CSJ - AC738-2016
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AC738-2016
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2016
'RípúBRca de CoíbmSia Corte Suprema de Justicia
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL
MARGARITA CABELLO BLANCO
Magistrada Ponente AC738-2016 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 (Aprobado en sesión de dieciseis de septiembre dos m il quince) Bogotá, D. C, dieciséis (16) de febrero de dos m il dieciséis (2016). P r o c e de la C o r te a resolver sobre la a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da de casación f o r m u l a da p or B A N C O L O M B IA S . A, a través de apoderado, frente a la s e n t e n c ia de 21 de febrero de 2 0 13 p r o f e r i da p or la S a la C i v i l - F a m i l ia del T r i b u n al S u p e r i or de Ibagué, d e n t ro del proceso ordinsirio q ue ÁNGEL V HM Y C IA
S. EN C. adelantó c o n t ra la e n t i d ad r e c u r r e n t e, L UZ D A RY LÓPEZ M O T T A, R A F A EL E N R I Q UE A R I AS y L U I SA A L E J A N D RA
A R I A S.
ANTECEDENTES 1.- La sociedad m e n c i o n a da presentó d e m a n da o r d i n a r ia
solicitando declarar c i v i l m e n te r e s p o n s a b l es a l os accionados p or l os perjuicios ocasionados derivados d el proceder i m p r u d e n t e, negligente y culposo de B a n c o l o m b ia d e n t ro d el c o n t r a to de m u t uo q ue sirvió de s u s t e n to a l as súplicas. I g u a l m e n t e, solicitó c o n d e n ar a l os d e m a n d a d os al p a go Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 solidario de los perjuicios materieiles y m o r a l es c a u s a d os q ue se l o g r en acreditar.
2. En a p o yo de s us p r e t e n s i o n es informó q ue B a n c o l o m b ia en el £iño de 1 9 95 otorgó m u t uo c o m e r c i al a l os señores E N R I Q UE A R I AS V A R E LA y L UZ D A RY LÓPEZ M O T TA p or la s u ma de d o s c i e n t os m i l l o n es de p e s os ( $ 2 0 0 . 0 0 0 . 0 0 0 ), obligación q ue p a ra g a r a n t i z a r l a, la e n t i d ad de crédito tomó un c o n t r a to de s e g u ro c on G R A N C O L O M B I A NA S.A.
E x p u s o, q ue el crédito fue r e s p a l d a do c on la h i p o t e ca del i n m u e b le l l a m a do "El Cerrito del Conejo", de p r o p i e d ad d el tercero "VICTOR HUGO MORALES y CIA S.en C. hoy VHM y CIA
S. en Cr.
El d e u d or A R I AS V A R E LA falleció el 25 de o c t u b re de 1 9 9 6, "por lo que el Banco entró a elevar reclamación ante la Compañía de Seguros", q ue accedió a p a g ar la s u ma de $ 1 0 0 . 0 0 0 . 0 00 y objetó el saldo "alegando que no se cumplieron los requisitos de asegurabilidad", c u ya o b s e r v a n c ia e s t a ba a cargo de B A N C O L O M B I A. A n te la n e g a t i va referida, el órgano financiero promovió j u i c io ejecutivo p or el saldo i n s o l u to en el q ue persiguió, e n t re o t r os bienes, la h e r e d ad h i p o t e c a d a. E m b a r g a d a, s e c u e s t r a da y r e m a t a da se entregó el saldo al e j e c u t a n t e, c i r c u n s t a n c ia q ue la motivó a d e m a n d ar al B a n co en acción de r e s p o n s a b i l i d ad civil
c o n t r a c t u a l, c u l m i n a n do c on s e n t e n c ia e s t i m a t o r ia q ue condenó "de manera abstracta a BANCOLOMBIA a pagar una suma igual 2 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 a aquella que tuvieren que pagar a LUZ DARY LÓPEX MOTTA y sus hijos en el ejecutivo mixto de BANCOLOMBIA contra ENRIQUE ARIAS VARELA" y otros, t r a m i t a do en el J u z g a do P r i m e ro Civil del C i r c u i to del E s p i n a l. A p e l a da la s e n t e n c ia proferida en aquél trámite, el T r i b u n al S u p e r i or de Ibagué el 11 de agosto de 2 0 05 la confirmó parciedmente, c o n d e n a n do en concreto "por las sumas correspondientes a capital no saldado en el crédito no asumido por el seguro de vida grupo deudores, los intereses moratorios de la indicada suma y el valor de las costas liquidadas en el ejecutivo adelantado (...f. F i n a l m e n te dijo que la actuación terminó c on a u to de 7 de j u l io de 2 0 0 6, luego de realizarse un a c u e r do de p a go de la obligación. Individualizó los perjuicios ocasionados concretados en el r e m a te efectuado del i n m u e b l e, "sin que hubiere lugar a ello, (...)
