CSJ - AC6984-2015
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC6984-2015
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2015
7^4-rír CJii^jm/i,, ,/r_ y,t-'Jir/t,
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL
ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente AC6984-2015 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 Bogotá, D. C, veintisiete (27) de n o v i e m b re de dos m il q u i n ce (2015). Se resuelve la solicitud de n u l i d ad f o r m u l a da p or el a p o d e r a do de la d e m a n da Y a n i ra L u c ia A c o s ta y D a z a, d e n t ro del trámite de la referencia.
I. ANTECEDENTES
1. M a r i na Pabón de Sánchez, G l a d ys Sánchez Pabón y M a r i na Sánchez Pabón i n i c i a r on proceso o r d i n a r io c o n t ra J a v i er Vallejo M e sa y Y a n i ra Lucía A c o s ta Y D a z a, a fin de q ue se d e c l a r a ra e x t i n g u i da la hipoteca c o n s t i t u i da sobre el i n m u e b le identificado c on el folio de m a t r i c u la 1 5 7 - 7 0 2 7 2, u b i c a do en el m u n i c i p io de S i l v a n ia ( C u n d i n a m a r c a ). [Folio 4 1, c . l]
2. La p r i m e ra i n s t a n c ia se adelantó en el J u z g a do
C u a r to C i v il d el C i r c u i to de esta c i u d ad y finalizó c on s e n t e n c ia q ue negó las pretensiones. [Folio 1 4 2, c .l 4 Radicación n.° 11001-02-03-000-2013-02478-00
2. A p e l a da la decisión, en fallo de 12 de diciembre de 2 0 1 1, la S a la Civil d el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de Bogotá, confirmó lo resuelto p or el a-quo. [Folio 7, c . l]
3. C o n t ra la anterior providencia, la parte d e m a n d a n te formuló el recurso e x t r a o r d i n a r io de revisión, c on f u n d a m e n to en la causal prevista en el n u m e r al 1" d el articulo 3 80 d el Código de Procedimiento Civil. [Folio 7 9, c. 1 de la Corte
3. En proveído de 20 de febrero de 2 0 1 4, se admitió y se ordenó notificar los intervinientes en el j u i c io en el q ue se profirió el fallo objeto de la impugnación. [Fol. 1 5 1, c. 1 de la Corte
4. E n v i a d os l os citatorios dispuestos en el articulo 3 15 del Código de Procedimiento Civil, l os r e m i t i d os a la d e m a n d a da Ygmira Lucía Acosta y Daza, f u e r on devueltos
por cuamto l as direcciones no existían y l os d el otro accionado porque no residía en dicho lugar. [Folios 1 58 a 169, c. 1 de la Corte
5. En v i r t ud de lo anterior, la a p o d e r a da de l as d e m a n d a n t es pidió q ue se o r d e n a ra la notificación p or e m p l a z a m i e n t o, c on s u s t e n to en q ue s us representadas le m a n i f e s t a r on «bajo la gravedad de juramento... no conocen ninguna otra dirección de la señora Yanira Lucía Accsta y Daza adicional a las indicadas en la demanda para efectos de notificaciones», Como t a m p o co o t ra n o m e n c l a t u ra paira enterar al señor Vallejo.
