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CSJ - 1567(06-05-1987)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - 1567(06-05-1987)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
1987

• • • -- ~-,..,,,~. ,...u __ .. _,-. .-.- COI .-,,:c¡A RE '-,.. e:.. ·- •• ~ l - ~- . ·-. . /(• '. . . . ·. • /· ,/·· .. ., • ·/•-;•J,,,,.,. ,,, • U l. · .: .. ,,; r; .._ - • .//, t,- / .. ( CORTE SUPREMA DE JUSTICIA -SALA DE CASACION PENALBogotá, O.E., Mayo seis de mil novecientos ochenta y 1 siete.- 1 • 1 1 1 1

MAGISTRADO PONENTE: i

1 '

Dr. GUSTAVO GOMEZ VELASQUEZ

APfl{]3ADO: ACTA No. 030.-

  • • + + + + + + + +

• ., ~.

V I S T O S:

-- • • • • . . • ' •, El. Tribunal Superior~del·Distrito Judicial de.Villavi - • . ) • ·_.:::.~-..:ven cio ; ... en 1auto de t r e i n t a ( · 30 . ) de-octubre de mil·nove . - • , • • cientos ochenta seis ( 1986 ) , recu1·1·ido en apelación por e l defensor, - y

  • • ha-llamado a responder en juicio criminal a l doctor MIGUEL OBOULIO CARRIROMERO, a quien como Juez Prime1u Civil Municipal de Villavicencia se

110

' . le imputa l a comisión del delito de-p1-evaricato por.acción.

- •

  • • Hechos y actuación prucesal

Así los consigna l a Delegada:

- • •

  • I •El doctor Hector Cuesta Pardo -cuentan los autos-, ende
  • - aatario"po(S e l cob:r·o del señor Juan Alfredo Rodríguez, demandó por los - • trámites del jul-cie-.e_jecutivo, ante e l Juzgado Civil Municipal de Vi10.
  • ' llavicencio, a l ciudadano Luis Arturo Ram!rez, con fundamento en una l e t r a da cambio por l a cantidad de 5100.000.oo.- • QJuntm con a l libelo de demanda, e l 16 de mayo de 1984,-

• ' • ' ' • • 1 ' ' ' • •

REPU8LICA DE: COLOMBIA 2 uu

Cl:2 · 1 A' a / (, ;(/'t.Jr/rcctc1/l C, • - 1 : 1 ' . impetró e l actor,-a manera de medidas cautelares, e l emba1yo secuestruy 1 ª • dal campar u marca NISSAN' , ,,,, ,deló-1970, , :, ,lar azul,- ele placas EV-0151, ' • ••• de propiedad del deniandado'. 1 1

  • • • • -

• . ' QEl de de 1984, e l Juzgadó Civil Municipal - • ' 18 mayo 10. ' 1 • ' •• 1 '

  • - 1 de Villavicencio, en providencies separQdas, libró mandamiento de pago

y - • decretó e l Bl!lbetyo secuestro del vehículo atrás mencionado, comisionando y ! para l a diligencia respectiva, señor Inspector Municipal de Policía de al • Villavicencio. • 1 ¡ " • - 1 • •

  • ' • "El automotor fue retenido e l -26 de mayo de 1984, en e l

• ' • área urbana~da Villavicencio·,_ cuandoera conducido por e l señor-Orlando Or - - ' • ' ' tiZ Castillo y e l 29 del mis,RO mes y año·_ se consu11uí e l secues tr·o del mismo • '

  • ' sin mposición, ha' biendo sido e11tregado a l auxiliar.de l a j u s t i c i a , señor - • . V •

• Roque Joaquín Aya. • • • • " ,

  • • ' _ ~El de. junio de 1 9 ~ , e l Juez en,CXlnocimiento10. puao
  • - -- . \.,_j " -

• • ' " ' • 'da laspiaa·tes los ·resultados ae ·la comisión y f i j ó honorarios al--secuestre. •• • ' ' ' Í • 1

  • ..

• ' . ' . • • 1 · Esto_ pruvidencia se. noíificó por astado e l da junio da-1984. 5 • - - • ' , • • 1

  • • • • •

  • "Esa. mis1u,, dia lo. de junio de 1984, a l doctor GQntil An

•' •

  • '

' ' ' 1 ' • tonio RodrÍguez Oíaz, apod-erado judicial de l a señora Teodolinda Sie1·,·a - ' - - Páaz, propuso incidente de desembia,·yo del automotor en cuesti6n, alegando • pertenecer-a s~""1dante adjuntó.al.efecto una s e r i e de documentos de - - y " - - ' . ' compraventa del vehículo,. para. de11ostrar l a t i t u l a r i d a d del. misma, ras! co- . .. . ~ '

  • ..... l a respectiva t a r j e t a de propiedad, s.notandose que en ninguno de estos . . i::o
  • • documentos figura e l demandado señor Luis Artut"o Aamírez.

