CSJ - AC132-2016
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC132-2016
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2016
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL
ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente AC132-2016 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 (Aprobado en sesión de diecinueve de noviembre de dos m il quince) Bogotá, D, C, veinte (20) de enero de dos m il dieciséis (2016) Decide la Corte el r e c u r so de reposición f o r m u l a do c o n t ra la providencia dictada el 27 de o c t u b re de 2 0 1 4, m e d i a n te la c u al se inadmitió la d e m a n da p r e s e n t a da p a ra s u s t e n t ar el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación.
I. ANTECEDENTES
1. Alfredo, Vicente E n r i q u e, F e r n a n do y G u i l l e r mo M a t a l l a na Gómez, Silvia y Andrés Villegas M a t a l l a na d e m a n d a r on a Leónidas, L uz M e r y, L u is A l e x a n d e r, F a u s t i n o, E d e l m i r a, José y A na E p i m e n ia G u e r r e ro Páez, I Radicación n.' 11001-31-03-011-2007-00436-01
E l sa Páez de G u e r r e r o, José Vicente G u e r r e ro T o r r es y
Oliverio Prieto Alvarado, p a ra que se declarara que s on l os propietarios del i n m u e b le ubicado en la carrera 36 n° 4 - 15 de Bogotá, se o r d e n a ra su restitución y el pago de los f r u t os civiles que se h u b i e r en podido percibir.
2. El fallo de p r i m e ra i n s t a n c ia declaró p r o b a da la excepción de «prescripción extintiva de la acción», negó l as pretensiones de la d e m a n da y condenó en costas a la parte d e m a n d a n t e. [Folio 3 4 0, c. 1
3. Apelada e sa decisión p or l os d e m a n d a d o s, el T r i b u n al revocó la dictada en p r i m e ra i n s t a n c ia y, en su lugar, declaró no probadas las excepciones de «prescripción extintiva de la acción», <pleito pendiente» y «falta de legitimación» y ordenó a l os accionados restituir el predio identificado c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia n° 5 0 C1 0 6 4 3 97 a Silvia, Andrés M a t a l l a na Villegas, Vicente E n r i q u e, F e r n a n do Alfredo y G u i l l e r mo M a t a l l a na Gómez y a pagar a favor de l os d e m a n d a n t es $ 2 4 8 . 9 4 0 . 5 60
correspondiente a f r u t os y condenó en costas de la p r i m e ra i n s t a n c ia a los convocados. [Folio 9 1, c. 7
4. A l g u n os de l os integrantes d el e x t r e mo pasivo r e c u r r i e r on en vía de casación y p r e s e n t a r on dos d e m a n d as diferentes.
E d e l m i r a, José d el C a r m en G u e r r e ro Páez y Olivero Prieto Alvarado en el escrito m e d i a n te el c u al s u s t e n t a r on el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io i n v o c a r on un único cargo, el c u al se Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 sustentó en la c a u s al p r i m e ra del artículo 3 68 del Código de Procedimiento Civil, p or violación indirecta de la l ey s u s t a n c i a l, c o mo consecuencia de la comisión de errores lácticos, por indebida apreciación de u n as pruebas, yerro que -según su opinióncondujo a que se o r d e n a ra la restitución del i n m u e b l e, a pesar de que se configuró la excepción de «prescripción extintiva de la acción liberatoria». Por su parte, José Vicente G u e r r e ro T o r r es formuló tres cargos, en el p r i m e ro atribuyó a la sentencia la violación indirecta de la ley sustancial, c o mo consecuencia
