CSJ - AC5502-2019
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC5502-2019
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2019
República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de Gasaeíún Givil ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente AC5502-2019 Radicación n.°05088-31-03-001-2013-00611-01 ( A p r o b a do en sesión de c u a t ro de s e p t i e m b re de d os m il diecinueve) Bogotá, D. C, diecinueve (19) de diciembre de d os m il diecinueve (2019). La Corte se p r o n u n c ia sobre la a d m i s i b i l i d ad d el escrito presentado p or la parte d e m a n d a n te p a ra s u s t e n t ar el recurso e x t r a o r d i n a r io de casación c o n t ra la sentencia d el T r i b u n al S u p e r i or de Medellin, de 12 de j u l io de 2 0 1 8, adicionada el 30 de j u l io siguiente.
1. EL LITIGIO
A. La pretensión M a r t ha L ia D u q ue Gómez, G a b r i el J a i me Gallo Álvarez y L uz M a r ia Gallo Álvarez d e m a n d a r on a José Aníbal Restrepo T a m a y o, R a m i ro Andrés Restrepo T a m a y o, Jorge Iván de Jesús Z a p a ta H e n ao y María A u r o ra Palacio Ta ba res p a ra q ue se h a g an l as siguientes declaraciones y condenas:
1 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01
I. En relación con los d e m a n d a d os José Aníbal Restrepo T a m a yo y Andrés Restrepo T a m a y o: a) Se declare q ue el contrato de p r o m e sa de c o m p r a v e n ta celebrado el 22 de septiembre de 1 9 94 entre J a i me de Jesús Gallo González, c o mo p r o m i t e n te vendedor, y José Aníbal Restrepo T a m a yo y R a m i ro Andrés Restrepo T a m a yo como p r o m i t e n t es compradores, fue i n c u m p l i do por estos últimos, razón por la que también debe declararse su resolución, c on las restituciones respectivas; b) En f o r ma subsidiaria, que se declare que el aludido contrato de p r o m e sa «perdió su eficacia debido a que ninguna de las partes se presentó a cumplirlo a la notaría», por lo que las partes q u e d a r on «desligadas del mismo», m o t i vo por el que deben ordenarse las restituciones m u t u as del caso; c) En f o r ma subsidiaria, q ue se declare extinguido el m e n c i o n a do vínculo «por mutuo disenso», por lo que las partes q u e d a r on «desligadas del mismo» y deben ordenarse l as restituciones m u t u as correspondientes; d) En f o r ma subsidiaria, que se declare que el i n m u e b le sobre el que versó el contrato de p r o m e sa de c o m p r a v e n ta le pertenece a los d e m a n d a n t es en las proporciones que les fue adjudicado, y, en consecuencia, se condene a l os
d e m a n d a d os a restituirlo j u n to con l os frutos n a t u r a l es y civiles percibidos y que los dueños h u b i e s en podido percibir; y, 2 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 e) En f o r ma s u b s i d i a r i a, q ue se declare q ue el a l u d i do b i en le pertenece a l os d e m a n d a n t e s, y se condene a l os d e m a n d a d os a «restituir a los demandantes aquellas porciones del mencionado Lote No. 1, diferentes de la porción que les fue entregada en ejecución del contrato de compraventa, en cuanto las hayan venido poseyendo...», y se condene a l os d e m a n d a d os a pagar a l os actores l os frutos n a t u r a l es y civiles percibidos o q ue los d e m a n d a d os h u b i e s en podido percibir.
11. En relación c on l os d e m a n d a d os Jorge Iván Z a p a ta H e n ao y María A u r o ra Palacios T a b a r e s: Q ue se declare q ue el i n m u e b le m e n c i o n a do a n t e r i o r m e n te le pertenece a l os actores, y se condene a l os d e m a n d a d os a l u d i d os «a restituir a los demandantes aquellas
porciones del mencionado lote... que hayan venido poseyendo», así c o mo l os frutos n a t u r a l es y civiles percibidos y q ue se h u b i e r an podido percibir^.
