CSJ - AC5529-2015
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC5529-2015
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2015
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL
ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente AC5529-2015 Radicación n/11001-3Í-03-013-2012-00592-01 (Aprobado en sesión de cinco de agosto de dos m il quince) Bogotá, D. C, veinticuatro (24) de septiembre de dos mil quince (2015). La Corte se p r o n u n c ia sobre la a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da p r e s e n t a da p a ra s u s t e n t ar el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación i n t e r p u e s to c o n t ra la sentencia de s e g u n da i n s t a n c i a, proferida d e n t ro del proceso o r d i n a r io de la referencia.
I. EL LITIGIO
A. La pretensión Flor Heriberto Garzón V e r a, A m p a ro Garzón Barragán, A l e x a n d er Garzón Barragán, Olga Lucía Garzón Barragán y D i l ia Sofía Garzón Barragán, en n o m b re propio y en
representación de su hija m e n o r, d e m a n d a r on a S a i u d c o op E.P.S. y a Epsiclínicas S.A. - Clínica S a n ta B i b i a na p a ra que se declarara q ue s on l as responsables de l os daños 1 Radicación n." UOOl-31-03-013-2012-00592-01 i
c a u s a d os por la atención médica deficiente recibida por su familiar María de la L uz Barragán de Garzón, que generó su deceso. Pidieron, en consecuencia, que se resarciera el agravio m e d i a n te el pago de $ 1 . 2 9 1 7 1 1 . 5 3 5 , 32 por l u c ro cesante, a favor del cónyuge de la víctima, más 1 00 salarios mínimos m e n s u a l es legales vigentes p or daño m o r al a él y a cada u no los restantes actores, salvo p a ra la m e n o r, p a ra q u i en solicitaron la m i t ad de dicho m o n t o; y 150 salarios mínimos m e n s u a l es legales vigentes por daño en la v i da de relación. (Folio 5, c u a d e r no 1)
B. Los hechos
1. María de la L uz Barragán de Garzón, de 56 años de edad, f ue diagnosticada c on la patología «cáncer de colon incipiente», por los médicos de la E.P.S. Saludcoop, el 25 de
septiembre de 2 0 0 6. (Folio 6, c u a d e r no 1)
2. Su médico, luego de practicarle u na colonoscopia, programó u na m u c o s e c t o m i a, pero ésta resultó fallida
porque el t u m or estaba m uy p r o f u n d o. (Folio 7, c u a d e r no 1)
3. El 8 de n o v i e m b re de 2 0 0 6, se confirmó la
existencia d el t u m or m a l i g no «de colon descendente» y se recomendó un t r a t a m i e n to quirúrgico «con hemicolectomia izquierda». (Folio 7, c u a d e r no 1) 2 Radicación n." 11001 -31-03-013-2012-00592-01
4. La paciente f ue v a l o r a da p or el colonoproctologo, q u i en diagnosticó «cáncer de colon alverja» e inició su t r a t a m i e n to en la Clínica S a n ta B i b i a na de Bogotá, s in q ue se le i n f o r m a ra «el riesgo del procedimiento a realizar», ni se
efectuara u na preparación previa. (Folio 7, c u a d e r no 1)
5. El 22 de enero de 2 0 07 se llevó a cabo el
p r o c e d i m i e n to quirúrgico. (Folio 7, c u a d e r no 1)
6. Al día siguiente, la i n t e r v e n i da presentó «dificultad para hablar», tos y dolor persistente, y, pese a lo a n t e r i o r, su médico t r a t a n te no acudió a atenderla. (Folio 8, c u a d e r no I)
7. El 24 de enero, l os galenos le i n f o r m a r on a la familia q ue su allegada tenía «edema pulmonar» y también «una pequeña infección en el abdomen», p or lo q ue f ue t r a s l a d a da a la u n i d ad de cuidados intensivos. (Folio 8,
c u a d e r no 1)
8. La paciente presentó m al estado general y f ue diagnosticada c on «sepsis de origen abdominal» y «CID
secundaria». (Folio 8, c u a d e r no 1)