de la comisión de errores de hecho, p or la e r r a da apreciación de u n os t e s t i m o n i os y la infracción de l os artículos 75 n u m e r al 10, 92 n u m e r al 4, 174, 175, 177, 178, 1 7 9 - 1, 1 8 3 - 1, 185, 187, 2 1 3, 2 1 9, 2 2 0, 2 2 6, 2 2 7, 2 2 8, 2 5 1, 2 5 3, 2 5 4, 2 6 4, 3 0 4, 3 05 y 4 07 n u m e r al 10 del e s t a t u to procesal civil, por no valorar en c o n j u n to las pruebas. En el segundo cargo se acusó el fallo por q u e b r a n t ar de m a n e ra indirecta l as n o r m as sustanciales, c o mo consecuencia de la comisión de errores de derecho, porque no se v a l o r a r on en c o n j u n to las pruebas, c o mo t a m p o co los t e s t i m o n i os de José Olivo Torres y Alejandro Bejaraño y la inspección judicial. La última acusación se fundó en el n u m e r al 5 del artículo 3 68 de la n o r m a t i v i d ad adjetiva, c on base en que se configuró la c a u s al de n u l i d ad establecida en el n u m e r al 9 del artículo 140 ibídem, al no haber sido citadas al j u i c io
todas las personas i n d e t e r m i n a d a s. Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01
5. M e d i a n te a u to proferido el 27 de o c t u b re de 2 0 1 4, la Sala declaró i n a d m i s i b le la d e m a n da y, en consecuencia, desierto el recurso. [Folios 49 a 8 3, c. Corte C o mo f u n d a m e n to de esa decisión se consideró frente a la d e m a n da f o r m u l a da por E d e l m i r a, José del C a r m en G u e r r e ro Páez y Oliverio Prieto Alvarado, q ue no se demostró la equivocación e n r o s t r a da al fallador, ni su trascendencia en la decisión, p u es la c e n s u ra se limitó a e n u n c i ar y t r a n s c r i b ir las p r u e b a s, s in c o n f r o n t ar lo que ellas revelaban c on la apreciación q ue de esos e l e m e n t os persuasivos hizo el sentenciador; t a m p o co se acreditó la existencia j u r i d i ca de los m e d i os persuasivos, c u yo amálisis se dijo omitió el sentenciador.
El p r i m er cargo de la s e g u n da d e m a n da se inadmitió p o r q ue se p r o p u so un error fáctico, c on base en a r g u m e n t os
jurídicos y de hecho, m o t i vo por el c u al la acusación no e ra clara y precisa; además, no f u e r on discutidos todos l os a r g u m e n t os del fallo, ni los soportes probatorios en los que se fundamentó. La s e g u n da acusación se inadmitió p o r q ue si b i en se denunció el fallo p or i n c u r r ir en errores jurídicos, se a d u j e r on r a z o n a m i e n t os q ue d an origen a desatinos fácticos; además, se alegó que se configuró la n u l i d ad c o n t e m p l a da en el n u m e r al 9 del artículo 1 40 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, por lo c u al e ra evidente q ue se habían m e z c l a do aspectos propios de la vía i n d i r e c ta c on a s u n t os a t i n e n t es a la c a u s al q u i n ta de casación; la acusación no 4 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 fue completa, p o r q ue no se r e p r o c h a r on la totalidad de l as p r u e b as en la q ue se sustentó el fallo, c o mo t a m p o co se d e m o s t r a r on l os y e r r os en la valoración de l os e l e m e n t os persuasivos. Por último, el tercer cargo se inadmitió p o r q ue aún de haberse configurado la n u l i d ad establecida en el n u m e r al 9
del artículo 1 40 de la n o r m a t i v i d ad adjetiva, e se vicio procesal debió s er alegado p or q u i en t u v i e ra interés p a ra proponerlo, según lo previene el artículo 143 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil.
6. El d e m a n d a do José Vicente G u e r r e ro T o r r es formuló reposición en c o n t ra de la a n t e r i or providencia y a d u jo q ue el a u to m e d i a n te el c u al se inadmitió la d e m a n da de casación v u l n e ra la Constitución Política y la l ey procesal, m o t i vo p or el c u al debe s er revocado y, en su lugar, o r d e n ar su admisión.
