CSJ - AC3275-2019
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC3275-2019
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2019
República de Colombia Corte Suprema de Justicia SalaiiBCasaol«nCl¥il
LUIS ALONSO RICO PUERTA
Magistrado Ponente AC3275-2019 Radicación n° 41298-31-03-002-2014-00076-01 (Aprobado en sesión de catorce de m a yo de dos m il diecinueve) Bogotá, D.C., doce (12) de a g o s to de dos m il diecinueve (2019). La C o r te p r o c e de a decidir sobre la admisión de la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or la p a r te actora, frente a la s e n t e n c ia p r o f e r i da en a u d i e n c ia el 17 de agosto de 2 0 18 p or la S a la C i v il F a m i l ia L a b o r al del T r i b u n al S u p e r i or del D i s t r i to J u d i c i al de N e i va d e n t ro del p r o c e so de recisión p or lesión e n o r me i n c o a do p or María E s t h er R o j as de A r r i g ui c o n t ra E m g e sa S.A. E.S.P.
I. ANTECEDENTES
1. Pretensiones.
En la d e m a n da se f o r m u l a r on las siguientes: (i) D e c l a r ar la rescisión p or lesión e n o r me del c o n t r a to de c o m p r a v e n ta contenido en la escritura pública N° 2 8 55 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01
del 22 de o c t u b re de 2 0 1 0, en la que la d e m a n d a n te fungió c o mo vendedora, y la d e m a n d a da c o mo c o m p r a d o ra de l os bienes i n m u e b l es identificados c on l os folios de matrícula N° 2 0 2 - 5 2 0 4, 2 0 2 - 5 1 9 6, 2 0 2 - 5 1 98 y 2 0 2 - 0 0 5 1 97 de la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos de Garzón. (ii) D e c l a r ar que la d e m a n d a da debe c o m p l e t ar el j u s to precio, a m e n os de que opte p or la rescisión del m i s m o.
2. Fundamentos fácticos.
(i) El 22 de o c t u b re de 2 0 1 0, María E s t h er Rojas de A r r i g ui vendió a E m g e sa S.A. E.S.P. l os bienes i n m u e b l es identificados c on l os folios de m a t r i c u la N° 2 0 2 - 5 2 0 4, d e n o m i n a do «Mesa Alta»; 2 0 2 - 5 1 96 «El Lindero»; 2 0 2 - 5 1 98 «El Guadual»; y, 2 0 2 - 0 0 5 1 97 «El Chaux», de la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos de Garzón.
(ii) El precio p a g a do no fue j u s t o, c o n f o r me a las leyes del m e r c a do al m o m e n to de la negociación. (iii) El c o n t r a to no fue aleatorio, y la p r o m o t o ra no ha r e n u n c i a do válidamente al ejercicio de la acción. (iv) P or l os predios se c a n c e l a r on l os siguientes valores: Por el i n m u e b le d e n o m i n a do «Mesa Alta» la s u ma de $ 2 0 1 . 7 4 1 . 3 6 8; por «El Lindero» la s u ma de $ 2 4 8 . 7 3 0 . 7 7 7; por «El Guadual» el valor de $ 2 1 4 . 2 9 4 . 3 2 9; y p or el predio «£/ Chaux» el precio p a g a do fue de $ 3 3 0 . 7 5 5 . 6 1 0. 2 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 (v) La a c t o ra contrató perito idóneo ingeniero p a ra q ue a v a l u a ra l os i n m u e b l es «de acuerdo a su información básica, titulación, características, sustentación del avalúo y cálculo de valor» el c u al arrojó l os siguientes datos: Avalúo d el predio d e n o m i n a do «Mesa Alta» $ 2 . 6 0 0 . 0 0 0 . 0 0 0, d el predio «El
Lindero» $ 1 . 1 7 2 . 7 0 0 . 0 0 0, de «El Guadual» la s u ma de $ 2 . 4 1 4 . 9 0 0 . 0 0 0, y d el i n m u e b le d e n o m i n a do «El Chaux» el v a l or de $ 7 6 8 . 8 0 0 . 0 0 0.
