CSJ - SP880-2017(42656)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SP880-2017(42656)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2017
Republica de Colombia CortB Suprama da Jusllcia Sail it CasaelAn Paul
EUGENIO FERNANDEZ CARLIER
Magistrado Ponente SP880-2017 Radicacion 42656 (Aprobado en acta de 22) Bogota D.C., treinta (30) de enero de dos m il diecisiete (2017). Decide la Sala el recurso extraordinario de casacion interpuesto por el defensor de M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ contra la sentencia de 6 de septiembre de 2 0 13 m e d i an te la c u al el T r i b u n al Superior de Pereira revoco la de caracter absolutorio e m i t i da p or el Juzgado U n i co Penal del Circuito de La Virginia-Risaralda, p a ra en su lugar condenarlo como coautor del concurso de delitos de homicidio agravado, secuestro simple agravado, acceso c a r n al violento y h u r to calificado.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ HECHOS Y ACTUACION PROCESAL Hacia el m e d i o d ia del 6 de j u n io de 2 0 0 9, d os sujetos que se U a m a b an entre si con los remoquetes de «E/ Tigre» y «EZ Papb llegaron a la finca d e n o m i n a da «La China», u b i c a da en la vereda «La Aurora», j u r i s d i c c i on d el m u n i c i p io de
Balboa-Risaralda, indagando al a d m i n i s t r a d or de la heredad, Carlos Alberto Velez Jimenez, y a su conyuge Liliana F e r n a n d ez Carvajal, p or un sujeto U a m a do Jose Yepes. Luego de a l m o r z ar alii, procedieron a a m a r r ar y a encerrar en u na pieza a los citados a d m i n i s t r a d o r es j u n to a s us cuatro hijos: Y A VF y L J V F, n i h as de catorce y doce ahos de edad, respectivamente; al v a r on L C V F, de once ahos de edad; y a E K V F, o t ra nifia de siete afios. T r as seguir interrogando al jefe d el hogar, sacaron a su esposa del predio, la a t a r on a un arbol y la a h o r c a r o n, igual procedimiento e m p l e a r on luego c on aquel, a q u i en ademas le p r o p i n a r on varias heridas en el a b d o m en c on a r ma corto-punzante, C u m p l i do lo anterior, regresaron a la finca p a ra apoderase de algunos bienes — r o p a, zapatos, u na libreta de ahorros, u na despulpadora de cafe y un m a c h e t e —, se llevaron a l os m e n o r es p a ra q ue l es a y u d a r an a cargar el b o t in y tras a n d ar un trecho llegaron al sitio conocido como
«Altos del Rey», alii a t a r on a los dos m as pequefios, pero se llevaron a l as nifias Y A VF y L J VF a u na parte boscosa donde a b u s a r on s e x u a l m e n te de ellas, p a ra dejarias luego a m a r r a d as y abandonadas. 2
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ Los m e n o r es lograron desatarse y al otro dia dieron aviso a las autoridades. C on base en el retrato hablado s u m i n i s t r a do por la n i na Y A VF y por el aviso de un i n f o r m a n te no identificado de La Virginia-Risaralda, q u i en indico que el dibujo se parecia a u na p e r s o na exintegremte de un grupo p a r a m i l i t ar ya reinsertado a la vida civil y q u i en c u m p l ia con presentaciones en la E s t a c i on de Policia de esa localidad, se libro o r d en de c a p t u ra en c o n t ra de M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U E Z. A n te el J u z g a do Septimo Penal M u n i c i p al con F u n c i o n es de C o n t r ol de G a r a n t i as de Pereira se c u m p l io el 20 de j u n io de 2 0 09 la audiencia concentrada en la c u al se
