CSJ - AP1946-2017(46599)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AP1946-2017(46599)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2017
Republica de Colombia Cortfl Suprama de Jsstlcla Sala Si CatacMi Ptnd PATRICIA SALAZAR CUELLAR Magistrada ponente AP1946-2017 Radicacidn n° 46599 (Aprobado A c ta n" 90) Bogota D.C., veintidos (22) de m a r zo de d os m il diecisiete (2017) C on el f in de verificar si reiine los requisitos formales que condicionan su a d m i s i o n, bajo la r i t u a l i d ad de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, la S a la e x a m i na la d e m a n da de casacion p r e s e n t a da p or el defensor de M I G U EL A N G EL V A R G AS V A R G AS en c o n t ra del fallo proferido el 10 de j u n io de 2 0 15 por el T r i b u n al S u p e r i or de Bogota, q ue c o n f i r mo la sentencia c o n d e n a t o r ia e m i t i da el 12 de m a r zo d el m i s mo a no por el Juzgado 41 P e n al del C i r c u i to con sede en esta ciudad. HECHOS En l os fallos de p r i m er y segundo grado se declaro probado que el 5 de abril de 2 0 13 M I G U EL A N G EL V A R G AS / . 47 Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas toco c on a n i mo libidinoso la v a g i na y o t r as partes d el cuerpo de la n i na Y.F.G.F., de 11 a n os de edad. El
procesado, m e d i a n te a m e n a z a s, obligo a la m e n or a q ue a b a n d o n a ra el colegio y se f u e ra c on el en un v e h i c u lo de su propiedad, en el que p e r m a n e c i e r on d u r a n te v a r i as h o r a s. D i as antes, V A R G AS V A R G AS h a b ia realizado la m i s ma c o n d u c t a, por lo m e n os en u na ocasion. ACTUACI6N RELEVANTE Bajo el a n t e r i or p r e s u p u e s to factico, el seis de abril de 2 0 13 la Fiscalia le i m p u to al procesado el delito de acto s e x u al violento, agravado p o r q ue la v i c t i ma t e n ia m e n os de 14 ahos, consagrado en l os articulos 2 06 y 2 1 1, n u m e r al 4°, de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, en la m o d a l i d ad de c o n c u r so h o m o g e n eo de c o n d u c t as p u n i b l e s. El 27 de m a yo del m i s mo a ho lo acuso p or los m i s m os hechos. La calificacion j u r i d i ca se m a n t u vo i n c o l u m e. U na v ez agotados l os t r a m i t es previstos en el o r d e n a m i e n to procesal p e n a l, el J u z g a do 41 P e n al d el
Circuito lo c o n d e no a las p e n as de p r i s i on e i n h a b i l i t a c i on p a ra el ejercicio de derechos y funciones publicas p or el t e r m i no de 1 40 meses, t r as h a l l a r lo p e n a l m e n te responsable del delito i n c l u i do en la acusacion. Al resolver el r e c u r so de apelacion i n t e r p u e s to p or la defensa, el T r i b u n al S u p e r i or de B o g o ta c o n f i r mo la Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas condena, m e d i a n te proveido del p r i m e ro de j u n io de 2 0 1 5, que f ue objeto d el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casacion i n t e r p u e s to por el m i s mo sujeto procesal. LA DEMANDA DE C A S A C I 6N Al a m p a ro de la c a u s al de casacion consagrada en el articulo 1 8 1, n u m e r al p r i m e r o, de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, el i m p u g n a n te p l a n t ea q ue l os juzgadores v i o l a r on d i r e c t a m e n te la l ey s u s t a n c i a l, c o n c r e t a m e n te l as n o r m as q ue c o n s a g r an la p r e s u n c i on de inocencia y su correlato, el
in duhio pro reo. L u e go de t r a s c r i b ir varios conceptos d o c t r i n a r i os y j u r i s p r u d e n c i a l es sobre el sentido y alcance de las figuras en m e n c i o n, a n u n c io q ue no c u e s t i o n a r ia la valoracion fdctico probatoria realizada por el fallador en su sentencia!. S in embargo, a r e n g l on seguido e x p u so s us opiniones sobre la f o r ma c o mo las p r u e b as d e b en ser valoradas. Hizo enfasis en q ue la declaracion de la v i c t i ma no merece credibilidad, p o r q ue es probable q ue h a ya m e n t i do p a ra eludir las consecuencias de haberse alejado del colegio en el carro del procesado. P a ra evitar repeticiones inutiles, s us a r g u m e n t os s e r an analizados en detalle en el siguiente acapite. Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas B a s a do en esos p l a n t e a m i e n t o s, solicita a la Corte casar el fallo i m p u g n a do y emitir u no de reemplazo, de caracter absolutorio.
