CSJ - AP4348-2016(48223)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - AP4348-2016(48223)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2016
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN PENAL
EYDER PATIÑO CABRERA Magistrado ponente AP4348-2016 / ( A p r o b a do a c ta N° 199) Bogotá, D.C., seis (6) de j u l io de d os m il dieciséis (2016). MOTIVO DE LA DECISIÓN La C o r te e x a m i na el c u m p l i m i e n to de las exigencias de o r d en lógico, jurídico y a r g u m e n t a t i vo de la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or el defensor c o n t r a c t u al de RODIÁN EíVELio GALEANO RAMÍREZ c o n t ra la s e n t e n c ia p r o f e r i da p or la S a la P e n al del T r i b u n al S u p e r i or de A n t i o q u i a, el 9 de febrero d el año en c u r s o, q ue confirmó la d i c t a da p or el J u z g a do P e n al del C i r c u i to c on f u n c i o n es de c o n o c i m i e n to de M a r i n i l la y condenó al a c u s a do c o mo a u t or del c o n c u r so heterogéneo de h o m i c i d i o, t e n t a t i va de h o m i c i d io y Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ fabricación, tráfico, porte o t e n e n c ia de a r m as de fuego,
accesorios, partes o m u n i c i o n e s, en la m o d a l i d ad de porte. LA S I T U A C I ÓN F Á C T I CA F ue así r e l a t a da en el fallo i m p u g n a d o: En el bardo Alameda del municipio de Madnilla, el pasado 6 de febrero de 2012, dos sujetos dispararon contra una pareja que se encontraba caminando por el barrio Nueva Alameda de Madnilla, por lo que alertada la Policía Nacional, se hizo presente en el lugar y logró la captura de YEISON DAVID MONSALVE RAMIREZ, quien se desplazaba en una motocicleta en proximidades de dicho lugar. En dicho evento perdió la vida JULIAN DAVID VALENCIA VALENCIA, y resultó hedda DIANA CAROLINA QUINTERO PAREJA. Iniciadas las pesquisas pertinentes se pudo establecer que quien igualmente participó en el hecho según señalamiento de los testigos presenciales era RODIAN EVELIO GALEANO RAMIREZ, por lo que se dispuso su captura (...}.
A C T U A C I ÓN P R O C E S AL
1. El 16 de n o v i e m b re de 2 0 1 3, en el J u z g a do P r i m e ro P r o m i s c uo M u n i c i p al c on f u n c i o n es de c o n t r ol de garantías de M a r i n i l l a, se llevó a cabo a u d i e n c ia c o n c e n t r a da en la q ue se legalizó la c a p t u ra de RODIÁN E^ELIO GALEANO
RAMÍREZ; se le i m p u t a r on los delitos de h o m i c i d io y t e n t a t i va de h o m i c i d i o, c on la c i r c u n s t a n c ia de m a y or p u n i b i l i d ad p r e v i s ta en el artículo 58 - n u m e r al 10d el Código P e n a l, y el de fabricación, tráfico, p o r te o t e n e n c ia de a r m as de fuego, accesorios, p a r t es o m u n i c i o n e s, a g r a v a do (artículo 2 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ 3 65 - n u m e r al 2ibidem), en la m o d a l i d ad de porte, al t i e m po q ue se le i m p u so m e d i da de a s e g u r a m i e n to de detención p r e v e n t i va en e s t a b l e c i m i e n to carcelario^.
2. El 13 de e n e ro de 2 0 14 la Fiscalía 1 11 Seccional radicó escrito de acusación en iguales términos^ e h i zo la c o r r e s p o n d i e n te formulación el 6 de febrero siguiente, bajo la dirección del J u z g a do P e n al del C i r c u i to c on f u n c i o n es de c o n o c i m i e n to del m i s mo m u n i c i p i o ^.
3. La a u d i e n c ia p r e p a r a t o r ia se surtió el 21 de m a r zo p o s t e r i or y la del j u i c io o r al inició el 17 de j u n io sucesivo'^, y, l u e go de v a r i as sesiones^, finalizó el V de s e p t i e m b re de 2 0 1 5 ^, c u a n do se anunció s e n t i do de fallo c o n d e n a t o r i o.
