CSJ - AC2925-2016
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC2925-2016
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2016
C O R TE S U P R E MA DE J U S T I C IA
SALA DE CASACIÓN C I V IL
AC2925-2016 ALVARO FERNANDO GARCÍA R E S T R E PO Magistrado ponente Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 ( A p r o b a do en sesión de diez de febrero de 2 0 1 6) Bogotá, D . C ., dieciséis ( 1 6) de m a yo de d os m il dieciséis (2016).- P r o c e de la S a la a decidir s o b re la a d m i s i b i l i d ad d el libelo p r e s e n t a do p a ra s u s t e n t ar el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación q ue la actora, s o c i e d ad C O N DE APARICIO Y CÍA. S.A., i n t e r p u so frente a la s e n t e n c ia d el 26 de m a r zo de 2 0 1 5, p r o f e r i da p or la S a la Civil d el T r i b u n al S u p e r i or del D i s t r i to J u d i c i al de Bogotá, d e n t ro d el p r o c e so o r d i n a r io a d e l a n t a do p or ella en c o n t ra de SYNGENTA S.A.
A N T E C E D E N T ES
1. En el escrito i n a u g u r al de la c o n t r o v e r s ia se
solicitó, en síntesis, q ue se d e c l a r a ra la simulación de l os Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 c o n t r a t os de "depósito y distribución" s u s c r i t os e n t re C i b aG e i gy C o l o m b i a na S . A ., h oy S y n g e n ta S . A ., y C o n de A p a r i c io y Cía. S.A.; y q ue se r e c o n o c i e ra q ue el v e r d a d e ro acto jurídico a j u s t a do p or ellos e n t re el 1° de e n e ro de 1 9 81 y el 1° de s e p t i e m b re de 2 0 0 5, "fue un único contrato (...) sin solución de continuidad" de agencia m e r c a n t i l. Pidió, además, q ue se d e c r e t a ra la ineficacia de la cláusula décima del negocio r u b r i c a do el 28 de n o v i e m b re de 1 9 8 4; de la décima c u a r ta del a u t e n t i c a do el 9 de m a yo de 1 9 8 9; y de la vigésima c u a r ta d el fechado el 1° de s e p t i e m b re de 2 0 0 2. C o mo secuela de tales súplicas, reclamó q ue se c o n d e n a ra a la a c c i o n a da al p a go de la d e n o m i n a da
"cesantía comercial", e q u i v a l e n te "a la doceava parte del promedio de la comisión o utilidad que (...) recibió en los últimos tres años, por cada uno de los 24 años y 7 meses de vigencia del contrato", la c u al asciende a p r o x i m a d a m e n te a $ 4 . 5 3 6 . 3 5 5 . 1 1 5, más el v a l or de la indexación, los i n t e r e s es legales, los m o r a t o r i os y las costas del proceso. De m a n e ra s u b s i d i a r i a, peticionó q ue l as e s t i p u l a c i o n es c o n t r a c t u a l es c u ya ineficacia pretendió de f o r ma p r i n c i p a l, se p r e g o n a r an "nulas" o s in "efecto alguno" (fls. 3 42 a 3 4 6, cd. 1).
2. El J u z g a do T r e i n ta Civil del C i r c u i to de Bogotá le p u so fin al litigio c on p r o v i d e n c ia del 22 de a g o s to de 2 0 1 4, en la que, de un lado, declaró p r o b a do el c o n t r a to de
2 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 agencia c o m e r c i al celebrado e n t re los e n f r e n t a d os d e s de el 1° de s e p t i e m b re de 2 0 02 h a s ta el 1° de s e p t i e m b re de
2 0 0 5; y de otro, consideró d e m o s t r a da la excepción de prescripción e x t i n t i va de l as prestaciones e m a n a d as d el artículo 1 3 24 del Código de C o m e r c io (fls. 4 2 32 a 4 2 6 0, c d. I M ).
3. I n c o n f o r me c on la a n t e r i or determinación, la a c t o ra la apeló.
Al desatar la alzada, la S a la Civil del T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, en su fallo, que d a ta del 26 de m a r zo de 2 0 1 5, optó p or c o n f i r m ar el del a quo, pero p or d i s t i n t as razones.
