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CSJ - AC5493-2019

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AC5493-2019
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2019

Repúblíni de CJttlomhia Corte Suprema de Justicia Sala de Casación ctrii AC5493-2019 ALVARO FERNANDO GARCÍA RESTREPO Magistrado ponente Radicación n° 76001-31-03-009-2016-00228-01 (Aprobado en sesión de veinte de noviembre de 2019) Bogotá, D.C., diecinueve (19) de diciembre de dos m il diecinueve (2019)." Procede la S a la a decidir sobre la a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da p r e s e n t a da p or MARTHA LUCIA MESA VILLA; ÁNGELA MARÍA, JAIME ARTURO, LAURA PAOLA y JOSÉ FERNANDO RESTREPO ME^A, p a ra s u s t e n t ar el recurso e x t r a o r d i n a r io de casación q ue i n t e r p u s i e r on frente a la sentencia de 21 de n o v i e m b re de 2 0 1 8, proferida p or la S a la Civil d el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de Cali, d e n t ro d el proceso o r d i n a r io de simulación adelantado p or DIANA y MANUEL JOSÉ RESTREPO CASTRO c o n t ra l os m e n c i o n a d os r e c u r r e n t es y AURA PAOLA RESTREPO MESA.

ANTECEDENTES

1. A c t u a n do en su condición de herederos de José N a b or Restrepo Ángel, l os d e m a n d a n t es solicitaron q ue c on

> i, V Radicación n"^ 76001-31-03-009-2016-00228-01 a u d i e n c ia de l os m e n c i o n a d os accionados -cón3aige supérstite del c a u s a n te e h i j os m a t r i m o n i a l es de José N a b or y M a r t ha Lucía-, se declare que s on r e l a t i v a m e n te s i m u l a d as las v e n t as c on reserva de u s u f r u c to c o n t e n i d as en l as escrituras públicas 2 2 4 7, 2 2 4 8, 2 2 4 9, 2 2 5 0, 2 2 5 1, 2 2 5 2, 2 2 53 y 2 2 5 5, corridas todas el 30 de j u n io de 2 0 10 en la Notaría N o v e na del Círculo de Cali, registradas en los folios de matrícula i n m o b i l i a r ia de los i n m u e b l es m a t e r ia de los respectivos negocios jurídicos, u b i c a d os en d i c ha c i u d ad y en los m u n i c i p i os de la C u m b re y D a g u a, V a l le del C a u c a. En consecuencia, p i d i e r on decretar la n u l i d ad a b s o l u ta de las donaciones e n c u b i e r t as - p or f a l ta de insinuación-;

o r d e n ar la cancelación de los actos jurídicos q ue se h a y an inscrito c on posterioridad al registro de la d e m a n d a; disponer la restitución de los bienes a la sucesión de José N a b or Restrepo Ángel j u n to c on los f r u t os p r o d u c i d os por estos; y c o n d e n ar en costas a la p a r te d e m a n d a d a^

2. En s u s t e n to de las anteriores súplicas, los gestores señalaron, en síntesis, lo siguiente: 2 . 1. José N a b or Restrepo y M a r t ha Lucía M e sa V i l la convivieron c o mo esposos h a s ta el 7 de j u n io de 2 0 1 1, fecha de la m u e r te de aquél. 2.2. F r u to de esa relación d e j a r on c o mo descendencia a los d e m a n d a d o s, h e r m a n os Restrepo M e s a, y ^Folios SSal03deic. 1.

2 Radicación n° 76001-31-03-009-2016-00228-01 p a t r i m o n i a l m e n te a d q u i r i e r on un sinnúmero de bienes que i n t e g r a r on el h a b er con3mgal y la m a sa h e r e d i t a r ia d el fallecido. 2.3. D i a na y M a n u el José Restrepo C a s t ro -hijos e x t r a m a t r i m o n i a l es del causante-, celebraron un c o n t r a to de