legalize t al captura. En la m i s ma diligencia el ente investigador le f o r m u lo i m p u t a c i on por la posible c o m i s i on del concurso de delitos de homicidio agravado, acceso c a r n al violento, secuestro simple agravado y h u r to calificado, al t i e m po que pidio la i m p o s i c i on de m e d i da de a s e g u r a m i e n to privativa de la libertad en establecimiento carcelario. El i m p u t a do no acepto los cargos y se le afecto con la detencion preventiva solicitada. Presentado el 15 de agosto de 2 0 09 el escrito de acusacion c o mo coautor de los referidos ilicitos, segun los articulos 103; 104, n u m e r al 7°; 168; 170, n u m e r al 1°; 2 0 5; 2 39 y 2 4 0, n u m e r al 4°, inciso 2°, del C6digo Penal, en el J u z g a do Unico P e n al del Circuito de La Virginia-Risaralda se c u m p l i o, el 17 de septiembre siguiente, la audiencia de C A S A C I ON 4 2 6 56 M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ f o r m u l a c i on respectiva, en la c u al se i n c l u yo la circunstancia de m a y or p u n i b i l i d ad c o n t e m p l a da en el articulo 5 8, n u m e r al 10°, del citado o r d e n a m i e n to
sustantivo, d a da la coparticipacion c r i m i n a l. En ese despacho j u d i c i al se s u r t i e r on las audiencias preparatoria y de juicio oral. En esta u l t i ma diligencia se a n u n c io sentido de fallo de caracter absolutorio en aplicacion del principio de resolucion de d u da en favor del procesado, por ello, m e d i a n te sentencia de 10 de diciembre de 2 0 10 se le exonero de responsabilidad p e n al y, en consecuencia, se ordeno su libertad. No obstante, en v i r t ud del recurso de apelacion elevado por la representante de la Fiscalia, el T r i b u n al Superior de Pereira por decision de 6 de septiembre de 2 0 13 revoco la absolucion, en su reemplazo, condeno a M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ c o mo coautor de los delitos objeto de acusacion, a las p e n as principales de sesenta (60) a n os de p r i s i on y m u l ta en el equivalente a dieciocho m il (18.000) salarios m i n i m os legales m e n s u a l es vigentes, asi c o mo a la accesoria de i n h a b i l i t a c i on p a ra el ejercicio de derechos y funciones publicas por el lapso de veinte (20) anos, negandole la s u s p e n s i on condicional de la ejecucion de la p e na y la p r i s i on domiciliaria, r a z on por la c u al se
libro o r d en de c a p t u ra en su contra, a p r e h e n s i on materializada el 13 de septiembre del m i s mo aho. C o n t ra la anterior d e t e r m i n a c i on el defensor publico del enjuiciado i m p u g no e x t r a o r d i n a r i a m e n te con la C A S A C I ON 4 2 6 56 M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ correspondiente d e m a n da de casacion, la c u al luego de admitida, fue s u s t e n t a da ante esta Sala. LA DEMANDA Bajo el m a r co de la causal tercera de casacion, c o n t e m p l a da en el articulo 1 81 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, por el manifiesto desconocimiento de las reglas de produccion y apreciacion de la prueba, el recurrente p o s t u la un error de hecho p or falso raciocinio al infringir el T r i b u n al l os p a r a m e t r os de la s a na critica. Pone de presente que por no contar el j u ez p l u r al con la i n m e d i a c i on de la p r u e ba y solo tener apoyo en l os registros auditivos de la audiencia de j u i c io oral desconocio la retractacion de la m e n or Y A VF al m a l i n t e r p r e t ar su m u t i s mo previo a no reconocer al procesado c u a n do le fue p u e s ta de presente su fotografia, a r g u m e n t a n do q ue ello
reflejaba el estado de inseguridad de la testigo. Defiende el fallo absolutorio de p r i m er grado por estar soportado en l os elementos de p r u e ba y declaraciones percibidas directamente p or la j u ez q ue dirigio el debate publico en apego a l os principios de inmediacion, concentracion y publicidad, en cambio, el T r i b u n al que no conto con tales apotegmas, ni siquiera justified el cambio en la valoracion probatoria o el m o t i vo por el c u al rechazaba las consideraciones del a quo, quedandose en u n as simples nafirmaciones apodicticas sin razonamiento alguno".
