CSJ - AP3335-2016(47982)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AP3335-2016(47982)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2016
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN PENAL
LUIS GUILLERMO SALAZAR OTERO
MAGISTRADO PONENTE
AP3335-2016 Radicación No. 47982 A p r o b a do a c ta N° 1 60 Bogotá, D.C., v e i n t i c i n co ( 2 5) de m a yo de d os m il dieciséis (2016). ASUNTO La S a la decide el r e c u r so de apelación p r o p u e s to p or el s e n t e n c i a do Miguel Alfonso De La Espriella Burgos c o n t ra el a u to de f e c ha 8 de m a r zo de 2 0 1 6, proferido p or el J u z g a do P r i m e ro de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Montería, q ue acumuló l as p e n as q ue en su c o n t ra e m i t i e r on la S a la P e n al de la C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia y el J u z g a do Tercero P e n al d el C i r c u i to Especializado de Bogotá. Segunda iñstancia. 47982
M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS.
ANTECEDENTES
1. En c o n t ra del ex S e n a d or de la República M i g u el A l f o n so De La E s p r i e l la B u r g os se p r o f i r i e r on las siguientes
s e n t e n c i as c o n d e n a t o r i a s:
1.1. El 28 de febrero de 2 0 0 8, de m a n e ra a n t i c i p a da p or el delito de concierto p a ra d e l i n q u ir agravado, e m i t i da p or el J u z g a do Tercero P e n al del C i r c u i to Especializado de Bogotá q ue le i m p u so las p e n as de 45 m e s es y 15 dias de prisión y m u l ta de 3 . 3 6 2 .5 salarios m i n i m os legales m e n s u a l e s. 1.2 El 25 de m a yo de 2 0 1 5, la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, S a la de Casación P e n a l, lo condenó a 60 m e s es de prisión p or el delito de constreñimiento al s u f r a g a n te agravado, p or la c u al se e n c u e n t ra p r i v a do de la l i b e r t ad en el domicilio.
2. El 3 de s e p t i e m b re de 2 0 1 5, el J u z g a do P r i m e ro de Ejecución de P e n as y M e d i da de S e g u r i d ad de Montería, por solicitud del p e n a d o, acumuló las p e n as a n t es señaladas, decisión q ue al ser a p e l a da p or De La E s p r i e l la B u r g os fue
a n u l a da p or la S a la P e n al de la C o r te al a d v e r t ir v u l n e r a d os los derechos al debido proceso y defensa.
3. El 8 de m a r zo del año en c u r s o, el J u z g a do P r i m e ro de Ejecución de P e n as y M e d i d as de S e g u r i d ad de Montería
2 Segunda instancia. 47982 M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS. se pronunció n u e v a m e n te respecto de la acumulación jurídica de l as p e n as i m p u e s t as al c o n d e n a d o, q u i en la recurrió a través d el r e c u r so de apelación q ue o c u pa la atención de la S a la en esta o p o r t u n i d a d. DECISIÓN APELADA Consideró el a quo que las p e n as proferidas en c o n t ra del s e n t e n c i a do podían s er a c u m u l a d as jurídicamente al c u m p l i r se l os r e q u e r i m i e n t os n o r m a t i v os y j u r i s p r u d e n c i a l es q ue r e g u l an el i n s t i t u t o, destac^mdo que si b i en la p r i m e ra de ellas se cumplió a n t es de la emisión de la s e g u n d a, y h a b e r se c o n c e d i do en a q u e l la la libertad
