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CSJ - AP4129-2016(47967)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AP4129-2016(47967)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
2016

C.

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACIÓN PENAL

EUGENIO FERNÁNDEZ CARLIER Magistrado ponente AP4129-2016 Radicación 47967 A p r o b a do a c ta número 1 94 Bogotá, D.C., v e i n t i n u e ve ( 2 9) de j u n io de d os m il dieciséis (2016). La S a la decide sobre la a d m i s i b i l i d ad de las d e m a n d as de casación presentadas p or l os defensores de M I C H A EL S A N D I NO P E R D O MO y D I E GO A L E J A N D RO AVENDAÑO V I L L A M IL c o n t ra la sentencia proferida el 12 de febrero de 2 0 16 p or el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, p or m e d io de la c u al revocó p a r c i a l m e n te la e m i t i da p or el J u z g a do 28 P e n al d el Circuito y, en su lugar, condenó a l os n o m b r a d os c o mo coautores del delito de h o m i c i d io agravado.

CASACIÓN 47967

DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL

MICHAEL SANDINO P E R D O MO

I. HECHOS A p r o x i m a d a m e n te a las 1 2 : 00 A . M. d el 25 de m a r zo de 2 0 0 7, en el b a r r io La Perseverancia de esta capital, E l k in

Fabián B e n a v i d es Chivatá, Carlos Santiago Muñoz Mejía y M a u r i c io A l e j a n d ro Cifuentes salieron de u na fiesta en la que se e n c o n t r a b an c on el propósito de c o m p r ar cigarrillos. En la vía pública se e n c o n t r a r on c on José D a v id Flórez M e n d o z a, M i c h a el S a n d i no P e r d o m o, Pedro E n r i q ue Avendaño y su hijo Diego Alejandro Avendaño Villamil, todos ellos seguidores d el equipo de fútbol M i l l o n a r i o s, quienes a t a c a r on verbcd y físicamente a l os p r i m e r os m e n c i o n a d os p o r q ue estos, a su vez, e r an fanáticos del c l ub S a n ta Fe. En desarrollo de la agresión, E l k in Fabián Benavidez Chivatá recibió u na h e r i da de a r ma b l a n ca en la región i n f r a m a n d i b u l ar q ue m o m e n t os después determinó su deceso.

II. ACTUACIÓN PROCESAL RELEVANTE

1. En a u d i e n c ia p r e l i m i n ar celebrada el 14 de m a r zo de 2 0 11 a n te el J u z g a do 54 P e n al M u n i c i p al c on Función de C o n t r ol de Garantías, la Fiscalía imputó cargos a D I E GO A L E J A N D RO AVENDAÑO V I L L A M I L, M I C H A EL S A N D I NO

P E R D O MO y José D a v id Flórez M e n d o za c o mo coautores d el delito de h o m i c i d io agravado, definido en l os artículos 103 y 104, n u m e r a l es 4° y 7°, de la L ey 5 99 de 2 0 0 0, modificados p or la L ey 8 90 de 2 0 0 4. N i n g u no de ellos aceptó su

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL

MICHAEL SANDINO P E R D O MO responsabilidad^. En actuación a d e l a n t a da p or separado, Pedro E n r i q ue Avendaño se allanó a los cargos q ue le f u e r on i m p u t a d os el 15 de agosto de 2 0 07 por idéntica c o n d u c t a.

2. El c o n o c i m i e n to del a s u n to correspondió al J u z g a do 28 P e n al d el C i r c u i to de C o n o c i m i e n to de Bogotá, q ue adelantó el j u i c io en varias sesiones celebradas entre septiembre 17 de 2 0 13 y agosto 21 de 20 1 52.