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ P a ra el defensor, el superior no debio reparar en la credibilidad de l os t e s t i m o n i os porque no i n t e r v i no en la actividad probatoria, por e so desconocio que la voz baja o entrecortada de la n i na correspondia al m al m a n e jo d el microfono por estar a veces m uy lejos del m i s m o. Q ue pese a que la m e n or aclaro en e sa diligencia no haber sido presionada en a l g un m o m e n t o, el Ad quern la tildo de m e n d az p a ra d ar p r e e m i n e n c ia a la entrevista r e n d i da p or la v i c t i ma ante el Institute C o l o m b i a no de Bienestar F a m i l i a r, en u na clara a f r e n ta de la e s t r u c t u ra del
s i s t e ma pened acusatorio, ya que se t r a t a ba de un simple acto de investigacion, c o n f u n d i e n do a q ui el t e s t i m o n io a d j u n to con la p r u e ba de referencia. Explica que la apostasia de la n i na esta p l e n a m e n te justificada, porque si se entiende q ue f ue accedida c a r n a l m e n te p or alias «El PapU — q ue s e g un la fiscalia corresponde a M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U E Z —, era claro que al estar cerca de el p u do analizar su fisico y tener u na recordacion m as clara de s us caracteristicas, de a hi q ue h a ya detallado d os l u n a r es en el rostro de su agresor, sefiales q ue el enjuiciado no tiene, s in q ue la Fiscalia h u b i e ra acreditado q ue el se h u b i e ra practicado a l g u na cirugia p a ra retirarselos. E s t i ma que la a f i r m a c i on de la m e n or de h a b er hecho el reconocimiento en fila de personas p or salir d el paso r e s u l ta p l e n a m e n te entendible y creible, pues esa diligencia se c u m p l io en la Carcel de V a r o n es de Pereira, lugar que de 6
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ por si es i n c o m o do p a ra los abogados, con m a y or r a z on
p a ra u na n i n a. A su t u r n o, expresa que el n i no L C VF corroboro que el acusado no correspondia a alguno de los sujetos que a r r i b a r on a la finca, ademas, con t r a n q u i l i d ad c u a n do analizo los elementos que se le p u s i e r on de presente —^y que correspondian a los encontrados en el a l l a n a m i e n to hecho a la casa de M A R Q U EZ V E L A Z Q U E Z—, manifesto que n i n g u no de ellos pertenecia a su padre. En segundo lugar, destaca que la defensa pidio que se le practicara al i n c r i m i n a do la p r u e ba de A DN a f in de hacer el cotejo c on los fluidos corporales extraidos a la nifia Y A V F, p u es de a m b as nifias fue la u n i ca m u e s t ra que salio positiva p a ra espermatozoides, p a ra la c u al el siempre estuvo dispuesto. Q ue a lo anterior se s u m an las deficiencias investigativas ya que la r o pa interior de las nifias no fue analizada por m e d i c i na legal al no haberse aportado los datos de c u al p r e n da p o r t a ba cada u na de ellas. La trascendencia del yerro la ve reflejada en que r e s u l t a r on afectadas las garantias de su asistido al no haber contado con un debido proceso y un juicio j u s t o, por lo c u al solicita casar el fallo a f in de m a n t e n er la decision
absolutoria de p r i m e ra i n s t a n c ia en la que se dio aplicacion al principio in dubio pro reo.
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AUDIENCIA DE SUSTENTACION
1. El demandante Insiste en que la carencia de registros visuales de la audiencia de juicio oral p u do incidir en la apreciacion hipotetica que hizo el T r i b u n al al cuestionar la sentencia de p r i m er grado s in indicar c u al f ue el equivoco o como se excluia la d u da probatoria.
Y que se t u vo la entrevista de la m e n or Y A VF r e n d i da por fuera del j u i c io oral c o mo t e s t i m o n io a d j u n t o, c u a n do c o n t r a r i a m e n te la Fiscalia la presento c o mo p r u e ba de referencia, aspecto este por d e m as i m p e r t i n e n te ya que la m e n or comparecio y declaro en el juicio oral. Q ue al considerar los actos de investigacion realizados por la policia j u d i c i al el Ad quem «borr6 de un brochazo la estructura o columna vertebral del sistema acusatorio» que i m p o ne al j u ez tener en c u e n ta solo l as pruebas practicadas y controvertidas en su presencia.
2. De la representante de la Fiscalia Luego de precisar que no desconoce el respeto por las garantias de las partes, m a x i me c u a n do se t r a ta de victimas
m e n o r es de edad, sehala que a q ui debe prevalecer el debido proceso, porque la sentencia condenatoria esta resquebrajada al desatender el T r i b u n al las reglas de u na verdadera valoracion racional probatoria.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ Detalla q ue la c a p t u ra de M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ obedecio a la i n f o r m a c i on de u na fuente no f o r m al desconocida acerca de que el retrato h a b l a do t e n ia parecido c on un sujeto desmovilizado q u i en h a c ia presentaciones en la E s t a c i on de Policia, s in que se sepan m as detalles al respecto. Pero advierte que el sujeto descrito en ese retrato c o mo apodado fEZ Paph y q ue s e g un la Fiscalia corresponde al enjuiciado, tiene c o mo caracteristica especial dos l u n a r es d e b i d a m e n te demarcados al lado derecho de la cara, sefiales particulares de l as cuales carece M A R Q U EZ
V E L A S Q U E Z.