4. El 6 de n o v i e m b re de e sa a n u a l i d ad el J u ez profirió s e n t e n c ia en la q ue declaró p e n a l m e n te r e s p o n s a b le a GALEANO RAMÍREZ p or l os i n j u s t os a t r i b u i d os - no tuvo en cuenta la circunstancia de m a y or punibilidad endilgaday le i m p u so la p e na p r i n c i p al de 3 00 m e s es de prisión ( 25 años) y l as accesorias de inhabilitación p a ra el ejercicio de d e r e c h os y f u n c i o n es públicas p or 15 años y privación d el d e r e c ho a la t e n e n c ia y porte de a r ma p or t i e m po igual. Le ' Folio 6 del cuaderno de la Corte. ^ Folios 1 a 10 del cuaderno 1. ^ Folios 23 y 24 Id.
^ Folio 68 Id. ^ 30 de octubre, 4, 5 y 6 de noviembre y 9 diciembre de 2014, 27 de febrero, 2 de marzo, 21 de abril y 14 de agosto de 2015 (foUos 200, 204. 213. 217, 236 y 254 del cuaderno 1 y 1, 2, 12 y 43 del cuaderno 2). ^ Folio 50 del cuaderno 2. 3 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEÁNO RAMÍREZ negó la suspensión c o n d i c i o n al de la ejecución de p e na y la prisión domiciliaria"^.
5. El T r i b u n al S u p e r i or de A n t i o q u i a, al resolver el r e c u r so de apelación i n t e r p u e s to p or la defensa, confirmó la determinación en fallo del 9 de febrero de 2 0 1 6 ^.
LA DEMANDA El a b o g a do i n i c ia c on la identificación de las p a r t es i n t e r v i n i e n t es y la decisión i m p u g n a d a, l u e go s i n t e t i za los h e c h os y la actuación procesal, y a c l a ra q ue c o n t r o v i e r te los dos proveídos de i n s t a n c i a, p or c o n f o r m ar u na u n i d a d. E s t os s on los f u n d a m e n t os de s us reproches:
Primero (principal) C a u s al p r i m e r a. Violación directa de la ley s u s t a n c i al p or aplicación i n d e b i da del a r t i c u lo 2 9, inciso s e g u n d o, del Código Penal. Los j u z g a d o r es no a n a l i z a r on l os e l e m e n t os e s t r u c t u r a l es de la coautoría respecto de su r e p r e s e n t a d o, p u es éste no hizo ningún aporte m a t e r i a l, tangible y c a u s a l, únicamente e s t u vo presente en el l u g ar de l os a c o n t e c i m i e n t o s. El a c u e r do común se e x t r a jo s i m p l e m e n te p o r q ue el a c u s a do acompañó a la p e r s o na q ue disparó, cuestión que, a j u i c io del censor, es i n s u f i c i e n t e. " Folios 65 a 73 Id. « Folios 121 a 127 /d. 4 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ C o n f o r me a la situación fáctica c o n s i d e r a da p or el ad quem, no se advierte la i n t e r f e r e n c ia de su r e p r e s e n t a do en la ejecución del h o m i c i d i o. Solicita se case el fallo i m p u g n a d o ^. Segundo (subsidiario) C a u s al tercera. Violación i n d i r e c ta p or e r r or de
d e r e c h o, derivado de un falso j u i c io de legalidad, q ue c o n d u jo a la falta de aplicación d el artículo 7 d el Código P e n al y a la i n d e b i da aplicación de l os p r e c e p t os 1 0 3, en c o n c o r d a n c ia c on el 2 7, y 3 65 del m i s mo e s t a t u t o. El y e r ro ocurrió respecto d el t e s t i m o n io d el t e n i e n te J H O NY A L E X A N D ER C A L V ÁN S A N D O V AL y d el «formato de plena identificación» de GALEANO RAMÍREZ, i n c o r p o r a do al j u i c io a través d el P a t r u l l e ro W I L S ON M O N T A C H EZ M O N T A C H E Z; así c o mo la declaración de D I A NA C A R O L I NA Q U I N T E RO P A R E J A, en el p u n to q ue toca c on la identificación q ue h i zo del a c u s a d o. Los j u z g a d o r es le d i e r on «crédito» a lo m a n i f e s t a do p or C A L V ÁN S A N D O V A L, d e b i do a q ue afirmó «haber reconocido al acusado por virtud de una reseña que le realizaron el día 04 de febrero de 2012 en la Estación de Policia»^^; y M O N T A C H EZ M O N T A C H EZ fue q u i en i n t r o d u jo la reseña fotográfica q ue le
