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CSJ - AC3052-2019

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AC3052-2019
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2019

República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de Casación CMI

LUIS ALONSO RICO PUERTA

Magistrado Ponente AC3052-2019 Radicación n° 05Ó01-31-03-007-2015-00968-01 (Aprobado en sesión de seis de m a r zo de dos m il diecinueve) Bogotá, D . C ., p r i m e ro (1°) de agosto de d os m il diecinueve (2019). La C o r te p r o c e de a decidir sobre la admisión de la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or B e a t r iz M e sa de Villegas, f r e n te a la s e n t e n c ia de 30 de e n e ro de 2 0 18 p r o f e r i da p or la S a la C i v il del T r i b u n al S u p e r i or del D i s t r i to J u d i c i al de Medellín d e n t ro del proceso v e r b al p r o m o v i do p or la r e c u r r e n te c o n t ra S e g u r os C o m e r c i a l es Bolívar S. A.

1. ANTECEDENTES

1. Pretensiones Se f o r m u l a i - on las siguientes: Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01

(i) D e c l a r ar la existencia de un c o n t r a to de seguro e n t re la d e m a n d a da y Lérida C D O, «cuyo beneficiario oneroso fue

BANCOLOMBIA S.A. por el valor del crédito de la construcción de la fase 6 de SPACE al momento del siniestro.» (ii) Se declare la e x i s t e n c ia de «un siniestro indemnizable en los términos de la póliza Todo Riesgo Construcción N° 1563-1343322 y en consecuencia Seguros Comerciales Bolívar S. A. está obligada a reconocer al beneficiario oneroso y/o ala cesionaria de los derechos del beneficiario oneroso en la póliza mencionada» la s u ma de $ 3 . 4 6 0 . 0 0 0 . 0 00 «o lo que se pruebe en el curso del proceso». C o n s e c u e n c i a l m e n t e, se c o n d e ne a la c o n v o c a da a pagarle a la p r e t e n s o ra e sa s u ma d i n e r a r i a, c on l os intereses m o r a t o r i os a la t a sa máxima legal, c a u s a d os «a partir del momento de la reclamación formal hasta el efectivo pago»; además de las costas procesales. (iii) S u b s i d i a r i a m e n te se reclamó declarar q ue la accionada está obligada a «reconocer y pagar el siniestro reclamado en los términos de la póliza Todo Riesgo Construcción N° 1563-1343322 en favor del beneficiario oneroso o sus cesionarios». (iv) C o mo s e g u n da s u b s i d i a r i a, declarar q ue la e n t i d ad

c o n v o c a da «es civilmente responsable de los daños y perjuicios causados a la señora BEATRIZ MESA de VILLEGAS por el no pago de los valores derivados del contrato de seguro, póliza Todo Riesgo Construcción N° 1563-1343322 en favor del beneficiario oneroso a consecuencia del siniestro.», y q ue se le c o n d e ne a p a g ar a la a c t o ra la s u ma de $ 3 . 4 6 0 . 0 0 0 . 0 00 «o lo más que se pruebe en el proceso, más los intereses moratorios sobre esta suma desde que fue 2 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01 requerida hasta su efectivo pago, a la tasa máxima permitida», y l as costas procesales.

2. Fundamentos fácticos.

En el año 2 0 0 7, la sociedad Lérida C o n s t r u c t o ra de O b r as S. A. (CDO) inició un proyecto de construcción de a p a r t a m e n t os d e n o m i n a do Space, en la C a r r e ra 24 D # 10 E1 20 de Medellín, c o n f o r m a do por 6 «fases». El 29 de a b r il de 2 0 1 1, la d e m a n d a da expidió la póliza T o do Riesgo Construcción N° 1 5 6 3 - 1 3 4 3 3 2 2 - 0 1, c on vigencia

