🇨🇴⚖️ La Rama Judicial valida a Ariel en prueba de concepto de IA. Conoce los resultados aquí

CSJ - AC6986-2015

Corte Suprema de Justicia

Icono de documento PDF

Descargar PDF

Disponible

Detalles

Título
CSJ - AC6986-2015
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2015
  • ('/t ^/jn'/i//i-/l r/f r /fiir/jiri Ci'tfr- (' Jíf^jf^í/f/t «/r\

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACIÓN CIVIL

ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente AC6986-2015 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01 (Aprobado en sesión de treinta de septiembre de dos m il quince) Bogotá, D. C, veintisiete (27) de n o v i e m b re de dos m i li q u i n ce (2015). La Corte se p r o n u n c ia sobre la a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da p r e s e n t a da p a ra s u s t e n t ar el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación i n t e r p u e s to c o n t ra la s e n t e n c ia proferida p or la S a la Civil del T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá el 20 de j u n io de 2 0 1 4, d e n t ro d el proceso o r d i n a r io de la referencia.

I. EL LITIGIO

A. La pretensión J u an María González M a n r i q u e, María Piffa González M a n r i q u e, A na V i c t o r ia González de Vargas, H e r n a n do González M a n r i q ue y Cecilia González de Rodríguez

1 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01

d e m a n d a r on a H o c ol S.A. p a ra q ue se declare q ue la e s c r i t u ra pública N o. 2 3 08 de 14 de s e p t i e m b re de 1 9 81 o t o r g a da en la Notaría P de Neiva, en la que se le concedió a la e n c a u s a da «el derecho de ocupar y utilizar una zona» de un b i en de su propiedad, es ineficaz de p l e no derecho; q ue el pacto allí c o n t e n i do no p r o d u jo efectos e n t re las partes; q ue lo q ue r e a l m e n te existió fue la «explotación, el uso y el goce del predio rural denominado Damasco, para la extracción petrolera», y q ue la d e m a n d a da debe i n d e m n i z a r l os por los frutos que d e j a r on de percibir por t al utilización, y p or los daños derivados de la destrucción de los r e c u r s os n a t u r a l es y la cesación de la producción o r d i n a r ia del i n m u e b l e.

B. Los hechos

1. El 14 de septiembre de 1 9 8 1, F r a n c i s co A n t o n io González M a n r i q u e, en representación de l os herederos de J e n a ro González, y H o c ol S.A., s u s c r i b i e r on la e s c r i t u ra pública N o. 2 3 08 de la Notaría l '' de Neiva, en la q ue le

concedieron a la sociedad el derecho de o c u p ar y utilizar u na z o na de dos hectáreas d e n t ro del predio «El Venado» o «Damasco»; además, c o n s t i t u y e r on «servidumbre de oleoducto, acueducto y gasoducto», y le p e r m i t i e r on la realización de l as labores propias de «la industria del petróleo»; el término pactado f ue el m i s mo q ue el de «la Concesión Tello mil ciento sesenta y uno (1.161) y de sus prorrogas» o el t i e m po que d u re la explotación, s in perjuicio de la terminación u n i l a t e r al p or parte de la e m p r e s a; y, en • Radicación n.= 11001-31-03-023-2009-00218-01 contraprestación, se l es entregó c u a t r o c i e n t os m il pesos. (Folio 2 5 9, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

2. El 15 de m a r zo de 2 0 0 0, H e r n a n do González M a n r i q ue y Cecilia González de Rodríguez, o b r a n do en n o m b re propio y de l os sucesores de J e n a ro González Collazos e I s i d ra M a n r i q ue de González, s u s c r i b i e r on un «acta de transacción y paz y salvo» en la q ue le concedieron a Hocol S.A. el derecho de «ocupar» d e n t ro d el b i en a n t es

descrito u na z o na de t e r r e no d e, a p r o x i m a d a m e n t e, 5 0 00 m e t r os c u a d r a d o s, d i s t r i b u i d os «en forma de cinta de ocho metros (8 mts) de ancha por seiscientos veintiocho metros (625 mts) de larga...»; c o n f i r m a r on l as «servidumbres de todas las instalaciones existentes en el predio» y p a c t a r on c o mo indemnización total $ 2 . 0 0 0 . 0 0 0 , o o. (Folio 1 0 6, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

