Código Civil; 1, 2, 4, 4 5, 4 6, 4 7, 4 8,
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Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 4 9, 54 y 59 de la L ey 1 5 79 de 2 0 1 2, d e r o g a t o r ia de l os p r e c e p t os 1, 2, 5, 2 4, 2 5, 3 7, 4 2, 43 y 44 del D e c r e to 1 2 50 de 1 9 7 0, p or falta de aplicación. 5 . 1 . 1. Lo a n t e r i o r, en s e n t ir de la c e n s u r a, p o r q ue el t r i b u n a l, r e s g u a r d a do en el a x i o ma de la "fe pública registrar, acogió la decisión a r b i t r a r ia de la O f i c i na de R e g i s t ro de I n s t r u m e n t os Públicos, q ue declaró la c a d e na c e n t e n a r ia de t r a n s f e r e n c i as y a d q u i s i c i o n es d el d o m i n io
sobre el p r e d io "La Mirada", c o mo f a l sa tradición. 5.1.2. A d u c e, en esencia, q ue e sa l e c t u ra c o n t r a v i e ne el v e r d a d e ro significado del a n o t a do p r i n c i p i o, erigido p a ra a m p a r ar al tercero a d q u i r e n te q ue ha c o n s o l i d a do un d e r e c ho r e al c o n f i a do en la certeza de la información ofrecida p or el r e g i s t ro i n m o b i l i a r i o. Si se d e s c o n o ce e sa garantía c u a n do se c a m b ia i n t e m p e s t i v a m e n te la situación jurídica de un f u n d o, la especial protección r e g i s t r al carecería de justificación. 5.2. Señala q ue de h a b e r se realizado u na c o r r e c ta interpretación de la "fe pública registrar, no habría l u g ar a d e c l a r ar la p r o p i e d ad i n c o m p l e ta de la r e i v i n d i c a n t e, p or c u a n to d e b i e r on r e s p e t a r se l as a n o t a c i o n es históricas c o n t e n i d as en el folio de matrícula del señalado b i e n. 5.3. Solicita, en c o n s e c u e n c i a, c a s ar la s e n t e n c ia
c u e s t i o n a da y en sede de i n s t a n c i a, acceder a la reivindicación pretendida. 1
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6. CONSIDERACIONES 6 . 1. Si b i en h oy rige la L ey 1 5 64 de 2 0 1 2, "por medio de la cual se expide el Código General del Proceso"^, para ei p r e s e n te a s u n to prevalece el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, p u es la impugnación e x t r a o r d i n a r ia aquí e x a m i n a da se formuló bajo su vigor, d e b i e n do resolverse c o n f o r me lo allí reglado.
Lo a n t e r i o r, en c u m p l i r n i e n to de la regla tempus regit procesum, c o n t e n i da en el artículo 6 2 5, n u m. 5° del Código G e n e r al d el Proceso, la c u al d i s p o ne q ue "los recursos interpuestos (...), se regirán por las leyes vigentes cuándo se i n s t a u r a r o n] (...)". 6.2. L os y e r r os de h e c ho en el ámbito c a s a c i o n al se a s o c i an c u a n do se s u p o ne un e l e m e n to d e m o s t r a t i vo q ue no existe o i g n o ra su p r e s e n c ia física; o al c o n t e m p l a r lo lo
d e f o r m a, ya s ea mediímte adición, c e r c e n a m i e n to o alteración. También, c u a n do a p r e c ia e q u i v o c a d a m e n te la d e m a n da o su contestación. Se e s t r u c t u r a n, en c u a l q u i er hipótesis, si r e s u l t an m a n i f i e s t o s, p r o d u c to de la s i m p le comparación e n t re lo visto o dejado de o b s e r v ar p or el s e n t e n c i a d or y la m a t e r i a l i d ad u objetividad de l os e l e m e n t os d e m o s t r a t i v o s. No o b s t a n t e, d e b en ser treiscendentes, vale decir, q ue h a y an 1 El Acuerdo n° PSAA15-10392 de la Sala Administrativa del Consejo Superior de la Judicatura, le asignó al nuevo Estatuto de Ritos Civiles su pleno imperio a partir del 1 de enero de 2016. 10