B. Los hechos
1. M e d i a n te e s c r i t u ra pública de 11 de agosto de 1 9 9 4, J a i me de Jesús Gallo González le compró a Adelfa U r i be Carvajal la f i n ca El Rocío, u b i c a da en la vereda La V e ta de C o p a c a b a n a, A n t i o q u i a, identificada c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia número 0 1 2 - 0 0 1 7 9 9 1, de la O f i c i na de Registro ^ Estas pretensiones fueron formuladas en la reforma a la demanda.
Radicación n.° 05088-31-03-001-2013-00511-01 de I n s t r u m e n t os Públicos de Girardota, y q ue tenía u na extensión de 9,59 hectáreas.
2. El 22 de septiembre de 1994, J a i me de Jesús Gallo González celebró un contrato de p r o m e sa de c o m p r a v e n ta en el que prometió vender a José Aníbal Restrepo T a m a yo y R a m i ro Andrés Restrepo T a m a yo mna porción» de 6 hectáreas de la finca El Rocío,
3. En dicha p r o m e sa p a c t a r on c o mo precio total
$ 12'000.000., que se pagarían así: i) $ 2 ' 0 0 0 , 0 0 0, a la f i r ma de la promesa; ¿í) $ 2 ' 0 0 0 . 0 0 0, el 22 de enero de 1 9 9 5; iii) $ 4 ' 0 0 0 . 0 00 el 22 de septiembre .de 1995; y iv) $ 4 ' 0 0 0 . 0 00 que se cancelarían por los p r o m i t e n t es compradores c on la construcción de u na carretera.
4. A c o r d a r on que la e s c r i t u ra pública se otorgaría el 22 de septiembre de 1 9 95 en la Notaría 15 de Medellin.
5. El p r o m e t i e n te vendedor hizo entrega del i n m u e b le a los p r o m i t e n t es compradores antes de que se celebrara el contrato de compraventa, m o m e n to desde el q ue l os d e m a n d a d os «han venido siendo los tenedores del inmueble::, y han ejecutado también actos que traducen su ánimo de señor y dueño».
6. L os p r o m i t e n t es compradores i n c u m p l i e r on s us obligaciones porque «no pagaron íntegramente el precio que debían cancelar en dinero efectivo, ni ejecutaron las obras dé construcción de una carretera».
'4 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01
7. Por ello, n i n g u na de las partes acudió a la notaría en la fecha acordada p a ra otorgar la e s c r i t u ra pública.
8. Pese a lo anterior, los p r o m i t e n t es compradores se h an n e g a do a restituir el i n m u e b le y h an seguido ocupándolo y ejecutando «actos que traducen el ánimo de señor y dueño».
Tales actos h an consistido en hacer construcciones en dicho bien, e i n c l u so en el de m a y or extensión; hacer v e n t as parciales a favor de Jorge Iván de Jesús Z a p a ta H e n a o, y de Gabriel Zapata, que a su vez vendió a María A u r o ra Palacios Tabares.
9. Los frutos percibidos p or los d e m a n d a d o s, o que h u b i e s en podido percibir, deben ser devueltos p or ellos, y deben pagar p or los.deterioros sufridos por el i n m u e b l e.
10. El p r o m i t e n te vendedor, J a i me de Jesús Gallo González, falleció el 10 de enero de 1 9 9 9. En v i r t ud del trámite de su sucesión, s us bienes f u e r on adjudicados así: t] a M a r t ha Lía D u q ue Gómez el 6 2 . 5 %; íz) a G a b r i el J a i me Gallo Álvarez el 1 8 . 7 5 %; y iii) a L uz María Gallo Álvarez el 1 8 . 7 5 %.