3. L os d e m a n d a n t e s, herederos de J e n a ro González, alegan q ue tales d o c u m e n t os s on ineficaces de pleno derecho p or l as siguientes razones: i) p o r q ue F r a n c i s co A n t o n io González M a n r i q ue no podía pactar en n o m b re de otros, p or no s er a b o g a do inscrito; ii) el p o d er m e d i a n te el q ue actuó no f ue otorgado en e s c r i t u ra pública; iii) no se especificó la matrícula i n m o b i l i a r ia del bien, ni su l u g ar de ubicación; iv) no se adjuntó p r u e ba d el r e c o n o c i m i e n to de los demás herederos; v) no c o n c u r r i e r on todos los hijos d el

c a u s a n t e; vi) l os p o d e r d a n t es no a p o r t a r on p r u e ba de «la personería sustantiva con la cual obraban» y vii) los poderes tenían c o mo propósito la constitución de u na «servidumbre 3 • Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01 petrolera» y no lo q ue finalmente se acordó. (Folio 2 7 3, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

4. Q ue en d i c ha convención t a m p o co se estipuló la constitución de u na s e r v i d u m b re m i n e r a, p u es así no se expresó en la escritura, t a m p o co se registró el título m i n e ro c o mo lo exige el artículo 2 92 d el Código de M i n a s, ni se constituyó la garantía r e q u e r i da por la ley.

5. L os trabajos de perforación y exploración petrolera que llevó a cabo la d e m a n d a da i n c l u y e r on la búsqueda m e d i a n te «ondas producidas por la explosión dinamitera en el subsuelo», lo q ue c o n d u jo al secamiento de c u a t ro q u e b r a d as q ue a t r a v e s a b an el predio. (Folio 2 7 6, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

6. P or l os anteriores hechos, el M i n i s t e r io de A m b i e n t e, V i v i e n da y Desarrollo Territorial, m e d i a n te la

Resolución 165 de 27 de enero de 2 0 0 6, le ordenó a H o c ol S.A. invertir $ 1 0 1 . 2 5 0 . 0 0 0 , oo p a ra la «reforestación y adecuación ambiental» de la q u e b r a da «Bilibil», c on lo que se acredita el daño q ue se l es causó. (Folio 2 7 9, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

7. Los actores m a n i f i e s t an que lo que r e a l m e n te hizo la e n c a u s a da f ue explotar su terreno, p or lo q ue el precio p a c t a do en los d o c u m e n t os m e n c i o n a d os fue irrisorio.

8. Además, la inversión q ue ordenó realizar el M i n i s t e r io no alcanzaría p a ra resarcir todo el perjuicio.

4 Radicación n." 11001-31-03 023-2009-00218-01

9. Y a u n q ue la d e m a n d a da llevó a cabo u na reforestación, la m i s ma se hizo s in su c o n s e n t i m i e n t o, c on p l a n t as foráneas e i m p r o d u c t i v a s, q ue resecan el suelo.

(Folio 2 7 9, c u a d e r no 2 proceso ordinario) C. £1 trámite de las instancias

1. A d m i t i da la d e m a n d a, se d i s p u so su t r a s l a do a la

parte convocada al litigio. (Folio 2 9 2, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

2. La citada se o p u so a las pretensiones y p r o p u so las excepciones de «inaplicabüidad de la normatividad comercial en un negocio regulado por el Código de Petróleos» y «falta de legitimación en la causa, por activa»; así m i s m o, s o s t u vo q ue «está prescrita toda acción o excepción de cualquier clase contra las mencionadas escrituras públicas». (Folio 3 2 3,

c u a d e r no 2, proceso ordinario) Alegó que, a la s e r v i d u m b re petrolera de ocupación p e r m a n e n te q ue constituyó en el año 1 9 81 c on l os herederos de J e n a ro González, le antecedió o t ro pacto suscrito c on el c a u s a n te en el año 1 9 7 2, a los q ue l es e ra aplicable el Decreto 1 0 56 de 1 9 53 y no la n o r m a t i v i d ad comercial; a u n a do a q ue l os actores no e r an «titulares del interés material del litigio». S o s t u vo q ue el negocio jurídico se desarrolló d u r a n te m u c h os años s in i n c o n v e n i e n t es y cumplió c on l os requisitos legales establecidos p a ra el efecto, además de que 5 Radicación n." 11001-31-03-023-2009-00218-01