c o m p r a v e n ta de s us derechos hereditarios c on l os hijos m a t r i m o n i a l es de José Nabor, pero únicamente respecto de ciertos bienes, p u es de su parte no conocían la existencia de otros, que p r e c i s a m e n te f u e r on m a t e r ia de las v e n t as entre "madre a hijos o padre a hijos\s el 30 de j u n io de 2 0 10 en la m i s ma notaría. 2.4. En todas las enajenaciones s u r t i d as el 30 de j u n io de 2 0 1 0, se excluyó a l os herederos Restrepo Castro, a quienes p or t a n to les asiste derecho p a ra que los i n m u e b l es objeto de c o m p r a v e n ta c on reserva de u s u f r u c to regresen a la sucesión de su d i f u n to padre y s e an repartidos c o n f o r me a las reglas hereditarias. 2.5. Los i n m u e b l es i n c l u i d os en los acuerdos s i m u l a d os están en posesión de l os herederos d e m a n d a d o s, quienes j u n to c on su p r o g e n i t o ra a c t u a r on de m a la fe al o c u l t ar la existencia de los fundos^.

3. La p r i m e ra i n s t a n c ia se clausuró c on sentencia de 22 de febrero de 2 0 1 8, p or m e d io de la c u a l, el J u ez N o v e no Civil

del C i r c u i to de O r a l i d ad de Calí resolvió negar l as 2 Folios 88 a 103 del c. 1. 3 > Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01 pretensiones de la d e m a n da y c o n d e n ar en costas a los accionantes^.

4. Al desatar la apelación de los accionantes, el T r i b u n al revocó lo resuelto por el a-quo, y en su lugar: (i) Declaró relativamente s i m u l a d os los c o n t r a t os de c o m p r a v e n ta c on constitución de u s u f r u c to objeto de l as pretensiones, conservando validez l as donaciones realizadas en el porcentaje equivalente a 50 S M L MV p a ra el 2 0 10 y n u lo en lo que exceda ese valor; (ii) negó el reconocimiento y pago de frutos; (iii) d i s p u so la cancelación parcial de las escrituras públicas 2 2 4 7, 2 2 4 8, 2 2 4 9, 2 2 5 0, 2 2 5 1, 2 2 5 2, 2 2 53 y 2 2 55 del 30 de j u n io de 2 0 1 0, corridas en la Notaría N o v e na del Círculo de Cali, en c u a n to al porcentaje de propiedad p l e na que q u e da a favor del acervo hereditario de José N a b or Restrepo Villa; (iv) mandó inscribir la sentencia en los folios

de matrícula respectivos y la cancelación de las anotaciones efectuadas después de la inscripción de la d e m a n d a; (v) condenó s o l i d a r i a m e n te a l os d e m a n d a d os y a s us m a n d a t a r i os a pagar a título de sanción a n te la i m p r o s p e r i d ad de la t a c ha de falsedad, el equivalente a quince salarios mínimos legales m e n s u a l es vigentes; e (vi) i m p u so costas en a m b as i n s t a n c i as p a ra los demandados"^.

5. Los convocados M a r t ha Lucía M e sa Villa, Ángela María, J a i me A r t u r o, L a u ra Pacía y José F e r n a n do Restrepo M e sa f o r m u l a r on en t i e m po recurso de casación que, 3 Folio 457 del c. 1-A. " Folios 32 a 36 del c. del Tribunal,

4 Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01 concedido por el a d - g u em y a d m i t i do p or la Corte, se sustentó c on el pliego que a h o ra se e x a m i n a ^. LA SENTENCIA DEL TRIBUNAL S us a r g u m e n t os se c o m p e n d i a n, así:

1. Verificado el c u m p l i m i e n to de l os p r e s u p u e s t os procesales y acreditada la legitimación en la c a u sa p or activa

y pasiva, se advierte la necesidad de revocar la providencia atacada, p o r q ue c o n c u r r en en este a s u n to u na "pluralidad de indicios graves concordantes y convergentes que confirman un entramado que apunta unívocamente hacia la simulación relativa!', p or c u a n to "las susodichas compraventas encubren una donación, la que es válida única y exclusivamente hasta el valor de los 50 SMLMV'.