r e a l i z a r on en e sa fecha, p r e v ia a l os h e c h o s, c u a n do lo ^ Folio 164 del cuaderno 2. 10 Folio 168 Id. Casación 48223 0ld RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ l l e v a r on a la Estación de Policía p or carecer de documentación. Según el censor, «era una práctica habitual de la Policia de vigilancia (...) realizar aprehensiones de ciudadanos con el propósito de individualizarlos e identificarlos mediante una reseña fotográfica, todo porque a la Policía se les (sic) antojaba sospechosos o porque se encontraban en lugares oscuros o deshabitados»^^, la c u al c o n s i d e ra ilegal, p or a t e n t ar c o n t ra el derecho a la l i b e r t ad de locomoción. De m a n e ra q ue t o do lo q ue se extrae de e sa «reseña fotográfica» está abrigado de «ilicitud», p u es «para aquélla reseña se debió restringir el derecho a la libertad de abandono del ciudadano», y ello violentó el c a n on 28 de la C a r ta Política, p u es la a u t o r i d ad de policia solo lo habría podido a p r e h e n d er en flagrancia y p a ra el 4 de febrero de 2 0 12 su p r o h i j a do no e s t a ba e j e c u t a n do ilícito a l g u n o i 2_ El p u n to sobre el q ue d e s c a n sa el v e r d a d e ro r e c u e r do
de C A L V ÁN S A N D O V A L, p a ra a f i r m ar q ue la p e r s o na q ue vio a lo lejos e ra GALEANO RAMÍREZ, no es o t ro que el f o r m a to de p l e na identificación. E sa b a se de datos de sujetos sospechosos fue útil p a ra el r e c o n o c i m i e n to que luego hizo D I A NA CAROLINA, p r i m e ro en las i n s t a l a c i o n es de la Policía, luego a n te la Personería y f i n a l m e n te en el juicio. De m a n e ra que, de l os t e s t i m o n i os referidos, se debe e x c l u ir lo a t i n e n te al r e c o n o c i m i e n t o. '1 Folio 169 Id. Folio 170 Id. 6 (fj^f. Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ En e se o r d e n, el f u n d a m e n to p r o b a t o r io de l as s e n t e n c i as se d e r r u m ba p o r q ue G O N Z Á L EZ SEPÚLVEDA y M O N S A L VE R A M Í R EZ no i d e n t i f i c a r on al procesado c o mo u no de los q ue participó en el h o m i c i d i o. En relación c on la f i n a l i d ad d el r e c u r s o, a s e g u ra el l e t r a do que, c on el p r i m er cargo, su intención es q ue se
unifíque j u r i s p r u d e n c ia en el t e ma de la coautoría, p u es la existente no es u n i f o r me en lo q ue toca c on el a p o r te c a u s al en la realización d el delito; y, c on el s e g u n d o, b u s ca p r e s e r v ar las garantías de l i b e r t ad y b a b e as d a ta frente a la actuación de a u t o r i d a d es policivas. Pide a la C o r te que case el fallo i m p u g n a do p or razón de la p r o s p e r i d ad de los cargos p r o p u e s t o s.
CONSIDERACIONES
1. El r e c u r so de casación, p or dirigirse a c u e s t i o n ar u na s e n t e n c ia q ue goza de la presunción de acierto y legalidad, no p u e de s er u t i l i z a do p a ra c o n t i n u ar c on el debate p r o p io de las i n s t a n c i a s. Su carácter e x t r a o r d i n a r io i m p o ne al j u r i s ta el deber de p r e s e n t ar u na d e m a n da en la q ue se p l a n t e en a r g u m e n t os claros, sólidos y c o n t u n d e n t es q ue p e r m i t an a la S a la a d e l a n t ar el c o n t r ol efectivo c o n s t i t u c i o n al y legal del fallo q ue se i m p u g n a.
