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CSJ - AHP4281-2016(48404)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AHP4281-2016(48404)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
2016

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACIÓN PENAL

JOSÉ FRANCISCO ACUÑA VIZCAYA Magistrado ponente AHP 4281-2016 Radicación n" 48404 Bogotá D.C., c i n co (6) de j u l io de dos m il dieciséis (2016). VISTOS D e n t ro d el término previsto en el artículo 7° de la L ey 10951 de 2 0 0 6, q ue reglamentó el artículo 30 de la Constitución N a c i o n a l, se resuelve la impugnación i n t e r p u e s ta c o n t ra el a u to de 24 de j u n io de 2 0 1 6, m e d i a n te el c u al un M a g i s t r a do del T r i b u n al de Medellín, negó el a m p a ro de hábeas corpus, i m p e t r a do p or el d e f e n s or de STIVEN ALZATE ARBOLEDA, q u i en se e n c u e n t ra p r i v a do de la l i b e r t ad en el E s t a b l e c i m i e n to P e n i t e n c i a r io y Carcelario de Bellavista. ' Diario oficial No. 46.440, del 2 de noviembre de 2006.

HÁBEAS CORPUS 48404

STIVEN ALZATE ARBOLEDA

ANTECEDENTES

1. El J u z g a do V e i n te P e n al del C i r c u i to c on F u n c i o n es de C o n o c i m i e n to de Medellín, m e d i s m te sentencia de 9 de

diciembre 2009, condenó a A L Z A TE A R B O L E DA a la p e na de 24 m e s es de prisión p or el delito de Fabricación, tráfico y p o r te de a r m as de fuego o m u n i c i o n e s. En e sa o p o r t u n i d ad se le concedió el beneficio de la suspensión c o n d i c i o n al de la ejecución de la p e n a, p a ra lo c u al debía s u s c r i b ir diligencia de c o m p r o m i s o, previo o t o r g a m i e n to de caución p r e n d a r i a. El c o n d e n a do continuó en l i b e r t ad p e se a no h a b er c u m p l i do c on esa exigencia, a u n q ue se le requirió p a ra t al fin2.

2. El J u z g a do S e g u n do de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Medellín, luego de efectuar n u e v os r e q u e r i m i e n t os al condenado^, m e d i a n te a u to de 23 de s e p t i e m b re de 2 0 1 1, inició el trámite c o r r e s p o n d i e n te p a ra d e t e r m i n ar si e ra p r o c e d e n te la r e v o c a t o r ia d el s u b r o g a do de la suspensión c o n d i c i o n al de la ejecución

de la p e n a, p or no s u s c r i b ir el beneficiado la diligencia c o m p r o m i s o r i a. 2 Fls. 4-9, Cuaderno del Juzgado Segundo de Ejecución de Penas y Medidas de seguridad de Medellín, rad. No. 0500160002062009-59909 3 Fls. 16, 17, 18, 19 y 22. Ibídem. 2

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA E sa determinación f ue c o m u n i c a da al sentenciado^, q u i e n, a través de m a n u s c r i to de 18 de e n e ro de 2 0 1 2, manifestó s us descargos^.

3. D e b i do a q ue el j u ez ejecutor t u vo c o n o c i m i e n to de q ue A L Z A TE A R B O L E DA incurrió en u na n u e va ilicitud, m e d i a n te p r o v i d e n c ia de 22 de febrero de 2 0 1 2, revocó el s u b r o g a do de la c o n d e na de ejecución c o n d i c i o n a l, p or i n c u m p l i m i e n to de la obligación de p r e s e n t ar b u e na c o n d u c ta d u r a n te el periodo de p r u e b a. Decisión q ue fue n o t i f i c a da p e r s o n a l m e n te al interesado^.