4. La d e m a n d a n te i n t e r p u so r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación, q ue luego de q ue f u e ra c o n c e d i do p or el ad quem y a d m i t i do p or esta Corte, aquélla sustentó c on el escrito q ue a h o ra se e x a m i n a.
LA S E N T E N C IA D EL TRIBUNAL E sa Corporación, p a ra a r r i b ar a la referida decisión ratificatoria, en r e s u m e n, estimó:
1. La s o c i e d ad d e m a n d a da no impugnó lo r e s u e l to p or el j u z g a d or de p r i m er grado, respecto a "la existencia de
un contrato de agencia comercial entre los extremos de este litigio desde el 1° de septiembre de 2002 hasta el 1° de septiembre de 3 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 2005", de m a n e ra q ue el análisis de la alzada se contraerá a d e t e r m i n ar si la accionamte t i e ne o no derecho al r e c o n o c i m i e n to de la d e n o m i n a da "cesantía comercial" y, de ser así, si d e s de el 1° de e n e ro de 1 9 81 o s o l a m e n te d e s de la p r i m e ra de l as fechas m e n c i o n a d as -1° de s e p t i e m b re de 2 0 0 2 -.
2. En c o n s o n a n c ia c on lo a n t e r i o r, el s e n t e n c i a d or de p r i m e ra i n s t a n c ia se equivocó c u a n do afirmó q ue "a la parte actora le prescribió el derecho a reclamar de su contraparte" la "cesantía comercial", h a b i da c u e n ta q ue el 3 de agosto de 2 0 10 se interrumpió el término de cinco años c o n s a g r a do en el artículo 1 3 29 del Código de C o m e r c i o, en v i r t ud de la d e m a n da a r b i t r al q ue p r o p u so C o n de A p a r i c io y Cía. S . A.
en c o n t ra de S y n g e n ta S.A., ya q ue el a u to q ue la admitió, le fue n o t i f i c a do a la c o n v o c a da d e n t ro d el año s i g u i e n te de q ue t r a ta el artículo 90 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, lo q ue significa q ue a p a r t ir de e se m o m e n t o, comenzó a c o n t a r se n u e v a m e n te el lapso e x t i n t i v o.
3. Así las cosas, c o mo el escrito q ue le d io o r i g en a este litigio se presentó el 7 de o c t u b re de 2 0 1 1; el proveído q ue impulsó su trámite, f ue conocido p or la a c c i o n a n te el 18 del m i s mo m es y año; y a la a c c i o n a da se le informó de él, el 2 de febrero de 2 0 1 2, "fuerza colegir que no había lugar a declarar la prescripción".
4 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01
4. Lo precedente, s in e m b a r g o, "no implica el éxito de la apelación en estudio", t o da v ez que en el negocio jurídico f i r m a do p or l as partes el 1° de s e p t i e m b re de 2 0 0 2, q ue sirvió de f u n d a m e n to "para solicitar la declaración de un contrato de hecho de agencia comercial, sin solución de
continuidad, desde 1981", la p r o m o t o ra del j u i c io "renunció a la facultad de reclamar (...) las prestaciones económicas que se pidieron en el libelo incoativo de esta tramitación".
5. En efecto, en la cláusula décima de e se c o n t r a t o, se acordó q ue "el [djistribuidor (entiéndase Conde Aparicio y Cía.) de manera independiente y por su propia cuenta e interés, desarrollarfía] las actividades de promoción, publicidad y venta del producto suministrado con el objeto de posicionar en el mercado las marcas comerciales que identifican el producto, a c t i v i d ad por la cual el DISTRIBUIDOR no podrfiaj exigir al PROVEEDOR (Sungenta S.A.) el pago de retribución alguna por este concepto"; agregándose en la estipulación décimo p r i m e ra q ue "el DISTRIBUIDOR renuncia expresamente al ejercicio de toda pretensión, cualquiera que sea su n a t u r a l e z a, que tenga como fundamento las normas legales c o n t e n i d as en el Código de Comercio Colombiano que regulan el contrato de agencia comercial".