En e se o r d e n, lo q ue de e n t r a da se exige es q ue se e x h i ba razones o r i e n t a d as a convencer a la C o r te sobre su 7 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ necesidad de i n t e r v e n ir en el f o n do del a s u n t o, ya sea p a ra h a c er efectivo el derecho m a t e r i a l, p a ra restablecer a l g u na garantía, p a ra r e p a r ar algún agravio inferido o p a ra u n i f i c ar su j u r i s p r u d e n c i a; y, s e g u i d a m e n t e, que, en perfecta armonía c on la finalidad q ue esboce, e x p o n ga las fallas judiciales, c on la consiguiente demostración de su t r a s c e n d e n c ia en el caso concreto. 1.1. En relación c on el p r i m er aspecto, el libelista tiene la carga de enseñar c on suficiencia la finalidad q ue p r o c u ra alcanzar, lo c u al no se satisface t an solo c on r e p r o d u c ir el c o n t e n i do d el a r t i c u lo 1 80 d el Código de P r o c e d i m i e n to P e n al de 2 0 0 4, o c on e n l i s t ar las disposiciones legales y /o c o n s t i t u c i o n a l es q ue c o n s a g r an el derecho f u n d a m e n t al
c u yo r e s t a b l e c i m i e n to pretende, t a m p o co c on e n u n c i ar el t e ma considerado i m p o r t a n te p a ra ser desarrollado por la Sala. P a ra t al efecto, ha de explicar en f o r ma s u c i n ta pero c o n t u n d e n t e, d a do q ue será en el acápite de l os cargos d o n de se alcanzará la p r o f u n d i d ad necesaria, cómo t u vo l u g ar la lesión del derecho, cuál fue la garantía desconocida y p or qué, cuáles los agravios inferidos y, si lo p r e t e n d i do es la unificación de j u r i s p r u d e n c i a, i n d i c ar el t e ma respecto del c u al se h a ce necesario el p r o n u n c i a m i e n t o, así c o mo las p o s t u r as disímiles o c o n t r a d i c t o r i as q ue r e q u i e r en s er concretadas o, de ser u no no a b o r d a do c on a n t e r i o r i d a d, h a c er t al salvedad revelando c on claridad su i m p o r t a n c i a, no solo p a ra resolver el a s u n to s i no p a ra la c o m u n i d ad en general. 8 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ 1.2. En lo a t i n e n te al s e g u n do p u n t o, al i m p u g n a n te le
c o r r e s p o n de identificar la falla j u d i c i al q ue va a d e n u n c i a r, la c u al debe encajar en a l g u no de l os m o t i v os de p r o c e d e n c ia previstos en el artículo 1 81 d el Código de P r o c e d i m i e n to P e n al de 2 0 0 4, y l u e go sí, a través de un d i s c u r so dialéctico, jurídico, claro, e s t r u c t u r a do y lógico, f o r m u l ar l os cargos q ue va a p r o p o n e r. Es en esta o p o r t u n i d ad en la que, c on severidad, ha de describir la afectación q ue p or razón del m i s mo sufrió la p a r te a favor de q u i en r e c u r r e, a t e n d i e n do los p r i n c i p i os q ue r i g en el r e c u r s o, tales c o mo los de taxatividad^^, autonomía^^ y no contradicción^^, y d e m o s t r ar su t r a s c e n d e n c i a. De no verificarse tales p r e s u p u e s t os o de no precisar la C o r te del fallo de f o n do p a ra a l c a n z ar a l g u no de l os propósitos de la casación, el libelo no será seleccionado.
