CSJ - AC6112-2015
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC6112-2015
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2015
Ref?t¡fiJÍM dr Colombia Corte Sapnma de Ju.ftiíJa \ala de ÍJIÍMÍÓII Ciiil
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL
JESÚS VALL DE RUTÉN RUIZ
Magistrado Ponente AC6112-2015 Radicación n" 11001-31-03-001-2009-00046-01 (Aprobado en sesión de p r i m e ro de j u n io dos m il quince) Bogotá, D. C, veinte (20) de o c t u b re de dos m il quince (2015). Decide la Corte sobre la admisión de la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or el actor Hernando Ávila Ramírez, frente a la sentencia de 20 de m a r zo de 2 0 14 proferida por la S a la Civil del T r i b u n al S u p e r i or del D i s t r i to J u d i c i al de Bogotá, en el j u i c io o r d i n a r io q ue aquel promovió c o n t ra José Manuel Duarte Sanabria, Gloria Inés Sanabria, Liberty Seguros S.A., y Tax Express.
L ANTECEDENTES
1. En d e m a n da q ue correspondió al J u z g a do P r i m e ro Civil d el C i r c u i to de esta ciudad, el accionante solicitó declarar civil y e x t r a c o n t r a c t u a l r a e n te responsables a l os Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01
d e m a n d a d o s, de l os perjuicios a él causados c o mo consecuencia del accidente automovilístico acaecido el 6 de febrero de 2 0 0 4, c u a n do fue a r r o l l a do p or el vehículo de placa S H G - 7 7 0, c o n d u c i do p or el convocado i n i c i a l m e n te m e n c i o n a d o, de p r o p i e d ad de la segunda, afiliado a la última y a m p a r a do c on la póliza de seguro expedido por la tercera.
2. S u r t i da la notificación del escrito i n t r o d u c t o r i o, los citados al j u i c io se o p u s i e r on a la p r o s p e r i d ad de l as pretensiones y f o r m u l a r on diversas defensas, excepto José M a n u el D u a r te S a n a b r i a, q u i en f ue desvinculado p or desistimiento aceptado c on proveído de 30 de agosto de 2 0 1 0.
3. El J u z g a do 6° Civil del C i r c u i to de Descongestión de Bogotá finiquitó la p r i m e ra i n s t a n c ia c on fallo de 26 de j u l io de 2 0 13 denegando las súplicas (fls. 3 1 9 - 3 26 c.l), el c u al fue revocado por el ad quem, m e d i a n te el s u yo de 20 de m a r zo
de 2014 {fls. 2 8 - 46 C.2).
4. El accionante en desacuerdo c on esta última determinación, i n t e r p u so r e c u r so de casación, q ue f ue concedido por el T r i b u n al y a d m i t i do p or la Corte.
5. El pasado 9 de febrero se presentó la d e m a n da a f in de s u s t e n t ar la impugnación e x t r a o r d i n a r i a.
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II. LA SENTENCIA DEL TRIBUNAL El fallador de s e g u n da i n s t a n c ia e x p u so los siguientes
a r g u m e n t os f u n d a m e n t a l e s:
1. A partir de u b i c ar la conducción de a u t o m o t o r es c o mo u na actividad peligrosa y señalar l os elementos q ue i n t e g r an la responsabilidad civil proveniente de ella, dejó s e n t a da la o c u r r e n c ia d el accidente en el q ue resultó lesionado el d e m a n d a n t e, p or el a c t u ar culposo d el c o n d u c t or d el vehículo s u p r a c i t a d o, s in q ue se h u b i e ra d e m o s t r a do u na c a u sa extraña e x i m e n te de t al
incriminación.