d e s de el 18 de a b r il de 2 0 11 h a s ta el 17 de a b r il de 2 0 1 2, pero fue p r o r r o g a da y m o d i f i c a da v a r i as veces; la t o m a d o ra y beneficiarla fue la c i t a da e m p r e sa c o n s t r u c t o r a. E n t re los a m p a r os del a l u d i do seguro, están u no básico que c o m p r e n de «Cualquier evento no asegurable bajo los amparos adicionales siguientes, no excluido expresamente en la condición segunda de la presente póliza», c on u na c o b e r t u ra de $ 6 . 9 5 8 . 9 1 6 . 0 4 7, p a ra el 12 de o c t u b re de 2 0 1 3; y la q ue se denominó «Cobertura D», q ue comprendía «Daños a la obra causados directamente por el contratista, durante las operaciones llevadas a cabo con el propósito de dar cumplimiento a sus obligaciones derivadas de la cláusula de mantenimiento del respectivo contrato.». En razón de un «crédito rotativo para construcción» concedido p or B a n c o l o m b ia a Lérida C o n s t r u c t o ra de O b r as S. A., e s ta endosó el referido seguro a e sa e n t i d ad financiera, c o mo 3 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01

«beneficiaña onerosa», p or «el monto de la deuda a la fecha del siniestro», el 31 de enero de 2 0 1 2. El 12 de o c t u b re de 2 0 12 se desplomó «la fase 6 de SPACE y se presentaron serias afectaciones en las demás torres de la copropiedad». La a c t o ra «pagó a BANCOLOMBIA S.A., (...} de su propio peculio, sin asumir obligación de LERIDA CDO S.A. ni en representación de LERIDA CDO S.A., la suma de tres mil cuatrocientos sesenta millones de pesos ($3460.000.000) (...) del crédito rotativo»; razón p or la c u a l, esa e n t i d ad le cedió a a q u e l la «todos los derechos que (...) tuviera como BENEFICIARIO ONEROSO en la póliza N° 1563-1343322 expedida por Seguros Comerciales Bolívar S. A., es decir, los derechos que el pago de dicho crédito le conferían a la reclamación de los dineros que constituían el saldo de la obligación por la construcción del proyecto SPACE 6 en favor de BANCOLOMBIA S.A. y todos los demás derechos relacionados, lo que fue notificado por parte de BANCOLOMBIA S.A. a la aseguradora en septiembre de 2015.» El 4 de s e p t i e m b re de 2 0 1 5, la c o n v o c a n te presentó a n te la A s e g u r a d o ra d e m a n d a da reclamación f o r m al p or el

siniestro, p e ro no h u bo r e s p u e s t a, ni o b j e t a n do f o r m a l m e n t e, ni h a c i e n do el r e c o n o c i m i e n to y pago del v a l or solicitado.

3. Actuación procesal El libelo f ue a d m i t i do el 15 de o c t u b re de 2 0 1 5, m e d i a n te proveído l e g a l m e n te notificado a la c o n v o c a d a.

4 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01 La a c c i o n a da replicó en d e b i da o p o r t u n i d ad f o r m u l a n do t o t al oposición a t o d as l as p r e t e n s i o n e s, y p r o p o n i e n do e x c e p c i o n es así: «falta de legitimación en la causa por activa», «nulidad del contrato de seguro, por incumplimiento en las obligaciones de garantía - violación de normas de sismorresistencia en la construcción», «terminación del contrato de seguro, por incumplimiento en las obligaciones de garantía», «riesgo excluido en la póliza expedida por seguros comerciales Bolívar S. A.», e «inexistencia absoluta de amparo respecto de los hechos narrados en la demanda».

4. La sentencia de primer grado.

C u m p l i do el trámite del proceso, el 23 de n o v i e m b re de.

2 0 1 6, el J u z g a do Séptimo Civil del C i r c u i to de O r a l i d ad de Medellín dictó s e n t e n c ia de p r i m e ra i n s t a n c ia en la c u al negó t o d as las p r e t e n s i o n es c o n t e n i d as en la d e m a n da y condenó en costas a la c o n v o c a n t e.