9. El 25 de enero, l es i n f o r m a r on q ue v a r i os órganos e s t a b an c o m p r o m e t i d os por la infección, por lo que se llevó a cabo u na laparotomía, y luego de la m i s ma el c i r u j a no refirió la presencia de u na bacteria que se diseminó desde la h e r i da quirúrgica «e invadió hasta la espalda de la
paciente...». (Folio 9, c u a d e r no 1) 3 Radicación n.° 11001-31-03-013-2012-00592-01
10. Luego, f ue v a l o r a da p or infectología, y allí díctamineiron q ue p r e s e n t a ba nnsufidencia respiratoria hipoxemica», «sepsis abdominal (ISO órgano espacio)», «shock séptico», «alto riesgo de falla renal», «atelectasias laminares bilaterales», «coagulación intravascular diseminada» «SDOM» y «fascitis necrotizante tipo II». (Folio 9)
11. El m i s mo día, padeció un paro cardiorespiratorio y
falleció a las 11 y 45 de la noche. (Folio 10, c u a d e r no 1)
12. L os d e m a n d a n t es alegan q ue la m u e r te de su
familiar f ue p r o d u c to de la falta de un t r a t a m i e n to o p o r t u n o, así c o mo de un diagnóstico a d e c u a do de la «infección nosocomial» q ue adquirió en el sitio operatorio. Además, q ue no f ue p r e p a r a da d e b i d a m e n te p a ra la intervención ni d io su c o n s e n t i m i e n to i n f o r m a d o. Y S a l u d c o op E.P.S. no realizó l as a u d i t o r i as médicas q ue es su deber adelantar.
C. £1 trámite de las instancias
1. A d m i t i da la d e m a n d a, se d i s p u so su traslado a la
parte convocada al litigio. (Folio 3 4 7, c u a d e r no 1)
2. Saludcoop E.P.S. se o p u so a l as pretensiones p o r q ue l os h e c h os no le e r an i m p u t a b l es y la atención d i s p e n s a da a la paciente se ciñó a l os protocolos respectivos. P r o p u so l as excepciones de «cumplimiento de las obligaciones por parte de Saludcoop EPS para con su afiliada», «inexistencia de solidaridad entre EPS e IPS»,
4 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 «excesiva tasación de pretensiones» y «excepción genérica». (Folio 3 8 2, c u a d e r no 1)
Epsiclínicas S.A. - Clínica S a n ta B i b i a na formuló l as defensas de «necesidad de la prueba de la culpa», «exigencia de obligaciones de medio», «inexistencia de causalidad médico - legal», «discrecionalidad técnico - científica» y «excepción genérica». S o s t u vo q ue sí informó sobre l os riesgos i n h e r e n t es al procedimiento; q ue no existieron fallas en la atención, y debía acreditarse la culpa. (Folio 4 1 1, c u a d e r no 1 A)
3. El j u ez a quo, en la sentencia proferida el 23 de j u l io de 2 0 1 3, negó las pretensiones. A d u jo que los d e m a n d a n t es no e s t a b an legitimados p a ra alegar la responsabilidad c o n t r a c t u al p o r q ue no p r o b a r on ser herederos de la p e r s o na q ue falleció. Y, de o t ra parte, q ue no se demostró la responsabilidad e x t r a c o n t r a c t u al de las encausadas, pues, según el d i c t a m en pericial, q ue a su v ez t u vo en c u e n ta la h i s t o r ia clínica, esos entes o b r a r on con diligencia y cuidado.
(Folio 18, c u a d e r no 3)
4. L os demandgmtes a p e l a r on la providencia.
M a n i f e s t a r on q ue la m u e r te de la paciente no f ue
consecuencia del padecimiento que la aquejaba i n i c i a l m e n te sino de u na infección q ue adquirió al m o m e n to de la cirugía; q ue no se t u vo en c u e n ta la a u s e n c ia de un c o n s e n t i m i e n to i n f o r m a d o; y no se v a l o r a r on d e b i d a m e n te las p r u e b a s, tedes c o mo la historia clínica, los t e s t i m o n i o s, 5 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 el peritaje y l os indicios, q ue d i e r on c u e n ta de la responsabilidad alegada.
