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CSJ - AP3222-2016(34282)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AP3222-2016(34282)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
2016

Corte Suprema de Justicia

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACION PENAL

SALA DE JUZGAMIENTO

Magistrado Ponente

FERNANDO ALBERTO CASTRO CABALLERO

AP3222-2016 Radicación n° 34282 ( A p r o b a do A c ta No. 162) Bogotá, D.C., v e i n t i c i n co ( 2 5) de m a yo de d os m il dieciséis (2016). VISTOS Se p r o n u n c ia la S a la de J u z g a m i e n to de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, respecto de l os escritos p r e s e n t a d os p or el ex S e n a d or NÉSTOR IVÁN MORENO ROJAS, a través de los c u a l es solicitó "adición de la sentencia", "posibilidad de impugnarla" y "apelación" c o n t ra el fallo proferido en su c o n t ra en única i n s t a n c ia el 27 de o c t u b re de 2 0 1 4. Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas LA CORTE CONSIDERA 1. - Al ampgiro de lo decidido p or la C o r te C o n s t i t u c i o n al en s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 14 y d e m a n d a n do la adición de la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia p r o f e r i da el 27 de o c t u b re de 2 0 14

p or la S a la P e n al de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, el ex S e n a d or Néstor Iván M o r e no Rojas pidió a e s ta Corporación se le i n d i q ue qué r e c u r so procede c o n t ra el fallo proferido en su c o n t ra y la concesión de un término p a ra s u s t e n t a r l o. I g u a l m e n t e, a n te la S a la P l e na de e s ta Corporación, i n t e r p u so r e c u r so de apelación c o n t ra ese m i s mo fallo. 2. - Es c o m p e t e n te e s ta S a la P e n al p a ra resolver la solicitud elevada p or el c o n d e n a do a c o r de c on lo n o r m a do en los artículos 1 94 de la L ey 6 00 de 2 0 00 -Código de Procedimiento Penal aplicable en este casoy 3 18 y siguientes del Código G e n e r al del Proceso, p u es de ellos se desprende q ue el r e c u r so de apelación se p r e s e n ta a n te el m i s mo f u n c i o n a r io q ue emitió la decisión a efecto de q ue d e t e r m i ne la p r o c e d e n c ia del m i s m o. 3. - S i g u i e n do el criterio de e s ta Corporación sobre la i m p r o c e d e n c ia de peticiones c o mo las q ue aquí se h a c en (por

e j e m p lo en C SJ AP 10 M ay 2 0 1 6, R a d. 3 6 7 8 4; C SJ AP, 18 M ay 2 0 1 6, R a d. 3 9 1 5 6; y C SJ AP 25 M ay 2 0 1 6, R a d. 3 7 4 6 2 ), se c o n s i d e ra lo siguiente: 2 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas 3.1.- La s e n t e n c ia p u e s ta de p r e s e n te p or el peticionario declaró la " INCONSTITUCIONALIDAD CON EFECTOS DIFERIDOS' de l os artículos 2 0, 3 2, 1 6 1, 1 7 6, 1 7 9, 1 7 9 B, 1 94 y 4 81 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, a un c u a n do "EXEQUIBLE el contenido positivo" de estas disposiciones, al c o n c l u ir q ue el legislador procesal p e n al omitió c o n s a g r ar m e d i os de impugnación integrales c o n t ra las s e n t e n c i as c o n d e n a t o r i as dictadas p or p r i m e ra vez en s e g u n da i n s t a n c i a. D i c ho efecto diferido de la i n c o n s t i t u c i o n a l i d ad se fijó en un año a p a r t ir de la notificación p or edicto del fallo, c on

el f in de q ue el Congreso de la República "regule integralmente el derecho a impugnar las sentencias que en el marco del proceso penal, imponen una condena por primera vez", a d v i r t i e n do q ue en caso "de que el legislador incumpla este deber, se entenderá que procede la impugnación de los fallos anteriores ante el superior jerárquico o funcional de quien impuso la condena". C o mo el edicto p a ra notificar la s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 14 se desfijó el 24 de a b r il de 2 0 1 5, el plazo p a ra q ue el C o n g r e so de la República legislara sobre la m a t e r ia comenzó el 25 de a b r il de 2 0 15 y venció el 24 de a b r il de 2 0 1 6. Significa lo a n t e r i or q ue a p a r t ir de e s ta última fecha, a n te la omisión legislativa, procedería s in necesidad de ley, la impugnación de l os fallos c o n d e n a t o r i os dictados p or p r i m e ra vez en un p r o c e so p e n al a n te el s u p e r i or jerárquico o f u n c i o n al de q u i en los expidió. 3 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojasí 3.2.- Es sabido q ue c u a n do el fallo de la Corte C o n s t i t u c i o n al tiene efecto diferido, se a c t i va la excepción a