En l as m i s m as proporciones f ue adjudicado el predio p r o m e t i do en venta. 1 1. D i c h os adjudicatarios, m e d i a n te la e s c r i t u ra pública 93 de 30 de enero de 2 0 10 de la Notaría Única de Copacabana, dividieron el i n m u e b le en dos lotes, así: z) u no de 4 2 . 9 85 m e t r os cuadrados, identificado c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia número 0 1 2 - 6 3 8 38 de. la Oficina de ) Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 Registro de I n s t r u m e n t os Públicos de Girardota, de propiedad de los tres d e m a n d a d o s; y iij otro de 6.015 m e t r os cuadrados, identificado c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia número 0 1 2 - 6 3 8 39 de la m i s ma oficina, que fue transferido por c o m p r a v e n ta a M a r ta L uz Gallo de Luján.
C. El trámite de las instancias
1. La r e f o r ma a la d e m a n da fue a d m i t i da el 9 de abril de 2 0 1 2.
2. José Aníbal Restrepo T a m a yo y R a m i ro Andrés Restrepo T a m a yo se o p u s i e r on m e d i a n te las excepciones que t i t u l a r on «falta de causa para pedir», «prescripción extintiva» y «derecho de retención».
María A u r o ra Palacio Tabares se o puso a l as pretensiones y formuló l as excepciones q ue llamó «enriquecimiento sin causa», «abuso del derecho», (indebida acumulación de pretensiones», ((inexistencia 'de la causa petendi» y «temeridad y mala fe». Jorge Iván de Jesús Z a p a ta H e n ao p r o p u so l as excepciones «dolo y mala fe de los demandantes», «inexistencia de identidad de los predios», «confesión^ por parte del apoderado de la parte demandante», «incongruencia en los hechos de la demanda», «enriquecimiento sin causa» y «tercero de buena fe». 6 Radicación n.^ 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01
3. L os d e m a n d a d os José Aníbal Restrepo T a m a yo y R a m i ro Andrés Restrepo T a m a yo f o r m u l a r on u na d e m a n da de reconvención en la que solicitaron que se declarara que adquirieron, p or prescripción extraordinarj^a, el d o m i n io d el
predio m e n c i o n a d o.
4. El j u ez de p r i m e ra i n s t a n c i a, en sentencia de 12 de j u l io de 2 0 1 7, resolvió: a) denegar l as pretensiones de la d e m a n da de reconvención; b) declarar resuelto el c o n t r a to de p r o m e sa de c o m p r a v e n ta p or lo q ue «las partes serán restituidas al estado en que se hallaban antesde la celebración del contrato», así: zj l os d e m a n d a d os deberán devolver a los d e m a n d a n t es el predio objeto de la p r o m e s a; zz) los d e m a n d a n t es restituirán a José Aníbal y R a m i ro Andrés Restrepo $ 8 ' 8 9 2 . 2 24 indexados, s u ma que e n t r e g a r on c o mo parte del precio; zzz) José Aníbal y R a m i ro Andrés Restrepo le pagarán, a l os d e m a n d a n t es $ 2 ' 0 0 0 . 0 00 indexados, p or cláusula p e n a l; zz;) t e n er a los d e m a n d a d os c o mo poseedores de b u e na fe h a s ta la fecha de la presentación de la d e m a n d a, p or lo q ue a partir de t al fecha y h a s ta c u a n do se h a ga la entrega del bien, estarán obligados a pagarán p or los frutos
civiles y n a t u r a l es que p u do h a b er p r o d u c i do el bien, s u ma que equivale a $ 3 9 . 0 2 1 . 2 5 8; z;) por concepto de m e j o r a s, los d e m a n d a n t es pagarán a Aníbal de Jesús Restrepo T a m a yo $ 1 4 7 ' 9 2 8 . 4 6 4, a R a m i ro Andrés Restrepo T a m a yo $ 6 2 4 ' 2 4 6 . 3 6 0, y a Jorge Z a p a ta H e n ao $ 1'61'338.240; y vi) p or concepto de «mejoras, plantaciones» a favor de todos los d e m a n d a d os $ 1 4 ' 9 0 4 . 9 5 0.