3. Actuación procesal.
La d e m a n da f ue a d m i t i da el 6 de febrero de 2 0 15 y n o t i f i c a da en d e b i da f o r ma a la s o c i e d ad convocada, q ue la replicó o p o r t u n a m e n te n e g a n do l os h e c h os allí a d u c i d os y p r o p o n i e n do las e x c e p c i o n es de mérito q ue denominó «inepta demandaindebida acumulación de pretensiones» y «justo precio»; esta última c on b a se en dos f u n d a m e n t o s: a) El precio r e al de l os predios r e q u e r i d os p a ra proyectos de generación de energía eléctrica, se fija c on b a se en la ley 56 de 1 9 81 y los p r o c e d i m i e n t os allí c o n t e n i d o s; y, b) E m g e sa estableció el precio c o n f o r me lo d e t e r m i na la Resolución 18 0 4 80 de
2 0 10 en c u m p l i m i e n to de un acto a d m i n i s t r a t i v o.
4. La sentencia de primer grado.
C u m p l i do el trámite del proceso, el 14 de n o v i e m b re de 2 0 1 7, el J u z g a do S e g u n do Civil d el C i r c u i to de GarzónH u i la dictó fallo de p r i m e ra i n s t a n c ia d e n e g a n do l as p r e t e n s i o n es de la d e m a n d a. 3 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01
5. La sentencia impugnada.
T r a m i t a da la s e g u n da i n s t a n c i a, en fallo e m i t i do en a u d i e n c ia celebrada el 17 de agosto de 2 0 1 8, el ad quem confirmó el del a quo. Las p r e m i s as f u n d a n t es de la decisión se p u e d en sintetizar asi: (i) L os a r t i c u l os 1 9 46 y 1 9 47 d el Código Civil r e g u l an la figura jurídica de la rescisión p or lesión e n o r m e, destacando el último de los artículos que, el j u s to precio al q ue a l u de la n o r ma en c o m e n t o, «se refiere al tiempo del
contrato» es decir, «eZ estudio del avalúo debe realizarse frente a la fecha de la celebración del negocio jurídico y no en una etapa posterior» ( m i n u to 2 6 : 1 2 : 00 cd. T r i b u n a l ). (ii) C o n f o r me a j u r i s p r u d e n c ia de esta Corporación, existe l i b e r t ad p r o b a t o r ia p a ra acreditar el j u s to precio en la lesión e n o r m e, a u n q ue se reconoce q ue el dictaínen pericial tiene u na especial connotación p a ra d e t e r m i n a r, de m a n e ra objetiva, cuál e ra el v a l or del b i en al t i e m po del c o n t r a t o. (iii) El artículo 1 67 d el Código G e n e r al d el Proceso e s t a t u ye la carga procesal p r o b a t o r ia de l as partes, al i n d i c ar c o mo p r e s u p u e s to general, q ue l es corresponde d e m o s t r ar el s u p u e s to de h e c ho de l as n o r m as q ue c o n s a g r an el efecto jurídico deseado. Luego, correspondía al d e m a n d a n te p r o b ar en este j u i c i o, e n t re o t r os aspectos, q ue 4 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01
h u bo lesión «al momento concomitante de la realización del negocio jurídico». De esta m a n e r a, al m a r g en de la evaluación sobre la claridad, precisión, c o m p l e t i t u d, c o h e r e n c ia d el d i c t a m en pericial practicado en el p r o c e so p or el perito O s w a l do Ramírez C h a r r y, r e s u l ta q ue «ese dictamen debía determinar el precio de esos predios al momento de realizar el negocio jurídico, lo cual se nota por ausencia; allí no aparece entonces cuánto valían los predios allá en esa época y no cuánto nos valen los predios en la actualidad que es cosa bien diferente, lo que deja a la Sala en imposibilidad de acceder a las pretensiones» ( m i n u to 2 9 : 38 Ibídem). (iii) En consecuencia, la p a r te a c t o ra no cumplió c on la carga procesal q ue le e ra propia, lo q ue conllevó a que p or d i c ha razón, la s e n t e n c ia de p r i m er g r a do f u e ra c o n f i r m a d a.