2. Por la s i n g u l a r i d ad que es p r o p ia a la simulación, a d q u i e r en vital i m p o r t a n c ia los indicios, que en el presente proceso son: 2 . 1. El parentesco, pues, todos l os contratos cuestionados se celebraron e n t re padres e hijos. En seis de ellos aparece c o mo v e n d e d o ra la m a d r e, M a r t ha Lucía Mesa, y en otros dos el e n a j e n a n te es el padre, José N a b or Restrepo ÁngeL ^ Folios 33 a 82 del c. de la Corte.

5 Radicación if 76001-31-03-009-2016-00228-01 2.2. La c a u sa s i m u l a n dt ya que es innegable que se procedió a otorgar l as aludidas escrituras públicas p a ra sustraer bienes de la m a sa h e r e d i t a r ia de José Nabor Restrepo y adjudicarlos directamente y en v i da a s us hijos

habidos dentro d el m a t r i m o n io c on M a r t ha Lucía Mesa; inferencia que se refuerza al tener en c u e n ta que el 1° de febrero de 2 0 0 2, José N a b or otorgó t e s t a m e n to abierto en la Notaría Séptima d el Círculo de Cali, donde dispuso de algunos bienes a favor de su esposa e hijos m a t r i m o n i a l e s, y respecto de todos los legitimarios se limitó a dejarles "lo que por ley les corresponde como legítimas rigurosas". No se discute, tampoco, q ue l os hijos e x t r a m a t r i m o n i a l es v e n d i e r on s us derechos hereditarios en la sucesión de José Nabor, o b v i a m e n te q ue bajo el entendido de un número m e n or de bienes, porque carecían del conocimiento sobre la existencia de otros más. 2.3. La falta de necesidad apremiante de vender los bienes, en t a n to que los pretensos vendedores g o z a b an de g r an solvencia económica al percibir r e n t as de n u m e r o s os activos, y además habían constituido varios C D T s, Por lo m i s m o, sí ellos hacían gala de g r an h o l g u ra rentística, no p u e de s er considerado como h a b i t u al q ue en el estado crepuscular de su existencia ellos se deshagan de cuantiosos y apreciados i n m u e b l es de su acervo p a t r i m o n i a l, a c a m b io

de un precio m uy inferior a su valor comercial. 2.4. La suscripción de las escrituras públicas el mismo día, 30 de j u n io de 2 0 1 0, es a l t a m e n te indicativa de que l as ventas allí referidas no correspondieron a u na 6 Radicación n'^ 76001-31-03-009-2016-00228-01 negociación real. P a ra d ar cuerpo a esa inferencia se s u ma que en l os correspondientes actos de adquisición no se establecieron las alícuotas de d o m i n io de los compradores. 2.5. La constitución en los actos escriturarios de derecho real de usufructo a perpetuidad, q ue p or l as condiciones personales y económicas de l os vendedores - p a d r es de l os c o m p r a d o r e sse ofrece desproporcionado, salvo si la v e n ta no es real. 2.6. Ansencia de una mayor precaución o cautela respecto de los elementos esenciales del contrato de compraventa, dado q ue si l os c o n t r a t a n t es conocían de a n t e m a no de la existencia de d os herederos más - h i j os e x t r a m a t r i m o n i a l e s -, p a ra evitar c o n d u c t as equívocas y u na posterior d e m a n d a, debieron a s u m ir m a y or previsión y perspicacia en p r o c u ra de patentizar, "más allá de toda duda razonable", el pago efectivo del precio y no quedarse c on la simple afirmación f o r m al del i n s t r u m e n t o. En efecto, según