2. El n u m e r al T d el a r t i c u lo 1 81 d el Código de
P r o c e d i m i e n to P e n al de 2 0 0 4 1^ c o n t e m p la la violación d i r e c ta de la ley s u s t a n c i a l, c a u s al q ue i m p o ne al actor a b s t e n e r se de c o n t r o v e r t ir la situación fáctica y la valoración p r o b a t o r ia c o n t e n i d as en el fallo, p u es su obligación es aceptar la declaración q ue en t al s e n t i do allí se hizo. La discusión debe g i r ar en a s p e c t os e s t r i c t a m e n te jurídicos, o r i e n t a d os a acreditar que, al m o m e n to de aplicar 13 Los reclamos se circunscribirán exclusivamente a los motivos previstos por el legislador. i'i Las postulaciones deben ser independientes, de forma que no se entremezclen indebidamente los argumentos de unas y otras. 13 Resulta impropio presentar cargos excluyentes entre sí. 16 "Falta de aplicación, interpretación errónea, o aplicación indebida de una norma del bloque de constitucionalidad, constitucional o legal, llamada a regular el caso". Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ la n o r m a, el j u z g a d or dejó de e m p l e ar la disposición l l a m a da a r e g u l ar el caso (exclusión evidente), se equivocó en el proceso de adecuación típica y escogió la q ue no
correspondía (aplicación indebida) o, pese a acertar en su selección, le dio un s e n t i do q ue no tiene o le asignó efectos d i s t i n t os o c o n t r a r i os a su c o n t e n i do (interpretación errónea). 2 . 1. El actor a d u ce q ue la falencia ocurrió p o r q ue se aplicó i n d e b i d a m e n te el inciso s e g u n do d el a r t i c u lo 29 d el Código P e n a l. No o b s t a n t e, olvidó i n d i c ar cuál sería, e n t o n c e s, el precepto q ue se ha d e b i do e m p l e ar de m a n e ra c o r r e c ta p a ra la atribución de r e s p o n s a b i l i d a d, t o da vez q ue ningún r e p a ro h i zo frente a la adecuación típica h e c h a, c i r c u n s c r i ta a los cánones 1 03 y 3 65 de e s t a t u to s u s t a n t i v o. Su pretensión, además, es imperfecta, al p u n to q ue i m p i de c o m p r e n d er cuál sería el s e n t i do de la decisión que, en el evento de p r o s p e r ar su reproche, a m b i c i o na adopte la C o r t e, p u es su indeterminación p e r m i te d i s c u r r ir e n t re la
absolución o la variación en el g r a do de participación. 2.2. En c u a l q u i e ra de l os d os casos, es n o t o r io su d i s t a n c i a m i e n to d el m a r co fáctico y p r o b a t o r io de la p r o v i d e n c ia i m p u g n a d a, t o da v ez q ue l os talladores - el T r i b u n al ratificó íntegramente la decisión apeladan u n ca d u d a r on q ue GALEANO RAMÍREZ a c t u a ra en calidad de c o a u t o r. 10 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ En efecto, el j u ez p l u r a l, al t r a t ar e se p u n t o, también p r o p u e s to en la alzada, recordó quiénes, a la l uz d el p r e c e p to 29 d el Código Penal, s on c o a u t o r es y, luego de r e c o n o c er q ue el a c u s a do f ue q u i en acompañó a Y E I S ON D A V ID M O N S A L VE en el i n s t a n te en q ue éste ejecutó l as c o n d u c t as p u n i b l e s, s o s t u vo q ue la r e s p o n s a b i l i d ad d el p r i m e ro no se derivó únicamente de la m e ra presencia física, esto e s, «no porque estuviera alli como un tercero accidental sino como conocedor y coautor de las mismas»^^.