c o n d i c i o n al d el penado, la acumulación debía decretarse p or t r a t a r se de c o n d u c t as p u n i b l es conexas, c o n f o r me a lo señalado en la s e n t e n c ia C - 1 0 86 de 2 0 0 8. En el t r a b a jo de fijación de la sanción de prisión por razón de la acumulación, partió de 60 m e s es p or ser la más grave, incrementándola en 20 m e s es a c o r de c on lo d i s p u e s to en los artículos 4 70 de la Ley 6 00 de 2 0 00 y 31 del C P ., lo q ue arrojó en definitiva prisión de 80 meses, multa de 3.362.5 salarios mínimos legales mensuales vigentes y 80 meses de inhabilitación para el ejercicio de derechos y funciones públicas. Estimó "justo y equitativo" el i n c r e m e n to de l os 20 m e s es d a da la g r a v e d ad de la c o n d u c ta d e s p l e g a da por el 3 / S e g u n da instancia. 47982 M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS. p r o c e s a do respecto al delito de concierto p a ra delinquir, g r a v e d ad q ue deviene no sólo de la n a t u r a l e za jurídica del p u n i b l e, también de la clase de p e r s o n as q ue se a s o c i a r on a
través d el "Pacto de Ralito", congresistas, c a n d i d a t os al C o n g r e so de la República y c o m a n d a n t es de g r u p os p a r a m i l i t a r e s, q ue d o m i n a b an políticamente varios m u n i c i p i os del d e p a r t a m e n to de Córdoba, p or lo q ue califica de "supremamente grave pertenecer a una organización de tanta injerencia política", lo m i s mo q ue s us a c c i o n es y fines. FUNDAMENTOS DE LA IMPUGNACIÓN La impugnación se c o n t r ae e x c l u s i v a m e n te a la determinación de la p e na a c u m u l a da al c o n s i d e r a r la excesiva, s u s t e n t a n do la i n c o n f o r m i d ad en l as siguientes razones:
- Indebida interpretación de los artículos 31 del C.
P. y 460 de la Ley 906 de 2004.
El J u ez interpretó erróneamente el artículo 31 d el C. P., al q ue r e m i te el artículo 4 60 de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, p o r q ue eligió c o mo p e na b a se la de m a y or sanción y no la más grave, es decir la de 60 m e s es de prisión i m p u e s ta p or el delito de constreñimiento al s u f r a g a n t e, o l v i d a n do q ue ya
había sido c o n d e n a do p or el delito de concierto p a ra d e l i n q u ir agravado. 4 jegunda instancia. 47982
M I G U EL ALFONSO LA ESPRIELLA BURGOS.
La n a t u r a l e za del delito a la q ue refiere el artículo 31 del Código P e n a l, d e t e r m i n a da p or el desvalor de acción y de r e s u l t a d o, i m p o ne t e n er la p e na i m p u e s ta p or el delito de concierto p a ra d e l i n q u ir agravado, de 45 m e s es y 15 días, y p or la c u al pagó 27 meses, c o mo la de m a y or gravedad, siendo ésta la p e na b a se en el proceso de redosificación. La interpretación a d o p t a da p or el a quo agravó su situación y violó el p r i n c i p io de legalidad, p o r q ue sólo se le reconoció 20 m e s es de la p r i m e ra c o n d e na c u a n do pagó más de 27 m e s es de prisión. D e s t a c a, además, q ue el a p a r t a do d el artículo 4 60 ibídem q ue d i s p o ne q ue "la pena impuesta en la primera decisión se tendrá como parte de la sanción a impone f, f ue desconocido p or el J u e z, al no i n c l u ir d e n t ro de la sanción definitiva la p r i m e ra q ue se le i m p u so (45 m e s es y 15 días) y