Radicación: 1IQO1 -31 -03-005-1996-12325-01 i' sido d e t e r m i n a n t es de la decisión final, en u na relación n e c e s a r ia de c a u sa a efecto. 6.3. C on e se propósito p e r t i n e n te r e s u l ta señalar, c o mo es sabido, en casación no v a l en las especulaciones, ni
los s u b j e t i v i s m o s, p or más a r g u m e n t a d os q ue s e a n, p u es esto sería el p r o d u c to de r e e d i t ar la apreciación p r o b a t o r i a, t o do lo c u al c o m p e te a u na a c t i v i d ad p r o p ia de l as i n s t a n c i a s. En sede e x t r a o r d i n a r i a, p or el c o n t r a r i o, l os cargos d e b en f u n d a m e n t a r se en la certeza y no en la d u d a. La ratio legis e s t r i ba en q ue el r e c u r so debe c o m b a t ir la presunción de legalidad y acierto de la s e n t e n c ia i m p u g n a da y no el proceso, y en correlación, en el c a m po de los e l e m e n t os de convicción, claro está, d e n t ro de los límites de la acusación, verificar si la apreciación p r o b a t o r ia d el ad-quem es o no equivocada. 6.4. L os e r r o r es iuñs in iudicando, p or su p a r t e, se r e l a c i o n an c on la subsunción n o r m a t i va de l os h e c h os fijados pacíficamente en el proceso, así c o mo a q u e l l os s u r g i d os de l as d i s c u s i o n es p r o b a t o r i as p l a n t e a d a s.
P or esto, en el ámbito de la violación d i r e c ta de la ley s u s t a n c i a l, en d o c t r i na d e c a n t a d a, la C o r te "(...) trabaja con los textos legales sustantivos únicamente, y ante ellos enjuicia^ el caso; ya sabe si los hechos están probados o no 1 I 11
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 están probados, parte de la base de una u otra cosa, y sólo le falta aplicar la ley a los hechos establecidos'"^.
En este caso, p or consiguiente, t o do se r e d u ce a elucidar, polémicas de tipo s u s t a n t i v o, respecto de la aplicación de l os p r e c e p t os q ue c r e a n, m o d i f i c an o e x t i n g u en d e r e c h os subjetivos, en c u a n to a su p e r t i n e n c ia (aplicación o inaplicación), y a su interpretación o alcance. 6.5. La acción de d o m i n i o, según el artículo 9 46 d el Código Civil, "(...) es la que tiene el dueño de una cosa singular, de que no está en posesión, para que el poseedor de ella sea condenado a restituirla". A c o r de c on el m e n c i o n a do precepto, la d o c t r i na i n v a r i a b le de esta Corte^ ha sostenido c o mo e l e m e n t os axiológicos, c o n c u r r e n t es e i m p r e s c i n d i b l es de la
reivindicación: (i) el derecho r e al de p r o p i e d ad en el d e m a n d a n t e; (ii) la posesión d el d e m a n d a d o; (iii) v e r s ar la d e m a n da sobre b i en reivindicable o c u o ta d e t e r m i n a da del m i s mo y (iv) q ue e x i s ta i d e n t i d ad e n t re el b i en perseguido p or el c o n v o c a n te y poseído p or el último. 6 . 5 . 1. Relativo al p r i m er p r e s u p u e s t o, el actor debe acreditar, no solo la existencia del título y su inscripción en el registro (art. 7 5 6, C.C.), debiendo éste s er a n t e r i or a la 2 CSJ s e, sentencia 040 de 25 de abril de 2000, expediente 5212, citando LXXXVIII-504. 3 CSJ s e, sentencias de 30 de julio de 1996, eCXtlII, pág. 154 ss., 15 de agosto de 2001, expediente n°. 6219, 12 de septiembre de 1994, citada el 28 de febrero de 2011, radicación n°. 1994-09601-01, entre otras. 12
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 posesión del d e m a n d a d o ^, s i no también, su i d o n e i d a d, vale decir, q ue c o n s t i t u ya v e r d a d e ra p r u e ba de la adquisición