2. S e g u i d a m e n te se ocupó de revisar el s u s t e n to p r o b a t o r io t a n to d el daño emergente, c o mo d el l u c ro cesante c u ya reparación se pretende, s in h a b e r lo hallado, p u es respecto de aquel, relacionado c on «gastos de desplazamiento, medicamentos, enfermera y otros que tuvo que asumir el actor para tratar sus lesiones», determinó q ue no se había a p o r t a do n i n g u na evidencia d e m o s t r a t i va de esos r u b r o s, d a do q ue l os d o c u m e n t os allegados c on e sa finalidad, carecían de poder persuasivo.
En c u a n to al l u c ro cesante consolidado, e s t r u c t u r a do en la incapacidad q ue por 90 días le fue otorgada, señaló que «tampoco se arrimó al plenario la mentada incapacidad; y en lo tocante al lucro cesante futuro, no quedó demostrada su causación», p u es si b i en la J u n ta Regional de Calificación de Invalidez de Bogotá calificó la pérdida de capacidad l a b o r al del actor, 3 Radicación n" 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 no se acreditó q ue c o mo consecuencia de la a l u d i da vicisitud, éste h a ya dejado de trabajar o se e n c u e n t re
impedido p a ra hacerlo, ni d i s m i n u i d os s us ingresos; más bien, las certificaciones que él m i s mo edlegó, acreditan q ue siguió prestando s us servicios al S e na y al H o s p i t al Occidente de K e n n e d y, s in solución de c o n t i n u i d ad desde antes d el incidente e inclusive lo hacía al m o m e n to de presentar la d e m a n d a. Agregó q ue no e ra viable tener p or probado dicho concepto, c on el d i c t a m en practicado, debido a q ue el justiprecio se verificó únicamente sobre la hipótesis planteada p or el d e m a n d a n te y p or e sa razón, no podía asignársele mérito probatorio, de donde entonces, r e s u l t a ba «inane (...) hacer pronunciamiento sobre la objeción frente a él planteada».
3. P or lo demás, expuso, l os restantes m e d i os de convicción reducidos a l os interrogatorios de parte y la d o c u m e n t al a r r i m a da «no revelan los citados daños», es decir, «el demandante no demostró el daño material que dice haber sufrido y su causa efectiva, sin que sea admisible tenerlos por comprobados con su mera y solitaria afirmación» y en esas condiciones r e s u l t a ba admisible «(...) la excepción de 'ausencia de prueba de los perjuicios materiales reclamados'».
4. No obstante, encontró que el d e t r i m e n to m o r al y el
daño a la v i da de relación, si e s t a b an acreditados c on la calificación de la pérdida de capacidad laboral e m i t i da por la J u n ta Regional de Calificación de Invalidez de Bogotá, en 4 Radicación n" 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 la c u a l, c on s u s t e n to en la h i s t o r ia clínica del d e m a n d a n t e, los exámenes y p r u e b as paraclínicas, determinó las lesiones padecidas por éste, c on un «27,45% de pérdida de capacidad laboral» c o n s t i t u t i va de u na «incapacidad permanente pardal», c o mo secuela d el accidente, q ue al afectarlo e m o c i o n a l m e n t e, repercutir en su desarrollo p e r s o n al y p e r t u r b ar t a n to s us relaciones interpersonales c o mo afectivas, e se «perjuicio moral subjetivado», merecía un r e s a r c i m i e n to p e c u n i a r io de $ 5 . 0 0 0 . 0 0 0 , o o, p a ra lo c u al t u vo c o mo derrotero, el a r b i t r io j u d i c i a l. Respecto del daño a la v i da de relación, i g u a l m e n te lo halló afectado por v i r t ud de la lesión física padecida y su
carácter p e r m a n e n t e, p u es al t r a s t o r n a r se su desempeño s e x u al c u a n do apenas c o n t a ba c on 51 años, ello seguiría incidiendo n e g a t i v a m e n te en su interacción de pareja y por t a n to debía reconocérsele la s u ma de $ 2 0 . 0 0 0 . 0 0 0 , o o.