• ,. • ' 1 · QEl 5 de junio de 1984, cuatro días después da que e l

  • • doctor Gentil Antonio Rodríguez ha piupuesto e l incidente da desembia,~o,al ª ••• demandante s o l i c i t a dar por te1°1ainado e l proceso de l a referencia por ' " haberse pagado l a obligación por parte del demandado, ••• • e impetra • ••• l eventar l a medida cautelar ordenar e l co1·1·111spondienta oficio a l señor seey
  • • cuestre ••• •. c:iEl ll_de junio de 1984, es despachada favorablemente esto petición y l a pruvidencia an cuestión no se n o t i f i c a . •

' '- ' . ' . • • • '

  • 1

¡ • ' • 1 c:iEl 13 dra junio da 1984, se l i b r a e l o f i c i a No. 505 con 1 .'' , ' ' • ' ' - ••• ' ' -

  • • • , •

1·: • ' • ' • 1

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• ' • • • • • -

REPUBLICA DE COLOMBIA

3 CICI CICI • anza

  • • destino al_secuestre Roque Joaquín Yuñoz Aya, en donde se l e hace saber que • al Juzgado dec.=1-etó l a tenninación del p,·oceso ordenó l a "'entrega de losy bienes embargados •

• - •

  • • • a El 15. . de junio de 1984, a l apoder·ada de l a inciden t a

- ••• • •• 1 lista, s o l i c i t a l a entrega en su favor del vehículo trabado a ello resy • pende el juzgado en providencia de junio 28 de 1984, ~acordando que e l j u i cio ha te,·11,inado y que lo demás, debe,·á ventilarse en otra clase da •

D • • • proceso, no en ~ste ••• • .

  • • ªAl vet•see-despojada de-1 vehículo a -ella vendido, doña Teo

-

  • --

-· - .

  • .• o dolinda ent1ó en a1·1·eglos con e l _vendedor del mis,,u, señor Samuel Beltrán -

• • ' Ríos, quien no tuvo alternativa diferente que denunciar los antorioras he - • •

  • . chas a l H.- Tribunal -Supe1·ior del Distrito· Judicial de Villavicencio.

' • • • • • 1 '

  • : --.. ..1 - ·•' 1 • •
  • __

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  • _,- caryos end~lgados. • • • • '

• • ' • . . • - . . . - - . . ~ - • . - . . . • . . . - ••• • . • • • - .~.::::~:tApeJ,aas estadecisión, fue por l a H~ Corte en •

  • • . febre,u 25-de.1985, de-acuea~o con el-pensamiento de su·· Colaborador Fiar.al •

• • •

  • • . · -:....~- "Ce1·1-ada nuevamente. esta segunda· etapa instructiva, r e c i - .. bió calificación, en providencia de octubre 30 de 1986, en don-e se resol - · , vió, por maygría de votos, ' ....- Uamar responder en juicio a l abogado MIEl

GUEL OBDULI0°CARRIL[.O ROMERO,- ex-juez Primero.Civil Municipal de Villavicen

  • - cio, ••• , por e l delito de PREVARICATO ••• Contra esta cleter,ninación alzóse

11 • al defensor del encartado es ~sta l a razón para que nyavm,,10nte regreseny los autos a esa a lt a Corporación. " • -

  • • Fundamentos de lQ providencia impugnada • "No as ciei·to como lo af111ae e l sindicadoque en l a fe
  • . cha de presentación de solicitud del incidente estuviera e l p1·oceso al despacho, porque yQ se ha visto qua e l ·10. de junio de 1984 s a l i d e l proceso a • lo secretaría con a l auto qua asignaba honorarios a l secuestre. Este a u t o -

- . . '

  • .

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• • • •

  • . - • • • ' . .. '

' .. ,,., ' ' ___ .. . • .

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• • ' ' • • •

REPUBLICA DE COLOMBIA

4 •

CICI CICI

• • •

  • • se notificó por estado e l día S·y en esa misma fecha fue cuando e l demanda-n

. • te s o l i c i t ó la·terminación del p1oceso. Las diligencias no volvieron a enEn trmr a l despacho hasta e l de junio. t a l suerte, o l momento declarar

8 de •• te,·minado a l proceso ordenar a l levantamiento del eniba1yo, e l juez tenía ·· ya l a v i s t a en e l cuade1·110 No. 3 e l meut0rial del_ incidente-·de desembargo. 1 • • ' •

  • 1

' • ¡ =y no vale l a pena alegar que e l secretario no l e informó • • la llegada del memorial de desembar·yo, porque deber del juez a l 1ROmen de es - • to de tomar una decisión revisor todo a l expediente y can mayor razón en ca .

  • . • • . c. so como e l presente. donde e l juez aplicó e l a,·t. 537 del C. de P. citado • l .