y por una suma muy inferior a su avalúo", c i r c u n s t a n c ia q ue implicó c o n t r a t ar "los servicios profesionales de un abogado para defender sus intereses, con ocasión del proceso ejecutivo mixto", e n t re otros. Realizada la a u d i e n c ia de conciliación, esta se declaró fracasada, agotándose el r e q u i s i to de procedibilidad a q ue refiere la ley 6 40 de 2 0 0 1. 3 Radicación n" 73268 31 03 001 2010 00065 01 3, - La agencia j u d i c i al de c o n o c i m i e n t o, luego de c u m p l i r se c on las f o r m as p r o p i as del j u i c io o r d i n a r i o, finiquitó la p r i m e ra i n s t a n c ia m e d i a n te s e n t e n c ia de 19 de d i c i e m b re de 2 0 1 1, d e s e s t i m a n do las súplicas al colegir, q ue "si bien los supuestos de hecho en que el demandante sustenta sus pretensiones tuvieron ocurrencia, no producen las consecuencias que intenta que se le reconozcan, pues el razonamiento planteado por él es totalmente ilegáT. 4. - R e c u r r i do el p r o n u n c i a m i e n to en apelación p or el e x t r e mo activo, lo desató el s u p e r i or revocándolo; d i s p o n i e n do
en su lugar: "SEGUNDO: En consecuencia, CONDENAR a Bancolombia a pagar a la sociedad demandante la suma de $239.946.040, debidamente índexada desde la fecha en que se efectuó el remate hasta el día del cumplimiento de la obligación.
TERCERO: DECLARAR a la demandada LUZ DARY LÓPEZ y a sus hijos (...) civilmente responsables por los perjuicios causados a la sociedad demandante, por las razones expuestas en esta providencia.
CUARTO: CONDENAR a la demandada LUZ DARY LÓPEZ y a sus hijos (...) a pagara la sociedad demandante, la suma de $139.916.480.oo, debidamente indexada desde el momento en que recibieron dinero por parte del Banco de Colombia, hasta la fecha de su pago.
QUINTO: DENEGAR las demás pretensiones de la demanda. (...)". 4 .1 El T r i b u n al al a c o m e t er el e s t u d io d el caso, halló c o l m a d os l os p r e s u p u e s t os procesales y no encontró i r r e g u l a r i d ad p a ra i n v a l i d ar lo a c t u a d o; r e s u m i e n do el litigio y el p r o b l e ma a d i l u c i d ar en estos términos:
4 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 "Como quedó visto en el acápite anterior, apuntan las pretensiones de la demanda a obtener la indemnización de los perjuicios causados al actor con el remate de un bien de su propiedad por cuenta de un proceso ejecutivo donde se cobró una obligación frente a la cual él
había asumido la posición de garante hipotecario, y que resultó insatisfecha por los deudos con ocasión de la muerte de uno de ellos, evento que por estar asegurado debió generar que la aseguradora asumiera el pago de la deuda, cosa que no ocurrió dada la negligencia del Banco en el trámite del seguro, lo cual fue declarado en providencia judicial donde se reconoció a favor de la esposa y de los hijos del deudor fallecido la obligación del Banco de pagarles una indemnización, todo ello bajo el entendido que idéntica protección debe brindársele a él como propietario del bien rematado al efectivizarse la garantía reaf. Volvió sobre el p a n o r a ma fático y analizó el artículo 2 3 41 del Código Civil, j u n to a los e l e m e n t os q ue de la r e s p o n s a b i l i d ad civil d i m a n an acorde c on lo e x p u e s to p or la j u r i s p r u d e n c ia patria. 4 .2 D i jo q ue e ra n e c e s a r io el análisis i n d i v i d u al de c a da u no de l os d e m a n d a d os e m p e z a n do p or B A N C O L O M B I A, d el q ue expresó q ue el h e c ho dañoso se p r o d u jo c o mo c o n s e c u e n c ia de la "venta en pública subasta de un bien inmueble de propiedad del demandanté', y s i e n do el "actuar culposo no informar a los deudores (...) acerca de que su deuda quedaba sólo
