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CSJ - AC2677-2019

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AC2677-2019
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2019

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República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de Casación Civil LUIS ALONSO RICO PUERTA Magistrado ponente AC2677-2019 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01 (Aprobado en sesión de tres de abril de d os m il diecinueve) Bogotá, D . C ., o c ho ( 8) de j u l io de d os m il d i e c i n u e ve ( 2 0 1 9 ). La S a la p r o c e de a decidir s o b re la a d m i s i b i l i d ad de l as d e m a n d as p r e s e n t a d as p or L uz M y r i am Rodríguez V e ga ( i n t e r v i n i e n te e x c l u y e n t e) y l os h e r e d e r os de J a i me D a r w i ng López S a y as ( d e m a n d a d o s ), p a ra s u s t e n t ar l os r e c u r s os e x t r a o r d i n a r i os de easación q ue i n t e r p u s i e r on f r e n te a la s e n t e n c ia de 15 de j u n io de 2 0 1 8, p r o f e r i da p or la S a la C i v il F a m i l ia d el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de B u c a r a m a n g a, d e n t ro d el p r o c e so d e c l a r a t i vo p r o m o v i do p or

K e l ly J o h a n na B a r r e to V i l l a d a.

I. ANTECEDENTES

1. Pretensiones de la demanda.

La señora B a r r e to V i l l a da solicitó q ue se d e c l a r a ra «la existencia de una unión marital de hecho» e n t re ella y el señor J a i me Radicación n° 5 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 D a r w i ng López S a y a s, «con. vigencia desde el 28 de enero de 2008 hasta el 9 de julio de 2013», y q u e, además, «se reconozca la sociedad patrimonial surgida por la unión marital de hecho».

2. Sustento fáetico. 2 . 1. E n t re la a c t o ra y el señor López S a y as «se inicio (sic) una relación afectiva seria a mediados del mes de julio del año 2007, al punto que, de común acuerdo, decidieron formar un hogar en el que habria de proveerse lo necesario para cada uno de ellos y es así como el 28 de enero de 2008 optan por establecerse conjuntamente en una misma casa y continuar su vida juntos». 2.2. D u r a n te «el transcurso de la unión entre Kelly Johanna y Jaime Darwing, éste siempre tuvo en cuenta que ella era su señora, razón por la cual la presentó como tal, y ante todas las personas conformaban una pareja ideal». 2.3. La a c t o ra «siempre se esforzó por ser una verdadera

compañera para Jaime Darwing, ayudándolo a progresar y mejorar su situación económica y social, prodigándole las atenciones, el cuidado y el cariño, y así se mantuvo hasta la fecha de su deceso». 2.4. L os compañeros c o n c i b i e r on d e n t ro de su unión al m e n or «Darwing Andrés, sin embargo, no alcanzó a ser registrado por su padre pues para esos días se encontraba llevando a cabo trabajos en inmediaciones del municipio de Ocaña, Norte de Santander». 2.5. P a ra la época en q ue c o n v i v i e r o n, l os señores B a r r e to V i l l a da y López S a y as e r an solteros. 2 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01

3. Actuación procesal. 3 . 1. N o t i f i c a do el a u to a d m i s o r io de la d e m a n da a A n d r ea P a t r i c i a, R a q u el A m i n t a, J a i me A u r e l io y M y r i am E l i sa López Rodríguez, h e r e d e r os d e t e r m i n a d os de J a i me D a r w i ng López S a y a s, a q u e l l os se o p u s i e r on a la p r o s p e r i d ad de l as p r e t e n s i o n es de la a c t o ra y f o r m u l a r on la d e f e n sa de