6. C o mo q u i e ra q ue la única petición económica r e c l a m a da en la d e m a n d a, f ue la "cesantía comercial" y l os r u b r os q ue a ella acceden; q ue n i n g u na c o n t r o v e r s ia se
5 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01
suscitó en el pleito, en t o r no a la legalidad o eficacia de las cláusulas atrás reproducidas; y q ue en época reciente, la C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia reevaluó su tesis en p u n to a la estirpe de la prestación perseguida en el j u i c i o, p a ra c o n s i d e r a r la a h o ra "un derecho de raigambre eminentemente personal y patrimonial", de d o n de e m a na su carácter abdicable, "fuerza colegir que para el momento en que tuvo su inicio este litigio, la parte actora ya había renunciado a su facultad de reclamar de su contraparte la cesantía comercial de que trata el primer inciso del artículo 1324 del Código de Comercio, contingencia que impone confirmar el fallo apelado, en cuanto negó [su] reconocimiento".
7. P or lo anterior, "resulta inoficioso" e n t r ar "a discernir si la relación contractual cuya existencia declaró el juez de primera instancia inició desde el 1° de septiembre de 2002
(como lo sostuvo dicho fallador), o si, por el contrario, tuvo su génesis desde el 1° de septiembre de 1981 (como insistentemente lo alegó la parte actora)"; p u e s to que, "partiendo de lo que planteó la parte actora en su demanda (en la que se alegó que la relación contractual de la que se habrían derivado los derechos económicos que aquí se reclaman se prolongó, sin solución de continuidad, desde 1981 hasta el año 2005, tal discusión
habría ofrecido alguna utilidad sólo en el escenario de haberse encontrado prósperas las pretensiones de naturaleza pecuniaria que formuló Conde Aparcicio y Cía.", p e ro c o mo "esos pedimentos no podían salir avantes (...), no hay lugar a efectuar pronunciamiento adicional a esos respectos (ver inc. 2°, art. 306, C. deP.C.)". 6 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 LA DEMANDA DE CASACIÓN C o n t i e ne d os cargos, el inicial a p o y a do en la c a u s al s e g u n da del artículo 3 68 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil; y el o t r o, en la p r i m e ra de las m e n c i o n a d as n o r m a s. C A R GO PRIMERO Se acusó la s e n t e n c ia d el ad quem, p or s er i n c o n g r u e n te "en la modalidad de mínima petita, pues dejó sin decidir buena parte de la controversia". En s u s t e n to d el r e p r o c h e, la r e c u r r e n te memoró l as p r e t e n s i o n es p r i n c i p a l es y s u b s i d i a r i as de la d e m a n d a, p a ra luego exponer:
1. El T r i b u n a l, "al adentrarse en las consideraciones de su fallo", negó l os p e d i m e n t os esenciales d el escrito i n t r o d u c t o r io c on el a r g u m e n to de q ue la a c t o ra renunció
"al ejercicio de toda pretensión, cualquiera que sea su naturaleza, que tenga como fundamento las normas legales contenidas en el Código de Comercio que regulan el contrato de agencia comercial" y q u e, p or lo t a n t o, e ra inútil i n m i s c u i r se en el e s t u d io de los demás a s p e c t os del litigio, "con lo cuál dejó de lado" t a n to las súplicas c o n c e r n i e n t es a la simulación de l os n e g o c i os jurídicos a j u s t a d os e n t re los e n f r e n t a d o s, c o mo las r e l a t i v as a la ineficacia de a l g u n as de las e s t i p u l a c i o n es i n c o r p o r a d as en ellos, peticiones c on b a se en l as cuales debió "terminar analizando y decidiendo sobre la procedencia de la pretensión 7 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 económica perseguida en el contrato verdaderamente celebrado y ejecutado y no en el aparente o ficticio".