Se vulneró su derecho f u n d a m e n t al al debido proceso, consagrado en el artículo 29 de la Constitución Política, p o r q ue no se cumplió c on las f o r m as propias de cada j u i c i o, p u es el inciso c u a r to d el c a n on 3 73 de la n o r m a t i v i d ad adjetiva establece en relación c on el trámite del r e c u r so de casación q ue «presentada en tiempo la demanda, se examinará si reúne los requisitos formales, sin calificar el mérito de los cargos»^, m o t i vo por el c u al la inadmisión sólo procede c u a n do no se c u m p l en l os requisitos establecidos en el c a n on 3 74 de la m i s ma codificación, s in que sea viable
' Folio 112, c. Corte 5 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 la calificación del mérito de los cargos, c o mo ocurrió en este caso, «alpunto de consistir en una verdadera sentencia». E sa decisión es ilegal e i n c o n s t i t u c i o n a l, porque se descalificó el cargo tercero, f u n d a do en la c a u s al q u i n ta de casación y se adujo q ue se configuró la n u l i d ad c o n t e m p l a da en el n u m e r al 9 del artículo 1 40 del Código de Procedimiento Civil, al «no haberse notificado en legal forma a personas determinadas, o el emplazamiento de las demás personas aunque sean indeterminadas, que deban ser citadas como partes, en razón de no haber sido demandados todos los poseedores»^, a r g u m e n to que fue descalificado, c on base en q ue el d e m a n d a n te no estaba legitimado p a ra p r o p o n er e sa irregularidad, decisión q ue se f u n da en el mérito del cargo, lo c u al le estaba prohibido a la Corte. Es evidente que no se aplicaron r e f o r m as i n t r o d u c i d as por el Decreto 2 6 51 de 1 9 9 1, en el q ue se l i m i t a r on l os m o t i v os p a ra i n a d m i t ir la d e m a n da de casación y se excluyó la posibilidad de calificar el mérito de l os cargos, c on el
único propósito de q ue la casación c u m p la su objetivo de unificar la j u r i s p r u d e n c ia n a c i o n al y proveer a la realización del derecho objetivo.
11. CONSIDERACIONES
1. Es preciso reiterar - t al c o mo se señaló en el p r o n u n c i a m i e n to q ue es objeto de críticaq ue la sustentación de la d e m a n da de casación debe c u m p l ir con 2 Folio 114, c. Corte
6 Radicación n.° 11001 -31 -03-011-2007-00436-01 un mínimo de r e q u e r i m i e n t os formales p a ra su admisión, c u al lo r e c l a m an l os artículos 3 74 d el Código de Procedimiento Civil y 51 del Decreto 2 6 51 de 1 9 9 1, y lo ha m a n i f e s t a do esta Corte en invariable j u r i s p r u d e n c i a. En e se sentido, se ha explicado q ue «...relativamente a tales requisitos, el artículo 374 del C. de P. C. establece que la demanda que recoja la acusación debe contener por separado la formulación de los cargos contra la sentencia recurrida; además, explicitar los fundamentos de cada acusación, proceder que corresponde asumir en forma clara y precisa» ( C SJ AC, A u to 12 M a y. 2 0 0 9, Rad. 2 0 0 1 - 0 0 9 2 2 - 0 1 ). La claridad consiste en que s ea fácilmente inteligible;
en t a n to q ue la precisión i m p l i ca q ue s us expresiones p u e d an entenderse en un solo sentido, es decir que no s e an equivocas, de ahí q ue un cargo en sede de casación solo alcanzará exactitud si g u a r da relación c on el s u p u e s to error al que alude, por e so se dice que la precisión apareja u na p l e na correspondencia entre la c e n s u ra y las razones en las que se soportó el fallo acusado. ' • :.,.t Sobre lo anterior, conviene m e m o r ar lo sostenido p or la d o c t r i na j u r i s p r u d e n c i al de esta Corporación c o n f o r me a la c u al la carga procesal a t r i b u i da al r e c u r r e n te «reclama que su crítica guarde adecuada consonancia con lo esencial de la motivación que se pretende descalificar, vale decir que se refiera directamente a las bases en verdad importantes y decisivas en la construcción jurídica sobre la cual se asienta la sentencia» ( C SJ 7 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 s e, 19 Dic. 2 0 0 5, R a d. 7864; C SJ S C, 9 Abr. 2 0 0 8, R a d. 2 0 0 0 - 0 0 4 3 5; C SJ A C, 29 J u l. 2 0 1 0, R a d. 2 0 0 5 - 0 0 3 6 6 ). La precisión o e x a c t i t ud de u na explicación, p or lo
tanto, está e s t r e c h a m e n te relacionada c on su a t i n e n c ia frente a lo que c o n s t i t u ye el objeto del e n u n c i a d o, así c o mo c on su c o m p l e t i t u d, esto es c on su c u a l i d ad p a ra erigirse en condición suficiente p a ra m i n ar las bases de la providencia i m p u g n a d a.