L as n u e v as s a n c i o n es penales en c o n t ra del a c c i o n a n te

t o m a d as en c u e n ta p or el j u z g a d or f u e r on las siguientes: i) C o n d e na a 26 m e s es de prisión, i m p u e s ta el 1° de n o v i e m b re de 2 0 11 p or el J u z g a do Q u i n to P e n al del C i r c u i to de Medellín, p or el delito de Fabricación, tréifico y p o r te de a r m as de fuego o m u n i c i o n e s. ii) C o n d e na a 48 m e s es de prisión, i m p u e s ta el 16 de e n e ro de 2 0 12 p or el J u z g a do T r e i n ta y t r es P e n al M u n i c i p al de MedeUín, p or el p u n i b le de H u r to calificado y agravado. E s as s a n c i o n es f u e r on a c u m u l a d a s, q u e d a n do en un total de 61 m e s es de prisión. " Fl. 30 5 Fl. 32 3 Fls. 37-40 3

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA

4. El 15 de m a r zo de 2 0 1 2, el J u z g a do S e g u n do de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Medellín solicitó al E s t a b l e c i m i e n to P e n i t e n c i a r io y C a r c e l a r io de

B e l l a v i s ta que, u na v ez c e s a r an l os m o t i v os de la detención de A L Z A TE A R B O L E D A, f u e ra dejado a disposición de ese D e s p a c h o.

5. F i n a l m e n t e, el c o n d e n a do fue p u e s to bajo vigilancia de esa a u t o r i d ad j u d i c i a l, el 2 de j u n io de 2 0 1 6, q u i en solicitó al e s t a b l e c i m i e n to carcelario m a n t e n e r le p r i v a do de la l i b e r t a d, p a ra q ue c u m p la la p e na de 24 m e s es de prisión q ue le i m p u so el J u z g a do V e i n te P e n al del C i r c u i to c on F u n c i o n es de C o n o c i m i e n to de Medellín.

DECISIÓN IMPUGNADA El M a g i s t r a do del T r i b u n al a quo, a través de a u to de 24 de j u n io de 2 0 1 6, negó el hábeas corpus p o r q ue la detención de S T I V EN A L Z A TE A R B O L E DA r e s p o n de a u na o r d en e x p e d i da p or a u t o r i d ad j u d i c i al c o m p e t e n t e, c on el l l e no de l os r e q u i s i t os legales y d e b i d a m e n te

ejecutoriada. LA APELACIÓN El a p o d e r a do j u d i c i al del actor esgrimió l os siguientes alegatos: 4

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA i) Su defendido e s t u vo p r i v a do de la l i b e r t ad d e s de el 26 de a g o s to de 2 0 11 h a s ta el 19 de a g o s to de 2 0 1 4, fecha en la c u al suscribió c o m p r o m i so p or h a b e r se otorgado el beneficio de la prisión d o m i c i l i a r ia p or p a r te d el J u z g a do P r i m e ro de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Descongestión de Medellín, E se j u ez ejecutor le concedió, el 11 de m a yo de 2 0 1 5, el p e r m i so p a ra t r a b a j a r, d e b i e n do p a ra ello p o r t ar m e c a n i s mo de v i g i l a n c ia electrónica. ii) El 2 de j u n io de 2 0 1 6, el J u z g a do Séptimo de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad decretó su l i b e r t ad d e f i n i t i va p or p e na c u m p l i da y la devolución de

la caución p r e s t a d a. P or e sa razón, a f i r m a, el c o n d e n a do se dirigió el 10 de j u n io de 2 0 16 al e s t a b l e c i m i e n to p e n i t e n c i a r io p a ra q ue se le r e t i r a ra el brazalete electrónico, s i e n do c a p t u r a do p or o r d en del J u z g a do S e g u n do de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Medellín. iii) Se declaró i m p r o c e d e n te el r e c u r so dñéndose única y exclusivamente a los elementos de convicción aducidos por la parte demandada, más en ningún momento se pronuncia respecto de la pretensión y los elementos aportados por la defensa." iv) El j u ez de i n s t a n c ia r e c o n o ce q ue "... en el auto por medio del cual se revocó el subrogado penal de la suspensión 5

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S T I V EN A L Z A TE A R B O L E DA condicional de la ejecución de la pena (...) para nada hizo alusión a la suscripción de la diligencia compromisoria...", s in q ue se e v a l u a ra la posibilidad de q ue su defendido c o n t i n u a ra d i s f r u t a n do del beneficio o s u b r o g a d o.

  1. La L ey es c l a ra c u a n do establece q ue al procesado luego de otorgársele un s u b r o g a do p e n a l, de no c o m p a r e c er a n te la j u d i c a t u ra d e n t ro de l os 90 días después de la e j e c u t o r ia de la sentencia, se procederá a ejecutar la m i s ma i n m e d i a t a m e n t e, "... cosa que para el caso concreto no ocurrió, ya que mi prohijado pese a que no había firmado el acta de compromiso, se le otorgó el beneficio". vi) Preguntó, "Cómo revoca un juez un subrogado penal de forma extemporánea, no por faltar a los compromisos, sino por haberse superado el término legal de que trata el inciso segundo del artículo 66 del CP?".