del d o m i n io d el i n m u e b l e, d e s c a r t a n do c u a l q u i er raSgo de falsa tradición, c o mo (i) la enajenación de c o sa ajena; (ii) la t r a n s f e r e n c ia de derecho i n c o m p l e t o, p or t e n e r lo o t ra p e r s o na o p o r q ue no se tiene la t o t a l i d ad de él; y (iii) la transmisión de d e r e c h os h e r e n c i a l es o e n a j e n a c i o n es sobre c u e r po cierto, t e n i e n do únicamente d e r e c h os de cuota^. Así l as cosas, u na adquisición v i c i a da continúa siéndolo a un c on el t r a n s c u r so del t i e m p o, y los diferentes actos í dispositivos o t r a n s m i s i v os q ue p o s t e r i o r m e n te se r e a l i c en no p u r g an e sa a n o r m a l i d a d. Se t r a ta de un derecho irregular, no a p to p a ra reivindicar, al no t r a t a r se d el derecho de d o m i n i o. 6.5.2. La tradición de bienes raíces se realiza p or la inscripción d el título en la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos. E s te m o d o, n o r m a do p or el Código
Civil y el D e c r e to 1 2 50 de 1 9 7 0, s u b r o g a do p or la Ley 1 5 79 del 2 0 1 2, f u e ra de d e m o s t r ar la t r a n s f e r e n c ia de d e r e c h os reales c o n f o r me al c a n on 7 56 d el Código Civil, sirve de p u b l i c i d ad a l as m u t a c i o n es d el d o m i n io y de m e d io p r o b a t o r i o, así c o mo de s o l e m n i d a d. P or s u p u e s t o, i g u a l m e n te a b a r ca la e n t r e ga m a t e r i a l. CSJ se, sentencia de 18 de agosto de 1948, G.J. XLIV, págs. 714 a 718. 5 Sobre ese último aspecto, resaltó esta Corte: "(...) no puede existir derecho de dominio, ni menos justo título sobre un predio objeto de reivindicación cuando un demandante adquiere por adjudicación sucesoral 'derechos y acciones', porque sabe de antemano que no es él dominio de la cosa misma lo que está recibiendo en el sucesorio, sino una cuestión diferente, 'derechos y acciones sobre la cosa', pues en esa hipótesis, no se está adjudicando el bien, sino cosa diferente (CSJ SC 10882, sentencia de 18 de agosto de 2015). 13
Radicación: 11001 -31-03-0051996r 12325-01
A propósito, e x p u so e s ta Corte: "(...) El registro o inscripción de los instrumentos públicos tiene principalmente tres objetos: servir de medio de tradición de los bienes raíces y de los otros derechos reales constituidos en ellos; dar publicidad a los actos y contratos que trasladan o mudan el dominio de los bienes raíces o le imponen gravámenes o limitaciones al dominio de éstos y dar mayores garantías de autenticidad y seguridad de los títulos, actos o documentos qué deben registrarse {...)"^- Así, bajo la vigencia del D e c r e to 1 2 50 de 1 9 7 0, en el folio r e al o de matrícula i n m o b i l i a r i a, o r g a n i z a do p or c o l u m n a s, p a r t i c u l a r m e n te en la sexta, es en d o n de se asentó lo relativo a la falsa tradición, a f in de i n s c r i b ir los títulos p r o v i e n e n t es d el "non dómino"^, c o r r e s p o n d i e n do a v e n t as de i n m u e b l es ajenos, s in antecedentes propios, m e j o r as en suelo ajeno, cesión de d e r e c h os herenciales, adjudicación de d e r e c h os y acciones en sucesorio o de un p r o p i e t a r io p u t a t i v o, etc. En esa m i s ma línea, el inciso séptimo del parágrafo 3°