2. L as anteriores aclaraciones r e s u l t an necesarias p a ra d e s v i r t u ar la afirmación de la r e c u r r e n t e, según la c u al no incurrió en los defectos técnicos señalados por la Corte, sino que l os cargos f u e r on calificados de mérito, c u a n do lo cierto es q ue se p r e s e n t a r on insalvables deficiencias q ue t o m a r on i m p r e c i sa la acusación, lo q ue de s u y o, c o n s t i t u ye obstáculo p a ra a d e n t r a r se en el e x a m en de fondo de la c e n s u r a.
En efecto, en la providencia i m p u g n a da no se a n a l i z a r on de mérito l os cargos, p or el c o n t r a r i o, l as falencias de la d e m a n da q ue se d e j a r on al descubierto c o r r e s p o n d en únicamente a l os requisitos exigidos en el artículo 3 74 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, a c u yo
tenor: «La demanda de casación deberá contener: (...)
3. La formulación por separado de los cargos contra la sentencia recurrida, con la exposición de los fundamentos de cada acusación, en
8 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 f o r ma c l a ra y precisa. Si se trata de la causal primera, se señalarán las normas de derecho sustancial que el recurrente estime violadas. C u a n do se alegue la xdolación de n o r ma s u s t a n c i al c o mo consecuencia de error de hecho manifiesto en la apreciación de la d e m a n da o de su contestación, o de d e t e r m i n a da p r u e b a, es necesario que el recurrente lo demuestre. Si la violación de la n o r ma s u s t a n c i al ha sido consecuencia de error de derecho, se deberán i n d i c ar las n o r m as de carácter p r o b a t o r io q ue se consideren infringidas explicando en qué consiste la infracción. (las negrillas no s on del texto). 2.1. C on relación al p r i m er cargo f o r m u l a do bajo el a m p a ro de la c a u s al p r i m e ra de casación, se denunció al ad quem por la comisión de s u p u e s t os yerros fácticos, c o mo consecuencia de la e r r a da apreciación de u n os t e s t i m o n i os y p or no valorar en c o n j u n to l os m e d i os probatorios;
acusación q ue se inadmitió porque no se d i s c u t i e r on la totalidad de l os a r g u m e n t o s, ni de l os medios persuasivos en los que se fundó el fallo de s e g u n do grado. Sobre el requisito de técnica de la c o m p l e t i t ud d el cargo, la Corte tiene definido que: «(...) el recurso de casación debe contar con la fundamentación adecuada para lograr los propósitos que en concreto le son inherentes y, por disponerlo asi la ley, es a la propia parte recurrente a la que le toca demostrar el cabal cumplimiento de este requisito, lo que supone, además de la concurrencia de un gravamen a ella ocasionado por la providencia en cuestión, acreditar que tal perjuicio se produjo por efecto de alguno de los motivos específicos que la ley expresa, no por otros, y que entre el vicio denunciado en la censura y aquella providencia se da una precisa relación de 9 Radicación n .' 11001-31-03-011-2007-00436-01 causalidad, teniendo en cuenta que, cual lo ha reiterado con ahínco la doctrina científica, si la declaración del vicio de contenido o de forma sometido a la consideración del Tribunal de Casación no tiene injerencia esencial en la resolución jurisdiccional u ésta pudiera apoyarse en premisas no censuradas eficazmente, el recurso interpuesto carecerá entonces de la necesaria consistencia inñrmatoria y tendrá que ser desechado». [se subraya). Y más adelante, se añadió: ...para cumplir con la exigencia de suficiente sustentación de la que
