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CSJ - AC5146-2019

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AC5146-2019
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2019

República de Colombia Coite Sofimna de Justicia sala dtCasaelén Civil Corte Suprema (íe Justicia AROLDO WILSON QUIROZ MONSALVO Magistrado ponente AC5146-2019 Radicación n° 11001-31-03-024-2015-00456-01 (Aprobado en sesión de veinte de noviembre de dos m il diecinueve) Bogotá, D. C, c u a t ro (4) de diciembre de d os m il diecinueve (2019). Decide la Corte sobre la admisión d el escrito s u s t e n t a d or d el recurso de casación i n t e r p u e s to p or el d e m a n d a n te inicial L u is N o r b e r to García García frente a la sentencia de 28 de m a r zo de 2 0 1 9, proferida p or la S a la Civil del T r i b u n al S u p e r i or del Distrito J u d i c i al de Bogotá, d e n t ro del proceso declarativo de pertenencia p r o m o v i do p or el r e c u r r e n te c o n t ra l os herederos d e t e r m i n a d os Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea V a r g as S a l a m a n ca y herederos i n d e t e r m i n a d os de Pedro Alfonso V a r g as Báez, i g u a l m e n te c o n t ra personas i n d e t e r m i n a d a s, c on d e m a n da de reconvención reivindicatoría incoada p or l as iniciales

d e m a n d a d as c o n t ra el p r i m i g e n io d e m a n d a n t e.

I. ANTECEDENTES

•i

1. El accionante en d e m a n da p r e s e n t a da el 27 de agosto de 2015, s u b s a n a da en escrito adiado 4 de n o v i e m b re de 2 0 1 5, pidió se le declare que ha a d q u i r i do por Rad. N" 11001-31-03-024-2015-00456-01 m e d io de la prescripción o r d i n a r ia el derecho pleno de d o m i n io sobre los i n m u e b l es identificados c on las m a t r i c u l as inmobiliarias 0 5 0 N - 0 8 8 0 4 83 y 0 5 0 N - 0 8 8 0 4 5 3, de la Ofícina de Instrumentos Públicos de Bogotá, a p a r t a m e n to 5 03 y garaje No. 18 d el Edificio M e r c u r i o, Propiedad H o r i z o n t a l,

situado a c t u a l m e n te en la calle 116 No. 9-56, cuyas m e d i d as y linderos se c o n s i g n an en el libelo.

2. Sustentó s us aspiraciones en el relato fáctico que se

c o m p e n d ia así (folios 59 a 6 6, c u a d e r no 1):

2 . 1. El actor adquirió el derecho de d o m i n io y posesión que ejercía la señora Leddy Stella Patiño Lanzziano sobre el a p a r t a m e n to 5 03 y garaje N o. 18 d el Edificio M e r c u r i o, Propiedad H o r i z o n t a l, situado a c t u a l m e n te en la calle 116 No. 9-56, por m e d io de la e s c r i t u ra pública de c o m p r a v e n ta No. 0 9 7 0, otorgada en la Notaría N o v e na d el Círculo de Bogotá, q u e d a n do registrada la tradición en l os correspondientes certificados de tradición. 2.2. N a r ra q ue v i no a tener conocimiento de la existencia del proceso ordinario de f a m i l ia No. 8 54 de 1999, el c u al se tramitó ante el Juzgado Tercero de F a m i l ia del Circuito de Cali, el día 6 de noviembre de 2012, c u a n d o, h a b i e n do ofrecido en ventas l os i n m u e b l e s, solicitó la expedición de l os certificados de tradición de l os m e n c i o n a d os bienes p a ra entregarlos al posible comprador, y al leerlos observó que en las anotaciones 15 y 16 de fecha 9 de m a yo de 2 0 12 aparece registrada la sentencia proferida por el n o m b r a do despacho j u d i c i al q ue dice: "cancelación 2 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01