garantizada parcialmente en el evento de muerte, (...) negligencia, que cual quedó dicho, fue reconocido ya judicialmenté'. 5 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 También anotó, q ue el n e xo c a u s al se patentizó p o r q u e, "de haberse tramitado el seguro en debida forma, la deuda hubiese quedado cubierta ante la muerte de ENRIQUE ARIAS VARELA y por consiguiente, no hubiese tenido que ejecutarse la garantía real que la respaldaba". F i n a l m e n te abordó el daño y concluyó q ue el "único perjuicio a indemnizar consiste en el valor de la propiedad que fue rematada", d e n e g a n do la excepción de i n e x i s t e n c ia de daños p or su acción u omisión. 4.3 En c u a n to a la cónyuge sobreviviente d el d e u d or fallecido y a s us hijos, recordó q ue a q u e l l os d e m a n d a r on a la e n t i d ad b a n c a r ia p a ra o b t e n er la indemnización i n v o c a da "con la omisión que generó el no aseguramiento integral de la deuda frente al fallecimiento de ENRIQUE ARIAS VARELA", p e ro lo reconocido "se proyectó sin descontar el valor obtenido con la venta en pública subasta del inmueble hipotecado, efectuado el 8 de mayo de 2002"; además q ue h i zo r e f e r e n c ia s o l a m e n te a
v a l o r es c o b r a d os d e n t ro d el proceso ejecutivo p r o m o v i do p or B A N C O L O M B I A, s u m as q ue p a ra el j u z g a d or d el proceso o r d i n a r io "comprimían el contenido del daño a reparaf. S in e m b a r g o, echó de m e n os p r u e ba en este proceso q ue acredite el p a go realizado c o mo indemnización de L UZ D A RY LÓPEZ y s us h i j os a la e m p r e sa c o n v o c a n te "por los daños causados con la conducta negligente atribuida al BANCO DE COLOMBIA que generó a dicha sociedad un daño"; luego la c o n d u c ta o m i s i va de la cónyuge d e r i va de "no actuar conforme a 6 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 lo propuesto por ellos a través de su apoderado en una etapa precontractuaT, acto d i s o n a n te c on la b u e na fe y además g e n e r a d or de un d e t r i m e n to p a ra q u i e n, "actuó en dicha etapa precontractuál (BANCOLOMBIA) con la creencia de que la suma en dinero en efectivo solicitada al apoderado de la cónyuge sobreviviente del deudor fallecido y sus hijos iba destinada a resarcir los perjuicios a la sociedad aquí demandante (sicf. E x p u s o, q ue e se proceder o m i s i vo generó r e s p o n s a b i l i d ad
e x t r a c o n t r a c t u a l, llevándolo a denegar la excepción de falta de r e q u i s i t os s u s t a n t i v os p a ra su configuración. Añadió, q ue será e x c l u s i v a m e n te e se v a l or no d e s c o n t a do el q ue c o n s t i t u ye el daño, p u es las demás s u m a s, c o r r e s p o n d en a los d i n e r os "que por estar siendo cobrados para esa época la familia LÓPEZ (sic) constituían sin duda alguna la indemnización del perjuicio a la que ellos tenían derecho legítimamente; además q ue la obligación a cargo de los convocados no se originó "en un recobro de garante hipotecario frente a los deudores principales, sino que deriva de un actuar omisivo" s a n c i o n a do c o n f o r me a las prev isiones del artículo 2 3 4 1. 5.- El B a n co accionado i n t e r p u so r e c u r so de casación. C o n c e d i do p or el T r i b u n a l, la C o r te lo admitió y en t i e m po hábil se sustentó.