.. - . • ( - f . de. memoria·~- por é l ·snis,10 a l rendir ·indagatoria 64 }.· qu·a -,ardena la-·- r.an- ••

  • • • celación de los emba,-gos y secuest1-os en e l momento de declarar te110inado -

• ~

  • 1
  • ' el proceso. secuestros requiere lm t decisión de secuestrado-y e s t e as - • s i existe o no alguna - • • • • • •
  • • H. de Casacio#) n da l a el-· comportamiento. . del - •

• • .. • . -- - • -· -1;:-=

  • .

. . - .

  • . . . o

  • • - =La solicitud del incidente _!:te desemboryo · junto con todos
  • \ ¡ ... . . . . • f a l los doc•,mentos que la·acompeiñaban, fue recogida para fo,iiililr. cuaderno No. f • que 3 hizo parte del pi-ocaso adjunto a l cuade1110 princiPQl a l cuadar·,to de ·Y i

• ' • . las m!!didas preventivas. Co,,p·J es bim, S6lbido, sie,upra que entran los autos ¡ '\ ,. .I ' • al d a s p a ~ pera--r-~solve1·,-van_ _ todos los cuademos del. proceso amarradas ~- ,," • - • • \. . r• con una· misma-cuerda.~ Es l a pi-áctica co1·r·iente de· todos los· despachos j u d i • • ' \ .._ • ciales para ·evitar ·el desorden y·_para _evitar que l o s diferentes cuad0111os - • un proceea se extrQvÍen. de • •

  • • =Las explicaciones que e l juez ha da.do para no tenerencuenta l a solicitud da l a propietaria del vehío,lo. no son l a s de que no t u a l a . v i s t a e l cuademo dal incidente de desembargo, sino e l hecho de que f • al incidente no alcanzó a tramitarse en e l 1,a,mento en qua é l ordenó l a ta1

1

  • • como minaci6n del p,-oceso. En otras palabras, e l juez exigía condición para • tener· en cuenta l a solicitud l a propietaria del vehículo, que can antede ••

• •

  • • am rioridad e x i s t i e r e un auto ejecutoriado donde hubier•a abierto e l inciden - o

""' 1 ..... 1 juez, te. Tal es e l sentido rjgidamente formalista del que l e s1,vió para - ' - 1 - • • ignorar l a petición, no obstante que estaba ahí oportunamente presentada,~ • •• • • • • • • • • •• con ¡,r·uebas, plenamente r e a l , clamando qua no ara comatia,·a una i n j u s t i PElliil - • • • • . • . - . • • • • • ' ' ' ·' ~-..

  • .

• • • • ' • ' • • ' - ' . ,• •

. • . -- .. -

~ •• •

• ' 1 ' • '

' •

REPUBLICA DE COLOMBIA

5 Cl::I

  • • • • J

• •

  • • -cia,·. para que el··juez no se convirtiera en· ejecutor de un Qbusivo. despojo •

• • • • •

  • • • El silencio del juez en e l oficio dirigido a l secues ••• - se cuidó bien de mencionar. . _quién debía entregarse e l automotor; tra ( muy

@. • el vehículo resultó en manos de Luis Arturo Aa.mírez, e l demandado, quien ¡

y t •• • L_. • lo gua1~dó hasta e l momento en que l a policía legró aprehenderlo por orden - r i da un juzgado de Instrucción Criminal), coincide bien con l a ignoranmuy ' • ' -

  • ' cia de la petición del levantamiento del embatyo y con l a afirmación de l a
  • • indagatoria donde expresa que e l juzgado no supe cuál es a l legíti11to p1opie 1

- ' • ' ,' taric •. Pe1·u lo qua . no tiene en cuenta e l juez es e l hecho de que e l juzgado ' •

  • • aupo··porque no-quiso sabert · no porque l a legítima· p1-opietaria no hubiera no • •

~ ¡ • ' • a • • • t • acudidoopo1-Luna111ente·a reclamar-contra e l abusivo embar·yo. • • • • • • t • •

  • • • • • •

• • 1 • t • • .. • También.-se estableció por medio de l a s declaz·aciones ¡ e:,. • • V . .

  • • ( f . y de Luis Arturo-Ramírez 206) $E!_muel· Beltrán Ríos ( fs.· ·16?· y 193), cuál

,. . • fue e l origen de l a demanda ajacu~iva e l motivo del embal'QO del vehículo. y ' . .. -· • • ¡. - - - - .. -- . - - - -. • - . L

. Enefa cto, uis Arturo Aamírez. afirmó -en su declaración . . 11 -~: • - • " '

,1 . / . : que es· e l propietaria,del·vehículo.- Dijo que se lo había prestado a Art mando Ruiz;y éste señot'-io vendió a Samuel Beltrán. Que en una conversa - - •

  • • • le.había vendi
  • - r·
  • - . • f- • • . • . . . ..
  • . -~-' do el ca1·1-o a Armapdo Ruiz--y que por tanto no se-lopagara (- SamiAel Bel -

• '

  • • trén no l e había' p~ado el· precio del vehícu·lo a Armando Auiz )- .- Más ade - .. supo que.Beltrán vendió el 1 • \ . .