providencia j u d i c i al se declaró n u l i d ad a b s o l u ta de la esc. 5 0 21 de 0 7 - 1 1 - 95 N o t a r la Sexta de Cali, m e d i a n te la c u al se protocolizó el trámite de liquidación de h e r e n c ia del c a u s a n te Pedro Alfonso V a r g as Báez y registro de trasferencia de propiedad". 2.3. M a n i f i e s ta que ante esa situación viajó a la c i u d ad de C a li y pidió fotocopias del expediente, advirtiendo que dicho proceso se a p e r t u ra p a ra dar trámite a la d e m a n da de n u l i d ad del acto de liquidación de h e r e n c ia del causante Pedro Alfonso Vargas Báez contenido en la e s c r i t u ra pública número 5 0 21 de fecha 7 de n o v i e m b re de 1 9 9 5, de la N o t o r ia S e x ta de Cali, actuación j u d i c i al a d e l a n t a da por Mercedes A n d r ea Vargas S a l a m a n ca c o n t ra su h e r m a na m e n or de edad Denisse F e r n a n da V a r g as S a l a m a n c a, representada por su progenitora Mercedes S a l a m a n ca C r i s t a n c h o, y Leiddy Stella P a t i no Lanzziano. 2.4. E x p r e sa que la falta de notificación de la a n t e r i or

d e m a n da o r d i n a r ia no afectó ni interrumpió la posesión q u i e ta y pacífica a d q u i r i da con j u s to título y b u e na fe, que ejerce sobre l os i n m u e b l es objeto de la pretensión de usucapión. 2.5. A f i r ma que ha ejercido la posesión r e al y m a t e r i al c on j u s to título y b u e na fe de m a n e ra quieta, pacífica, i n i n t e r r u m p i da y pública c on ánimo de señor y dueño de las heredades que persigue prescribir o r d i n a r i a m e n t e, teniendo el u so y goce en beneficio propio y de su familia, el pago de i m p u e s t os y cuotas de administración, la realización de 3 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 mejoras locativas, su a r r e n d a m i e n to ocasional y el pago de los servicios públicos domiciliarios, todo esto comprendido desde la fecha de adquisición de los referidos bienes raíces y al m o m e n to de la presentación de la d e m a n d a.

3. S u b s a n a do el escrito rector del proceso, la d e m a n da fue a d m i t i da por a u to calendado 23 de noviembre de 2015, proferido por el Juzgado V e i n t i c u a t ro Civil del C i r c u i to de

Bogotá. Notificados l os iniciales demandados, estos se

o p u s i e r on verticalmente a las pretensiones del convocante, negando algunos hechos de la c a u sa fáctica; otros, l os a d m i t en parcialmente, y no les c o n s t an los demás, al m i s mo tiempo, desarrollan u na argumentación p a ra rebatir cada u no de ellos, s u m a do a que p r o p u so la excepción previa de " N u l i d ad A b s o l u t a" y de fondo de " I n e p t i t ud de la d e m a n d a" (folios 188 a 2 0 1, 2 85 a 3 1 1, c u a d e r no 1). El c urad or ad l i t em de l as personas i n d e t e r m i n a d as contestó la d e m a n da exigiendo probarse los hechos al no constarle los m i s m os y se a t u vo al resultado del proceso. 3.1 La d e m a n da de reconvención reivindicatoría se contrae, en r e s u m e n, a los siguientes hechos: 3.1.1 El reconvenido señor L u is Norberto García García adquirió de la vendedora Leddy Stella Patiño Lanzziano los i n m u e b l es 5 03 y garaje N o. 18 d el Edificio M e r c u r i o, Propiedad Horizontal, con matrículas i n m o b i l i a r i as 5 0 N8 8 0 4 54 y SON 8 8 0 4 8 3, por m e d io de la e s c r i t u ra pública de 4 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01

