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CSJ - AP5541-2016(46263)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - AP5541-2016(46263)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
2016

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

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SALA DE CASACIÓN PENAL LUIS ANTONIO HERNÁNDEZ BARBOSA Magistrado ponente AP 5 5 4 1 - 2 0 16

Radicación 46263 ( A p r o b a do A c ta No. 2 6 6) Bogotá D . C, agosto v e i n t i c u a t ro ( 2 4) de d os m il dieciséis (2016).

VISTOS: R e s u e l ve la S a la si a d m i te o no la d e m a n da de casación p r e s e n t a da p or el defensor de R O G E L IO S I L VA

S I L V A.

HECHOS: P a ra el m es de d i c i e m b re de 2 0 07 R O G E L IO S I L VA S I L VA e ra c o p r o p i e t a r io d el b us de servicio público de p l a c as X G C - 5 65 de S o g a m o s o, afiliado a la e m p r e sa

C O F L O N O R TE "Los L i b e r t a d o r e s" c on número i n t e r no 6 2 8. El vehículo e s t a ba a m p a r a do p or un s e g u ro de t e r r o r i s mo

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ROGELIO SILVA SILVA t o m a do p or el G o b i e r no N a c i o n al a la A s e g u r a d o ra La P r e v i s o ra S. A. Compañía de S e g u r os y, en caso de s i n i e s t ro

p or el m i s mo h e c h o, c on u na indemnización p or el F o n do de A u x i l io M u t uo de la C o o p e r a t i va de T r a n s p o r t a d o r es F l o ta N o r te L t d a. C O F L O N O R T E. C on el fin de o b t e n er las a y u d as referidas, S I L VA S I L VA concibió la idea de s i m u l ar un a t e n t a do t e r r o r i s ta p e r p e t r a do p or la guerrilla, el c u al debía ejecutarse, de a c u e r do c on las condiciones de los seguros, m i e n t r as el b us e s t a ba en recorrido. P a ra llevar a c a bo el objetivo, q ue consistía en i n c i n e r ar el vehículo, contactó a Belisairio M e n d o za Tibaná, q u i en p r e s u n t a m e n te había sido c o n d e n a do p or el delito de rebelión. M e n d o za Tibaná, p or su parte, consiguió d os p e r s o n as más p a ra q ue le c o l a b o r a r a n, e n t re ellas al m e n or de e d ad D.L.A. A c a da u no de ellos S I L VA S I L VA le pagaría $ 2 . 0 0 0 . 0 0 0. El p l an se llevó a c a bo en h o r as de la n o c he del 12 de d i c i e m b re de 2 0 07 m i e n t r as el b us cubría la r u ta Bogotá-

S o g a m o s o, en el sector c u r va de M a l ta del m u n i c i p io de T i b a s o sa (Boy.), v e r e da Suescún. Los ejecutores m a t e r i a l es se i d e n t i f i c a r on c o mo m i e m b r os de la g u e r r i l l a, p e ro ello generó la reacción del c o n d u c t or y su a y u d a n t e, a n te lo c u al los p e r p e t r a d o r es se a p r e s u r a i r on a regar c on g a s o l i na el i n t e r i or d el b us y lo i n c e n d i a r on e s t a n do éste en m o v i m i e n t o. La acción p r o d u jo el deceso de los pasajeros T i r so A l e j a n d ro C h a p a r ro León, Nohemí F i g u e r e do de C h a p a r r o, 2

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ROGELIO SILVA SILVA J h on Alexánder A r i za Flórez, D i e go P a s a c h oa Pérez, H e r v ey Alexis T r u j i l lo García, E d i l s on Sánchez Sánchez, Yesid Andrés M a n c h e go López, J a i me Rodríguez M a n c e r a, S a n d ra del Pileir C u b i l l os Piñeros, C a m i lo Andrés Hernández Ariza, M i g u el Ángel León A m a d o, la m e n or M . A . H . S. y un N.N. s in

identificar. Así m i s m o, r e s u l t a r on h e r i d os l os pasajeros María A m a n da G il G i l, G l a d ys M i r e ya A l d a ma A f r i c a n o, Josué V e la V e l a n d i a, D i e go A n d e r s on F r a n co Merchán, M y r i am B a l l e s t e r os de B l a n c o, D o r is A m p a ro Gómez Albarracín, L u is E d u a r do Izquierdo C a r d o n a, José F l o r i b e r to B l a n co Martínez y la m e n or de e d ad M . D . A . G ., q u i e n es o p o r t u n a m e n te l o g r a r on salir d el b u s. También resultó l e s i o n a do el ejecutor D.L.A., q u i en i n i c i a l m e n te se h i zo p a s ar c o mo pasajero.