CONSIDERACIONBS DE LA SALA
1. La Corte e n c u e n t ra o p o r t u no reiterar que el recurso extraordinario de casacion, conforme a los l i n e a m i e n t os del articulo 1 81 d el Codigo de Procedimiento P e n al de 2 0 0 4,
precede c o mo un c o n t r ol c o n s t i t u c i o n al y legal de l as sentencias proferidas en s e g u n da i n s t a n c ia en los procesos adelantados p or delitos, c u a n do afectan derechos y garantias f u n d a m e n t a l e s, por los m o t i v os sehalados en las causales previstas por el legislador. De la m i s ma m a n e r a, recalca c o mo el inciso segundo del articulo 184, ibidem, establece que no sera seleccionada la d e m a n da q ue se e n c u e n t re en c u a l q u i e ra de l os siguientes supuestos: si el d e m a n d a n te carece de interes, prescinde de sehalar la causal, no desarroUa los cargos de s u s t e n t a c i on o c u a n do de su contexto se advierta f u n d a d a m e n te q ue no se precisa d el fallo p a ra c u m p l ir algunas de las finalidades del recurso.
2. Bajo las anteriores p a u t a s, la d e m a n da p r e s e n t a da por el defensor de M I G U EL A N G EL V A R G AS V A R G AS no r e u ne l os requisitos p a ra su a d m i s i o n, por las siguientes
razones: Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas En p r i m er t e r m i n o, porque oriento la c e n s u ra por la s e n da de la c a u s al de casacion consagrada en el n u m e r al
p r i m e ro del articulo 1 8 1, que t r a ta de la violacion directa de la ley sustemcial, pero dirigio s us esfuerzos a cuestionar la f o r ma c o mo el Juzgado y el Tribuneil valoreiron las pruebas, lo q ue es propio de la violacion indirecta, a q ue alude el n u m e r al tercero i d e m. Al m a r g en de l os errores formales de la d e m a n d a, el i m p u g n a n te no e s t r u c t u ro un cargo acorde ed sentido y alcemce d el recurso e x t r a o r d i n a r io de casacion. L as falencias de su a r g u m e n t a c i on p u e d en sintetizarse de la siguiente m a n e r a: P r i m e r o. Trasgredio flagrantemente el principio de correccion m a t e r i a l, en la m e d i da en q ue desdibujo l os a r g u m e n t os d el T r i b u n a l, c on el fin de darle visos de coherencia y solidez a s us p l a n t e a m i e n t o s. C on esa finalidad, en varias paginas de su escrito (54, 64 y 66) aseguro que la c o n d e na se e s t r u c t u ro sobre la idea de que los m e n o r es " n u n ca mienterf. A m a n e ra de ejemplo, en la p a g i na 54 se lee lo siguiente: Por consiguiente hay dudas e inconsistencias en la historia presentada por el fallador y muchas mds en la responsabilidad
endilgada a mi prohijado, luego no se cumple a cabalidad con el requisito de convencimiento mds alia de duda, porque en realidad lo que se observa es un rosario de dudas sin esclarecer y que en voz del operador judicial se tratan de compensar Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas infructuosamente con reflexiones, referencias academicas, medicas, jurisprudencia e incluso con reglas de la logica y la experiencia que sostienen que "un menor de edad no miente Jamas... De la simple l e c t u ra del fallo de s e g u n da i n s t a n c ia se extrae q ue el T r i b u n al partio de un concepto s u s t a n c i a l m e n te diferente p a ra valorar l as p r u e b as practicadas d u r a n te el j u i c io oral. Dijo: En este punto debe resaltarse que, el valor probatorio del testimonio de nihos, nihas y adolescentes no puede verse afectado por criterios sesgados fundados en la edad, sexo o motivos semejantes sino, por el contrario, deben ser analizados a partir de las depuradas recomendaciones jurisprudenciales que, en nuestro medio, reconoce su especial situadon. "La jurisprudencia de la Sala ha sido reiterativa en sehalar que los menores de edad no deben desecharse como testigos por el solo hecho de su edad, sino que corresponde al Juez, dentro de la Sana critica, evaluar sus dichos conjuntamente con las demds pruebas a fin de otorgarle el alcance a que haya lugar. Ha insistido esta Corporacion, igualmente, desde la sentencia del 26