c o m p r a v e n ta No. 0970 del 3 de abril de 1997, c u ya localización y m e d i d as se e n c u e n t r an señaladas en esta. 3.1.2 La vendedora Leddy Stella Patiño Lanzziano, a su vez, había adquirido l os i n m u e b l es referenciados p or sucesión i n t e s t a da del c a u s a n te Pedro A l o n so V a r g as Báez, conforme a la e s c r i t u ra pública número 5021 del 7 de noviembre de 1995, otorgada en la Notaría S e x ta de Cali. 3.1.3 Q ue en el año de 1 9 9 9, se demandó la n u l i d ad de la sucesión efectuada en la p l u r i m e n c i o n a da notaría, trámite que concluyó con sentencia del 5 de julio de 2011, la c u al declaró la n u l i d ad a b s o l u ta de la e s c r i t u ra pública número 5 0 21 d el 7 de n o v i e m b re de 1 9 9 5, a más de o r d e n ar la cancelación en l as Oficinas de Registro Público, de l os registros de transferencias de propiedad o cualquier g r a v a m en o limitación de d o m i n io sobre l os bienes d el c a u s a n te Pedro Alfonso Vargas Báez, entre ellas, se canceló la inscripción de la c o m p r a v e n ta q ue hiciera Leddy Stella Patiño Lanzziano a L u is Norberto García García.

3.1.4 Asevera, que c o mo consecuencia de la predicha declaración de n u l i d ad los i n m u e b l es a reivindicar volvieron al estado en q ue se e n c o n t r a b an a n t es de la sucesión efectuada a través d el acto n u l o, p or lo q ue l os bienes r e t o r n a r on en cabeza de su propietario finado Pedro Alfonso V a r g as Báez. 3.1.5 I n f o r m an q ue c on posterioridad i n i c i a r on el trámite de la sucesión del aludido causante, m i s mo que le 5 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 correspondió conocer y finiquitar al Juzgado Tercero de F a m i l ia de Cali, célula j u d i c i al que ultimó la i n s t a n c ia por conducto de la sentencia de fecha 25 de abril de 2016, aprobando el trabajo de partición y adjudicación, correspondiéndoles a l as herederas Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea Vargas S a l a m a n ca el 1 0 0% del derecho de d o m i n io de los i n m u e b l es objeto del litigio. 3.1.6 La parte d e m a n d a n te en reconvención se e n c u e n t ra privada de la posesión de l as heredades adjudicadas, puesto que " la tenencia" en la actualidad la tiene L u is Norberto García García, p e r s o na que la adquirió

de m a n e ra " f r a u d u l e n t a, pues la v e n ta efectuada presentaba vicios f r a u d u l e n t os como falsedad, fraude en que incurrió la vendedora Leddy Stella Patiño Lanzziano con el f in de que le fuere adjudicado l os bienes i n m u e b l e s; declaración de n u l i d ad que saca los bienes f u e ra del ámbito jurídico, que, igual suerte, corrió el acto jurídico suscrito c on ocasión de aquel". 3.1.7 Indica q ue e sa situación f ue a m p l i a m e n te conocida p or el prescribiente, quien, a sabiendas de l as decisiones judiciales, ha t o m a do posesión irregular de los i n m u e b l e s, aprovechando el t i e m po q ue tardó la administración de j u s t i c ia p a ra reconocer los derechos de las legítimas herederas, y, según la parte actora en reconvención, desde entonces ha ejercido posesión clandestina, pues ha ocultado la realidad jurídica de l os bienes raices, a más, este poseedor de m a la fe no le p e r m i te a la activa en ingreso a los m i s m o s. 6 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 3.1.8 El señor L u is Norberto García García, comenzó a poseer los i n m u e b l es objeto de la reivindicación desde el año de 1997, reputándose dueño, s in serlo, dado q ue su

propiedad se derivó de actos ilícitos que f u e r on declarados n u l os por el J u ez Tercero de F a m i l ia de Cali. C on f u n d a m e n to en los anteriores hechos relevante de la c a u sa p a ra pedir pretensiona: (i) que se declare que pertenece en d o m i n io pleno y a b s o l u to a Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea V a r g as S a l a m a n ca l os i n m u e b l e s, p r e v i a m e n te identificados en el libelo de m u t ua petición; (ii) c o mo consecuencia de la a n t e r i or declaración se condene al d e m a n d a do a restituir, u na vez ejecutoriada la sentencia, a favor de la parte d e m a n d a n te los pretendidos bienes raíces; {iii)así c o mo también se condene al d e m a n d a do al pago del valor de los frutos n a t u r a l es o civiles; (iv) que se declare que el d e m a n d a n te no está obligado, p or s er el poseedor d e m a n d a do de m a la fe, a i n d e m n i z ar las expensas necesarias c o n f o r me al artículo 9 65 del Código Civil; (v) que en la restitución de l os i n m u e b l es en cuestión deben comp re nderse las cosas que f o r m an parte del predio, o que se r e p u t en c o mo i n m u e b l e s.

