CSJ - AP144-2017(49204)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AP144-2017(49204)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2017
República de Colombia Gane Suprema de Justicia Sala lie Casaclún Penal FERNANDO ALBERTO CASTRO CABALLERO Magistrado ponente AP144-2017 Radicación No. 49204 (Aprobado Acta No. 007) Bogotá, D. C.; dieciocho (18) de e n e ro de d os m il diecisiete (2017). La S a la se p r o n u n c ia sobre la a d m i s i b i l i d ad de l as d e m a n d as de casación p r e s e n t a d as p or l os defensores de G L O R IA C O N S U E LO RODRÍGUEZ M A D E RO y L I B A R DO J A R A M I L LO S A R M I E N TO c o n t ra la s e n t e n c ia d i c t a da p or el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, c o n f i r m a t o r ia de la c o n d e na p r o f e r i da p or el J u z g a do S e g u n do P e n al d el C i r c u i to de Descongestión de la m i s ma c i u d a d, a l a . p r i m e ra p or el delito de p e c u l a do p or apropiación y al último p or la c o n d u c ta p u n i b le de c o n t r a to s in c u m p l i m i e n to de l os r e q u i s i t os legailes. HECHOS Y ACTUACIÓN PROCESAL RELEVANTES: L os p r i m e r os f u e r on reseñados p or el ad quem en l os
•% s i g u i e n t es términos: CASACIÓN 4 9 2 04 GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS Se inició la investigación por las presuntas irregularidades en la contratación realizada en la Cámara de Representantes durante el periodo comprendido entre el 20 de julio de 1997 y el 20 de julio de 1999, por lo cual se abrió instrucción y se vincularon a la investigación funcionarios públicos y contratistas, en razón a que en los procesos de contratación se omitió la selección objetiva y transparente de los contratistas, se desconocieron los precios del mercado, presentándose sobrecosías, se allegó documentación falsa en las ofertas y se desatendió lo preceptuado en el Estatuto General de la Contratación de la Administración Pública —Ley 80 de 1993—. P a ra m e j or comprensión, se i n d i ca q ue este caso derivó de la r u p t u ra de la u n i d ad procesal de la actuación^ q ue o r i g i n a l m e n te se adelantó c o n t ra Mónica P a t r i c ia V a n e g as M o n t o y a, C l a u d ia P a t r i c ia S a n ta María Peña, J o a na P a t r i c ia González Paipa, E l e u t e r io C a l e n t u ra V e r a, G L O R IA C O N S U E LO RODRÍGUEZ M A D E RO y E R N E S TO C A B R E RA V E G A, en la c u al se i n v e s t i g a r on p e n a l m e n te diversos
c o n t r a t os y órdenes de c o m p ra c e l e b r a d os p or la Cámara de R e p r e s e n t a n t es en el período 1 9 97 y 1 9 9 9, e n t re esos l os siguientes: C o n t r a to N° 7 61 d el 29 de d i c i e m b re de 1 9 9 8, c u yo objeto e ra el s u m i n i s t ro de servicio de fotocopiado p or parte 1 Folios 168-276, cuaderno original N" 7, el 5 de octubre de 2 0 0 1, la Fiscalía Delegada ante la Unidad Especializada de Delitos Contra la Administración Publica, acusó a C O N S U E LO RODRÍGUEZ M A D E RO por el delito de interés ilícito en la celebración de contratos, respecto de los contratos números 627, 628, 649, 650, 465, 635 y 761 de 1998, 397, 819, 830, 9 5 1, 963 y 964 de 1999; y a E R N E S TO C A B R E RA VEGA, en calidad de cómplice de la m i s ma conducta delictiva, en relación con l os contratos números 819 y 9 51 de 1999; declaró la nulidad parcial del cierre de la investigación y, como consecuencia, la ruptura de la unidad procesal en orden a que se continuara el trámite de la actuación contra RODRÍGUEZ M A D E RO y C A B R E RA VEGA, por el delito de peculado por apropiación, referente a los m i s mo contratos indicados.