6. La demanda de casación Se f o r m u l c in d os cargos, el p r i m e ro p or violación directa de n o r ma s u s t a n c i al «a consecuencia de error de derecho de las normas de carácter probatorio»; el s e g u n d o, p or la vía indirecta, c o mo c o n s e c u e n c ia de un e r r or de h e c ho
m a n i f i e s to y t r a s c e n d e n te en la apreciación de la d e m a n da y de u na d e t e r m i n a da p r u e b a. L as n o r m as s u s t a n c i a l es que s o p o r t an a m b os cargos, s on l os artículos 1 9 4 6, 1 9 47 y 1 9 48 del Código Civil. 5 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01
II. CONSIDERACIONES
1. Requisitos formales de la demanda de casación.
La fundamentación técnica de ; l as causales a u t o r i z a d as p a ra sustentair el «recurso de casación», exige d e m o s t r ar l os dislates del j u z g a d or de s e g u n da i n s t a n c ia q ue p u d i e r on h a b er c o m p r o m e t i do la legalidad de la decisión i m p u g n a d a, t a n to en la aplicación de las n o r m as de derecho s u s t a n c i al (yerros in judicando), c o mo l as relativas al derecho procesal (errores in procedendo). En ese contexto, el artículo 3 44 del Código G e n e r al del Proceso, ha fijado l os r e q u i s i t os p a ra la a d e c u a da
sustentación de la «demanda de casación», d e n t ro de los cuales se h a l l an los siguientes: La formulación p or separado de los respectivos cargos, c on la especificación de f o r ma clara, precisa y c o m p l e ta de los f u n d a m e n t os de c a da acusación. C u a n do se p l a n t ea la violación indirecta, q ue c o m p r e n de l os s u p u e s t os de la c a u s al s e g u n da c o n t e m p l a da en el precepto 3 36 ibídem, p or errores de h e c ho y de derecho, no es a d m i s i b le referirse a aspectos fácticos no debatidos en las i n s t a n c i a s. Tratándose de «error de derecho», se exige el señalamiento de l as n o r m as p r o b a t o r i as consideradas t r a n s g r e d i d as y 6 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 u na explicación s u c i n ta de la m a n e ra en q ue ellas f u e r on infringidas. En el e v e n to de i n v o c a r se «error de hecho», deberá m a n i f e s t a r se en qué consiste y cuáles s on en concreto las p r u e b as o piezas p r o c e s a l es sobre las q ue recayó el y e r ro en la a c t i v i d ad de apreciación de su c o n t e n i do m a t e r i a l.
A fin de p r o b ar el desacierto fáctico, habrá de evidenciarse q ue respecto dél escrito i n t r o d u c t o r io d el proceso, su contestación o l os m e d i os de p r u e b a, h u bo pretermisión o suposición t o t al o p a r c i al de tales e l e m e n t os de j u i c i o, o alteración de su c o n t e n i do m a t e r i a l, ya p or adición o c e r c e n a m i e n to de e x p r e s i o n es o frases, o tergiversación a r b i t r a r ia o ilógica del respectivo texto. I g u a l m e n t e, se debe especificar lo i n f e r i do p or el j u z g a d or d el respectivo m e d io de p r u e ba y señalar el c o n t e n i do m a t e r i al del m i s m o, p a ra de esa m a n e ra revelar o exteriorizar en qué consistió la alteración de la p r u e b a. C u a n do la crítica se s u s t e n te en la preterición u omisión de apreciar p r u e b as i n c o r p o r a d as al p l e n a r i o, se r e q u i e re identificar el respectivo m e d io de convicción, así c o mo su t e x to en a q u e l lo q ue g u a r de relación c on l os h e c h os referidos c o mo no ac re ditados en el fallo i m p u g n a do y q ue t e n g an i n c i d e n c ia en la decisión a d o p t a d a.