«inexistencia de la unión marital de hecho por falta de los presupuestos normativos de comunidad de vida permanente y singular entre Kelly Johana (sic) Barreto y Jaime Darwing López (...)». 3 . 2. L os r e s t a n t es h e r e d e r os d el señor López S a y a s, r e p r e s e n t a d os p or c u r a d or ad litem, no p r o p u s i e r on e x c e p c i o n e s. 3 . 3. L uz M y r i am Rodríguez V e ga presentó intervención e x c l u y e n t e, s o l i c i t a n do q ue se r e c o n o c i e ra la unión m a r i t al de h e c ho q u e, d e s de el 14 de m a yo de 1 9 8 1, existió e n t re ella y el o c c i so J a i me D a r w i ng López S a y a s, además de q ue «se declare disuelta y en estado de liquidación la [consecuente] sociedad patrimonial», d a do el f a l l e c i m i e n to de este último. P a ra s o p o r t ar s us súplicas, manifestó q ue su c o n v i v e n c ia c on el señor López S a y as f ue «permanente y singular», además de p r o l o n g a da en el t i e m p o, h a b i e n do p r o c r e a do d e n t ro de e sa unión a c u a t ro h i j o s, y e s t a b l e c i do

c o n j u n t a m e n te u na e x i t o sa s o c i e d ad c o m e r c i al d e d i c a da a la construcción de o b r as de ingeniería civil ( E s c o nt Ltda.). 3 Radicación n° 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 Agregó q ue la explotación d el objeto s o c i al de la compañía le imponía a su compañero «constantes desplazamientos personales (...) para ejecutar materialmente las obras y servicios contratados, aunque la ausencia ocasional no afectaba la unidad familiar y de pareja». S in e m b a r g o, en u no de d i c h os viajes de n e g o c i o s, su compañero conoció a J a n e th Ramírez, «con quien concibió un hijo producto de relaciones sexuales episódicas escondidas de la. compañera». Para s u p e r ar e se e p i s o d io de i n f i d e l i d a d, la i n t e r v i n i e n te exigió a su compañero t r a s l a d ar su r e s i d e n c ia a la c i u d ad de Bogotá, lo c u al h i c i e r on a p a r t ir d el m es de e n e ro de 2 0 1 3, y h a s ta c u a n do el señor López S a y as falleciera

en un trágico a c c i d e n te aéreo. 3.4. La intervención f ue a c e p t a da p or a u to de 12 de s e p t i e m b re de 2 0 1 4. E n t e r a d os de e sa decisión, los h e r e d e r os d e t e r m i n a d os d el señor López S a y as d e c i d i e r on a l l a n a r se a l as s o l i c i t u d es de su p r o g e n i t o r a, la señora Rodríguez V e g a. A su t u r n o, la a c t o ra presentó oposición a l as súplicas de la i n t e r v i n i e n t e, a l e g a n do q ue la c o n v i v e n c ia e n t re l os señores López S a y as y Rodríguez V e ga cesó a m e d i a d os d el año 1 9 9 5.

4. La sentencia de primer grado.

A g o t a d as l as e t a p as p r o c e s a l es p r e v i a s, el J u z g a do T e r c e ro P r o m i s c uo de F a m i l ia de B a r r a n c a b e r m e ja profirió fallo el 13 de j u l io de 2 0 1 7, d e c l a r a n d o: (i) la «existencia de la 4 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01 unión marital de hecho entre los señores Luz Myriam Rodríguez Vega y

Jaime Darwin López Sayas, durante el periodo comprendido entre el 14 de mayo de 1981 y el 27 de enero de 2008», además de «la existencia de la sociedad patrimonial conformada» p or la a l u d i da p a r e ja en el I l a p so reseñado, y (ii) la «existencia de la unión marital de hecho» y de «la sociedad patrimonial de hecho» e n t re l os señores «Kelly \ Johanna Barreto Villada y Jaime Darwin López Sayas, durante el periodo comprendido entre el 28 de enero de 2008 y el 9 de julio de 2013». L os d e m a n d a d os y la i n t e r v i n i e n te e x c l u y e n te i n t e r p u s i e r on r e c u r so de apelación c o n t ra la c o m e n t a da decisión.