Q ue el morfologo al elaborar el respective dibujo p r o d u c to de las indicaciones de la nifia Y A VF refirio a un h o m b re de piel triguefia, cuello corto grueso, cejas rectas cortas y escasas, ojos pequefios, castafio oscuro, orejas m e d i a n as triangulares, n a r iz m e d i a, boca gruesa, m e d i a n a,
m e n t on redondo y dos l u n a r es al lado derecho. No obstante, en la entrevista que r i n d io la m i s ma m e n or lo describio c o mo un i n d i v i d uo bianco, r o b u s t o, bajo, n a r iz larga, cara ficomo aplastada», y en la a u d i e n c ia de j u i c io o r al dijo que era de 1,60, de e s t a t u r a, bianco y de c o n t e x t u ra gruesa, Por su parte, la o t ra nifia L Y VF en la entrevista describio a u na p e r s o na bajita, flaca, precisando que era b l a n ca c on dos l u n a r e s; u no en la frente y otro en la mejilla. Y en la a u d i e n c ia lo refirio como un sujeto "medio gorditoi>, C A S A C I ON 4 2 6 56 M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ bajito, bianco, que le vio un l u n ar pero no sabe si eso obedecio a las m a n c h as del p a n t a n o. R e m e m o ra que la m e n or Y A VF comparecio al j u i c io oral, pero c o mo en el recinto no podia estar frente al acusado, al serle p u e s ta de presente u na fotografia de este p a ra su reconocimiento, m a n i f e s to que no lo conocia y no correspondia a la p e r s o na que h a b ia cometido los actos violentos c o n t ra su familia, aclarando la deponente que
inicialmente lo reconocio, porque en ese entonces estaba confundida. P a ra la Delegada si b i en podria pensarse que la m e n or Y A VF m i n t io o fue m a n i p u l a da p a ra la retractacion y por esa v ia darle credibilidad al dicho de la o t ra nifia L Y VF q u i en justified la inconsistencia de la no presencia de l u n a r es en el procesado en que quizas se t r a t a b an de m a n c h as de lodo, se debe m i r ar la p r u e ba en c o n j u n to y analizar la manifestaciones del nifio de once a n os de edad c u a n do en la a u d i e n c ia de j u i c io oral aseguro que la fotografia no correspondia al agresor de s us h e r m a n as y h o m i c i da de s us padres, dicho que merece credibilidad, pues era q u i en a c o m p a n a ba al padre en las labores del campo, nifio que por f o r t u na no fue a b u s a do y realizo un relato emotivo al dar c u e n ta de lo que h i c i e r on los dos sujetos que a r r i b a r on a la finca. Q ue precisamente la j u ez de p r i m er grado, q u i en conto con la i n m e d i a c i o n, indico, de un lado, no h a b er advertido a l g un t e m or en la m e n or de catorce ahos que la Uevara a 10
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retractarse y, de otro, que el nifio t a m b i en estuvo t r a n q u i l o, seguro y claro en s us respuestas, al p u n to que reviso el m a c h e te i n c a u t a do y dijo que en la p u n ta se diferenciaba del que t e n ia su papa, con u na claridad m e n t al y cuidado en la f o r ma de declarar que le m e r e c i an credito, Agrega que a u n q ue la Corte ha clarificado que la i n m e d i a c i on al operar en el juicio o r al y facilitar la p o n d e r a c i on del juzgador que la presencio no impide al superior la valoracion probatoria, en este caso los medios tecnicos utilizados p a ra registrar lo acontecido en el juicio t u v i e r on incidencia en el analisis del T r i b u n a l, porque al solo contar con los audios y escuchar u na respuesta p a u s a d a, no se sabe que regla aplico p a ra concluir que la nifia m i n t i o, p u es esa f o r ma de responder t a m b i en podia obedecer a la carga e m o c i o n al de comparecer a juicio, Acerca de darle valor a la entrevista, sefiala que efectivamente se t r a ta de un elemento practicado fuera de juicio o r al que debio articularse c o mo testigo a d j u n to con la declaracion de la nifia, porque el T r i b u n al cuestiono que no debio ingresar c o mo p r u e ba de referencia, por ello i n s ta a la Sala a dar claridad respecto a a m b as figuras.