5. La sentencia impugnada La p a r te a c t o ra i n t e r p u so r e c u r so de apelación.

T r a m i t a da la s e g u n da i n s t a n c i a, en fallo e m i t i do el 31 de e n e ro de 2 0 1 8, el ad quem confirmó el de p r i m er grado, y condenó en costas a la i m p u g n a n t e. Al i n i c i ar las c o n s i d e r a c i o n e s, el T r i b u n al enunció l os p r o b l e m as jurídicos de los c u a l es debía o c u p a r s e, a t e n d i e n do a l os r e p a r os c o n c r e t os f o r m u l a d os p or la r e c u r r e n t e, y acometió el e s t u d io de la c o n t r o v e r s ia p l a n t e a d a. 5 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01

L as p r e m i s as en q ue fundó la decisión se p u e d en sintetizar y p r e s e n t ar así: (i) L as cláusulas de garantía en el c o n t r a to de seguro están r e g u l a d as en el artículo 1 0 61 del Código de C o m e r c i o. (ii) La q ue sirvió de soporte p a ra q ue la p r i m e ra i n s t a n c ia d e c l a r a ra la n u l i d ad del c o n t r a to de seguro, es la q ue se refiere a diseños, q ue c o n s ta en el d o c u m e n to de «anexos» en el folio 21 del c u a d e r no p r i n c i p a l. (iii) El alcance y r e al c o n t e n i do de la cláusula es q ue los diseños d e b en s er h e c h os a t e n d i e n do a l as n o r m as de s i s m o r r e s i s t e n c ia y p or p e r s o n al idóneo exigido allí; de no ser así, es un a t e n t a do a la ética p or i n c u m p l i m i e n to de l as obligaciones profesionales. (iv) Es c o m p r e n s i b le y n o r m al q ue se i n c l u y an cláusulas c o mo garantía de q ue los c o n s t r u c t o r es h an c u m p l i do c on la n o r m a t i va q ue los rige, «o que la cumplirá, como ocurre precisamente

con las normas colombianas de diseño y construcción sismorresistentes» (v) «Para determinar si estamos en presencia de una nulidad o de una terminación del contrato de seguro por parte de la compañía de seguros, basta con establecer si la información o negación de la existencia de esa situación de hecho es anterior al acto, como precisamente ocurre en este caso, con los diseños estructurales para la construcción de la etapa 6 o el edificio 6 de la Unidad Residencial Space.» 6 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01 (vi) C on f u n d a m e n to en la resolución de curaduría u r b a na q ue concedió la licencia de construcción y l os t e s t i m o n i os de l os ingenieros civiles Julián A l b e r to Vélez M u r i l lo y M i g u el A n t o n io C h a r ry Rodríguez, c o n c l u ye q ue ya existíari los diseños e s t r u c t u r a l es y no e s t r u c t u r a l es c u a n do se contrató el seguro. (vii) «De lo anterior se sigue que LERIDA CONSTRUSCTORA DE OBRAS S.A., tomador y asegurado en el contrato de seguro incumplió la cláusula de garantía; pues, a pesar de que garantizó la existencia de diseño, según las normas colombianas de diseño y construcción sismorresistentes, lo cierto es que los mismos no cumplían con esa normatividad (...)» (viii) «Bajo estas circunstancias, no queda duda de la

configuración de la nulidad invocada por la parte demandada como excepción y reconocida en la sentencia de primer grado.» (ix) No se configuró la excepción de prescripción de la acción en el c o n t r a to de seguro. (x) D i jo q ue no había cláusula a b u s i va p o r q ue no tipifica lo d i s p u e s to en el artículo 42 d el e s t a t u to de c o n s u m i d o r; ^apenas resulta normal que en situaciones como la presente, las compañías de seguro no solo pacten sino que además exijan tales garantías, las cuales no son ajenas a la demandada en razón del objeto social que desarrolla; incluso no es de extrañar que en otros contratos de seguro como el presente, se hayan acordado tales cláusulas». (xi) "Por las circunstancias particulares que se vienen exponiendo quedan sin soporte la queja de la recurrente en el sentido de que no se 7 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01 informó y discutió dicha cláusula en el periodo precontractual asaltando la buena fe de la tomadora asegurada, pues en verdad si el accedente ya había celebrado contrato de seguros con anterioridad al que es sujeto de discusión y similares en cuanto a su objeto y contenido y más porque éste es su objeto social no se advierte la necesidad de una información rigurosa como la que se propone, pues sí se requiere y es indispensable para los que no son profesionales o que excepcionalmente no contratan

un seguro. Ahora, la afirmación de que tales cláusulas se impusieron luego de perfeccionar el contrato de seguro además de que seria una modificación a éste no están probadas en el proceso.»