El reconvenido se o p u so a las pretensiones de las reivindicadoras y en c u a n to a los h e c h os estimó cierto el p r i m e ro y el segundo; respecto de otros aseveró que no e r an ciertos, y, c on relación a algunos, manifestó que no le c o n s t a n, a más de f o r m u l ar las excepciones de fondo de " F a l ta de legitimación por Activa" y la de "Falsedad y fraude procesal". 7 Rad. N° H 001-31-03-024-2015-00456-01

4. El J u z g a do V e i n t i c u a t ro Civil del C i r c u i to de Bogotá, u na vez agotada las etapas procesales, finiquitó la p r i m e ra i n s t a n c ia profiriendo la sentencia a d i a da 20 de febrero de 2 0 1 9, a través de la c u al declaró no probadas las excepciones de n u l i d ad e i n e p t i t ud de la d e m a n da propuestas por Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea Vargas S a l a m a n ca en c o n t ra de la d e m a n da principal; declaró que L u is Norberto García García adquirió por prescripción o r d i n a r ia a d q u i s i t i va de d o m i n io los i n m u e b l es m a t e r ia de la litis; en consecuencia, declaró extinguidos l os derechos de propiedad de Pedro A l o n so V a r g as Báez y /o Denisse F e r n a n da y Mercedes

A n d r ea Vargas S a l a m a n ca sobre los referenciados predios; a s i m i s mo ordenó la cancelación de la m e d i da cautelar de inscripción de d e m a n da y la inscripción de d i c ha sentencia en los respectivos folios i n m o b i l i a r i o s, c o mo también que se expidiera copia auténtica de esa providencia c on c o n s t a n c ia de ejecutoria y copia auténtica de l as demás piezas procesales pertinentes; negó las d e m a n d as de reconvención presentadas p or Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea V a r g as S a l a m a n ca t o da vez que s us títulos s on inoponibles a los d el señor García, p or h a b er sido este un tercero poseedor de buena fe exenta de culpa frente a la escritura pública Nro. 5021 del 7 de noviembre de 1995, de la Notaría S e x ta de C a li y los procesos judiciales posteriores derivados de esta; declaró t e r m i n a do el proceso y condenó en costas a las h e r m a n as Vargas S a l a m a n c a. E s ta sentencia fue apelada por l as d e m a n d a d as iniciales y d e m a n d a n t es en reconvención. 8 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01

5. El T r i b u n a l, al resolver la alzada en sentencia calendada 28 de m a r zo de 2 0 1 9, revocó el fallo apelado, y en

su lugar dispuso: (ii) Denegar las pretensiones de la d e m a n da principal. En consecuencia, o r d e n ar la terminación y l e v a n t a m i e n to de l as m e d i d as cautelares practicadas y vigentes; (iii) Declarar imprósperas las excepciones de mérito f o r m u l a d as por la parte d e m a n d a da en la d e m a n da de reconvención; (iii) D i s p o n er que pertenece a las señoras Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea Vargas S a l a m a n ca el d o m i n io pleno de los i n m u e b l es a p a r t a m e n to 5 03 y garaje 18 ubicados en la calle 116 No. 9 C - 2 6 / 3 0 / 3 4, a c t u a l m e n te calle 116 No. 9 - 56 d el Edificio M e r c u r io Principal Propiedad H o r i z o n t al de Bogotá, c on matrículas 5 0 N - 0 8 8 0 4 83 y 5 0 N0 8 8 0 4 5 4; (iv) D e t e r m i n ar que el señor L u is Norberto García García, debe restituir a las señoras Denisse F e r n a n da y Mercedes A n d r ea V a r g as S a l a m a n c a, los i n m u e b l es de que trata el n u m e r al anterior, en el término de diez (10) días contados a partir de la notificación del a u to de obedecimiento