5. F i n a l m e n te se dispuso a exponer las razones por las cuales, t a n to la propietaria del vehículo, c o mo la compañía afiliadora de éste y la de seguros, debían responder en c u a n to al r e s a r c i m i e n to de los indicados daños. ni. LA DEMANDA DE CASACIÓN El i m p u g n a n te formuló dos cargos c o n t ra la sentencia del T r i b u n a l, u no c on base en la p r i m e ra c a u s al de casación, p or violación indirecta de la ley s u s t a n c i al y otro s u s t e n t a do en el n u m e r al 5^ del artículo 3 68 del código de procedimiento civil, p or n u l i d a d.
5 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 CARGO PRIMERO D e n u n c ia la incursión en e r r or de hecho, p or falta de
aplicación de l os artículos 1 6 1 3, 1 6 14 y 2 3 41 d el Código Civil, 174, 175, 177, 194, 2 2 3, 2 51 y 2 52 d el E s t a t u to Procesal Civil, p o r q ue el ad quem valoró de m a n e ra errónea (i) la declaración de parte de H e r n a n do Ávila R o m e r o; (ii) la certificación de ingresos expedida el 5 de agosto de 2 0 08 por la Jefe d el centro de formación de talento h u m a no en s a l ud d el Sena, Regional Bogotá; (iii) el f o r m u l a r io de calificación de la pérdida de la capacidad l a b o r al y determinación de invalidez otorgada el 22 de m a yo 1 0 08 por la J u n ta Regional de Invalidez de Bogotá; y (iv) las piezas q ue c o n f o r m an el trámite del incidente de objeción por e r r or grave f o r m u l a do c o n t ra el d i c t a m en pericial que avalúo l os perjuicios. Al respecto, expresa q ue la p r u e ba d o c u m e n t al y pericial d e m u e s t r an la existencia d el h e c ho dañoso y la cuantía de la pérdida de carácter m a t e r i al o l u c ro cesante f u t u ro generada al actor c on ocasión d el siniestro, p u es j u n to a la d e m a n da se le p u so de presente a las partes la
certificación de 7 de m a yo de 2 0 08 e m i t i da p or la J u n ta Regional de Invalidez, q ue da c u e n ta de l as secuelas y la pérdida de capacidad l a b o r al equivalente al 2 7 . 4 5 %, s in q ue h u b i e r an reparado sobre su conclusión. Agrega q ue de haberse c o n f r o n t a do de m a n e ra correcta ese porcentaje c on l os certificados d el S e n a, se h u b i e ra obtenido el m o n to d el perjuicio m a t e r i a l, q ue según el 6 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 j u z g a d or no se acreditó, c u a n do se cumplían los requisitos de la p r u e ba y no «exist[e] un argumento serio o lógico, para no tener como elementos de demostración del daño y de su monto los documentos, experticias y declaraciones», p u es además, dichas p r u e b as d e m u e s t r an la complejidad de la lesión padecida p or el d e m a n d a n te «lo cuál fundamenta una valoración más juiciosa y por qué no decirlo más estricta de los perjuicios morales y de los daños a la vida de relación y no en la manera en que lo hizo la Sala», p u es c o mo sufrió disfunción eréctil, si su m a t r i m o n io se
llegara a acabar, le sería más difícil rehacer su vida, deterioros que «no se compensan con la pirrica cifra establecida por el a quem». L u e go de citar j u r i s p r u d e n c ia relacionada c on el arbitrio j u d i c i al p a ra fijar el m o n to de l os daños m o r a l es concluye que el T r i b u n al «no tuvo en cuenta el régimen probatorio descrito en la codificación procesal civil y mucho menos el de la responsabilidad ciiAl extracontractual, para valorar las pluricitadas pruebas, las cuales exigían una condena en concreto en lo que respecta al daño material (lucro cesante) y un llamado más alto al abono de los perjuicios patrimoniales: CARGO SEGUNDO C on s u s t e n to en el q u i n to m o t i vo de casación, a c u sa la sentencia de i n c u r r ir en la c a u s al de n u l i d ad prevista en el n u m e r al 6° d el artículo 1 40 d el Código de Procedimiento Civil, debido a que no f ue fallado el incidente de objeción f o r m u l a do c o n t ra el d i c t a m en que valoró l os perjuicios de carácter m a t e r i al causados al actor, ni se pronunció de m a n e ra concreta sobre la referida p r o b a n za «lo cual generó en 7 Radicación n 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01