En caso de p l a n t e a r se la infracción de las n o r m as de derecho s u s t a n c i al regulatorias d el a s u n to m a t e r ia d el 7 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01 litigio, c o mo c o n s e c u e n c ia de errores jurídicos (vía directa), o y e r r os fácticos o de derecho (senda indirecta), ya sea p or aplicación i n d e b i da o p or la preterición de l as m i s m a s, es i n d i s p e n s a b le i n c l u ir la disposición legal q ue c o n s t i t u y e n do b a se esencial del fallo i m p u g n a do o h a b i e n do d e b i do serlo, h a ya sido i n f r i n g i d a, s in q ue se r e q u i e ra i n t e g r ar u na proposición jurídica c o m p l e t a. También tiene el i m p u g n a n te la carga de evidenciar la t r a s c e n d e n c ia d el dislate en el s e n t i do de la s e n t e n c ia r e c u r r i d a, p a ra lo c u al d e m o s t r a da a l g u na de l as m o d a l i d a d es de errores a d u c i d os c o mo s u s t e n to de l os reproches, debe p r o c e d er a explicar p o r q ue la decisión
habría de ser d i s t i n ta a la r e c u r r i d a, además de favorable a los intereses de la p a r te i m p u g n a n t e.
2. Estudio de la demanda formulada. 2.1. Primer cargo. 2.1.1. Su formulación Está f u n d a do en la c a u s al p r i m e ra del artículo 3 36 del Código G e n e r al del Proceso d e n u n c i a n do la violación d i r e c ta de l os artículos 1 9 4 6, 1 9 4 7, 1 9 48 d el Código Civil «a consecuencia de error de derecho de las normas de carácter probatorio (...) contenidas en los artículos 164, 165, 173, 176, 226, 228, 232, 235 y 236 delC.G.P».
La sustentación y desarrollo de la c e n s u ra f ue p l a n t e a da c on las siguientes p r e m i s a s: 8 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 (i) La d e m a n d a n te recibió m e n os de la m i t ad del j u s to precio p or l os predios q ue vendió «teniendo en cuenta el dictamen rendido por el perito OSWALDO RAMÍREZ CHARRY», pese a lo c u a l, el T r i b u n al no le dio v a l or p r o b a t o r io «incurriendo en error de derecho de la norma sustancial, claras disposiciones generales como la necesidad de la prueba (art. 164 del C.G.P), medios de prueba
como el dictamen pericial (art. 165 del C.G.P), oportunidades probatorias (art. 173 del C.G.P.) y de la apreciación de las pruebas (art. 176 del C.G.P ibídem), normas procesales de carácter probatorio infringidas y que se requieren sopesarlas para el desarrollo del proceso» p or lo q ue c o n c l u y e, q ue se presentó un e r r or de derecho en la apreciación de la p r u e ba c o n f o r me a l os p r i n c i p i os del derecho p r o b a t o r i o. (ii) Describió el trámite d a do al i n t e r i or d el proceso, relaciónó las p r u e b as decretadas y los r e s u l t a d os o b t e n i d os c on l as solicitudes de aclaración y complementación realizadas al d i c t a m en pericial, p a ra a f i r m ar q ue este último «merece credibilidad toda vez que demuestra firmeza, competencia, precisión y claridad, de sus fundamentos, aunado a la metodología de consulta a varios vecinos o propietarios de predios aledaños y siguiendo los principios rectores de la constitución política de Colombia que establece métodos comparativos, rentabilidad, productividad y renta generada.» 2.1.2 Examen del cargo. La formulación d el cargo i n c u r re en la deficiencia técnica de e n t r e m e z c l a m i e n t o, p u es pese a d e n u n c i ar la violación directa de n o r ma s u s t a n c i a l, a l u de a q ue la m i s ma