o b t e n er el " o t ro t a n t o" de la s e g u n da sanción (60 meses). ii. Determinación del "otro tanto" del articulo 31 del C P. La fijación de e se " o t ro t a n t o" está r e g u l a do p or l os p r i n c i p i os de dosimetría p e n a l, razón p or la c u al el j u ez está obligado a d e t e r m i n a r lo p or el s i s t e ma de c u a r t o s. Así, el i n c r e m e n to debió s er de 11 m e s es y 10 días q ue c o r r e s p o n de al p r i m er c u a r to de la p e na i m p u e s ta p or el delito de concierto p a ra d e l i n q u i r. 5 Segunda instancia. 47982 M I G U EL ALFONSO )E LA ESPRIELLA BURGOS. iii. Trasgresión del non b is in ídem. C o mo la p r i m e ra c o n d e na q ue se le i m p u so ya f ue c u m p l i d a, se v i o la la garantía c o n s t i t u c i o n al del non bis in Ídem al t e n e r la en c u e n ta n u e v a m e n t e, "a/ desenterrar la pena extinta, para imponerme una condena mas gravosa". iv. Desconocimiento de los precedentes de la Corte Suprema de Justicia. El a quo omitió los p r e c e d e n t es j u d i c i a l es e m a n a d os de
esta Corporación en casos d o n de c o n c u r s a b an los delitos de concierto p a ra d e l i n q u ir agravado y constreñimiento al s u f r a g a n t e, de obligatoria o b s e r v a n c ia p or s er el J u ez un f u n c i o n a r io de m e n or jerarquía. En c u a t ro fallos, en l os q ue se condenó a ex congresistas p or delitos s i m i l a r e s, la C o r te partió de la disposición q ue c o n t e m p la la p e na m a y or (concierto p a ra delinquir) y " el o t ro t a n t o" surgió de la p e na m e n or ( el constreñimiento al sufragante). Además, el i n c r e m e n to de p e na p or razón del c o n c u r so de delitos fue e n t re 10 y 12 m e s es de prisión, razón p or la c u al no e n t i e n de p or qué en este caso la p u n i b i l i d ad f ue m a y o r, p r o c e d er q ue sólo se explica a p a r t ir de la violación del p r i n c i p io de i g u a l d ad establecido en el artículo 13 de la Constitución Política y 7 del C. P. 6 Segunda instancia. 47982
M I G U EL A L F O N SO DE LA ESPRIELLA BURGOS.
C on s u s t e n to en l as a n t e r i o r es consideraciones,
solicita a la C o r te q ue se a c u m u le c o r r e c t a m e n te la p e na a i m p o n er c o n f o r me a l as r a z o n es e s b o z a d as y l os p r e c e d e n t es de la Sala. I g u a l m e n t e, p e t i c i o na se c a m b ie la radicación d el p r o c e so a t e n d i e n do a que: iEl J u ez f ue a d v e r t i do en el trámite del r e c u r so de apelación a n t e r i or q ue el c o m p e t e n te p a ra resolverlo e ra la C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia y pese a ello lo envió al T r i b u n al S u p e r i or d o n de la actuación permaneció p or el término de 3 m e s e s, iise e s c u c h an c o m e n t a r i os de pasillo q ue el j u ez e s ta incómodo p or h a b er i n t e r p u e s to los r e c u r s os de Ley y ello "determinó el aumento de mi condena para ejemplificad, iiise c o m e n ta q ue el castigo s i g u i e n te será la r e v o c a t o r ia d el p e r m i so a d m i n i s t r a t i vo de 72 h o r as q ue le fue concedido, y ivse ha decidido c on severidad en su c o n t ra a diferencia de q u i e n es
f u e r on s us c o n t r a d i c t o r es politices.
CONSIDERACIONES
1. La C o r te S u p r e ma de J u s t i c ia es c o m p e t e n te p a ra c o n o c er d el r e c u r so de a l z a da p r e s e n t a do p or el s e n t e n c i a d o, al t e n or de lo d i s p u e s to los artículos 75 - 7 de la L ey 6 00 de 2 0 00 y el parágrafo d el 38 de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, en consideración a q ue el p r o c e s a do goza de fuero c o n s t i t u c i o n al p or su condición de ex S e n a d or de la 7 / Segunda instancia. 47982
M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS.
República, c o n d e n a do en única i n s t a n c ia p or esta Corporación.