1 . ' • - ., • • ' · · · • : •• LL . vehículo y fue entonces.cuando se decidió a recuperarlo y.para ese fin se •. -- ' '

  • . puso en coOversacicSn aJn Alfredo Rodríguez, persona a quien e l decle1·11nte

• ' • • ' ' . Ramírez debía cien mil-pesos-garantizadoscon una l e t r a de--cambio, ··y·le s-o ,1 - .. .. . 1 • l i c i t ó que lo demandara l e -embargara elcarro~· y· t • 1 •

  • • •Por su parte, Samuel Beltrán Ríos declaró que Luis Artu 1
  • • • • ' • ro Ramírez l e vendió a l vehículo a Armando Ruiz que éste señor se lo ven y - •

. 1

  • 1 dió. También dice que hablando con Luis Artuzu Ramírez de l a desaparición : del vehículo despu,s del ejecutivo, éste l e dijo que estaba en ·su poder • • • •
  • • ' Con lo anterior queda establecido que l a acción ejecuc:, •••
  • • • tiva sirvió da instrum~nto a Luis Arturo Aam!rez, quien todavía dice ser - - • saCáOdolo propietario del ·vehículo, para recuperarlo, da l a s manos de l a ú-l·

' . \ . • . ' . ,• . •. timo compradora, l~ seño1"& Teodolinda Sia1·1·m Páaz, mediante e l em o qua • . .· ' r ' .i . _': . • • • • • . ., _ \ l ,. ·

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• REPUBLICA DE COLDtv1BIA ..... 6 ....

-7 .;,/ 't.;~/t é·ct 'r-·/ta/

• • ,-':/

  • • su acreedor de común acuerdo con é l l e hizo en e l convenio-de denunciar ca 1
  • • mo bien de su propiedad e l mencionado vehículo, no obstante que e l misro -
  • • Luis Artuiu Ramírez es plenamente consciente, y a s í lo reconoce en l a decla • - ' o

• ' ' 1 raciór1,que había dejado de s e r poseedor del auto111utor. ' • • • • ' o ! ·- 1 11 • ! 1 •

  • • . -· : 1 ' • ' •

I• ¡ "No se comprende porqué Luis Arturo Ram!rez en lugar de

  • 1

1 " 1'

  • 11 valerse de tan sofisticado procedimiento no denunció a A1·111ando Ruiz. por l a l

I ' ' venta del vehículo s i fue cie1·to que éste lo enajenó sin de1-ecbo a l g u n o , • 1 • 1 ' • abusando de l a circunstancia de habérselo prestado. Más f á c i l hubiera sido • 1 , '

  • 1 • la recuperación del auto111otor por l a s autoridades de policía como coAsecuen

- •• • .. • • cia de-la acción.penal.· j

  • • 1 • •

' '1 •

  • .

' • f • • • . o ' . . • "De todos 111udos lo que queda bien en claro es que e l m-o ~

~ . 1 o

  • . tivo del e1l'lbar'90 fue exactamente devolve1a. Luis Arturo Ramírez l a tenencia
  • 1 ' I . del vehículo que había dejado de disfrutmr bien fuera por veAta o por abuso !

¡ ' . . ~ • l 1 ' de Armando Ruiz. Este es un aspecto/ indiciario que se agrega conil' pi·ueba a 1 • ~ .. ~ - I .. . _ ¡ -- t - . -. .... • • • ..... .. • • ~ - ·-·~ fiestamente contraria a l a ley_,,.J porque se pone de relieve que todo e l jui. - cio e j e c u t i w y e l e111baryo; - · s a c u e s t i u preventivos no tenían ot~a fittalidad < • "'<'. . . · que-la-de-devolverle l a posesión del vehículo a Luis Artu1u Ram!rez, contra f ' . . ·--. - riamente a···loaf-'irmada· enlademanda-=cuando se exig.ía e l pago de l a suma de _... . - •

  • • ª - 5100. 000. oc a favor de Alfredo Rodríguez y ace1--go de LuisArturo Ram!rez.