Agregó q ue si a su defendido "... se le hubiese ejecutado la sentencia mediante la cual el Juzgado 20 Penal del Circuito lo condenó dentro de un término legal, él ya habría pagado su sanción, puesto que la revocatoria procedía culminados los 90 días después de la ejecutoria más no 23 meses más tarde". vi) F i n a l m e n t e, manifestó q ue "... en este evento concreto se pñvó de la libertad a una persona a la cual de manera irregular se le contaron términos en su contra; error de la judicatura no atribuible a él, mismo que intento (sic) subsanar el juez vigilante años después basándose en un 6

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA incumplimiento supuesto de un compromiso que hiciere mi cliente. ¿Cuál compromiso? Si ya se evidenció, y así lo dejo (sic) en constancia el A-quo con base en información del Juez 2° de EPMS de Medellín, al decir que él no se comprometió a nada pues luego de varios intentos en su citación no compareció para ello."

CONSIDERACIONES

1. El s u s c r i to M a g i s t r a do es c o m p e t e n te p a ra c o n o c er del r e c u r so i n t e r p u e s to c o n t ra la decisión a través de la c u al se negó p or i m p r o c e d e n te la s o l i c i t ud de hábeas corpus p r e s e n t a da a favor de la l i b e r t ad p e r s o n al del c i u d a d a no S T I V EN A L Z A TE A R B O L E D A, de a c u e r do c on lo señalado p or el n u m e r al 2° del artículo 7° de la L ey 1 0 95 de 2 0 06 q ue d i s p o ne q ue "cuando el superior jerárquico sea un juez plural, el recurso será sustanciado y fallado integralmente por uno de los magistrados integrantes de la Corporación, sin requerir la aprobación de la sala o sección respectiva.

Cada uno de los integrantes de la Corporación se tendrá como juez individuar.

2. R e s u l ta o p o r t u no r e s a l t ar q ue la acción de hábeas

corpus es el m e c a n i s mo c o n s t i t u c i o n al erigido p a ra proteger la l i b e r t ad p e r s o n al f r e n te a l as a m e n a z as o a t e n t a d os q ue c o n t ra ella p r o d u c en a u t o r i d a d es j u d i c i a l es o policivas, ted c o mo se d e s p r e n de del artículo 1° de la Ley 7

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA 1 0 95 de 2 0 0 6, y c o mo lo ha prec i sado la r e i t e r a da j u r i s p r u d e n c ia de e s ta Corporación'^:

1. El hábeas corpus, consagrado como una acción constitucional en el artículo 30 de la Carta Política y reglamentado a través en la Ley 1095 de 2006, es una acción pública encaminada a la tutela de la libertad en aquellos eventos en que una persona es privada de ella con violación de sus garantías constitucionales y legales, o ésta se prolongue ilegáímente.

Se edifica o se estructura básicamente en dos eventos, a saber. 1. ' Cuando la aprehensión de una persona se lleva a cabo por fuera de las formas o especies constitucional y legalmente previstas para ello, como son: con orden judicial previa (arts. 28 C Pol, 2 y 297 L 906/94), flagrancia (arts. 345 L 600/00 y 301 L 906/04), públicamente requerida (art. 348 L 600/00) y administrativa (C-24 enero 27/94), esta

última con fundamento directo en el artículo 28 de la Constitución y por ello de no necesaria consagración legal, tal como sucedió -y ocurreen vigencia de la Ley 600 de 2000. 2. - Cuando ejecutada legalmente la captura la privación de libertad se prolonga más allá de los términos previstos en la Carta Política o en la ley para que el servidor público i) lleve a cabo la actividad a que está obligado (escuchar en indagatoria, dejar a disposición judicial el capturado, hacer efectiva la libertad ordenada, etc.), o ii) adopte la decisión que al caso corresponda (definir situación jurídica dentro del término, ordenar la libertad frente a captura ilegal -arts. 353 L 600/00 y 302 L 906/04entre otras).