2 Radicación n.° 11001-02-03-000-2013-02478-00 Folios 1 68 y 1 8 2, c .l de la C o r te
6. Publicado l os edictos correspondientes, s in q ue d e n t ro del término h a y an comparecido los emplazados, se les designó c u r a d o r es A d - l i t e m, c on quienes se surtió la respectiva notificación y los q ue d i e r on contestación a la d e m a n da de revisión. [Folios 1 9 2 - 1 96 y 2 0 7, c. 1 de la C o r te
7. M e d i a n te a u to de 19 de proceso se abrió a p r u e b a s, t e n i e n do c o mo tales las d o c u m e n t a l es allegadas c on la el
escrito inicial; así c o mo se ordenó oficiar al J u z g a do Veintitrés Civil del C i r c u i to de Bogotá, a fin de q ue r e m i t i e ra el proceso o r d i n a r io de resolución de c o n t r a to s u r t i do e n t re las m i s m as partes. [Folio 2 1 1, c. 1 de la C o r te
8. En providencia de 8 de m a yo de 2 0 1 5, se corrió traslado p a ra que l os e x t r e m os d el litigio a l e g a r an de conclusión. [Folio 2 2 0, c. 1 de la Corte]
9. El 22 de octubre de 2 0 1 4, la d e m a n d a da Y a d i ra Lucía A c o s ta Y Daza, presentó incidente de n u l i d ad c on f u n d a m e n to en la c a u s al 8 del artículo 1 40 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, la c u al sustentó en q ue se incurrió en irregularidades sustanciales en su notificación, p u es a pesar de q ue las d e m a n d a n t es conocían el l u g ar de su residencia a la c u al podían r e m i t i r se los correspondientes citatorios, de m a la fe m a n i f e s t a r on q ue desconocían o t ra dirección de ubicación, p a ra p o s t e r i o r m e n te solicitar el e m p l a z a m i e n t o, c o n f o r me al artículo 3 18 ejusdem, p a ra
evitar q ue ejerciera su derecho de defensa. 3 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 En efecto, señaló la accionada, q ue en el proceso objeto de revisión q ue se surtió entre las m i s m as partes, las d e m a n d a n t es conocieron que la dir€:cción de su residencia correspondía a la a v e n i da calle 1 16 N o. 1 4 B - 06 a p a r t a m e n to 1 07 de Bogotá, p u es así se estableció al resolverse el incidente de n u l i d ad q ue p r o p u so por i n d e b i da notificación; de ahí, q ue e ra claro q ue éstas no le e n v i a r on los respectivos citatorios a d i c ha n o m e n c l a t u r a, s i no q ue prefirieron emplazarla, p a ra que ella no c o n c u r r i e ra a alegar la v e r d a d e ra situación.
CONSIDERACIONES
1. D e n t ro d el s i s t e ma de n u l i d a d es presente en el Código de Pr ocedi mie nto Civil, estalolece el artículo 1 40 en su n u m e r al 8°, q ue el proceso adolece de ineficacia, «cuando no se práctica en legal forma la notificación al demandado o a su representante, o al apoderado de aquél o de éste, según el caso, el auto que admite la demanda o del mandamiento ejecutivo, o su corrección o adición».
2. Señala a su t u mo el artículo 3 14 de la ley adjetiva q ue el a u to que confiere traslado de la d e m a n da o que libra m a n d a m i e n to ejecutivo deberá notijlcarse p e r s o n a l m e n te al d e m a n d a d o, la q ue se efectuará, a l as voces d el artículo 3 1 5, modificado por el artículo 29 de la Ley 7 94 de 2 0 0 3, p or m e d io de c o m u n i c a do remiticlo a través d el servicio postal a u t o r i z a do por el M i n i s t e r io de C o m u n i c a c i o n e s, a la dirección que le h u b i e re sido i n f o r m a da al J u ez c o mo l u g ar
4 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 de habitación o de trabajo de q u i en debe ser notificado p e r s o n a l m e n t e. En t al comunicación se informará sobre la existencia del proceso, su n a t u r a l e za y la fecha de la providencia a notificar, previniéndolo p a ra que c o m p a r e z ca al J u z g a do a recibir notificación, d e n t ro de los cinco días siguientes a la fecha de su entrega en el lugar de destino.