5. A m b as partes apelaron.
7 Radicación n.° 050'88~31-03-001-2013-00611-01
6. El T r i b u n al S u p e r i or de Medellin, en sentencia de 12 de j u l io de 2 0 1 8, adicionada el 30 de j u l io siguiente, modificó la sentencia de p r i m e ra i n s t a n c ia p a ra condenar a l os d e m a n d a n t es a restituir a los d e m a n d a d o s, de acuerdo al porcentaje de su propiedad, $ 3 ' 9 4 6 . 1 12 debidamente indexados; y condenar a l os d e m a n d a d os a pagar a l os
d e m a n d a n t es p or concepto de frutos civiles y n a t u r a l es $ 4 1 ' 3 6 2 . 5 3 3, en lo demás confirmó. ir r En relación c on la d e m a n da de pertenencia plamteada por vía de reconvención, consideró que quienes la f o r m u l a r on e n t r a r on al predio en v i r t ud de un contrato de p r o m e sa de c o m p r a v e n ta suscrito el 22 de septiembre de 1 9 9 4, convenio en el que no se entregó la posesión, razón por la que e ra «fáctica y jurídicamente imposible sumar las presuntas posesiones anteriores de Jaime de Jesús Gallo González y Adelfa Uribe Carvajal, porque no se presentó ni probó un orden cronológico entre las hipotéticas posesiones anteriores y las que debió continuar en cabeza de los demandantes en reconvención». Agregó q ue dichos actores t a m p o co d e m o s t r a r on la posesión p or el término legal, p u es la i, d e m a n da se presentó el 17 de febrero de 2 0 1 2, y aquellos reconocieron d o m i n io ajeno «al menos hasta el 17 de agosto de 2000 fecha de la escritura pública 1.451 correspondiente al trabajo de partición y adjudicación de la sucesión de Jaime de Jesús Gallo González...». En c u a n to a la d e m a n da principal, sostuvo q ue ée demostró el i n c u m p l i m i e n to d el contrato de p r o m e sa de
c o m p r a v e n ta p or parte de l os p r o m i t e n t es compradores Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 (demandados iniciales), p u es no p a g a r on el precio de f o r ma c o m p l e ta y en las fechas acordadas. F r e n te a las restituciones m u t u as sostuvo: z) L os herederos d el p r o m i t e n te vendedor le debían restituir a l os p r o m i t e n t es compradores l as s u m as entregadas p or estos c o mo parte de pago d el precio, debidamente indexadas. zz) Negó la restitución de frutos a favor de l os d e m a n d a n t es por concepto de «la venta de maderas por parte de los demandados», p u es no se demostró que l os citados h u b i e s en ejercido d i c ha actividad. zzzj Respecto a el pago p or l os «frutos que habría producido el inmueble» indicó que los d e m a n d a d os iniciales debían pagarle a los dueños $ 41 '362.533, p u es esa s u ma fue la que el perito dictaminó c o mo s u m a t o r ia d el total de la r e n ta a n u al y los intereses m o r a t o r i os respectivos entre los años 1 9 94 y 2 0 1 6.
- En c u a n to al reconocimiento de m e j o r as a favor de la parte d e m a n d a da inicial, sostuvo que el m i s mo se imponía, de acuerdo al artículo 9 66 del Código Civil, y t o da vez que d i c ha parte actuó de b u e na fe.
Explicó que los p r o m i t e n t es compradores e r an de b u e na fe porque «mudaron su posición inicial de meros tenedores en poseedores», tal y c o mo se comprobó al estudiar la pretensión Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 de pertenencia. Además, la p r o p ia parte actora, al solicitar la reivindicación, reconoció que Iván de Jesús Z a p a ta H e n ao y María A u r o ra Palacios e r an poseedores. De acuerdo al n u m e r al 2° del artículo 2 5 31 de la citada codificación, su b u e na fe se presumía porque intervirtieron el título y «una persona no puede ostentar al mismo tiempo y sobre el mismo bien, a la vez la calidad de mero tenedor y de poseedor,..». En tal caso la presunción de m a la fe que acompaña al tenedor no se «traslada a la nueva posición de poseedor». v) Debía reconocérsele el derecho de retención a l os demandados, por aplicación del artículo 9 70 del Código Civil. vi) L os actores debían pagar l as s u m as ordenadas a favor de los d e m a n d a d os conforme a los porcentajes en que
e r an propietarios, de c o n f o r m i d ad con el trabajo de partición y adjudicación, y vii) L os bienes a restituir l os d e m a n d a d os e r an l os m i s m os a los que el a quo hizo mención, es decir «los lotes que venían poseyendo, que hacen parte de los 49.000 metros cuadrados con matrícula inmobiliaria 012-0017991, que hoy corresponde a las matrículas 012-63838 y 01263839». \-