3. Es claro q ue no se evidencia n i n g u no de l os eventos c o n t e n i d os en la l ey c o mo p r e s u p u e s to de h e c ho p a ra la p r o s p e r i d ad de la acción del hábeas corpus, en el a s u n to de la referencia. 7 Entre otros, el fallo de 7 de noviembre de 2008 dentro del proceso de hábeas corpus con radicación 30772.

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA En efecto, r e v i s a do el p l e n a r i o, se advierte q ue A L Z A TE A R B O L E DA se e n c u e n t ra p r i v a do de la l i b e r t ad p or o r d en

del J u z g a do S e g u n do de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Medellín, a u t o r i d ad e n c a r g a da de vigilar el c u m p l i m i e n to de la p e na de 24 m e s es de prisión p or el delito de Fabricación, tráfico y p o r te de a r m as de fuego o m u n i c i o n e s, q ue le i m p u so el J u z g a do V e i n te P e n al del C i r c u i to c on F u n c i o n es de C o n o c i m i e n to de Medellín, m e d i a n te s e n t e n c ia de 9 de d i c i e m b re 2 0 0 9. De la r e f e r i da s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia y de la r e v o c a t o r ia del beneficio de la suspensión c o n d i c i o n al de la ejecución de la p e n a, e s ta última a d o p t a da a c a u sa d el i n c u m p l i m i e n to de la obligación de p r e s e n t ar b u e na c o n d u c ta d u r a n te el periodo de p r u e b a, el a c c i o n a n te fue d e b i da y o p o r t u n a m e n te notificado, d i s p o n i e n do de los r e c u r s os o r d i n a r i os reglados en la Constitución y las leyes p a ra la d e f e n sa de s us derechos.

En c o n c o r d a n c i a, c o n t r a r io a lo r e l a t a do p or la defensa del a c c i o n a n t e, no se a p r e c ia q ue la privación de la l i b e r t ad h a y an sido ilegales, m o t i vo p or el c u al será c o n f i r m a da la decisión i m p u g n a d a.

4. No o b s t a n t e, se e s t i ma necesario a b o r d a r, en f o r ma breve, los alegatos e x p u e s t os p or el a p o d e r a do j u d i c i a l: i) De los e l e m e n t os e x i s t e n t es en el p l e n a r io se o b s e r va q ue el a u to de 22 de febrero de 2 0 1 2, dictado p or el

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA J u z g a do S e g u n do de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Medellín, no está s u s t e n t a do en la m e ra a u s e n c ia de la caución p r e n d a r ia y de la firma de la diligencia de c o m p r o m i s o, s i no en el h e c ho p r o b a do de q ue A L Z A TE A R B O L E DA incurrió en n u e v as c o n d u c t as ilícitas, e j e c u t a d as c on p o s t e r i o r i d ad al fallo en v i r t ud

del c u al fue beneficiario del s u b r o g a do p e n a l. En e se o r d e n, el p r o f e s i o n al d el d e r e c ho f a l ta a la v e r d ad en c u a n to sugiere q ue la r e v o c a t o r ia f ue "... extemporánea, no por faltar a los compromisos, sino por haberse superado el término legal de que trata el inciso segundo del artículo 66 del CP.". ii) C o n v i e ne r e c o r d ar q ue el hábeas corpus es u na acción c o n s t i t u c i o n al r e s e r v a da c on e x c l u s i v i d ad t o t al a la protección del derecho a la l i b e r t ad p e r s o n a l, s in q ue p u e d an d i s c u t i r se c on su invocación, a s p e c t os c o mo los q ue p r e t e n de el a c c i o n a n t e, q ue t i e n en q ue v er c on la p r o c e d e n c ia o no de l as m e d i d as s u s t i t u t i v as de la libertad, las cuales e s c a p an a la e s e n c ia de e s ta acción excepcional, p or s er un a s u n to de e x c l u s i va c o m p e t e n c ia de l os J u e c es de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d a d. iii) R e s p e c to d el m o m e n to procesal en el c u al el j u ez

ejecutor p u e de revocar el s u b r o g a d o, a c a u sa d el i n c u m p l i m i e n to d el a c ta de c o m p r o m i s o, r e s u l ta c o n v e n i e n te r e p r o d u c ir el criterio n o r m a t i vo q ue sobre ese a s u n to ha d e c a n t a do e s ta Corporación, el c u a l. 10