5. El T r i b u n sd S u p e r i or de Bogotá, en fallo de 8 de octubre de 2 0 1 4, confirmó la sentencia apelada. P a ra ello indicó que si o b r a ba p r u e ba del c o n s e n t i m i e n to i n f o r m a do dado por la paciente; además, luego de t r a n s c r i b ir apartes de la h i s t o r ia clínica, de l os t e s t i m o n i os y d el d i c t a m en pericial, sostuvo q ue la infección padecida no estaba asociada exclusivamente al procedimiento previo, además de q ue el órgano intervenido t e n ia u na a l ta carga bacteriana; y q ue el m a n e jo q ue se le d io se ciñó al protocolo médico, con lo que descartó el i n c u m p l i m i e n to de
un deber, la i m p r u d e n c ia o negligencia de las convocadas. (Folio 105, c u a d e r no 6)
6. El d e m a n d a n te F l or Heriberto Garzón V e ra formuló el recurso e x t r a o r d i n a r io de casación, el c u al sustentó en o p o r t u n i d a d. (Folio 12, c u a d e r no Corte)
II. LA DEMANDA DE CASACIÓN El r e c u r r e n te estableció su d e m a n da en los siguientes
cargos: PRIMER CARGO F u n d a do en el n u m e r al 1° del artículo 3 68 del Código de Procedimiento Civil, le atribuyó a la sentencia s er violatoria, «por aplicación indebida», de l os artículos 6 3, 6 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 1 4 9 5, 1 6 0 3, 1 6 0 4, 1 6 1 2, 1613, 1 6 1 4, 1 6 1 5, 1 6 1 6, 2 3 4 1, 2 3 4 2, 2 3 4 3, 2 3 4 4, 2 3 47 y 2 3 49 del Código Civil. El r e c u r r e n te afirmó q ue el fallador no observó l os elementos de la responsabilidad civil, e incurrió en u na «inadecuada valoración de las normas, guías y protocolos médicos», que establecen la necesidad de l i m p i ar un órgano
h u e co p a ra evitar la contaminación en l as cirugías, procedimiento c u ya inobservancia causó la m u e r te de la paciente. S o s t u vo que fue «la violación clara y expresa al contrato de hospitalización con su garantía de seguridad» lo q ue generó l os daños y perjuicios, p u es la intervención quirúrgica se hizo s in la debida preparación, lo q ue se d e m u e s t ra c on la h i s t o r ia clínica. Además, p o r q ue l as i n s t i t u c i o n es p e r m i t en la «proliferación de gérmenes patógenos de origen nosocomial e ISO», s in realizar u na vigilancia c o n t i n u a, infringiendo así las n o r m as que r e g u l an el S i s t e ma G e n e r al de S a l u d. Además, no se atendió el principio de b u e na fe c o n t r a c t u a l, que obliga a l os c o n t r a t a n t es a c u m p l ir c on aquellas cargas i n h e r e n t es a la n a t u r a l e za d el v i n c u l o, como, en este caso, l as obligaciones de seguridad, información, reserva y fidelidad. SEGUNDO CARGO Acusó a la sentencia de violación directa, p or 7 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 «aplicación indebida» de «la Ley 100 de 1993, Ley 1122 de 2007, articulo 14, y Ley 1438, Decreto 1011 de 2006 y la
Resolución 1043 de 2006, Ley 23 de 1981». Dijo q ue en el sentenciador no aplicó las n o r m as «del Sistema General de la Seguridad Social en Salud» y «las normas del aseguramiento en salud». Q ue es de cargo de las E.P.S. a u d i t ar y evaluar a los prestadores de servicio de su red, s in que exista p r u e ba que la parte d e m a n d a da h u b i e se adelantado d i c ha labor en el caso concreto. Las citadas -refirió- s on culpables «m vigilando in eligiendo» porque no t o m a r on las m e d i d as necesarias p a ra «dar cumplimiento a la Lex Artis» y a la garantía de calidad, según l as guías y protocolos médicos establecidos en el Decreto 1 0 11 de 2 0 06 y la Resolución 1 0 43 de 2 0 0 6, así c o mo por la «inobservancia del aseguramiento», regulado en la Ley 100 de 1993. TERCER CARGO Invocó la c a u s al 1 d el artículo 3 68 d el Código de Procedimiento Civü y acusó a la sentencia de error de h e c ho en la apreciación de las pruebas, que lo c o n d u jo a la falta de aplicación de los artículos 6 3, 1 4 9 5, 1 6 0 3, 1 6 1 2, 1 6 1 3, 1614, 1 6 1 5, 2 3 4 1, 2 3 4 2, 2 3 4 3, 2 3 4 4, 2 3 47 y 2 3 49 d el Código Civil.