la regla g e n e r al de r e g u l ar s i t u a c i o n es a p a r t ir del m o m e n to de su expedición, así c o mo ocurrió c on la s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 1 4, p u es c on ella q u e d a r on t e m p o r a l m e n te vigentes los p r e c e p t os declarados inexequibles, h a s ta t a n to el legislador e m i t i e ra las n o r m as p e r t i n e n t es p a ra s u p e r ar el estado de i n c o n s t i t u c i o n a l i d ad g e n e r a do p or las disposiciones q ue se d e c l a r a r on c o n t r a r i as a la C a r ta Política, Significa lo a n t e r i or q ue si d u r a n te la c o n s t i t u c i o n a l i d ad t e m p o r al de los p r e c e p t os d e m a n d a d o s, es decir, a n t es del 24 de a b r il de 2 0 1 6, fue q ue la S a la de J u z g a m i e n to de esta Corporación emitió y adquirió firmeza el fallo de c o n d e na c o n t ra Néstor Iván M o r e no R o j as (sentencia del 27 de o c t u b re de 2 0 1 4 ), lapso en el q ue su situación jurídica se consolidó c on base en l as n o r m as y el p r o c e d i m i e n to legal y

c o n s t i t u c i o n al vigentes p a ra e se m o m e n t o, no p u e de solicitarse la aplicación r e t r o a c t i va del referido fallo. En efecto, la s e n t e n c ia p r o f e r i da c o n t ra Néstor Iván M o r e no Rojas, cobró firmeza en vigencia de la legítima y v i n c u l a n te interpretación d el o r d e n a m i e n to jurídico, realizada en su m o m e n to p or la C o r te C o n s t i t u c i o n al (entre o t r as la s e n t e n c ia S U - 8 11 de n o v i e m b re 18 de 2 0 0 9 ), que avaló el p r o c e d i m i e n to de única i n s t a n c ia p a ra el j u z g a m i e n to c r i m i n al de c i u d a d a n os aforados, trámite en el c u al no se prevé la impugnación de la sentencia. 4 Rad. 34282 A este respecto y a propósito de la delimitación d el alcance de lo decidido en la s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 1 4, la C o r te C o n s t i t u c i o n al en la reciente s e n t e n c ia S U - 2 15 del 28 de a b r il de 2 0 1 6, aclaró q ue solo se aplica a las sentencias e m i t i d as c on p o s t e r i o r i d ad a la c i t a da fecha límite. Así lo

precisó: ... es solo a partir de esa fechase refiere al 24 de abril de 2 0 1 5que procede, por ministerio de la Constitución y sin necesidad de ley, la impugnación de los fallos condenatorios dictados por primera vez en segunda instancia en un proceso penal, ante el superior jerárquico o funcional de quien los expidió. Pero además, la impugnación instaurada en virtud de la decisión de la Corte no procedería respecto de la totalidad de sentencias condenatorias expedidas en el pasado. De acuerdo con los principios generales referidos al efecto de las normas procesales en el tiempo, y de conformidad con el principio de favorabilidad aplicable en esta materia, la parte resolutiva de la sentencia C-792 de 2014 no comprende la posibilidad de impugnar las sentencias dictadas en procesos ua. terminados para ese momento. Únicamente opera respecto de las sentencias que para entonces aún estuvieran en el término de ejecutoria, o de las que se expidan después de esa fecha. (Subrayas fuera del texto original) También dejó en claro el alto T r i b u n al C o n s t i t u c i o n al c o l o m b i a no en este m i s mo fallo, i n c l u so de m a n e ra insistente, q ue el p r o n u n c i a m i e n to de i n e x e q u i b i l i d ad diferida c o n t e n i do en la s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 14 fue l i m i t a do al e s t u d io de l as n o r m as relativas a la c o m p e t e n c ia de la

