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CSJ - 972(29-04-1987)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - 972(29-04-1987)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
1987
  • - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - · - . ------- -- --- - - . - . . -- - -- -- - -
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,, ' • ~--' ··· O5 7 G • ' • - .- s=- -. , J ·::, , . -. ·· '""" ,;;:- - L :.J E : ~ - :- ~ .J ~ • , ...... }:,,,. \J - L. L ri. . ~..,1. ,C... CASACION Nº. 972 Contra: • ' • - ' . ' -~ María Victoria Restrepo L. ' 1 i ,. /, 1~ · ,. ' I~~ .. ' ;,¿ (.( . / / ! ;-. oe·,1·rº Abuso.°d'~"c"anfian 1.a · • ,, ; , -, • _,,. . '= )

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• CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

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• .SALA DE CASACION PENAL

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  • • - .. .. - .. ---· . - . • • •

• ' ' • ' ' Magistrado Ponente: 1 ' ' ' '

DR. LISANDRO MARTINEZ Z. ,.

' ' • 1 ' =· 2 • 26 ' 1 Aprobado Acta Nº. ;' 1 ' 11 1 '. - . 1 1 ,\ . ' = y ~e•·- '• \ : 1.1

abril v~mtlnuwode mil . f l o v • t e n ~ . ":- . - ' - - - Bogotá, f. .. ··,::nrttz,•a·, • 7 .• ,.,, . ,n, -- :1:e • saz nrr:1? pJz,lii;rteXMZFS7:Tfz«t:i!!l7iJ_er ;•, 1 1nmrrrlil:iall ;TMQt:::Ju.~t;,i-p.~F..Pl".,.i3c:: ),:i.t'!J'Z"":~~--.....»-' . • 'f ' ' 7 7 • • . 1' • 1 r i • ' ' . • ~ 1 . 1 • • 1 .

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.... - . / --·. - ----- ------ t I - - -- ..... • J . . . ~-- .. .---, - . . .! ~ 1 · ·- -; -- • - 1 ' Corte Suprema . Procede la Sala P.e na 1 . de· la

  • ·-.\ ·- ( ' .

. - ~ .. - -. [t I . - - . .. . . ' f -- -----decidir-sobre ·el:-:-recursoextraordinario .'de Casación interpuesto_-por el - -- - - - -~ • - • ' 1 i I '

' 1 i I '

  • • • · defensor de la proc_esada MARIA VICTORIA RESTREPO LIEVANO, con1

1

  • • tra l¡:3 sentencia de segunda instancia proferida por el Tribunal Superior '

1: - 1 ' .. '- - ¡1 ;' . ' de Me. d ellín, el 11 · de abril de 1. 986, por medio de la cual se confirmó - .' . ' ' . . - - - - ~ - - , - , - - < - ' ) ' - - -- ..... - • 1 ( 1 ' ' • i' la de 4_.de dicie'-mbre de 1. 985, - dictada por el Juzgado Séptimo Penal del 1 ' ' 1 ! ' 1 ' )

  • 1 1' Circuito de esa ciudad que condenó a la pena de dieciocho meses - !; (18) ¡- r • 1 de prisión e igualmente, revocó la condena de ejecución condicional con - ) .

' • \ . cedida por el Juzgado de conocimiento. 1 1

  • 1 . ' ' 1' ' .

' ' ' 1 '

  • 1

. ' HECHOS Y ACTUACION PROCESAL : ' 1

' ' 1 1 . ' . ' ' • • 1 ' 1

  • 1, El 13 d~ marzo de 1. 985, la señora María Cristina Alva -

' ' ' . •} '

  • " rez de Villa, le entregó a María Victoria Restrepo Liévano, un valioso '
  • reloj para que lo vendiera. Luego de transcurrir algún tiempo, debido .,

' ' • ' ' a que la señora REST REPO LI EVA NO no devolvió el reloj, ni el dinero • . ' •, ' '

  • __ . _,_ • • • ~--- . -- ..... - - -- - ........... .. _., -- ~- -·~-'\, - - -· , - • -:-•. -·-· . ~ • - - --...:- • . . . - -----···- -··.·-· - - . ... ------- _ ... • _ _~- ,.....,.- .. --· • - - ..- ..- . ,;- .e -; ," ~"" --l ; ,.r- -~I .- - -- ~--y - <. . ' 1 . • .... ,- r 1 .