2. La S a la se pronunciará a continuación sobre c a da u no de l os p l a n t e a m i e n t os p r o p u e s t os p or el i m p u g n a n t e, no s in a n t es advertir q ue la acumulación jurídica de p e n as p r o c e de "{i) en caso de conductas que siendo conexas se hubieren fallado independientemente y (ii) cuando se hubieren proferido varias sentencias en diferentes procesos; al tiempo que no son acumulables, (i) las sentencias cometidas con posterioridad al proferimiento de la
sentencia de primera o única instancia, (ii) sentencias ya ejecutadas con excepciones y (iii) sentencias impuestas por conductas cometidas durante el tiempo que la persona estuviere privada de la libertad."[CSJ AP, 18 F eb 2 0 0 5, Rad. 1 8 9 1 1, y C SJ AP, 16 A br 2 0 1 5, R a d . 4 5 5 0 7 ). Así lo r e g u la el artículo 4 70 d el Código de P r o c e d i m i e n t o, L ey 6 00 de 2 0 0 0, aplicable al presente a s u n t o, al d i s p o n er que: "Las normas que regulan la dosificación de la pena, en caso de concurso de conductas punibles, se aplicarán también cuando los delitos conexos se hubieren fallado independientemente. Igualmente, cuando se hubieren proferido varias sentencias en diferentes procesos. En estos casos la pena impuesta en la primera decisión se tendrá como parte de la sanción a imponer. No podrán acumularse penas por delitos cometidos con posterioridad al proferimiento de sentencia de primera o única instancia en cualquiera de los procesos, ni penas ya ejecutadas, ni las 8 Segunda instancia. 47982 M I G U EL ALFONSO )E LA ESPRIELLA BURGOS. impuestas por delitos cometidos durante el tiempo que la persona estuviere privada de la libertad." No o b s t a n te q ue el inciso s e g u n do de la n o r ma en cita establece u na l i m i t a n te p a ra la acumulación de p e n as
respecto de s a n c i o n es ya ejecutadas, hipótesis q ue se p r e s e n ta en el caso de análisis, lo cierto es q ue la j u r i s p r u d e n c ia de la S a la ha a d m i t i do su excepcional procedencia, e n t re o t r a s, en C SJ A P, 30 A br 2 0 1 4, R a d. 4 3 4 7 4, q ue reiteró la d o c t r i na a d o p t a da en la p r o v i d e n c ia de a b r il 24 de 1 9 9 7. La C o r te s o s t u vo lo siguiente: "(...) e) Que las penas no estén ejecutadas y no se encuentren suspendidas.
3. Oportuno es realizar sobre este particular algunas precisiones que conducen a establecer, por vía de interpretación sistemática del procedimiento penal, dos excepciones a la regla: 3.1. Si la acumulación de penas es un derecho del condenado, sobre lo cual la Sala no tiene ninguna duda en consideración a que su procedencia no está sujeta a la discrecionalidad del Juez de Penas, su aplicación también procede de ojício, simplemente porque la ley contiene un mandato para el funcionario judicial de acumular las penas acumulables, que no supedita a la mediación de petición de parte.
Si eso es así, entonces cuando una pena se ejecutaba y era viable acumularla a otra u otras, pero no se resolvió oportunamente así porque nadie lo solicitó o porque no se hizo uso del principio de oficiosidad judicial, son circunstancias que no pueden significar la
pérdida del derecho y, por lo tanto, en dicha hipótesis es procedente la acumulación de la pena ejecutada. Y, 3.2. Como se colige del artículo 89 del Código de Procedimiento Penal, es derecho del procesado que las conductas punibles conexas se investiguen y juzguen conjuntamente, y consecuencialmente que se le dicte una sola sentencia y que se le 9 / Segunda instancia. 47982 M I G U EL A L F O N SO DE LA ESPRIELLA BURGOS. dosifique pena de acuerdo con las reglas establecidas para el concurso de conductas punibles en el artículo 31 del Código Penal. No obstante, es posible en determinados casos la no investigación y juzgamiento conjunto de los delitos conexos, pero persiste la prerrogativa a que las penas impuestas en fallos independientes se acumulen, como lo resalta la primera parte del transcrito artículo 470. Y así, como también es perfectamente viable que se ejecute la pena impuesta respecto de un delito conexo sin haberse impuesto la del otro o sin haber adquirido ñrmeza la respectiva sentencia, lo cual sucede en la práctica por múltiples situaciones procesales incluida la tardanza judicial en la decisión, no se aviene con la intención legislativa negar la acumulación jurídica de penas aduciendo que una de ellas cumplió. El condenado por conductas conexas en varios procesos, entonces, tiene derecho en cualquier tiempo a que las penas impuestas por razón de las mismas le sean acumuladas." ( S u b r a y a do f u e ra del t e x to original). P or lo a n t e r i o r, la acumulación jurídica de p e n as
solicitada p or el s e n t e n c i a do y r e c o n o c i da p or el a quo r e s u l ta p r o c e d e n te no o b s t a n te q ue la p r i m e ra de ellas se h u b i e se ejecutado c on a n t e r i o r i d ad a la emisión de la s e g u n da s e n t e n c i a.