2 Casación 49204 GLORIA C O N S U E LO RODRÍGUEZ M A D E RO y O T R OS de la p e r s o na jurídica X e r c ol L t d a. p or un costo de $ 8 9 . 0 0 0 . 0 0 0. Contrato N° 760 del 21 de mayo de 1999, relativo a la compra de implementos de aseo al mismo contratista Xercol Ltda. por valor de $44.790.000. Contrato N° 819 del 8 de junio de 1999 por medio del cual se obtuvieron 750 cajas de formas continuas sin membrete por valor de $59.629.800, cuyo proveedor f ue E R N E S TO CABRERA VECA/Impelgráficas Cabrini y Cía. Contrato N° 951 del 14 de julio de 1999 suscrito para adquisición de 607 cajas de formas continuas con membrete, vendidas por CABRERA VECA/Impelgráficas por un valor de $49.992.520. En razón de los anteriores becbos, el 13 de abril de 2010 la Fiscalía Octava de la Unidad Nacional Especializada de Delitos Contra la Administración Pública acusó^ a Eberto Mercado Ortega, LIBARDO JARAMILLO SARMIENTO y a HENRY ZAPATA PÁEZ como determinadores de la conducta punible de contrato sin cumplimiento de requisitos legales cometida en concurso homogéneo, respecto de los contratos números 760 y 761 de 1999, en los que funge como contratista Xercol Ltda./Humberto
Guevara Amaya^, no obstante, se estableció que éste fue suplantado y su firma falsificada p or ZAPATA PÁEZ, a instancias de JARAMILLO SARMIENTO; a GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ M A D E RO como autora del delito de peculado por apropiación, también en concursó homogéneo, ^Folios 1-150, cuaderno original N° 16. ^Folios 48-58, cuaderno anexo de contratos, sumario 951; folios 2-11, cuaderno anexo, sumario 660. 3
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS y a E R N E S TO C A B R E RA V E GA en calidad de cómplice de esta última infracción. La acusación fue i m p u g n a da por los defensores de los acusados y c o n f i r m a da íntegramente en resolución del 18 de febrero de 2011 p or la Fiscalía Delegada a n te el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá^. El proceso le correspondió al J u z g a do 22 P e n al del Circuito de Bogotá y agotada la a u d i e n c ia preparatoria, la pública se inició el 9 de octubre de 2 0 12 y finalizó el 3 de octubre de 2 0 1 3. El a s u n to fue reasignado al J u z g a do S e g u n do P e n al de Circuito de Descongestión'^, d o n de se dictó s e n t e n c ia el 10 de
diciembre de 2 0 1 4, m e d i a n te la c u al se condenó a E b e r to M e r c a do O r t e ga p or el delito de c o n t r a to s in c u m p l i m i e n to de requisitos legales; a G L O R IA C O N S U E LO RODRÍGUEZ M A D E RO c o mo a u t o ra del delito de peculado p or apropiación en favor de terceros (art. 133 del C. P./80, modificado por el art. 19 de la Ley 1 90 de 1995), a la que se le fijaron las penas principales de 1 20 m e s es de prisión y $ 5 5 . 4 9 2 . 7 50 de m u l t a; a E R N E S TO C A B R E RA V E GA se le profirió fallo adverso c o mo cómplice de la m i s ma c o n d u c ta delictiva, a q u i en se le i m p u s i e r on 1 00 m e s es de prisión y $ 1 3 . 8 7 3 . 1 87 de m u l t a; a L I B A R DO J A R A M I L LO S A R M I E N TO y a H E N RY Z A P A TA PÁEZ 3 Folios 4-49, cuaderno original N" 18. ^ Acuerdo N° CSBTA-14-225 del 5 de marzo de 2 0 14 de la Sala Administrativa del Consejo Superior de la Judicatura, por el cual se incorporó el Juzgado 22 Penal de Circuito de Bogotá al sistema acusatorio y se redistribuyeron los expedientes a su
cargo. 4
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS se los juzgó c o mo d e t e r m i n a d o r es del delito de c o n t r a to s in c u m p l i m i e n to de los requisitos legales (art. 146, adicionado p or el a r t. 57 de la Ley 80 1993), a los cuales se les fijó 1 00 m e s es de prisión y el equivalente a 45 s.m.l.m.v. de m u l t a. I g u a l m e n t e, a c a da u no de los procesados se les i m p u so «como p e na accesoria... la interdicción del ejercicio de derechos y funciones públicas» y se l es otorgó la prisión domiciliaria. Además, a l os i n c u l p a d os RODRÍGUEZ M A D E RO y C A B R E RA V E GA se l os condenó a pagar el equivalente a 9 0 . 09 s.m.l.m.v. p or perjuicios m a t e r i a l e s. E sa decisión fue apelada por la b a n c a da de la defensa y el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá la revocó, el 22 de j u n io de 2 0 1 6, p a r c i a l m e n t e, p u es absolvió al p r o c e s a do E b e r to M e r c a do O r t e ga de l os cargos, confirmándolaen todo lo demás. Los defensores de los procesados G L O R IA C O N S U E LO
RODRÍGUEZ M A D E RO y L I B A R DO J A R A M I L LO S A R M I E N TO i n t e r p u s i e r on r e c u r so de casación c o n t ra la sentencia.