la parte demandante un desbalance terrible, máxime cuando el fallador acoge una experticia que no ofrece mayor credibilidad y sobre la cual por exigencia legal y constitucional se debe hacer un pronunciamiento en preciso». Destaca q ue a pesar de habérsele s u m i n i s t r a do información al perito por parte del actor, p a ra que r i n d i e ra su experticia, aquel escudó su incapacidad p a ra hacerlo en la falta de pruebas, lo c u al se cae de su peso porque con el libelo i n t r o d u c t or se a n e x a r on los soportes del daño. Precisa, que c u a n do los juzgadores mo fallan un incidente; no acogen o por lo menos valoran un dictamen decretado dentro de tal trámite, que equivocado o no, se opone de manera crítica con lo que inicialmente fue valorado en el juicio y (...¡fundan su decisión en un examen sesgado de la prueba; estamos en presencia de una nulidad de lo actuado (...) [porque] se han omitido los términos para la práctica o perfeccionamiento de una prueba de tan vital importancia como es la evaluación de perjuicios». C on base en lo a n t e r i or pide casar la sentencia, en lo que se refiere a los n u m e r a l es 2^, 4 y 5° «y por ende efectuar el respectivo fallo en concreto».
IV. CONSIDERACIONES
1. En atención a la n a t u r a l e za e m i n e n t e m e n te dispositiva, excepcional y e x t r a o r d i n a r ia d el recurso de
casación, el legislador presta u na p a r t i c u l ar y necesaria atención a l os requisitos formales q ue debe satisfacer el libelo s u s t e n t a r io d el m i s m o, al p u n to q ue su 8 Radicación n 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 inobservancia, acarrea la inadmisión d el m e d io i m p u g n a t i v o. Así entonces, p a ra la admisión de la d e m a n da de casación, el n u m e r al 3° d el artículo 3 74 d el Código de Procedimiento Civil requiere q ue se e x p o n g an l os f u n d a m e n t os de c a da acusación en f o r ma clara y precisa. La «clañdad» allí compelida, exige del censor e s t r u c t u r ar su ataque de t al f o r ma que »sea perceptible por la inteligencia sin duda ni confusión, o sea, fácil de entender no sólo en su presentación sintáctica, sino también en su construcción lógica», en t a n to que la «precisión» requiere que «la acusación sea exacta, rigurosa (...) que contenga todos los datos que permitan indimdualizarla dentro de la esfera propia de la causal que le sirve de sustento» ( C SJ S C, 15 sep. 1994). A d i c i o n a l m e n t e, en armonía c on lo anterior, le corresponde s u s t e n t ar d e b i d a m e n te c a da acusación, lo c u al
no p u e de hacer de cualquier m a n e ra y, m e n o s, c o mo si se t r a t a ra de un alegato de instancia; p or ello, en casación, no s on admisibles p l a n t e a m i e n t os similares a los expuestos en l os r e c u r s os o r d i n a r i os d el proceso, p u es el debate litigioso q u e da relegado a un segundo plano, s in que el r e c u r r e n te c u e n te c on la m i s ma a m p l i t ud de la que goza en l as i n s t a n c i as d el proceso p a ra exponer s us reparos, c o mo t a m p o co la Corte o s t e n ta u na competencia i g u al a la del juzgador ad quem, p a ra a b o r d ar el conflicto, sino q ue debe ceñirse a la r u ta t r a z a da p or el i m p u g n a n t e, s in posibilidad de desviarse p or su p r o p ia iniciativa, y en e sa 9 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 dirección le i n c u m be d e t e r m i n ar si en el fallo atacado se ha i n c u r r i do en a l g u no de l os errores in procediendo o in indicando c o n s t i t u t i v os de las causales q ue h a b i l i t an d i c ha impugnación e x t r a o r d i n a r i a, los q ue podrá e n m e n d a r, en la
m e d i da en que el censor explique, d e m u e s t re y evidencie la trascendencia de tales yerros.