5. La sentencia impugnada.

T r a m i t a da la s e g u n da i n s t a n c i a, m e d i a n te p r o v i d e n c ia d i c t a da en a u d i e n c ia de 15 de j u n io de 2 0 1 8, el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de B u c a r a m a n ga modificó p a r c i a l m e n te lo r e s u e l to p or la j u z g a d o ra de p r i m er g r a d o,

p u n t u a l m e n te lo a t i n e n te a los e x t r e m os t e m p o r a l es de l as u n i o n es m a r i t a l es r e c o n o c i d a s, de la s i g u i e n te f o r m a: (i) la q ue existió e n t re el señor López S a y as y la i n t e r v i n i e n t e, se h a b r ia d e s p l e g a do a a p a r t ir «del 14 de mayo de 1981, hasta el mes de diciembre de 2010», y (ü) la q ue se configuró e n t re la a c t o ra y el occiso, «entre el mes de enero del año 2011 y hasta el 9 de julio de 2013». L as p r e m i s as f u n d a n t es de e sa p r o v i d e n c ia p u e d en s i n t e t i z a r se a s i: 5 Radicación n° 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 (i) L os t e s t i m o n i os «en estos asuntos de familia tratan de defender las posiciones de cada uno de los litigantes, no obstante, vamos a obtener (...) certeza sobre ese inicio de la relación de la unión marital a : partir del 2011, ¿por qué? Porque para el año 2010, (...) en un documento manuscrito por el mismo Jaime Darwing López Sayas, informa (...) que es su única voluntad que los bienes que le llegaren a quedar después de

su fallecimiento sean exclusivamente para los hijos (...) nacidos de la unión marital entre él y Luz Myriam, sin citar para nada a Luz Myriam». (ii) El testigo «Jorge Eduardo, hijo de Jaime Darwing López, llega para la navidad de 2010, comparte con lafaniilia de Luz Myriam, comparte con los hijos de Luz Myriam y Jaime Darwing, pero luego de que para inicios de 2011 vienen las visitas esporádicas de Jaime Darwing al hogar donde vive la señora Luz Myriam, él da cuenta que no aporta patrimonialmente, económicamente, con suficiencia a ese hoganc (iii) El a l u d i do d e p o n e n te informó también q ue «quien atiende las necesidades es Luz Myriam, con venta de huevos, de algunas gallinas, que tiene a su disposición, y llama la atención de la Sala dicho testimonio porque comenta que en tres o cuatro ocasiones del tiempo que estuvo hasta mediados del 2011 acompañó a su padre y si bien no indica que haya sido testigo de que el señor Jaime Darwing haya cohabitado o haya pernoctado en el sitio de habitación de Kelly Johanna Barreto Villada, comenta que su papá no negó la existerícia de esa relación afectiva, amorosa, entre Kelly Johanna Barreto Villada y Jaime Darwing». (iv) P or e s as r a z o n e s, r e s u l ta «muy plausible que el señor Jaime Darwing López Sayas, por el sentimiento de vergúenza, o por lo que se quisiera atribuir, no hubiese mantenido públicamente esa relación marital (sic) de hecho con Kelly Johanna Barreto Villada desde el 2011,

situación que fue modificada para el año 2012, cuando ya deja 6 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01 constancia escrita de cómo quiere tratar a Kelly Johanna Barreto Villada de cara a la sociedad». (v) El 3 de j u l io de 2 0 12 «viene entonces ese documento (...) en el que, a través de una tarjeta de Almacenes Éxito se contrata un seguro de vida con el mismo grupo empresarial y se pone como beneficiaria del amparo, consistente en 24 mensualidades por $400.000, ' en favor de a quien denomina "cónyuge", y titula Kelly Johanna Barreto Villada». P or lo a n t e r i o r, no e x i s t en d u d as q ue p a ra e sa f e c ha «Jaime Darwing López Sayas presenta a Kelly Johanna Barreto Villada, la entiende, la acepta, como su compañera permanente». \ (vi) La inclusión de la d e m a n d a n te c o mo b e n e f i c i a r ia • d el a l u d i do s e g u ro de v i da no es un a c to m e n o r, s i no q ue p e r m i te colegir q ue la relación e n t re la a c t o ra y el a s e g u r a do e x i s t ia de t i e m po atrás. P e r o, «¿Cómo fijar ese extremo inicial? Vienen entonces a colación varias situaciones, como es la declaración de Jorge Eduardo López, viene otra prueba especial, que es el traslado de doña Luz Myriam, el cierre de la casa de Luz Myriam en Barranca para