6. La demanda de casación Se f o r m u l an tres cargos: u no c on f u n d a m e n to en la c a u s al p r i m e ra del artículo 3 36 d el C. G. P., p or violación directa de la l ey s u s t a n c i al p or aplicación i n d e b i da de l os preceptos 1 0 61 del Código de C o m e r c io y 37 de la Ley 1 4 8 0; otro, c on apoyo en la c a u s al s e g u n da de la m i s ma n o r m a, a c u s a n do violación i n d i r e c ta de las disposiciones 1 0 61 y 37 citadas, p or error de derecho que consistió en no aplicar las reglas p r o b a t o r i as q ue citó; y el último, i n v o c a n do la m i s ma causal, y conculcación de idénticas preceptivas, pero p or error de h e c ho «manifiesto y trascendente en la apreciación de una determinada prueba».

II. CONSIDERACIONES

1. Régimen del recurso extraordinario.

C a be advertir q ue el r e c u r so de casación f o r m u l a do en este caso se p r o p u so en vigencia d el Código G e n e r al d el 8 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01

Proceso, de m a n e ra q ue t o do lo c o n c e r n i e n te al m i s mo se rige p or e s ta n o r m a t i v a.

2. Fundamentación de la demanda de casación.

En v i r t ud del carácter e x t r a o r d i n a r io del citado m e d io i m p u g n a t i vo y la f i n a l i d ad d el m i s m o, el legislador ha i m p u e s to exigentes r e q u i s i t os f o r m a l es p a ra la a d e c u a da estructuración de la d e m a n d a. La fundamentación técnica de las c a u s a l es a u t o r i z a d as p a ra c i m e n t ar el «recurso de casación», exige o c o m p o r ta d e m o s t r ar los dislates del j u z g a d or de s e g u n da i n s t a n c i a, q ue p u d i e r on h a b er c o m p r o m e t i do la legalidad de la decisión c u e s t i o n a d a, t a n to en la aplicación de las n o r m as de derecho s u s t a n c i al (yerros in judicando), c o mo las relativas al derecho procesal (errores in procedendo). En e se c o n t e x t o, el artículo 3 44 del Código G e n e r al del P r o c e so ha fijado l os r e q u i s i t os p a ra la a d e c u a da sustentación de la «demanda de casación», d e n t ro de los cuales

se h a l l an los siguientes: La formulación p or s e p a r a do de los respectivos cargos, c on la especificación de f o r ma clara, p r e c i sa y c o m p l e ta de los f u n d a m e n t os de c a da acusación. En caso de p l a n t e a r se la infracción de las n o r m as de d e r e c ho s u s t a n c i al r c g u l a t o r i as del a s u n to m a t e r ia del litigio, c o mo consecuencia de errores jurídicos (vía directa), o yerros 9 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01 fácticos o de derecho (senda indirecta), ya sea p or aplicación i n d e b i da o p or la preterición de las m i s m a s, es i n d i s p e n s a b le i n c l u ir la disposición legal que, c o n s t i t u y e n do b a se esencial del fallo i m p u g n a do o h a b i e n do d e b i do serlo, h a ya sido infringida, s in q ue se r e q u i e ra i n t e g r ar u na proposición jurídica c o m p l e t a. C u a n do se p l a n t ea la violación i n d i r e c t a, q ue c o m p r e n de los s u p u e s t os de la c a u s al s e g u n da c o n t e m p l a da