ANTECEDENTES RELEVANTES:

1. F o r m u l a da acusación en c o n t ra de R O G E L IO S I L VA S I L VA y r i t u a da la fase de j u z g a m i e n to c on arreglo a l os trámites p r e v i s t os en la L ey 9 06 de 2 0 0 4, el J u z g a do P r o m i s c uo d el C i r c u i to de P az de Río m e d i a n te fallo d el 26 de s e p t i e m b re de 2 0 14 condenó al m e n c i o n a do a la p e na

p r i n c i p al de 6 40 m e s es de prisión y a la accesoria de inhabilitación en el ejercicio de d e r e c h os y f u n c i o n es públicas p or el término de 20 años, al e n c o n t r a r lo r e s p o n s a b le de l os delitos de h o m i c i d io agravado, h o m i c i d io a g r a v a do en g r a do de t e n t a t i v a, a m b os en c o n c u r so homogéneo y sucesivo, e i n c e n d i o. En la m i s ma decisión, le negó el s u b r o g a do de la c o n d e na de ejecución c o n d i c i o n al y la prisión d o m i c i l i a r ia y 3

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ROGELIO SILVA SILVA declaró la prescripción de la acción p e n al s u r t i da p or el delito de estafa a g r a v a da en g r a do de t e n t a t i v a.

2. C o n t ra e s ta providencia, la d e f e n sa i n t e r p u so r e c u r so de apelación, p or lo q ue se pronunció el T r i b u n al S u p e r i or de S a n ta R o sa de V i t e r bo el 16 de a b r il de 2 0 15 impartiéndole confirmación.

3. I n c o n f o r me c on lo decidido, la m i s ma p a r te promovió r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación, q ue luego

sustentó p r e s e n t a n do la respectiva d e m a n d a, la c u a l, m e d i a n te a u to de 16 de d i c i e m b re de 2 0 1 5, se consideró allegada extemporáneamente p or lo q ue se declaró desierto el r e c u r s o.

4. E s ta última determinación se controvirtió p or la defensa m e d i a n te r e c u r so de reposición y f ue r e v o c a da el p a s a do 27 de j u l i o.

LA DEMANDA: C o n s ta de q u i n ce cargos.

Primero. Nulidad por violación del derecho de defensa material y del principio de igualdad de armas. A j u i c io d el defensor, el trámite es i r r e g u l ar desde la a u d i e n c ia del j u i c io o r al celebrada el 27 de o c t u b re de 2 0 1 1, 4

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ROGELIO SILVA SILVA inclusive, p or no h a b e r se p e r m i t i do al a c u s a do R O G E L IO S I L VA S I L VA r e n d ir declaración en d i c ha diligencia. Segundo. Nulidad por violación del debido proceso y del derecho de defensa. La actuación procesal es inválida d e s de el a u to del 14 de m a yo de 2 0 09 p or a d m i t i r se la práctica excepcional del t e s t i m o n io de F r a n c i s co A b r il Estupiñán pese a q ue ya

había t e r m i n a do la e t a pa investigativa. S in e se m e d io de p r u e b a, la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia c o n t ra R O G E L IO S I L VA S I L VA pierde u no de s us p u n t a l e s, p or lo q ue el y e r ro se t o r na t r a s c e n d e n t e. Tercero. Nulidad por violación del debido proceso en virtud de la motivación anfíbológica de la sentencia. El fallo de s e g u n da i n s t a n c i a, c o n f i r m a t o r io d el de p r i m e r a, en su p a r te m o t i va es anfibológico, p u es no es claro en relación c on el g r a do de participación de R O G E L IO S I L VA S I L V A. En un p r i n c i p io señaló q ue debía r e s p o n d er c o mo a u t or i n t e l e c t u a l; luego, c o mo c o a u t or directo; más adelante, c o mo c o a u t or c on dolo e v e n t u al y, finalmente, c o mo a u t or en posición de garante. Jurídicamente es i n s o s t e n i b le a t r i b u ir autoría y determinación o q ue se es a u t or p or omisión y c o a u t or p or comisión de u na m i s ma c o n d u c ta delictiva, p or razón de lo c u al debe declararse la n u l i d ad d e s de la s e n t e n c ia de p r i m e ra i n s t a n c ia y