LAS DEMANDAS
1. Libelo presentado por el defensor de la procesada GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO: P r o p o ne seis cargos c o n t ra la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c i a, al a m p a ro de las causales p r e v i s t as en el artículo
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS' 1 81 de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, no o b s t a n te t r a t a r se este de un a s u n to regido p or la L ey 6 00 de 2 0 0 0. 1.1. Primer cargo: El p r i m er r e p a ro lo p l a n t ea c on f u n d a m e n to en la c a u s al s e g u n da p r e v i s ta en el artículo 181; de L ey 9 06 de 2 0 0 4, p or d e s c o n o c i m i e n to de la e s t r u c t u ra d el debido proceso p or afectación s u s t a n c i al de su e s t r u c t u ra o de la garantía d e b i da a c u a l q u i e ra de las partes, a c a u sa de la falta
de aplicación d el p r i n c i p io de non bis in ídem, c o n s a g r a do en el artículo 29 de la Constitución. F u n d a m e n ta el cargo en el h e c ho de q ue la procesada fue i n v e s t i g a da y c o n d e n a da p or la c o n d u c ta delictiva de interés i n d e b i do en la celebración de c o n t r a t o s, señalada en el artículo 4 09 del Código P e n a l, la c u al s u p o ne la asignación de u na c o m p e t e n c ia f u n c i o n al en el servidor público p a ra i n t e r v e n ir en el trámite, celebración o liquidación d el c o n t r a t o, así c o mo el provecho, que en c a so de lograrse «se entenderá subsumid[o] en cualquier otra conducta penal que reprim[á\ beneficio, ello en aplicación del principio de subsunción penal [pues] basta el interés entendido como la falta de imparcialidad para intervenir dad.o el ánimo de beneficiarse o de beneficiar a un tercero». Así m i s m o, p l a n t ea el i m p u g n a n te q ue valores c o mo la i g u a l d a d, la m o r a l i d a d, la eficacia, la economía, la celeridad, la i m p a r c i a l i d ad y la p u b l i c i d ad q ue r i g en la contratación a d m i n i s t r a t i v a, a la v ez q ue la función p r i m o r d i al de l os
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS servidores públicos, q ue es el servicio a l os intereses generales, se e n c u e n t r an implícitos en t o d os l os tipos penales r e l a c i o n a d os c on a q u e l la actividad de la administración pública, en consecuencia, el delito objeto de j u z g a m i e n to y c o n d e na a n t e r i or —interés i n d e b i do en la celebración de c o n t r a t o s— subsumió t o d os los c o m p o n e n t es q ue a h o ra se r e p r o c h an a través de la c o n d u c ta de peculado p or apropiación p or la q ue se c o n d e na a la procesada. P or c o n s i g u i e n t e, el d e m a n d a n te alega q ue el i n c r e m e n to p a t r i m o n i al q ue derivó p a ra el c o n t r a t i s t a, h a ce p a r te del interés i n d e b i do al q ue se refiere el artículo 4 09 del E s t a t u to P u n i t i v o, q ue fue objeto de valoración y j u z g a m i e n to en el p r o c e so p e n al en el c u al la i m p l i c a da resultó c o n d e n a da p or l os h e c h os m a t e r i a l i z a d os c u a n do en l os c o n t r a t os