• 1 • . . ' , • '· . - , .... • • • • 1_ _. ......._ . Brevesconside1·aciones y • • de l a Sala de l a Delegada " • ' ' - . ' '

' )

  • EL · 1 . - Sostiene elP,ucurador-Prime1"0 Delegado en lo Panal, en-

' • •

  • • t r e otras cosas, lo siguiente: •

• ' • • ¡

  • " l

• • 1 •• Que, para cuando se dictó l a p,ovidencia que puso fin a l • ' •

  • • p,"Oceso ( junio 11/84 ) , por no haberse aún notificado e l mandamiento de pago a l ejecutado, no se había trabado l a l i t i s , no existien
  • • do en c;onsecuencia p,-oceso y, por e l l o , mal podía declararse éste te,·1uina1

••

  • • do a instancias del actor: • Así l a s cosas, l a petici6n de levantamiento de -
  • • las medidas cautelares, debido interpretarse ha un desfstimianto d e ~

• . • • •

  • ,. • • • • : • •

\.. . • • • ••

  • • • • •

... • • . ' • ' . -' c. . . i •

  • - • o . -• . 1 •• ,_,¡ _,...,...__..,

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~ • •• • •

REPUBLICA DE COLOMBIA

• • 7 CC CCI • • ,,..., i:;,,_/'tdct/cctc,,/ta/ a,,,,¿.a • • •• • •

• • • • • • •

• •

  • • las mismas · ( ax" t . 344, C.· .~e P. C• ) y condenar al·pago de l a s costas.al P.!!,
  • • ticionario, según lo manda e l a1·t. 345-2 ibídem. Tal orden de levantaraiento

  • . cosas volviet·an a l .esj:ado en que se encontraban antes de • implicaba que l a s

. • ' • practicarse el· seca.,astro del autouotar.;·· •vale decir que .era impe1·ioso ordee1 • 1 • •

  • ' nar l a entrega del vehículo a don Orlando Ortiz Castillo, ya que en manos1

' •

  • • de él se hallaba e l automotor a l n11 ,raento de su aprehensión esta p1-ueba r-e y

1 . • l

  • • • •• • • lo que no hizo e l juez acusado, pues en e l c-o 1 ya en auto.s. Ello fue posaba .

~ . • ....... e•',_: - • . . ·"f.!l •:"l ~ • "' • • ,, . :

  • . . rrespondianta oficio a l secuestre no se l e ordena entregar e l auto111Óvil a · -· '

¡ , -· • " . • i sino que se deja tan trascendental decisión a su l i b r e persona deter,ni nada, '

  • '
  • • arbitrio.

• • -, ..

  • ; piedra-de escándalo ha sido y con toda razón,· l a

\ • •

.. .- ::-·. infortunad~ circunstanc;Ss--de qua -el--juezacusado dio _por - -- .. - . . - - . • • - • --- • -~ --·-- ... - - - . . ..- .- .. -... . • --- . • . • •, - ... - - ~ ' -·""- ..... . te1··111i nado_; el~juicio:::-y. ·or enaze l·· levantamiento· da l a s : medidas· cautelares, a l . -- - . . . .

  • • • y 11 de.Junu;::.de::-1984;:~-cuanao dasde·.~l d!a~1-de ese.ciai,o mes año, s e había
  • -

., ' - . - •. . .- · ,,.. . .... -- .•. . .- . . ... -- . "· - - .· -- . . ··- .....

  • • • , • • . • • • presentado una· s o l i c i t u · de desembet yo del. bien trabado. , - - - • - -. -- .. . - • • ... ·- .. . - . . .

• '

  • • . AEsta conducta resulta ciertamente c r i t i c a b l e , porque es

• -

  • . • • • • ~principio universal de derecho y que por tanto ne ha me-

• . ' nester su-consignación.en l o s códigos, pues pertenece_a l a c u l t u r a Jurídica .., universal, aquel de que quien es primero en e l tiempo, lo . as en. e l derecho.

• - • •

  • • La implícita negativa del encartados tramitar e l i n - · Q •••

  • • • · cidente de dese111batyo oportunamente p1·opuesto, se tradujo • en franca rebeldía frente a l a s normas constitucionales legales que e s t ay blecen l a igualdad de todas l a s personas ante l a ley; frente a l a s disposi-

·' •• cienes normativas que amparen loa derechos de te1·cexus y en especial, fren-

  • So. te a lo prevenido en e l numeral del a r t . 687 del C. de P. C.Q.

' ' .

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REPUSLICA DE COLOMBIA a ""'= . ª ª • a//trl • • 1

' ' ' ' 1 ' ! Y, para desvirtuar a quienes han sostenido l a ausencia - • ' • '

  • • • ' • • • de dolo, "con l a a,yumentación de que e l doctor-CARAIIIO-_ADYEAO, no tuvo conocimiento oportuno del memorial de junio 10. de 1984, -

' • suscrito por e l doctor Gentil Antonio Raat!guez OÍaZ,~, comoquie,·a que en1 i las fotocopias traídas a este expediente no aparece l a respectiva·nota se- • cretarial, pasando a l despacho e l escrito donde se pro,,ovía e l incidente, - primet-o recuerda lo aseve1·ado por e l Tribunal sobre l a costumbre secreta - . 1 • rial de a t a r todos los cuadernos para que a s í vayan sin excepción a l a me- • •

  • • • sa del.fallador, siendo-entonces a s í como e l juez acusado "forzosamente tu

-

  • '.