Código Civil. A d u jo q ue la historia clínica no f ue d e b i d a m e n te apreciada. S o s t u vo q ue la m i s ma «contiene todos los 8 Radicación n.' 11001-31-03-013-2012-00592-01 elementos necesarios de observación probatoria que el fallo recurrido no observó» p u es pese a q ue el t r i b u n al la transcribió, tergiversó su contenido; q ue no se t u vo en c u e n ta que el c o n s e n t i m i e n to i n f o r m a do que allí reposa «es de consulta externa»; que la paciente se e n c o n t r a ba en b u en estado y que, posteriormente, adquirió u na infección en el sitio operatorio «puesto que su origen no es producto del polio cancerígeno que tenía...», p or lo q ue se pasó p or alto la negligencia y desatención de l os protocolos médicos p or parte de las d e m a n d a d a s. Q ue la culpa, el daño y el perjuicio e s t a b an demostrados, pues l os d e m a n d a d os f u e r on negligentes «al no realizar la preparación pre quirúrgica necesaria para limpiar el tubo digestivo previo a cirugía contaminada...», y al p e r m i t ir la proliferación de gérmenes patógenos. Agregó que el j u g a d or «no da por probado, estándolo, que existe un reporte de infección nosocomial», según lo
estableció el Comité de Vigilancia Epidemiológica. CUARTO CARGO Alegó que h u bo error de h e c ho en la apreciación de las p r u e b as por falta de aplicación de los artículos 6 3, 1 4 9 5, 1603, 1 6 1 2, 1 6 1 3, 1 6 1 4, 1 6 1 5, 2 3 4 1, 2 3 4 2, 2 3 4 3, 2 3 4 4, 2 3 47 y 2 3 49 del Código Civil. Explicó que el t r i b u n al «no contempló adecuadamente la prueba del consentimiento informado» p a ra la cirugía, 9 Radicación 11001-31-03-013-2012-00592-01 p u es no se aportó evidencia de su existencia, y d io p or acreditado, s in estarlo, la presencia d el m i s mo «... idóneo, claro y preciso y pre quirúrgico, así corno lo hace de igual forma para el del segundo procedimiento realizado», a u n a do a que el o b r a n te en el expediente no c u m p le los requisitos tales c o mo u na información completa, clara, suficiente, eficaz y previa. QUINTO CARGO También acusó a la sentencia p or error de hecho, debido a la falta de apreciación de l os t e s t i m o n i o s, c on lo
que se dejaron de aplicar de los artículos 6 3, 1 4 9 5, 1 6 0 3, 1612, 1 6 1 3, 1614, 1 6 1 5, 2 3 4 1, 2 3 4 2, 2 3 4 3, 2 3 4 4, 2 3 47 y 2 3 49 del Código Civü. El r e c u r r e n te expresó q ue de l as declaraciones de S a m u el G m l l e r mo López Pérez y Jorge E n r i q ue Rodríguez Fajardo, médicos i n t e r n i s ta y c i r u j a n o, respectivamente, se podían deducir «indicios claros y necesarios para la resolución de los problemas jurídicos planteados en la demanda». De tales p r u e b as - s o s t u v ose c o m p r o b a ba q ue la c a u sa de la m u e r te f ue el «proceso infeccioso» generado al m o m e n to d el procedimiento quirúrgico, p or lo q ue el j u z g a d or erró p or preterición y tergiversación en la vedoración de su contenido. 10 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 SEXTO CARGO P or último, atribuyó también al fallo e r r or de h e c ho p or falta de aplicación de l os artículos 6 3, 1 4 9 5, 1 6 0 3, 1612, 1 6 1 3, 1 6 1 4, 1 6 1 5, 2 3 4 1, 2 3 4 2, 2 3 4 3, 2 3 4 4, 2 3 47 y
2 3 49 d el Código Civil, p r o d u c to de h a b er d a do «valor probatorio alperitazgo deforma incorrecta.,.». El t r i b u n al erró - s o s t u v op o r q ue no atendió q ue el perito manifestó q ue la infección no e x i s t ia Eintes del ingreso de la paciente al h o s p i t a l, y q ue p a ra llevar a cabo la intervención se requería u na preparación q ue evitase la contaminación. Además -agregó-, no observó q ue l os riesgos d el p r o c e d i m i e n to deben s er previsibles y prevenibles, y, p or ende, no se p u e de aceptar q ue s e an i n h e r e n t es al t r a t a m i e n t o; e i g u a l m e n te que se dio p or d e m o s t r a d o, pese a q ue el experto no lo refirió, que las e n c a u s a d os a c t u a r on de m a n e ra a d e c u a da en la fase pre-quirúrgica. Así m i s m o, «no dio por probado estándolo, que la señora Barragán falleció por una infección ISO y nosocomial» a d q u i r i da por un p r o c e d i m i e n to médico inadecuado.