C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia p a ra resolver en s e g u n da i n s t a n c ia l os r e c u r s os de apelación c o n t ra l os a u t os y s e n t e n c i as q ue p r o f i e r an en p r i m e ra i n s t a n c ia los t r i b u n a l es s u p e r i o r e s, de ahí q ue la n o r ma b a se d el cuestíonamiento f u e ra el o r d i n al 3° del artículo 32 la Ley 9 06 de 2 0 0 4, m o t i vo p or el c u al no p u e de extenderse s us efectos a procesos t r a m i t a d os p or la L ey 6 00 de 2 0 00 ni a c o m p e t e n c i as diferentes. Al efecto, la Corte C o n s t i t u c i o n al consignó: 5 Rad. 34282 , Néstor Iván Moreno RojasL La interpretación razonable de la sentencia C-792 de 2014 indica que allí se pretendió algo distinto, y fue precaver una solución para las personas a los cuales el ordenamiento legal no les dispensa un medio de impugnación integral, contra la sentencia que por primera vez en un proceso regido por la Ley 906 de 2004, se impone una condena penal en instancia. b) No obstante, en segundo lugar debe resaltarse -en consonancia con lo anteriorque la sentencia C-792 de 2014 controló la constitucionalidad de las normas legales antes

referidas, entre las cuales no se encontraban las atinentes a la competencia de la Corte Suprema de Justicia para emitir condenas, por primera vez, en casación. También es relevante destacar que, como antes se indicó, el concepto de violación contra la normatividad demandada sostenía que esta era inconstitucional -en palabras de la Corteporque "no consagra el derecho a apelar los fallos que fijan una condena por primera vez en la segunda instancia en el marco de un proceso penal". Y al definir los problemas jurídicos, la Corporación se preguntó si la Constitución contempla "un derecho a impugnar las sentencias que en el marco de un juicio penal, imponen una condena por primera vez en la segunda instancia". En este contexto, la sentencia C-792 de 2014 se limitó a proteger el derecho a impugnar las condenas impuestas por primera vez en segunda instancia. esta Sala concluye que en la sentencia C-792 de 2014 esta Corte, si bien emitió un exhorto general, solo tomó una decisión aplicable a los casos en que una persona es condenada por primera vez en segunda instancia, en un proceso penal, y esto supone que el derecho a impugnar las sentencias condenatorias ante el superior jerárquico o funcional, que se activa cuando venza el plazo del exhorto sin legislación, solo aplica a las condenas impuestas por primera vez en segunda instancia la última duda se relaciona con los efectos de la sentencia C-792 de 2014 respecto de los procesos penales adelantados conforme a la Ley 600 de 2000, que aún están en curso. Dado que el preserite caso se relaciona solo con la posibilidad de impugnar condenas

impuestas por primera vez en casación, este pronunciamiento ha de limitarse a definir si la sentencia C-792 de 2014 controla los asuntos de esa naturaleza, en los cuales las condenas se expidan en un proceso penal reculado por la Ley 600 de 2000. Conforme a las precisiones antes indicadas, ese problema ya fue resuelto con 6 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas efectos de cosa juzgada en la sentencia C-998 de 2004. La sentencia C-792 de 2014 no solo no versó sobre normas de la Ley 600 de 2000, sino que aparte no abordó específicamente una demanda contra las normas de la Ley 906 de 2004 que precisan las competencias de la Corte Suprema de Justicia en sede de casación. Por lo cual, de acuerdo con lo señalado en las consideraciones anteriores, no puede decirse que los casos de condenas impuestas por primera vez en casación, en el marco de procesos penales regulados por la Leu 600 de 2000, estén controlados definitivamente por la sentencia C-792 de 2014. (Subrayas fuera del texto original) En este o r d en de ideas, s i g u i e n do l os parámetros t r a z a d os p or la m i s ma C o r te C o n s t i t u c i o n al y c o mo no es aplicable lo o r d e n a do en la s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 14 a la situación c o n c r e ta del ex S e n a d or Néstor Iván M o r e no Rojas,