s i e m p re entregó l as i n d e m n i z a c i o n es y r e t r i b u c i o n es económicas respectivas. De o t ra parte, q ue el predio se dividió, y, p or t al m o t i v o, l os actores no podían r e c l a m ar perjuicios sobre todo el i n m u e b le ni t a m p o co respecto de h e c h os anteriores al registro de s us hijuelas, y m e n os solicitar el r e s a r c i m i e n to p or la afectación de bienes colectivos, c o mo lo s on el m e d io a m b i e n te y el ecosistema.

3. El j u ez a quo, luego de disponer la citación de S a t u r ia González de C a b r e ra c o mo litisconsorte necesaria de la parte actora, en sentencia de 31 de j u l io de 2 0 13 declaró la prosperidad de la excepción de prescripción respecto de l as pretensiones 1 y 2^ principales; negó l as pretensiones 3 ^, 4 ^, 6^ y 7 principales y 1^ y 3^ subsidiarias; accedió a l as pretensiones S"" p r i n c i p al y 2^ s u b s i d i a r ia y, en consecuencia, declaró a la d e m a n d a da civil y e x t r a c o n t r a c t u a l m e n te responsable por los daños q ue

causó en el bien, en l as zonas q ue no f u e r on objeto de s e r v i d u m b r es petroleras, y la condenó a p a g ar $ 7 6 1 ' 4 9 6 . 2 8 4. (Folio 4 1 4, c u a d e r no 1 proceso ordinario) Consideró, respecto de la declaratoria de ineficacia de la e s c r i t u ra pública, q ue operó la prescripción extintiva de la acción p o r q ue transcurrió un término s u p e r i or a 20 años desde q ue se otorgó (año 1981); q ue no se acreditó q ue la d e m a n d a da h u b i e se t o m a do áreas d i s t i n t as a las pactadas c u a n do se constituyó la s e r v i d u m b re petrolera, y t a m p o co que, en razón de la actividad de la sociedad, se h u b i e se afectado la explotación d el i n m u e b le p or parte de l os actores; s in embargo, si se probó la «destrucción de los 6 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01 recursos naturales en el predio...», p u es los c u e r p os de a g ua y la vegetación desaparecieron o d i s m i n u y e r o n, t al y c o mo lo estableció el M i n i s t e r io de A m b i e n t e, V i v i e n da y D e s a r r o l lo TerritoriEd, daño que tasó en la s u ma por la c u al

emitió la condena.

4. L as dos partes i n t e r p u s i e r on el r e c u r so de apelación c o n t ra la a n t e r i or decisión.

Los actores p o r q ue la d e m a n d a da no formuló e x p r e s a m e n te la excepción de prescripción y, p or lo t a n t o, la m i s ma no podía declararse; además, se prohijó el e n r i q u e c i m i e n to s in c a u sa y se realizó u na tasación m uy baja de los perjuicios. La e n c a u s a d a, p or su parte, alegó q ue l os actos a d m i n i s t r a t i v os que expidió el M i n i s t e r io no e r an p r u e ba del daño a m b i e n t a l, p u es no f u e r on c o n s e c u e n c ia de un «procedimiento sancionatorio ambiental», s i no del ejercicio de la «función preventiva y de seguimiento»; q ue su actividad fue a v a l a da p or l as a u t o r i d a d es y realizó l as labores o r d e n a d as p a ra la protección d el m e d io a m b i e n t e; q ue el terreno, p or su ubicación geográfica, tenía v a r i as de l as características físicas referidas p or los actores, las que, p or ende, no se g e n e r a r on p or su causa; y q ue el j u z g a do no está d e s i g n a do p a ra d e t e r m i n ar la existencia de afecciones

en el ecosistema. 7 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01

5. El T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, en fallo de 20 de j u n io de 2 0 1 4, revocó la sentencia apelada y, en su lugar, negó la totalidad de las pretensiones.