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA mutatis mutandis, r e s u l ta o p o r t u no p a ra r e s p o n d er a la i n c o n f o r m i d ad del acc i onante: Otorgada la suspensión condicional de la ejecución de la pena, el condenado debe asumir las obligaciones señaladas en el artículo 65 del Código Penal. La consecuencia que se deriva del acatamiento de los compromisos durante el período de prueba, como lo ordena el artículo 67 de esa misma codificación, es la extinción y liberación de la condena, previa resolución judicial. Sin embargo, la sentencia se puede ejecutar inmediatamente bajo los dos supuestos contemplados en el artículo 66 ibídem, esto es, cuando transcurridos 90 días a partir del momento de la ejecutoria de la sentencia en la cual se reconoció el subrogado, el amparado no compareciere ante la autoridad respectiva y por causa de la violación de cualquiera de las obligaciones suscritas por el condenado. Esas circunstancias facultan al juez de ejecución de penas, escuchado en descargos al condenado,

para adoptar una determinación al respecto. Siendo importante resaltar que esa autoridad judicial carece de facultades para revocar el subrogado penal por hechos ocurridos con posterioridad al período de prueba y tampoco puede hacerlo una vez dictada la providencia que extingue la pena por ese concepto. Sin embargo, el Legislador no fijó un término límite para que el juzgador evalúe el cumplimiento de las obligaciones adquiridas por el condenado y la mencionada revocatoria. La jurisprudencia, al ocuparse de esa indeterminación normativa, no ha sido uniforme. En decisión de Hábeas Corpus del 26 de junio de 2012 (Rad. 39298), se consideró que una vez vencido el período de prueba para la ejecución condicional de la pena, sin que se hubiese alegado el incumplimiento de los compromisos adquiridos, debe extinguirse la misma aun cuando aquellos en realidad no se hubieren acatado. Pues es deber tanto del juez de ejecución de penas y medidas de seguridad como de los sujetos procesales, velar por el cumplimiento de dichos compromisos dentro de ese período; una vez vencida esa oportunidad, es improcedente la revocatoria. 11

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA En una providencia posterior, de la misma naturaleza, auto del 10 de agosto del mismo año (Rad. 39647), se consignó una tesis contraria, allí se dijo que vencido el período de prueba y verificado el incumplimiento de los compromisos adquiridos, procede la revocatoria de la ejecución condicional de la pena. Esto, por cuanto la verificación del

cumplimiento de las obligaciones adquiridas en la diligencia de compromiso se surte una vez vencido dicho lapso. Por ende, sólo hasta ese momento el juez de ejecución de penas puede decidir acerca de la revocatoria o no de la suspensión condicional de la pena. La Sala encuentra que las dos tesis, aunque contrarias, comparten una misma preocupación: la situación jurídica del condenado beneficiado con el subrogado penal debe ser definida con prontitud por el juez competente. Dada la indeterminación normativa antes señalada, no es viable entender la fecha de finalización del período de prueba como un limite temporal para que el funcionario judicial verifique y se pronuncie al respecto, y menos que a partir de ese entendimiento le esté vedado al juzgador revocar la medida, de comprobarse el incumplimiento. Veamos algunas situaciones hipotéticas que ayudan a la comprensión de la anterior refiexión: i) Puede presentarse una violación de las obligaciones en las postrimerías del período de prueba o con anterioridad a la misma, pero que intencionalmente fueron ocultadas por el infractor, que sólo se podrían conocer con posterioridad. ii) Un pronunciamiento prematuro podría dar lugar a una providencia, con efecto de cosa juzgada, que eventualmente afectaría los derechos de las víctimas y de la sociedad en general. iii) En concordancia, lo deseable sería dejar un tiempo prudencial, para que las víctimas, los ciudadanos, el Ministerio Público u otras autoridades puedan informar sobre hechos a partir de los cuales se evidencia el incumplimiento, dado que lo contrarío implicaría un

esfuerzo de omnipresencia por parte del funcionario judicial, con el cual evidentemente no cuenta. iv) Finalmente, en manera alguna el p r o n u n c i a m i e n to posterior al periodo de prueba^ ñor hechos ocurridos 12