3. A h o ra bien, existen o p o r t u n i d a d e s, en las q ue no es posible hacer el e n t e r a m i e n to del a u to a d m i s o r io en la
f o r ma indicada, por lo que el artículo 3 18 ejusdem establece el e m p l a z a m i e n to de la persona, a f in de q ue ésta comparezca. Si no lo hace, se a u t o r i z a, entonces, q ue se s u r ta t al actuación por m e d io de un c u r a d or ad-litem, q u i en r e p r e s e n t a ra al e x t r e mo pasivo. No obstante, dicho m e c a n i s mo se restringe a tres casos, los dos p r i m e r os a q ue la parte interesada manifieste que i g n o ra la habitación y el l u g ar de trabajo de q u i en debe ser v i n c u l a do o que éste se e n c u e n t ra a u s e n te y no se conoce el paradero; y el tercero a q ue se h a ya devuelto el citatorio c on la certificación de que la p e r s o na no reside o h a b i ta en el l u g ar o qué la dirección no existe. Por t a n t o, es claro, q ue la p r u e ba de ese c o n o c i m i e n t o, c o mo se desprende, debe s u m i n i s t r a r la el d e m a n d a n t e, y es p or t a n to la base que p e r m i te i m p o n er las sanciones a q ue se refiere el artículo 3 19 de la l ey adjetivia, c o mo la 5 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 declaratoria de n u l i d ad por los lineainientos del n u m e r al 8^
del artículo 140. Precisamente, el artículo 3 19 ibidem, i n d i ca «Si se probare que el demandante, su representante o apoderado conocían el lugar donde hubiera podido encontrarse al demandado, se impondrá al responsable multa de veinte salarios mínimos mensuales, y por trámite incidental condena individual o solidaria, según el caso, a indemnizar los perjuicios que con su conducta haya ocasionado al demandado o a terceros, sin menoscabo de la nulidad contemplada en los numerales 8" y 9° del artículo 140. Se enviará copia al jiez competente en lo penal, para que adelante la correspondiente investigación». En ese orden, en esta especial f o r ma de notificación, al realizarse p or i n t e r m e d io de un curador, c u y as posibilidades de defensa s on restririgidas al no conocer en la mayoría de l os casos las i n t i m i d a d es de la relación q ue da origen al proceso civil, debe e x t r e m a r se al máximo la diligencia en la observancia de todos y c a da u no de l os requisitos necesarios p a ra la designación del m i s mo c on el fin precisamente de evitar f u t m as n u l i d a d es c o mo la presente, e i n c l u so evitar q ue la parte d e m a n d a n te se aproveche y adelante un litigio, conociendo d o n de localizar a su contraparte, por la facilidad que i n c u e s t i o n a b l e m e n te le conlleva llevar u na controversia eji esas condiciones.
4. En el caso bajo estudio, la d e m a n d a da Y a n i ra L u c i la
Acosta Y Daza, f ue notificada d el a u to a d m i s o r io de la d e m a n da a través de c u r a d or a d - l i t em [fol. 192 c. 1), p or c u a n to no compareció luego de s er e m p l a z a da de 6 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 c o n f o r m i d ad c on lo dispuesto en el a r t i c u lo 3 18 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil. [Fol. 1 75 c. 1] D i c ho trámite se d io después de q ue se devolviera el citatorio establecido en el artículo 3 15 ejusdem, c on la c o n s t a n c ia de q ue la dirección no existía y de q ue la a p o d e r a da de la parte d e m a n d a n te solicitara el m i s m o, c on s u s t e n to en q ue s us representadas le m a n i f e s t a r on «baio la gravedad de juramento... no conocen ninguna otra dirección de la señora Yanira Lucía Acosta u Daza adicional a las indicadas en la demanda para efectos de notificaciones». ( S u b r a y a do f u e ra d el texto). S in e m b a r g o, se advierte q ue la parte accionante en este caso, si conocía de o t ro lu gar d o n de podía u b i c a r se a la d e m a n d a d a, p or lo q ue no le e ra posible a dicho e x t r e mo del
litigio pedir el e m p l a z a m i e n to de ésta. En efecto, d e n t ro del expediente en el que se profirió la s e n t e n c ia objeto de la revisión, se e n c u e n t ra q ue en el año 2 0 08 la acá accionada presentó incidente de n u l i d a d, en el q ue p r e c i s a m e n te indicó q ue su dirección de residencia correspondía a la A v e n i da Calle 116 # 1 4 B - 0 6, a p a r t a m e n to 107, de la c i u d ad de Bogotá, sitio q ue coincide c on el q ue en e s ta o p o r t u n i d ad i n f o r m a. T al solicitud de invalidez f ue p r o s p e ra en el referido j u i c io o r d i n a r io y en v i r t ud a ello, se rehízo la actuación frente a la d e m a n d a d a. 7 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 De ahí que sea evidente, que las acá d e m a n d a n t e s, quienes a c t u a r on en la m i s ma calidad en la controversia que se revisa, tenían c o n o c i m i e n to de la referida dirección de notificación, s in que p u e d an acejatarse c o mo válidas las a r g u m e n t a c i o n es expuestas p or ellas d e n t ro de l os interrogatorios de parte rendidos en este trámite.