lo previsto en los artículos 1 7 57 del Código Civil y 1 67 del Código G e n e r al del Proceso, q u i en a f i r ma h a b er realizado un pago a s u me la carga de acreditarlo, y en este a s u n t o, l os d e m a n d a d os "se sustrajeron del deber primario de acreditar el pago, y no hubo conato probatorio que apuntara en esa dirección, cuando estaban en posición ventajosa para ello". 2.7. Falta de movimientos en cuentas bancarias y ausencia de entrega del precio, que d e n o t an la simulación de las ventas, ya que sobre esos aspectos los compradores n a da dicen y la v e n d e d o ra calla sobre el destino dado a 7 Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01 dineros recibidos, que a l c a n z a r on la cifra de $ 8 4 8 . 5 2 9 , 0 0 0, a pesar de que "los dictados de la experiencia y la costumbre aconsejan para ello valerse del sistema bancario". 2.8. Precio exiguo, t o da v ez q ue de acuerdo c on la p r u e ba pericial practicada d e n t ro del proceso, se a r r i ba a la conclusión de que el valor comercial de los i n m u e b l es p a ra 2 0 10 llegaba a $ 2 . 5 5 5 . 6 8 1 . 7 0 3, al p a so que en las escrituras públicas se consignó un valor n o t o r i a m e n te inferior q ue r o n da l os $ 8 4 8 . 6 2 9 . 0 0 0. A h o ra bien, también debe

considerarse la constitución del derecho real de u s u f r u c to a favor de l os vendedores, q ue incide o b v i a m e n te en la valuación de los i n m u e b l e s, pero "sin que dicha circunstancia detracte sustancialmente su valor intrínseco". No es de recibo la coartada de ser c o s t u m b re la fijación de un precio inferior al real p a ra efectos fiscales, porque esta hipótesis, de un lado, no se sostuvo p or l os principales interesados quienes se acogieron i r r e s t r i c t a m e n te a l os términos de las escrituras públicas, y del otro, por c u a n to al h a b er herederos excluidos de dichos actos se imponía adoptar n o r m as de c o n d u c ta que d i s i p a r an cualquier d u d a. 2.9. La pasividad para oponerse o resistir a las pretensiones, es otro indicio q ue surge de la c o n d u c ta procesal de la parte d e m a n d a d a, p o r q ue al proceso no arrimó m e d i os de convicción tendientes a sostener la realidad de los contratos de c o m p r a v e n t a, creyendo suficiente r e m i t ir a los términos de l as escrituras públicas q ue l os contienen. El esfuerzo probatorio de los accionados "extrañamente estuvo 8 Radicación n'' 76001-31-03-009-2016-00228-01 dirigido en principio a impugnar la paternidad y en

consecuencia su ausencia de legitimación para solicitar la simulación, intento vano, anodino por contraevidente, y adosar las declaraciones de renta de los compradores para acrisolar su capacidad adquisitiva y económica que nunca fue puesta en duda". Sobre l os interrogatorios de p a r te absueltos p or l os d e m a n d a d os se debe decir q ue l as excusas p or ellos p l a n t e a d as p a ra j u s t i f i c ar las ventas s on "deleznables" y "en buena medida absurdas". En efecto, M a r t ha Lucía M esa, e s p o sa de José N a b or Restrepo, afirmó r o t u n d a m e n te que ella s i e m p re estaba al día en el pago de i m p u e s t o s, q ue l os dineros q ue recibía p or r e n t as y otros servicios los capitalizaba en i n m u e b l e s, c on lo cual, "no luce plausible o razonable ... que ante la carga impositiva la mejor salida sea la venta de los inmuebles, cuando han hecho precisamente lo contrario durante toda su existencia, además, por cuanto casi todos los bienes eran productivos y estaban dados en arrendamiento, su solvencia económica era boyante y la liquidez tal que hasta tenían depósitos en CDTs, por tanto ninguna preocupación representaba el pago de impuestos, como no lo había sido antes y era un gasto más dentro de su próspera administración de sus negocios. Ahora, si esta hubiese sido la real situación e intención de los vendedores no había lugar a

disponer de varios y significativos acervos patrimoniales sino que hubiese sido suficiente con la venta de uno de ellos, lo que per se fulmina la estratagema". 9 Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01

3. La p l u r a l i d ad de indicios graves, concordantes y convergentes a p u n ta unívocamente a la simulación relativa, por c u a n to las c o m p r a v e n t as e n c u b r en u na donación que es válida, únicamente, h a s ta 50 s.md.m.v. p a ra la fecha de su celebración, c o n f o r me lo reglado en el inciso 2° del artículo V del Decreto 1 7 12 de 1 9 8 9, es decir, que los actos de g r a t u i d ad subyacentes conservarán validez h a s ta $ 2 5 . 7 5 0 . 0 0 0, que se debe c o n t r a s t ar c on el valor comercial dado a los bienes en el d i c t a m en aportado y rendido en a u d i e n c ia por el perito.