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ROGELIO SILVA SILVA devolverse la actuación a la a u t o r i d ad q ue la profirió p a ra q ue d e f i na el p u n t o. Cuarto. Violación indirecta de la ley sustancial derivada de error de hecho por falso juicio de existencia. P a ra el d e m a n d a n t e, el j u z g a d or s u p u so el t e s t i m o n io de B e l i s a r io M e n d o za Tibaná, el c u al no f ue allegado al proceso, p e ro se constituyó en u no de los pilares p a ra dictar c o n d e n a. Al p r e s c i n d ir de este m e d io de p r u e ba la s e n t e n c ia se d e r r u ye p or no e s t ar f u n d a da en c o n o c i m i e n to más allá de t o da d u da r a z o n a b l e. Quinto. Violación indirecta de la ley sustancial originada en error de hecho por falso juicio de identidad. El s e n t e n c i a d or adicionó el t e s t i m o n io de F r a n c i s co A b r il Estupiñán p or c u a n to él no dijo, c o mo así lo asumió, q ue al e n c o n t r a r se c on R O G E L IO S I L VA S I L VA éste le manifestó q ue e s t a ba a b u r r i do p o r q ue el p l an de q u e m ar el b us p a ra c o b r ar el seguro no le salió c o mo él quería. Lo q ue

el testigo r e a l m e n te expresó f ue q ue lo e s t a ba p o r q ue se lo habían q u e m a d o, a s p e c to q ue despoja al fallo de un i m p o r t a n te e l e m e n to de convicción y a m e r i ta proferir u no de r e e m p l a zo a b s o l u t o r i o. 6

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ROGELIO SILVA SILVA Sexto. Violación indirecta de la ley sustancial derivada de error de hecho por falso juicio de identidad. El j u z g a d or incurrió en el y e r ro al s u p r i m ir un aparte del t e s t i m o n io de D o ra V i c t o r ia Márquez en relación c on el estado financiero de R O G E L IO S I L VA c o n f o r me al c u al c o n t a b a, p a ra la fecha de los h e c h o s, c on cinco predios de su p r o p i e d a d. T al omisión le impidió c o n c l u ir q ue a un c u a n do el a c u s a do a t r a v e s a ba p or un estado de iliquidez no e s t a ba en q u i e b ra p a ra e se m o m e n t o, c o mo se s o s t u vo en los dos fallos de i n s t a n c i a. El p a n o r a ma i n t e g r al acerca de la v e r d a d e ra situación económica d el i m p l i c a d o, en s e n t ir del d e m a n d a n t e, i m p o ne la emisión de un fallo a b s o l u t o r i o.

Séptimo. Violación indirecta de la ley sustancial originada en error de hecho por falso juicio de identidad. El j u z g a d or incurrió en el y e r ro de valoración p r o b a t o r ia al a d i c i o n ar el t e s t i m o n io de J o hn F r e dy A l v a r a do Patiño, a g e n te investigador q ue hacía s e g u i m i e n to a F r a n c i s co A b r i l, p u es n u n ca dijo, c o mo se lo atribuyó, q ue vio a este último c on R O G E L IO S I L VA s i no q ue "le pareció" h a b e r lo visto. En esas condiciones, la p r u e ba no sirve p a ra s o p o r t ar la r e s p o n s a b i l i d ad de su defendido. Al debilitarse el c o n j u n to p r o b a t o r io s u s t e n to de la decisión, se lo debe absolver. 7

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ROGELIO SILVA SILVA Octavo. Violación indirecta de la ley sustancial derivada de error de derecho por falso juicio de legalidad. Se configuró, en criterio d el casacionista, p o r q ue el t e s t i m o n io de F r a n c i s co D a v id Estupiñán, apreciado p or el s e n t e n c i a d o r, f ue a p o r t a do al expediente f u e ra del término legal establecido en l os artículos 3 51 y 3 74 d el