se p r e s e n ta c o mo c o n s e c u e n c ia de un e r r or de derecho, propio de la vía indirecta. Adicional, en su desarrollo. 9 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01 i n c l u ye apreciaciones t e n d i e n t es a d e m o s t r ar un e r r or de hecho. Por lo demás, en el d e s e n v o l v i m i e n to de la c e n s u r a, no se logra identificar c l a r a m e n te a qué tipo de e r r or corresponde el y e r ro endilgado. Dice el censor q ue el T r i b u n al incurrió en violación directa al aplicar i n d e b i d a m e n te los a r t i c u l os 1 9 46 a 1 9 48 del Código Civil, c o mo c o n s e c u e n c ia de un error de derecho, pero sostiene q ue e se y e r ro se patentizó al no haberle d a do fuerza d e m o s t r a t i va al d i c t a m en pericial, el cual, en su parecer «merece credibilidad toda vez que demuestra firmeza, competencia, precisión y claridad de sus fundamentos», lo que daría a e n t e n d er que el cargo está dirigido a d e n u n c i ar u na violación i n d i r e c ta c o mo c o n s e c u e n c ia de un error de
h e c ho por i n d e b i da apreciación p r o b a t o r i a. El m i s mo actor, en la presentación del cargo expresa que las n o r m as f u e r on i n d e b i d a m e n te aplicadas p or el T r i b u n al «procediendo tal infracción de la apreciación errónea por e r r or de hecho del dictamen pericial privilegiado rendido por el señor OSWALDO RAMÍREZ CHARRY» (negrillas propias). De esta m a n e r a, se i n c u m p le el requisito f o r m al dirigido a prescribir que la formulación de l os cargos debe realizarse «con la exposición de los fundamentos de cada acusación, enferma clara, precisa y completa». Sobre el p a r t i c u l a r, ha i l u s t r a do la S a la cómo l os criterios de claridad y precisión propios de la n a t u r a l e za 10 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 dispositiva de este r e c u r so e x t r a o r d i n a r i o, s u f r en m e l la c u a n do el i m p u g n a n te no a l l a na su l a b or de «señalar puntual y fielmente los vicios que le endilga a la sentencia acusada» y t r a n s f i g u ra l as diversas m o d a l i d a d es de acusación p or violación de la l ey s u s t a n c i a l, en t a n to q ue recalca; «no es
posible hacer una miscelánea en tomo a las dos maneras como puede producirse la infracción de la ley sustancial: la directa y la indirecta, así tampoco se permite al impugnante soslayar las claras diferencias que existen entre los vicios de juicio y los de actividad, "o saltar...de aquí para allá, que si lo hace es con sacrificio definitivo de la claridad y precisión» ( AC 24 j u l. 2 0 0 1, E x p. 7 6 8 4; reiterado en AC 19 m a r. 2 0 0 2, E x p. 1 9 9 4 - 0 1 3 2 5 - 0 1 ). El m e n t a do h i b r i d i s mo desatiende l os p r i n c i p i os de a u t o n o m ia e i n d e p e n d e n c ia de las causales de casación q ue p or demás r e p u l s an su invocación a m o do e v e n t u al y s u b s i d i a r io ( A C 3 0 0 4 - 2 0 1 4, 4 j u n ., r a d. 2 0 0 7 - 0 0 0 0 8 - 0 1 ), lo c u al c o n d u ce i n e x o r a b l e m e n te a la desestimación de l os e m b a t es respectivos, t al c u al de f o r ma c o n s o l i d a da ha predicado la Corte: «En efecto, cada causal obedece a una específica e inconfundible razón que tuvo en cuenta el legislador para erigirla como motivo
de quiebre del fallo, sobre la base de considerar que dichas razones, plasmadas en las causales de casación, se fundamentan en dos tipos de errores en que puede incurrir el juzgador. El primero, comúnmente denominado, vicio in judicando, acaece cuando el sentenciador distorsiona la voluntad hipotetizada en la ley; y el segundo, denominado vicio in procedendo, se estmctura a partir de la rebeldía del juez en la aplicación de normas que regulan el proceso, para las partes y para él, incluida la fase de producción del fallo. 