4. No h ay lugar al reconocimiento de los frutos civiles reclamados en la d e m a n d a, porque los d e m a n d a n t es se sustrajeron i n t e n c i o n a l m e n te de la carga q ue l es correspondía p a ra estimarlos j u r a m e n t a d a m e n te c o mo lo m a n da el artículo 2 06 del Código G e n e r al del Proceso.

5. F i n a l m e n t e, c o mo la t a c ha d o c u m e n t al de l os registros civiles de los d e m a n d a n t es se encontró no probada, c o n f o r me lo i n d i ca el artículo 2 74 del C.G.P., se c o n d e na a éstos al pago de 15 S M L M V, los cuales deben ser a s u m i d os solidariamente por el apoderado judicial, t o da vez que actuó sin autorización expresa de s us m a n d a n t e s.

LA DEMANDA DE CASACIÓN CARGO ÚNICO Se apoya en la c a u s al s e g u n da del artículo 3 36 del Código G e n e r al del Proceso, y se hace consistir en la violación 10 Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01 indirecta de los artículos 8 2 6, 1 7 66 3^ 1 8 49 1 7 66 del Código Civil, a c a u sa de errores de h e c ho m a n i f i e s t os y trascendentes al apreciarse i n d e b i d a m e n te la p r u e ba indiciaría, l os q ue l l e v a r on al T r i b u n al a declarar la simulación y d e s e s t i m ar la realidad de l os c o n t r a t os de c o m p r a v e n ta y la constitución de u s u f r u c to sobre los bienes m a t e r ia de negociación. En el desarrollo del e m b a te y p a ra p r o c u r ar d e m o s t r ar

los y e r r os cometidos en la ponderación de la p r u e ba indirecta, en la d e m a n da se expone lo siguiente:

1. Respecto d el indicio de parentesco, el y e r ro d el T r i b u n al radica en la inferencia efectuada, al darle un valor p r o b a t o r io s u p e r i or al considerado d e n t ro de la lógica y gravedad, ya que la c o n s a n g u i n i d ad e n t re los c o n t r a t a n t es es insuficiente p a ra colegir el ánimo de d e f r a u d ar c on l os c o n t r a t os de c o m p r a v e n ta ajustados.

En la sentencia i m p u g n a da se omitió la t a r ea de analizar a fondo los pactos entre familiares, c o m o q u i e ra que e ra un h e c ho común en el giro o r d i n a r io de la f a m i l ia Restrepo M esa, lo que se reconoce en la d e m a n da i n s t a u r a da p or los h e r m a n os D i a na y M a n u el José Restrepo Castro.

2. En lo q ue corresponde al indicio l l a m a do "causa simulandi", el ad-quem hizo un "falso juicio de raciocinio", p o r q ue los v e n d e d o r es no se d e s p r e n d i e r on de s us bienes más preciados, s i no de ocho predios q ue p a ra ellos no

r e p r e s e n t a b an "un mayor valor significativo'', p u e s to que en 11 Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01 el h a b er de la sociedad c o n y u g al de M a r t ha L u i sa M e sa Villa y José N a b or Restrepo q u e d a r on más de veintiún i n m u e b l es relacionados en la a l u d i da v e n ta de derechos hereditarios. - Además, se equivocó el tallador de segundo grado al e s t i m ar q ue la c a u sa p a ra s i m u l ar consistía en s u s t r a er haberes de la m a sa hereditaria, t o da v ez que p a ra la época de las ventas lo que existía e ra u na sociedad c o n y u g al que se disolvió a la m u e r te de José N a b or Restrepo, un año después. Así m i s m o, no es cierto c o mo lo a s e g u ra el juzgador, que los d e m a n d a n t es no t u v i e r an conocimiento de otros bienes al m o m e n to en que v e n d i e r on s us derechos hereditarios, c o mo se c o r r o b o ra en el interrogatorio de parte rendido por D i a na Restrepo Castro.