a lo resuelto p or el superior. En su caso, el a q uo materializará la entrega, haciendo u so de s us facultades legales; (v) C o n d e n ar a L u is Norberto García García a pagar a la parte d e m a n d a n te en reconvención la s u ma de $80.492.432.00, a título de f r u t os civiles causados entre el 8 de m a yo de 2 0 18 y esta sentencia. Se seguirán l i q u i d a n do de la m a n e ra indicada en la parte m o t i va h a s ta c u a n do se r e s t i t u y an los i n m u e b l es y su pago deberá realizarse u na vez cobre ejecutoria esta providencia, d a ta a partir de la c u al se causarán intereses a la t a sa del 6% a n u a l; (vi) Abstenerse de reconocer m e j o r as al no haberse solicitado, ni d e m o s t r a do y (vii) C o n d e n ar en costas en a m b as i n s t a n c i as t a n to de la g Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 d e m a n da de pertenencia como de la reconvención a la parte actora y reconvenida. Liquídense en la f o r ma prevista en el artículo 3 66 del Código General del Proceso. Las de p r i m e ra serán tasadas por el a-quo,

II. SENTENCIA DEL TRIBUNAL

1. D e l a n t e r a m e n te estableció la presencia de l os

presupuestos procesales y la legitimación activa y pasiva de los extremos del litigio, a más de advertir la inexistencia de vicio alguno que invalide lo actuado.

2. En o r d en a desatar el recurso de alzada y conforme al inciso p r i m e ro d el artículo 3 28 d el Código General d el proceso destacó que los reparos centrales c o n t ra el proveído i m p u g n a do gravitan en que la juzgadora de p r i m e ra i n s t a n c ia desconoció q ue había operado la suspensión de la prescripción o r d i n a r ia c on f u n d a m e n to en lo previsto por el artículo 2 5 30 del Código Civil, como también que la posesión no f ue pacífica ni i n i n t e r r u m p i da y existió u na indebida aplicación de la Ley 7 91 de 2 0 0 2.

3. C o mo cuestión p r e l i m i n ar define la prescripción como un m o do originario p a ra adquirir el derecho de d o m i n io y establece l os elementos o requisitos p a ra su viabilidad jurídica, a Saber: (i) que el bien objeto de la pretensión de usucapión sea susceptible de ser adquirido por este medio,

(ii) ánimo de señor y dueño por el término legal de m a n e ra pública, pacífica e i n i n t e r r u m p i da y (iii) q ue el i n m u e b le 10 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 pretendido debe encontrarse debidamente identificado

dentro del proceso.

4. Seguidamente determinó que el aspecto n e u r al de la controversia se sitúa en el fenómeno de la posesión, precisando en t o r no al a r g u m e n to de la apelación de la suspensión de la prescripción, q ue el a quo no la t u vo en cuenta, m i s ma q ue p or i m p e r io d el código civil, debió aplicarse en el sub examine.

C on relación a esa parcela de la impugnación el j u ez colegiado consideró extemporánea la anterior alegación, d a do que no fue argüida o p o r t u n a m e n te dentro del término del traslado de la d e m a n d a, h a b i e n do precluido la o p o r t u n i d ad p a ra su invocación; no obstante, aseveró que «no cabe la menor duda para la sala que operó la suspensión hasta el momento en que ¡las herederas demandadas] alcanzaron la mayoría de edad, es decir, para Dennise Fernanda Vargas Salamanca a partir del 21 de septiembre de 1999 y en cuanto a Mercedes Andrea Vargas Salamanca el 2 de enero de 1996», acorde con lo Señalado en el inciso p r i m e ro del artículo 2 5 30 del Código Civil, modificado por el precepto tercero de la Ley 7 91 de 2 0 0 2, las herederas tenían la condición de incapaces, y r e m a ta el desarrollo a r g u m e n t al e n u n c i a n do q ue «resulta inaceptable pretender

desconocer el derecho cuando han mediado irregularidades de gran calado como las advertidas en el sub ex ante».