3. Indebida interpretación de los artículos 31 del C.
P. y 470 de la Ley 600 de 2000. 3 . 1. C o mo el p r i m er a r g u m e n to p r o p u e s to p or el c e n s or se c o n c r e ta en q ue el a quo realizó u na e q u i v o c a da interpretación del artículo 31 del Código P e n al al escoger la p e na de m a y or sanción y no la de m a y or gravedad, ha de señalarse q ue la j u r i s p r u d e n c ia vigente tiene d i s p u e s to que la p e na más grave se d e t e r m i na p or la s u p e r i or p e n a l i d ad 10 } / Q f i^ / Segunda instancia. 47982
M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS. luego de efectuar la individualización de c a da u na de l as sanciones. D o c t r i na q ue se planteó en C SJ SP, 9 J un 2 0 0 4, Rad. 2 0 1 3 4, al señalarse que: Ya es doctrina de la Corte señalar que en casos de concurso de
conductas punibles, la fijación de la pena más grave no está fatídicamente atada a la previsión legal, sino que es el resultado de la individualización de la consecuencia punitiva que a cada uno de los comportamientos en concurso le corresponde, porque bien puede ocurrir que una conducta con mínimo normativo inferior al señalado para otra que con ella concurre, resulte sancionada con mayor severidad habida cuenta de sus particularidades ejecutivas." Posición replicada en C SJ S P, 26 M ar 2 0 1 4, R a d. 3 8 7 95 y C SJ A P, 24 S ep 2 0 1 4, R a d. 4 3 4 3 9. En aquella decisión s o s t u vo la S a la lo siguiente: Por tanto, respetando los límites que impone el primer cuarto de punibilidad, la Corte fijará la pena de prisión para el delito de desplazamiento forzado en 90 meses de prisión, conclusión que permite afirmar que es este, y no el concierto para delinquir agravado, el delito más grave, pues, como la jurisprudencia lo tiene dicho: "es la pena individualizada de cada uno de los delitos en concurso la que conduce a determinar la base de construcción de la pena total a imponer, sin importar para el caso las sanciones mínimas y máximas previstas en abstracto por los respectivos tipos penales" (CSJ SP, 25 de agosto de 2010, Rad. 33458). (Las líneas q ue s u b r a y an el a p a r te del párrafo no a p a r e c en en el texto original). E s ta orientación j u r i s p r u d e n c i al ya había sido
a s u m i da p or la Corporación en vigencia del E s t a t u to P e n al 11 / Segunda instancia. 47982 M I G U EL A L F O N SO DE LA ESPRIELLA BURGOS. de 1 9 8 0. Así, en C SJ S P, 7 O ct 1 9 9 8, R a d. 1 0 . 9 8 7, se afirmó: "En materia de concurso de hechos punibles, (art. 26 del CP.) la ley dispone que el condenado quedará sometido a la disposición que establezca la pena más grave, aumentada hasta en otro tanto. Ello implica entonces, que el follador, de entre los varios ilícitos concurrentes, deba seleccionar cuál fué en concreto el hecho punible que ameritaría pena mayor, y para éste efecto debe proceder a individualizar las distintas penas, con el fin de escoger la más gravosa y, posteriormente, decidir en cuánto la incrementa habida consideración del número de delitos concursantes, su gravedad y sus modalidades específicas. (...) Cuando concurren delitos cuyas penas mínimas y máximas difieren, la fijación de cuál es el que tiene establecida la sanción más grave no puede quedar reducida a la fórmula de seleccionar el de pena mínima más severa o el de mayor pena máxima. El problema se debe resolver dosificando la pena de cada hecho punible en el caso concreto conforme a los criterios de individualización del artículo 61 del CP., y escogiendo como punto de partida el que resulte con la mayor sanción; es sobre
ésta pena sobre la que opera el incremento autorizado por el artículo 26 del Código PenaV. A h o r a, c on relación a la acumulación jurídica de p e n a s, la p o s t u ra de la S a la se ha m a n t e n i do u n i f o r me en el m i s mo sentido. En C SJ S P, 30 A br 2 0 1 4, R a d. 4 3 4 74 se indicó: "De esa forma, como quiera que respecto de (...) deviene viable aplicar la figura de la acumulación jurídica de penas consagrada en el artículo 470 del Código de Procedimiento Penal de 2000, en armonía con el artículo 31 del Código Penal, en tal sentido procederá la Corte. ' Esta doctrina fue reiterada en la SP, 15 May 2003, Rad 15619. 12 Segunda instancia. 47982
M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS.