m. CONSIDERACIONES
1. De acuerdo c on n u e s t ro o r d e n a m i e n to procesal civil
p a ra la admisión de la d e m a n da de casación es necesario, en principio, c u m p l ir c on l os requisitos legales, p u es se t r a ta de un m e d io de impugnación e x t r a o r d i n a r i o, y, p or lo 11 Radicación n. 11001-31-03-013-2012-00592-01 t a n t o, no todo desacuerdo c on el fallo p e r m i te adentrarse en su e x a m en de fondo, sino q ue es i m p e r a t i vo q ue se erija sobre las causales t a x a t i v a m e n te previstas en la ley.
2. La admisibilidad de la d e m a n da está sujeta a la regularidad de l os elementos f o r m a t i v os de la m i s ma y al c u m p l i m i e n to de los requisitos de técnica expresados en el artículo 3 74 d el Código de Procedimiento Civil, a cuyas voces, a la par que es necesaria la mención de las partes y de la sentencia cuestionada, se requiere elaborar u na síntesis d el proceso y de l os hechos m a t e r ia d el litigio, y f o r m u l ar por separado los cargos que se e s g r i m en en c o n t ra de la decisión r e c u r r i d a, exponiéndose los f u n d a m e n t os de cada acusación, en f o r ma clara y precisa, y no basados en generalidades,
3. Tratándose de la c a u s al p r i m e r a, el artículo 51 d el
Decreto 2 6 51 de 1 9 91 (adoptado c o mo legislación p e r m a n e n te p or el artículo 162 de la L ey 4 46 de 1998), eliminó la a r d ua exigencia de tener q ue f o r m u l ar u na «proposición jurídica completa» c u a n do se invoca la infracción de u na n o r ma de derecho sustancial, siendo suficiente p a ra t al efecto la indicación de cualquier precepto de esta n a t u r a l e za que, a j u i c io del recurrente, constituyó la base esencial del fallo o debió serlo. S in embargo, no b a s ta c on invocar las disposiciones a las q ue se hace referencia, sino q ue el i m p u g n a n te debe poner de presente la m a n e ra c o mo el sentenciador l as transgredió, s in que sea válido hacer reproche a l g u no a la 12 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 apreciación de las p r u e b as c u a n do se t r a ta de la vía directa. Lo q ue caracteriza e sa clase de a t a q ue es su total prescindencia de la cuestión probatoria, p u es se p r e s e n ta «directamente, en línea recta, sin rodeos, sin el medio o vehículo de los errores en el campo probatorio» (CSJ, G J. L X X X V I I I, 657) y parte de la base de que: ... por el sentenciador no se haya incurrido en yerro alguno de hecho o de derecho en la apreciación de las pruebas; que, por
consiguiente, no exista reparo que oponer contra los resultados que en el campo de la cuestión fáctica hubiere encontrado el fallador, como consecuencia del examen de la prueba. En tal evento, la actividad del impugnador tiene que realizarse necesaria y exclusivamente en tomo a los textos legales sustanciales que consideró no aplicados, o aplicados indebidamente, o erróneamente interpretados; pero, en todo caso, con absoluta prescindencia de cualquier consideración que implique discrepancia con el juicio que el sentenciador haya hecho en relación con las pruebas. {CSJ, GJ C X L V I, 50) 3 . 1. Pero si lo d e n u n c i a do es un y e r ro fáctico, al i m p u g n a n te le corresponde identificar l os m e d i os de convicción sobre los cuales recae el equívoco del j u z g a d or y d e m o s t r ar de qué m a n e ra se generó la s u p u e s ta preterición o cercenamiento, lo q ue deberá señalar de m a n e ra manifiesta, de t al suerte que la valoración realizada p or el sentenciador se m u e s t re a b s u r d a, alejada de la realidad del proceso o s in n i n g u na justificación. 13 Radicación n. 11001-31-03-013-2012-00592-01 Ha dicho la S a la que, por m a n d a to del artículo 374 del e s t a t u to procesal, la carga de d e m o s t r ar el e r r or de h e c ho recae e x c l u s i v a m e n te en el censor; e m p e r o, «esa labor no