de enero de 2006 (Gas. 23706), que la declaracion del menor victima de abuses sexuales, por el impacto del acto en su memoria, es altamente confiable. Aqui no se reniega de esos lineamientos sino que se reafirman. Y se enfatiza que la Corte, de la misma forma que ha rechazado la tesis de considerar falsos los testimonies de los menores de edad por ser fdcilmente sugestionables o carecer de pleno discernimiento, en ningun momento ha expresado que deba creerseles en todos los casos, solo p or su condicion de Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas posibles victimas de un abuso sexuaU. Como testigos que son, deben examinarse sus dichos de conformidad con los criterios de apreciacion del testimonio previstos en el articulo 404 del Codigo de Procedimiento Penal..." (CSJ SP, 23 Feb. 2011, Rod. 34568). A la l uz de estos referentes, concluyo: Atendiendo estos lineamientos, la Sala anticipa, no hay motivos para restar credibilidad al testimonio de Y.F.G.F., pues aunque no se desconocerd que existen algunas imprecisiones en su dicho ello no significa, como lo pretende el recurrente, que el atentado contra la libertad, integridad y formacion sexuales por lo que fue denundado y finalmente condenado VARGAS VARGAS, no ocurrio o que la niha este mintiendo. Por el contrario, las expresiones y lenguaje de la victima muestran un relate claro, consistente ajustado a la realidad que estaba viviendo al punto que no solamente describio lo sucedido sino que identified al aqui acusado como la persona que realizd tocamientos libidinosos en
su cuerpo. Tales manifestadones guardan coherencia y coinddencia con las versiones narradas por los demds testigos de cargo. A si las cosas, a f i r m ar q ue la c o n d e na se e s t r u c t u ra sobre la idea de que "un menor de edad no miente jamds", e n t r a i ia u na flagrante tergiversacion de los f u n d a m e n t os de la sentencia, no solo p o r q ue los juzgadores h i c i e r on a l u s i on a precedentes j u r i s p r u d e n c i a l es que r e i t e r an lo c o n t r a r i o, sino a d e m as p o r q ue e x p u s i e r on l as reizones de la v e r o s i m i l i t ud de la declaracion de la v i c t i m a. ^ Negrillas fuera del texto original. Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas Segundo. Se limito a exponer s us p u n t os de vista sobre la valoracion probatoria, s in ocuparse de d e m o s t r ar en q ue consistieron l os yerros de l os juzgadores y de explicar la relevancia de l os m i s m os en el a m b i to d el recurso extraordinario de casacion. En efecto, a u n q ue aseguro q ue no cuestionaria la " valoracidn fdctico probatoria realizada por el fallador en su sentencia", a lo largo de su escrito planted lo siguiente: Los testimonios recaudados a los familiares y ala misma victima YDFG no acaecen solo por el querer ayudar desinteresadamente
a la administracion de justicia, ya que dejan en claro que hay intereses personalisimos de cada uno de los deponentes que supera el desinteres para tomarse como interesados, sumese que con excepcion de la menor, los demds emergen como referenda (sic) el conodmiento del "testigo exculpatorio" que lejos de limitarse al reconodmiento del hecho flagrante y sin motivo aparente, vincula situadones anteriores que bien la exculparian o bien la premiarian; asi se vincula a VARGAS VARGAS como responsable de otro evento indeterminado en el cual tambien medid intimidadon con navaja, pero extrahamente se determina por la Polida que pese a la inmediatez de la requisa, la misma nunca se encontro, luego el dicho de mi prohijado sobre ser inocente bien podia ser cierto, emergiendo nuevamente y por "n" vez la duda. (...) Pero el relato de YDFG, contario a lo que considera el Tribunal no se perdbe espontdneo, reiterativo, consistente ni natural, entendida esta ultima categoria como la narradon de hechos vivendales historicos que correspondan a la realidad de los Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas V£u-gas posibles delitos y mucho menos de la situacidn de flagrancia porque ilustra lo ocurrido en terminos que no corresponden al hecho aceptado por el fallador, es decir, habia mds que suficientes motives para mentir al momento de ser sorprendida por los familiares a quienes habia hecho creer que estaba en el colegio y a quienes pretendia hacer creer que salia del mismo a las 5 de la tarde, por eso su retomo a las 5 de la tarde para no