,• que advertir que en e l cuaderno No. 3 del mismo expediente, se. fo,·,oula- • vo • 1 , .

  • ¡ ba un incidente. Peto, además, afirma: Qué dijo a l respecto el aetAS!!

11 11 ••• . " ' • 1 1 do, la persona en mejores condiciones para darnos una información?. - ' •' • • •

  • " Porqué l 1 e preguntó e l -4.nstructor a l acusadode11M,1tÓ , n' l • . - ' . ~-.···- . ·. ' • _,._ •• 1' trámite del·incidente de. esembárgo?."~CONTESTO;- El incidente de.desemol

' ' 1 ' - --

. . • '

  • - 1• bargo. o. mejor su trámit , _no .. se. demot-Ó, _sencillamente co,,o - lo expuae, •
  • ya

' • 1 ' cuando llegó l a solicit:ud de tramitar e l incident·e,. QUE SI NO ESTOY MAL Y 1 . ¡ LA MEMORIA ME ES FIEL FUE EL.PRIMERO DE JUNIO,.el proceso había entrado a l despacho.el 31 de_mayo_para resolver sobre honorarios del secuestre, ésto .. ,--..-.. . • • as facil de comprobar con una.sola ojeada a l expediente. En otras palabras, -.~ 1 " - . / . 1 1 • cuando l a solicitud. llegó, l a de tramitar e l incidente en secretaría, e l - ¡'

  • .

. I Piuceso estaba a l despacho s a l i o# r,,•Acho después para l a ejecutoria del au y

  • ' a que me refiero y para.el.respectivo trasledo_y entonces fue cuando to • se por solicitud del ejecutante dio por ter,,,inado e l p1oceso •. Luego no hu1
  • • • bo ninguna demora sino que habiéndose terminado e l proceso principal por1

' '• 1 pago de acuerdo con l a no1·r11a del Código sustantivo y procedimental, e l Juzgado no podía tramitar e l incidente, cuando ya se había terminado e l prace

- • so.ES MAS SI -HUBIERA ESTADO EN MARCHA EL INCIDENTE AL MOMENTO DE SOLICITAR

-

• 1 o SE TERMINACION DEL PROCESO, SE TERMINA EL INCIDENTE POR SUSTRACCION DE MA 1 i.

1 • folio 180.- Son nuestras l a s mayúsculas )

TERIA • • • • •

1 1 '

  • ( ' Se tiene entonces que e l doctor CARRILLO ROMERO s i cono

11

  • - o ció desde el 1o. de junio-de 1984 l a solicitud de desemba1~0 según ~1,- y

0 •

  • • no le dio curso porque a l pt"Oceso había conclu!do; pero su posición ea 1111,y '

1 ,1 1 ' • 1 ·l. • • ' '

' • ' . • • • . ' ,• ' . • • " . ' - - •1 ' • 'ª i . . 1 " ·~ ~ ¡ ' .. .. .... . ,., . , .,.. ,,-, , .. '· ' , . • - - - - ~ - - - ~ - - - - ·- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -·· ......._..,. --· __ •

. REPUBLICA DE COLDM8.IA

9 == ª"' • ;r/ 't.Jr/r cct (·/la /

  • • clara a l respecto: aún en e l caso de-que e l incidente.estuviese adelantán-

• 1 •

  • • dese, fr·ente a una petición de terminación del juicio, de inmediato hubie-

  • • se accedido a ésta, burlando con ello los inte,·eses del incidentalista.

• - -

  • 1 i

• •• - •Patente resulta a s í l a intención del juez acusado de

1 1 -

  • '

• ' ' ' • causar agravio a l incidentalista, por sobre cualesquiera otra considera ' ción. " • • • • • ' ' • •

  • • Cree oportuno laSala;- as!. sea anotación r e l a t i v a - -· co,10

  • .r mente a l margen, r e c o r d a r , respecto de lo afirmado por 1 • el sindicado que lo cierto es que,el proceso no se.encontraba a l despacho,

• ' • • / "" para cuando llegó a l a secrotar!a l a petición de desembargo. Sobre e l p e r t i • - \ .... cular l a instancia fue definitivamente clara. ' ' -. - - - l' -- 1--~1 - -· - -· - . - --- - • • .. - ~ • l-· .. • • - -• .. t .

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  • -- . -- 2 . - Y:,'. e ~ l , fondo, as! es como analiza l a Corte· e l asunto ·.

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  • 1 • - . .· , 0 ,. - ' • • . i • • 1 • • . - suu-exam ne: "· ...,- .........