Es así que d e n t ro de s us declaraciones, refirieron que no sabían de la n o m e n c l a t u ra debido a que C a t a s t ro la ha c a m b i a do varias veces y que además era su a b o g a do de aquella época el que la conocía [folios 79 a 89]; p u es los cierto es que t al residencia se infoimó en f o r ma expresa y exacta en el incidente que c u r so en el m e n c i o n a do j u i c io del c u al e r an parte las accionantes y íal q ue t u v i e r on siempre acceso, t a n to que i n t e r p u s i e r on recursos. En se o r d en es claro que la parte actora conocía el l u g ar d o n de se podía u b i c ar a la seiiora Y a d i ra Lucía Acosta y Daza, no obstante, prefirió citarla a u na dirección en la que en efecto ya no vivía y o t ra que no existe, que además t a m p o co concordaba c on la i n d i c a da en la controversia de extinción de hipoteca.
5. S u m a do a lo anterior, se e n c u e n t ra q ue la d e m a n d a n te acreditó que p a ra las fechas en la que se presentó la d e m a n da y el incidente, residía en el sitio referido d e n t ro del proceso ordinario.
Es así que allegó j u n to c on su escrito de n u l i d ad la certificación d el a d m i n i s t r a d or del edificio en d o n de se 8 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00
u b i ca el a p a r t a m e n to indicado, d o c u m e n to q ue t e x t u a l m e n te indica: «que la Señora YANIRA LUCÍA ACOSTA Y DAZA, identificada con cédula de ciudadanía N" 35.502.227 de Bogotá, reside en el Edificio Alianza -Propiedad Horizontal, situado en la Avenida 116 N'' 14B-06 de ésta Ciudad, en el Apartamento 107 desde el pasado mes de Noviembre de 2004 a la fecha... La anterior certificación se expide por solicitud de la Señora YANIRA LUCÍA ACOSTA Y DAZA, en Bogotá D.C. a los siete (7) días del mes de Mayo de 2015, dirigida a Corte Suprema de Justicia -Sala Civil.». De lo h a s ta acá dicho es claro p a ra el D e s p a c h o, la falta en q ue incurrió la parte actora, p u es al solicitar la notificación de c o n f o r m i d ad c on el artículo 3 18 C.P.C, y m a n i f e s t ar bajo la gravedad de j u r a m e n to desconocer el p a r a d e ro de la d e m a n d a d a, p a ra conseguir q ue f u e ra notificada y r e p r e s e n t a da p or c u r a d or Ad-litem, c u a n do en v e r d ad tenían noción de la dirección de habitación de la señora, lo q ue hizo q ue ésta q u e d a ra i n d e b i d a m e n te v i n c u l a d a. Y es q ue no p u e de olvidarse, q ue la notificación
p e r s o n al d el a u to a d m i s o r io de la d e m a n d a, no tiene un carácter m e r a m e n te f o r m a l, sino q ue p or el c o n t r a r i o, va e n c a m i n a da a hacer efectivo el derecho de defensa q ue tiene el e x t r e mo pasivo de u na acción, p or lo q ue no p u e de dejarse de la lado u arbitrio de u na de l as partes su realización, y m e n os p e r m i t i r se q ue la accionante pese a t e n er c o n o c i m i e n t o, no señale al j u ez c o mo u b i c ar a su c o n t r a p a r t e, p o r q ue ello c o n s t i t u ye u na deslealtad procesal y un desequilibrio e n t re l as partes de un proceso. 9 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 Lo q ue de s u yo conlleva a q ue se declare la n u l i d ad de todo lo a c t u a do a p a r t ir d el a u to q ue ordenó el e m p l a z a m i e n to de la d e m a n d a da Y a n i ra A c o s ta y Daza, fechado el 8 de m a yo de 2 0 1 4. [fol. 27]
5. F i n a l m e n t e, en relación a l as sanciones dis pues tas en el artículo 3 19 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, p or falso j u r a m e n t o, debe recordarse q ue no p u e d en i m p o n e r se