levantar sospechas de su f u ga lo cual es diciente en la medida que indica que no era violentada sino que p or el contrario, imponia horarios a M I G U EL A N G EL V A R G A S, es decir, no esttxba siendo v i o l e n t a da ni amenazada^. (...) Sin embargo, la tecnica de entrevista utilizada con YDFG fue tecnicamente mal conducida emergiendo como causa principal de yerros de los falladores que la valoraron inapropiadamente sin profundizar en el contexto de la produccion, mas cuando debio examinarse de conformidad con los criterios previstos en el procedimiento penal, sin pardalidad, sin prevenddn por ser menor de edad, sin estereotipos ilogicos de que el menor de edad no miente, ni prejuicios de ningun tipo y sin marginar de la evaluadon los demds medios de convicdon, de cuyo ejerddo finalmente surgiria el merito que le correspondia. Como ya se anticipd, es altamente probable y en ningun modo dudable que los hechos hubiesen sido manipulados, tergiversados o desdibujados sin que las demds evidendas tuvieran la capacidad de corroborar la situadon puesta en conodmiento de la autoridad judidal, lo que enerva la fuerza probatoria del testimonio de YDFG cuya credibilidad deriva fundamentalmente de la condicion de menor de edad y el concepto de que "los menores victimas de delitos sexuales nunca mienten" y la espontaneidad, naturalidad, reiteracion, consistenda y coherenda del relato deducidos por el fallador se pone en duda ^ Negrillas fliera del texto original. Casacion No. 46599
Miguel Angel Vargas Vargas al analizar los motivos de intervencion tal cual se indico anteriormente. En esta disertacion, en algunos pasajes inentendible, el censor no explico en que consistieron los errores de la entrevista practicada a la victima, ni la f o r ma c o mo l os m i s m os d e t e r m i n a r on o incidieron en la condena. En estricto sentido, se limito a o p i n ar que los relatos de l os familiares de la n i na Y . D . F . G. no m e r e c en credibilidad porque a c t u a r on interesadamente, pero no preciso: (i) en que se basa peira concluir que los padres de la v i c t i ma a c t u a r on c on la i n t e n c i on de que se le i m p u s i e ra u na larga c o n d e na al procesado, a pesar de q ue este se limito a realizar un "poseo inocente c on u na n i na de 11 anos; (ii) en que consistieron los errores del J u z g a do y el T r i b u n a l; (iii) c u al es la trascendencia de esos errores, en el a m b i to del recurso e x t r a o r d i n a r io de casacion, esto es, si se presento un falso j u i c io de existencia (se valoro u na p r u e ba inexistente, o se dejo de valorar u na legalmente practicada); de identidad (se adiciono, cerceno o tergiverso un d e t e r m i n a do m e d io de prueba); o si los falladores, al valorar
las pruebas, i n c u r r i e r on en un falso raciocinio por h a b er desatendido o aplicado incorrectamente a l g u na m a x i ma de la experiencia, l as reglas de la logica o el conocimiento tecnico cientifico. Su exposicion, a lo s u m o, p o d r ia tenerse c o mo un a r g u m e n to propio de l as instancias, pero bajo n i n g u na c i r c u n s t a n c ia c o mo s u s t e n t a c i on adecuada d el recurso extraordinario de casacion. 10 Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas Tercero. Le a t r i b u ye al fallador de segundo grado no h a b er aplicado s u p u e s t os m a x i m as de la experiencia, pero hace a l u s i on a e n u n c i a d os generales y abstractos q ue no c o r r e s p o n d en a d i c ha categoria. Dijo: Se desconocen asi contextos que rodearon el hecho y que contienen p r e m i s as de logica y experiencia irrebatibles para cuestionar y hacer dudar del dicho de la menor que claramente se observa atemorizada por sus padres al ser descubierta faltando a clases y llegando al colegio a la hora de salida en el carro de un amigo lo que le produjo gran nerviosismo y llanto, no solo por ser descubierta sino por reaccion de sus padres que agredieron fisicamente al sehor VARGAS, los golpes al carro, la griteria y ruidos de personas que se amontonaron alrededor del