P u n t u a l m e n te a d u j o: Aquí tal y como lo narró con exactitud DIANA CAROLINA QUINTERO, dos personas llegaron hasta donde ellos se encontraban una de ellas (sic) -que resulta ser JEISON (sic), dispara en contra de otros, la otra, que luego se establece que es RODIAN EVELIO, permanece junto a él, luego emprende (sic) los dos la huida y son divisados por GALVAN SANDOVAL, quien reconoce fácilmente a RODIAN EVELIO por haberlo visto días antes en las dependencias policiales y haber sido reseñado, con lo que queda evidenciado que el ahora procesado no solo estuvo en el lugar y momento de los disparos, sino que luego huyó de allí con quien había disparado, si esto es así, no se puede decir como lo pregona la defensas (sic), que era un simple acompañante ocasional o incidental, pues si asi fuere, no hubiere huido con la persona que luego dispara, por el contrario la forma como actúa, al llegar juntos, y salir juntos después del hecho de sangre, permite corroborar que si (sic) conocía, si (sic) quería y si había acordado participar en las conductas por las que ahora se le está condenando, así efectivamente él no llegara a disparar en contra de la humanidad de JULIÁN DAVID Y DIANA CAROLINA, como se viene diciendo no se requiere ejecutar todos los actos del ínter criminis para considerarse coautor, se requiere tener un 17 Página 14 del fallo. 11 Casación 48223
RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ
condominio del hecho y aquí el comportamiento desplegado por el procesado indudablemente permite inferirlo J^ La colegiatura también se apoyó en q u e, según a t e s t i g u a r on D A V ID O R O Z CO A R B E L Á EZ y F R E DY A L E X A N D ER P E N A D OS LÓPEZ, t a n to el a c u s a do c o mo «YEISON se dedicaban a las actividades de micro tráfico de estupefacientes, y utilizaban una vivienda del municipio de Mañnilla prácticamente como guarida, y los hechos que aquí nos ocupan tenían relación con las disputas por el control de las actividades de micro tráfico de estupefacientes»^^. Lo a n t e r i or pone en evidencia q ue el j u r i s ta equivocó el c a m i no de c e n s u r a. En esos términos, ha d e b i do e n c a u z ar su crítica p or la s e n da de la c a u s al tercera (violación i n d i r e c ta de la l ey sustancial) y, si e s t a ba en d e s a c u e r do c on la i n f e r e n c ia lógica h e c ha p or el fallador, p r o p o n er un falso raciocinio, o un falso juicio de existencia p or suposición, si en su criterio el f u n c i o n a r io inventó la p r u e ba de t al contribución. 2 . 3. La S a la debe señalar, c o n t r a r io al parecer d el i m p u g n a n t e, q ue esta Corporación ha sido r e i t e r a t i va en el
t e ma de la coparticipación c r i m i n a l. En C SJ SP 1 4 8 4 52 0 1 5 20 sostuvo:
10. En efecto, desde la entrada en vigor de la legislación penal sustantiva de 1980 (Decreto Ley 100), ha sido criterio unánime y reiterado en la jurisprudencia de esta Sala, aquél según el cual, '« Página 13 del fallo.
Página 10 Id. Radicado 43868. 12 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ cuando en la realización de los tipos penales previstos por el legislador en la Parte Especial del Código interviene más de una persona, es necesario acudir a los llamados "amplificadores del tipo" consagrados en la Parte General del mismo, pues: «El fenómeno de la coparticipación criminal, entendido como realización conjunta del hecho punible, comprende la intervención de autores, coautores y cómplices...Son coautores aquellos autores materiales o intelectuales que conjuntamente realizan un mismo hecho punible, ya sea porque cada u no de ellos ej ecuta simultáneamente con los otros o con inmediata sucesividad idéntica conducta típica (Pedro, J u an y Diego hacen sendos disparos de revólver sobre J u an y lo matan), ora porque realizan una misma y compleja operación delictiva con división de trabajo, de tal manera que cada uno de ellos ejecuta una parte diversa de la empresa común. .. .serán coautores quienes a pesar de haber desempeñado
