🇨🇴⚖️ La Rama Judicial valida a Ariel en prueba de concepto de IA. Conoce los resultados aquí

CSJ - AC5504-2019

Corte Suprema de Justicia

Icono de documento PDF

Descargar PDF

Disponible

Detalles

Título
CSJ - AC5504-2019
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2019

República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de Casacíún Giifil ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente AC5504-2019 Radicación n.'^llOOl-Sl-OS-Oie-ZOlO-OOTlS-Ol (Aprobado en sesión de diez de julio de dos m il diecinueve) Bogotá, D. C, d i e c i n u e ve (19) de d i c i e m b re de dos m il diecinueve (2019). La C o r te se p r o n u n c ia sobre la a d m i s i b i l i d ad del escrito p r e s e n t a do p or la p a r te d e m a n d a n te p a ra s u s t e n t ar el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación c o n t ra la s e n t e n c ia d el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, de 24 de a b r il de 2 0 1 8.

L EL LITIGIO

A. La pretensión C o n s o r c io de R e m a n e n t es de T e l e c om demandó a Compañía de V i g i l a n c ia y S e g u r i d ad P r i v a da Águila de O ro de C o l o m b ia L t d a. y a S e g u r os del E s t a do p a ra q ue se h a g an las s i g u i e n t es declaraciones y c o n d e n a s: a) q ue la d e m a n d a da incumplió el c o n t r a to de prestación del servicio

de v i g i l a n c ia y s e g u r i d ad No. 0 11 de 2 0 06 s u s c r i to p or las Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 partes; b) q ue c o mo c o n s e c u e n c ia de t al i n c u m p l i m i e n to los d e m a n d a d os d e b en pagarle «el valor de los perjuicios derivados del incumplimiento en que incurrió»; c) q ue se declare q ue c o mo c o n s e c u e n c ia de dicho i n c u m p l i m i e n to sufrió «pérdidas patrimoniales en la suma de $312'151.632 correspondientes al hurto de elementos que hacen parte integral del edificio Florentino Vesga»; d) q ue además d e b en pagar, p or c o n c e p to de cláusula p e n a l, $ 3 . 0 1 7 1 5 5 . 6 5 5, y el l u c ro cesante «que consiste en los gastos en que ha incurrido... como consecuencia de no poder hacer entrega del inmueble a ios compradores».

B. Los hechos

1. D e b i do a la o r d en de supresión y liquidación de la E m p r e sa N a c i o n al de T e l e c o m u n i c a c i o n es se ordenó q ue se s u b r o g a r an al C o n s o r c io R e m a n e n t es T e l e c om u na serie de

c o n t r a t o s, e n t re ellos, el número 0 1 1, s u s c r i to c on la Compañía de V i g i l a n c ia y S e g u r i d ad P r i v a da Águila de O ro C o l o m b ia L t d a.

2. D i c ho c o n t r a to tenía c o mo objeto la prestación d el servicio de vigilancia y s e g u r i d ad i n t e g r al de los bienes dé la c o n t r a t a n t e.

3. D e n t ro de dichos bienes, se e n c o n t r a ba el Edificio F l o r e n t i no V e s g a, el q ue fue vendido, m e d i a n te la e s c r i t u ra pública número 2 4 95 de 27 de agosto de 2 0 06 de la Notaría 46 de Bogotá, a S i g ma Ltda., A l a n d e te H e r r e ra D i o n i s io M a n u el y a C o s m i t et L t d a. ^.

^ 2 Radicación n.° 11001-31-03-015-2010-00713-01

4. L as p a r t es c o m p r a d o ra y v e n d e d o ra a c o r d a r on s u s c r i b ir un d o c u m e n to p a ra establecer l as fechas y c o n d i c i o n es de la entrega, p e ro el m i s mo no se firmó p o r q ue a m e d i a d os d el año 2 0 08 «se comenzaron a presentar

informes acerca de posibles pérdidas de elementos que hacían parte integral del edificio», tales c o mo «acometidas eléctricas, daños a las instalaciones, hurto de las baterías sanitarias entre otros».

5. P or lo a n t e r i o r, la a c t o ra le h i zo r e q u e r i m i e n t os a la d e m a n d a da y formuló u na d e n u n c ia p e n al a n te la Fiscalía G e n e r al de la Nación p or el h u r to de los bienes «Planta 350

KVA» y «Planta 700 KVA».