DEL RECURSO DE CASACIÓN
7 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 Se f o r m u l a r on dos cargos; el p r i m e ro acusó la s e n t e n c ia de violar de m a n e ra r e c ta la ley s u s t a n c i al e n u n c i a d a; debido a un
análisis jurídico equivocado, q ue lo llevó a i n a p l i c ar las n o r m as sustEintivas q ue deberían g o b e r n ar el caso de r e s p o n s a b i l i d ad c o n t r a c t u a l, referentes específicamente al c o n t r a to de m u t u o, al c o n t r a to de h i p o t e ca y a la subrogación c on p a go de la obligación. En el o t r o, se dolió de la infracción i n d i r e c ta de l os preceptos q ue trasuntó, "por errores de hecho manifiestos en la apreciación de unas pruebas determinadas". P r o c e de la S a la a h o ra a p r o n u n c i a r se sobre la a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da previas las siguientes.
CONSIDERACIONES
1. C o mo b i en se sabe, el r e c u r so de casación, p or lo e x t r a o r d i n a r io y, a t e n d i e n do su n a t u r a l e z a, al m o m e n to de su formulación y posterior sustentación, i m p o n en al censor el a c a t a m i e n to de un mínimo de r e q u i s i t os t a n to de f o r ma c o mo de técnica que, al ser desconocidos, además de i m p e d ir q ue el f o n do del debate sea a b o r d a d o, lo c o n d e n an a la deserción. Su
gestor, a d i c i o n a l m e n t e, no p u e de olvidar q ue este r e m e d io procesal no atañe al aspecto fáctico de la c o n t r o v e r s ia j u d i c i al [thema decidendum); m e n os está concebido c o mo u na n u e va o p o r t u n i d ad p a ra debatir el íactum d el litigio, t a m p o co c o n s t i t u ye u na t e r c e ra i n s t a n c i a. El objetivo p r i n c i p al es escudriñar el c o n t e n i do del fallo proferido p or el ad-quem (thema 8 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 decissus), t r a t a n do de v i s u a l i z ar los y e r r os d e n u n c i a d os y, así, en u na confrontación idónea, quebrair la s e n t e n c ia proferida.
2. También, ha enfatizado la C o r te en m u l t i t ud de p r o v i d e n c i a s, q ue en este m e c a n i s mo i m p u g n a t i v o, el casacionista, c on m i r as a d e r r u ir l os c i m i e n t os d el fallo a d o p t a d o, i n e x o r a b l e m e n t e, u na vez identificados los m o t i v os de la d i s c o n f o r m i d a d, le c o r r e s p o n de a d e c u ar l os m i s m os a u na
c u a l q u i e ra de l as c a u s a l es q ue el legislador autorizó en el artículo 3 68 de la n o r ma procesal civil; además, el escrito ha de c o r r e s p o n d er a la n a t u r a l e za de la acusación; vale decir, l as e q u i v o c a c i o n es e n a r b o l a d as no p u e d en t r a n s i t ar p or u na s e n da diferente de l as p r e v i s t as en l as disposiciones vigentes, en el e n t e n d i do q ue t o d as ellas s i r v en a un fin similar, c u al es i n f i r m ar la decisión c u e s t i o n a d a, p e ro c on autonomía e i n d e p e n d e n c ia p r o p i a s, p or t a n t o, según el e r r or i m p u t a d o, e se c a m i no ha de ser el q ue se a v e n ga al s e n t i do del reproche, según se t r a te de errores de j u i c io o de actividad. En esa perspectiva, c u a n do se i n v o ca la c a u s al p r i m e ra de casación, el r e c u r r e n te no p u e de e n t r e m e z c l ar los aspectos q ue e s t r u c t u r an los y e r r os e s t r i c t a m e n te jurídicos, p r o p i os de la vía directa, c on aquellos q ue atañen a lo f a c t u al d el r e c u r s o,
r e s e r v a d os p a ra la i n d i r e c t a; t a m p o c o, se anunció p r e c e d e n t e m e n t e, p u e d en f u s i o n a r s e.