trasladarse a Bogotá, ya posteriormente por la razón que sea vuelven, se van, etc., no existe la convicción en la Sala de que Kelly Johanna haya sido la mujer exclusiva, única, de Jaime Darwing desde el 2008, como lo declaró la juez de primera vara». (vil) En v i r t ud de l os h e c h os q ue se e x t r a en de l as p r u e b as a n t es r e l a c i o n a d a s, se l o g ra i n f i r m ar «no solo la (prueba documental] que ella adosó a su demanda, referida a una declaración juramentada extrajudicial en la Notaría Primera, sino que, adicionalmente, no oodemos compartir los extremos de su relación tal y como lo dijera la señora Juez Tercero Promiscuo de Familia de Barranca (sic)». 7 Radicación n° 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 (viü) S in e m b a r g o, «hay (...) otros documentos que dan cuenta de la existencia de esa relación, y es que el señor Jaime Darwing informa que su sitio de contacto, el lugar para el recibir correspondencia, es la misma dirección en donde reside Kelly Johanna». A s i m i s m o, «en el reporte de semanas cotizadas también se registra como dirección de notificaciones la Carrera 36 A no. 35-90, domicilio referido por la demandante como el de la pareja; contrario sensu no vemos en ese reporte de semanas cotizadas ante Colpensiones que se anotara el

domicilio que suministró existía en Barrancabermeja y donde está registrada la sociedad Escont Ltda., ni tampoco un domicilio en la ciudad de Bogotá». (ix) P or e sa m i s ma s e n d a, l os señores K e l ly J o h a n na B a r r e to V i l l a da y J a i me D a r w i ng López S a y as c e l e b r a r o n, c o mo c o m p r a d o r e s, un c o n t r a to «de venta de mejoras sobre terreno ajeno, falsa tradición» c on G l o r ia D a m a r is A r i z m e n di Londoño, en el q ue se p u e de identifiear, a través de «los datos entregados en cuanto a domicilio, que la unión marital de hecho anunciada como estado civil [en la respectiva escritura pública] es la que en efecto tienen ellos dos, los compradores de la mejora». (x) R e s u l ta posible inferir, e n t o n c e s, «que para el año 2011 la relación empezaba a consolidarse, hasta que en definitivamente se materializa la convivencia sin lugar a duda alguna para el año 012, época en la que Jaime Darwing efectúa (sic) la copia del seguro de vida y entrega para datos de contacto el mismo lugar donde reside Kelly Johanna». i

6. La demanda de casación.

C o n t ra la p r o v i d e n c ia d el t r i b u n al la d e m a n d a n t e, l os h e r e d e r os d e m a n d a d o s, y la i n t e r v i n i e n te ad excludendum,

8 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01 i n t e r p u s i e r on o p o r t u n a m e n te el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación, s i e n do a d m i t i do p or a u to de 26 de s e p t i e m b re de 2 0 1 8. 6 . 1. La a c t o ra no presentó t e m p e s t i v a m e n te el c o r r e s p o n d i e n te libelo s u s t e n t a t o r i o, p or lo q ue su c e n s u ra i se declaró d e s i e r ta m e d i a n te a u to d el 19 de m a r zo de 2 0 1 9. ' 6 . 2. T a n to los c o n v o c a d o s, c u a n to la señora Rodríguez V e g a, i n t e r p u s i e r on en f o r ma o p o r t u na s us d e m a n d as de : casación, e n u n c i a n do en c a da c a so un único c a r g o, s o p o r t a d o, en su o r d e n, en la c a u s al s e g u n da y p r i m e ra d el a r t i c u lo 3 36 d el Código G e n e r al d el Proceso.

II. CONSIDERACIONES

1. Régimen del recurso extraordinario.

Es a p r o p i a do a d v e r t ir q ue los r e c u r s os de casación en

e s t u d io se f o r m u l a r on en v i g e n c ia d el Código G e n e r al d el Proceso, de m a n e ra q ue t o do lo c o n c e r n i e n te a los m i s m os se ha de regir p or e sa n o r m a t i v a.