números 8 19 Y 9 51 de 1 9 99 se afectó el p a t r i m o n io d el E s t a do c on el p a go de l os sobrecostos p a ra beneficiar p e c u n i a r i a m e n te al p r o p o n e n te escogido. El d e m a n d a n te c o n c l u ye q ue si el T r i b u n al h u b i e ra reconocido la e x i s t e n c ia de ese j u z g a m i e n to a n t e r i or p or los m i s m os h e c h o s, la s e n t e n c ia habría sido a b s o l u t o r ia en favor de la a c u s a d a. 1.2. Segundo cargo: C on f u n d a m e n to en la c a u s al p r i m e ra del a r t i c u lo 1 81 del Código de P r o c e d i m i e n to P e n al de 2 0 0 4, d e n u n c ia la s e n t e n c ia p or h a b er violado de f o r ma d i r e c ta la ley s u s t a n c i al l l a m a da a r e g u l ar el caso, en razón de la «aplicación 7
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS indebida... por desconocimiento y falta de aplicación del pñncipio del in dubio pro reo», esto es, el artículo 7° i b i d e m, p or c u a n to c o n s i d e ra q ue su r e p r e s e n t a da no cometió el
delito de p e c u l a do p or apropiación, ¡ El d e m a n d a n t e, p a ra f u n d a m e n t ar el cargo, de u na p a r te c u e s t i o na la falta de comprobación de la cuantía que pagó la Cámara de R e p r e s e n t a n t es p or los c o n t r a t o s, lo c u al incidió en la p e na de m u l ta fijada. De o t ro lado, critica q ue en la s e n t e n c ia se h a ya d a do p or cierto q ue la a c u s a da tenía la d i s p o n i b i l i d ad jurídica del p r e s u p u e s t o, valiéndose el T r i b u n al de la teoría compleja de la disponibilidad, la c u al fue e s b o z a da por¡ la C o r te en un a s u n to q ue no es análogo a este caso. Así m i s m o, a l u de a q ue el criterio de la selección objetiva en m a t e r ia de la contratación e s t a t al es <(un bien jurídico en sí mismo y... requisito esencial de los contratos de la administración pública», del q ue h a c en p a r te «la invitación a ofertar, la evaluación técnica imparcial, la acreditación de experiencia y la concesión de un puntaje justo», c u ya i n o b s e r v a n c ia da l u g ar a un evento típico Ide c o n t r a to s in c u m p l i m i e n to de r e q u i s i t os legales, q ue s u p o ne también el
beneficio económico p a ra el servidor o p¡ara un tercero, r e s u l t a do éste p or el q ue n u e v a m e n te se está i m p u t a n do r e s p o n s a b i l i d ad p e n al a su defendida.