de m a n e ra automática, sino q ue cc»rresponde revisarse en armonía c on lo consagrado en el artículo 72 de la l ey procesal civil, q ue tiene un s u p u e s to insoslayable de q ue la actuación de la parte h a ya sido t e m c T a r ia o de m a la fe, de la c u al se deriva un perjuicio a la o t ra o a terceros. En el s ub lite no se e n c u e n t ra q ue l as d e m a n d a n t es o su gestor j u d i c i al h a y an i n c u r r i do en u na actuación t e m e r a r i a, ni de m a la fe, p u es a pesar de q ue no i n f o r m a r on la dirección a n t es referida, esto es, calle 1 16 N o. 1 4 B - 0 6, si i n t e n t a r on la notificación en la n o m e n c l a t u ra a n t i g ua de ésta, calle 1 16 N o. 1 6 - 0 6, y q ue lúe p or el cambió en la enumeración de l as calles y carreras de la ciudad, q ue se dio la confusión y no f ue posible p a ra éstas establecer c on certeza a c u al l u g ar debía r e m i t i r se la citación. Así lo m a n i f e s t a r on l as accionantes al s er interrogadas, «sino coincide la dirección es porque Catastro las ha cambiado: Primero era la Calle 116 No. 15-06, después era la Calle 116
No. 14-06, luego Calle 116 No. 14B-06» y «la calle 116 No 14B-06 es igual a la Calle 116 No. 15-06 dirección antigua», sitio a d o n de m£indaron l os correos, p or lo q ue señalaron q ue no t u v i e r on 10 Radicación n." 11001-02-03-000-2013-02478-00 la intención de no v i n c u l ar a d e c u a d a m e n te a la d e m a n d a d a. Situación q ue f ue ratificada p or el e x t r e mo pasivo, q u i en en su declaración señaló q ue «cuando cambiaron la nomenclatura en Bogotá hace unos siete u ocho años, era Avenida 116 NO. 15-06 y eso estuvo publicada esa dirección hasta que con el cambio dejaron las dos en el edifico, la antigua y la nueva. La antigua estaba encima de la puerta de acceso al edificio y la nueva en el costado derecho en la pared. La nomenclatura estuvo expuesta hasta hace dos o tres años que la retiraron, pero igual si preguntan con los porteros, ellos saben y reciben la correspondencia». Lo q ue evidencia, q ue l as d e m a n d a n t e s, si b i en i n c u r r i e r on en un e r r or al no i n f o r m ar la dirección n u e v a, s i no sólo la a n t i g u a, ese y e r ro no lo c o m e t i e r on de m a la fe o de f o r ma t e m e r a r i a, s i no p o r q ue en el edificio d o n de reside
la pasiva, p a ra el m o m e n to de la presentación de la d e m a n da aún permanecían l as d os n o m e n c l a t u r as y e ra posible q ue existiera confusión de cuál e ra la correcta. De m a n e ra que es claro que debe declararse la n u l i d ad del a s u n t o, pero no h ay l u g ar a i m p o n er l as sanciones d i s p u e s t as en el artículo 3 19 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, en v i r t ud a l as m o t i v a c i o n es q ue v i e n en de consignarse.
6. En consideración a las razones q ue se h an dejado expresadas, se t o r na necesario conceder la solicitud de invalidez de la actuación, de c o n f o r m i d ad c on lo previsto en la ley adjetiva civil. u Radicación n. 11001-02-03-000-2013-02478-00
III. DECISIÓN En mérito de lo expuesto, la C o r te S u p r e ma de Justicia, en S a la de Casación Civil, E!ESUELVE: PRIMERO. DEX^LARAR la n u l i d ad de todo lo a c t u a do en relación a la d e m a n d a da Y a n i ra Lucía A c o s ta D a za a partir d el a u to de ocho de m a yo de d os m il catorce, p or m e d io d el c u al se ordenó e m p l a z a r h i, q u e d a n do incólume el
trámite frente al o t ro d e m a n d a d o.
SEGUNDO: TENER p or notificada a la d e m a n d a da Y a n i ra Lucía A c o s ta Y Daza, t al c o mo lo dispone el inciso 4° del artículo 3 30 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil.
Secretaría contabilice los términos de contestación.
TERCERO: Se niega la imposición de l as sanciones establecidas en el artículo 3 19 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, p or lo considerado en la p a r te m o t i v a.
CUARTO: Se c o n d e na en costas d el incidente a la parte d e m a n d a n t e, artículo 1 46 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, i n c l u y e n do c o mo agencias en derecho la s u ma de c u a t ro salarios mínimos m e n s u a l es legales vigentes.
Notifíquese y cúmplase, ARIEL k RAMÍREZ fado