6. La d e m a n d a d a, p or s er u na e m p r e sa de vigilancia especializada, debía g a r a n t i z ar q ue l as p e r s o n as q ue i n g r e s a r an al edificio e s t u v i e r an a u t o r i z a d a s. Además, l os bienes sustraídos e r an de g r an tamaño p or lo q ue «la vigilancia no fue lo suficientemente efectiva para evitar esta pérdida...».

C. El trámite de las instancias

1. La d e m a n da fue a d m i t i da el 3 de agosto de 2 0 11 (folio

5 5 5, c u a d e r no 1 A ).

2. La Compañía Águila de O ro C o l o m b ia L t d a. se o p u so a las p r e t e n s i o n es y formuló l as e x c e p c i o n es q ue denominó

t 3 Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 U «inexistencia del incumplimiento» y «falta de legitimación por pasiva» (folio 5 5 0, c u a d e r no 1 B). S e g u r os d el E s t a do S.A., p or su p a r t e, presentó l as excepciones q ue llamó «prescripción de la acción», <dnexigibilidad de la obligación por prescripción de la acción», «inexigibilidad de la obligación por agravación del riesgo», «la culpa grave es inasegurable», «el hurto, el hurto calificado, la responsabilidad civil contractual, los errores y omisiones, y los daños a propiedades del contratante, están excluidos de la cobertura de la póliza de seguro de responsabilidad civil extracontractual» y «lucro cesante está excluido» (folio 6 6 0, c u a d e r no 1 B).

3. El j u ez de p r i m e ra i n s t a n c i a, en s e n t e n c ia de 4 de o c t u b re de 2 0 1 7, negó l as p r e t e n s i o n es de la d e m a n da (folio

2 3 1, c u a d e r no 1 t o mo III).

4. La p a r te a c t o ra apeló.

  • 1

5. El T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, en s e n t e n c ia de 24 de a b r il de 2 0 1 8, revocó la decisión a p e l a da y, en su l u g a r,

resolvió: x) declarar no p r o b a d as las excepciones p r o p u e s t as p or la d e m a n d a d a; xx) declarar a d i c ha p a r te «civil y cóntraótualmente responsable» p or el i n c u m p l i m i e n to dd c o n t r a to 0 1 1; xxxj o r d e n ar a la d e m a n d a da p a g ar $109^898.000 p or «perjuicios ocasionados por él incumplimiento, a título de daño emergente»; y iv) n e g ar l as demás p r e t e n s i o n e s. 7 '4 Radicación n2 11001-31-03-015-2010-00713-01 Consideró q ue la d e m a n d a da no desplegó ífías actividades de diligencia y cuidado pactadas» en el c o n t r a to celebrado e n t re l as p a r t e s, p u es p e se a q ue se obligó a s u m i n i s t r e ir el servicio de v i g i l a n c ia a favor de la a c t o ra en el i n m u e b le u b i c a do en la calle 23 No. 1 3 - 1 5 / 41 de Bogotá, a m e d i a d os d el año 2 0 08 se «advirtió la pérdida de varios componentes muebles que integraban ese bien, los cuales hacían parte del sistema eléctrico, de acueducto y mobiliario», pérdida a t r i b u i b le a la ejecución i m p e r f e c ta del c o n t r a to p or

p a r te de la compañía de s e g u r i d a d, a t e n d i e n do lo p a c t a do y las n o r m as q ue r e g u l an el ámbito de la s e g uf i d ad y vigilancia p r i v a d a s, ello p u e s to q ue v a r i os de los bienes d e s a p a r e c i d os «exhibían un tamaño por el que fácilmente podría advertirse su desplazamiento o extracción». Un g r u po de seis vigilantes e n c a r g a do de recorrer y c u s t o d i ar el predio podía, en condiciones n o r m a l e s, o b s e r v ar «la desaparición de elementos de esa talla y calidad...», y no se demostró ningún h e c ho q ue h u b i e se j u s t i f i c a do t al deficiencia en la prestación d el servicio. En c u a n to a la cuantificación del daño, s o s t u vo q ue la p a r te a c t o ra pidió el r e s a r c i m i e n to p or $ 3 1 2 T 5 1 . 6 3 2 , 11 derivado del «valor de los bienes que dijo fueron hurtados»; s in e m b a r g o, al respecto, c on un d i c t a m en pericial q ue no f ue objetado, se demostró q ue el v a l or de la pérdida p or c o n c e p to de las p l a n t as h u r t a d as ascendió a $ 1 0 9 ' 8 9 8 . 0 0 0, s u ma q ue debía p a g ar la d e m a n d a d a.