se viene hablando, el recurrente tiene que atacar idóneamente todos los elementos que fundan el proveimiento, explicando con vista en este último y no en otro distinto, en qué ha consistido la infracción a la ley que se le atribuye, cuál su influencia en lo dispositivo y cómo este aspecto debe variar en orden al restablecimiento de la normatividad sustancial vulnerada, lo que impone entre otras cosas de no menor importancia por cierto, que la crítica a las conclusiones decisorias de la sentencia sea completa. (CSJ AC, 29 Oct 2013, Rad. 11001-31 -03-015-2007-00418-01 S in embargo, tras c o n t r a s t ar l os a r g u m e n t os y elementos probatorios en l os que se sustentó la sentencia i m p u g n a d a, c on los reproches expuestos en el p r i m er cargo, se advirtió, c on facilidad, q ue el r e c u r r e n te no l os controvirtió en su integridad, omisión q ue impidió su admisión. En efecto, c o mo se indicó en la providencia c e n s u r a d a, el casacionista no enfrentó el r a z o n a m i e n to d el T r i b u n al consistente en q ue E p i m e n ia T o r r es y W l a d i no Cicua, i n g r e s a r on al terreno en condición de tenedores y que no se acreditó la interversión de e se título al de poseedores, ni los 10 Radicación n." 11001-31-03-011-2007-00436-01 los e l e m e n t os probatorios en l os q ue se sustentó e sa
conclusión, especíñcamente l os t e s t i m o n i os de J u an de Jesús C i c u a, J a i me C i c ua y María A na E l sa Cicua; así c o mo los interrogatorios de E d e l m i r a, José del C a r m en G u e r r e ro Páez y Vicente E n r i q ue M a t a l l a n a, De m a n e ra que c o mo la acusación f ue i n c o m p l e t a, a pesar de que los cargos "han de ser claros, expresos, precisos y comprender, de manera integral, los argumentos basilares de la sentencia confutada", lo que significa que el r e c u r r e n te debe c u i d a r se en "reprochar, plenamente, los aspectos básicos y esenciales sobre los cuales está erigida la decisión final".^, no e ra procedente su admisión, s in q ue p or ello, se p u e da c o n c l u ir que se analizó de fondo la c e n s u r a. Además, en la acusación se confundió el y e r ro fáctico c on el de iure, c i r c u n s t a n c ia que r e s u l ta improcedente de acuerdo con las reglas técnicas q ue rigen la sustentación del r e c u r so y deja al descubierto la carencia de precisión y claridad en la formulación de los reproches. En efecto, en la fundamentación del cargo se acusó la sentencia p or la comisión de errores fácticos en la «apreciación de los testimonios de Alejandro Bejarano Acosta y Olivo Torres Hernández» y a la v ez se adujó q ue «el ad
quem no solamente dejó de valorar la prueba testimonial en forma debida, sino que omite concederle a la misma la trascendencia que tiene y de no apreciarlas en conjunto, en contravía de lo ordenado en el artículo 187 del C.P.C». 2 Providencia de 4 de noviembre de 2009, exp. 2000-00488-01. 11 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 2.2. El segundo cargo se inadmitió p o r q ue no se explicó cómo se c o n f i g u r a r on l os errores de derecho endilgados al fallador, p u es se le acusó de o m i t ir el e x a m en de la inspección j u d i c i al y de prescindir de a l g u n as de l as m a n i f e s t a c i o n es de l os testigos José Olivo T o r r es y A l e j a n d ro B e j a r a n o, pero «no se abordó la labor de señalar los apartes pertinentes de la sentencia con los que se dejara en evidencia que el Tribunal omitió su análisis en conjunto» y su reproche se limitó a sostener que no se i n t e g r a r on todos los e l e m e n t os persuasivos practicados y que su análisis fue parcial. En e se sentido, el último inciso d el c a n on 3 74 d el e s t a t u to procesal civil dispone q ue «st la violación de la norma sustancial ha sido consecuencia de error de derecho, se deberán indicar las normas de carácter probatorio que se