2. Fundamentación de la demanda de casación.

En v i r t ud d el carácter e x t r a o r d i n a r io d el c i t a do m e d io i m p u g n a t i vo y la f i n a l i d ad de este, el l e g i s l a d or ha i m p u e s to e x i g e n t es r e q u i s i t os f o r m a l es p a ra la a d e c u a da estructuración de la d e m a n d a. 9 Radicación n° 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 La fundamentación técnica de l as c a u s a l es a u t o r i z a d as p a ra c i m e n t ar el r e c u r so de easación exige d e m o s t r ar l os d i s l a t es d el j u z g a d or de s e g u n da i n s t a n c ia q ue habrían c o m p r o m e t i do la l e g a l i d ad de la decisión c u e s t i o n a d a, t a n to en la aplicación de l as n o r m as de d e r e c ho s u s t a n c i al (yerros

in indicando}, c o mo en la a c t i v i d ad p r o c e s al c o n n a t u r al al j u i c io (errores in procedendo). En e se c o n t e x t o, el a r t i c u lo 3 44 del Código G e n e r al del P r o c e so ha fijado l os r e q u i s i t os p a ra la a d e c u a da sustentación de la d e m a n da de casación, d e n t ro de los c u a l es c a be destacar, p or su t r a s c e n d e n c ia p a ra este trámite, l os s i g u i e n t e s: (i) La formulación p or s e p a r a do de l os r e s p e c t i v os c a r g o s, c on la especificación de f o r ma c l a r a, p r e c i sa y c o m p l e ta de los f u n d a m e n t os de c a da acusación. (ii) En c a so de c e n s u r ar la infracción de n o r m as de d e r e c ho s u s t a n c i al r e g u l a t o r i as d el a s u n to m a t e r ia del litigio, c o mo c o n s e c u e n c ia de e r r o r es jurídicos (via directa), o y e r r os tácticos o de d e r e c ho ( s e n da i n d i r e c t a ), es n e c e s a r io i n c l u ir

la disposición legal q u e, c o n s t i t u y e n do b a se e s e n c i al del fallo i m p u g n a do o h a b i e n do d e b i do serlo, h a ya sido i n f r i n g i d a, s in q ue se r e q u i e ra i n t e g r ar u na proposición jurídica c o m p l e t a. (iii) C u a n do se a f i r ma q ue la violación ocurrió p or la v ia i n d i r e c t a, p or d e s a c i e r t os de h e c ho y de d e r e c h o, es decir, los c o m p r e n d i d os en los s u p u e s t os de la c a u s al s e g u n da del 10 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01 p r e c e p to 3 36 d el e s t a t u to p r o c e s a l, no es a d m i s i b le r e f e r i r se a a s p e c t os tácticos no d e b a t i d os en l as i n s t a n c i a s. (iv) En lo q ue t i e ne q ue v er c on el «error de derecho», se | exige señalar l as n o r m as p r o b a t o r i as c o n s i d e r a d as I t r a n s g r e d i d as y u na explicación s u c i n ta de la m a n e ra en q ue I lo f u e r o n. A su t u r n o, en el e v e n to de i n v o c a r se un «error de

hecho», deberá m a n i f e s t a r se en qué c o n s i s te y cuáles s on en c o n c r e to l as p r u e b as o p i e z as p r o c e s a l es s o b re l as q ue recayó el d e s a c i e r to en la a c t i v i d ad de apreciación de su c o n t e n i do m a t e r i a l. (v) A f in de p r o b ar el d e s a c i e r to factico, habrá de e v i d e n c i a r se q u e, r e s p e c to d el e s c r i to i n t r o d u c t o r io d el p r o c e s o, su contestación o l os m e d i os de p r u e b a, h u bo pretermisión o suposición t o t al o p a r c i al de t a l es e l e m e n t os de j u i c i o, o alteración de su c o n t e n i do m a t e r i a l, ya p or adición o c e r c e n a m i e n to de e x p r e s i o n es o f r a s e s, o tergiversación a r b i t r a r ia o ilógica d el r e s p e c t i vo t e x t o. I g u a l m e n te se d e be especificar lo i n f e r i do p or el j u z g a d or d el r e s p e c t i vo m e d io de p r u e b a, y señalar su c o n t e n i do m a t e r i a l, p a ra de e sa m a n e ra r e v e l ar o e x t e r i o r i z ar