La a c t o ra también solicitó $ 3 . 0 1 7 T 5 5 . 6 56 p or la cláusula p e n a l. D i c ha cláusula —explicó— es un m e d io Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 ¡1 -- c o n t r a c t u al anticipado p a ra s u p l ir la determinación de perjuicios, la que, p or regla general, excluye la acumulación de indemnización de perjuicios. P or ende, esa c o n d e na e ra i m p r o c e d e n t e, y también lo e ra p o r q u e, de a c u e r do a su c o n t e n i do literal, las consecuencias del i n c u m p l i m i e n to «se hicieron extensivas únicamente, al contratista (compañía de vigilancia), desdibujando el cariz conmutativo de esta prestación» c u yo fin es apHcarla a a m b os c o n t r a t a n t es i n c u m p l i d o s, p or ello la cláusula e ra a b u s i v a. En lo c o n c e r n i e n te al l u c ro cesante, q ue según la a c t o ra «consiste en los gastos en que ha incurrido... como consecuencia de no poder hacer entrega a los compradores», concluyó q ue no se acreditó c on n i n g u na p r u e b a. •«j

I. •

5. La p a r te d e m a n d a n te formuló el r e c u r so de casación.

II. LA DEMANDA DE CASACIÓN En dos cargos, alegó la violación i n d i r e c ta de la ley.

CARGO PRIMERO y.

Denunció la violación i n d i r e c ta de los artículos 1 5 9 2, 1 6 0 0, 1 6 02 y 1 6 03 d el Código Civil; 8 2 2, 8 30 y 8 71 d el Código de C o m e r c i o; y 13, 83 y 95 de la Constitución Política, p or e r r or de h e c ho en la apreciación de las p m e b a s. El T r i b u n al no t u vo en c u e n ta que, en la d e m a n d a, pidió de f o r ma a c u m u l a da la indemnización de los perjuicios y él Radicación n.° 11001-31-03-015-2010-00713-01 p a go de la cláusula p e n a l, c on lo q ue h i zo «ejercicio legítimo de su derecho de optar... por el cobro acumulativo del resarcimiento integral de perjuicios». No advirtió el j u z g a d or q ue en el c o n t r a to 0 11 de 2 0 0 6, q ue sirvió de s u s t e n to a las p r e t e n s i o n e s, los c o n t r a t a n t es p a c t a r on la cláusula p e n al y allí e s t i p u l a r on q ue «[ejsta cláusula se aplicará sin perjuicio de las demás acciones que correspondan a LAS ENTIDADES

EN LIQUIDACIÓN para el cobro de los valores totales o perjuicios ocasionados...», c on lo q ue no q u e da d u da de la f a c u l t ad de o p t ar p or cobrar, a la v e z, la p e na y la indemnización de perjuicios, p or lo q ue su c o b ro e ra legítimo. Calificó de «desafortunada» la afirmación del T r i b u n al según a la c u al la cláusula p e n a l, p or estar p a c t a da solo a favor de u na de las p a r t e s, e ra «abusiva», p e se a q ue debió «reconocerle su poder vinculatorio», según la m i s ma j u r i s p r u d e n c ia q ue citó en su decisión. El j u i c io del s e n t e n c i a d or en t al s e n t i do «conduce a la aplicación indebida de reglas constitucionales de protección de personas en condición de vulnerabilidad y a encontrar infringidos los postulados de buena fe, la equidad y el no abuso del derecho» c u a n do c i r c u n s t a n c i as concretas j u s t i f i c an d i c h as estipulaciones. Además, las obligaciones del c o n t r a t a n t e, c o n s i s t e n t es en el p a go de h o n o r a r i o s, t i e ne reglas s u p l e t o r i as q ue r e g u l an su i n c u m p l i m i e n to o m o r a, c o mo lo es la generación de intereses, p or lo q ue el s u p u e s to