en el precepto 3 36 ibídem, p or e r r o r es de h e c ho y de derecho, no es a d m i s i b le referirse a aspectos fácticos no debatidos en las Ínstamelas. Tratándose de «error de derecho», se exige señalar las n o r m as p r o b a t o r i as c o n s i d e r a d as t r a n s g r e d i d as y u na explicación s u c i n ta de la m a n e ra en q ue lo f u e r o n. En el evento de invocarse «error de hecho», deberá m a n i f e s t a r se en qué consiste y cuáles s on en concreto las p r u e b as o piezas procesales sobre las q ue recayó el y e r ro en la actividad de apreciación de su c o n t e n i do m a t e r i a l. A f in de p r o b ar el desacierto fáctico, habrá de evidenciarse q ue respecto d el escrito i n t r o d u c t o r io d el proceso, su contestación o los m e d i os de p r u e b a, h u bo pretermisión o suposición t o t al o p a r c i al de tales e l e m e n t os de juicio, o alteración de su c o n t e n i do m a t e r i a l, ya p or adición o c e r c e n a m i e n to de expresiones o frases, o tergiversación a r b i t r a r ia o ilógica del respectivo texto. 10 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01

I g u a l m e n t e, se debe especificar lo i n f e r i do p or el j u z g a d or d el respectivo m e d io de p r u e ba y señalar el c o n t e n i do m a t e r i al del m i s m o, p a ra de esa m a n e ra revelar o exteriorizar en qué consistió la alteración de la p r u e b a. En el e v e n to de f u n d a r se la crítica en la preterición u omisión de apreciar p r u e b as i n c o r p o r a d as al p l e n a r i o, se r e q u i e re identificar el respectivo m e d io de convicción, así c o mo su t e x to en a q u e l lo q ue g u a r de relación c on los h e c h os referidos c o mo no a c r e d i t a d os en el fallo i m p u g n a do y q ue t e n g an i n c i d e n c ia en la decisión a d o p t a d a. El c e n s or tiene también la carga de evidenciar la t r a s c e n d e n c ia d el dislate en el s e n t i do de la s e n t e n c ia r e c u r r i d a, p a ra lo c u a l, d e m o s t r a da a l g u na de l as m o d a l i d a d es de e r r o r es a d u c i d os c o mo s u s t e n to de l os r e p r o c h e s, debe p r o c e d er a explicar p or qué la decisión habría de ser d i s t i n ta a la c u e s t i o n a d a, además de favorable

a los i n t e r e s es de la p a r te q ue la i m p u g n a.

3. Estudio de la demanda formulada. 3.1. Primer cargo.

T r as a c u s ar la violación de l os p r e c e p t os 1 0 61 d el Código de C o m e r c io y 37 de la L ey 1480, el i m p u g n a n te cuestionó los p l a n t e a m i e n t os y c o n c l u s i o n es del T r i b u n a l, y le a t r i b u ye h a b er i n a p l i c a do la n o r m a t i va última citada, lo c u al se revela en la consideración de que, c o mo la t o m a d o ra y beneficiaria del seguro había celebrado otros contratos de 11 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01 n a t u r a l e za idéntica al d i s c u t i do en este proceso, y a t e n d i e n do al objeto social de ella, «no se advierte la necesidad de una información rigurosa como la que se propone, pues sí se requiere y es indispensable para los que no son profesionales o que excepcionalmente contratan un seguro». Además de precisair el y e r ro i m p u t a do a la sentencia, e x p u so a d e c u a d a m e n te la t r a s c e n d e n c ia en el s e n t i do de la

decisión, en f o r ma c o n c r e ta y precisa. La formulación de este cargo c u m p le c a b a l m e n te l os r e q u i s i t os de o r d en f o r m al y técnico p a ra s er a d m i t i do a trámite el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación i n t e r p u e s to p or la p a r te a c t o ra en el proceso; de m a n e ra q ue se admitirá la d e m a n da y se ordenará el t r a s l a do de ley a la convocada, en lo c o n c e r n i e n te al c o m e n t a do a t a q u e. 3.2. Segundo cargo. Está f u n d a do en la c a u s al s e g u n da del artículo 3 36 del

C. G. P., a c u s a n do a la s e n t e n c ia de h a b er violado, p or vía indirecta, los p r e c e p t os 1 0 61 del Código de C o m e r c io y 37 del E s t a t u to d el C o n s u m i d o r, p or «errores de derecho por desconocer» las n o r m as 1.757 d el E s t a t u to S u s t a n t i vo Civil, 1 0 77 d el comercial, y 1 67 y 1 76 del Código G e n e r al del Proceso.