2. Revisado el escrito i m p u g n a t i vo se advierte q ue n i n g u na de l as d os acusaciones planteadas satisface l os requisitos legalmente previstos p a ra su admisión, p u es lo que ellas reflejan es la p a r t i c u l ar percepción de su a u t or e x p u e s ta de m a n e ra d e s h i l v a n a da y al estilo de un alegato de instancia.
En efecto, en c u a n to atañe al y e r ro fáctico integrante de la p r i m e ra c a u s al de casación, le incumbía al casacionista, c on m i r as a su demostración, p o n er de presente l os desatinos d el proveído c e n s u r a do apreciables s in esfuerzo, irrefutables y relevantes, p a ra lo c u a l, no solo debía especificar los e le mentos de convicción resi>ecto de los cuales recayeron l as equivocaciones, s i no c o n f r o n t ar l as respectivas p r o b a n z as c on las conclusiones del fallo dictado p or el T r i b u n a l, n a da de lo c u al hizo. Lo q ue deja traslucir el escrito contentivo de la d e m a n da e x t r a o r d i n a r ia es el a n h e lo del r e c u r r e n te de que la Corte e m p r e n da un n u e vo
análisis de los m e d i os de persuasión, i g u a l m e n te evaluados por el ad quem, s in q ue ello r e s u l te aceptable en el escenario casacional. 10 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 Así lo evidencia el pasaje que j u s t i f i ca la proposición del p r i m er cargo, en c u a n to dice «fundlarj (...) [suj posición en el hecho que el ad quem de manera errónea valoró las siguientes pruebas (...)»; o a q u el en d o n de c u e s t i o na el e s c r u t i n io del T r i b u n al a los d o c u m e n t os a p o r t a d os p a ra acreditar l os gastos a s u m i d os p or el actor, dirigidos a c o m p r o b ar el daño emergente, o el a t i n e n te a la certificación expedida p or la J u n ta Regional de Calificación de Invalidez de Bogotá de la cual, el sentenciador d e d u jo q ue no acreditaba el l u c ro cesante consolidado p or las razones allí expuestas. R e s u l ta i g u a l m e n te n o t o r io q ue c on referencia a la referida valoración el i m p u g n a n te se l i m i ta a m a n i f e s t ar que tales daños si f u e r on d e m o s t r a d os c on l os m e d i os de
persuasión deficientemente evaluados, p u es en su sentir, el T r i b u n al mo tuvo en cuenta el régimen probatorio descrito en la codificación procesal civil y mucho menos el de la responsabilidad civil extracontractual para valorar las pluricitadas pruebas, las cuales exigían una condena en concreto en lo que respecta al daño material (lucro cesante) y un llamado más alto al abono de los perjuicios patrimoniales». En relación c on el e s c r u t i n io p r o b a t o r io efectuado p or el juzgador, el censor replica q ue «si se hubiese confrontado de manera correcta el porcentaje de (...) ¡la} pérdida de capacidad laboral con los ingresos certificados por el Sena (...) se hubiese obtenido el monto del perjuicio material que el ad quem extrañamente mencionada no se probó (...)», todo lo c u al requiere «una valoración más juiciosa y porqué no decirlo más estricta (...)». 11 Radicación n" 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01
3. C o mo se constata, el p r i m er reproche dirigido c o n t ra la sentencia del T r i b u n al lo que en el fondo plantea, s on simples discrepancias respecto del escrutinio probatorio desplegado por el fallador, p u es se c u e s t i o na la inteligencia que el j u z g a d or l es d io a l os elementos de j u i c io p a ra d e t e r m i n ar su alcance, c u a n do no es de esa m a n e ra c o mo