3. El indicio derivado de la falta de necesidad de l os vendedores p a ra desprenderse de los i n m u e b l e s, se b a sa en un "falso juicio de identidad y raciocinio", ya que existe dentro del proceso un "contraindicio", generado a p a r t ir de la

declaración de parte de M a r t ha Lucía Mesa, en la q ue se m a n i f i e s ta bajo la gravedad del j u r a m e n to la justificación de las ventas p a ra obtener efectivo en aras de pagar i m p u e s t os (renta, predial, megaobras) y "arreglar" los i n m u e b l e s, h a b i da c u e n ta de su antigüedad,

4. En c u a n to al indicio establecido a partir d el o t o r g a m i e n to de l as escrituras públicas el m i s mo día, el "falso juicio de raciocinio" radica en no c o n t e m p l a r se p or parte d el T r i b u n al l as manifestaciones efectuadas p or l os

12 Radicación n° 76001-31-03-009-2016-00228-01 c o n t r a t a n t es en s us interrogatorios, relativas a q ue l as i n s t r u m e n t os públicos se correrían todos u na v ez pagado todo el precio pactado y en idéntica calenda, p a ra evitar sobrecostos.

5. En lo que atañe a la constitución del derecho r e al de u s u f r u c to sobre todos l os bienes vendidos, el T r i b u n al d e s a t i na al d e d u c ir de allí un indicio, p o r q ue d a da la capacidad económica de los c o m p r a d o r es y vendedores, "no era de interés alguno vender los inmuebles adquiridos ni tampoco despojar a los padres vendedores de las rentas o

cánones que producían dichos bienes que se utilizarían con fines de mejoras a otros inmuebles, en condiciones de demasiada antigüedad".

5. Se desacierta en la s e n t e n c ia c e n s u r a da al p l a n t e ar c o mo indicio el no pago de s u m as de d i n e ro p or las v e n t as realizadas, p u es en l as e s c r i t u r as públicas respectivas es "evidente el hecho indicador del pago", lo c u al es suficiente c o mo p r u e ba según lo reglado en el artículo 1 9 34 del Código Civil. Pero, además, q ue el precio se pagó efectivamente se c o m p r u e ba c on l os i n t e r r o g a t o r i os de p a r te y l as declaraciones de r e n ta de los v e n d e d o r es y c o m p r a d o r e s. 7, No a n d u vo acertado el T r i b u n al al inferir un indicio de la a u s e n c ia de m o v i m i e n t os b a n c a r i os en las c u e n t as de los c o n t r a t a n t e s, d a do q ue acuerdo c on los interrogatorios de parte r e n d i d os en el proceso, quedó c l a r a m e n te establecido que el pago p or los i n m u e b l es a d q u i r i d os se h i zo en efectivo, p or lo q ue "a pesar de sí contar con cuentas bancarias y

13 Radicación n^ 76001-31-03-009-2016-00228-01

realizar movimientos en las mismas por su condición de rentistas de capital, tanto compradores como vendedores, no file necesario allegar prueba de ello al proceso pues nunca fue requerida por el juez de primera instancia ni por la parte contraria, antes bien, el juez objetó y prohibió las preguntas inherentes a los medios para el pago por considerar subjetivo el modo de pago en efectivo o mediante cuentas bancarias...".

8. En el caso del indicio l l a m a do precio exiguo, se p u e de afirmar, inequívocamente, que lo probado es que " no existen elementos de convicción que den cuenta del justiprecio específico de la nuda propiedad..." y q ue "el precio de las compraventas es el que en ellas quedo consignadas", por lo tanto, se equivoca el T r i b u n a l, pues, al "inferir la existencia de un precio exiguo por el cotejo o que plasma el valor contemplado en los instrumentos públicos de ventas con la pericial, alteró su contenido y pasó por alto que en las mismas se evalúan bienes inmuebles concebidos en su dominio absoluto, y no la nuda propiedad, objeto de negociación".