p r i n c i p a l m e n te p or c u a n to la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia de única i n s t a n c ia p r o f e r i da en su c o n t ra cobró ejecutoria m u c ho a n t es d el 24 de a b r il de 2 0 1 6, d i c ho r e c u r so de impugnación será rechazado. 4.- Agréguese a lo a n t e r i or q ue a un c u a n do se p e n s a ra q ue el fallo de única i n s t a n c ia proferido p or la S a la P e n al de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia p u d i e ra q u e d ar cobijado en el espectro c o n s t i t u c i o n al de la s e n t e n c ia C - 7 92 de 2 0 1 4, t a m p o co sería procedente u na impugnación, apelación o r e c u r so en su c o n t ra p or las siguientes razones: C o n f o r me se deprende d el artículo 2 34 de la C a r ta Política, la C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia es órgano de cierre de la jurisdicción o r d i n a r i a, p or t a n to s us decisiones no s on susceptibles de ser revisadas p or u na i n s t a n c ia s u p e r i o r. E l lo fue objeto de d e b a te y r e s u e l to p or la C o r te C o n s t i t u c i o n al en

s e n t e n c ia C - 0 37 de 1 9 96 p or m e d io de la c u al estudió la e x e q u i b i l i d ad d el n u m e r al 6° d el artículo 17 de la L ey 7 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas/? r E s t a t u t a r ia de la Administración de J u s t i c i a, a raíz p r e c i s a m e n te de las facultades d a d as p or el legislador a la S a la P l e na de e s ta Corporación p a ra c o n o c er i m p u g n a c i o n es y r e c u r s os de apelación c o n t ra decisiones de la S a la Penal.

En esa determinación se dijo: En ese orden de ideas, las atribuciones que el artículo 235 de la Carta le atribuye a la Corte, en particular la de actuar como tribunal de casación y la de juzgar a los funcionarios con fuero constitucional, deben entenderse que serán ejercidas en forma independiente por cada una de sus salas, en este caso, por la Sala de Casación Penal. De lo anterior se infieren, pues, varias conclusiones: en primer lugar, que cada sala de casación -penal, civil o laboralactúa, dentro del ámbito de su competencia, como máximo tribunal de la jurisdicción ordinaria: en segundo lugar, que cada una de ellas es autónoma para la toma de las decisiones y, por lo mismo, no puede inferirse en momento alguno que la Constitución definió una jerarquización entre las salas; en tercer lugar, que el hecho de que la Carta Política hubiese facultado al

legislador para señalar los asuntos que deba conocer la Corte en pleno, no significa que las salas de casación pierdan su competencia o que la Sala Plena sea superior jerárquico de alguna de ellas. En otras palabras, la redacción del artículo 234 constitucional lleva a la conclusión evidente de que bajo ningún aspecto puede señalarse que exista una jerarquía superior, ni dentro ni fuera, de lo que la misma Carta ha calificado como "máximo tribunal de la jurisdicción ordinaria". (Subrayas fuera del texto original) S o b re la vigencia de e s ta decisión, la S a la P e n al de la C o r te ha señalado ( C SJ AP. 18 m ay 2 0 16 r ad 3 9 1 5 6 ): Y aunque se trata de una decisión de hace 20 años, durante los cuales han cambiado no solo las instituciones sino la jurisprudencia de la Corte Constitucional en cuanto a la definición del contenido y alcances del derecho a impugnar la sentencia condenatoria, no puede pasarse por alto que la Constitución Política y la Ley Estatutaria de la Administración de Justicia mantienen en idénticos términos la estructura de la Rama Judicial y las funciones que le son propias a la Corte Suprema de Justicia en cada una de sus Salas y de su cuerpo en pleno, de modo que si en 1996 no se halló ajustado al Estatuto Supremo este mecanismo para posibilitar el ejercicio de ese derecho, menos advierte que en la actualidad sea viable aplicarlo de manera directa e inmediata. 8 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas Es decir, se definió y quedó c o n s o l i d a da la e s t r u c t u ra

jerárquica de la administración de j u s t i c ia en s us d i s t i n t as raimas especializadas y, p or ende, se estableció q ue p or e n c i ma de la S a la P e n al de esta Corporación no existe un órgano s u p e r i o r. A h o ra b i e n, respecto de la implementación de un m e c a n i s mo q ue garantice el derecho a i m p u g n ar la p r i m e ra s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia c u a n do e s ta sea e m i t i da p or la S a la de Casación P e n a l, ha definido esta Corporación q ue es i m p o s i b le de c u m p l i r, d a da la n a t u r a l e za s u s t a n c i al y e s t r u c t u r al q ue c o m p o r ta el diseño de un r e c u r so de esas características, lo c u al exige n e c e s a r i a m e n te su previa reglamentación legal y c o n s t i t u c i o n al p or p a r te del Congreso de la República, lo q ue no se ha h e c ho h a s ta este m o m e n t o. T al criterio se plasmó en el c o m u n i c a do de p r e n sa 08 del 28 de a b r il del año en c u r s o, a través el c u al se dijo: 4....no está al alcance de la Corte Suprema de Justicia, que es máximo Tribunal de la justicia ordinaria y órgano de cierre, la