en qué consistió la alteración de la p r u e ba (vi) En el e v e n to de f u n d a r se la c r i t i ca en la preterición u omisión de a p r e c i ar p r u e b as i n c o r p o r a d as al p l e n a r i o, se r e q u i e re i d e n t i f i c ar el r e s p e c t i vo m e d io de convicción, a si c o mo su t e x to en a q u e l lo q ue g u a r de relación c on los h e c h os 11 Radicación n° 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 r e f e r i d os c o mo no a c r e d i t a d os en el fallo i m p u g n a d o, y q ue t e n g an i n c i d e n c ia en la decisión a d o p t a d a. ; (vii) L os c a r g os p or i n c o n g r u e n c ia de la s e n t e n c ia c on los h e c h os o l as p r e t e n s i o n es de la d e m a n d a, o c on l as e x c e p c i o n es p r o p u e s t as p or el d e m a n d a do o q ue el j u ez ha d e b i do r e c o n o c er de oficio ( c a u s al tercera), y p or trasgresión

a la prohibición de la reformatio in pejus ( c a u s al c u a r t a ), no p u e d en g r a v i t ar a l r e d e d or de a p r e c i a c i o n es p r o b a t o r i a s. (viii) El c e n s or t i e ne también la c a r ga de e v i d e n c i ar el a l e a n ce d el d i s l a te en el s e n t i do de la s e n t e n c ia r e c u r r i d a, p a ra lo c u a l, d e m o s t r a da a l g u na de l as m o d a l i d a d es de e r r o r es a d u c i d os c o mo s u s t e n to de l os r e p r o c h e s, d e be p r o c e d er a e x p l i e ar p or qué la decisión h a b r ia de ser d i s t i n ta a la c u e s t i o n a d a, además de f a v o r a b le a l os i n t e r e s es d el c a s a c i o n i s t a. En r e s u m e n, c o mo lo ha s o s t e n i do la j u r i s p r u d e n c ia de e s ta Corporación: «[PJara que la casación pueda alcanzar sus fines propios, para que sea dado a la Corte entrar a estudiar el recurso en el fondo, no basta con que se haya interpuesto, concedido y admitido, ni tampoco que se presente una demanda a manera de alegato de conclusión, ya que se trata de un recurso eminentemente extraordinario y no de una tercera instancia del proceso, sino que

es menester que esa demanda llene todos los requisitos formales exigidos por la ley para ella, cuya omisión total o parcial conduce, por mandato expreso de la misma ley, a la inadmisión de la que ha sido defectuosamente aducida» ( C SJ A C, 28 n o v. 2 0 1 2, r a d. 2 0 1 0 - 0 0 0 8 9 - 0 1 ). 12 Radicación n° 68081-31-84-003-2013-00413-01

3. Estudio de la demanda de casación interpuesta por el extremo demandado. 3.1. Formulación del cargo único.

Está f u n d a do en la c a u s al s e g u n da d el artículo 3 36 d el Código G e n e r al d el P r o c e s o, d e n u n c i a n do la violación i n d i r e c ta «de la ley sustancial, como consecuencia de un error de hecho en la apreciación de las pruebas determinadas y en conjunto». La sustentación de la c e n s u ra se edificó s o b re l as s i g u i e n t es p r e m i s a s: (i) El ad quem interpretó e q u i v o c a d a m e n te el «testamento» q ue h a b r ia o t o r g a do el señor López S a y a s, p u es a u n q ue alli no se relacionó a la señora Rodríguez V e g a, e se «manuscrito (...) indica la prevalencia que él le da al núcleo familiar que ostenta con» a q u e l l a. (ii) El t r i b u n al coligió, «a través de suposiciones, que el