3. P or o t ra p a r t e, los a r g u m e n t os q ue c o m p o n en el a t a q ue f o r m u l a do no p u e d en devenir m i x t u r a d o s; l os m o t i v os queú darían l u g ar a u na u o t ra acusación, u na v ez identificados, no
9 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 se p u e d en a g r u p ar i n d i s t i n t a m e n te en u na m i s ma c a u s a l; c a da j ij I f u n d a m e n to debe e x p o n e r se p or s e p a r a do y r e s p e t a n do l a; c o r r e s p o n d e n c ia c on el dislate e s g r i m i d o.
4. P l a s m a d as l as a n t e r i o r es p a u t a s, c u m p le decir, l i m i n a r m e n t e, q ue n i n g u no de l os d os cargos f o r m u l a d o s, satisfizo l as mínimas exigencias c o n t e m p l a d as t a n to en el artículo 3 74 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, c o mo en la
j u r i s p r u d e n c ia de e s ta Corporación.
5. El inicial a t a q ue c a s a c i o n al se fundamentó al r e p r o c h a r, "que el Tribunal erró en el razonamiento planteado para decidir el caso concreto, toda vez que fundó la sentencia atacada en la existencia de un daño consistente en la venta en pública subasta de un inmueble gravado con hipoteca de propiedad de la sociedad demandante, lo cuál, de suyo, implica la existencia de un vínculo contractual entre la demandante y BANCOLOMBIA, y, a continuación adoptó una decisión bajo el estudio de los elementos de la responsabilidad extracontractual, ignorando el vínculo existente entre las partes".
Manifestó, q ue el ad q u em "estructuró un análisis equivocado para resolver el fondo de la Litis", e r r a n do "en el proceso intelectivo acordado para decidir el caso". S e g u i d a m e n te incursionó en "la constatación de los hechos del litigio", e n f a t i z a n do en los a s p e c t os q ue dio p or s e n t a d os la providencia; después abordó lo q ue denominó la "calificación jurídica de los hechos" e f e c t u a da y descendió en l as 10 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 "equivocadas deducciones legales", a d i c i o n a n do q ue "no se ofreció explicación ni razonamiento alguno para justiñcar su decisión de apartarse del estudio de los elementos de la
responsabilidad contractual, para terminar decidiendo con base en los elementos de la responsabilidad extracontractual lo cual se muestra arbitrario u contrario a las disposiciones del artículo 304 del Código de Procedimiento CiviF. ( S u b r a ya f u e ra de texto). 5.1 Prima facie se observa, q ue el r e c u r r e n te entremezcló la vía d i r e c ta c on c u e s t i o n es tácticas, p u es se d e t u vo en d e n u n c i as p r o p i as de o t ro t i po de equivocaciones, a j e n as a la e x c l u s i va discusión jurídica. En efecto, pese a q ue formuló el cargo al abrigo de la s e n da recta, r e c l a m a n do q ue el T r i b u n al "VIOLÓ NORMAS DE DERECHO SUSTANCIAL. VIOLACIÓN DIRECTA (SlCf, emprendió la confrontación d e s c e n d i e n do a lo f a c t u al de la providencia, c u a n do s o l a m e n te e s t a ba a u t o r i z a do p a ra debatir a r g u m e n t os e s t r i c t a m e n te de o r d en n o r m a t i v o. E sa t e n d e n c i a, q ue quedó e v i d e n c i a da en los a p a r t es de la acusación t r a s u n t a d os p r e c e d e n t e m e n t e, se patentizó más a d e l a n te al señalar: "La demanda precisa que el presente es un caso de responsabilidad