Pone de manifiesto que no es posible a f i r m ar que la retractacion obedecio a las amenazas, porque estas solo se acotaron al m o m e n to de los hechos y no se acredito que h u b i e r an sido posteriores. 11
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ Por u l t i m o, resalta que se dejaron de investigar t e m as c o mo las manifestaciones que hizo la esposa del acusado en la entrevista, el e x a m en de A DN de este ante la m u e s t ra de la n i ha que arrojo positiva p a ra espermatozoides, a lo c u al se agrega la equivocacion en el embalaje de l as prendas i n t i m as de las victimas, o el no haber hecho seguimiento al celular del a d m i n i s t r a d or de la f m ca del c u al U a m a r on los agresores, falencias probatorias que a r r o j a b an serias d u d as de la responsabilidad del procesado. Se m u e s t ra a si p a r t i d a r ia de la pretension d el i m p u g n a n t e, pues en su criterio no se t r a ta de m e r as discrepancias con la valoracion probatoria judicial, porque a d e m as de que el T r i b u n al demerito la retractacion de la m e n o r, excluyo el resto del m a t e r i al probatorio, a m en de los vacios probatorios que h a c i an i m p e r i o sa la aplicacion del
principio in dubio pro reo.
3. La Delegada del Ministerio Publico Asegura que el principio de i n m e d i a c i on no es u na c a m i sa de fuerza que i m p i da u na n u e va estimacion p or parte d el superior, de a hi q ue al Ad quem c o mo le correspondia verificar si h u bo u na interpretacion ilogica o u na infraccion de la s a na critica, luego de analizar la retractacion de la m e n or Y A V F, expuso las razones por las cuales h a b ia error en la valoracion del j u z g a do al no haber considerado l as inconsistencias en q ue ella incurrio, a si c o mo t a m b i en explico los motives que lo Uevaban a darle credito a las entrevistas anteriores.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ Q ue tales a r g u m e n t os e s t an basados en comprender el estado sicologico de la n i ha producto de u na revictimizacion, a las a m e n a z as posteriores a la m u e r te de s us progenitores y la experiencia c u a n do se t r a ta de victimas de delitos sexuales. En su concepto, la retractacion no puede p or si sola excluir lo dicho p or el testigo ni da lugar a u na d u da insalvable, pues entre la version inicial que se allega como un t e s t i m o n io a d j u n to y la version retractada en el juicio oral debe construirse un dialogo p a ra d e t e r m i n ar a c u al de
las dos debe darsele credibilidad. Por lo anterior, e s t i ma que el cargo no esta U a m a do a prosperar, porque el T r i b u n al no violento l as limitaciones del recurso ni infringio los p a r a m e t r os de la s a na critica y tampoco hizo un cambio injustificado de la valoracion del a quo.
4. Representante de victimas Advierte que a pesar de no haberse podido contar con el registro visual de la audiencia, el medio auditive sirve, siendo el a s u n to a dilucidar la credibilidad de l os testimonios, pues h ay d os versiones encontradas: la expuesta por la m e n or de catorce ahos que se retracto de lo dicho ante la Policia J u d i c i a l, a cambio de la manifestacion de la n i ha de doce a h os que fue conteste desde el principio.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ Q ue cualitativamente el retracto tiene asidero en l as manifestaciones d el n i no de once afios q u i en dijo no conocer a la p e r s o na que estaba en juicio, pero se deben diferenciar l os hechos acaecidos en la casa, de l os q ue sucedieron en la z o na boscosa respecto de las nifias, lo c u al p e r m i t i r ia explicar t al retractacion p or s er un caso de violencia sexual. Y q ue l as a m e n a z as p u d i e r on incidir en la n i ha de catorce ahos y por e so se retracto, pero no en la de doce