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' 1 , • ' = = ' 2 ' 1 ' • ; 1 ' • ' • ' ' ' 1 . 1 • • • ' 1 ,' '1 , ' ' • , de la venta y ante la inminencia de la ilícita apropiación, su propietaria i 1 1 - ' 1 • resolvió denunciar el hecho dando origen al presente proceso. • 1

  • '

. ¡ ' -1 1 '

  • • ' 1 ' '

. • ' - . 1 ·,. ' . .• 1

  • • .' . . •

' • Adelantada la causa, el Juzgado Séptimo Penal del Circui . • • : ' 1 - ' ' • • 1 ; ' . to de Medellín, profirió sentencia de primer grado el 4 de diciembre de ' 1 • ' 1 ' ' . • • ' ' • 1. 985 para condenar a la procesada MARIA VICTORIA RES TREPO Ll. E - ' 1: ' : • • ~ • ! . 1 VANO a la pena principal de 18 meses de prisión como responsable del- ~

  • 1

. . ; 1.\. . 1 ' • ···:-:- -delito--de Abuso: de.-·confianza· e·-·igualmente, dispuso--suspender-la ejecu-

1 . . "' • 1

  • 1 • ' • • '

' •

  • 1 ' • prueba de 3 años, por encontrar reuní
  • -- ción del fallo por un período de . 1
  • '• ' (. t

1 I ' • . ' 1' ';. · dos los requisitos exigidos para tal efecto por el artículo 68 del C.P • • • . l ! I ' • ' I · • • . f l. ' • •

  • '

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  • •.

·, • 1 ' '

  • ' lnterpuestorecurso de ,apelación por la apoderado de la - '

' 1 . l ' ' ¡ - f : . .. . -~ - . - • . • ' • - .. ":;pa·rte-civil· contra dicha· sentencia, -el· Tribunal Superior de· Medellín me- . . ' ~ _ ·º _: f f . I' __ i~· . i . --- t ·- • • - ....:·.:___ -• - - ------ . - 1 · -_ ~-"---~• - diante fallo lc.c.de:; abrit-·de: t . 986, resolvió confirmar ta d'ecisión impu.9 • • 1 -dé...:..l - - i . ft. ,/ - - -- - - • • .,, Me- - . • . • . 1 ,.;, ... · - .• 1 • lt, . - - - . f-· ----nada:..en.:-cuanto_ se.~ refiere.[~ -!_~=condena y _r_evoeó-lacondena :Pe-:-ejecución _ . ' - ·- . . . - •. . . 1 . . . I ii· i • • • i . .. j - .

' . co• ndicional, disponiendo, en consecuencia,- la captura de la procesada. • 1 - t" ¡ . 1 ··- • 1 ' 1 1 : j • . '. • E L , ~ i 1 1 ' ' ' ' r ¡ •

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~- DEMANDA DE-CASACION :

I · ¡ - 1 .'• . • 1, • . ¡; • ;I

  • •' • - ' 1 • - • .' Invoca el demandante la Causal Primera de Casación,

' 1' ' 1' '

  • '

. ' 1 prevista en el artículo 580 del Código de Procedimiento Penal, al consi •.. ' 1 "•' 1 . ' •• • . • derar que se violó la ley sustantiva por parte del juzgador de segunda • ' • ' • ' 1 instancia al no conceder el subrogado penal de la ejecución condicional 1 ' . 1 . '

  • 1 de la pena a la procesada. I ¡

¡ 1 ' ' ' 1

  • 1

1 • Luego de exponer su criterio sobre dicho subrogado y1 1 • refutar los argumentos en los que se fundamentó el Tribunal para no - ' 1 '

• 1 ' concederlo, afirma que la Corporación de segunda Instancia violó la ley

' • • 1

¡ • 1 J . , • -- - - - ·- . .'- .~ -' 1 • . - .... - . -- . ... .. . -· . .. . . . .... ·. ... - __. . .. - ·- . -- " .'"·- ... - :- :.. ... -.... .-. .- .-.... . - . - -. "·- "~ '- ---~·-·· ~. . . - : , · = . • • • • o • • ..,... - ·- T - >"- • .• • ·-.-,.-._ - . . •

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  • ' ' por aplica_ción indebiqa de la misma, al igual que por_ interpretación o -
  • apreciación errónea, lo cual permitió que el fallador incurriera en error

• ' • • i . 1 { • ' • " - . · de derecho. - . . . • • • ' • • . . • ( J • • • ' 1

  • 1

_, • ' ' '' • . •' 1

  • • ¡ . - - No señala el casacionista el sentido de la violación a. la -

' ' ' ' ¡ 1', • ' •. • - • 1• ' ' ... . ,. ... . • .. ' . '· es decir, si es directa o indirecta y en el desarrollo de . ley sustancial,

  • ¡·

• • ' •• • • • t punto de no distin . .. estos conceptos los utiliza simultáneamente, hasta el - ' • • • '

  • • . ·:: ·guir entre el· error.- de derecho· y el de· hecho, pues los asimila •. : - l ·- 1 •'
  • .