7. La. parte d e m a n d a n te formuló el recurso de casación.
II. LA DEMANDA DE CASACIÓN < n Se fartdamentó en d os cargos, en los q ue se alegó la violación directa de la ley. ^•
10 Radicación n.'' 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 CARGO PRIMERO Alegó la violación directa de l os incisos 1.° y 5.° d el artículo 9 66 del Código Civil, y 1 9 3 2, 2 5 3 1, 1 5 46 y 1 5 44 de la m i s ma codificación. Pese a que el j u z g a d or concluyó que los d e m a n d a d os i n c u m p l i e r on el contrato de p r o m e sa de c o m p r a v e n t a, no declaró l as consecuencias previstas en el artículo 1 9 32 citado, no solo aplicables al contrato de v e n ta sino también
al de p r o m e s a, y que consisten en tener al c o m p r a d or c o mo poseedor de m a la fe. En lugar de aplicar d i c ha n o r m a, el T r i b u n al aplicó el artículo 2 5 31 de la m i s ma codificación, «con fundamento en el cual concluyó que estaban de buena fe». La n o r ma que el j u z g a d or no aplicó e ra especial y e ra la que r e g u l a ba la controversia. CARGO SEGUNDO Alegó la violación directa de l os artículos 9 6 6, 1 5 4 4, 1 5 46 y 2 5 31 del Código Civil. El T r i b u n al consideró que «la calidad de poseedor y la presunción de buena fe son inescindibles», de lo que resultaría que si un tenedor «se convierte en poseedot por interversión del título, necesariamente se beneficia de la presunción de Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 buena fe...}>. T al r a z o n a m i e n to lo condujo a a f i r m ar que «no es posible que exista un poseedor por interversión del título a quien se le presuma la mala fe», lo que es contrario a lo que establece el artículo 2 5 3 1, n u m e r al 3°. del Código Civil. V La interpretación correcta de la citada n o r ma «es que si el actual poseedor del predio (que no logró finalmente adquirir
por prescripción) empezó siendo un mero tenedor (en virtud de un título de mera tenencia), al operar la interversión del título empezó a ser poseedor, pero se presume que es de mala fe». El juzgador también se equivocó al considerar que la presunción de m a la fe prevista en la citada n o r ma «solo se aplica al caso de quien empieza siendo tenedor y sigue siendo tenedor al momento de Hmpetraripor acción o por excepción la prescripción», porque en t al caso r e s u l ta inútil que la n o r ma contemple dicha hipótesis, ya que «el tenedor actual jamás podrá adquirir por prescripción».
CONSIDERACIONES
1. Característica esencial de este m e d io de defensa es su condición extraordinaria, por la c u al no todo desacuerdó c on el fallo p e r m i te adentrarse en su e x a m en de fondo sino que es necesario q ue se erija sobre l as causales t a x a t i v a m e n te previstas.
Y Se ha dicho, además, que es ineludible la obligación de s u s t e n t ar la i n c o n f o r m i d ad «mediante la introducción adecuada del correspondiente escrito, respecto del cual, ta 12 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 parte afectada con el fallo que se aspira aniquilar, no tiene plena libertad de configuración». ( C SJ A C, 1° Nov 2 0 1 3, Rad.
2 0 0 9 - 0 0 7 0 0)
2. La admisibilidad de la d e m a n da depende d el c u m p l i m i e n to de los requisitos del artículo 3 44 del Código G e n e r al del Proceso. Se requiere la designación de las partes, u na síntesis del proceso, de los hechos y de las pretensiones m a t e r ia del litigio, y la formulación separada de los cargos en c o n t ra de la providencia recurrida, c on la exposición de s us f u n d a m e n t os en f o r ma clara, precisa y completa.