contractual. (...) Nótese que la demanda es clara, y no ofrece frases oscuras ni ambiguas, en cuanto al tipo de responsabilidad que se reclama — responsabilidad civil contractual—. Luego, le estaba vedado al 11 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 Tribunal, en este caso, interpretar la demanda en un sentido diferente al ofrecido por la propia demandante". La revisión d el a t a q ue deja al d e s c u b i e r to q ue el c a s a c i o n i s ta no c o m b a te el p r o c e d er d el sentenciador, en el s e n t i do de i n a p l i c ar la ley, i n t e r p r e t a r la erróneamente o h a c er o p e r ar la q ue no correspondía, f o r m as estas de trasgredir la n o r m a t i v i d ad r e c t a m e n t e. Lo q ue c o n f u ta s on s us c o n c l u s i o n es p or estar en d e s a c u e r do c on l os análisis efectuados y l as inferencias extraídas d el proceso; vislumbrándose u na d i s c r e p a n c ia m a n i f i e s ta frente a s us r a z o n a m i e n t o s. El i m p u g n a n te desplazó la c e n s u ra a u na d i s c o n f o r m i d ad en lo fáctico, p a r t i c u l a r m e n te en el alcance d i s p e n s a do al libelo genitor del j u i c i o, no en lo
jurídico, confusión q ue c o mo r e s u l t a do de c o n j u n t ar u na y o t ra vía, q u e b r a n ta el rigor q ue r e c l a ma la técnica d el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación. De donde, olvidó la crítica, se reitera, q ue al f o r m u l a r se un a t a q ue c on f u n d a m e n to en la r u ta señalada, tenía q ue c e n t r ar s us j u i c i os e x c l u s i v a m e n te sobre l os t e x t os legales p or q u e b r a n t a r l os en las m o d a l i d a d es a n o t a d a s, p r e s c i n d i e n do de c u a l q u i er consideración q ue i m p l i q ue d i s c r e p a n c ia c on l as apreciaciones tácticas del tallador, cuestión e s ta q ue sólo p u e de a b o r d a r se p or la vía i n d i r e c ta de la m i s ma c a u s a l. 5.2 Pero si se aceptare q ue la s e n da escogida f ue la indirecta, discurrió e x p o n i e n do q ue no se e x p l i c a r on las r a z o n es 12 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 p a ra a p a r t a r se d el e s t u d io de l os e l e m e n t os de la r e s p o n s a b i l i d ad c o n t r a c t u a l, decidiendo, en últimas, "con base
en los elementos de la responsabilidad extracontractual lo cual se muestra arbitrario u contrario a las disposiciones del artículo 304 del Código de Procedimiento Civir. ( S u b r a ya f u e ra de texto). E s ta o t ra imprecisión, sitúa la discusión en el m a r co de la c a u s al s e g u n da (vicio de actividad), q ue c o n t e m p la el artículo 3 68 d el E s t a t u to de e n j u i c i a m i e n to civil, vale decir, en la i n c o n g r u e n c ia de la sente nci a, m o t i vo de casación autónomo respecto del vicio de j u z g a m i e n to a q ue a l u de el n u m e r al i n i c i al del r e c u r so e x t r a o r d i n a r io r e g u l a do en el precepto ibidem. A propósito de t r a n s i t ar i n d i s t i n t a m e n te p or u na de a q u e l l as causales, la S a la ha d e s t a c a do que: "Evidentemente, la disímil naturaleza de estos dos tipos de errores no sólo confiere elementos suficientes para distinguirlos, sino que exige guardarse de confundirlos; de suerte que quien resuelva impugnar una sentencia en casación, no puede en ese propósito invocar promiscuamente las diversas causales que para el efecto tiene previstas el legislador, sino que ha de saber con exactitud, en primer lugar, qué tipo de yerro cometió el sentenciador, y luego, aducir la causal que para ese específico defecto tiene dispuesta la ley. (...)
Ahora, es sabido que hibridismo de tal calado conspira contra la claridad y precisión que de cada acusación exige el predicho numeral 3° del artículo 374 del código de procedimiento civil, pues en ninguno de los dos casos podría la Corte emprender su análisis sin tener de 13 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 antemano muy bien definido cuál es el verdadero motivo de inconformidad (...)"L P or las a n t e r i o r es r a z o n e s, el cargo no se admitirá.