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' , • 1 c. . ' ' • • 1: l • t I ~ 1 • (, • 1 : • . ( . 't

• ' CONCEPTO DE -.LA PROC-ú.RADU RIA :··· . • i \ • •e •' : ¡ ' .. . . ¡ '

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. • ' - •• • ---- - . • · ·- ·:- .. El Señor Procurador Segundo Delegado· ·.en to-· Penal, . - . . ---- -- . . .. ¡·•

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  • \ -:,_licita· de la- -Sala no seCase la· sentencia impugnada por cuanto. son-, pro- ! i '.

1 1 tuberantes las fallas técnicas en que incurre el demandante én la formu t : - • •

  • '

' 1' ~ ¡ posible, por tanto, examinar el fondo - ' • !ación 9e la· censura,· no siendo • •, 1 ,

  • - ' --. .. 1

. • - • •' ,. '• de .. la -cuestión propuesta. ' ... .. -• ' • . . 1 1 ' ( ,, • - • •

  • ¡

. ' 1 ' . ' . ' 1 • Observa el representante del· Ministerio Público, el com- •

1 . • • '1 . ' ¡ ·i pleto desconocimiento del recurrente respecto a los requisitos técnicosf 1 • 1 . 1 ' • • que exige la sustentación del recurso de Casación al invocar la Causal- ' ' • • • •

  • ' Primera y no precisar el sentido de la violación de la sustancial que -

•' '

  • • considera violada, además de utilizar indiscriminadamente los conceptos

1 1 de aplicación indebida e interpretación errónea de la ley, asimilá.ndolos 1 1 arbitrariamente. • - • 1 ••

CONSIDERACIONES DE LA CORTE :

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  • ' - . .. ... . .. - -----. ... .. _____ .... ·-- ... -·.---.--=--~--;-::--... . • "' • . . - . . . ' - . .. • - -·- -~- - ·-. · -··- ·- '-- -·- -- -·- --- -· - - - . ~-- -·. ·- -- --. - . . ... . :.; ·¡ ·_ ·3 - 2 -7 · · -~ ·- · ·· ·- ·- --· - ':I· --- - - - --\ • ---··- ....... ~ ............. __ .___.,... . ~-~ .. ..,.._ -. ·_ ,. -·· --- •• ~. ..... ":<
  • • ) • 1 . • • • • • • ' . • . . . . - • 1 ,._., .,, . . . .- ~-. , .', .. . . . -.c·,i-,•.

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  • • 1 1. - PRES U PUESTO DE TECN I CA : Reiterativa ha sido la 11

1 '

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. Sala al insistir sobre el cumplimiento de los requisitos de orden legal y • . 1

: 1 • •

  • • 1 . . • . -técnico-=-que--debes reunir la demanda de Casación para que sea posible - ·

'

1 1 : _, • • ' . .' ' • proceder a su estudio, siendo enfática en colegir. que los de uno y - - · • l 1 1 . . ' • • I • i I ' ,. • • ' 1 ' • otro orden deben cumplirse para que sea posible el estudio de la misma, · • • ' 1 }' •

  • :

' • •

  • 1

  • - pues, la Corte no puede entrar a suplir la labor del demandante. más1

• • • • • •

  • ' ' •• • como. las qu•e aparecen en este · í\ aún cuando las fallas sean tan flagrantes

' • I· . • . \ ' . caso. •

' • • • • 1 ' • • . ...., .,, ' , . • - 2.-- CARENCIA DE ES,PECIFICACION : En efecto, el re- ' ' ·, -

  • • ,. • ..,, r • ' currente invoca la Causal Primera· de Casación sin especificar si se re - 1
  • 1 ' . ~ • _, . ¡1 1

~ ' fiere a la violación directa.o .. indirecta de~la ley·sus·tancial, lo cual.impli '•

  • 1

... . - ./ - . .. . . '-.I . . . . . . ···- ' ~ ...