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS De i g u al f o r m a, el defensor i n d i ca q ue las obligaciones p a ra la fase p r e c o n t r a c t u a l, d i s p u e s t as en la Resolución 0 9 75 de 1 9 95 — E s t a t u to P a ra la Administración de P e r s o n al p a ra l os servidores públicos de la Cámara de R e p r e s e n t a n t e s— no están a s i g n a d as únicamente a la f u n c i o n a r la a c u s a d a, q u i e n, en t o do caso, le d io c u m p l i m i e n to a t o do aquello q ue tenía a su cargo, p u es u na vez recibió ffZas necesidades», las remitió al p r e s i d e n te de la M e sa D i r e c t i va p a ra q ue a u t o r i z a ra su adquisición, s o l i c i t a ra el certificado de d i s p o n i b i l i d ad p r e s u p u e s t al y o r d e n a ra el trámite p r e c o n t r a c t u a l. Además, señala el i m p u g n a n te q ue l os trámites de la
preparación d el c o n t r a to se c u m p l en a través de d i s t i n t os órganos d e s c o n c e n t r a d o s, g e n e r a l m e n te de r a n go m e d i o, p e ro es el o r d e n a d or d el gasto q u i en t o ma las decisiones finales y c o n s e r va la r e s p o n s a b i l i d ad de ejercer los controles eficaces c on el propósito de q ue t o do el trámite esté c o n f o r me a la ley. P or t a n t o, c o n s i d e ra i r r e s p o n s a b le la m a n e ra c o mo el P r e s i d e n te de la M e sa D i r e c t i va de la Cámara de R e p r e s e n t a n t es dio a c o n o c er a la D i r e c t o ra A d m i n i s t r a t i va q ue no revisaría n i n g u na de s us a c t u a c i o n es en el trámite de la contratación, p r u e ba q ue d e m u e s t ra el a b a n d o no de las f u n c i o n es a cargo de a q u e l. Lo a n t e r i o r, según el r e c u r r e n t e, p o r q ue la desconcentración a u t o r i z a da p or el artículo 7° d el D e c r e to 6 79 de 1 9 9 4, r e g l a m e n t a r io del artículo 12 de la L ey 80 de
1 9 9 3, en «la realización de licitaciones o concursos para la 9
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS celebración de contratos, sin consideración a la naturaleza o cuantía de los mismos, en los funcionarios de los niveles directivo, ejecutivo o sus equivalentes», no i n c l u ye la adjudicación o la celebración d el c o n t r a t o, en t a n to que, según el artículo 21 de la Ley 1 1 50 de 2 0 0 7, la delegación no e x o n e ra a l os r e p r e s e n t a n t es legales de s us deberes de c o n t r ol y v i g i l a n c ia de la a c t i v i d ad p r e c o n t r a c t u al y c o n t r a c t u a l, ni la desconcentración i m p l i ca autonomía en su ejercicio, respecto de q u i en no es o r d e n a d or del gasto. En consideración a lo dicho, el defensor a r g u m e n ta q ue en el caso de la i n c u l p a da RODRÍGUEZ M A D E RO no se dio la delegación, p u es fue el p r e s i d e n te de la M e sa D i r e c t i va de la Cámara de R e p r e s e n t a n t es q u i en autorizó la c o m p ra de papelería, cursó p e r s o n a l m e n te las c o m u n i c a c i o n es i n t e r n as
al jefe de la División F i n a n c i e ra y de P r e s u p u e s to p a ra la certificación de d i s p o n i b i l i d ad p r e s u p u e s t a l; además, u na vez a g o t a d as l as etapas d e s c o n c e n t r a d as de convocatoria, recepción y evaluación de ofertas, a cargo de la Dirección A d m i n i s t r a t i v a, el m i s mo p r e s i d e n te seleccionó a l os oferentes y d i s p u so la elaboración de l as m i n u t a s, e i g u a l m e n t e, celebró los c o n t r a t os a n o m b re de la e n t i d ad y ordenó l os p a g os a favor d el c o n t r a t i s ta c on cargo a l os r e c u r s os de la Cámara. P or t a n t o, el r e c u r r e n te c o n c l u ye q ue el T r i b u n al debió reconocer la e x i s t e n c ia de d u da p r o b a t o r ia y, en c o n s e c u e n c i a, absolver a la procesada. 10
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS 1.3. Tercer cargo principal: C on s u s t e n to en la c a u s al t e r c e ra del artículo 1 81 d el E s t a t u to P r o c e s al P e n a l, el d e m a n d a n te alega el m a n i f i e s to