3. M e d i a n te sentencia de 14 de octubre de esa última a n u a l i d ad el d e s p a c ho absolvió a los acusados^,

4. La Fiscalía apeló la providencia y el T r i b u n al S u p e r i or

de Bogotá, en decisión de febrero 12 de 2 0 1 6, la revocó parcialmente. En consecuencia, condenó a AVENDAÑO V I L L A M IL y S A N D I NO P E R D O MO c o mo coautores del delito i m p u t a d o, y m a n t u vo la absolución respecto de José D a v id Flórez Mendoza"^.

5. I n c o n f o r m es c on la determinación, los defensores de los c o n d e n a d os i n t e r p u s i e r on y s u s t e n t a r on o p o r t u n a m e n te el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación^. 1 F. 82, c. 1. 2 F. 278, c. 1; fs. 18, 32 y 84, c. 2. 3 Fs, 101 y siguientes, c. 2. Fs. 23 y siguientes, c. del Tribunal. 5 Fs. 66 y siguientes, c. del Tribunal.

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL

MICHAEL SANDINO P E R D O MO

II. LAS DEMANDAS

1. A nombre de MICHAEL SANDINO PERDOMO.

C on f u n d a m e n to en el n u m e r al 1° del artículo 1 81 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, el r e c u r r e n te p r o p o ne un único cargo en el c u al d e n u n c ia la violación directa de la L ey sustamcial p or falta de aplicación de los artículos 7° ibídem y 29 de la C a r ta

Política. C o n s e c u e n c ia de ello, dice, se a p l i c a r on i n d e b i d a m e n te t a n to el c a n on 3 81 d el Código de P r o c e d i m i e n to P e n al c o mo l os artículos 103 y 1 04 de la L ey 5 99 de 2 0 0 0. T r as disertar e x t e n sa y r e i t e r a t i v a m e n te sobre la noción de carga de la p r u e b a, la presunción de inocencia y su a d e c u a da comprensión en el derecho i n t e r n a c i o n al y vernáculo, el a b o g a do aduce q ue el J u ez de p r i m e ra i n s t a n c i a, en d i s c e r n i m i e n to "resaltado" p or el ad q u e m, entendió q ue l as alegaciones conclusivas de la Fiscalía «carecieron de la argumentación necesaria para determinar como (sic) la aportación fáctica...consiguió justificar la verdad» de su teoría del caso. El T r i b u n a l, p or su parte, admitió e x p r e s a m e n te la existencia de d u da razonable sobre «qué fue lo que ocurrió en el amanecer del 25 de marzo de 2007», al p u n to q ue en la sentencia a t a c a da se consignó q ue l as p r u e b as r e c a u d a d as no «dieron razón de que en los hechos haya participado el

señor JOSÉ DAVID FLORES (sic) MENDOZA».

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO C o mo si f u e ra poco, agrega, la Corporación reconoció inequívocamente q ue «en este caso no se aprecia que previamente se haya convenido atentar contra la vida del hoy occiso». En e se o r d e n, concluye q ue si la s e g u n da i n s t a n c ia aceptó q ue no se demostró más allá de t o da d u da «la responsabilidad» de S A N D I NO P E R D O M O, la c o n s e c u e n c ia necesaria debió ser la aplicación de los artículos 7° de la Ley 9 06 de 2 0 04 y 29 de la Constitución Política y, p or ende, la confirmación del fallo absolutorio. De a c u e r do c on lo expuesto, el d e m a n d a n te pide q ue se case la s e n t e n c ia c e n s u r a da y se a b s u e l va al c o n d e n a do de los cargos i m p u t a d o s.

2. A nombre de DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO

VILLAMIL.

D os cargos independientes, a m b os al a m p a ro d el n u m e r al 3° del artículo 1 81 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, p r o p o ne el d e m a n d a n te c o n t ra la sentenc ia de s e g u n da i n s t a n c i a. 2.1 Señala, en p r i m er lugar, q ue el T r i b u n al incurrió en

un e r r or de h e c ho derivado de un falso j u i c io de i d e n t i d ad p or c e r c e n a m i e n to al v a l o r ar el i n f o r me pericial de n e c r o p s ia allegado a las diligencias y el t e s t i m o n io r e n d i do en j u i c io p or el perito médico forense respectivo. C o n s e c u e n c ia de ello, dejó de aplicar el artículo 7° de la Ley 9 06 de 2 0 0 4.