2. A continuación, señaló q ue al estar p r o b a da la e x i s t e n c ia de la a g e n c ia c o m e r c i al desde el 1" de s e p t i e m b re del 2 0 00 h a s ta el 1° de s e p t i e m b re d el 2 0 0 5, "como lo
dispuso la sentencia de primera instancia, confirmada por el ad quem", le correspondía a éste e x a m i n ar l as a l u d i d as r e c l a m a c i o n es en el m i s mo o r d en p l a n t e a d o, "previo a concluir que la renuncia al ejercicio de toda pretensión efectuada por Conde Aparicio, en uno de los contratos tildados de simulado, era válida, que no lo es, pues diferentes efectos, consecuencias e implicaciones tiene renunciar a una prestación en un contrato denominado depósito y distribución, intermediación mercantil de productosj,] a la renuncia que se da en el marco de una relación de [ajgencia [mjercantil, que a la postre fue la que realmente existió y que ciertamente es renunciable solo a la terminación del contrato, cuando el derecho crediticio a la prestación se incorpora en el patrimonio del agente, siendo por contera irrenunciable antes de la celebración del contrato o durante su ejecución".
3. P a ra cerrar su disertación, argüyó q ue el j u z g a d or de s e g u n da i n s t a n c ia se c o n t r a d i jo al t r a er a colación la s e n t e n c ia d el 19 de o c t u b re de 2 0 11 p r o f e r i da p or e s ta Corporación - de la q ue citó un f r a g m e n t o -, ya q ue su laborío "fue bastante austerjoj", al l i m i t a r se "sencillamente a transcribir" parte d el a l u d i do fallo, "sin hacer mayores
esfuerzos en analizar el alcance de la simulación demandada y su incidencia o extensión a las cláusulas de renuncia". 8 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 C A R GO SEGUNDO C on s u s t e n to en el n u m e r al 1° d el artículo 3 68 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, se reprochó la decisión c o m b a t i da p o r q ue quebrantó i n d i r e c t a m e n te el artículo 1 7 66 d el Código Civil, c o mo c o n s e c u e n c ia de "evidentes y trascendentes errores de hecho en la apreciación de la demanda".
1. A d u jo el i m p u g n a n te q ue el T r i b u n al desacertó al e n t e n d er "el verdadero sentido y alcance de la demanda", d a do q ue despreció p or c o m p l e to lo r e a l m e n te b u s c a do c on ella, p u es "ningún pronunciamiento le mereció la pretensión de simulación de los contratos celebrados por las partes, espina medular del debate procesal".
S o s t u vo q ue en dicho escrito, se suplicó la declaración de a p a r i e n c ia de l os actos jurídicos s u s c r i t os p or l os e n f r e n t a d o s, "denominados depósito, distribución e intermediación mercantil de productos", de s u e r te q ue debió definirse en el litigio q ue el negocio r e al "era de agencia
comercial, con derecho a la prestación económica contenida en el articulo 1324 del Código de Comercio".
2. T r as explicar lo q ue es un a c u e r do de v o l u n t a d es ficto, señaló q ue l as p r u e b as q ue r e p o s an en el proceso, c o mo "lo advirtió en parte el a quo en su sentencia de primer grado", d e m u e s t r an q ue las litigantes, desde 1 9 8 1, c r e a r on c o n v e n i os fingidos de "depósito, distribución e intermediación
9 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 mercantil de productos^] cuando en realidad lo que se estaba llevando a cabo era una verdadera agencia comercial". También se acreditó q ue l os c o n t r a t os s i m u l a d os f u e r on p r e p a r a d os y redactados p or la d e m a n d a d a, "limitándose el agente a adherirse" a los m i s m o s, habiéndose i m p u e s to en el último de ellos, la m e n t a da "renuncia a la prestación económica del artículo 1324 del Código de Comercio".
3. Añadió q ue en los s u p u e s t os en los q ue se revela la v e r d a d e ra intención de l os e s t i p u l a n t e s, "es claro que de ese contrato simulado no queda nada, desaparecen todos sus efectos y surge para las partes negocíales el derecho a reclamar
las consecuencias del contrato verdaderamente celebrado".