del artículo 8 de la L ey 1 5 79 de 2 0 1 2, expresa: "Para efectos i de la calificación de los documentos, téngase en cuenta la siguiente descripción por naturaleza'jurídica de los actos sujetos a registro: (...) 06 Falsa Tradición:para la inscripción de títulos que conlleven la llamada falsa tradición, tales como la enajenación de c o sa ajena o la t r a n s f e r e n c ia de d e r e c ho i n c o m p l e to o s in a n t e c e d e n te jjroaio. de 6 CSJ SC, sentencia de 28 de julio de 19:37, G.J. XLV, págs. 334 a 337. 7 "Del no dueño". 14
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 conformidad con el parágrafo 2° de este artículo" (se destaca). 5 . 5 . 2 . 1. La falsa tradición de la inscripción o registro en el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia a favor de u na p e r s o na q ue carece d el derecho de d o m i n io t o t al o p a r c i a l m e n te sobre un b i en i n m u e b le p o r q ue el título o el m o do de adquisición no es el a d e c u a do o a u t o r i z a do p or la ley, s ea q ue falte el título, o q ue existiendo, falte el m o do p a ra
a d q u i r i r l o. E n t re s us c a u s a s, p a r t i c u l a r m e n te ligadas a l as t r a n s f e r e n c i as p r o v e n i e n t es de q u i en no es el v e r d a d e ro dominus, o la enajenación de derecho i n c o m p l e to o s in antecedente propio, se h a l l a n: 6 . 5 . 2 . 1 . 1. Títulos de non domine. Los p r o v e n i e n t es de q u i en no tiene el derecho de d o m i n io o de propiedad, c o mo los c o n c e r n i e n t es a la v e n ta de c o sa ajena, c i r c u n s t a n c ia en la c u a l, h ay título, pero q u i en lo o t o r ga no tiene la p r o p i e d ad o el d o m i n io p or h a l l a r se en c a b e za de o t ra p e r s o na y en c o n s e c u e n c ia no p u e de p r o d u c ir la tradición. 6.5.2.1.2. D o m i n io i n c o m p l e t o. Es el derecho de p r o p i e d ad q ue no se tiene c o m p l e ta o íntegramente, s i no p a r te de él; p or ejemplo, la adquisición de u na cosa, de m a n os de q u i en se h a l la en expectativa de a d q u i r i r l a, o en
s i t u a c i o n es tales c o m o: 15
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 6.5.2.1.3. La enajenación de d e r e c h os sucesorales r e a l i z a da en c u e r po cierto, p o r q ue un h e r e d e ro l os transfiere sobre d e t e r m i n a do b i e n, s in h a b e r se realizado el trámite n o t a r i al o j u d i c i al de la sucesión p a ra l i q u i d a r l a. Se i n c l u y en aquí l os r e m a t es de d e r e c h os y acciones en sucesión ilíquida q ue v e r s en sobre b i en i n m u e b l e. 6.5.2.1.4. La enajenación de d e r e c h os sucesorales realizados sobre u na u n i v e r s a l i d ad jurídica, s in h a b e r se l i q u i d a do la c a u sa s u c e s o r al respectiva. 6.5.2.1.5. Enajenación de c u e r po cierto t e n i e n do el t r a d e n te únicamente d e r e c h os de c u o t a, sea p or v e n t a, p e r m u t a, donación sobre c u e r po cierto. En este caso el t r a n s m i s or del derecho de d o m i n io no posee el todo, s i no a p e n as u na p a r te o c u o ta del m i s m o, de t al m o do q ue no
posee la i n t e g r i d ad d el derecho o d el todo, y c o n s e c u e n c i a l m e n te no p u e de realizar u na tradición d el derecho completo. 6.5.2.1.6. I nscripci ones s in ant ece de nte r e g i s t r al o antecedente propio. C o r r e s p o n d en a la a u s e n c ia de antecedentes registrales o de tradición de un i n m u e b l e, en los folios de matrícula i n m o b i l i a r i a, o c u a n do se r e g i s t ra el título s in h a b e r se identificado la p r o c e d e n c ia o f u e n te del título o d el m o do d el derecho r e al de d o m i n io o l os antecedentes de q ue c o n s ta el título. S i e n do obligación del registrador y del n o t a r i o, en el c o n t r ol m a t e r i al o f o r m al del 16