9. El indicio extraído de la c o n d u c ta procesal de l os d e m a n d a d o s, esto es, la pasividad p a ra resistir u oponerse a las pretensiones, c o n s t i t u ye un falso raciocinio, puesto que es evidente q ue l os accionados c o n t e s t a r on la d e m a n da pronunciándose sobre los hechos y pretensiones, a c t u a r on de b u e na fe, respetando los principios de lealtad y probidad

y "prestaron al juez su colaboración para la práctica de pruebas periciales, de avalúos comerciales, grafológicas, y diligencias de interrogatorios de parte y de oficio, además que siempre comparecieron a las audiencias citadas y nunca 14 Radicación n"^ 75001-31-03-009-2016-00228-01 evadieron respuestas o se negaron a responder pregunta alguna pues siempre buscaron el esclarecimiento de los . hechos objeto del proceso".

CONSIDERACIONES

1. En el m a r co del n u e vo e s t a t u to procesal civil, el de casación sigue siendo, en líneas generales, un r e c u r so extraordinario de n a t u r a l e za dispositiva y f o r m a l, t o da v ez que, en esencia, p a ra su debida sustentación el interesado debe enfilar su i n c o n f o r m i d ad d e n t ro de l as causales e x p r e s a m e n te previstas p or el legislador, que no s on otras que las cinco relacionadas en su artículo 3 3 5, y m e d i a n te la introducción de u na d e m a n da que satisfaga las exigencias del artículo 3 44 ibídem.

De ahí q ue en el respectivo libelo, so p e na de inadmisión, se i m p o ne p a ra el e x t r e mo r e c u r r e n te m e n c i o n ar las partes de la controversia, sintetizar l os hechos y pretensiones m a t e r ia del litigio y f o r m u l ar por separado los

cargos, c on f u n d a m e n t os claros, precisos y completos, entendiéndose por esto último, que las razones expuestas por el censor c o m b a t an cabal e íntegramente l os g e n u i n os soportes de l as determinaciones adoptadas p or el sentenciador de s e g u n da i n s t a n c i a, pues, c o mo ha dicho la Corte, en d o c t r i na que m a n t i e ne vigencia, "si el laborío del acusador no los comprende a cábalidad, al margen de que el juzgador de instancia hubiere podido incurrir en las falencias 15 Radicación n' 76001-31-03-009-2016-00228-01 denunciadas, su sentencia no podría quebrarse en virtud del recurso extraordinario"^. Por lo t a n t o, propio es entender q ue si el reproche elevado se hizo consistir en la violación indirecta de la ley sustancial c o mo consecuencia de la comisión de errores de hecho, se i m p o ne al censor, c o mo mínimo, especificar de t al m a n e ra el yerro, q ue resulte posible p a ra la Corte establecer en qué consistió la falla del sentenciador de i n s t a n c i a, esto es, si pretirió o tergiversó los elementos de j u i c io existentes en el proceso, o si s u p u so u no inexistente. Pero no b a s ta el señalamiento del e r r or de esa f o r m a. Es imperioso, además, su comprobación, según el m a n d a to expreso de la parte final d el literal a) d el n u m e r al 2^ d el

precitado precepto. C on e se propósito, corresponde al recurrente identificar l os m e d i os de convicción i n c o r r e c t a m e n te ponderados; singularizar l os pasajes de ellos en l os que recayó el yerro; y c o n t r a s t ar su contenido objetivo c on lo que el T r i b u n al coligió, o debió deducir, de los m i s m o s. En este p u n t o, b u e no es m e m o r ar que p a ra atender el deber de demostración de l os errores de h e c ho q ue se a t r i b u y an a las p r u e b as del proceso, la Corte ha indicado que '^Es insuficiente limitarse a esbozar o delinear el supuesto yerro en que habría incurrido el juzgador, siendo necesario me se acredite cabalmeyite, esto es, que se le presente a la Corte no como una mera opinión divergente de la del sentenciador, por ^CSJ AC de 19 de dic. de 2012, Rad. 2001-00038-01. 16 Radicación n° 75001-31-03-009-2016-00228-01 atinada o versada que resulte, sino como corolaño de una evidencia que, por sí sola, retumbe en el proceso. 'El impugnante -ha puntualizado la Sala-, al atacar la sentencia por error evidente de hecho, se compromete a denunciar y demostrar el yerro en que incurrió el Tribunal, como consecuencia directa del cual se adoptó una decisión que no debía adoptarse' (CCXL, pág. 82), agregando que 'si impugnar