4. D i jo q ue a pesar de que la pretensión p r i n c i p al de la d e m a n da se apoyó en la simulación de los referidos actos jurídicos, el ad quem no profundizó en su e s t u d i o, p a ra d e t e r m i n ar si, en el caso concreto, convergían "los elementos propios de esta y sus efectos", p u es de h a b e r lo e n c o n t r a do así, "se puede decir", q ue l os negocios "son absolutamente nulos (...), es decir, sin efecto alguno, lo que obviamente se debía extender" a la cláusula en v i r t ud de la c u al se dimitió de los d e r e c h os p a t r i m o n i a l es i n h e r e n t es a la agencia m e r c a n t i l.
5. En c o m p l e m e n to de lo q ue antecede, indicó q ue el p o s t u l a do de la c o n g r u e n c ia es a q u el "principio normativo que delimita el contenido de las resoluciones judiciales que deben proferirse de acuerdo con el sentido y alcance de las peticiones
10 Radicación n" 11001-31-03-030-2011-00571-01 formuladas por las partes", de m a n e ra q ue el fallador a ello h u bo de a t e n e r se y, p or consiguiente, debió a n a l i z ar y decidir - p r i m e r a m e n t e -, lo relativo al p e d i m e n to de
a p a r i e n c ia de los negocios jurídicos, "para de ahí determinar que la renuncia contemplada en esos contratofsj simulados corría la misma suerte de [ellos], naciendo entonces una agencia comercial con derecho para el agente a recibir la remuneración económica del artículo 1324 del Código de Comercio, pues de la declaratoria de simulación dependían las demás pretensiones".
CONSIDERACIONES
1. S ea lo p r i m e ro precisar q u e, s i g u i e n do l os d e r r o t e r os e x p r e s a m e n te consagrados en l os artículos 6 24 - m o d i f i c a t o r io del artículo 40 de la Ley 1 53 de 1 8 8 7y 6 25 del Código G e n e r al del Proceso, vigente a p a r t ir del 1° de e n e ro del año en c u r s o, según previsión c o n t e n i da en el A c u e r do P S A A 15 - 1 0 3 92 d el 1° de o c t u b re de 2 0 1 5, e x p e d i do p or la S a la A d m i n i s t r a t i va del C o n s e jo S u p e r i or de la J u d i c a t u r a, e s ta Corporación asumirá el e s t u d io de la i d e n t i f i c a da d e m a n da de casación c on sujeción a l as n o r m as q ue e s t a b an vigentes al m o m e n to de la interposición d el referido r e c u r so e x t r a o r d i n a r i o, en
concreto, l as d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, c o n s i d e r a d as l as q ue lo r e f o r m a r on y /o a d i c i o n a r on c on a n t e r i o r i d ad a la m e n c i o n a da fecha.
2. En el cargo p r i m e r o, c o mo ya se señaló, se denunció la i n c o n g r u e n c ia d el fallo d el T r i b u n a l,
11 Radicación n" 11001-31-03-030-2011-00571-01 e s e n c i a l m e n t e, p o r q ue d i c ha a u t o r i d ad no resolvió l as p r e t e n s i o n es p r i n c i p a l es d el libelo i n t r o d u c t o r i o, e n c a m i n a d as a q ue se declarara, de un lado, la simulación de los c o n t r a t os allegados c o mo b a se de la acción y, de o t r o, la infirmación de a l g u n as de s us cláusulas, t o da v ez que, pese a la denominación q ue se dio a tales c o n v e n i o s, ellos en v e r d ad se refieren a u na "agencia comercial", q ue existió e n t re las p a r t e s, s in solución de c o n t i n u i d a d, d e s de el 1° de e n e ro de 1 9 81 y h a s ta el 1° de s e p t i e m b re de 2 0 0 5.