puede reducirse a una simple exposición de puntos de insta antagónicos, fruto de razonamientos o lucubraciones meticulosas y detalladas, porque en tal evento el error dejaría de ser evidente o manifiesto conforme lo exige la ley» (CSJ s e, 15 J u l. 2008, R a d. 2000-00257-01; C SJ S C, 20 Mar. 2013, Rad. 1995-00037-01).
4. El censor, en los cargos p r i m e ro y segundo, atribuyó al ad quem la violación directa de la ley, específicamente, de los artículos 63, 1495, 1603, 1604, 1612, 1613, 1614, 1615, 1616, 2341, 2342, 2343, 2344, 2347 y 2349 d el Código Civil, y de 4a Ley 200 de 1993, Ley 1122 de 2007, artículo 14, y Ley 1438, Decreto 1011 de 2006 y la Resolución 1043 de 2006, Ley 23 de 1981».
C o mo s u s t e n to de su acusación, explicó q ue el j u z g a d or incurrió en u na «inadecuada valoración de las normas, guías y protocolos médicos» aplicables a casos c o mo el q ue f ue objeto de la d e m a n d a; q ue existió u na «... violación clara y expresa al contrato de hospitalización con su garantía de seguridad» t al y c o mo se deducía de la historia clínica; que se permitió la «proliferación de gérmenes patógenos de origen nosocomial e ISO», h e c h os q ue d i e r on
precisa c u e n ta de la c o n c u r r e n c ia de l os requisitos legales de la responsabilidad, así c o mo de la inaplicación de l as n o r m as «del Sistema General de la Seguridad Social en Salud»y «...del aseguramiento en salud». 14 Radicación n. 11001-31-03-013-2012-00592-01 El ataque así planteado no c u m p le c on los requisitos de claridad y precisión que debe contener la d e m a n da de casación, según lo exige el a r t i c u lo 3 74 d el Código de Procedimiento Civil. La Corte ha reiterado que c u a n do la c e n s u ra se enfila por la vía directa «resulta impropio y, por ende, alejado de la técnica, que en la fundamentación del cargo enfrente las conclusiones a que ha llegado el tribunal en el examen de los hechos...». ( C SJ G.J. C L X X X V I I I, p . l 7 3) En este caso, s in embargo, el r e c u r r e n t e, pese a a c u s ar al t r i b u n al por violar n o r m as de derecho s u s t a n c i al de f o r ma directa, al m o m e n to de s u s t e n t ar t al infracción procedió a i n c u l p a r lo p or su inobservancia de l as guias, n o r m as y protocolos médicos, así c o mo d el c o n t r a to de hospitalización; de no extraer de la h i s t o r ia clínica u n as
correctas conclusiones, y resaltar la a u s e n c ia de u na vigilancia adecuada p or parte de l as d e m a n d a d as a s us procedimientos e instalaciones, c on sujeción a la ley. Es decir que, s in atender los requisitos mínimos p a ra la formulación d el recurso, el d e m a n d a n te acusó al sentenciador p or la violación directa de la l ey s u s t a n c i a l, pero s u s t e n t a do en su opinión divergente de la valoración que aquel hizo de l as pruebas, labor de la q ue discrepó porque, en su sentir, l as evidencias recaudadas sí d i e r on c u e n ta de la responsabilidad de l as d e m a n d a d a s, p or descuido y negligencia. 15 Radicación n. 11001-31-03-013-2012-00592-01 El c u e s t i o n a m i e n to así planteado es ajeno a la técnica de casación, pues se dejó de indicar, clara y c o n c r e t a m e n t e, la f o r ma en la que debían ser aplicadas las n o r m as citadas por el r e c u r r e n te - a l g u n as m e n c i o n a d a s, incluso, de f o r ma genérica-, y t a m p o co se explicó en qué consistió el y e r ro jurídico en que se inctirrió en la sentencia. La Corte, sobre t al error, tiene definido q ue se p r e s e n ta en los casos en los cuales la n o r ma en la que se