funciones que por sí mismas no configuren el delito, han actuado como copartícipes de una empresa común — comprensiva de uno o varios hechos— que, por lo mismo, a todos pertenece como conjuntamente suya...»2i(Negrillas ajenas al texto). Y desde entonces doctrina y jurisprudencia, «...han aceptado que en los casos en que varias personas proceden en u na empresa criminal, con consciente y voluntaria división del trabajo para la producción del resultado típico, todos los partícipes tienen la calidad de autores, así su conducta vista en forma aislada no permita u na subsunción en el tipo, porque todos están unidos en el criminal designio y actúan con conocimiento y voluntad para la producción del resultado comúnmente querido o, por lo menos, aceptado como probable. En efecto, si varias personas deciden apoderarse de dinero de un banco, pero cada u na de ellas realiza un trabajo diverso: u no vigila, otra intimida a los vigilantes, otra se apodera del dinero y otra conduce el vehículo en el que huyen, todas ellas serán autoras del 7' Decisión del 9 de septiembre de 1 9 80 (ver "Excertas Penales", colección Pequeño Foro, año 1980, pág. 105-107), citada en CSJ. SP 12 Sep. 2002, rad. 17403. 13 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ delito de hurto. Así mismo si a esa empresa criminal van armados porque presumen que se les puede oponer resistencia o porque quieren intimidar con el uso de las armas y como consecuencia de ello se producen lesiones u homicidio, todos son coautores del hurto y de los atentados contra la vida, aun
cuando no todos hayan llevado o utilizado armas, pues han participado en el común designio, del cual podrían surgir esos resultados que, desde luego, han sido aceptados como probables desde el momento mismo en que se actúa en una empresa de la cual aquellos se podían derivar»22 (Negrillas ajenas al texto). Es claro, entonces, y no admite discusión que tanto en vigencia de ¡a anterior legislación penal sustantiva (Decreto Ley 100 de 1980), como en la que se hallaba en vigor y en la cual ocurrieron los hechos (Ley 599 de 2000), la jurisprudencia de esta Sala tiene decantado que: «[La] figura de la coautoría comporta el desarrollo de un plan previamente definido para la consecución de un fin propuesto, donde cada u no de los partícipes desempeña u na tarea específica, de forma tal, que responden como coautores por el designio común y los efectos colaterales que de él se desprendan, así su conducta individualmente considerada no se muestre subsumida en el respectivo tipo penal, pues todos actúan c on conocimiento y voluntad para la producción de un resultado^^. En punto de la participación plural de personas, la Corte ha precisado las diferencias entre la coautoría propia, q ue ocurre cuando varios sujetos acuden a la ejecución del injusto, donde cada acción es suficiente para producir por sí sola un resultado, y la impropia o funcional, que es la prevista en el aludido artículo 29-2 del Código Penal, en cuanto tiene como coautores a quienes, "mediando un acuerdo común, actúan c on división del trabajo
criminal atendiendo la importancia del aporte" ^7 Decisión de 28 de febrero de 1985 (ver "Excertas Penales", colección Pequeño Foro, año 1985, pág. 30-31), parcialmente citada en CSJ. SP 21 Agt. 2003, rad. 19213. ¿3 Cfr., entre otras, sentencias C SJ SP, 30 may. 2002, rad. 12384 y SP, 27 May. 2004, rad. 19697. 14 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ Dicho fenómeno se estructura a partir de tres elementos, a saber, i} u na decisión común al hecho; ii) u na división o reparto de funciones y iii) u na contribución trascendente en la fase ejecutiva d el injusto»^'^. Así m i s m o, ha m a n i f e s t a do q ue p a ra endilgar r e s p o n s a b i l i d ad a título de c o a u t or i m p r o p i o, c o mo o c u r re en e s ta ocasión, no es necesario acreditar q ue el s u j e to percutió el a r ma q ue p r o d u jo la m u e r t e, p u es c o n f o r me al p r i n c i p io de imputación reciproca «la totalidad de las acciones agotadas por los ejecutores es endilgable a los demás, así cada una de las conductas vistas aisladamente no permita la subsunción en un tipo penal concreto, por concurrir todos
dolosamente a la consecución del resultado» (CSJ A P 6 4 0 1 - 2 0 1 4, r a d. 4 4 7 4 0. En i g u al sentido, C SJ S P 1 6 2 0 1 - 2 0 1 4, r a d. 4 0 0 87 y C SJ AP. 20 nov. 2 0 1 3, r a d. 4 0 6 8 5 ). También ha a f i r m a do que, i n c l u s o, en ocasiones, no es necesario q ue e n t re l os c o a u t o r es se c o n o z c an p o r q ue «el conocimiento personal no es condición del tipo ni elemento inescindíble para fundamentar la responsabilidad». ( C SJ S P, 3 j u l. 2 0 0 3, r a d. 1 9 5 6 3 ).