P a ra t al efecto, b a s ta c on c o m p a r ar el q u a n t um de las diferentes p e n a l i d a d es p r i v a t i v as de la l i b e r t ad i m p u e s t as en las s e n t e n c i as c i t a d a s, p a ra establecer q ue la c o n t e n i da en la del 27 de Julio de 2 0 11 es la más grave, toda vez que se fijó en 108 meses de prisión, luego, en principio, podria ir hasta otro tanto resultado que es superior a la suma de esa con la de 60 meses a que
hace mención el fallo del 25 de septiembre de 2013." (Negrilla f u e ra del t e x to original). Y r e c i e n t e m e n t e, en C SJ AP, 16 A br 2 0 1 5, R a d. 4 5 5 0 7, al resolver un r e c u r so de apelación c o n t ra la decisión q ue decidió u na s o l i c i t ud de acumulación jurídica de penas, la Corporación reiteró su d o c t r i na al señalar: "Asimismo, se ha precisado que cumplidos los presupuestos para la acumulación jurídica de penas, el mismo texto por integración normativa para efectos de dosificar la pena, remite al artículo 31 del Código Penal que regula el concurso de conductas punibles, lógicamente en su parte pertinente, por cuanto la suma jurídica no habrá de hacerse sobre las conductas punibles individualmente imputadas al condenado en los procesos objeto de acumulación, sino sobre las penas dosiñcadas en la forma y términos en que se haya dispuesto en las sentencias. Por m a n e ra q ue p a ra establecer la p e na más g r a ve de las s e n t e n c i as objeto de acumulación, solo se h a ce necesario un s i m p le ejercicio de comparación matemático e n t re las de i g u al n a t u r a l e za p a ra s a b er cuál es la más g r a ve y sobre la c u al podrá a u m e n t a r se h a s ta en otro t a n t o, s in q ue fuere superior a la s u ma aritmética. ( S u b r a y a do y n e g r i t as d el texto es
a g r e g a do de la Sala). En este o r d en de ideas no se equivocó el J u ez al decidir q ue la p e na más grave e ra la de 60 m e s es de prisión, e m i t i da p or la C o r te p or el delito de constreñimiento al s u f r a g a n te agravado, y no la de 45 m e s es y 15 días q ue el J u z g a do T e r c e ro P e n al del C i r c u i to Especializado de Bogotá 13 Segunda instancia. 47982 M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS. i m p u so p or el delito de concierto p a ra d e l i n q u ir agravado, p u es en e sa confrontación matemática de l as d os p e n as a q u e l la r e s u l ta más gravosa que ésta. E s t as m i s m as consideraciones q ue s u r g en de la d o c t r i na de la Corte, p e r m i t en desechar la tesis d el r e c u r r e n te o r i e n t a da a q ue la p e na más grave se establezca a p a r t ir d el desvalor de acción y de r e s u l t a do de la c o n d u c t a, c o mo q u i e ra q ue estos criterios d e b i e r on hacer p a r te d el análisis del s e n t e n c i a d or al m o m e n to de dosificar en concreto c a da c o m p o r t a m i e n to en el fallo