11 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 5 - 01 Se trata de errores de distinta naturaleza, pues el primero recae en las normas que son llamadas a definir la controversia y el segundo en las que disciplinan el proceso. No pueden ser confundidos, ni menos aducidos en un mismo cargo, en atención a la claridad y precisión que el precepto mencionado reclama. Así por ejemplo, es prototipo del vicio in judicando la causal primera de casación (violación de norma sustancial) y ejemplo del segundo la causal quinta, sobre nulidad del proceso.» (AC78282 0 1 4, 16 dic. 2 0 1 4, rad. 2009-00025-02). D i c ha p a u ta fue p o s t e r i o r m e n te r e i t e r a da p or la S a la señalando: «Evidentemente, la disímil naturaleza de estos dos tipos de
errores no sólo confiere elementos suficientes para distinguirlos, sino que exige guardarse de confundirlos; de suerte que quien resuelva impugnar una sentencia en casación, no puede en ese propósito invocar promiscuamente las diversas causales que para el efecto tiene previstas el legislador, sino que ha de saber con exactitud, en primer lugar, qué tipo de yerro cometió el sentenciador, y luego, aducir la causal que para ese específico defecto tiene dispuesta la ley. (...) Ahora, es sabido que hibridismo de tal calado conspira contra la claridad y precisión que de cada acusación exige el predicho numeral 3° del artículo 374 del código de procedimiento civil, pues en ninguno de los dos casos podría la Corte emprender su análisis sin tener de antemano muy bien definido cuál es el verdadero motivo de inconformidad (...)"^ ( A C 2 1 9 - 2 0 1 7, 25 ene. 2 0 1 7, r a d. 2 0 0 9 - 0 0 0 4 8 - 0 1 ). 1 CSJ Auto Nov. 9 de 2012, radicación n. 985-02051-01. 12 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 P or o t ro lado, en c u a n to a la violación de las n o r m as de d e r e c ho s u s t a n c i a l, «como consecuencia de error de derecho derivado del desconocimiento de una norma probatoria », se verifica la omisión del c u m p l i m i e n to de lo m a n d a do en el inciso 3°,
literal a) n u m e r al 2, del artículo 3 44 del Código G e n e r al del Proceso, el c u al o r d e na q ue c u a n do se i n v o q ue a q u e l la m o d a l i d ad de y e r r o, «se indicarán las normas probatorias que se consideren violadas, haciendo una explicación sucinta de la manera en que ellas fueron infringidas», p u es pese a q ue se r e l a c i o n a r on n o r m as de e sa n a t u r a l e z a, no se explicó s u c i n t a m e n te la m a n e ra en q ue el s e n t e n c i a d or de s e g u n do g r a do l as infringió. De a c u e r do c on la j u r i s p r u d e n c ia c o n s o l i d a da de esta Sala, el citado d e s a t i no se caracteriza p or la equivocación en q ue i n c u r re el s e n t e n c i a d or al apreciar l as n o r m as r e g u l a t o r i as de l as fases de aducción, incorporación o práctica y apreciación de los m e d i os de convicción; además, lo a t i n e n te a la validez y eficacia de las p r u e b a s, por lo q ue al r e c u r r e n te se le exige explicar en qué consistió la transgresión y también su influjo o t r a s c e n d e n c ia en la
decisión i m p u g n a d a. E s ta Corporación, a c e r ca del e n t e n d i m i e n to del citado y e r ro p r o b a t o r i o, en fallo C SJ S C, 21 j u n. 2 0 1 1, r a d. n.° 2 0 0 7 - 0 0 0 6 2 - 0 1, en lo p e r t i n e n t e, indicó: «El error de derecho, [...], apunta al aspecto normativo de las probanzas y se presenta en el momento de la contemplación jurídica de las mismas, es decir, cuando luego de darlas por materialmente existentes en el proceso, se pasa a ponderarlas a 13 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01 la luz de los preceptos que regulan su valoración, quedando excluida toda controversia en cuanto a su aspecto físico o material, pudiendo surgir el desacierto por transgredir el debido respeto al postulado del contradictorio, en las fases de aducción e incorporación de los elementos de juicio, ora porque se entra a contrariar al legislador acerca de su mérito o eficacia probatoria [...] 'se presenta en síntesis cuando la sentencia exige, para demostrar un acto o un hecho, una prueba especial que la ley no reclama; o cuando viendo la prueba en su exacta dimensión no le atribuye a ella el mérito que la ley le asigna para demostrarlo; o, en fin, cuando se lo niega por estimar que el medio fue