1 • . - - \ . J 1; • • i! • • • • 1 1

  • • /.-....... l a instancia en l a providencia que se revi

\ ,El proceso, y - . ., , • . . t_ -. sa-, son. suficientemente i l u s t r a t i v o s en el sentido de = • ' ' • '1 . ' 1 • ' que, el _ejecutivo-de ma,·1·as, fue maquinado exclusivamente pera e l indebido

  • -

- ' ' ' 1 • cametido-de.--que Luis-Arturo--Ramírez lograra recuperar,· como efectivamente 11 ;¡ 11 ' obtuvo, l a perdida posesión del automotor que lícitamente había comprado - • 11 • doña Teodolinda Sie,·,·a P., ocasionándole a ésta graves perjuicios. Refulge ' • 11 1

  • • un actuar mañoso por parte del presunto demandado, su apoderado y e l deman

-

  • • dante, que recibió pleno respaldo tanto del juez acusado del secretaco11t0 rio y que condujo a que fraudulentamente se desposeyera del vehículo a Teadolinda, a quien no se le permitió realizar ninguna defensa de sus dere ' chas. Serpentina maniobra que permitió evitar e l cor·1·espondiente reivindi- • catorio o posesorio o l e debida defensa de cualquier derecho del legal po-

( • • •• ~· • • ' ' • • •

  • ' 1 - ' •

. ' ' • • • . - ~- ·.,.. ,,., --· -· • • . ~ • • • •

REPUBLICA DE COLOMBIA 10 aca coa

1 • -seedor del veh!c,,lo respecto del supuesto demandado. • • • 1 • Esta torcida forma de recuperar l a esfumada posesión es -- -

  • - socorrido expediente a l que son dados l i t i g a n t e s ines -

• • • ' 1 crupulosos, los que hoy por hoy, alertados como están ya los jueces a l • •

  • • • respecto, por lo cotidiano del i1·1·egular p1"0ceder, sólo logran su cometi-

  • • • do cuando cuentan con cabal respaldo de los encargados de administrar jus - - , · . . - • . .. .. .... --~ - ... . . .i.,..~ - -..... - .. -·"' ' - .... . - .. . ¡ - . . • :, . ..-,.- __. _ _,,_ .~"""'--·-· - , . ... ·.·r .s .... ,. _. _.. ...... ~. -t ,~•:.-.z-_-~ . ' • ..,

. • • t i c i a . No es válido-sostener en eventos como e l sub-jÚdice que los funcio. ·- • . . - narios~fuet'On,·sorprendidos. en~ su buena fe. El más humilde juez de provin- • - .... ... . • ' -- ... - . • •,~ -1 ·• ·· - • • • • ' ' - . • • • - • cia, con sólo un poco de experiencia, ya sabe de tan torticero proceder •

  • • Y es patente que su obligación cdmo i r e c t o r del proceso·es e v i t a r t a l e s logros, no únicamente porque lo demanda l a j u s t i c i a , sino porque -
  • 1 expresamente l a misma ley se lo impone, -d. ándole a l tiempo los instrumen1

• __ • r ' - - . - . .. ---•- ---- .• , '

  • - . . - . • • • tos p1·opios con· los. cuale -s ,i mpedir e l c•,mplimiento de aquellas.injusticias - •.- ··- . - - -

. . -- ' - --· ' -- . 11 e ilegalidades. Po_r ella,,.es dado afirmar que c,,ando t a l e s procesos culmi-

  • 1

. 1 • 1

  • • nan éxitosamente para }as partes ( aserto general porque.todas están en - ·

- . -

  • - - . • .• -- ! ' • . .... ' - la patraña ) y hay ·da por medio actuaciones co110 l a s del juez acusado,
  • • irremediablemente se está en presencia da-hecho-delictivo.

1 1 • 1 - ( _ ... . - . . . - ' • • • 1, ' ' •• • • " '• • • • ' 1

  • 1

' ' 3 . - No -creeestaCorporaci6n que, en un:caso de l a s -peculia1 • ·-,!___

! 1 •

  • '

  • '
  • . ' ridades del-pr·esente, sea-necesario entrar en precisio· - l ...

" • . • -- 1 ' • . • •

  • • • nes alrededor de s i e l me1110rial con e l cual se pro1110v!a e l incidente de

  • • ' desembaryo entró o no oportunamente a l despacho, o s i por otros medios e l

'1' " ,1 • • " • . • 11 conocimiento de -tal hecho er·ribó o no a l juez acusado. dijo esta SalaYa ' ' ' 1 • 11 • que, de l a simple lectura del artículo 53? del C. de P •. Civil, en e l que - :I afirma el sindicado se fundamentó pera asumir l a conducta cuestionada, se 1 ' il desprende, sin esfuerzos, que, en misma providencia donde se declara la • • la te111,inación del proceso por satisfacción de l a obligación demandada, se •• deber,! dispone,· lecanc elaci~n de los embatyos y secuestros, y es obvio que • = • ' • •

  • • •• • . . •

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  • • • •• .