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO En efecto, el ad q u em únicamente consideró esas p r u e b as en lo a t i n e n te a la c a u sa de m u e r t e, pero omitió v a l o r ar su c o n t e n i do en c u a n to o b j e t i v a m e n te d e m u e s t r an q ue el cadáver de E l k in Fabián B e n a v i d es Chivatá sólo tenía, además de la h e r i da en el cuello, u na pequeña lesión en la m a n o, clasificada por el experto c o mo «defensiva». Lo a n t e r i or d e s m i e n te la versión ofrecida p or el testigo de cargo c u ya declaración sirvió c o mo s u s t e n to de la c o n d e n a, según el c u al el ofendido recibió u na c a n t i d ad p l u r al de golpes y u na

puñalada en el a b d o m e n. 2.2 En desarrollo d el s e g u n do cargo, el d e m a n d a n te a f i r ma co nfigu rado un e r r or de h e c ho p or falso raciocinio en la apreciación del t e s t i m o n io de C a r l os S a n t i a go Muñoz Mejía. Señala q ue e sa declaración f ue c o n s i d e r a da p or el T r i b u n al c o mo clara, consistente y «sin ninguna contrariedad con las reglas de la sana crítica». A partir de ella, t u vo p or d e m o s t r a do q ue D I E GO A L E J A N D RO AVENDAÑO V I L L A M IL participó en la agresión s u f r i da p or la víctima. C on todo, el testigo admitió s er a m i go de E l k in Fabián B e n a v i d es Chivatá y e n e m i go de l os a c u s a d os o, lo q ue es igual, t e n er interés en el r e s u l t a do d el proceso. En e se entendido, al e x a m i n ar el mérito d e m o s t r a t i vo de esa p r u e ba el ad q u em debió observar, c o mo no lo hizo, la máxima de la experiencia según la c u al «un testigo parcializado tiene motivos para mentir» y, en consecuencia, negarle credibilidad a la declaración.

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MICHAEL SANDINO P E R D O MO De o t ra parte, el casacionista m a n i f i e s ta q ue la s e g u n da i n s t a n c i a, al apreciar el t e s t i m o n io de C a r l os S a n t i a go Muñoz, también quebrantó l as reglas de la lógica y, más específicamente, el principio de no contradicción. Ello, p o r q ue el i n f o r me de necropsia y el i n f o r me de inspección técnica a cadáver revelaron q ue el c u e r po de la víctima sólo exhibía dos lesiones (la q ue le causó la m u e r te y u na c o r t a da en la m a n o ); a pesar de ello, el testigo afirmó q ue aquéUa recibió u na c a n t i d ad p l u r al de golpes y u na puñalada en el a b d o m e n, c on lo c u al el ad q u em desconoció q ue «es imposible que un cuerpo haya sido apuñalado y golpeado, y que al mismo tiempo no haya sufrido ninguna herida». A g r e ga q ue el y e r ro también p u e de e x a m i n a r se desde la perspectiva de l as reglas de la experiencia, p o r q ue éstas enseñan q ue «si una persona es atacada y recibe puñaladas, puños y patadas, su cuerpo va a reflejar las lesiones sufridas». C o n c l u ye el d e m a n d a n te q ue si el T r i b u n al no h u b i e se

i n c u r r i do en el e r r or d e n u n c i a d o, habría descartado la veracidad de lo atestado p or Carlos S a n t i a go Muñoz, p or lo c u al «habría carecido de elementos para afirmar.. .que.. .MICHAEL SANDINO PERDOMO.. .y DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL.. .fueron coautores de la conducta punible». En consecuencia, «no habría tenido ninguna duda en confirmar la sentencia absolutoria».