Consideró q ue la excepción de prescripción si f ue alegada en la contestación de la d e m a n d a, p a ra lo c u al citó el a p a r te pertinente. En consecuencia, a t e n d i e n do la fecha de la e s c r i t u ra pública c o n t ra la que recayó la pretensión de ineficacia (año 1981), p a ra c u a n do se presentó el libelo t al fenómeno ya había operado. De o t ra parte, que el predio «Damasco» fue adjudicado a l os d e m a n d a n t es p or vía de sucesión y dividido m a t e r i a l m e n te en el año 2 0 0 1, p or lo q ue carecían de legitimación en la c a u sa p a ra pedir c o mo herederos de su c a u s a n te «pues su derecho tiene un límite individual y recae sobre cada uno de los fundos de su propiedad...». Pero además, no se demostró el daño, p o r q ue no se determinó el c a m b io q ue sufrió el t e r r e no c on los años ni se establecieron las z o n as o c u p a d as por Hocol S.A. y la afectación concreta

d e r i v a da de su actividad. Por último, q ue l as resoluciones expedidas p or el M i n i s t e r io de A m b i e n t e, V i v i e n da y D e s a r r o l lo Territorial q ue le o r d e n a r on a la sociedad hacer a l g u n as r e s t a u r a c i o n es a m b i e n t a l es «recayeron sobre la totalidad de los campos Tello y la Jagua, los que pueden comprender otros inmuebles distintos al denominado en su época 'Damasco'...». (Folio 110, c u a d e r no 6 proceso ordinario) 8 Radicación n.° 11001 31-03-023-2009-00218-01

6. L os d e m a n d a n t es f o r m u l a r on el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación, el c u al s u s t e n t a r on en o p o r t u n i d a d.

II. LA DEMANDA DE CASACIÓN La parte r e c u r r e n te sustentó su d e m a n da en cinco

cargos: PRIMER CARGO Acusó a la sentencia de violación directa de l os artículos 2 5 12 y 2 5 13 del Código Civil, y 9 2, n u m e r al 3' y 3 06 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil «por interpretación errónea», p o r q ue declaró p r o b a da de oficio la defensa de prescripción, pese a q ue no fue alegada p or la d e m a n d a d a.

Explicó q ue el T r i b u n al interpretó i n a d e c u a d a m e n te la contestación de su c o n t r a p a r te «en punto a convertir una insinuación en excepción de prescripción...». (Folio 1 6, c u a d e r no Corte) SEGUNDO CARGO También le atribuyó al fallo la violación directa de los artículos 2 5 12 y 2 5 13 del Código Civil, y 9 2, n u m e r al 3" y 3 06 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil «por aplicación indebida», p u es l es otorgó un efecto c o n t r a r io a su t e n or literal, e interpretó erróneamente la contestación de la d e m a n d a d a, ya q ue convirtió <a¿na insinuación en excepción de prescripción...». (Folio 18, c u a d e r no Corte) 9 Radicación n." 11001-31-03-023-2009-00218-01 TERCER CARGO Le imputó al T r i b u n al la violación directa, p or aplicación indebida, de l os artículos 1 0 0 8, 1 0 0 9, 1 1 55 a 1 1 61 del Código Civil y del 51 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil. El ad quem -expresó- no aplicó la p r i m e ra de l as n o r m as m e n c i o n a d a s, pues l os d e m a n d a n t e s, en su

condición de herederos de J e n a ro González, podían r e c l a m ar «los derechos heredados de su padre» s in que, por el h e c ho de a d e l a n t ar la partición de la herencia, h u b i e s en perdido t al calidad. S o s t u vo q ue el tallador entendió q ue la d e m a n d a da pidió que declarara a la parte actora «sin legitimación en la causa», lo q ue no ocurrió, y, además, aplicó i n d e b i d a m e n te «una sentencia del Consejo de Estado». (Folio 2 1, c u a d e r no Corte) CUARTO CARGO A d u jo q ue el T r i b u n al violó i n d i r e c t a m e n te l os artículos 4 9, 8 0, 8 7, 88 y 89 del Código de lo C o n t e n c i o so A d m i n i s t r a t i v o, y 174 y 187 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, «proveniente de error de derecho en la apreciación de la prueba», p o r q ue no valoró «en todo su rigor» la Resolución No. 0 1 65 de 2 0 06 d el Ministerio de A m b i e n t e, V i v i e n da y Desarrollo Territorial. 10 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01 Manifestó q ue t al d o c u m e n to e ra p l e na p r u e ba d el daño ocasionado a la «Hacienda Damasco y otras fincas»,