creación de un superior jerárquico que revise las sentencias de sus Salas especializadas. 5...es simplemente imposible para la Corte Suprema de Justicia, en razón de lo anterior, definir las reglas que habiliten el recurso de apelación contra las sentencias condenatorias que en casos de única instancia profiera su Sala de Casación Penal o respecto de la primera condena que dicte en segunda instando o en desarrollo del recurso extraordinario de casadón.

6. Se quiere destacar, pqra finalizar, que el diseño de la justicia penal en Colombia no consagra un Tribunal por encima de la Sala de Casación Penal de la Corte Suprema de Justicia y que resulta un despropósito, en esa medida, que la Corte Constitucional concluya que los fallos de un órgano límite, que es el máximo tribunal en materia penal en el país, se puedan impugnar ante un superior jerárquico que lógicamente no puede existir.

9 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas 1 En e se sentido, p r e c i s a m e n te la C o r te C o n s t i t u c i o n a l, c o r r o b o r a n do la i n e x i s t e n c ia de un s u p e r i or jerárquico o f u n c i o n al de la S a la P e n al de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, señaló en la c i t a da s e n t e n c ia C - 2 15 de 2 0 06 lo siguiente:

20. Esta decisión tiene además una razón de fondo más profunda.

En la sentencia C-792 de 2014 ciertamente se tuvo en

consideración la posibilidad de impugnar condenas impuestas por primera vez por la Corte Suprema de Justicia, pero obrando como segunda instancia. Plantear una impugnación contra una sentencia de instancia no requiere en principio un instrumento procesal distinto de los que ya existen en el ordenamiento, sino que debe preverse un recurso homólogo (que cumpla las mismas funciones) al de apelación. Pero ¿cómo sería una impugnación integral contra condenas impuestas en casación? ¿Podrían controvertirse también los motivos por los cuales la Corte Suprema casó el fallo, o la técnica de casación? ¿O solo se podría impugnar la sentencia de remplazo? Estos asuntos no se abordaron en la sentencia C-792 de 2014. Aparte, en esta última se dispuso que, en caso de expirar sin legislación el plazo definido en el exhorto, procedería una impugnación contra las condenas impuestas por primera vez en segunda instancia, "ante el superior jerárquico o funcional de quien impuso la condena". Sin embargo, la Sala Penal de la Corte Suprema de Justicia no tiene superior jerárquico o funcional en asuntos de casación en materia penal. No hay ley que le reconozca a la Sala Plena de la Corte Suprema de Justicia facultades de casación penal, u por tanto en principio debía mediar un plazo para que el legislador deñniera el punto. (Subrayas fuera del texto original) Significa lo a n t e r i or q ue a n te la p e r s i s t e n c ia de la omisión legislativa y h a s ta t a n to el C o n g r e so de la República no legisle en t al sentido, este t i po de r e c u r s os o

i m p u g n a c i o n es en sede de los p r o c e s os de única i n s t a n c ia a d e l a n t a d os p or la S a la P e n al de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, a c o r de c on la Constitución Política y la ley vigente, s on i m p r o c e d e n t e s, p or lo q ue así se resolverá en este a s u n t o. 10 Rad. 34282 Néstor Iván Moreno Rojas Así las cosas, la S a la de Casación P e n al de la Corte S u p r e ma de J u s t i c ia en S a la de J u z g a m i e n t o, RESUELVE R e c h a z ar p or i m p r o c e d e n te la s o l i c i t ud de adición y el r e c u r so de apelación o de impugnación, f o r m u l a d os p or el ex S e n a d or NÉSTOR IVÁN MORENO ROJAS, respecto de la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia p r o f e r i da en su c o n t ra p or la S a la de J u z g a m i e n to de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, f e c h a da el 27 de o c t u b re de 2 0 1 4. C o n t ra la p r e s e n te decisión no p r o c e de r e c u r so a l g u n o. 11 Secretaria 12

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