Según el parágrafo p r i m e ro d el artículo en mención, c u a n do se alega la violación directa o indirecta de la ley, deben señalarse las n o r m as de derecho sustemcial que el r e c u r r e n te estime violadas, caso en el que es suficiente que se i n d i q ue cualquier disposición de e sa n a t u r a l e za que, c o n s t i t u y e n do base esencial del fallo i m p u g n a do o h a b i e n do debido serlo, a j u i c io del r e c u r r e n te h a ya sido violada, s in que s ea necesario integrar u na proposición jurídica completa. No basta, s in embargo, c on invocar las disposiciones a las q ue se hace referencia, sino q ue es preciso q ue el r e c u r r e n te p o n ga de presente la m a n e ra c o mo el sentenciador las transgredió.
Si la acusación se e n c a m i na por la vía directa, c o mo sucede en este caso, el cargo «se circunscribirá a la cuestión jurídica sin comprender ni extenderse a la materia probatoria». 13 Radicación n.° 05088-31-03-001-2013-00611-01 Le i n c u m be al recurrente, al f o r m u l ar su cargo, confrontar los' diversos soportes en q ue se s u s t e n ta la sentencia, pues de lo contrario la acusación sería incompleta, lo que «pugna contra la técnica del recurso extraordinario de casación; que cuando el ataque en casación se apoya en i infracción de norma sustancial, solo puede aspirarse al quiebre de la sentencia acusada si se impugnan exitosamente todos los cimientos en que viene apoyada...» (CSJ. SC. Sep. 18 de 1998). ••r Por ende, si en la d e m a n da no se e n f r e n t an los precisos r a z o n a m i e n t os que expuso el juzgador el cargo no se ceñirá a los requisitos formales. Téngase en c u e n ta que: tr ...el recurrente tiene que atacar idóneamente todos los elementos que fundan el proveimiento, e x p l i c a n do c on v i s ta en este último y no en o t ro d i s t i n t o, en qué ha consistido la infracción a la ley que se le atribuye, cuál su influencia en lo dispositivo y cómo este aspecto debe variar en orden al restablecimiento de ta normatividad sustancial vulnerada, lo que impone entre otras
cosas de no menor importancia por cierto, que la crítica a las conclusiones decisorias de la sentencia sea completa. ( Se resalta) (CSJ. G.J. t. C C X V I, págs. 2 90 y 291). C on vista en lo anterior, de la revisión de a m b as acusaciones se deduce q ue n i n g u na c u m p le c on Ic^s requisitos formales a los que se ha hecho mención, m o t i yo por el que se inadmitirán. En efecto: 2 . 1. En el cargo p r i m e r o, la parte d e m a n d a n te alegó que 14 Radicación n ." 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 el T r i b u n al infringió d i r e c t a m e n te la ley p o r q ue a pesar de h a b er concluido q ue l os d e m a n d a d os i n c i x m p l i e r on el c o n t r a to de p r o m e sa de c o m p r a v e n t a, no los consideró c o mo poseedores de m a la fe en c u m p l i m i e n to de n o r m a do en el artículo 1 9 32 del Código Civil. No obstante, en la acusación, d i c ha p a r te pasó por alto u no de l os r a z o n a m i e n t os cardinales de la sentencia, consistente en q ue l os d e m a n d a d os no o b t u v i e r on la
posesión del i n m u e b le a raíz del c o n t r a to de p r o m e s a, es decir, que dicho vínculo no implicó la entrega de t al posesión, y que i n g r e s a r on a t al l u g ar c o mo simples tenedores. T al conclusión, s u s t e n t a da en las diversas p r u e b as de las que el j u z g a d or hizo mención, fue p r i m o r d i al en el fallo, p u es gracias a ella se negó a considerar a los d e m a n d a d os iniciales c o mo poseedores de m a la fe, y además le sirvió p a ra negar la pretensión de pertenencia, al considerar que la posesión no se podía empezar a c o n t ar desde la fecha del contrato de p r o m e s a, c o mo lo alegaron. D i c ha deducción p r o b a t o r ia no fue a t a c a da en el cargo. Lo a n t e r i or p o ne en evidencia la imprecisión de la acusación, p u es l os r e c u r r e n t e s, a pesar de a d u c ir su c o n f o r m i d ad c on la valoración de las p r u e b as que h i zo el ad quem, apreciación que le sirvió a éste p a ra concluir que la p r o m e sa ño convirtió a los d e m a n d a d os en poseedores sino en simples tenedores, fundó su cargo, en todo caso, en u na