La sustentación de la acusación fue p l a n t e a da así: (i) «En la sentencia del ad quem parte del supuesto de la

celebración válida de la siguiente CL de Garantía, con base en la cual la 12 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01 a quo declaró la nulidad de la póliza por su incumplimiento:» y t r a n s c r i be la cláusula objeto de debate. (ii) «Se afirma que el ad quem partió de la EFICACIA de dicha CL Garantía porque empezó a analizar el Incumplimiento (sic) y alcance de su contenido, antes de analizar si eran VALIDAS (sic), si había sido pactada respetando los requisitos del art. 37 de la Ley 1480/2011 (...)». (iii) L u e go de r e p r o d u c ir a p a r t es d el fallo en los c u a l es el T r i b u n al h i zo c o n s i d e r a c i o n es s o b re la r e f e r i da cláusula, el c e n s or le r e p r o c ha q ue «en parte alguna analiza si la presencia de dichas CL Garantía obedeció a un ACUERDO expreso entre SEGUROS VOLIVAR Y LEDRIDA CDO, si aquella le informó, explicó con suficiencia y anticipación el contenido y alcance de dichas cláusulas (...)». (iv) A p a r t ir de los a n t e r i o r es c u e s t i o n a m i e n t o s, explicó q ue la equivocación del j u z g a d or colegiado consistió en o m i t ir la aplicación de las n o r m as r e g u l a d o r as del onus probandi, respecto de l as c u a l es denunció la violación en este cargo,

que «le imponen al ASEGURADOR (Seguros Bolívar) la carga de la prueba de haber cumplido con las obligaciones contenidas en el pluricitado art. 37 de la Ley 1480/2011, en cuanto haberle informado con suficiencia, claridad y anticipación la inclusión de dichas CL Garantía y entregado también con antelación el texto de las mismas al TOMADOR-ASEGURADO (LERIDA CDO).»; y agregó: «tampoco aplicó dichas normas probatorias respecto de la expresión INEQUÍVOCA del CONSENTIMIENTO del TOMADOR-ASEGURADO LÉRIDA CDO de PROMETER expresamente a cumplir las obligaciones expresas de dichas CL Garantía exigido por el art. 1061 del Código de Comercio.» 13 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01 3.1.2. Examen del cargo. Al analizar su c o n t e n i do total se advierte u na i n a d m i s i b le m i x t u ra de acusaciones c o n t e n i d as en el desarrollo de la c e n s u r a, lo c u al t o r na i n e p to el cargo p a ra ser a d m i t i do a trámite. Sobre la exigencia de no e n t r e m e z c l ar c u e s t i o n a m i e n t o s, e s ta S a la en S C 1 2 2 4 6, exp.: 2 0 0 7 - 0 0 3 3 10 1, reiteró: «[L]as razones alegadas para cuestionar la sentencia deb[e]n proponerse al abrigo exclusivo de la correspondiente causal, sin que por ende sea posible alegar o considerar en una de ellas situaciones que a otra pertenecen. De este modo, la parte que decide impugnar una sentencia en casación no puede lanzarse a invocar promiscuamente las diversas causales, sino que ha de saber con exactitud, en primer lugar, qué tipo de yerro se cometió, y luego, aducir la que para denunciarlo se tiene previsto. (CSJ AC6487 de 2016, rad. 2009-00244-01, entre otros).» Y en la S C 1 2 2 4 6 - 2 0 1 7, exp.: 2 0 0 7 - 0 0 3 3 1 - 0 1, advirtió: «(...) es necesario que cada una de las censuras invocadas guarde correspondencia con la causal escogida por el censor, en virtud de la autonomía de los motivos de casación, toda vez que son disímiles por su naturaleza, lo cual implica que las razones alegadas para cuestionar la sentencia deban proponerse al abrigo exclusivo de la correspondiente causal, sin que por ende sea posible alegar o considerar en una de ellas situaciones que a otra pertenecen. De este modo, la parte que decide impugnar una sentencia en casación no puede lanzarse a invocar 14 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01 promiscuamente las diversas causales, sino que ha de saber con exactitud, en primer lugar, qué tipo de yerro se cometió, y luego,