desequilibrio jurídico i n j u s t i f i c a do no es antijurídico. 7 Radicación n.° 11001-31-03-015-2010-00713-01 CARGO SEGUNDO Alegó la violación i n d i r e c ta de los artículos 1 6 1 3, 1 6 14 y 1 6 15 del Código Civil, p or la apreciación equivocada de las p r u e b a s. En el p r o c e so se demostró q ue el h u r to no fue de solo dos p l a n t as eléctricas, s i no q ue también «las acometidas fueron realizadas en todos los pisos del edificio...lo que incluía la pérdida de otros elementos». El T r i b u n al desfiguró s us pretensiones, p u e s, en la tercera, solicitó q ue se c o n d e n a ra al p a go d el «valor de los perjuicios derivados del incumplimiento» en q ue incurrió la d e m a n d a d a, y no solo p or las dos p l a n t as robadas; cercenó el c o n t e n i do de la p r u e ba pericial q ue h i zo mención a o t r os bienes faltantes, q ue los avaluó p or $ 1 . 1 5 4 ' 6 7 1 . 9 9 8; no t u vo en c u e n ta la d e n u n c ia p e n al q ue presentó «una de las adquirentes del edificio» el 11 de j u n io de 2 0 0 8, q ue permitió

establecer q ue «las acometidas no solo habían tenido lugar en el tercer sótano... sino en toda la edificación», lo q ue fue ratificado en un i n f o r me q ue elaboró el 1.° de agosto siguiente; t a m p o co valoró la declaración de B e t ty Saldaña Bohórquez, q ue h i zo mención al h u r to de diversos e l e m e n t os q ue dijo tenían un v a l or a p r o x i m a do de «mil millones He pesos»; omitió el d i c t a m en pericial elaborado p or la s o c i e d ad B a k er Tilly de 15 de j u n io de 2 0 1 6, q ue estableció c o mo valor del d e t r i m e n to p a t r i m o n i al $ 1. lOO'OOO.OOO; también ignoró el d o c u m e n to l l a m a do «transacción, entrega y recepción del inmueble...» en el q ue se estableció la cuantía y f o r ma d el 8 Radicación n.° 11001-31-03-015-2010-00713-01 pago; y no valoró el a c u e r do de transacción, según el c u al la d e m a n d a n te «tuvo que asumir el pago de los bienes que fueron hurtados» p or la cuantía allí señalada.

CONSIDERACIONES

1. Característica esencial de este m e d io de defensa es su condición e x t r a o r d i n a r i a, p or la c u al no t o do d e s a c u e r do

c on el fallo p e r m i te a d e n t r a r se en su e x a m en de fondo, s i no q ue es necesario q ue se erija sobre l as causales t a x a t i v a m e n te previstas. Es i n e l u d i b le la obligación de s u s t e n t ar la i n c o n f o r m i d ad «mediante la introducción^^ adecuada del correspondiente escrito, respecto, del cual, la parte afectada con el fallo que se aspira aniquilar, no tiene plena libertad de configuración». ( C SJ A C, V N o v 2 0 1 3, R a d. 2 0 0 9 - 0 0 7 0 0)

2. La a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da d e p e n de d el c u m p l i m i e n to de los r e q u i s i t os del artículo 3 44 del Código G e n e r al del Proceso. Se r e q u i e re la designación de las partes, u na síntesis del proceso, de los h e c h os y de las p r e t e n s i o n es m a t e r ia del litigio, y la formulación s e p a r a da de los cargos en c o n t ra de la p r o v i d e n c ia r e c u r r i d a, c on la exposición de s us f u n d a m e n t os en f o r ma clara, p r e c i sa y c o m p l e t a.