En c u a n to h a ce a d i c ha c e n s u r a, se e n c u e n t ra q ue la i m p u g n a n te carece de interés p a ra p r o p o n e r l a, p or l as r a z o n es q ue p a s an a explicarse: 2 . 1. C on arreglo a lo e s t a t u i do en el artículo 3 65 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, p r o p io es a f i r m ar q ue es i m p e r a t i v o, respecto de t o d as y c a da u na de las a c u s a c i o n es c on las q ue se s u s t e n te el r e c u r so de casación, q ue q u i en las alegue, esté l e g i t i m a do p a ra p r o p o n e r l a s. D i c ho interés está d e t e r m i n a d o, de un lado, p or el carácter desfavorable que, p a ra q u i en así c u e s t i o ne un fallo de i n s t a n c i a, t e n ga la p o s t u ra a s u m i da p or el s e n t e n c i a d or objeto d el a t a q u e; y, de o t r o, p o r q ue el i n c o n f o r me no la h a ya c o n v a l i d a d o, e x p r e sa o tácitamente, de m o do q ue e n c u e n t re cerrado el p a so p a ra edificar en t o r no de ella el r e p r o c he e x t r a o r d i n a r io de q ue se trata.
12 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 Así, lo ha sostenido la C o r te al precisar q ue "es requisito indispensable que la parte que por esta vía recurre, tenga interés en la impugnación (G.J. Tomo LXIV, pág. 792), es decir, que frente a la resolución cuya infirmación se propone obtener, considerada esta última desde el punto de vista de sus efectos prácticos determinados por las providencias en ella adoptadas por el órgano jurisdiccional en orden a juzgar sobre el fundamento del litigio, ha de encontrarse dicho recurrente en una relación tal que le permita conceptuarse perjudicado u así justiñcar su actuación encaminada a pedir la tutela que el recurso de casación dispensa. Significa esto que el interés del cual viene haciéndose mérito está dado por el vencimiento total o parcial que para la parte representa el contenido decisorio del fallo definitivo de instancia, vencimiento que según definición prohijada por autorizados expositores (...) se resuelve en el contraste concreto entre ese contenido u el interés desplegado por quien recurre durante el curso del proceso, desde luego en la medida en que no haya renunciado a hacer valer ese interés, de manera pues que el vencimiento está fincado en la lesión actual, clara y terminante que la sentencia discutida le ocasiona, pero queda de suyo excluido \.. por la adhesión a dicha lesión que puede ser fruto de una renuncia expresa o tácita o conÜQurarse también desde un
principio o en forma sobrevifnjiente" ( C S J, SC del 7 s e p t i e m b re de 1 9 9 3, R a d. n°. 3 4 7 5, GJ C C X X V, pág. 4 3 3; r e i t e r a da en s e n t e n c ia d el 30 de n o v i e m b re de 2 0 1 1, R a d. n°. 2 0 0 00 0 2 2 9 - 0 1; se subraya). 2.2. Revisado el proceso, se e n c u e n t ra q ue en el fallo de p r i m e ra i n s t a n c i a, no se h i zo p r o n u n c i a m i e n to expreso sobre la simulación d e p r e c a da en la d e m a n d a, ni 13 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 respecto de la invalidación de a l g u n as de s us estipulaciones, i g u a l m e n te allí solicitada. En efecto, el a quo dirigió su e s t u d io a establecer si c a da u no de los tres c o n t r a t os allegados en r e s p a l do de la acción, e r an o no de agencia comercial, evaluación q ue halló p o s i t i va s o l a m e n te frente al último, razón p or la c u al reconoció la e x i s t e n c ia e n t re l as p a r t es de d i c ho vínculo "desde el 1° de septiembre de 2002 y hasta el 1° de septiembre
de 2005" y, adícíonalmente, lo negó p or el t i e m po r e s t a n te p e d i do p or la a c t o ra ( p u n to 1° de la p a r te resolutiva). En armonía c on lo a n t e r i o r, el j u z g a do de c o n o c i m i e n to estimó q ue el i n d i c a do negocio jurídico, terminó en la s e g u n da de las fechas atrás m e n c i o n a d as ( p u n to 2°). Y, f i n a l m e n t e, se ocupó de la prescripción e x t i n t i va e x c e p c i o n a da en c u a n to h a ce a la reclamación de la prestación c o n s a g r a da en el artículo 1 3 24 d el Código de C o m e r c i o, m e c a n i s mo defensivo q ue encontró próspero y que, p or lo m i s m o, acogió ( p u n to 3°). 2.3. Al f o r m u l ar la alzada, la a c t o ra expresó: Los puntos concretos sobre los que discrepo de la sentencia y que son materia de apelación son los siguientes que desarrollaré en el traslado durante la segunda instancia.