. - • , • -,·-· - ,,,.. '"- - • • • - • 1 --~ ~-- , . · · - , - A - \ • • 1- ,, • • . -· -· - . '~ t • ""':. - - -• ·- 1 "'.. . -" -- ....

·=- 11 ' / - ' ' • ..._~ • , • J • ,. • • '( r• • • • • ' I ¡ -. • un t a l ordenamiento implica saber, para a s í disponerlo, en cabeza de quién debe quedar e l bien secuestrado·. Y co,10 e l proceso no terminó normalmente con l a p1ovidencia aprobatoria del remate, pues es obvio que no hubo opor- • eÍ· • ir · tunidad de demostrar plenamente quién/ e verdadeto poseedor del bien objeto del _embargo o secuestro, para que en su poder se hubiera dejado, potísi1 ma razón ésta para que é l necesariamente quedara en manos de quien lo detentaba a l ,,omento de la práctica de l a r110dida cautelar, sin que para llegar a

  • • tal conclusión sea Óbice e l no haberse siquiera pro111uvido el mentado inci -
  • • dente. Ocut·re que las cosas simplemente debían reto1·,1ar a su estado ante i

-1 •••¡ rior; porque es principio elemental de derecho que e l l a s se deshacen cor1,o1 • 1 1 . se hacen, cuanto . comporta, precisamente, que readquieran su primigenio . )' •• .' ' ' statu qua. Lo contrario sería considerar que l a propia ley patrocina p,·ocee- ' 1 ' ' i ' ' I . ' ' deres tan viciosos perjudiciales como e l que mereció l a presente i n v e s t iy ' ' ' ' '

• • 1 • gacián. Y es apenas natural esperar de un juez c i v i l que tenga tan prima 1 , ! : ' 1 ' • • ' 1: rios conocimientos de l a ley que aplic;a, más cuando en e l l a se ha doctorado, .. - .. •••

  • ' segun se afinna.. • . '

\ ·-·' 1 ' 1 ' ' • ' •' • El i r consciente y voluntariamente contra nociones tan • ' 1 ' conocidas del derecho, es lo que hace que e l dalo emerja 1 1 ' sin cortapisas. ' 1 1 El funcionario acusado ha hecho hincapié en que, presentado el desistimiento por pago, no l e quedaba otra alterna

  • . tiva que dar por terminado e l proceso. Desde luego que s í , pet'a haciendo
  • • precisión da que e l automotor debía retornar a l poder de aquel en quien se

' • ' 1 encontró a l momento de su decomiso. 1 4 . - Quedó visto el vicioso pi·oceder del apoderado del demandado y demandante de estos mismos. ReitJrase que esy 1 ' ' ' ' 1 •

  • 1

' •

  • ' -. ......_.,, . . .....- . .- .. - .. - .. .. _--~ ... ... . ,··- -.. --~· .._.. ... ..,.--- .... .,,..,_ ' • .- [' l • • r.,.. - "" ' ' ...-., - R 1 - A I> l ..- ' ~-f ., --' - - ......

1.:.. .. - ~ ~~ t- - , •..; I>--&, 12 a= == - ,

  • • .I_ , ., (. ,• . . . . . / - . . - . • ' . ' /' / • '

/

  • ' uno no más e l representante legal, porque ambas partes a l unísono pretendían un exclusivo cometido: que e l automóvil regresara a quien había perdido su posesión, a s í el incoado proceso fuera mero parto de i n j u s t i c i a s , maquinado expediente que buscaba huír efe los ptucedimientos legales ptu1 • pies, urdiendo otro que, bajo apariencias de legalidad, consumara inconfe
  • • sable despojo. Hay en todo ello una ·Slara invitación a considerar oue ha podido presentarse quebranto de l a ley penal por parte de todos quienes - • así procedieron. Es, pues, de ley, que, por e l Tribunal se proceda a - • la compulsación de lo pertinente, en orden a que l a autoridad competente
  • • adelante las averiguaciones de rigor •

'

  • • 5 . - El comportamiento asumido por e l secretario del Juzgado Primero Civil Municipal de Villavicencio, no es nada

--

  • • claro. En este sentido ilustran fehacientemente los memoriales del apode- • rada del sindicado. De momento, baste e l hecho supremamente grave de que

' ' inexplir.ablemente nó _h aya pasado oportunamente -ei.l despacho l a solicitud de desembargo ( a r t . 107, C.- de P. C. ) .Per'O desde luego que es toda su ac -

  • • tuación lo que permite pensar que pueda e s t a r comprometido penalmente, ya

  • • de manera independiente, ot·a en connivencia con e l juez acusado. Lo procedente es,·.entonces, que se saquen .copias de cuanto con é l tenga que ve

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