5. A continuación r e p a ra q ue en l os certificados de tradición y libertad de los i n m u e b l es a prescribir aparece en las anotaciones 11 y 12, respectivamente, la inscripción de la d e m a n da sobre cuerpo cierto de "ordinario de n u l i d ad de

11 Rad. N" 11001-31-03-024-2015-00456-01 liquidación de herencia" de Mercedes A n d r ea V a r g as S a l a m a n ca c o n t ra Denisse F e r n a n da Vargas S a l a m a n ca y Leddy Stella Patiño Lanzziano, providencia dictada por el Juzgado Tercero de F a m i l ia de Cali. Frente a t al situación [inscripción de la d e m a n da del proceso o r d i n a r io de n u l i d ad de la liquidación notarial de la he renc ia c on fecha posterior al negocio jurídico de c o m p r a v e n ta fuente de adquisición del derecho de propiedad e inscripción del título en los folios de matrícula i n m o b i l i a r ia de los i n m u e b l es objeto de la declaración de pertenencia], el sentenciador p l u r al arguye que si bien la j u r i s p r u d e n c ia de la Corte S u p r e ma de J u s t i c ia ha señalado q ue [eüo] no desvanece la presunción de b u e na fe, ya q ue su efecto

f u n d a m e n t al es la oponibilidad de la sentencia a q u i en adquiera el bien, luego de haberse inscrito la m i s m a, [...], a pesar de lo expuesto y al descender al caso p a r t i c u l ar indicó que «la sentencia proferida por el Juzgado Tercero de Familia, contrario al [juicio] del aquo, si repercute en el demandante por los efectos nocivos que se derivaron y la actitud del mismo, que sin duda opacan la posesión que [el demandante] dijo ostentar en forma pública, pacífica e ininterrumpida, supuesto de enorme trascendencia para el éxito de esta clase de acciones». Teniendo presente l as repercusiones d el r e n o m b r a do fallo de n u l i d ad a b s o l u ta en el título de adquisición d el derecho de propiedad de la vendedora de l as heredades compradas p or el prescribiente ordinario, al decir d el t r i b u n a l, en el presente caso, el prescribiente "no tiene justo título" c on base en la e s c r i t u ra pública 0 9 70 del 3 de abril 12 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 de 1 9 9 7, otorgada en la Notaría N o v e na d el Círculo de Bogotá, m e d i a n te la c u al Leddy Stella Patiño Lanzziano vende a L u is Norberto García García l os i n m u e b l es reclamados en pertenencia, debido a q ue «no se debe desconocer que fue afectada por la declaración de nulidad

absoluta, por ende, cancelada», a lo c u al agregó, que «perdió su carácter, afectando la posesión del demandante, más cuando repercutió en su derecho de dominio, y la situación jurídica de las herederas».

6. De otro lado, dicha colegiatura al abordar el análisis de la posesión d el actor, c o mo paso previo, relievó l as situaciones "irregulares" que o c u r r i e r on en la sucesión del a n o t a do c a u s a n te a d e l a n t a da en la Notaría S e x ta de C a li y c o n t e n i da en la e s c r i t u ra pública número 5 0 21 de n o v i e m b re 7 de 1 9 9 5, en donde se le adjudicó a Leddy Stella Patiño, c o mo pago de su acreencia, l os i n m u e b l es q ue p o s t e r i o r m e n te vendió a L u is Norberto Garcia, m i s ma que fue declarada n u la a b s o l u t a m e n te p or el Juzgado Tercero de F a m i l ia de C a li , en lo m e d u l a r, por falta de competencia de la notaría enjuiciada p a ra llevar a cabo e se trámite liquidatorio, y, de ellas dedujo que «no se debe generar el derecho que reclama el accionante. Adicionalmente, cumple relievar que, si la nulidad absoluta del acto aparejó que no naciera a la vida jurídica el título de adquisición de Leddy Stella Patiño Lanzziano, con mayor razón, las transferencia ulteriores a este, correrían la misma suerte».