pero el j u z g a d or la minimizó p a ra «despojarla de su valor real», c on lo q ue «desvió la atención para poder fallar contrario a ella». (Folio 2 4, c u a d e r no Corte) QUINTO CARGO Alegó q ue la sentencia violó i n d i r e c t a m e n te l os artículos 1 7 4, 1 8 7, 2 5 8, 2 62 y 2 64 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, y el artículo lO' de la Ley 4 46 de 1 9 9 8, por «falta de aplicación de una prueba documental». E x p u so q ue el ad quem incurrió en t al e r r or «al que lo indujo» u no de los peritos, que no vio «los croquis geográficos expedidos por el IGAC» q ue contenían el «panorama físicoambiental» del predio p a ra los años 1 9 72 y 2 0 0 6; ni t u vo en c u e n ta l as explicaciones d a d as en el h e c ho 5° de la d e m a n d a. Si el T r i b u n al h u b i e se analizado tales p r o b a n z asagregó- se h u b i e se percatado del daño c a u s a do y accedido a las pretensiones. (Folio 2 5, c u a d e r no Corte)

III. CONSIDERACIONES

1. Característica esencial de este m e d io de defensa es su condición e x t r a o r d i n a r i a, en v i r t ud de la c u al no todo

desacuerdo c on el fallo p e r m i te a d e n t r a r se en su e x a m en de fondo, s i no q ue es necesario que se erija sobre las causales 11 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01 t a x a t i v a m e n te previstas en la ley. Se ha dicho, además, que es ineludible la obligación de s u s t e n t ar la i n c o n f o r m i d ad «mediante la introducción adecuada del correspondiente escrito, respecto del cual, la parte afectada con el fallo que se aspira aniquilar, no tiene plena libertad de configuración» (CSJ A C, 1° Nov 2 0 1 3, Rad. 2 0 0 9 - 0 0 7 0 0 ).

2. La a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da está sujeta a la r e g u l a r i d ad de s us elementos formativos y al c u m p l i m i e n to de l os requisitos de técnica expresados en el artículo 3 74 del Código de Procedimiento Civil, a c u y as voces, a la p ar que es necesaria la mención de las partes y de la sentencia cuestionada, se requiere elaborar u na síntesis del proceso y de l os hechos m a t e r ia d el litigio, y f o r m u l ar p or separado los cargos q ue se e s g r i m en en c o n t ra de la decisión r e c u r r i d a, exponiéndose l os f u n d a m e n t os de cada acusación, en f o r ma clara y precisa, y no basados en

generalidades. Tratándose de la c a u s al p r i m e r a, se d e b en señalar, en principio, l as n o r m as de derecho s u s t a n c i al q ue el r e c u r r e n te estime violadas, exigencia que, desde luego, debe a r m o n i z a r se c on lo establecido en el artículo 51 del Decreto 2 6 51 de 1 9 9 1, adoptado c o mo legislación p e r m a n e n te por el artículo 162 de la Ley 4 46 de 1998, en el sentido de que en tales eventos «será suficiente señalar cualquiera de las normas de esa naturaleza que, constituyendo base esencial del fallo impugnado o habiendo debido serlo, a juicio del 12 Radicación n.M 1001 -31 -03-023-2009-00218-01 recurrente haya sido violada, sin que sea necesario integrar una proposición jurídica completa». S in e m b a r g o, no b a s ta c on invocar las disposiciones a las q ue se hace referencia, sino q ue es preciso q ue el r e c u r r e n te p o n ga de presente la m a n e ra c o mo el s e n t e n c i a d or l as transgredió, s in q ue s ea válido hacer reproche a l g u no a la apreciación de l os aspectos tácticos c u a n do se t r a ta de la vía directa. Al d e n u n c i ar el y e r ro p or violación i n d i r e c ta en la