Según el parágrafo p r i m e ro d el artículo en mención, c u a n do se alega la violación d i r e c ta o i n d i r e c ta de la ley,

d e b en señalarse l as n o r m as de derecho s u s t a n c i al q ue el r e c u r r e n te e s t i me violadas, caso en el q ue es suficiente q ue ,A Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 se i n d i q ue c u a l q u i er disposición de e sa n a t u r a l e za que, c o n s t i t u y e n do b a se esencial del fallo i m p u g n a do o h a b i e n do d e b i do serlo, a j u i c io del r e c u r r e n te h a ya sido violada, s in que s ea necesario i n t e g r ar u na proposición jurídica completa. S o b re el p a r t i c u l a r, la C o r te ha precisado: ...en el marco de dicho motivo casacional... es deber del impugnante precisar las normas sustanciales violadas, cualquiera que sea la vía que haya escogido para perfilar su acusación; la directa o la indirecta, sin que, tratándose de esta última, pueda excusarse su señalamiento a pretexto de la demostración de los errores de apreciación probatoria que se le endilgan al fallo, o de la determinación de las normas probatorias supuestamente quebrantadas - cuando se predique la comisión de un yerro de derecho pues si a esto último se limitare el recurrente, omitiendo la mencionada exigencia, quedaría trunca la acusación, en la medida en que no podría la Corte, al analizar el cargo, establecer oficiosamente cuáles disposiciones materiales habrían sido

quebrantadas a consecuencia de los yerros que se hubieren acreditado (CSJ AC, 7 Dio. 2 0 0 1, Rad. 1999-0482). E s ta Corporación tiene b i en establecido q ue s on n o r m as s u s t a n c i a l es aquellas q ue «...en razón de uña situación fáctica concreta, declaran, crean, modifican' o extinguen relaciones jurídicas también concretas entre las personas implicadas en tal situación...», p or lo q ue no o s t e n t an e sa n a t u r a l e za l as q ue se «limitan a definir fenómenos jurídicos o a descubrir los elementos de éstos o a hacer enumeraciones o enunciaciones, como tampoco las ^ 10 Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 tienen las disposiciones ordenativas o reguladoras de la actividad in procedendo». ( C SJ A C, 5 M a y. 2 0 0 0 ). No b a s t a, s in e m b a r g o, c on i n v o c ar las disposiciones a las q ue se h a ce referencia, s i no q ue es preciso q ue el r e c u r r e n te p o n ga de p r e s e n te la m a n e ra c o mo el s e n t e n c i a d or las transgredió. Si la acusación se e n c a m i na p or la vía i n d i r e c ta se deberá i n d i c ar la f o r ma c o mo se h i zo p a t e n te el

d e s c o n o c i m i e n to de los e l e m e n t os m a t e r i a l e s, es decir, si la equivocación f ue de h e c ho o de derecho, y su t r a s c e n d e n c ia en el s e n t i do de la sentencia. Al d e n u n c i ar el y e r ro fáctico, al i m p u g n a n te le j. c o r r e s p o n de s i n g u l a r i z a r lo e identificar l os m e d i os de convicción sobre l os c u a l es recayó, y d e m o s t r ar de qué m a n e ra se generó la s u p u e s ta preterición o c e r c e n a m i e n t o, lo q ue se a d v i e r ta de m a n e ra m a n i f i e s t a, de t al s u e r te q ue la valoración r e a l i z a da se m u e s t re a b s u r d a, alejada de la r e a l i d ad del p r o c e so o s in n i n g u na justificación. Ha repetido la S a la q ue la carga de d e m o s t r ar el e r r or de h e c ho recae e x c l u s i v a m e n te en el censor; no o b s t a n t e, «esa labor no puede reducirse a una simple exposición de puntos de vista antagónicos, fruto de razonamientos o lucubraciones meticulosas y detalladas, porque en tal evento el error dejaría de ser evidente o manifiesto conforme lo exige la ley». ( C SJ S C, 15 J u l. 2 0 0 8, R a d. 2 0 0 0 - 0 0 2 5 7 - 0 1; C SJ S C,

20 M a r. 2 0 1 3, R a d. 1995-00037-01) Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01

3. N i n g u no de los d os cargos p r o p u e s t os p or la p a r te r e c u r r e n te reúne los r e q u i s i t os del artículo 3 44 del Código G e n e r al del Proceso, p or los siguientes m o t i v o s: 3 . 1. En el cargo p r i m e r o, la p a r te r e c u r r e n te alegó q ue el j u z g a d or violó i n d i r e c t a m e n te la l ey s u s t a n c i al p or la i n d e b i da apreciación de las p m e b a s. Según el i m p u g n a n t e, el q u e b r a n to se verificó, de u na p a r t e, p or la i n d e b i da apreciación de la d e m a n d a, en la q ue pidió, de f o r n ia a c u m u l a d a, la indemnización de los perjuicios q ue le causó su c o n t r a p a r te p or el h u r to de q ue fue víctima y el p a go de la cláusula p e n a l, p a c t a da en la cláusula «Décima Primera» del c o n t r a to 0 11 de 2 0 0 6, d o c u m e n to en el q ue facultó a la