se s u s t e n ta un recurso e x t r a o r d i n a r io c o mo el de casación. Téngase presente que c u a n do se d e n u n c ia la comisión de yerros fácticos, ya s ea p o r q ue el fallador s u p u so la existencia d el elemento m a t e r i al de p r u e b a, omitió el registrado en el expediente, o le varió el sentido al objetivamente c o n t e m p l a do en d e t r i m e n to de u na reconstrucción fidedigna y convincente sobre l os eventos sucedidos, q ue p or lo t a n to sirva al propósito de desatar correctamente el litigio, la irregularidad ha de buscarse en el j u i c io de existencia objetiva de la información que emerge del proceso, y no en su valoración. En relación c on ese aspecto, esta Corporación, en fallo C SJ SC 15 abr. 2 0 1 1, r a d. 2 0 0 6 - 0 0 0 3 9 - 01 precisó: (...) la invocación del error de hecho no sirv[ej al propósito de reabrir el debate sobre el alcance o el sentido que debe darse a las pruebas, porque eso va mucho más allá de su contemplación fisica. Es más, la naturaleza extraordinaria del recurso, que autoriza a las partes para valerse de la casación en las concretas hipótesis autorizadas por el legislador, al amparo siempre de las causales taxativamente señaladas para ese efecto, restringe la
competencia de la Corte al examen material de las pruebas cuando se alega la ocurrencia de un error de hecho, análisis que 12 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 se habilita más allá de ¡as instancias sólo para ver de establecer si acaeció un desacierto mayúsculo y trascendente en su contemplación. No es posible en esta sede y en un evento tal, abordar el entendimiento o el alcance que el Tribunal le dio a los elementos de juicio, porque de ser así, ya no haría un control objetivo sobre la existencia de las pruebas -como autoriza con estrictez la ley-, sino que la Corte entraría a juzgar un acto intelectivo, como sin duda es asignar sentido o interpretar los vestigios de una determinada información para verificar la posible existencia de un hecho, tarea en la cual, valga decirlo, es posible la concurrencia de diferentes conclusiones fácticas, como que, al fin y al cabo, las vivencias, la perspicacia, la ejq>eriencia y las diferentes herramientas del proceso cognoscitivo, no son iguales en todos los individuos y, de contera, tampoco han de serlo en los juzgadores. De ahí la necesidad de respetar la valoración de las pruebas que hacen los jueces de instancia, porque sería insostenible que sólo el juez de la casación tuviera el monopolio de la razón a la hora de elucidar el recto entendimiento de las pruebas allegadas. Es más, si al amparo del error de hecho la Corte hiciera una
nueva valoración de las pruebas para encontrar el que pudiera ser su más genuino sentido, la casación, extraordinaria por antonomasia, pasaría a convertirse en una tercera instancia, lo cual, desde luego, se opone a las formas y finalidades propias del recurso y, de paso, desconocería el principio de la doble instancia, asi como la independencia y autonomía judicial, que la misma Constitución consagra de manera expresa en los artículos 29 y 228. Y aunque en ocasiones se haya dicho que la interpretación arbitraria de las pruebas es susceptible de atacarse por esta vía, ello sólo es posible en aquellos eventos en los cuales la 13 Radicación n° 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 estimación de los diversos elementos de juicio que obran en el expediente es tan absurda y contraeiHdente, que se asimila en un todo a su falta de observación material. En ese camino, le corresponderá al recurrente demostrar que la valoración de las pruebas que él presenta ante la Corte es la única posible y que, por lo mismo, excluye tajantemente la que hizo el Tribunal, que pecaría entonces por ser un agravio a la razón.