d e s c o n o c i m i e n to de las reglas de producción y apreciación de l as p r u e b as en q ue se f u n da la s e n t e n c i a, p or h a b er i n c u r r i do el j u z g a d or en un falso j u i c io de e x i s t e n c ia al s u p o n er un m e d io p r o b a t o r i o. Según el r e c u r r e n t e, el e r r or q ue s o p o r t an l as s e n t e n c i as de p r i m e ra y s e g u n da i n s t a n c ia se evidencia en c u a n to a f i r m an q ue (i) si b i en la p r o c e s a da c o mo D i r e c t o ra A d m i n i s t r a t i va no e ra la o r d e n a d o ra del gasto, en t o do caso tenía bajo su r e s p o n s a b i l i d ad a d e l a n t ar el trámite c o n t r a c t u al p a ra la adjudicación de l os bienes y servicios necesarios p a ra el n o r m al f u n c i o n a m i e n to de la Cámara de R e p r e s e n t a n t e s; (ii) en relación c on el c o n t r a to 9 51 de 1 9 99 la a c u s a da «debió [hacer] un estudio de mercadeo que no se encuentra dentro de los documentos aportados al proceso, con el fin de proteger los recursos públicos. ..»y; (iii) a p e s ar de q ue
el c u a d ro compárativo de las p r o p u e s t as debía ser elaborado p or l os asesores, la i n c r i m i n a da c o mo D i r e c t o ra A d m i n i s t r a t i v a, e ra q u i en «aportaba los documentos a los cuales [aquéllos] debían limitarse para el análisis, es decir, en últimas le correspondía a RODRÍGUEZ MADERO, realizar el correspondiente estudio de mercadeo para que [ l os asesores] pudieran... sugerir de forma correcta lo más conveniente para la celebración del contrato...» 11
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROSÍ R e t o ma el d e m a n d a n te la mención q ue se h a ce en la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c ia a c e r ca de la i n e x i s t e n c ia de d o c u m e n t os r e l a c i o n a d os c on el e s t u d io de m e r c a d eo y q ue esa «omisión que favoreció la adquisición de los ínsumos por un precio muy superíor a los del mercado, en desmedro del patrímonio público que desde su posición la encartada debía velar por proteger, máxime cuando, el ordenador del gasto invocando lo preceptuado en el artículo 32 de la Resolución MD 0975 de 1995 le dirigió a la procesada un oficio», a través del c u al le i n d i c a ba cuáles e r an l as f u n c i o n es de su
d e p e n d e n c ia en el trámite de la contratación. En c o n s e c u e n c i a, el r e c u r r e n te e s t i ma q ue frente a esa falencia p r o b a t o r ia l os j u z g a d o r es no podían referirse a sobrecostos y c o n c l u ir q ue la p r o c e s a da incurrió en el delito de p e c u l a do p or apropiación en favor de terceros, luego q ue la s e n t e n c ia se fundó solo en la «suposiciónprobatoria [de ser la] única encargada de la etapa precontractual; sin tener en cuenta que varios funcionarios actuaron con ella, tales como el propio presidente de la mesa directiva de la Cámara de Representantes, la oficina jurídica y la oficina de presupuesto». El a b o g a do e n t o n c es extraña la p r u e ba p a ra d e t e r m i n ar el precio de l os e l e m e n t os a d q u i r i d os en la época de l os h e c h o s, p a ra c u ya aclaración la a c u s a da aportó el r e c o rd de lo q ue la Cámara de R e p r e s e n t a n t es y o t r as entidades estatales p a g a r on p or e sa clase de bienes e h i zo s o l i c i t ud de p r u e b as a la Fiscalía, pero le fue n e g a d a, p o r q ue el C.T.L no c o n t a ba c on p e r i t os y «los juzgadores de instancia [ no