ilegálmenteproducido cuando así no sucedió' [...]». De lo explicado se advierte q ue además del h i b r i d i s mo en q ue se incurrió, el d e s e n v o l v i m i e n to de la c e n s u ra t a m p o co se ajustó a l os r e q u i s i t os f o r m a l es p r o p i os de la violación i n d i r e c ta c o mo c o n s e c u e n c ia de un e r r or de derecho. En consecuencia, l as p a t e n t es o m i s i o n es advertidas i m p i d en a d m i t ir la c e n s u r a, en t a n to el escrito no reúne la t o t a l i d ad de l as exigencias necesarias sobre la m a t e r i a, previstas en el Código G e n e r al del Proceso. 2.1.3. Conclusión. L as c o m e n t a d as falencias d e t e r m i n an la inadmisión del cargo, p or p r e s e n t ar el defecto técnico d el e n t r e m e z c l a m i e n t o. 2.2. Segundo cargo. 14 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 2.2.1. Su formulación Se d e n u n c ia la violación i n d i r e c ta de n o r ma s u s t a n c i al -artículos 1 9 46 a 1 9 48 del Código Civilc o mo c o n s e c u e n c ia
de un e r r or de h e c ho m a n i f i e s to y t r a s c e n d e n te en la apreciación de la d e m a n da y de u na d e t e r m i n a da p r u e b a. C o mo f u n d a m e n to de su alegación, se e s b o z a r on l os siguientes a r g u m e n t o s: (i) El T r i b u n al concluyó q ue el d i c t a m en no t e n ia mérito suficiente p a ra d ar p or d e m o s t r a d os l os p r e s u p u e s t os de la acción de lesión e n o r me i n c o a d a, en t a n to q ue aquélla no determinó el v a l or de los i n m u e b l es a la fecha de la negociación. (ii) Al identificar el e r r or de h e c h o, dijo el c e n s or q ue se incurrió en violación de l as n o r m as jurídicas s u s t a n c i a l es d e s c r i t as «y como consecuencia del e r r or de d e r e c ho infringieron las normas de carácter probatorio que pregona los artículos 164, 165, 173, 176, 226, 228, 232, 235 y 236 del C.G.P.» (negrilla i n t e n c i o n a l) (iii) A continuación, se hizo un relato d el devenir procesal p a ra c o n c l u ir q ue el T r i b u n al no t u vo en c u e n ta q ue la p a r te actora, incluyó d e n t ro del c u e s t i o n a r io dirigido
al perito, q ue i n d i c a ra el v a l or de los predios a la fecha de la negociación, y así f ue solicitado i n c l u so en la m i s ma d e m a n d a. Por su p a r t e, en el d i c t a m en se i n c l u ye el avalúo de los b i e n es r u r a l e s, p a ra la fecha del c o n t r a t o, l u e go «no es 15 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01 cierto que no aparece demostrado, estándolo por el perito la fecha o época llevada a cabo para el avalúo de los bienes inmuebles». (iv) En relación c on la t r a s c e n d e n c ia de este cargo s o s t u vo q ue «los errores endilgados y demostrados en su magnitud, errores de d e r e c ho cuya desarmonía entre el valor dado o negado a una prueba por el follador y que cae en el campo jurídico como el e r r or de h e c ho que corresponde a la desarmonía entre la prueba que existe y la idea contraria del Juez como en el caso presente, y que cae estrictamente en el campo de hecho o sea la preterición de las normas legales que disciplinan el decreto y la práctica para la eficacia de la prueba se vieron reflejados en la sentencia del juzgador de segundo grado al proceder a confirmar la de primera instancia».