c o r r e s p o n d i e n t e, a c o r de a lo reglado en el inciso 3° d el artículo 61 d el C P ., i n t e r e s a n do p a ra este m o m e n t o, " /a vena individualizada de cada uno de los delitos en concurso la que conduce a determinar la base de construcción de la vena total a imponer, sin importar para el caso las sanciones mínimas ti máximas previstas en abstracto por los respectivos tipos penales." 3.2 El s e g u n do c u e s t i o n a m i e n to c o n t ra la decisión c o n f u t a da h a ce referencia al d e s c o n o c i m i e n to de la cláusula c o n t e n i da en la p a r te final del p r i m er i n c i so del artículo 4 70 de la Ley 6 00 de 2 0 00 q ue señala q ue la p e na i m p u e s ta en la p r i m e ra decisión se tendrá en c u e n ta c o mo p a r te de la sanción a i m p o n e r. P a ra la S a la es claro q ue el cabal e n t e n d i m i e n to de la disposición no p e r m i te a r r i b ar a la conclusión s u g e r i da p or el a p e l a n te según la c u al el J u ez debe "incluir dentro de la 14 Segunda instancia. 47982 M I G U EL A L F O N SO DE LA ESPRIELLA BURGOS. sanción definitiva la pena inicialmente impuesta y obtener el
otro tanto de la segunda sanción a la cual fui condenado."^, p u e s, ello equivaldría a d e s c o n o c er la n o r ma en su i n t e g r a l i d ad q ue d i s p o ne q ue el proceso de acumulación jurídica de l as p e n as está r e g u l a do p or el p r o c e d i m i e n to p r e v i s to en l as n o r m as q ue r e g u l an la dosificación de l as p e n as en c a so de c o n c u r so de c o n d u c t as p u n i b l e s. C i e r to es q ue el artículo 4 70 de la L ey 6 00 de 2 0 0 0, c o mo también el 4 60 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, establecen que en los c a s os de acumulación jurídica "la pena impuesta en la primera decisión se tendrá en cuenta como parte de la sanción a imponer", s in e m b a r g o, la p r o p u e s ta hermenéutica del r e c u r r e n te d e s c o n o ce el v e r d a d e ro alcance de e s ta disposición, p u es c o mo se indicó p r e c e d e n t e m e n t e, la determinación de la sanción p or razón de la acumulación jurídica se rige p or las reglas p r e v i s t as en el artículo 31 d el
C. P.
De ahí q ue no r e s u l te acertado p r e t e n d er q ue el a p a r te
d e s t a c a do p or el a p e l a n te t e n ga la i n c i d e n c ia sugerida, ya q ue la determinación de la p e na b a se no está ligada al factor t e m p o r a l, es decir, si fue la p r i m e ra c o n d e n a, s i no en su m a y or g r a v e d ad c o mo e x p r e s a m e n te se c o n t e m p la en el artículo 31 ibídem y c o mo lo ha r e i t e r a do de m a n e ra pacífica la j u r i s p r u d e n c ia de la Sala. 'Cfr. Folio 155 15 Segunda instancia. 47982
M I G U EL ALFONSC DE LA ESPRIELLA B U R G O S.