aducir la que para denunciarlo se tiene previsto. (CSJ AC6487 de 2016, rad. 2009-00244-01, entre otros).» C o mo se dejó r e s a l t a do en la reseña del cargo, el c e n s or lo formuló al a m p a ro de la c a u s al s e g u n da del artículo 3 36 del C. G. P ., p or violación i n d i r e c ta de la l ey s u s t a n c i a l, a l e g a n do y e r r os de d e r e c ho p or inaplicación de v a r i as n o r m as r e g u l a d o r as d el onus probandi c on respecto a la valoración p r o b a t o r ia realizada. S in e m b a r g o, c o m i e n za p or p l a n t e ar q ue la equivocación se p r o d u jo «en dos formas», la p r i m e ra fue q ue partió del «supuesto de la celebración válida de la (...) CL de Garantía, con base en la cual la a quo declaró la nulidad de la póliza de cumplimiento». A d v i e r te q ue h a ce t al afirmación p o r q ue el T r i b u n al «empezó a analizar el Incumplimiento (sic) y alcance de su contenido, antes de analizar si eran VALIDAS (sic)» En e se p l a n t e a m i e n to es patenté la confusión e n t re la valoración de la p r u e ba en su aspecto legal y el e x a m en de legalidad c o n c e r n i e n te a la m a t e r ia o aspecto s u s t a n c i al del

c u al t r a ta el c o n t e n i do del m e d io de convicción j u d i c i a l. Lo p r i m e ro es m a t e r ia p r o p ia de a t a q ue p or la c a u s al s e g u n da del m e n c i o n a do precepto 3 3 6, p or la vía i n d i r e c t a, i n v o c a n do el e r r or de d e r e c ho p r o b a t o r i o; lo s e g u n do c o r r e s p o n de a la c a u s al p r i m e r a, p or violación d i r e c ta de la ley s u s t a n c i a l. En efecto, s on e n t i d a d es m a t e r i a l es y jurídicas d i s t i n t as las i m p l i c a d as en e s ta c e n s u r a, es decir, la validez y eficacia de la cláusula de garantía sobre la c u al ha d i s c u r r i do t o da la 15 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01 c o n t r o v e r s ia en este j u i c i o, y la validez y eficacia d el m e d io p r o b a t o r io d o c u m e n t al en el c u al a q u e l la está i n c o r p o r a d a.

U na c o sa es la p r u e ba de la cláusula, y o t ra diferente la validez y eficacia de ésta. P or o t ro lado, a p a r te de lo a n t e r i o r, el r e c u r r e n te no f o r m u la c u e s t i o n a m i e n to a la valoración d el d o c u m e n to c o n t e n t i vo de la polémica cláusula, es decir, al a n e xo de la póliza 1 5 6 3 - 1 3 4 3 3 2 2 - 01 q ue o b ra en folios 14 a 24 d el c u a d e r no p r i n c i p al (citados p or el censor c o mo 21 a 31), al c u al se refirió el ad quem e x p r e s a m e n te y c on claridad. E s te aspecto, no f ue atacado p or el i m p u g n a n t e, lo c u al también t o r na i n c o m p l e to el ataque. La s e g u n da f o r ma de equivocación alegada, es h a b er considerado la i n e x i s t e n c ia de p r u e ba de q ue la d i s c u t i da cláusula de garantía h u b i e ra sido i m p u e s ta p or la a s e g u r a d o ra «luego de expedida la póliza». S in e m b a r g o, ni se afirmó, ni se demostró q ue sí h u b i e se p r u e ba q ue d e s v i r t u a ra lo a f i r m a do p or el T r i b u n a l.