  • ,.. ca además de no cumplir con et-,· claro mandato -legal .de. indicar .. enfor- ... - • • . •

.!'_ -· -• - - -- • • • . • • , • 1 •

  • -

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  • • • • . • • • ' • • parª-.. P-edir la infii:rnación - • . ma._clara. y .precisa'' la c.a.u's_a Lque __ se aduzca •

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  • . • ' ' ' . .. . 1

• .

  • . . que• tiene el impugnante sobre - • del fallo,. el mayúsculo desconocimiento

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  • • J. . ·j • ; • ' el recurso que pretenqe· sustentar.

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  • - . ' • • ( ··:-Ninguna duda-existe -respecto· a que la· causal Primera - • •

- . ' ' • ,, • '- • • •

  • • del artículo del Código de· Procedimiento Penal contiene dos motivos •

580 1 • i ' excluyentes entre sí, como son, la violación directa e indirecta y al i.9 .1 1 1 • • norarse cuál' es el que le sirve de fundamento al libelista es apenas ob- • vio que las argumentaciones propuestas carecen de sustento, pues los - ' dos motivos tienen naturaleza diversa al refer.i.rse el primero a un pro - . . ·. . . '

'· ·.

  • . 1 blema netamente jurídico, mientras que el segundo, es de índole probai

. • • •• . toria; de ahí la confusión en que incurre al entremezclarlos,· toda vez , . • • • •' . ' . . ' • ·, • . . 1' que si se refiere a la violación directa no puede cuestionar la prueba - 1 • . testimonial como lo hace y al contrario, si es la indirecta, no es posible • • • •

  • • eventos .consagrados en el que proceda a sustentar el cargo bajo los

' • • • • •

  • ' cuerpo primero de dicha Causal.

• • • .- • • . •. ., .' . - - ... . - -- -- . :;º'' :,;. ,·: •1 -1'~---.. ;:,' . ', . - - - .- ' --. .. - --~.--. ' . • - -. ••_ .. -.=·- ···--- --- - _;-- -e,:r.:;: -.. -.·.- - .- .:- .: ..- . .- ::- ..- ~· .· :, . ..- .. ., . .- . - .. .. .J ;J •• ""' • ,. __ , • • • ' . . ' ' -- . ·. - .. · - ~-.- ·- ··.. ¡. . .. .. ... .. ... ; ... ..,, . - _., ~-- ".. '. .. ., i• , -... . ....::: .. ·.,.:;;:.; ... - ;.;:,-- . _;,....., "'. . ' . . • • . • • • . ,i..--~t~'~~· . • . •

~ . . '' 1 - . • -·---- -- . . • ' . 1 • ' : 1 ' ' ' J ' ; ' ' v,. 0 . 5 8 0 1 • • 1 ' • ~i:-cua• ·'"'e· e~ 1-A '"':: • rJI ~ ' ¡¡'r} - • • ' .~ - • - '-' -l '- '..J - - . 1 ' . • • • ' ..

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1 ' 1 • • • ' ! • · · 3 . - SIMULTANEIDAD EXCLUYENTE : Además, si se con • - i I • 1 1 ! 1 1 • 1 siderare que al afirmar que el fallador de segunda instancia incurrió en ..1 ' 1

  • .

' 1 . ' ' ' - . f. ·-·---- . - . ... invocando la violación indirecta de la ley··sustan -·. .• - error de derecho, está 1 ' • 1 ¡

  • 1

. •

'

  • 1 cial, es decir, la parte segunda de. ta Causal Primera, también incurre- ' !

1 .' 1 ., ' • ' 1 '

  • ' ' en evidente ilogicidad, debido a que no puede apoyarse simultáneamente • ' 1 f _;

' •• I ! • • • • 1 11 • en la ''aplicación indebida'' y en la ''interpretación err6nea de la ley, - 11 1 i: • , . ' i' •

  • • • • •• \ 1 variantes excl'uyentes de inobservan-

\ 1 tiempo dos \ pues enfrenta_al mismo •• 1 - - --- 1 ' ~ ' • ¡ • ••• • • • • . ' • ' ! ' 1 1 ¡

  • • • .. cia de la ley. • '

~ 1 ' { 1: • • • • 1 ' • ' • . 1

  • 1 - . 1 1 • ' .