señor López Sayas tenía sentimientos de vergüenza, para justificar que no hubiese mantenido públicamente la unión marital de hecho con Kelly Johana (sic) desde el año 2011». (iii) En la s e n t e n c ia i m p u g n a da se a d u ce q ue «con la documental arrimada al proceso se contaba con los elementos probatorios con los que se debía confirmar parcialmente la sentencia, variando los extremos de la existencia de la unión marital de hecho», s in p a r ar m i e n t es en q ue «los documentales (sic) indican la fecha de su expedición, [pero] no la fecha en que el señor López Sayas haya 13 Radicación n° 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01 establecido dicho lugar como su domicilio», y q ue «las fechas que en ellos figuran son posteriores al 3 de julio de 2002 (compra de seguro de vida), y en algunos casos, posteriores al fallecimiento del señor López Sayas». (iv) En el fallo i m p u g n a do existe u na contradicción «en cuanto a la fijación de los extremos de la unión marital entre Jaime Darwin y Kelly Johanna, porque concluye que la misma se consolidó para el 3 de julio de 2012, que no hay lugar a duda alguna, sin embargo, ingresa en el campo de la violación de la ley sustancial por vía indirecta, porque puso a decir al acervo probatorio lo que ésta no dice, por cuanto

ninguno de los medios de prueba indican, con certeza y verdad, que la. unión marital haya iniciado a principios de 2011». 3.2. Examen del cargo. D a do q ue la s e g u n da c a u s al de casación reside en la violación i n d i r e c ta de la l ey s u s t a n c i a l, es n e e e s a r io q ue el r e c u r r e n t e, al s u s t e n t ar su e m b a te p or e s ta via, h a ga r e c a er el dislate d el t r i b u n al en un y e r r o, fáetico o de derecho, d el q ue s u r ja p a t e n te la trasgresión de al m e n os u na n o r ma q ue t e n ga e se linaje. A h o ra b i e n, c o mo lo t i e ne s e n t a do la j u r i s p r u d e n c ia de e s ta S a l a, «(...) una norma es de estirpe sustancial cuando contiene una prescripción enderezada a declarar, crear, modificar o extinguir relaciones jurídicas concretas" (G.J. CLI, pág.254) y por ende carecen de tal connotación "los preceptos materiales que se limitan a definir fenómenos jurídicos, o a precisar los elementos estructurales de los mismos, o los puramente enunciativos o enumerativos, o los procesales, entre ellos, los de disciplina probatoria" (auto 5 de agosto de 2009, exp. 1999 00453 01; 14 Radicación n° 58081-31-84-003-2013-00413-01

reiterado el 12 de abril de 2011, exp. 11001-3103-026-200024058-01)» ( C SJ A C 4 5 9 1 - 2 0 1 8, 19 oct.). A p l i c a n do e s as p r e m i s as al c a r go a n a l i z a d o, r e f u l ge el traspié de la c e n s u r a, p o r q ue en su e x t e n so e s c r i t o, l os q u e r e l l a d os o b v i a r on la citación de l as d i s p o s i c i o n es de d e r e c ho s u s t a n c i al q ue e s t i m a b an t r a s g r e d i d a s s. De h e c h o, se l i m i t a r on a r e l a c i o n ar - d e t a l l a d a m e n t el os y e r r os en la valoración p r o b a t o r ia q ue e n d i l g a ba al t r i b u n a l, p e ro s in especificar qué r e g la jurídica h a b ia s i do q u e b r a n t a da c o mo c o n s e c u e n c ia de t a l es d i s l a t e s. C o n s e c u e n te c on lo cinterior, f u e r za i n a d m i t ir el c a r go en c o m e n t o, p o r q ue la f a l ta de invocación de l os p r e c e p t os