4. A d i c i o n a l m e n te es d el caso señalair q ue si bien el cargo alude a las p r u e b as p r e s u n t a m e n te m al ponderadas, lo cierto es q ue el r e c u r r e n te olvidó s ingularizar los pasajes
o segmentos de ellas en l os q ue recayó el desatino d el T r i b u n a l. T a m p o co demostró l os errores fácticos d e n u n c i a d o s, p u e s to q ue n i n g u na labor de contraste realizó entre el contenido objetivo de l os respectivos m e d i os de convicción y lo q ue de ellos coligió, o debió inferir, el fallador, y m u c ho m e n os reveló la trascendencia de l os dislates i m p u t a d os a d i c ha a u t o r i d a d, falencia q ue p r i va a la Corte de c o n t ar c on elementos p a ra establecer si en v e r d ad a q u el cometió el e r r or de h e c ho e n r o s t r a do y si el m i s mo p u e de ser catalogado de ostensible, p r o t u b e r a n te o de bulto, de t al f o r ma que h a ga ver la inferencia p l a n t e a da por el i m p u g n a n te c o mo la única admisible y p or tanto, capaz de desplazar la del T r i b u n a l. La finalidad del r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación, se insiste, no es habilitar un n u e vo escenario p a ra q ue l as partes p r o l o n g u en el debate sobre el alcance q ue debe darse a los elementos de j u i c io q ue o b r an en el proceso, p u es no se t r a ta de u na tercera i n s t a n c ia u o p o r t u n i d ad adicional
p a ra controvertir la valoración de las p r u e b as realizada por 14 Radicación n" 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 los juzgadores de c o n o c i m i e n t o, labor en la que, valga destacar, debe respetarse la discreta autonomía q ue l es o t o r ga el precepto 2 30 de la Constitución Política, a m e n os q ue se evidencien p a l m a r i os y trascendentes desaciertos, p u e s t os de presente p or el r e c u r r e n te y q ue i m p i d an sostener la legalidad de la sentencia. En relación c on el y e r ro fáctico, la Corte en decisión C SJ SC, 13 ene. 2 0 1 4, r a d. 2 0 0 6 - 0 1 1 3 4 - 01 precisó: En suma, como lo ha expuesto la jurisprudencia de esta Sala, cuando de error de hecho se trata, es necesaria 'la demostración de los siguientes aspectos: a) singularizar la prueba que se considera mal apreciada, precisando por qué no fue estimada, o por qué fue mal valorada; b) efectuar una comparación, un parangón, entre la conclusión errada del Tribunal y aquella que realmente era la debida; c) acreditar la evidencia del error, es decir, que no se requerían mayores elucubraciones o análisis para establecer su estructuración, y d) la trascendencia del yerro, esto es, demostrar su contraevidencia con la conclusión que
extrae la censura que, en últimas, debe traducirse en la única opción o alternativa para solucionar el litigio'. C o mo n a da de lo a n t e r i or efectuó el o p u g n a n t e, el cargo no r e s u l ta idóneo p a ra su admisión.
4. Respecto del segundo embate, f u n d a do en la q u i n ta causEÜ de casación, m e d i a n te el c u al se d e n u n c ia la presencia del sexto m o t i vo de n u l i d ad previsto en el artículo 1 40 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, la S a la advierte i g u a l m e n t e, q ue t a m p o co se m u e s t ra idóneo, debido a q ue carece de los r e q u e r i m i e n t os p a ra su formulación.