consideren infringidas explicando en qué consiste la infracción», p or lo c u al la labor del r e c u r r e n te debió dirigirse a e x p o n er la m a n e ra en la que se p r o d u jo la trasgresión del articulo 1 87 de la n o r m a t i v i d ad adjetiva, p a ra c u yo propósito tenía que analizar lo que a r r o ja cada u na de l as p r u e b as que a j u i c io del censor f u e r on aisladas y la m a n e ra c o mo debían ser integradas c on las que s u s t e n t an el fallo. De otro lado, l os a r g u m e n t os en l os q ue se fundó la c e n s u r a, no e s t u v i e r on acordes c on la c a u s al de casación invocada, p u es a pesar de que se acusó el fallo por i n c u r r ir en y e r r os de derecho, se a d u jo también que se configuró el vicio procesal establecido en el n u m e r al 9 del artículo 1 40 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, c on lo c u al se vulneró el 12 Radicación n." 11001-31-03-011-2007-00436-01 principio de autonomía de las causales de casación, el c u al s u p o ne que cada u na de ellas es independiente, a t e n d i e n do a s us particularidades, p or lo q ue l os a r g u m e n t os en l os q ue se s u s t e n ta la c e n s u ra d e b en estar acordes c on el
m o t i vo q ue se invoca. 2.3. Por último, frente al m o t i vo q u i n to de casación, en el q ue se invocó c o mo c a u s al de n u l i d ad la c o n t e m p l a da en el n u m e r al 9 d el artículo 1 40 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, se inadmitió, p o r q ue de acuerdo c on el inciso tercero del c a n on 143 ibídem <da nulidad por indebida representación o falta de notificación o emplazamiento en legal forma, sólo podrá alegarse por la persona afectada», de ahí q ue no podía s er a d u c i da p or el d e m a n d a do José Vicente G u e r r e ro Torres. En ese sentido la Corte precisó q ue (...) respecto al tema de las nulidades, el articulo 143 de la codificación citada, establece que "fnjo podrá alegar la nulidad (...) quien no la alegó como excepción previa, habiendo tenido oportunidad para hacerlo", además que "¡Ija nulidad por indebida representación o falta de notificación o emplazamiento en legal forma, sólo podrá alegarse por la persona afectada" y más adelante expresa que "¡tjampoco podrá alegar las nulidades previstas en los numerales 5° a 9° del artículo 140, quien haya actuado en el proceso después de ocurrida la respectiva causal sin proponerla", previendo a su vez el artículo 144 del mismo estatuto que "(Ija nulidad se considera saneada (...) [cjuando la
parte que podía alegarla no lo hizo" (...) Asi y al confrontar lo relatado con una de "las hipótesis" señaladas por la Corte para 13 Radicación nJ 11001-31-03-011-2007-00436-01 declarar inadmisible el recurso, según la cual "(..,) los errores procesales aducidos no existen o, dado el caso, fueron saneados (...)" (auto de 12 de mayo de 2009), surge sin ambages la ineptitud del cargo contenido en la demanda en estudio para ser admitido a trámite. ( C SJ A C, R a d. 2005-00017-01, 26 F e b. 2010).
3. L as razones expuestas s on suficientes p a ra concluir q ue el proveído objeto de reposición debe m a n t e n e r se inmodificable.
III. DECISIÓN En mérito de lo expuesto, la Corte S u p r e ma de J u s t i c i a, en S a la de Casación Civil, RESUELVE: NO REPONER el proveído dictado el 27 de o c t u b re de 2 0 14 d e n t ro del presente a s u n t o.
Notifíquese. ^w^^—— Presidente c e Sala 14 Radicación n.° 11001-31-03-011-2007-00436-01 15