En este o r d en de ideas, la regla señalada en la p a r te final d el p r i m er i n c i so d el artículo 4 70 ídem será a t e n d i da p or el j u ez e j e c u t or al m o m e n to de r e c o n o c er la p e na c u m p l i da p or el s e n t e n c i a d o, a b a r c a n do desde luego la i m p u e s ta en la p r i m e ra c o n d e n a. ii. Determinación del "otro tanto" del artículo 31 del C P. I n f u n d a da r e s u l ta i g u a l m e n te la crítica q ue p r o p o ne el r e c u r r e n te al señalar q ue el o t ro t a n to q ue debe i m p o n e r se
al a c u m u l ar l as p e n as se h a ga a p a r t ir "del sistema de cuartos" p r e v i s to en el artículo 61 d el Código P e n a l, si en c u e n ta se t i e ne q ue e sa p o s i b i l i d ad ha sido r e c h a z a da p or la j u r i s p r u d e n c ia de la S a la en recientes decisiones, s in q ue se a d v i e r ta m o t i vo a l g u no q ue j u s t i f i q ue su variación. En efecto, en C SJ A P, 16 de A br 2 0 1 5, R ad 4 5 5 0 7, se precisó que: "Entonces, la pena que debe fijarse al momento de la acumulación jurídica se deduce, por remisión, de los fundamentos jurídicos y fácticos de la sentencia que va a ser unificada, sin acudir al sistema de cuartos como equivocadamente lo plantea el recurrente, toda vez que las conductas además de haber sido debidamente dosiñcadas en la sentencia, el objeto de la acumulación es que varias sentencias se conviertan en una, única e indivisible, en la cual se ñia una pena razonable u dentro de los límites normativos. La norma de los cuartos era aplicable cuando se trata de individualizar la sanción al momento de proferirse la sentencia, y ello se respetó en el presente evento, pero para efectos de la acumulación
sólo se debe acudir al artículo 31 del Código Penal." 16 f Segunda instancia. 47982
M I G U EL ALFONSO DE LA ESPRIELLA BURGOS.
P o s t e r i o r m e n t e, en C SJ AP, 10 D io 2 0 1 5, R a d. 4 7 1 5 8, se indicó: "En esa labor de determinación de la proporción que aumenta la pena en los casos de concurso delictual, el Legislador otorgó al juez un poder discrecional, sin que ello implique un proceder arbitrario, caprichoso o antojadizo, pues el mismo debe sustentarse en la evaluación de las conductas punibles que fueron objeto de reproche, en las circunstancias en que se cometió la conducta y en las condiciones personales del procesado^, como también en los bornes cuantitativos previstos en el artículo 31 del CP., concretamente, (i) el incremento no puede superar la suma aritmética de las penas correspondientes, (ii) "hasta en otro tanto", y (iii) sin sobrepasar los 60 años de prisión. En el mismo sentido, y con el propósito de fijar pautas claras que definan la facultad del juzgador para determinar la pena en estos eventos, aplicables también a los casos de acumulación jurídica de penas, la Corte unificó su jurisprudencia, a partir de la cual se resuelven los problemas de hermenéutica suscitados con la entrada en vigencia del artículo 31 del CP. - Ley 599 de 2000 -, norma que omitió hacer referencia a criterios puntuales orientadores de la actividad jurisdiccional como sí acontecía en el Decreto Ley 100 de 1980, inciso
2° del artículo 61. En efecto, en la SP 5420-2014 de 30 de abril de 2014, rad. 41.350, la Sala recogió la postura conforme a la cual el incremento punitivo por el concurso de conductas punibles se sujetaba a la valoración de los criterios obrantes en el artículo 61 inciso 3° del Código Penal, como quiera que "(...) no sólo carecería de sustento normativo, sino además reñiría con el principio de no volver sobre lo mismo dos veces, ya que tales aspectos debieron ser apreciados por el juez a la hora de individualizar la pena por cada comportamiento concurrente." Así, sostuvo la Sala que "(...) tampoco es afortunado sugerir que en la concreción del aumento por el concurso no se puede apreciar el número de delitos que convergen, pues una tal valoración es inherente al sentido del artículo 31 déla Ley 599 de 2000, en el cual la infracción de «varias disposiciones de la ley penal o varias veces la misma disposición» suscita la obligación de determinar las sanciones «que correspondan a las respectivas conductas punibles debidamente dosificadas cada una de 3 Cfr. AP 1902-2015. Radicado 45507. 17 / Segunda instancia. 47982 M I G U EL A L F O N SO DE LA ESPRIELLA BURGOS. ellas», además de considerar la prohibición de no exceder su «suma aritmética». La cantidad de ilícitos en la dosificación de la pena se trata, por lo tanto, de un factor que al funcionario no le es posible desconocer"
(...) D a do el f in de u n i f i c ar la J u r i s p r u d e n c i a, la S a l a, en e s ta o p o r t u n i d a d, a c l a ra q ue el i n c r e m e n to p u n i t i vo en los casos de co
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