c o n t r a t a n te a exigir a m b as prestaciones. S o s t u vo q ue el T r i b u n al se equivocó al no conceder el p a go p or a m b os conceptos, de u na p a r te p o r q ue las p a r t es así lo a c o r d a r on y d i c ho pacto está p e r m i t i d o, y, de otra, p o r q ue fue «desafortunada» su afirmación, c o n f o r me a la c u al esa fue u na estipulación «abusiva», p u es t al j u i c io «conduce a la aplicación indebida de reglas constitucionales de protección de personas en condición de vulnerabilidad y a encontrar infringidos los postulados de buena fe, la equidad y el no abuso del derecho», y desatendió la e x i s t e n c ia de reglas s u p l e t o r i as q ue r e g u l an el i n c u m p l i m i e n to o m o ra de q u i e n, c o mo en su caso, tiene c o mo carga c o n t r a c t u al p a g ar u na s u ma de dinero. En d i c ha argumentación se advierte u na falta de i2 Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 precisión al m o m e n to de señalar el y e r ro especifico de apreciación en q ue incurrió el sentenciador. Éste, c o mo p i l ar de su r a z o n a m i e n t o, dijo q ue en la a l u d i da cláusula, según su c o n t e n i do literal, «las consecuencias del incumplimiento (o

el retardo en la satisfacción de las obligaciones convenidas), se hicieron extensivas, únicamente, al contratista (compañía de vigilancia) desdibujando el cariz conmutativo de esta prestación, cuyo efecto práctico es el de poder aplicarla a cualquiera de los contratantes que haya dejado de cumplir... y no exclusivamente a uno de ellos», lo q ue constituía, de a c u e r do a u na p r o v i d e n c ia de e s ta Corporación, u na cláusula odiosa, a b u s i v a, t o da vez q ue instauró un «equilibrio jurídico injustificado». El i m p u g n a n t e, no o b s t a n te la concreción de d i c ho r a z o n a m i e n t o, no explicó ni demostró p or qué t al apreciación específica de la cláusula m e n c i o n a da fue m a n i f i e s t a m e n te errónea, ya p or h a b e r se o m i t i do p a r te de su c o n t e n i d o, o c e r c e n a do o tergiversado o s t e n s i b l e m e n te el m i s m o. M e n os aún e x p u so la razón p or la q ue la deducción q ue de t al p r u e ba extrajo el T r i b u n al atentó c o n t ra la n o r m a t i v i d ad q ue citó c o mo i n f r i n g i da en el cargo, es decir, no dijo p or qué su afirmación según la c u al d i c ha cláusula e ra a b u s i va

quebrantó u na d e t e r m i n a da n o r ma s u s t a n c i al y la f o r ma en q ue ello se p r o d u j o, es decir, ya p or a p l i c a r la i n d e b i d a m e n t e, h a b e r la dejado de aplicar, o aplicar u na q ue no regía el caso. Lo q ue h i zo el r e c u r r e n te fue, t an solo, e x p o n er su p a r t i c u l ar opinión sobre la c o n t r o v e r s i a, esto es, o p o n er a las consideraciones del ad quem su p r o p ia perspectiva al a d u c ir 13 Radicación n° 11001-31-03-016-2010-00713-01 t an solo q ue la p e na d el c o n t r a t a n te consiste en p a g ar intereses, o q ue su j u i c io «conduce a la aplicación indebida de reglas constitucionales de protección de personas en condición de vulnerabilidad y a encontrar infringidos los postulados de buena fe, la equidad y el no abuso del derecho», laborío que, en r a a t e r ia d el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación es insuficiente. Lo a n t e r i or p e r m i te c o n c l u ir q ue el cargo no se presentó c on la exposición de s us f u n d a m e n t os «en forma clara, precisa», el e r r or de h e c ho no se singularizó, el i m p u g n a n te no indicó en dónde e s t u vo el y e r ro d el T r i b u n al al m o m e n to