discrepancia c on el laborío i n t e r p r e t a t i vo de las evidencias, al decir q ue aquél se equivocó al no colegir que l os 15 Radicación n° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 d e m a n d a d os e r an poseedores de m a la fe. ^ Es decir, a un c u a n do los actores e s t u v i e r on de acuerdó c on la conclusión del T r i b u n al según la c u al los d e m a n d a d os ingresaron al predio c o mo simples tenedores reconociendo el d o m i n io ajeno — c o n f o r m i d ad patente p or la a u s e n c ia de crítica a la valoración q ue aquél hizo de l as p r u e b a s —, simultáneamente alegaron q ue debía tenerse a tales d e m a n d a d os c o mo poseedores, p l a n t e a m i e n to d el todo contradictorio y, por ende, impreciso. Pero además de lo anterior, t al e x t r e mo no explicó por qué la resolución de u na p r o m e sa de c o m p r a v e n ta que, según el juzgador, no implicó la entrega de la posesión, envolvía c o mo consecuencia única, a efectos de d e t e r m i n ar las restituciones m u t u a s, que a d i c ha «mera tenencia» se le
otorgara el estatus de posesión, y además de m a la fe. La n o r ma que así lo dispone, y la equivocación del j u z g a d or por no t e n e r la en c u e n ta o aplicarla de f o r ma equivocada, no fue señalada ni explicada por el i m p u g n a n t e. De o t ra parte, citó c o mo f u n d a m e n to de su cargo i ma providencia de esta Corporación proferida en 6 de j u l io de 2 0 0 0, en la¿que se consideró que el artículo 1 9 32 del Código Civil, que r e g u la el t e ma de las restituciones m u t u as en la resolución d el contrato de c o m p r a v e n ta p or no haberse pagado el precio, e ra aplicable, también, a la resolución de la p r o m e sa de c o m p r a v e n t a, pero no explicó p or qué, cdñ sustento en d i c ha interpretación, debía negarse el pago de las mejoras útiles c o n s t r u i d as p or el d e m a n d a d o, ello 16 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 teniendo en c u e n ta q ue en t al providencia la Corte consideró que, a pesar de q ue f ue el p r o m i t e n te c o m p r a d or el i n c u m p l i do — t al y c o mo acá sucede—, dicho pago sí se
imponía, ello «con el fin de evitar un enriquecimiento indebido por parte del promitente vendedor>>^. Tales defectos i m p l i c an la desatención de l as reglas establecidas p a ra la formulación de la impugnación, p u es la ilustración del q u e b r a n to directo de la l ey no se hizo c on v i s ta precisa d el proveído atacado, lo q ue i m p o ne la inadmisión de la m i s m a. 2.2. En relación c on el cargo segundo, debe tenerse en c u e n ta q ue el T r i b u n al consideró q u e, c on s u s t e n to en el artículo 2 5 31 del Código Civil, «si siendo tenedor impetra por acción o por excepción de mérito la usucapión extraordinaria y no acredita su mutación como poseedor, se presume su mala fe como lo establece la regla tercera del artículo 2351 del C.C.; porque el título de mera tenencia sigue existiendo desde lo sustancial. «En cambio, si aquel que inicialmente ingresó al bien como tenedor por la existencia de un título de mera tenencia, también impetra la usucapión por acción o por excepción, y logra demostrar que intervirtió su calidad de tenedor a la de poseedor, consigue con ello, la ineficacia o la pérdida de efectos del título de mera tenencia, y en consecuencia, la presunción de mala fe, queda sin sustento fáctico y jurídico». 2 se. Ju! 6 de 2000. Exp. 5020. 17 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01