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA durante ese lapso, afecta los derechos del beneficiado con la medidcu p o r q ue lo c o n t r a r io seria aceptar que el infractor está a u t o r i z a do para aprovecharse de su propia actitud dolosa, ^ Resaltado fuera de textoiv) P a ra finalizar, en c u a n to a la manifestación d el a p o d e r a do j u d i c i al de q ue su p r o h i j a do " no se comprometió a nada", conviene r e p r o d u c ir lo d i c ho p or e s ta Corporación, en c o n c o r d a n c ia c on los artículos 6 3, 65 y 66 d el Código P e n a l, sobre l os c o m p r o m i s os q ue a d q u i e r en los c o n d e n a d os c u a n do s on beneficiarios de los s u b r o g a d os penales: En inrtud de esas normas, el beneficiado está obligado a informar todo cambio de residencia, observar buena conducta, reparar los daños ocasionados con el delito, comparecer personalmente ante la autoridad Judicial que vigile el cumplimiento de la sentencia, cuando fuere requerido para ello, y no salir del país sin previa autorización del funcionario que vigila la ejecución de la pena.

Sin embargo, la obligación de no incurrir en una nueva conducta penal, después de la sentencia condenatoria, como condición para obtener y mantener el subrogado penal, no tiene su origen en el acta de compromiso como lo asegura el accionante. Existe un imperativo legal y moral que debe obedecer el condenado consistente en no incurrir en una nueva conducta criminal, desde la sentencia condenatoria que concede el beneficio hasta la finalización del periodo de prueba, so pena de que el juez ejecutor tome la determinación de negarlo o revocarlo. Este es el entendimiento que se desprende del Artículo 477 [del C. de P. P.j en lo que concierne a la negación o revocatoria de los mecanismos sustitutivos de la pena privativa de la libertad: "De existir motivos p a ra negar o revocar los m e c a n i s m os sustitutivos de la p e na p r i v a t i va de la libertad, el juez de ejecución de penas y medidas de segundad los pondrá en conocimiento del condenado para 8 Fallo de tutela GSJ STP, 27 de agosto de 2013, Rad. 66429 13

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA dentro del término de tres (3) días presente las explicaciones pertinentes. La decisión se adoptará por auto motivado en los diez (10) días siguientes". (Resalta la Corte) Se equivoca el accionante al creer que él estaba obligado a no cometer otro delito a partir de la suscripción del acta de compromiso, cu.ando el Juzgado de Penas y Medidas de Seguridad, conforme a la norma transcrita, puede revocar la

medida siempre que advierta motivos suficientes para hacerlo. Se insiste, el juez ejecutor no está imposibilitado para verificar los hechos y revocar el subrogado. Si constata que, con posterioridad a la sentencia condenatoria y antes de la suscripción del acta de compromiso, el condenado incurrió en una nueva conducta punible debe verificar los hechos, garantizando el debido proceso, y tomar, en consecuencia, la decisión que corresponda. No es de recibo para esta Corporación la tesis según la cual, sólo a partir de la suscripción del acta de compromiso es posible revocar el subrogado, puesto que con la ocurrencia de un nuevo delito se desvirtúa la razón fundamental que tuvo de presente el juez de conocimiento para otorgar el beneficio, esto es, que no se requería de ¡a ejecución de la pena, como lo señala el No. 2 del Artículo 63 del Código Penal.^ En conclusión, a u n q ue se h a ga un análisis de f o n do sobre los m o t i v os de i n c o n f o r m i d ad del a p o d e r a do j u d i c i al del a c c i o n a n t e, respecto de la legalidad de la r e v o c a t o r ia del s u b r o g a do p e n al o la exigibilidad de los c o m p r o m i s o s, no se o b s e r va en el p r e s e n te c a so u na vulneración evidente del d e r e c ho f u n d a m e n t al a la l i b e r t ad p e r s o n a l.

En mérito de lo e x p u e s t o, el s u s c r i to M a g i s t r a do de la Seda de Casación P e n al de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, RESUELVE » Fallo de tutela CSJ STP, 21 de mayo de 2013, Rad. 66886 14

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STIVEN ALZATE ARBOLEDA CONFIRMAR la decisión i m p u g n a d a, p or l as r a z o n es e x p u e s t as en la p a r te m o t i v a. C o n t ra e s ta p r o v i d e n c ia no p r o c e de r e c u r so a l g u n o. Cópiese, notifíquese y devuélvase al T r i b u n al de origen.

NUBIA YOLANDA NOVA GARCÍA

Secretaria 15

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