apreciación de l as p r u e b a s, al i m p u g n a n te le corresponde identificar los m e d i os de convicción sobre los cuales recae el equívoco del j u z g a d or y d e m o s t r ar de qué m a n e ra se generó la s u p u e s ta preterición o c e r c e n a m i e n t o, lo q ue deberá señalar de m a n e ra m a n i f i e s t a, de t al suerte q ue la valoración realizada p or el sentenciador se m u e s t re a b s u r d a, alejada de la realidad d el proceso o s in n i n g u na justificación. Ha dicho la Sala que, por m a n d a to del artículo 3 74 del e s t a t u to procesal, la carga de d e m o s t r ar el e r r or de h e c ho recae e x c l u s i v a m e n te en el censor; e m p e r o, «esa labor no puede reducirse a una simple exposición de puntos de vista antagónicos, fruto de razonamientos o lucubraciones meticulosas y detalladas, porque en tal evento el error dejaría de ser evidente o manifiesto conforme lo exige la ley» ( C SJ s e, 15 J u l. 2 0 0 8, R a d. 2 0 0 0 - 0 0 2 5 7 - 0 1; C SJ S C, 20 M a r. 2 0 1 3, R a d. 1995-00037-01). 13 Radicación n." 11001-31-03-023-2009-00218-01

C u a n do lo alegado s ea la violación de la n o r ma s u s t a n c i al c o mo c o mo consecuencia del e r r or de derecho, el i m p u g n a n t e, además, debe indicar l as n o r m as de carácter p r o b a t o r io que f u e r on infringidas y explicar su transgresión.

3. En l os cargos p r i m e ro y segundo, l os r e c u r r e n t es a c u s a r on a la sentencia de la violación directa de l os artículos 2 5 12 y 2 5 13 del Código Civil, y 9 2, n u m e r al 3° y 3 06 d el Código de Proce dimi ento Civil, p or aplicación i n d e b i da e interpretación errónea.

A l e g a r on q ue la d e m a n d a da no p r o p u so la excepción de prescripción, pero el T r i b u n al declaró p r o b a da t al defensa pese a que, acorde c on la n o r m a t i v i d a d, no podía hacerlo de oficio. Agregaron q ue el j u z g a d or convirtió u na insinuación c o n t e n i da en la contestación de la d e m a n da en u na «excepción de prescripción...». El a t a q ue así p l a n t e a do no c u m p le c on l os requisitos de claridad y precisión que debe c o n t e n er la d e m a n da de casación, según lo exige el artículo 3 74 d el Código de

P r o c e d i m i e n to Civil. La C o r te ha reiterado que c u a n do la c e n s u ra se enfila por la vía directa «resulta impropio y, por ende, alejado de la técnica, que en la fundamentación del cargo enfrente las conclusiones a que ha llegado el tribunal en el examen de los hechos...». ( C SJ G.J. C L X X X V I I l, p . l 7 3)

Es decir: 14

Radicación n." 11001-31-03-023-2009-00218-01 ... el recurrente no puede separarse, un ápice siquiera, de la quaestio facti, cual y como fue apreciada por el sentenciador, so pena de resultar inidónea la acusación en caso de que ello ocurra; desde luego que la errónea apreciación de los aspectos fácticos y probatorios como causa de la violación de la ley, tiene señalado otro camino para su impugnación y, consecuentemente, para su enmienda por medio del recurso de casación. (CSJ, STC. No. 46. 19. J u l. 1996) Los censores, s in embargo, pese a a c u s ar al T r i b u n al de violar n o r m as de derecho s u s t a n c i al de f o r ma directa, al s u s t e n t ar el r e c u r so le a t r i b u y e r on un e r r or de apreciación de la contestación a la d e m a n d a, y alegaron q ue d io a t al