de apreciar las p r u e b as q ue nombró, esto es, qué fue lo q ue s u p u s o, cercenó o tergiversó. El c a s a c i o n i s ta h i zo su p r o p io e s t u d io de l as evidencias y e x p u so su opinión, lo q ue desatiende l os r e q u i s i t os establecidos p a ra f o r m u l ar la d e m a n da e x t r a o r d i n a r i a, p u e s, c o mo en f o r ma r e i t e r a da se ha sostenido por esta Corporación, no p u e de c o n f u n d i r se el e r r or de apreciación c on la m e ra i n c o n f o i m i d ad d el r e c u r r e n te respecto de la Hbre valoración q ue se efectúa de los e l e m e n t os de persuasión q ue o b r an en el proceso. En efecto, la S a la ha sostenido, en relación c on el e r r or de h e c h o, q ue es necesario que: ... el recurrente lo demuestre, actividad que debe cumplirse mediante una labor de contraste entre lo que extrajo ^el sentenciador de las pruebas que se tildan de erróneamente apreciadas y lo que tales pruebas dicen o dejan de decir, para establecer el real efecto que dimana de la preterición o desfiguración de la prueba, siempre en el bien entendido que no Í4 Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 basta relacionarla ni con ofrecer la visión del recurrente, a la

manera de un alegato de instancia, sino se confronta en sus términos con la sentencia acusada. (CSJ SC de 14 de m a yo de 2 0 0 1, reiterada en C SJ SC de 19 de diciembre de 2 0 1 2, Rad. 2 0 0 600164-01).

También ha precisado que: ...si impugnar es refutar, contradecir, controvertir, lo cual exige, como mínimo, explicar qué es aquello que se enfrenta, fundar una acusación es entonces asunto mucho más elaborado, comoquiera que no se logra con un simple alegar que el juzgador de instancia carece de razón, sino que impone, para el caso de violación de la ley por vía indirecta, concretar los errores que se habrían cometido al valorar unas específicas pruebas. (CSJ. AC. Ágo. 29 de 2000) L u e g o, si en la impugnación se p r e s e n ta un ejercicio de ponderación p r o b a t o r ia diferente, c o mo s u c e de en este caso, la C o r te no t i e ne a l t e r n a t i va d i s t i n ta a la de a t e n d er la valoración del j u z g a d o r, en v i r t ud de la doble presunción de legalidad y acierto de q ue está r e v e s t i da su s e n t e n c i a, lo q ue i m p o ne q ue s us c o n c l u s i o n es en t o r no d el e x a m en de l os e l e m e n t os fácticos s o n, en p r i n c i p i o, intocables, salvo la

demostración p l e na del i n o c u l t a b le y e r ro apreciativo. T a l es r a z o n es i m p o n en la inadmisión del cargo p r i m e r o. 3.2. La s e g u n da acusación también c o n t i e ne y e r r os f o r m a l es q ue i m p i d en su admisión.. C o mo atrás se indicó, c u a n do se alega la violación d i r e c ta o i n d i r e c ta de la l e y, d e b en citarse l as n o r m as 15 Radicación nJ 11001-31-03-016-2010-00713-01 s u s t a n c i a l es infringidas, exigencia no f ue a t e n d i da p or el i m p u g n a n t e, q ue solo enunció la violación i n d i r e c ta de l os artículos 1 5 1 3, 1 6 14 y 1 6 15 d el Código Civil, l os q ue no t i e n en t al linaje, t al y c o mo lo ha definido la S a la en o t r as o p o r t u n i d a d e s. En efecto, la p r i m e ra disposición establece que: La indemnización de perjuicios comprende el daño emergente y él lucro cesante, ya provenga de no haberse cumplido la obligación, o de haberse cumplido imperfectamente, o de haberse retardado el cumplimiento. í' : Exceptüanse los casos en que la ley limita expresamente al daño emergente.