f u n da el j u z g a d or no es la pertinente p a ra resolver el a s u n t o, o deja de aplicar la que en verdad sí estaba l l a m a do a gobernarlo y f i n a l m e n te c u a n do a pesar de s u s t e n t ar el caso en la n o r ma que correspondía, se le a t r i b u y en efectos diferentes a los que c o n t e m p la la disposición, labor q ue de m a n e ra a l g u na adelantó la parte. Proceder que, además, contraviene m a n i f i e s t a m e n te las reglas establecidas p a ra la presentación de la d e m a n d a, teniendo en c u e n ta que: ... las acusaciones imprecisas o las ayunas de claridad ~v.gr. las totalmente desenfocadas, las alambicadas, farragosas o las etéreas-; los reproches que, por situarse en la periferia o, en el mejor de los casos, en el umbral del raciocinio Judicial pertinente, no permean la almendra de la providencia que emana del fallador, o las glosas que, por generales, vagas o panorámicas, no descienden cabal y puntualmente a la médula de la decisión del Tribunal o al análisis de la prueba respectiva, no están en consonancia con las reglas que, de marras, estereotipan la casación (...)" (CSJ. S.C. 003 del 5 de febrero de 2001). 16 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592 01
De ahí q ue l os cargos p r i m e ro y segundo no p u e d an ser admitidos.
5. El estudio de la admisibilidad de los cargos tercero, c u a r t o, q u i n to y sexto se realizará de m a n e ra c o n j u n t a, p u es todos ellos se f u n d an en la violación indirecta de l os artículos 6 3, 1495, 1603, 1 6 1 2, 1613, 1 6 1 4, 1615, 2 3 4 1, 2 3 4 2, 2 3 4 3, 2 3 4 4, 2 3 47 y 2 3 49 del Código Civil, por errores de hecho en la apreciación de la h i s t o r ia clínica, el d o c u m e n to contentivo d el c o n s e n t i m i e n to i n f o r m a d o, l os t e s t i m o n i os y el d i c t a m en pericial.
Al respecto, esta Corporación ha sostenido, en f o r ma reiterada, que no puede confundirse el error de hecho c on la m e ra i n c o n f o r m i d ad d el recurrente respecto de la libre apreciación q ue se efectúa de l os elementos de persuasión que o b r an en el proceso. Por la propia naturaleza de la función jurisdiccional, el fallador goza de plena autonomía en la apreciación probatoria, s in q ue ella llegue a c o m p o r t ar arbitrariedad alguna, de m a n e ra q ue sólo el error manifiesto, evidente y
trascendente, es decir, el q ue b r o ta a simple vista y se i m p o ne a la m e n te como craso, inconcebible y s in necesidad de acudir a dispendiosas elucubraciones, es susceptible de apoyar la causal de casación que por esta vía deiría al traste con el p r o n u n c i a m i e n to i m p u g n a d o. 17 Radicación n." 11001-31-03 013-2012-00592-01 T al requisito, s in embargo, no se cumplió en este caso, toda v ez que el análisis de la c e n s u ra consistió en un m e ro sentir divergente de la determinación del tribunal. 5.1 En efecto, el sentenciador, p a ra concluir q ue l as d e m a n d a d as no e r an responsables p or el fallecimiento de María de la L uz Barragán de Garzón, citó apartes de su historia clínica, en donde encontró acreditado el consentimiento i n f o r m a do otorgado p a ra la cirugía, además, detalló el seguimiento que se le hizo desde el m o m e n to de su ingreso al centro asistencial y los servicios prestados h a s ta el m o m e n to de la m u e r t e. Luego, hizo u na síntesis de l os testimonios de l os galenos S a m u el G u i l l e r mo López Pérez y Jorge E n r i q ue Rodríguez Fajardo y, p or último, valoró el d i c t a m en pericial, en donde el experto refirió que existía u na relación directa entre la cirugía y la infección, pero aclaró que