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS a n a l i z a r o n] estas pruebas fundamentales para establecer aquello que hoy se echa de menos en esta investigación, por fallas investigativas...» C o n c r e ta q ue los j u z g a d o r es no t u v i e r on en c u e n ta el oficio 3 5 93 F G N . C T I . D N . S I . G D C A P . I J. d el 18 de j u l io de 2 0 0 1, a través del c u al el perito indicó que: Una vez revisados algunos de los procedimientos técnicos y de evaluación, el investigador asignado establece, que la misma debe ser desarrollada por parte de un perito o expertos en estudio de mercadeas, ya que el suscñto no cuenta con los conocimientos profesionales que le permitan desarrollar dicho peritaje, por tanto no le es posible emitir un concepto al respecto... En criterio d el censor, c on f u n d a m e n to en ello el T r i b u n al debió r e c o n o c er la i n e x i s t e n c ia de p r u e ba pericial r e l a c i o n a da c on el precio histórico de l os e l e m e n t os a d q u i r i d os m e d i a n te l os c o n t r a t os números 8 19 y 8 51 de 1 9 99 y absolver a la i m p l i c a d a, p u es l os s u p u e s t os s o b r e c o s t os no tenían n i n g u na acreditación. El ad q u e m, en
c a m b i o, «supuso contar con los elementos probatorios que permitían sustentar esa afirmación, haciendo una deducción aritmética sin tener la base pericial que le permitiera establecer el monto del valor superior del precio de los elementos objeto de la .contratación». 1.4. Cuarto cargo: Al a m p a ro de c a u s al p r i m e ra del artículo 1 81 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, el d e m a n d a n te p l a n t ea la «violación directa de 13
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS la ley sustancial por errónea aplicación del artículo 30 del Código Penal». A f i r ma q ue d e n t ro de l as f u n c i o n es de la p r o c e s a da c o mo D i r e c t o ra A d m i n i s t r a t i va no tenía la f a c u l t ad de a d j u d i c ar el c o n t r a to y q ue la confrontación d el c u m p l i m i e n to de las exigencias legales e r an r e s p o n s a b i l i d ad del P r e s i d e n te de la M e sa D i r e c t i va de la Cámara de R e p r e s e n t a n t e s. P or t a n t o, c o n s i d e ra q ue a q u e l la «solo podría ser sometida a reproche en calidad de determinadora y así reconocérsele la rebaja de pena contenida en el inciso cuarto del artículo 30 del Código Penal», p u es en la s e n t e n c ia
se reconoce q ue no e ra o r d e n a d o ra del gasto,, además de q ue no h u bo delegación p a ra la contratación. En eso r e s p a l da el i m p u g n a n te q ue a la a c u s a da no se le podía i m p u t ar autoría en el delito de p e c u l a d o, m e n os a un si el tercero en c u yo interés actuó es t e n i do p or cómplice y al o r d e n a d or del gasto se lo condenó p or el delito de p e c u l a do culposo, m a n e ra en la c u al a los partícipes se les a c u sa «por delito o delitos de mayor riqueza jurídica, [atentando] contra el principio de igualdad típica». El c e n s or r e c a ba q ue c o n f o r me a l as directrices de la Cámara de R e p r e s e n t a n t e s, en l os c a s os de contratación d i r e c ta la p r o c e s a da no tenía a su cargo la adjudicación del negocio al c o n t r a t i s t a, p u es la i n i c i a t i va e ra f a c u l t ad d el P r e s i d e n te de la M e sa D i r e c t i v a, m i e n t r as q ue la D i r e c t o ra 14
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS A d m i n i s t r a t i va s i m p l e m e n te e j e c u t a ba l as órdenes q ue la
M e sa le impartía a través de a q u e l, y en t o do c u a n to e ra p r o p io de su l a b or la f u n c i o n a r ia i m p l i c a da actuó d e n t ro del m a r co legal, s in i n c u r r ir en acción u omisión i r r e g u l ar en la celebración de los c o n t r a t os números 8 19 y 8 51 de 1 9 9 9. Así m i s m o, e x p o ne q ue c o n f o r me al artículo 11 de la L ey 80 de 1 9 93 ida competencia para ordenar y dirigir la celebración de licitaciones o concursos y para escoger contratistas será del jefe o representante de la entidad, según el caso»; i g u a l m e n t e, q ue la a c u s a da i n t e r v i no en el trámite de la e t a pa p r e c o n t r a c t u a l, no en la decisión final de celebrar el negocio y o r d e n ar el gasto, de m a n e ra q ue s i e n do los tres v e r b os rectores del t i po p e n al t r a m i t a r, celebrar o l i q u i d ar un c o n t r a to a d m i n i s t r a t i v o, sostiene q ue en l as d i s t i n t as etapas se c u m p l i e r on los r e q u i s i t os esenciales. De o t ra p a r t e, a f i r ma q ue las p r o p u e s t as p r e s e n t a d as