6. A l u s i vo al s i g u i e n te e m b a t e, el r e c u r r e n te denominó el cargo así: " S ER LA SENTENCIA VIOLATORIA DE N O R M AS DE D E R E C HO S U S T A N C I AL P OR E R R O R ES DE H E C HO M A N I F I E S T OS EN LA APRECIACIÓN DE UNAS P R U E B AS D E T E R M I N A D A S. VIOLACIÓN I N D I R E C T A ". (Mayúscula y negrilla original).
Transcribió l as disposiciones s u s t a n t i v as i n f r i n g i d as y dijo, q ue la "censura que se hace a la sentencia recurrida, la constituye el hecho consistente en que el Tribunal violó, por vía indirecta las normas antes citadas, al errar en la apreciación de pruebas determinadas, en concreto (i) por dar una eficacia demostrativa que no tiene la sentencia de 11 de agosto de 2005
proferida por el Tribunal Superior de Ibagué (...) y, (ii) por omitir considerar en su decisión final la valoración que dio la prueba — documento denominado ^presentación arreglo extrajudicial obligaciones recíprocas BANCOLOMBIA— LUZ DARY LÓPEZ M O T T A' en la parte motiva". S o b re lo p r i m e ro explicó q ue el j u z g a d or Colegiado, ^ C SJ Auto Nov. 9 de 2012, radicación n. 985-02051-01 14 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 "dio un alcance demostrativo a la sentencia que la misma no tiene en este proceso, toda vez que dedujo la culpa de BANCOLOMBIA frente a la sociedad demandante en este proceso, basado en las consideraciones hechas en un proceso distinto, en el cual la sociedad demandante no hizo parte, y cuyas condiciones particulares frente a los demandantes fueron diferentes. El Tribunal ha debido considerar que la sentencia no podía hacerse extensiva a este proceso y, en su lugar, realizar un estudio respecto de si en este caso se presentaba alguna conducta de BANCOLOMBIA constitutiva de incumplimiento contractual que abriera paso a la responsabilidad reclamada". Y agregó q ue el d e s a t i no "en el alcance probatorio dado a la sentencia (...) viola flagrante y groseramente el artículo 332 del CPC, norma que define la cosa juzgada, en razón a que imprimió dicho alcance legalmente limitativo a la decisión adoptada en este proceso" c u a n d o, precisó, no se c o l m an las exigencias "para
conceder dicha fuerza o efecto de cosa juzgada". 6 .1 El censor se duele f u n d a m e n t a l m e n te d el mérito p r o b a t o r io d i s p e n s a do al fallo j u d i c i al calendado el 11 de agosto de 2 0 0 5, proferido p or el T r i b u n al S u p e r i or de Ibagué d e n t ro del p r o c e so o r d i n a r io q ue L UZ D A RY LÓPEZ inició c o n t ra B A N C O L O M B IA S.A, argumentación q ue c o m p o r ta no un dislate de "pupila", s i no de "discernimiento", p r o p io del y e r ro de j u r e. A pesar de q ue delineó la acusación p or el y e r ro fáctico, involucró c u e s t i o n es reservadas al de derecho, p u es e n t re s us 15 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 m a n i f e s t a c i o n es se dolió de a s p e c t os v i n c u l a d os c on la eficacia y aducción de la p r u e b a. P or sabido se tiene q ue el q u e b r a n to i n d i r e c to de la l ey s u s t a n c i al se p r o d u ce p or e r r o r es de h e c ho y de derecho, m i s m os q ue s on disímiles c o n c e p t u a l m e n t e. En el p r i m e r o, el