3. El falso j u i c io de legalidad es un m e d io de impugnación q ue p r e t e n de hacer efectivo el p r i n c i p io de legalidad de la p r u e b a, c on f u n d a m e n to en el c u al se g a r a n t i za q ue l as providencias j u d i c i a l es estén s o p o r t a d as en m e d i os de convicción o b t e n i d os y a p o r t a d os al p r o c e so Cfr. SP16201-2014, 20 Nov. 2014, rad. 40087. En el m i s mo sentido, S P. 7 Nov. 2012, rad. 38172.
15 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ según l os parámetros fijados en el o r d e n a m i e n to procesal p e n a l. Se i n c u r re en el m i s mo c u a n do el fallador (i) otorga v a l or a u na p r u e ba q ue no c u m p le c on l os ritos legales exigidos p a ra su formación o aducción al proceso, o (ii) niega v a l or a la q ue f ue allegada c on el lleno de l os p r e s u p u e s t os necesarios p a ra ese efecto. 3 . 1. El actor d e n u n c ia un y e r ro p or la p r i m e ra e v e n t u a l i d ad y a u n q ue identifica los e l e m e n t os p r o b a t o r i os q ue s u p u e s t a m e n te s on defectuosos, no i n d i ca las n o r m as legales o c o n s t i t u c i o n a l es que, p or r e s u l t ar d e s a t e n d i d a s, d e t e r m i n an su ilegalidad. S us p l a n t e a m i e n t o s, además, d e s c a n s an en u na serie de s u p o s i c i o n es y especulaciones q ue c o n s t i t u y en la b a se p a ra c o n s t r u ir la c a d e na de infracciones q ue d e n u n c i a. Según dice, el t e s t i m o n io del oficial G A L V ÁN S A N D O V A L,
el f o r m a to de identificación d el a c u s a d o, i n t r o d u c i do al j u i c io p or el P a t r u l l e ro M O N T A C H EZ M O N T A C H E Z, y lo declarado p or D I A NA C A R O L I NA Q U I N T E RO P A R E JA t i e n en u na f u e n te común, esto e s, la c a p t u ra ilegal de GALEANO RAMÍREZ dos días a n t es de la o c u r r e n c ia de los becbos, Al respecto, debe decir la Corte, c o mo b i en lo explicó el T r i b u n a l, q ue no se probó q ue efectivamente se h u b i e se p r e s e n t a do u na c a p t u ra a d m i n i s t r a t i v a, c o mo t a m p o co q ue dos días a n t es de q ue o c u r r i e r an l os b e c b os objeto de 16 Casación 48223 RODIÁN EVELIO GALEANO RAMÍREZ proceso, el a c u s a do estuviese o no c o m e t i e n do a l g u na c o n d u c ta p u n i b l e. E s os aspectos no se a c r e d i t a r on en el p l e n a r i o, p or lo q ue r e s u l ta i n v i a b le e n t r ar a b a c er c o n j e t u r as al respecto. Q ue e x i s t an fotos d el procesado en la Estación de
Policia no s u p o ne i n d e f e c t i b l e m e n te q ue b a ya sido p r i v a do i l e g a l m e n te de su libertad. El j u r i s ta no demostró u na limitación momentáneamente de ella y m e n os que, de b a b er existido, p u d i e ra s er c o n s i d e r a da c o mo u na i n j e r e n c ia de ese d e r e c ho f u n d a m e n t a l. S o b re este aspecto el T r i b u n al a d u j o: ...en el resumen del testimonio del policial GALVAN (...) no hay una mención [a] un procedimiento de captura administrativa, simplemente una referencia a que este policial vio al procesal en la Estación de Policía y menciona que había una reseña de dicha persona en la Sijin que luego utilizó la policia judicial, por lo que resulta ser totalmente especulativo los planteamientos del señor defensor sobre una supuesta captura administrativa, días antes de los hechos materia de proceso, máxime que la reseña que se elaboró y que ingresó en el juicio como consta a folios 205 y 206, se realizó el día 4 de febrero del 2010 con el consentimiento del señor GALEANO RAMIREZ por lo mismo sin un sustento probatorio de lo planeado por el abogado no se puede concluir de manera alguno (sic) que el procedimiento previo de reseña fuere ilegal y que por lo mismo la actuación posterior que efectuó el policial GALVAN y su declaración en el juicio deban ser excluidas por
partir de una fuente ilegal.^^ 23 Página 6 del
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