15 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 5 - 01 En efecto, c u a n do se t r a ta de la c a u s al 5 de casación, el t r a t a m i e n to q ue corresponde dársele a l os vicios procesales q ue viabilizan este m e d io de impugnación extraordinario, al i g u al que acontece en las instancias, debe observar los principios generales que gobiernan el instituto de la n u l i d a d; en consecuencia, l os embates c on e se
soporte, también h an de tener presente l os principios de taxatividad, protección y convalidación. Al respecto, esta Corporación en decisión C SJ AC 28 j u n. 2 0 1 2, rad. 2 0 0 8 - 0 0 2 1 6 - 01 reiteró: Como se sabe, uno de los motivos que el legislador tiene establecido para acudir en casación en búsqueda del aniquilamiento de la sentencia combatida, conforme a la causal quinta del artículo 368 del Código de Procedimiento Civil, estriba en que al asunto le aqueje cuando menos una anomalía tal que con arreglo a la misma normatividad procesal determine alguna de las causales de anulación taxativamente establecidas, siempre y cuando se cumplan las condiciones allí previstas (...) Al respecto ha de resaltarse que el Código de Procedimiento Civil destina todo el capitulo II del titulo XI de su libro segundo a regular la materia de las nulidades procesales, el que está compuesto por normas que determinan las causas generadoras de invalidez en todos los procesos y en algunos especiales, así como las que establecen las oportunidades para alegarlas, la forma de declararse y sus consecuencias, lo mismo que las eventualidades a través de las cuales deviene su saneamiento. Es con apoyo en ese concreto contenido normativo como la doctrina jurisprudencial tiene decantado que son la taxatividad, la convalidación y la protección o trascendencia, entre otros, los principios rectores que gobiernan tal materia. Conforme a la jurisprudencia de la Corporación el primero consiste en la 16 Radicación n° 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01
consagración positiva del criterio taxativo, según el cual no hay irregularidad capaz de estructurar nulidad adjetiva sin ley especifica que la establezca; el segundo consiste 'en que la nulidad, salvo contadas excepciones, desaparece del proceso por virtud del consentimiento expreso o implícito del litigante perjudicado con el vida'; y el tercero se funda 'en la necesidad de establecer la nulidad con el fin de proteger a la parte cuyo derecho le fue cercenado por causa de la irregularidad' (...).
5. Las indicadas directrices p o n en de presente que el cargo de n u l i d ad a q ui planteado, basado en que no se falló el incidente de objeción q ue p or error grave p r o p u so el accionante frente al d i c t a m en pericial, no r e s u l ta admisible, debido a que esa anomalía no se tipifica en n i n g u no de los s u p u e s t os previstos en el a r t i c u lo 1 40 d el Código de Procedimiento Civil y, m u c ho m e n o s, en el del n u m e r al 6°, que se e s t r u c t u ra «[cjuando se omiten los términos u oportunidades para pedir o practicar pruebas o para formular alegatos de conclusión», n a da de lo c u al o c u r re en la acusación objeto de esta determinación.
En tales condiciones, si en realidad el j u z g a d or h u b i e ra o m i t i do p r o n u n c i a r se respecto de la objeción al
d i c t a m en pericial, debido al error grave en que incurrió el experto, el s u s t e n to legal de la queja, no podía ser la q u i n ta c a u s al de casación, dado que en tales s u p u e s t o s, o t ra sería la irregularidad cometida, y en e sa m e d i d a, la falta de claridad y precisión q ue c o m p o r ta el cargo f o r m u l a d o, al desconocer la tercera exigencia prevista en el c a n on 3 74 ibídem, se t o ma inadmisible. 17 Radicación 1 1 0 0 1 - 3 1 - 0 3 - 0 0 1 - 2 0 0 9 - 0 0 0 4 6 - 01 Es patente que si b i en n o m i n a l m e n te se invocó la c a u s al c o n t e m p l a da en el n u m e r al 6^ del citado artículo 1 40 de la ley de e n j u i c i a m i e n to civil, lo cierto es que, se itera, el f u n d a m e n to de la propuesta, no corresponde a ella, consistente en haberse ignorado por el sentenciador la existencia de a l g
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