d o c u m e n to un alcance d i s t i n to al q ue r e a l m e n te tenía, al «convertir una insinuación en excepción de prescripción». Por ende, s in a t e n d er l os requisitos mínimos p a ra la formulación d el recurso, le i m p u t a r on al s e n t e n c i a d or la violación directa de la ley s u s t a n c i a l, pero f u n d a d os en su opinión diferente respecto de la valoración q ue aquél hizo de la contestación, labor de la que d i s c r e p a r on p o r q u e, desde su p a r t i c u l ar p u n to de vista, la e n c a u s a da t an solo h i zo u na manifestación q ue no podía entenderse c o mo la proposición de la excepción de prescripción. T al p l a n t e a m i e n to contraviene la técnica de casación, p u es en él se dejó de indicar, clara y c o n c r e t a m e n t e, en dónde e s t u vo el y e r ro jurídico en la aplicación de l as n o r m a s, esto, c on i n d e p e n d e n c ia d el análisis q ue hizo ad quem de las evidencias. 15 Radicación n.M 1001 -31 -03-023-2009-00218-01 La C o r te tiene definido que el e r r or alegado se p r e s e n ta en l os casos en l os cuales la n o r ma en la q ue se f u n da el j u z g a d or no es la p e r t i n e n te p a ra resolver el a s u n t o, o deja

de aplicar la que en v e r d ad sí estaba l l a m a da a g o b e r n a r lo y, finalmente, c u a n do a pesar de s u s t e n t ar el caso en la n o r ma q ue correspondía, se le a t r i b u y en efectos diferentes a los q ue c o n t e m p la la disposición, labor q ue de m a n e ra a l g u na r e a l i z a r on los actores. Proceder q ue contraviene l as reglas establecidas p a ra la presentación de la d e m a n d a, pues: ... las acusaciones imprecisas o las ayunas de claridad -v.gr. las totalmente desenfocadas, las alambicadas, farragosas o las etéreas-; los reproches que, por situarse en la periferia o, en el mejor de los casos, en el umbral del raciocinio judicial pertinente, no permean la almendra de la providencia que emana del follador; o las glosas que, por generales, vagas o panorámicas, no descienden cabal y puntualmente a la médula de la decisión del Tribunal o al análisis de la prueba respectiva, no están en consonancia con las reglas que, de marras, estereotipan la casación (...)" {CSJ. S.C. 0 03 del 5 de febrero de 2001). Los r e c u r r e n t es se l i m i t a r on a e x p o n er su oposición al raciocinio del T r i b u n al c o mo si se t r a t a ra de un alegato de instancia, en el q ue ni siquiera e x p l i c a r on p or qué, en su

consideración, el alcance dado a la contestación de la d e m a n da fue equivocado; y todo ello, se reitera, s in i n d i c ar c on precisión y claridad cuál fue la violación directa a la ley s u s t a n c i a l. 16 Radicación n." 11001-31-03-023-2009-00218-01 De ahí q ue l os cargos p r i m e ro y s e g u n do no p u e d an ser a d m i t i d o s.

4. El cargo tercero se dirigió a a c u s ar al s e n t e n c i a d or de la violación directa de l os artículos 1 0 0 8, 1 0 0 9, 1 1 55 a 1 1 61 del Código Civil y del 51 del Código de P r o c e d i m i e n to

Civil. Los r e c u r r e n t es refirieron q ue c o mo s u c e s o r es de J e n a ro González podían r e c l a m ar «los derechos heredados», y q ue no p e r d i e r on t al calidad p or h a b er realizado la partición de la herencia. Además, q ue el fallador entendió q ue la d e m a n d a da pidió q ue d e c l a r a ra su falta de legitimidad, lo que no ocurrió, y aplicó i n d e b i d a m e n te mna sentencia del Consejo de Estado». T al c e n s u ra también se planteó c on falencias q ue i m p i d en su admisión, p u es carece de precisión y claridad.