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III. CONSIDERACIONES

1. La casación es un r e c u r so e x t r a o r d i n a r io y reglado q ue les p e r m i te a los interesados cuestionar, a n te la máxima a u t o r i d ad de la j u s t i c ia o r d i n a r i a, la correspondencia de un fallo de s e g u n do grado c on el o r d e n a m i e n to jurídico.

D i c ha confrontación repercutirá si se descubre en la sentencia algún error de trámite o de j u i c io jurídicamente trascendente, ya sea p r o p u e s to p or el r e c u r r e n te o advertido de oficio p or la Corte, si se a d m i te violación de garantías. U na decisión a j u s t a da a derecho, p or el contrario, es a q u e l la que logra sobrevivir r a c i o n a l m e n te a la crítica. Y esta

última será irrelevante si no refuta la providencia, es decir, si no d e m u e s t r a, bajo los parámetros j u r i s p r u d e n c i a l es dirigidos a la a d e c u a da demostración de un yerro, q ue riñe en aspectos s u s t a n t i v os c on la Constitución Política, la ley o los principios q ue las rigen. De ahí q ue el artículo 1 84 de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, n o r m a t i v i d ad procesal aplicable a este a s u n t o, establece que no será seleccionada la d e m a n da c u a n do q u i en la i n t e r p o ne «no desarrolla los cargos de sustentación o cuando de su contexto se advierta fundadamente que no se precisa del fallo para cumplir alguna de las finalidades del recurso».

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2. La demanda presentada a nombre de MICHAEL

SANDINO PERDOMO.

En lo q ue atañe a la d e m a n da p r e s e n t a da a n o m b re de M I C H A EL S A N D I NO P E R D O M O, la S a la e n c u e n t ra q ue la m i s ma carece de debida fundamentación y no r e s u l ta suficiente p a ra d e m o s t r ar la c a u s al de casación invocada. Q u i en alega la violación directa de la L ey s u s t a n c i al

debe aceptar l os h e c h os jurídicamente relevantes en l os estrictos términos en q ue f u e r on reconocidos p or el fallo atacado p a r a, a partir de esa situación fáctica, d e m o s t r ar q ue las i n s t a n c i as no a p l i c a r on el precepto legal l l a m a do a regularla, a p l i c a r on u na disposición q ue no se a j u s ta a aquélla, o b i en q ue escogieron el c a n on aplicable pero lo i n t e r p r e t a r on de m a n e ra equivocada. C u a n d o, c o mo sucede en este caso, la violación directa de la Ley está v i n c u l a da c on la s u p u e s ta inaplicación de las n o r m as q ue c o n s a g r an l os principios de presunción de inocencia y d u da favorable al reo, el casacionista tiene la carga de d e m o s t r ar a r g u m e n t a t i v a m e n t e, m e d i a n te un d i s c u r so lógico y ceñido a la realidad procesal, q ue el J u z g a d or de s e g u n do grado i) admitió la existencia de d u d as sobre la r e al o c u r r e n c ia del delito o la responsabilidad de la p e r s o na enjuiciada pero, a pesar de ello, ii) profirió un fallo c u yo aparte resolutivo r e s u l ta c o n t r a r io a dicho reconocimiento. En el presente a s u n t o, el r e c u r r e n te m a n i f i e s ta q ue el

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO T r i b u n al admitió la existencia de d u d as respecto «qué fue lo que ocurrió en el amanecer del 25 de marzo de 2007» y la r e s p o n s a b i l i d ad de S A N D I NO P E R D O M O, p or lo c u al la decisión a d o p t a da debió ser la de absolverlo. No obstante, la sola revisión de la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c ia p e r m i te a f i r m ar la incorrección m a t e r i al de t al alegación y la o m i t i da fundamentación d el reproche, p o r q ue en n i n g u no de l os apartes de la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c ia se observa q ue el ad q u em h a ya reconocido hesitación sobre la m a t e r i a l i d ad d el ilícito o la participación del n o m b r a do en su perpetración. M uy al c o n t r a r io de lo aseverado p or el d e m a n d a n t e, la Corporación encontró d e m o s t r a do q ue E l k in Fabián B e n a v i d es Chivatá, C a r l os S a n t i a go Muñoz Mejía y o t ra p e r s o na identificada c on el alias de "Pulga" «fueron emboscados por MICHAEL SANDINO PERDOMO, alias TATO;

DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL, alias PININA; alias MARRANO y PEDRO ENRIQUE A VENDAÑO... quienes animados por el último de los nombrados, los desafiaron a pelear»^. De i g u al m a n e r a, coligió q ue en desarrollo de la agresión «el hoy occiso sufrió una sola herida mortal, que fue ocasionada por MICHAEL SANDINO PERDOMO, alias TATO», y consignó q ue el acervo p r o b a t o r io «muestra muy a las claras que la víctima fue atacada de una manera mancomunada por 6 F. 32. 10

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO todo el grupo de agresores>v. E s as inequívocas af irmac i ones d an c u e n ta de la convicción a la q ue llegó la i n s t a n c ia sobre la satisfacción de los requisitos p a ra proferir c o n d e na c o n t ra M I C H A EL

S A N D I N O.

A h o ra bien, el T r i b u n ad indicó q ue los m e d i os s u a s o r i os obtenidos no «dieron razón de que en los hechos haya participado el señor JOSÉ DAVBD FLORES (sic) MENDOZA». Pero d i c ha aseveración, c o mo p u e de colegirse s in n i n g u na dificultad d el t e n or de la se nte nc ia a t a c a da e i n c l u so de la

m i s ma d e m a n d a, n a da tiene q ue ver c on la m a t e r i a l i d ad de la c o n d u c ta p u n i b le ni c on la situación de S A N D I NO P E R D O M O, s i no únicamente c on la imputación elevada por la Fiscalía c o n t ra José D a v id Flórez M e n d o z a, absuelto en p r i m e ra y s e g u n da i n s t a n c i a. E s to fue lo q ue dijo el ad q u e m: «En cambio, ni el declarante (se refiere a C a r l os Santiago Muñoz Mejía) ni ninguna otra prueba dieron cuenta de que en los hechos haya participado el señor José David Flórez Mendoza, como tampoco se probó quién es alias MARRANO, Por el nombre de éste se le preguntó a CARLOS SANTIAGO MUÑOZ MEJÍA, mas él dijo que no recordaba, sin que haya ninguna prueba indicativa de que alias MARRANO sea JOSÉ DA VID FLÓREZ MENDOZA, por lo que su absolución debe confirmarse. Empero^ v a ra el T r i b u n al h ay mérito sufíciente p a ra d e c l a r ar p r o b a do q ue MICHAEL SANDINO P E R D O M O. . .U DIEGO ALEJANDO AVENDAÑO 7 F. 34.

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO VILLAMIL.,,fueron c o a u t o r es de la c o n d u c ta p u n i b le

a ellos i m p u t a d w^ (el énfasis es de la Sala). La literalidad de la providencia, en la q ue se a f i r ma e x p r e s a m e n te la certeza sobre la o c u r r e n c ia d el delito y la responsabilidad de S A N D I NO P E R D O M O, llevan n e c e s a r i a m e n te a descartar la c e n s u ra del casacionista. De o t ra parte, el r e c u r r e n te a d u ce q ue el T r i b u n al admitió que «en este caso no se aprecia que previamente se haya convenido atentar contra la vida del hoy occiso», a pesar de lo c u al condenó a su m a n d a n te c o mo c o a u t or del delito c on evidente violación directa de la Ley s u s t a n c i a l. No obstante, la simple l e c t u ra d el fallo b a s ta p a ra descartar el reproche, q ue en realidad f u n d a m e n ta en u na l e c t u ra sesgada e i n t e r e s a da de la m i s m a: «Por supuesto, en este caso no se aprecia que previamente se haya convenido en atentar contra la vida del hoy occiso. S in embargo^ recuérdese que, p a ra efectos de e s t r u c t u r a r se la coautorícL, el c o n v e n io p u e de s er también c o n c o m i t a n t e^ forma de a c t u ar aguí s u f i c i e n t e m e n te acreditada...»^ (el énfasis es de