s e n t e n c i a d or i n c o r r e c t a m e n te cree en la e x i s t e n c ia o i n e x i s t e n c ia de la p r u e b a, o le d i s p e n sa al m e d io de convicción un alcance m a n i f i e s t a m e n te c o n t r a r io a su c o n t e n i d o. Tratándose del s e g u n d o, a pesar de q ue la pieza procesal o b ra en el p l e n a r i o, el J u z g a d or no le c o n c e de la eficacia p r o b a t o r ia q ue le a s i g na la ley o le n i e ga la q ue sí le otorga, p or i n t e r p r e t ar e r r a d a m e n te las n o r m as q ue r e g u l an su producción y aducción. La j u r i s p r u d e n c ia de e s ta S a la ha dicho, c on relación a las condiciones q ue debe c u m p l ir la sustentación del cargo, q ue la c l a r i d ad s u p o ne q ue "la demanda debe ser perceptible por la inteligencia sin duda ni confusión", es decir, q ue s ea "fácil de entender no sólo en su presentación sintáctica, sino también en su construcción lógica", m i e n t r as q ue la precisión h a ce referencia a q ue la recriminación s ea exacta, r i g u r o sa y c o n t e n ga t o d os los d a t os q ue p e r m i t an i n d i v i d u a l i z a r la d e n t ro
de la esfera p r o p ia de la c a u s al o de l os y e r r os en q ue h a l la estribo. 6.2 Además de la imprecisión r e l a c i o n a da c on "la eficacia demostrativa de la sentencia" i n v o c a da en la opugnación, expresión q ue debió s i t u a r se en l os d e r r o t e r os d el e r r or de 16 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 derecho y no el escogido, la incorrección se p a t e n t i za c on m a y or a g u d e za c u a n do expresó: "El error del Tribunal resulta violatorio de los artículos 174 y 187 del CPC, normas que determinan la necesidad y apreciación de la prueba, pues no obstante haberse valorado el documento presentación arreglo extrajudicial obligaciones recíprocas BANCOLOMBIA-LUZ DARY LÓPEZ MOTTA\ haber reconocido en la parte motiva que dicha prueba demostraba que BANCOLOMBIA había sufrido un daño por causa de los codemandados, (...) omitió adoptar una decisión consecuente con sus apreciaciones". La equivocación de m e z c l ar el y e r ro de facto c on la cuestión i n m a n e n te al e r r or de derecho, se reiteró al insistir q ue la s e n t e n c ia e n j u i c i a da "trasgrede los artículos 174 y 187 del CPC" d a do que, "el Tribunal no aplicó las realas de la sana crítica al concluir que BANCOLOMBIA era responsable y que debía
indemnizar a la demandante por el menor valor por el que fue rematado el inmueble, toda vez que dicha conclusión, como se expuso en el numeral anterior, pugna contra la lógica y el sentido común (...) En este caso, la demandante no acreditó la cuantía del daño que imputó a BANCOLOMBIA, u esa omisión en la carga de la prueba que establece el artículo 177 del CPC, no puede ser subsanada por el juzgador, pues ello va en contra del debido proceso u del derecho de defena u contradicción que le asiste a mi mandante ". ( S u b r a ya f u e ra de texto). 17 Radicación n° 73268 31 03 001 2010 00065 01 Al f u n d a m e n t a r se el a t a q ue en los cánones 174, 177 y 187, relativos a la necesidad y carga de la p r u e b a, lo m i s mo q ue al d e b er de p o n d e r a r la i n t e g r a l m e n t e, en su t o t a l i d a d, se i n c u r re en u na imprecisión q ue i m p i de su admisión; p u es la violación de aquellas reglas "deben denunciarse por el error de derecho en la vía indirecta!"^, el c u al no p u e de c o n f u n d i r se ni m i x t u r a r se c on análisis s o p o r t a d os en d e s a t i n os de h e c h o, c o mo i m p r e c i s a m e n te lo efectuó el casacionista.
A m a n e ra de ejemplo, sobre el precepto q ue r e g u la la carga de la p r u e ba la C o r te ha dicho: «En relación con la senda indirecta, a pesar de que insiste en la incursión de un error de hecho en la valoración de documentos y testimonios, cita la afectación de preceptos eminentemente probatorios, esto es, los artículos (...) y 177 del Código de Procedimiento Civil, situación que se justifica en el yerro de jure». ( S u b r a y a do f u e ra de texto). ( C SJ es A u to Nov. 28 de 2 0 12 radicación n. 2009-00211-01). D el precepto 1 87 procesal civil, la S a la ha e x p u e s to q ue c u a n do se a c u sa su d e s c o n o c i m i e n to el y e r ro es i n a l t e r a b l e m e n te d
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