2.2.2. Examen del cargo. Al a n a l i z ar su c o n t e n i do total, se advierte la m i s ma falencia de o r d en técnico y f o r m al q ue d e t e r m i na a su v ez su inadmisión, p o r q ue i m p i de a la C o r te a b o r d ar el e x a m en de f o n do de la c e n s u r a. E l lo es así, en t a n to que, en el desarrollo de este cargo, se e n t r e m e z c l an también l as a c u s a c i o n es p or errores de h e c ho y de derecho s in identificar de m a n e ra clara, c o mo lo exige el a r t i c u lo 3 44 ya citado, cuál de los a r g u m e n t os sirve p a ra s o p o r t ar c a da u no de ellos. En consecuencia, lejos de observar la c l a r i d ad y precisión debidas, la d e m a n da contiene d e s h i l v a n a da presentación de la sustentación de los reproches, lo c u al es c o n t r a r io a la técnica casacional. 16 Radicación n.° 41298-31-03-002-2014-00076-01 En relación c on estas exigencias q ue debe c u m p l ir la fundamentación de l os cargos, la j u r i s p r u d e n c ia de e s ta Sala, en p r o v i d e n c ia C SJ A C 4 0 4 6 - 2 0 1 7, recabó: «[L]a claridad supone que ia demanda debe ser perceptible por la
inteligencia sin duda ni confusión', es decir, que sea fácil de entender no sólo en su presentación sintáctica, sino también en su construcción lógica', mientras que la precisión hace referencia a que la recriminación sea exacta, rigurosa y 'contenga todos los datos que permitan individualizarla dentro de la esfera propia de la causal que le sirve de sustento' (...)». N a da de lo a n t e r i or fue a t e n d i do p or el r e c u r r e n t e, al p u n to q ue no se logra reconocer cuáles p l a n t e a m i e n t os c o r r e s p o n d en al s u s t e n to de l os e r r o r es de h e c h o, o de derecho, q ue f u e r on c o n j u n t a m e n te invocados. E sa deficiencia i m p i de a c o m e t er el e s t u d io de l os f u n d a m e n t os de e s ta acusación, en razón de la e s t r i c ta limitación de la c o m p e t e n c ia de la C o r te en el ámbito p r o p io del r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación. A h o r a, y en lo q ue atañe al y e r ro c o mo c o n s e c u e n c ia de un e r r or de h e c h o, e s ta Corporación, en p r o v i d e n c ia C SJ A C 8 4 6 0 - 2 0 1 6, r a d. N.° 2 0 1 3 - 0 0 1 6 2 - 0 1, a c e r ca d el
e n t e n d i m i e n to del citado dislate advirtió: «[...], téngase en cuenta que para la acreditación del error de hecho manifiesto, en esencia se deben identificar los medios de prueba apreciados de forma defectuosa, exteriorizar la lectura dada por el tribunal a los mismos, expresar en qué sentido se 17 Radicación n.° 4 1 2 9 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 0 7 6 - 01 tergiversó su contenido material, esto es, si por entendimiento ilógico o arbitrario, o por haber alterado su texto por cercenamiento o por adición con hechos o circunstancias que na contiene, y de acuerdo con ello, señalar o expresar el entendimiento o valoración correcta o adecuada de la respectiva probanza; además de la trascendencia en la decisión impugnada». En este caso es p a t e n te la a u s e n c ia de argumentación t e n d i e n te a evidenciar el y e r ro fáctico d e n u n c i a d o, t o da vez que se e n u n c i an c o n f u s a m e n te los errores del T r i b u n a l, s in t r a s c e n d er en la valoración c o n j u n ta del d i c t a m e n, objetado p or e r r or grave p or q u i en a q ui p r e t e n de q ue se le otorgue p l e na validez. En e se o r d e n, la n a t u r a l e za dispositiva y
e x t r a o r d i n a r ia de este m e d io i m p u g n a t i v o, a si c o mo l as p r e s u n c i o n es de legalidad y acierto de l as cuales están revestidos l os fallos judiciales, i m p o n en al censor "la obligación de atacar de manera idónea todos los pilares que fundamentaron la decisión objeto del reproche, al tiempo que le exige que explique en qué consistió la infracción de la ley que le atribuye al fallo, y por qué el error demostrado tiene la virtualidad de variar el sentido del proveimiento en orden a restablecer el derecho sustancial quebrantado; es decir que la critica que se hace a las conclusiones de la sentencia tiene que ser completa, evidente; u tr
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