La segunda: •i í; Entiéndese por daño emergente el perjuicio o la pérdida que

proviene de no haberse cumplido la obligación o de haberse cumplido imperfectamente, o de haberse retardado su cumplimiento; y por lucro cesante, la ganancia o provecho que deja de reportarse a consecuencia de no haberse cumplido. la obligación, o cumplídola imperfectamente, o retardado su cumplimiento. ^' -1_ Y la tercera n o r ma preceptúa: «[s]e debe "ía indemnización de perjuicios desde que el deudor se ha constituido en mora, o, si la obligación es de no hacer, desde el momento de la contravención». ,6 Radicación n.° 11001-31-03-016-2010-00713-01 T a l es disposiciones, c o mo la C o r te ha t e n i do la o p o r t u n i d ad de p r e c i s ar en el p a s a d o, no d e c l a r a n, c r e a n, m o d i f i c an o e x t i n g u en u na relación jurídica c o n c r e t a, p u es s on m e r a m e n te d e f i n i t o r i a s: En tomo de ellas, la Corte ha señalado que "los artículos 1613 a 1615 son definidores de la causa por la que se debe la indemnización de perjuicios y de lo que esta comprende, así como del momento en que ella se debe; o sea que ninguno ostenta la categoría de norma sustanciar (Sent 216 de 16 de junio de 1989), doctrina que ha venido siendo reiterada por la Sala, al precisar que ello es así, habida cuenta que "el primero de tales preceptosrefiriéndose al art. 1613 del C.C.~, sin atribuirle nada a nadie, se limita a señalar qué es lo que comprende la indemnización de perjuicios, y la causa de donde estos puedan provenir; y en cuanto a la segunda regla -la contenida en el art, 1614 ib,-, lo que hace es dar definiciones de los conceptos que legalmente conforman el perjuicio'' (Sent 004 de 25 de enero de 1994). (CSJ. S T C. 2 9. Abr. 2 0 0 5. R a d. 0 8 2 9 - 9 2 ). P or ende, e sa omisión de la p a r te i m p u g n a n te p r i va a la C o r te de u no de l os e l e m e n t os i n d i s p e n s a b l es p a ra c u m p l ir la función a s i g n a da c o mo T r i b u n al de casación que, en el ámbito de l as c a u s a l es p r i m e ra y s e g u n d a, c o n s i s te en d e t e r m i n ar si la s e n t e n c ia violó o no la ley s u s t a n c i a l. T a l es r a z o n es c o n d u c en a la inadmisión del cargo.

5. Además de l os referidos r e p a r o s, la d e m a n da de casación no cumplió c on l os p r e s u p u e s t os q ue c o n s a g ra la ley p r o c e s al p a ra su selección, p u es la s e n t e n c ia no vulneró

17 Radicación n.° 11001-31-03-015-2010-00713-01 los d e r e c h os y garantías c o n s t i t u c i o n a l es de las partes, ni les i ... irrogó agravios q ue d e b an ser r e p a r a d o s; no a m e n a za la u n i d ad e i n t e g r i d ad del o r d e n a m i e n to jurídico ni c o m p r o m e te el o r d en o el p a t r i m o n io público; y t a m p o co se requiere un p r o n u n c i a m i e n to p a ra u n i f i c ar la j u r i s p r u d e n c ia respecto del t e ma del litigio. La decisión del ad quem se sustentó en un e s t u d io r a z o n a b le de las evidencias, así c o mo de las p r e t e n s i o n e s, en las q ue la p a r te a c t o ra solicitó el r e s a r c i m i e n to de las s u m as derivadas del h u r to a l u d i d o, q ue según el h e c ho 22 de la d e m a n d a, y a c o r de c on el d e n u n c io p e n al allí reseñado, consistió en dos p l a n t as «350 KVA» y «700 KVA», pérdida p a ra c u ya cuantificación el j u z g a d or se basó en un d i c t a m en pericial q ue no f ue criticado. En las deducciones del j u z g a d or

p a ra d e t e r m i n ar y c u a n t i f i c ar d i c ho daño no se advierte a l g u na a r b i t r a r i e d ad q ue h a ya o c a s i o n a do q u e b r a n to a las garantías s u p e r i o r es de la p a r te r e c u r r e n t e, p or lo q ue no p r o c e de la selección de oficio de la d e m a n d a. r,

6. Se inadmitirá el libelo, y se declarará

Estás viendo una vista previa

Lee el documento completo con Ariel

Este es un fragmento de uno de los más de 1.2 millones de documentos de la biblioteca de Ariel. Crea tu cuenta para leerlo completo, descargarlo y consultarlo con Ariel, que siempre te lleva a la fuente exacta: Ariel NO alucina.

Consultar sobre este documento ...