La médula de t al r a z o n a m i e n t o, entonces, fue que la presunción de m a la fe establecida en el n u m e r al 3Á d el artículo 2 5 31 de Código Civil, conforme a la c u al «...la existencia de un título de mera tenencia, hará presumir la mala fe, y no dará lugar a la prescripción...», era susceptible de desvirtuarse, precisamente, ante el desconocimiento del aludido título, ante su mutación de tenencia a posesión, lo que generaba su ((ineficacia» o ((pérdida de efectos», y a su vez que dicha presunción q u e d a ra ((sin sustento fáctico y jurídico». P a ra el T r i b u n a l, la presunción de m a la fe a l u d i da podía decaer ante la conversión del título que le daba cobijo. Es decir, t al presunción solo existía p a ra el tenedor y, por ende, como en este caso, según su estudio de l as pruebas, l os . i£ d e m a n d a d os t r a n s f o r m a r on su condición de tenedores a poseedores, la m i s ma no podía aplicárseles, por lo que no podía catalogárseles de m a la fe. D i c ho raciocinio, p r i m o r d i al p a ra ordenar el pago de las mejoras útiles a los demandados, no fue enfrentado en el cargo, c on f u n d a m e n to en l as n o r m as q ue la parte i m p u g n a n te denunció infringidas. i'.,
J • A la consideración del T r i b u n a l, conforme a la c u al 'la presunción de m a la fe existía solo p a ra el tenedor, solo opuso su opinión conforme a la c u al «...si el actual poseedor del predio (que no logró finalmente adquirir por prescripción) empezó siendo un mero tenedor (en virtud de un título de mera tenencia), al operar la interversión del título empezó a ser 18 Radicación n.° 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 poseedor, pero se presume que es de mala fe», opinión cuyo sustento, c o n f o r me a las n o r m a s, no fue explicado. No se deduce de t al exposición el m o t i vo p or el que la mutación del título significara, necesariamente, q ue la presunción d el artículo 2 5 31 d el Código Civil p a ra el m e ro tenedor persistiera aún p a ra el poseedor, t al y c o mo lo dijo el j u z g a d or en la sentencia. El m o t i vo por el que la conclusión e x p u e s ta en la providencia atacada e ra errónea, y p or ende, transgredió la ley s u s t a n c i a l, en oposición a la interpretación sugerida en el cargo, no fue explicado. Es más, t a m p o co se e x p u so el p or qué d i c ha n o r m a, en principio r e g u l a d o ra e x c l u s i v a m e n te de la adquisición por
prescripción e x t r a o r d i n a r i a, e ra aplicable al t e ma de l as restituciones m u t u as a n te la resolución p or i n c u m p l i m i e n to de u na p r o m e sa de c o m p r a v e n t a. Al respecto existió total silencio. A d i c i o n a l m e n t e, no explicó la razón por la que a los d e m a n d a d os Iván de Jesús Z a p a ta H e n ao y María A u r o ra Palacio Tabares, quienes no f u e r on parte d el contrato de p r o m e sa de c o m p r a v e n ta suscrito el 22 de septiembre de 1994, debía aplicárseles la a l u d i da presunción de m a la fe. Tales razones i m p o n e n, entonces, la inadmisión de las acusaciones.
3. Además de l os referidos reparos, la d e m a n da de casación no cumplió c on los p r e s u p u e s t os que consagra la ley procesal p a ra su selección, pues la sentencia no vulneró
19 Radicación nJ 0 5 0 8 8 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 1 3 - 0 0 6 1 1 - 01 los derechos y garantías constitucionales de las partes, ni les irrogó agravios q ue d e b an s er reparados; no a m e n a za la r
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