Esta simultaneidad, como también incansablemente lo ha - . ' - 1 •• ·. \ 1.1 repetido la Sala, conduce al absurdo, porque si se dejó de aplicar el 1 ' ! • 1 . ' ' • . •' en cuenta, aunque no se a - ' 1 que s í se tuvo ' ' precepto no. puede decirse • 1 • • 1 . ! .• /,• \ . . -· •• >. • # . . --- - . - "t"." - 'lr 1:' ' - - - . .· f

· ~- daptara' -:-al:-caso •. ·- • • ¡1,1

  • - . . .. • . . • ~- .- _ :r •• • - • . . • • • • . . . • • • . - . • • - l . ' I • • • - • .• • • - -- . - . - . • .. -. . • • • • • • • -· .e _ • ' 1 ' . . -. . -~ t :: ~: . . . ... ~ - - - ------- -- . .. ·---- -- - '(_:)
  • • • • en. . la- - • la demanda, deficiencia de • • 4. - CONCLUSION :-· l a •• \,.: - ', !' • ' 1 • > .t ·, 1 '

• •• ' ' º~- ) ' 1 se llega hasta confundir el error de derecho con el de hecho, hace • • . cual •' ' 1 • ' ' . ··,__) • ' ' ' . ' . ' que la Corte deba: r:~.chazarla, aclarando que no son solo requisitos téc - ' ' '

  • ••

' ¡• " I

  • ., . · --- . nico·s-de · 1os=que:.:a·dolece·,:·como: lo-afirma elProcurador Delegado, sino, •

' .. .. ( ......_,, ' 1 •

  • • '- 1 ' ' 1 inclusive, los legales consagrados en· el artículo 576 del Código de Pro-

\ 1 1

1 : : . cedimiento Penal. Por tanto, no puede prosperar la censura, pues se - ' ' 1 1 • • •

  • ' 1 ' '

' 1 1 insiste, no se sabe específicamente, cuál es la Causal invocada. ' ! , 1 • • ! 1 J 1 ' ' • ¡, ' -1· . : i , . JI En mérito de lo expuesto, la CORTE SUPREMA DE JUS- - 1 ( .

  • • 'TICIA, SALA DE CASACION PENAL, administrando justicia en nombre de la República y por autoridad de la ley, '

' ' • " • .. ' 1

R E S U E L V E :

• ' '• • 1 • ' ' •

  • • NO CASAR la sentencia impugnada.

• ' • •

  • • 1 • l.
  • ' . . r • ·- - --, --~· = · ·-· - - . • • - . • • ·-. ~. ·- •-'' -" &, . . .•• ~ ••- .. r . - -,. --• ·- · •. •,- .~ -- - -· ~

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  • ' I '· 0 5 8 1 ~ ' ' 1 '

CASACION Nº.972 '

' ' • •' • Abuso de confianza. -. -~ . • ... ,._( ;!;" . /. . / /,' ' ) 1, 'f . ;.r/•,/j;/.,,,..,•,r·r'' ,..,! .. ,,; ,·~ 'J.'. ,..,. ~ .. '/. .- (( . .• ·~'IJlC.-.'. (F< ' . • / • 1 '-- ' • • • • 1 ' 1 ' = = • 6 1 ' ' • • ' . 1 , ' • i t i ' ' • •

  • • Cópiese, Notifíque::,e y Devuélvase al Tribunal de origen • • • ' ' 1 '

' I ' ' J • • • • I 1 /

1 • • 1 I ' 1 1 ' • . • • ' ' ' ' \ ' ! \ 1' 1 • • ' ' ' .¡¡ : '

1éú'1 1 lLERMO DAVI -MUÑOZ

' • ' ' J. ! f :.--... ! ,, ' • • ....

-ANGEL

-JAIME G I RAL

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RODOLFO ~\ANTILLA JACOME

' EZ VELASQUEZ • • • ' ''

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., ,_.. 1 \: - - - - - ~ ~ - - - - - · --.--· • ~ ·--

. 1 '- ,· ,_,.,,,..- -- .· ·-· . • •

•, EDGAR SAAVEDRA ROJAS

RTINEZ Z.

ANDRO •

1:;; • - ~ - • • ... .... .--,:...-.-- - .. -~ :.> -- .~-"- -. .~ ' • .. -·- •• ~.,..,- ,• ·~--- . .. _.,,·· ,,- .- • -- • '""'- . • . .. . • . • • ·-- ,, ....... ~ ·' 1 •

  • - .• - - .. . · ··Luis GUilíermo·Salazar:o. • • • • -... -- . • - • . ..• -· •
  • • • -- ••• . . - -... - •- . ·. ·,, Secretario . . ..

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