p or l os oferentes s u m i n i s t r a b an los d a t os n e c e s a r i os p a ra q ue el comité e v a l u a d or — no la señora RODRÍGUEZ M A D E R O — s u g i r i e ra cuál e ra la más a d e c u a d a, u na v ez e s t u d i a d os l os precios históricos d el m e r c a do y el d i a r io oficial de contratación, de lo c u al d e d u ce q ue el e l e m e n to s u b j e t i vo d el delito r e l a t i vo al propósito de o b t e n er p r o v e c ho p a ra sí, p a ra el c o n t r a t i s ta o p a ra un tercero no se p r o d u j o. 15
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS El defensor f i n a l i za diciendo q ue la s e n t e n c ia debió reconocerle a la i m p l i c a da la r e b a ja q ue c o r r e s p o n de a la c o m p l i c i d a d. 1.5. Quinto cargo: B a jo el s u p u e s to de la c a u s al p r i m e ra del artículo 1 81 del Código de P r o c e d i m i e n to P e n a l, el recxirrente alega la violación d i r e c ta de la ley s u s t a n c i al p or falta de aplicación
de los artículos 4 00 y 23 del Código P e n a l. P a ra evidenciar el error, i n d i ca q ue en la s e n t e n c ia c e n s u r a da se da p or cierto que el p r e s i d e n te de la Cámara de R e p r e s e n t a n t es delegó a C L O R IA C O N S U E LO RODRÍGUEZ M A D E R O, en su condición de directora a d m i n i s t r a t i v a, " Za evaluación de las propuestas y la escogencia de los contratistas..., [ a f i r m a n do q u e] ésta también desatendió el d e b er objetivo en dicha escogencia por no hacer una evaluación seria de las propuestas, permitiendo documentación falsa y sobrecostos, que conllevaron a que el Presidente de la Mesa Directiva suscribiera los contratos que favorecían a terceros en detrimento de la entidad...» El d e m a n d a n te c u e s t i o na q ue a pesar de esos conceptos, p r o p i os del delito culposo, la c o n d e na se profirió p or un delito doloso, c u a n do lo q ue se ha c o n s i d e r a do en las i n s t a n c i as es q ue la apropiación de los bienes del E s t a do p or 16
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GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ MADERO Y OTROS p a r te de un tercero se dio m i e n t r as e s t a b an «bajo el mando y supervisión de GLORIA CONSUELO RODRÍGUEZ
MADERO... [y ésta] obró de forma descuidada en las labores de control y supervisión que le competían como jefe...». El i m p u g n a n t e, basándose en el a r t i c u lo 2 6, n u m e r a l es 4° y 5°, de la L ey 80 de 1993^, advierte q ue allí no se a s i g na a l g u na obligación específica a cargo de la procesada, q ue ésta h u b i e ra d e s a t e n d i do en la actuación a su cargo, referente a l os c o n t r a t os d i s c u t i d o s, p u es l as n o r m as se l i m i t an a fijar las directrices generales q ue guían la labor. C o n s i d e r a, e n t o n c e s, q ue no h ay «... duda [de] Za existencia de la norma de cuidado a cargo de la procesada, como tampoco [de] su desatención en la celebración de los contratos 819 y 951 de 1999, en virtud de la excesiva confianza depositada en sus subalternos, a cuyo criterio se sometió, sin fórmula de juicio atendible; ya que lo único que hizo fue dar trámite a los términos de referencia conforme a lo ordenado por la Mesa Directiva y el ordenamiento legal vigente». ^Artículo 26: Del Pñncipio de Responsabilidad. En virtud de este pñncipio:... 4o. Las actuaciones de los servidores públicos estarán presididas por las reglas sobre administración de bienes ajenos y por los mandatos y postulados que gobiernan una
conducta ajustada a la ética y ala justicia. 5o. La responsabilidad de la dirección y manejo de la actividad contractual y la de los procesos de selección será del jefe o representante de la entidad estatal quien no podrá trasladarla a las juntas o consejos directivos de la entidad, ni a las corporaciones de elección popular, a los comités asesores, ni a los organismos de control y vigilancia de la misma. 17
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