en t al tipo de intervenciones había un riesgo inherente d el 6% a 1 0% «de presentar infección postoperatoria», además de que se siguieron l os protocolos aceptados y el m a n e jo y atención de la patología inicial, y de l as posteriores complicaciones, fue el adecuado. Por lo anterior, el ad quem sostuvo que las d e m a n d a d as no f u e r on negligentes, porque la intervención implicaba un riesgo propio; que el t r a t a m i e n to posterior fue i n m e d i a to y se ciñó a l os protocolos médicos, q ue no h u bo un i n c u m p l i m i e n to a la obligación de seguridad, y, por ende, la m u e r te no les era atribuible. 18 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 El censor, por su parte, se limitó a efectuar su propio e x a m en de l as probanzas e n u n c i a d as en el libelo, p a ra concluir q u e, en su valoración, el juzgador incurrió en desaciertos derivados de la tergiversación d el contenido de las m i s m a s. En t al c a m i n o, adujo que en la historia clínica o b r a b an «todos los elementos necesarios de observación probatoria que el fallo recurrido no observó»; que el j u z g a d or deformó su contenido e inadvirtió q ue la paciente se e n c o n t r a ba en b u en estado al m o m e n to de su ingreso y la infección q ue la
llevó a la m u e r te «no es producto del polio cancerígeno que tenía...». Luego, en t o mo al c o n s e n t i m i e n to i n f o r m a d o, s o s t u vo q ue d i c ha p r u e ba no se «contempló adecuadamente»; p u es el m i s mo no contenía u na información completa, clara, suficiente, eficaz y previa. En p u n to de l os t e s t i m o n i os de S a m u el G u i l l e r mo López Pérez y Jorge E n r i q ue Rodríguez Fajardo, refirió q ue de allí podían deducirse indicias «claros y necesarios», p o r q ue se extraía q ue la m u e r te fue p r o d u c to d el «proceso infeccioso» que surgió c o mo consecuencia del p r o c e d i m i e n to quirúrgico, y q ue el j u z g a d or erró p or preterición y tergiversación en la contemplación de las declaraciones. Y, en relación c on el d i c t a m en pericial, e x p u so que no se advirtió q ue el experto manifestó q ue la infección f ue a d q u i r i da en la cirugía; q ue se requería u na preparación 19 Radicación n." 11001-31-03-013-2012-00592-01 que evitase la contaminación; además, q ue no se podía aceptar que los riesgos f u e r an inseparables al t r a t a m i e n t o, y q ue el deceso t u vo c o mo c a u sa mna infección ISO y
nosocomial». El i m p u g n a n t e, de t al m o d o, dejó de expliceir p u n t u a l m e n te el e r r or que le atribuyó al t r i b u n a l, p u es su labor se concentró en exponer su p a r t i c u l ar opinión respecto de las p r u e b as que reseñó, las que c o n f o r me a su p u n to de v i s ta sí d e m o s t r a r on la responsabilidad de l as entidades p or la m u e r te de la paciente debido a su negligencia al p e r m i t ir q ue contrajera u na infección al m o m e n to de la intervención quirúrgica. En ningún m o m e n to denunció cuáles apartes concretos de dichas p r o b a n z as f u e r on apreciados por el ad quem de m a n e ra c o n t r a r ia a su contenido, o en d o n de e s t u vo la p u n t u al afirmación i n e x a c ta que hizo sobre ellas c on trascendencia p a ra v a r i ar la parte r e s o l u t i va de la sentencia. N a da dijo el r e c u r r e n te sobre a l as apreciaciones concretas d el fallador respecto de
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