1. Declarar tan solo probada la existencia del contrato de agencia comercial celebrado para el período comprendido entre el 1 de septiembre de 2002 y 1 de septiembre de
2005. 14 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01
2. Haberse abstenido, lo que implica negar la existencia del contrato de agencia comercial durante el período comprendido entre el 1 de enero de 1981 y 1 de septiembre de 2002, dejándolo subsistente tan solo para el periodo reconocido en la sentencia, y como consecuencia de lo anterior, afectar la solución de continuidad contractual de la agencia comercial durante el mismo lapso.
3. Una total discrepancia con el reconocimiento de la excepción extintiva de la acción y los derechos derivados del contrato de agencia comercial, pues el material fáctico aportado al proceso acredita que esta fue interrumpida real y materialmente con la notificación de la demanda que se hiciera de la convocatoria y demanda arbitral, frente a la cual, adicionalmente, hubo una contestación de dicha demanda y se trabó la relación jurídica procesal que fue al traste por la negativa de Syngenta de pagar los honorarios de los árbitros y los estipendios del tribunal de arbitramento, acto que abrió las puertas y obligó a concurrir ante la jurisdicción civil ordinaria.
La anterior conducta tiene sus efectos jurídicos y la interrupción de la prescripción trae como consecuencia que deba precederse de nuevo al cómputo del término. 2.4. Es ostensible, entonces, q ue a n te el silencio q ue el a quo guardó frente a las solicitudes dirigidas a q ue se d e c l a r a r a n, p or u na parte, s i m u l a d os l os c o n v e n i os a j u s t a d os p or las litigantes y, p or otra, ineficaces a l g u n os
de s us p u n t o s, la g e s t o ra d el pleito, en la a l z a da q ue i n t e r p u s o, no elevó a t a q ue a l g u n o, c o m p o r t a m i e n to q ue d e n o ta su c o n f o r m i d ad c on t al omisión y d el q ue p u e de inferirse la convalidación de la m i s m a. 2.5. Ningún interés, p or lo tamto, acompaña a la d e m a n d a n t e, p a ra q ue en casación, le r e p r o c h a ra al 15 Radicación n" 11001-31-03-030-2011-00571-01 T r i b u n al p or no h a b er decidido sobre l as i n d i c a d as súplicas, l as cuales, v a l ga acotarlo, d i c ha Corporación no podía a s u m i r, p or las r e s t r i c c i o n es a q ue e s t a ba s u j e ta su c o m p e t e n c i a, t o da v ez q ue s on l os a p e l a n t es q u i e n es "delinean, mediante protesta explícita asentada en la sustentación de la alzada, aquellos aspectos de la sentencia impugnada que piden sean examinados por el ad quem" ( C S J, SC d el 28 de j u n io de 2 0 1 3, R a d. n°. 1 9 9 8 - 0 5 9 7 0 - 0 1 ), de m o do q ue al exteriorizarse las r a z o n es de la d i s c o n f o r m i d a d,
q u e d an "zonas del litigio por fuera de la impugnación, a las cuales el juez no puede acceder mediante una actividad inquisitiva que le permita sustituir al recurrente en la delimitación del 'objeto' del recurso" ( C S J, SC del 8 de s e p t i e m b re de 2 0 0 9, R a d. n°. 2 0 0 1 - 0 0 5 8 5 - 0 1 ). 2.6. S o b re el p u n t o, c o n v e n i e n te es m e m o r ar "que en tanto 'no es posible traer al recurso extraordinario asuntos sobre los cuáles no se haya discutido en la segunda instancia por no haber sido objeto de apelación, y por haber sido aceptada por el recurrente la decisión sobre ellos tomada por el fallador de la primera instancia, toda alegación que sobre estos particulares se produzca en casación queda en el vacío...' (Casación Civil de 26 de octubre de 1964 y 29 de abril de 1975}" ( C S J, SC d el 7 de s e p t i e m b re de 1 9 9 3, R a d. n°. 3 4 7 5, GJ C C X X V, pág. 4 3 4 ). 2.7. La deficiencia técnica en p r e c e d e n c ia a d v e r t i d a, i m p i de q ue el cargo a n a l i z a do p u e da recibir i m p u l s o.