ahos q u i en no modifico su dicho, p or lo c u al e s t i ma q ue h ay p r u e ba suficiente de la responsabilidad del procesado y que impide la prosperidad del cargo. CONSIDERACIONES DE LA CORTE A c u de el defensor a la violacion indirecta de la l ey sustancial p a ra d e n u n c i ar errores probatorios del T r i b u n al que lo llevaron a proferir sentencia condenatoria. B u s ca asi m a n t e n er la exoneracion de responsabilidad p e n al de M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ declarada en p r i m er grado al dolerse q ue el j u ez p l u r al desestimo la retractacion de la m e n or Y A VF y le dio valor suasorio a las declaraciones que ella previamente h a b ia hecho ante la Policia J u d i c i a l, ademas, q ue no f u e r on tenidas en c u e n ta falencias investigativas l as cuales a r r o j a b an d u d as d el c o m p r o m i so p e n al d el enjuiciado como a u t or de l as conductas q ue i m p o n i an la aplicacion del principio de resolucion de d u da en su favor.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ C on este p a n o r a m a, el n o r te que d e m a r c a ra el estudio de la legalidad de la sentencia sera la gravedad de l os delitos que afectaron a cuatro m e n o r es de edad, porque
a d e m as de que le segaron la vida a s us progenitores, f u e r on retenidos, a m a r r a d o s, d os de ellas violadas, sopesando t a m b i en s us garantias en el t r a m i te j u d i c i al que conlleva el evitarles m a y o r es efectos dafiosos c on su doble victimizacion, pero obviamente s in soslayar los derechos f u n d a m e n t a l es del i n c r i m i n a do a un debido proceso, asi como a la p r e s u n c i on de inocencia, con el correlate que se i m p o ne p a ra la Fiscalia de adelantar u na p r o n ta y seria investigacion al contar con m a t e r i al tecnico y h u m a no p a ra ello, propio del deber constitucional de buscar de f o r ma i m p a r c i al la i n f o r m a c i o n. La queja d el recurrente relacionada c on q ue la carencia de registro v i s u al del desarrollo de la audiencia oral incidio en el desafuero intelectivo del T r i b u n a l, al m a l i n t e r p r e t ar los silencios de la m e n or c u a n do le f ue p u e s ta de presente la fotografia del procesado, Ueva a analizar en p r i m er lugeir la i n m e d i a c i on y las facultades del superior. Seguidamente, se analizara lo concerniente a l as declaraciones previas al j u i c io haciendo enfasis c u a n do se t r a ta de m e n o r es victimas de delitos de indole sexual a fin
de abordar las figuras de la p r u e ba de referencia y el d e n o m i n a do «testimonio adjunto» de cara a e x a m i n ar los reconocimientos fotograficos y en fila de personas realizados C A S A C I ON 4 2 6 56 M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ por la m e n or Y A V F, asi c o mo la entrevista r e n d i da ante el Institute C o l o m b i a no de Bienestar F a m i l i a r. Por u l t i m o, se e s t u d i a r an l as falencias probatorias denunciadas p a ra d e t e r m i n ar si t al vacio i m p e d ia c u m p l ir con la exigencia prevista en los articulos 7° y 3 81 de la Ley 9 06 de 2 0 04 p a ra e m i t ir sentencia de condena.
1. Inmediacion y facultades del superior 1.1. La Corte ha insistido en q ue la inmediacion, e n t e n d i da c o mo la percepcion directa del j u ez de la practica o aduccion probatoria, u n i da a la concentracion, que i m p o ne adelantar de f o r ma u n i t a r ia el j u i c io oral y publico, i r r a d i an el j u z g a m i e n to al posibilitar el conocimiento directo de los hechos.
Ello i m p l i ca que el j u ez perciba directamente t a n to la practica de las pruebas, c o mo los alegatos e intervenciones
de las partes a fin de tener u na idea clara de lo ocurrido, y proceda, todo ello en un t i e m po p r u d e n c i al que no incida en su m e m o r i a, a a n u n c i ar el sentido de su decision, de a hi que se e n a r b o l an c o mo principios rectores de la Ley 9 06 de 2 0 0 4. El articulo 16 de la Ley 9 06 de 2 0 04 establece c o mo regla q ue sera p r u e ba solamente la q ue se p r o d u z ca e incorpore en el juicio oral en f o r ma publica, oral, concentrada y sujeta a confrontacion y contradiccion.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ De lo anterior deviene q ue s ea considerada como p r u e ba solo la practicada en el j u i c io oral y publico c on observancia no solo de garantias procesales, sino de l as f o r m as legales establecidas, p a ra luego ser valorada por el m i s mo f u n c i o n a r io j u d i c i al q ue la presencio, p or ello, el articulo 3 79 del estatuto en c o m e n to establece que el j u ez debe tener en c u e n ta como pruebas u n i c a m e n te l as q ue h a y an sido practicadas y controvertidas en su presencia. Las excepciones a la regla sehalada estan reguladas en el estatuto procesal p e n al y corresponden a la p r u e ba anticipada (articulo 2 84 d el C de P.P.) y la de referencia