6.1 C o n s e c u t i v a m e n te le r e p r o c ha al actor que se limitó a i m p e t r ar la n u l i d ad del proceso o r d i n a r io de n u l i d ad p or no h a b er sido v i n c u l a do ad m i s m o, cuestión q ue f ue desestimada. A s i m i s m o, que acudió a u na acción de t u t e la que no prosperó; s in e m b a r g o, «llama la atención al tribunal que 13 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 no hubiere ejercido ninguna acción contra la tradente y solo hasta el 2015 inició el juicio de pertenencia, cuando se había enterado del proceso de nulidad en el 2012, según su versión rendida al absolver el interrogatorio de parte. {Énfasis de la Corte) D el m i s mo m o d o, le c e n s u ra al d e m a n d a n te en pertenencia el hecho de no h a b er comparecido al proceso de sucesión d el finado Pedro Alfonso Vargas Báez, p a ra r e c l a m ar s us derechos. 6.1.1 Desde otra perspectiva consideró inadmisible jurídicamente que por el hecho de que el señor García no f u e ra parte en la c a u sa [proceso ordinario de nulidad], t al d i s p u ta le fuese ajena, c o mo lo estimó la f u n c i o n a r ia de instancia; todo lo contrario, si allí se discutió la suerte del

d o m i n io y la posesión de los predios, al p u n to de ordenarse la restitución a favor de la m a sa sucesoral, q ue no f ue acatado, se insiste, por ningún interesado, a s u me que, «no hay como inferir una posesión trasparente». Calificada por el ad quem la posesión del d e m a n d a n te como no trasparente, el discurso a r g u m e n t al siguiente consistió en citar apartes de la sentencia de esta Corporación adiada 9 de octubre de 2 0 1 7, radicado 2 0 1 1 - 1 6 2 - 0 1, que al analizar el caso específico involucrado en ella, valoró la equivocidad y ambigüedad de la posesión alegada, para, a n te dicho suceso, poner de presente, que así entendida, dijo la Corte, "no puede fundar una declaración de pertenencia con las consecuencias que semejante decisión comporta, pues de aceptarse llevaría a admitir que el ordenamiento permite alterar el derecho de dominio, así respecto de la relación posesoria medie cierta dosis de 14 Rad. N" 11001-31-03-024-2015-00456-01 incertidumbre. Por eso, para hablar de desposesión del dueño y privación de su derecho, el contacto material de la cosa con quien pretende serlo, aduciendo real o presuntamente, animus domini, requiere que sea cierto y claro". F i n a l m e n te argüyó el sentenciador de segundo nivel que «de esta manera, no debe fundarse una posesión regular como la

esgrimida, pues las circunstancias probadas la alteran severamente, sin que sea de recibo cualquier argumento tendientes a subsanarlas, dada su gravedad», y, p or e sa vía, i n f i r ma la decisión de p r i m e ra i n s t a n c ia q ue había reconocido la prescripción o r d i n a r ia deprecada por el convocante basada en su invocada calidad de poseedor regular.

7. Secuela d el despacho negativo de la prescripción ordinaria, t al se dejó sentado en líneas precedentes, el ad quem se adentró en el e x a m en de la d e m a n da de m u t ua petición reivindicatoría. En e se norte, precisó, conforme al artículo 9 46 del Código Civil que la acción de reivindicación es de n a t u r a l e za real, p a ra cuyo ejercicio está legitimado todo propietario que se halle privado m a t e r i a l m e n te de la posesión m a t e r i al a q ue tiene derecho, a fin de obtenerla d el detentador a q u i en d e m a n d a.