3. En lo t o c a n te c on la o t ra acusación - s e g u n d a -, c a b en los s i g u i e n t es c o m e n t a r i o s:
16 Radicación n° 1.1001-31-03-030-2011-00571-01 3 . 1. C o mo q u i e ra q ue m e d i a n te ella, también se combatió la c i r c u n s t a n c ia de q ue el T r i b u n al no desató la petición de simulación a q ue se c o n c r e t a r on l as p r e t e n s i o n es p r i n c i p a l es d el escrito i n a u g u r a l, es dable aseverar la falta de interés de la c a s a c i o n i s ta p a ra su formulación, c o n f o r me a s i m i l a r es r a z o n es a l as atrás e s b o z a d a s. 3.2. E n d e r e z a do p or la vía i n d i r e c ta y fincado en la i n d e b i da ponderación de la d e m a n d a, e ra de la carga de su a u t or efectuar el "cotejo entre el cuerpo del libelo y la hermenéutica que de él hizo el sentenciador, porque sólo así podrá establecerse la configuración del yerro y si éste colma las condiciones impuestas por la ley (manifiesto y trascendente), quedando restringida la tarea de la Sala al derrotero que en aspecto tan puntual brinde el recurrente, y que constituye el campo en el que se desenvuelve la demostración del quebranto" ( C S J, SC del 23 de s e p t i e m b re de 2 0 0 4, R a d. n°. 7 2 7 9 ).
E se d e b er aparece i n c u m p l i d o, p u es el censor no se refirió al c o n t e n i do objetivo del escrito g e n e r a t r iz del pleito y, m u c ho m e n o s, lo contrastó c on lo q ue de él infirió, o debió colegir el ad quem, amén q ue omitió t o da explicación r e l a c i o n a da c on la i n c i d e n c ia del y e r ro en la p a r te r e s o l u t i va del fallo c u e s t i o n a d o. 3.3. Se agrega, q ue l os p l a n t e a m i e n t os de la acusación m a t e r ia de estos c o m e n t a r i o s, s on desenfocados, "en la medida en que no guardafnj una estricta u adecuada consonancia con lo esencial de la motivación que se pretende 17 Radicación n° 11001-31-03-030-2011-00571-01 descalificar" (CSJ, a u to d el 18 de d i c i e m b re de 2 0 0 9, R a d. n°. 2 0 0 1 - 0 0 3 8 9 - 0 1; se s u b r a y a ). C i e r t a m e n t e, la razón c a r d i n al p a ra q ue el j u z g a d or de s e g u n da i n s t a n c ia r a t i f i c a ra la determinación a d o p t a da p or el a quo, radicó en q ue la sociedad C o n de Aparicio y Cía.
S.A. renunció e x p r e s a m e n t e, en l os p u n t os décimo y undécimo del c o n t r a to de agencia c o m e r c i al q ue celebró c on la d e m a n d a da el 1° de s e p t i e m b re de 2 0 0 2, al derecho a r e c l a m ar c u a l q u i er retribución o beneficio económico derivado de dicho vínculo m e r c a n t i l, estipulaciones c u ya validez no fue c o n t r o v e r t i da en el proceso. P or su parte, en el c o m e n t a do reproche, su a u t o ra se limitó a aducir, en lo f u n d a m e n t a l, q ue el T r i b u n al no resolvió la pretensión de simulación p r o p u e s t a, c on lo c u al "[ojmitió que estando en presencia" de u n os actos jurídicos fingidos, estos e r an "absolutamente nulos (...), es decir, sin efecto alguno, lo que obviamente se debfiój extender" a l as e n u n c i a d as cláusulas. D el cotejo e n t re el a r g u m e n to m e d u l ar de la s e n t e n c ia c o m b a t i da y l os p l a n t e a m i e n t os s u s t e n t a n t es de la acusación,
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