auto, en el cual reglas e l e m e n t a l es de la logica y la experiencia ilustran que es altamente estresante para la menor lo que motivo reacdones propias y sucesivas de nervios, llanto y justificadones rdpidas para transferir la responsabilidad a VARGAS VARGAS, ya que veia como su padre y dudadanos lo maltrataban y acusaban mostrdndole de piano que si tomaba la misma posidon de los agresores, acusar a MIGUEL ANGEL, garantizaba evitar reprimendas en su contra, por eso la narradon de amenazas e intimidadones superlativizadas (sic) incluso con navajas que nunca se encontraron pese a la inmediatez de la requisa^. En p r i m er t e r m i n o, el censor no explicita l os e n u n c i a d os generales y abstractos que en su s e n t ir p u e d en catalogarse c o mo reglas de la logica y de la experiencia. Ello, de e n t r a d a, c o n s p i ra c o n t ra la a d m i s i b i l i d ad de su ^ Negrillas fuera del texto original. Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas alegato c o mo s u s t e n t a c i on adecuada del recurso extraordinario de casacion. La m i r a da m as generosa de su escrito p e r m i te inferir que su disertacion gira en t o mo a la idea de que el n e r v i o s i s mo de la v i c t i ma u n i c a m e n te p u e de explicarse en
el t e m or que t e n ia de ser r e p r e n d i da por s us padres, lo que la Uevo a asegurar, s in ser cierto, que el procesado la i n t i m i do p a ra a b u s ar s e x u a l m e n te de ella. Lo a n t e r i or i m p l i ca a f i r m ar que en n i n g un caso el a b u so s e x u al m e d i a n te a m e n a za p u e de generar en la v i c t i ma estados de n e r v i o s i s mo y t e m o r. Solo de esa f o r ma el i m p u g n a n te p o d r ia descartar que la c o n d u c ta p u n i b le que se le endilga a V A R G AS V A R G AS h a ya sido la c a u sa de la alteracion psiquica que p r e s e n t a ba la nifia. No se requiere de un m a y or esfuerzo p a ra concluir que un e n u n c i a do de esa n a t u r a l e za no p u e de catalogarse c o mo m a x i ma de la experiencia, b i en porque no se t r a ta de f e n o m e n os que p u e d an ser observados cotidianamente, o ra porque carecen de u n i v e r s a l i d ad o generalidad, esto es, no se t r a ta de u na regla que de c u e n ta de la m a n e ra c o mo casi siempre suceden ese tipo de eventos. C u a r t o. I n c u r r io en la falacia de peticion de principio,
porque da por sentado u no de los p u n t os de debate y lo utiliza c o mo f u n d a m e n to de su conclusion. 12 Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas En varias ocasiones el i m p u g n a n te d io p or probado que la m e n or v o l u n t a r i a m e n te se evadio d el colegio p a ra irse a pasear c on el procesado en su carro. Dijo: Los hechos que dieron lugar a la condena del sehor MIGUEL ANGEL VARGAS por ese hipotetico atentado contra la libertad y el pudor sexual se extractaron del dicho de la menor YFGF ya que el dia 5 de abril de 2013 fue descubierta p or sus p a d r es y f a m i l i a r es c u a n do despues de f a l t ar a closes llego justamente en el horario de salida de los estudiantes (...) (...) Porque es obvio que el hecho de ser sorprendida f a l t a n do a clases le genero altos niveles de ansiedad, a lo cual se suman las reacdones violentas en contra de su acompahante (...).^ U no de los aspectos objeto de debate es si la m e n or se fue v o l u n t a r i a m e n te c on el procesado, o si, t al y c o mo lo a f i r ma en su declaracion, este la a m e n a zo c on causarle d a ho c on u na n a v a ja o c on a t e n t ar c o n t ra s us padres, c on el proposito de obligarla a que se f u e ra c on el en el carro y