De u na parte, p o r q ue al igual q ue ocurrió c on la formulación de l os cargos p r i m e ro y segundo, l os d e m a n d a n t es c u e s t i o n a r on la valoración q ue hizo el j u z g a d or de la contestación de su c o n t r a p a r t e, a un c u a n do el a t a q ue por la vía directa p r e s u p o ne la c o n f o r m i d ad c on la labor en la apreciación fáctica d el sentenciador. En la invocación de t al c a u s al «...la actividad dialéctica del impugnador tiene que realizarse necesaria y exclusivamente en tomo a los textos legales sustanciales que considere no aplicados, o aplicados indebidamente, o erróneamente 17 Radicación n.° 11001-31-03-023-2009-00218-01 interpretados...». (G.J. t. C X L V I, pág. 6 0. 20 de m a r zo de 1973) Además, pese a t r a n s c r i b ir el artículo 1 0 08 del Código Civil y citar las demás n o r m as que consideró transgredidas, la parte r e c u r r e n te no explicó si el e r r or a t r i b u i do a la sentencia t u vo c o mo fuente la falta de aplicación de tales preceptos, o el haberle d a do a los m i s m os efectos diferentes a los que r e a l m e n te c o n t e m p l a n. T al e x t r e mo se limitó, por el contrario, a discrepar de

las consideraciones en q ue se sustentó la sentencia atacada, p or existir <(una notoria contradicción», y s u b r a y ar que, pese a que ya se materializó la partición de la herencia, no h an «perdido su vocación hereditaria y/o su calidad de herederos». T o do lo a n t e r i or s in c o n f r o n t ar el a r g u m e n to d el T r i b u n al relativo a su falta de legitimación p a ra pedir a n o m b re de la herencia c u a n do la m i s ma ya f ue objeto de partición, c on la n o r m a t i v i d ad q ue c o n s i d e r a r on infringida, e x p l i c a n do en dónde radicó la falla. T al labor es indispensable p a ra la demostración del yerro, a t e n d i e n do la presunción de acierto q ue cobija a la decisión j u d i c i al y la n a t u r a l e za dispositiva d el recurso e x t r a o r d i n a r io de casación, tarea que no hizo la parte actora, q ue se limitó a p r o p o n er un ataque genérico e i n d e t e r m i n a d o. En t al orden, también se i m p o ne la inadmisión d el cargo tercero. 18 Radicación n." 11001-31-03-023-2009-00218-01

5. En el cargo c u a r t o, l os r e c u r r e n t es alegaron la violación indirecta de los artículos 4 9, 8 0, 8 7, 88 y 89 del

Código de lo Contencioso A d m i n i s t r a t i v o, y 1 74 y 1 87 d el Código de Procedimiento Civil, «proveniente de error de derecho en la apreciación de la prueba», lo a n t e r i or p o r q ue no valoró a d e c u a d a m e n te la Resolución No. 0 1 65 de 2 0 06 del M i n i s t e r io de A m b i e n t e, V i v i e n da y D e s a r r o l lo Territorial, d o c u m e n to que, a d u j e r o n, e ra la p r u e ba d el daño c a u s a do al i n m u e b le de su propiedad. Los i m p u g n a n t e s, s in e m b a r g o, no e x p l i c a r on en qué consistió la infracción de las n o r m as de carácter p r o b a t o r io q ue i n v o c a r o n. No m e n c i o n a r o n, en parte a l g u n a, q ue l as p r o b a n z as carecieron de l as formalidades prescritas por la ley procesal p a ra su aducción; o q u e, teniéndolas, el sentenciador las h u b i e ra inadvertido. Por el contrario, se c o n c e n t r a r on en rebatir la valoración q ue el ad quem hizo del m a t e r i al p r o b a t o r i o, p or c o n s i d e r a r la i n a d e c u a da al no extraer las c o n c l u s i o n es que,

en su opinión, debió deducir, c on lo que se evidencia q ue el p r e s u n to y e r ro alegado n a da tiene que v er c on la violación de l as n o r m as q ue r e g u l an la aportación, admisión, producción o estimación f o r m al de l as p r u e b a s, q ue es lo que c o n f i g u ra el error de derecho. La confusión en el p l a n t e a m i e n to d el cargo es más evidente si se tiene en c u e n ta que el T r

Estás viendo una vista previa

Lee el documento completo con Ariel

Este es un fragmento de uno de los más de 1.2 millones de documentos de la biblioteca de Ariel. Crea tu cuenta para leerlo completo, descargarlo y consultarlo con Ariel, que siempre te lleva a la fuente exacta: Ariel NO alucina.

Consultar sobre este documento ...