la Sala). Por último, el d e m a n d a n te m a n i f i e s ta q ue la s e g u n da i n s t a n c ia "resaltó" el r a z o n a m i e n to de la p r i m e ra según el c u al l os alegatos de cierre de la Fiscalía «carecieron de la 8 F. 33. 9 F. 34.

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO argumentación necesaria para determinar como (sic) la aportación fáctica...consiguió justificar la verdad» de su teoría del caso. Sucede, s in embargo, q ue t al alegación es i g u a l m e n te i n f u n d a da p o r q ue también parte de u na comprensión tergiversada de la providencia c u ya rescisión pretende el censor. C i e r t a m e n t e, el T r i b u n al transcribió l i t e r a l m e n te el referido a r g u m e n t o, pero lo hizo c on el propósito exclusivo de refutarlo, al p u n to que, luego de a l g u n as consideraciones o r i e n t a d as e x p r e s a m e n te a e se fin, concluyó q ue él m i s mo «(riñe) con la ley»^^. De ahí que, en s u m a, la S a la concluye q ue la d e m a n da p r e s e n t a da a n o m b re de M I C H A EL S A N D I NO carece de

fundamentación y se ofrece insuficiente p a ra acreditar el y e r ro d e n u n c i a d o. En consecuencia, no será a d m i t i d a. Además, c o mo no se advierte la violación m a n i f i e s ta de a l g u na de l as garantías judiciales d el acusado, r e s u l ta innecesario proferir fallo oficioso c o n t ra la sentencia de s e g u n da i n s t a n c i a. C o n t ra esta decisión procede el m e c a n i s mo de insistencia en los términos explicados p or la Corte a partir del fallo C SJ SP, 12 sept. 2 0 0 5, r a d. 2 4 3 2 2. 10 F. 3 1.

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL

MICHAEL SANDINO P E R D O MO

3. La demanda presentada a nombre de DIEGO

ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL.

P or r e u n ir l os p r e s u p u e s t os establecidos en l os artículos 1 81 y s i g u i e n t es d el Código de P r o c e d i m i e n to P e n al ( L ey 9 06 de 2 0 0 4) se declara ajustada a derecho la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or el a p o d e r a do de D I E GO A L E J A N D RO AVENDAÑO V I L L A M IL c o n t ra la

s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c ia p r o f e r i da el 12 de febrero último p or el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, q ue revocó p a r c i a l m e n te la p r o f e r i da el 14 de o c t u b re de 2 0 15 p or el J u z g a do 28 P e n al del C i r c u i to de C o n o c i m i e n to de Bogotá.

IV. DECISIÓN En mérito de lo expuesto, la CORTE SUPREMA DE

JUSTICIA, SALA DE CASACIÓN PENAL,

RESUELVE

1. RECHAZAR la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or el abogado de M I C H A EL S A N D I NO P E R D O MO c o n t ra la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c ia proferida p or el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá.

2. ADMITIR, p or s er a j u s t a da a derecho, la d e m a n da p r e s e n t a da a n o m b re de D I E GO A L E J A N D RO AVENDAÑO V I L L A M IL c o n t ra esa m i s ma providencia.

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL MICHAEL SANDINO P E R D O MO De c o n f o r m i d ad c on lo dispuesto en el artículo 1 84 de la

Ley 9 06 de 2 0 0 4, es facultad del r e c u r r e n te elevar petición de insistencia en relación c on lo decidido respecto de la d e m a n da i n a d m i t i d a. Notifíquese y cúmplase,

EUGE CARLIER

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DIEGO ALEJANDRO AVENDAÑO VILLAMIL

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