es refutar, contradecir controvertid lo cual exige, como mínimo, explicar qué es aquello que se enfrenta, fundar una acusación es entonces asunto mucho más elaborado, comoquiera que no se loara con un simple alegar me el juzgador de instancia carece de razón, sino que impone, para el caso de violación de la ley por la vía indirecta, concretar los errores que se habrían cometido al valorar unas específicas pruebas, y mostrar de qué manera esas equivocaciones incidieron en la decisión que se repudia' (se subraya; auto de 29 de agosto de 2000, exp. 19940088), (...). En suma, la exigencia de la demostración de un cargo en casación, no se satisface con afirmaciones o negaciones yanorámicas -o generalessobre el tema decidido, así éstas resulten pertinentes respecto de las conclusiones del Tribunal siendo menester suverar él umbral de la enunciación o descripción del yerro, vara acometer, en concreto, él enjuiciamiento insoslayable de los argumentos del fallador, lo que se cumple mediante la exposición de la evidencia del error y de su incidencia en la decisión adoptada". Se subraya^,

2. La t a r ea es b a s t a n te más compleja c u a n do de controvertir la apreciación de la p r u e ba indiciaría se trata, pues, de acuerdo c on la j u r i s p r u d e n c ia consolidada de la Corte, "apenas en casos muy excepcionales es posible corregir la labor apreciativa hecha por el Tribunal"^, si se tiene en

c u e n ta q ue este goza de u na p o n d e r a da autonomía p a ra calificar los indicios y deducir de ellos h e c h os no probados. Por lo m i s m o, p a ra d e r r u ir la evaluación de d i c ha p r o b a n za indirecta, es m e n e s t er d e m o s t r ar c on la suficiente claridad y precisión, q ue se está en presencia de un caso excepcional q ue posibilita q u e b r ar el fallo de s e g u n da instancia, c o mo p or ejemplo, c u a n do "el sentenciador tenga ^CSJ, se del 2 de febrero de 2001, Rad. No. 5670. ^ CSJ se de 26 de junio de 2008, Rad. 2002 00055 01. 17 Radicación 76001-31-03-009-2016-00228-01 por probados hechos básicos sin estarlo, es decir, que huya sacado deducciones de hechos que no están acreditados en el proceso; o que haya ignorado hechos debidamente comprobados, suficientes por si mismos para imponer una consecuencia contraria a la del fallo; o que haya dejado de relacionar los varios indicios entre sí; cuando de esta labor habría necesariamente de deducirse una conclusión opuesta a la abrazada por él; o, en fin, cuando en la interpretación de los indicios o en la operación de conectar unos con otros, haya establecido una relación que repugna la lógica en la relación de causa a efecto"^. En otros términos, f o r m a l m e n te no resultsiría idóneo el

c o m b a te que en casación, si no se circunscribe a los citados eventos de excepción, y por el c o n t r a r io propone, sobre el catálogo de indicios relacionados por el juzgador, un análisis diverso al concretado en la providencia r e f u t a d a, p a ra por esa vía inferir consecuencias c o n t r a r i as a las h a l l a d as en esta. Y es q ue p a ra r e f u t ar la valoración p r o b a t o r ia en general y la de l os indicios en p a r t i c u l a r, sólo p u e de excepcionalmente tenerse acceso a la casación m e d i a n te un soporte adecuado, esto es, la cabal demostración de un e r r or patente en la evaluación de la p r u e b a, c on l as particularidades a n o t a d as p a ra las p r o b a n z as indirectas. O c o mo se dijo r e c i e n t e m

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