F i n a l m e n t e, se aviene a la n a t u r a l e za d el cargo el r e p r o c he f o r m u l a do p or inaplicación «de las normas probatorias señaladas que le imponen al ASEGURADOR (Seguros Bolívar) la carga de la prueba de haber cumplido con las obligaciones (subrayas del original) contenidas en el pluricitado art. 37 de la Ley 1480/2011, en cuanto haberle informado con suficiencia, claridad y anticipación la inclusión de dichas CL de Garantía y entregado también con antelación el texto de las mismas al TOMADOR-ASEGURADO (LERIDA CDO)», pero la c o m e n t a da m i x t u ra impide admitirlo. 16 Radicación n.° 05001-31-03-007-2015-00968-01 En conclusión, se i m p o ne la inadmisión del cargo. 3.3. Tercer cargo. 3.2.1. Su formulación. Está f u n d a do en la c a u s al s e g u n da del artículo 3 36 del

C. G. P., a c u s a n do a la s e n t e n c ia de i n c u r r ir en violación de la ley s u s t a n c i a l, p or la vía indirecta, i n v o c a n do los p r e c e p t os 1 0 61 del Código de C o m e r c io y 37 de la Ley 1 4 80 de 2 0 1 1, por «errores de h e c ho m a n i f i e s to y t r a s c e n d e n te en la apreciación

de u na d e t e r m i n a da prueba» (Negrillas del original). Señaló que se cometió e se d e s a f u e ro c on respecto a «los ANEXOS de la Póliza de Seguros de daños Todo Riesgo Construcción nro. 1563-1343322-01, contenida entre los folios 21 a 31, inclusive, específicamente, al contenido de la CLÁUSULA DE GARANTÍA que está en folios 26 a 28 vuelto.» En sustentación de la c e n s u ra dijo q ue el desacierto consistió en «haberle d a do c r e d i b i l i d ad reconociéndole v a l i d ez a la prueba documental conformada por los ANEXOS de la Póliza (...) referida (sic) al contenido de la CLAUSULA DE GARANTÍA que está en los folios 26 a 28 vuelto (...)» (Negrillas d el original). S in e m b a r g o, al d e s a r r o l l ar el a t a q u e, repitió el a r g u m e n to c e n t r al del o t ro cargo, en t a n to reiteró q ue el j u ez colegiado «predica el incumplimiento de dicha Cláusula de Garantía, con lo cual le está RECONOCIENDO VALIDEZ (EFICACIA) pues sólo Pactos Eficaces (sic) (válidos) se pueden incumplir, los INEFICACES no, al reconocerle eficacia desconoció que en el proceso no había prueba que

demostrara (...)» el c u m p l i m i e n to de l os r e q u i s i t os fijados en el 17 Radicación n.° 0 5 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 7 - 2 0 1 5 - 0 0 9 6 8 - 01 artículo 37 de la Ley 1 4 80 de 2 0 1 1, ni la exigencia del artículo 1 0 61 d el Código de C o m e r c i o. Insistió en q ue f a l t a n do la p r u e ba de c u m p l i m i e n to de l os m i s m o s, «se presume que no fueron cumplidos, no obstante, el ad quem omitió que no la había.» 3.2.2. Examen del cargo. En p r i m er l u g ar se o b s e r va q ue acusó al ad quem de i n c u r r ir en e r r or de h e c ho p or h a b e r le reconocido v a l or a la p r u e ba d o c u m e n t al c o n s t i t u i da p or los a n e x os de la póliza 1 5 6 3 - 1 3 4 3 3 2 2 - 0 1, lo c u al es adecuado; pero, ahí m i s mo precisa q ue la c e n s u ra se f o r m u la «específicamente, al contenido de la CLAUSULA DE GARANTÍA que está en los folios 26 a 28 vuelto». El reproche habría q u e d a do idóneamente p l a n t e a do si

la acusación se dirigiera c o n t ra la p r u e ba de la existencia de la c o m e n t a da cláusula de garantía, lo c u al es propio d el ámbito de la c a u s al invocada, p or la v ia indirecta; s in e m b a r g o, ningún c u e s t i o n a m i e n to le hizo al respecto; lo q ue siguió fue la repetición de lo e x p u e s to en el a n t e r i or cargo; luego, también aquí c a b en los m i s m os reparos. En definitiva, si lo q ue q u i so atacar es la

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