asi poder a b u s ar s e x u a l m e n te de ella. A d e m as de s u s t e n t ar su hipotesis sobre la idea de que la m e n or a c t uo v o l u n t a r i a m e n t e, lo q ue i m p l i ca d ar p or sentado u no de l os p u n t os de discusion, el i m p u g n a n te elude explicar por que la s u p u e s ta v o l u n t a r i e d ad le resta trascendencia p e n al al c o m p o r t a m i e n to del procesado, p u es lo cierto es que fue sorprendido en el vehiculo c on u na nifia de 11 ahos, a q u i en retiro del colegio donde esta estudiaba. ' Negrillas ftiera del texto original. Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas y q u i en asegura que fue objeto de t o c a m i e n t os en su v a g i na y otras partes del cuerpo. Sobre el particular, se limito a a f i r m ar que "bien pudo suceder que YDFG se escape de clases para salir a dar una vuelta en el auto con MIGUEL ANGEL y departir con el inocentemente toda la tarde, version tambien aceptable pero que seguramente disgustaria a los padres de la menof. No explico p or q ue ese departir inocentd es compatible c on l os siguientes aspectos: (i) la e d ad de la v i c t i ma ( 11 ahos); (ii) la inexistencia de v i n c u l os q ue j u s t i f i c a r an el e n c u e n t ro d el a d u l to c on la p e q u e ha
(declaracion de los padres de Y.D.F.G); (iii) la clandestinidad que rodeo el e n c u e n t ro ( la m e n or salio i r r e g u l a r m e n te d el centro educative); (iv) la alteracion psiquica de la victima; (v) la descripcion clara y reiterada q ue esta hizo d el a b u so s e x u al a q ue f ue sometida; (vi) el silencio q ue guardo el procesado c u a n do la m a d re de la v i c t i ma le reclamo por lo que h a b ia hecho, entre otros. En sintesis, el i m p u g n a n t e: (i) se equivoco al seleccionar la c a u s al de casacion; (ii) aseguro q ue no c u e s t i o n a r ia la p r e m i sa factica d el fallo, pero f i n a l m e n te opto p or criticar la valoracion p r o b a t o r ia que h i c i e r on l os juzgadores; (iii) trasgredio el principio de correccion material; (iv) i n c u r r io en la falacia de peticion de principio; (v) alego la violacion de m a x i m as de la experiencia y reglas de la logica que n u n ca explico; (vi) i n s i n uo la trasgresion de s u p u e s t as m a x i m as de la experiencia, q ue no r e u n en l as Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas caracteristicas p a ra s er catalogadas c o mo tales; y (vii) se limito a exponer s us p u n t os de v i s ta sobre la valoracion de
la p r u e b a, s in e s t r u c t u r ar un cargo acorde a las reglas del r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casacion. L as anteriores s on razones suficientes p a ra q ue la d e m a n da sea i n a d m i t i d a.
3. P or u l t i m o, de la revision d el expediente no se advierte la v u l n e r a c i on de a l g u na g a r a n t ia f u n d a m e n t al que a m e r i te el ejercicio de las facultades oficiosas de la Corte y la Ueve a p r o n u n c i a r se en c a m i no a su proteccion.
4. De c o n f o r m i d ad c on el a r t i c u lo 1 84 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, c o n t ra el presente a u to procede el mecanismo especial de insistencia, d e n t ro de los t e r m i n os y p a r a m e t r os desairrollados p or la j u r i s p r u d e n c ia de esta C o r p o r a c i on ( C SJ A P, 5 S ep 2 0 1 2, R a d. 3 6 5 7 8; 27 F eb 2 0 1 3, R a d. 3 7 9 4 8, entre otros).
En m e r i to de lo expuesto, la S a la de Casacion P e n al de la Corte S u p r e ma de J u s t i c i a,
RBSUELVE
1.- Inadmitir la d e m a n da de casacion presentada por el defensor de M I G U EL A N G EL V A R G AS V A R G A S. 2.- De c o n f o r m i d ad con lo dispuesto en el articulo 184 de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, es facultad d el d e m a n d a n te elevar Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas peticion de insistencia, segun lo indicado en la parte m o t i va de este a u t o. Copiese, notiiiquese, c u m p l a se y devuelvase al T r i b u n al de origen. Casacion No. 46599 Miguel Angel Vargas Vargas