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01 i n s t r u m e n t o, no se incluyó esa génesis, la c a u sa o el título, habiéndose registrado de esa m a n e r a. 6.5.2.1.7. La m al d e n o m i n a da posesión i n s c r i ta p r e v i s ta en a l g u n os t e x t os d el Código Civil. Al respecto, la S u p e r i n t e n d e n c ia de N o t a r i a do y Registro, en un acto
a d m i n i s t r a t i vo no m uy reciente, en referencia a la falsa tradición, añade l as hipótesis de posesión i n s c r i ta señalando, c o mo factores de falsa tradición: "2. Transferencia de derecho incompleto o sin antecedente propio, como es la venta de derechos herenciales o derechos y acciones en sucesión y la posesión inscrita"^. Q u i e n es así se e n c u e n t r a n, s on a p a r e n t es t i t u l a r es del derecho de d o m i n i o, y no p a s an de ser s i m p l es o e v e n t u a l es poseedores, p o r q ue en la falsa tradición no h ay v e r d a d e ra tradición, s i no c o mo se viene señalando, pseudotradición o tradición medio'^. 6.5.2.2. En C o l o m b i a, l as p r i m i g e n i as n o r m as r e l a c i o n a d as c on el registro público i n m o b i l i a r io i o se a d o p t a r on en la c o l o n ia y d u r a n te la i n c i p i e n te República, c o mo l as Reales Cédulas de 9 de m a r zo de 1 7 78 y 16 de a b r il de 1 7 8 3, así c o mo la L ey de 1 de j u n io de 1 8 44 e x p e d i da p or el C o n g r e so de la N u e va G r a n a d a. . 8 Por supuesto, que la señalada posesión no es objeto de inscripción (Ver concepto número
14635 de agosto 24 de 2004, recientemente reiterado en Instrucción número 11 de 2017). 5 "Verdadero dueño". 10 La práctica registral de los inmuebles tuvo su origen en la edad media, cuando los señores feudales con el fin de facilitar el recaudo de los tributos por el uso de sus dominios, llevaban un registro de las propiedades que entregaban a sus vasallos. Acabado el Feudalismo, dicha institución fue acogida por el Estado para llevar control del cobro de impuestos por la posesión y trasferencia de bienes raíces (ANGARITA GÓMEZ, Jorge. "Lecciones de Derecho CivíF, Tomo II: Bienes, Editorial Temis, Bogotá, 2004. Págs. 185 a 190). 17
Radicación: 11001-31-03-005-1996-12325-01
No o b s t a n t e, la p r i m e ra codificación registral se implementó c on el Código Civil de C u n d i n a m a r ca de I S S Q i i, acogido p or l os demás E s t a d os d el país c on la L ey 84 de 187312^ y luego c o mo legislación p e r m a n e n te m e d i a n te la Ley 57 de 1 8 8 7. D i c ho plexo, en el título L X I I I, c o n s a g r a ba v a r i as disposiciones "(...) sobre los documentos públicos escritos", d e t e r m i n a n d o, e n t re o t r os a s u n t o s, la f o r ma de
llevarse a cabo el registro en l os libros de inscripción. De ese m o d o, bajo la vigencia d el a n o t a do e s t a t u t o, el registrador debía llevar tres libros: u no p a ra i n s c r i b ir l os títulos q ue t r a s l a d a b a n, m o d i f i c a b an o imponían u na limitación al d o m i n io de bienes i n m u e b l e s; el s e g u n do p a ra la inscripción de títulos q ue no a f e c t a r an la situación jurídica de l as heredades, y el último p a ra a n o t ar gravámenes, tales c o mo l as hipotecas. Más adelante, c on la Ley 57 de 1 8 87 se i n t r o d u jo el libro de c a u s as m o r t u o r i a s, a u t os de e m b a r go y d e m a n d as civile
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