C on apoyo en la doctrina y la j u r i s p r u d e n c ia a f i r ma que p a ra la prosperidad de esta acción se requiere (i) q ue el d e m a n d a n te acredite ser propietario del bien a reivindicar; (ii) posesión del d e m a n d a do respecto de este; (iii) identidad del bien poseído c on aquel del c u al es propietario el actor y (iv) que se trate de cosa singular o de c u o ta proindiviso de la

m i s m a. 15 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 7.1 Analizó el requisito de la titularidad del derecho de d o m i n io en cabeza de las d e m a n d a n t es en reivindicación, que es cuestionado por el reconvenido a través de la excepción de falta de legitimación en c a u sa activa, la c u al estriba, en esencia, en que las d e m a n d a n t es no s on t i t u l a r es del derecho de d o m i n io y jamás h an tenido la posesión; p l a n t e a m i e n t os que, según el t r i b u n a l, no s on de recibos, por lo siguiente: de acuerdo al artículo 1 3 25 del código civil, "el heredero podrá también hacer u so de la acción reivindicatoría sobre cosas hereditarias reivindicables que h a y an pasado a terceros y no h a y an sido prescritas por ellos". Indica, que si b i en las actoras no o s t e n t an la titularidad sobre los predios en discusión, p u es se e n c u e n t r an en cabeza de su d i f u n to progenitor Pedro Alfonso Vargas Báez, c o mo se desprende de los folios i n m o b i l i a r i o s, también lo es que los predios h a c en parte del activo de la m a sa de bienes de la sucesión que se adelantó en el Juzgado Tercero de F a m i l ia de Cali, bajo el radicado 2 0 1 4 4 3 6 9 0 0, donde se les adjudicó,

según sentencia de aprobación de la partición d a t a da 25 de abril de 2 0 1 6. Sostiene el ad quem que no debe desconocerse que la sucesión es un m o do de a d q u i r ir el d o m i n io de las cosas, por lo que los herederos a título u n i v e r s al del c a u s a n te s on los habilitados p a ra r e c l a m ar todos l os derechos q ue le corresponden al c a u s a n te respecto de los bienes adquiridos por este, j u s t a m e n te p a ra hacer efectivo el a t r i b u to de persecución que es i n h e r e n te a todo derecho real, razón por 16 Rad. N° 11001-31-03-024-2015-00456-01 la q ue es viable reivindicar c u a n do h an p a s a do a otras m a n o s. C on referencia a la partición que, a u n q ue no se acreditó que se h u b i e ra protocolizado el expediente, t al c o mo f ue ordenado por el n u m e r al tercero de la sentencia aprobatoria de la partición, apuntó q u e, e sa circunstancia r e s u l ta insuficiente p a ra no tener a l as d e m a n d a n t es en reconvención c o mo titulares d el derecho real de d o m i n i o, h a b i da c u e n ta que, el artículo 57 del Decreto 9 60 de 1 9 70 estableció q ue p or la protocolización no adquiere el

d o c u m e n to protocolizado m a y or fuerza o firmeza de la que originalmente tenga. En apoyo a lo expuesto citó apartes de la sentencia C7 05 de 2 0 15 de la Corte C o n s t i t u c i o n al y sendas sentencias de esta Corporación p a ra dilucidar en t o mo a l os efectos retroactivos de la partición h a s ta la delación de la herencia, y c on cimiento en dicho efecto concluyó q ue «es palmar entonces, que se acreditó con suficiencia la titularidad del dominio en cabeza de las causahabientes que, valga decir, es anterior a la posesión alegada por el demandado, esto es, data desde el fallecimiento del causante, [hecho que ocurrió] el 12 de julio de 1994, según el registro de defunción que reposa a folio 85 del cuaderno 1», y, c o mo la posesión del d e m a n d a do reconvenido es de t i e m po posterior, m a yo de 1997, conforme a su propia versión, y el testigo E s t e b an B o r ja citó el año 2 0 0 0, emite el j u i c io de que es p r i m e ro la posesión de las d e m a n d a n t e s, por lo que la presunción del d o m i n i o, en definitiva, desapareció. 17 Rad. N" 11001-31-03-024-2015-00456-01 7.2 En lo que atañe a la calidad de poseedor del d e m a n d a d o, la dio p r o b a da por confesión, atendiendo la

contestación de la d e m a n d a; del m i s mo m o d o, encontró acredit

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