q ue r e c o n o c en el d e r e c ho s u b j e t i vo q ue se dice m e n o s c a b a do p or el fallo q ue se i m p u g na h a ce i n v i a b le c u a l q u i er consideración c r i t i ca r e s p e c to de la s e n t e n c ia d i c t a da c o mo colofón de la s e g u n da i n s t a n c i a. S o b re el p a r t i c u l a r, la j u r i s p r u d e n c ia ha s i do i n s i s t e n te en q u e: «(...) es ineludible para el recurrente, cuando endilga al Tribunal la violación de la ley sustancial, señalar la norma o normas sustanciales que estima violadas, pues de omitir tal exigencia, quedaría trunca la acusación, en la medida en que no podría la Corte, al analizar el cargo propuesto, suplir las falencias en que incurra el casacionista en la formulación de los cargos y, establecer, oficiosamente, cuáles disposiciones materiales habrían sido quebrantadas a consecuencia de los yerros alegados", exigencia que se explica "por ser la demanda pieza fundamental en el recurso de extraordinario, que a manera de carta de navegación, sujeta a la Corte en su tarea de establecer si la sentencia acusada violó o no, la ley sustancial" (auto de 18 de julio 15 Radicación n" 6 8 0 8 1 - 3 1 - 8 4 - 0 0 3 - 2 0 1 3 - 0 0 4 1 3 - 01

de 2002, Exp. 0154-01)» ( C SJ A C, 16 dic. 2 0 0 4, r a d. 1 9 9 61 3 5 1 5 - 0 1 ). C on s i m i l ar orientación, más r e c i e n t e m e n te se reiteró q u e: «(...) el señalamiento de las norma de derecho sustancial transgredidas, alude a un requisito ineludible, por cuanto en la hipótesis de errores probatorios, nada se sacaría con verificar la existencia material de los medios de convicción en el proceso o con fijar su real contenido objetivo, o darles el alcance jurídico respectivo, si no se indica en dónde cabe el ejercicio de subsunción normativa; o si es pacífica una u otra cosa, cuál fue el precepto inaplicado, mal aplicado o indebidamente interpretado. De ahí, su incumplimiento dejaría en el vacío el ataque, al decir de la Sala, en doctrina que mantiene vigencia, "(...) en la medida en que se privaría a la Corte, de un elemento necesario para hacer la confrontación con la sentencia acusada, no pudiéndose, ex officio, suplir las deficiencias u omisiones en que incurra el casacionista en la formulación de los cargos, merced al arraigado carácter dispositivo que estereotipa al recurso de casación" (CSJ. Civil. Sentencia 145 de T de octubre de 2004, expediente 7736)» ( C SJ A C 2 5 1 4 - 2 0 1 7, 24 abr.).

3.3. Conclusión. La d e m a n da p r e s e n ta u na t r a s c e n d e n t al f a l e n c ia técnica, p o r q ue el e x t r e mo d e m a n d a do no señaló cuál o cuáles n o r m as s u s t a n c i a l es habría t r a s g r e d i do el t r i b u n al c o mo c o n s e c u e n c ia de l os e r r o r es fáeticos e s g r i m i d o s, deficiencia de t al c a l a do q u e, p or si sola, i m p i de a la C o r te d e s a r r o l l ar su función c o mo t r i b u n al de casación.

4. Estudio de la demanda de casación interpuesta por la interviniente excluyente.

16 Radicación n° 58081-31-84-003-2013-00413-01 4.1. Formulación del cargo único. Se fincó en la c a u s al p r i m e ra d el a r t i c u lo 3 36 d el Código G e n e r al d el Proceso, d e n u n c i a n do la violación d i r e c ta de «los artículos 1, 2 y 9 de la Ley 54 de 1990». La argumentación de la i m p u g n a n te p u e de c o m p e n d i a r se asi: (i) La unión m a r i t al de h e c ho «no tiene vida, no nace, sino en cuanto que se exprese a través de hechos reveladores, como la

cohabitación bajo el mismo techo, el compartir, el ayudarse y socorrerse mutuamente y enferma permanente, estable y continua, en un proyecto de vida. De allí que se excluyan las relaciones pasajeras, esporádicas, fugaces». (ii) P a ra d e r r u ir e sa característica ( la s i n g u l a r i d a d ), «la relación de pareja que se alegue, debe ser de la misma especie, de similar naturaleza, de las mismas características de que trata la Ley 54 de 1990», y en v e r d ad «en el caso presente, la prueba testimonial muestra con generosidad la convivencia, la unidad, la singularidad y duración que rodearon la vida en común de la señora Luz Myriam Rodríguez Vega con el señor Jaime Darwing López Sayas, lo que permite concluir con certeza que entre los mencionado

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