(articulos 4 37 y 4 38 idem). En efecto, se ha clarificado q ue el principio de inmediacion no es absolute, toda v ez q ue legalmente s on admisibles t a n to l as pruebas anticipadas, como l as de referencia, las cuales no s on practicadas en presencia del funcionario j u d i c i al director d el j u i c io oral, obviamente siempre q ue p a ra l as p r i m e r as medie la contradiccion y confrontacion!, y que p a ra las segundas se c u m p la con la tarifa legal negativa prevista en el articulo 3 81 i d e m, toda vez que la sentencia no puede fundarse exclusivamente en u na p r u e ba de esa estirpe. En providencia C SJ SP, 12 die. 2 0 1 2, rad. 3 8 5 1 2, se advirtio, desde el bloque de constitucionalidad, q ue al no estar consagrado en el c u m p l i m i e n to de l os deberes ! En CC C - 5 9 1 / 0 5, la Corte concluyo q ue la practica de pruebas anticipadas, en circunstancias excepcionales, no v u l n e ra el principio de inmediacion en un sistema acusatorio. \V C A S A C I ON 4 2 6 56 M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ adquiridos p or el E s t a do frente a I n s t r u m e n t os Internacionales q ue reconocen l os derechos h u m a n os la i m p l e m e n t a c i on o el respeto absoluto de la inmediacion, no
es por lo t a n to un componente esencial del debido proceso y solo hace parte del sistema previsto en la Ley 9 06 de 2 0 0 4. Tras el discurrir j u r i s p r u d e n c i al relacionado c on el analisis del articulo 4 54 del citado ordenamiento procesal en relacion con la continuidad de la audiencia de juicio oral y los casos excepcionales que a m e r i t an su suspension o cuando el j u ez que presencia el debate publico no es el m i s mo q ue emite la sentencia, la Corte en la decision ya resefiada (rad. 38512) morigero el criterio de declarar la n u l i d ad de la actuacibn a f in de repetir t al diligencia. En esta optica, luego de a s u m ir que los cambios del servidor j u d i c i al p u e d en obedecer a situaciones personates, a d m i n i s t r a t i v as o de d i s t i n ta indole, se indico q ue la declaratoria de n u l i d ad p a ra repetir el j u i c io ha de s er excepcionalisima c u a n do se evidencie u na grave lesion a los derechos o garantias superiores, ello tras ponderar t a m b i en el principio constitucional de acceso a la a d m i n i s t r a c i on de justicia, asi como los derechos de los m e n o r es victimas o testigos dentro del proceso penal^. E sa l i m i t a c i on de la inmediacion t a m b i en esta
justificada ante la g a r a n t ia f u n d a m e n t al d el procesado a i m p u g n ar la sentencia de condena, reconocida en 2 Criterio reiterado en C SJ SP, 3 j u l. 2 0 1 3, rad 3 8 6 32 y C SJ AR 28 ag. 2 0 13 rad. 4 0 5 5 7, entre otras.
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M I G U EL A N G EL M A R Q U EZ V E L A S Q U EZ i n s t r u m e n t os internacionales y en los articulos 29 y 31 d el texto superior, lo c u al ha sido ampliado por la CC C - 0 4 7 / 07 p a ra fallos absolutorios en aras d el derecho de igualdad y de las garantias de las victimas. Por lo tanto, p a ra posibilitar el conocimiento de otro funcionario, o ra de la m i s ma categoria o como superior funcional, se ha insistido en q ue se debe acudir a l os recursos tecnologicos, visuales y sonoros, p a ra preservar el desarrollo del juicio, como medios inberentes a la oralidad, que si bien no reemplazan la percepcion directa que de las pruebas tiene el juez, si p e r m i t en revisar la actuacion c on m i r as a estudiar los p u n t os abordados por las partes. El m i s mo articulo 146 del estatuto procesal al prever la oralidad de los procedimientos sehala que se deben emplear medios tecnicos idoneos p a ra registrar y reproducir de f o r ma
fidedigna lo actuado, sea en audio-video o en su defecto solo en audio, desecbando asi las reproducciones escritas. Bajo esa arista, en fallo CC C - 0 5 9 / 10 se bizo un Uamado a l as autoridades competentes p a ra q ue se asegurara la disponibUidad de equipos de audio y video en todos l os despacbos j
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