o r d e n a m i e n to procesal. T al situación conculcó, i g u a l m e n t e, el d e r e c ho de d e f e n sa de R O G E L IO S I L VA S I L VA y a e n f r e n t ar la imputación en i g u a l d ad de c i r c u n s t a n c i a s, p u es ya había p e r d i do la o p o r t u n i d ad de solicitar la exclusión, r e c h a zo o inadmisión d el m e d io de convicción acorde c on las facultades previstas en los artículos 4 y 3 59 de la m i s ma obra. La falta de p r u e ba d i r e c ta c o n t ra el procesado, c o mo c o n s e c u e n c ia de este y e r r o, i m p o ne su absolución. Noveno. Violación indirecta de la ley sustancial originada en error de hecho por falso juicio de identidad. Según el c e n s or se incurrió en este y e r ro p o r q ue el tallador otorgó el carácter de p r u e ba d i r e c ta al t e s t i m o n io de D.L.A. no o b s t a n te s er de oídas, d a do q ue se limitó a t r a n s m i t ir lo q ue a su v ez le dijo B e l i s a r io M e n d o za acerca de q ue q u i en le d io la o r d en de q u e m ar el b us f ue su propietario. No se trata, e n t o n e e s, de u na p r u e ba de

refereneia c o mo lo señala el T r i b u n a l, s i no de un testigo de oídas, p o r q ue no percibió de f o r ma d i r e c ta c u a n do S I L VA 8

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ROGELIO SILVA SILVA S I L VA dio la o r d en a l u d i d a. C o mo la imputación no tiene respaldo en o t r os m e d i os de p r u e ba se debe casar el fallo. Décimo. Violación indirecta de la ley sustancial derivada de error de hecho por falso raciocinio. El fallo r e c u r r i do atentó c o n t ra el p r i n c i p io lógico d el tercero e x c l u i do y, a la par, se apoyó en la falacia de la falsa relación c a u s a l, al descartar la p o s i b i l i d ad de q ue el i n c e n d io d el b us h a ya sido c o n s e c u e n c ia de un e r r or de identifícaeión de l os perpetradores m a t e r i a l es c u a n do lo escogieron c o mo objetivo. Al decidirse el s e n t e n c i a d or p or u na sola posibilidad, el f u n d a m e n to de la c o n d e na pierde solidez y ya no se podrá h a b l ar de certeza s i no de p r o b a b i l i d a d, a c u yo a m p a ro no se sostiene la c o n d e n a. Décimo primero. Violación indirecta de la ley

sustancial originada en error de hecho por falso raciocinio. El j u z g a d or desconoció el m i s mo p r i n c i p io de la lógica i n d i c a do en el cargo previo al sostener q ue la necesidad de cobrar el seguro v e h i c u l ar y o b t e n er el p a go de u na indemnización f u e r on l as c a u s as de la acción delictiva. También cayó en el "sofisma de la apelación a la ignorancia", ya q ue si no h ay s e g u r i d ad sobre t al p r e m i s a, p or no existir p r u e ba directa q ue la s u s t e n t e, no p u e de a r r i b a r se a e sa i n f e r e n c ia o, dicho en o t r as palabras, la dificultad de s u s t e n t ar o r e f u t ar un a r g u m e n to no p u e de d e t e r m i n ar su falsedad ni su veracidad. La desaparición de 9

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ROGELIO SILVA SILVA este p l a n t e a m i e n to d el fallo r e s c a ta la presunción de i n o c e n c ia de su defendido e i m p o ne su absolución. Décimo segundo. Violación indirecta de la ley sustancial derivada de error de hecho por falso raciocinio. El s e n t e n c i a d or incurrió en el y e r ro p or d e s c o n o c er la regla de la e x p e r i e n c ia según la c u al en el m u n do de l os

negocios t e n er préstamos b a n c a r i os y p o s e er activos no es señal inequívoca de un estado económico crítico. Aplicado al caso, el j u z g a d or d e d u jo q ue p or el h e c ho de q ue su defendido tenía d e u d as c on el B a n co P o p u l ar y c on la e m p r e sa L os L i b e r t a d o r es e s t a ba en q u i e b r a, pero e sa condieión i n f o r ma o t ra cosa, esto e s, q ue c o mo h o m b re de negocios tenía b u e na i m a g en y g e n e r a ba c o n f i a n za en el sector financiero, p r e c i s a m e n te p or el r e s p a l do económico q ue le o t o r g a b an s us activos. C o mo e sa falacia de estereotipo b r i n da s u s t e n to a la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r i a, su s e n t i do n e c e s a r i a m e n te debe m u t ar a la absolución. Décimo tercero. Violación indirecta de la ley sustancial derivada de error de hecho por falso juicio de identidad. Se configuró el y e r ro p or supresión en el fallo de un e l e m e n to de p r u e ba del h e c ho i n d i c a d or del indicio referido al estado económico de R O G E L IO S I L VA S I L V A, p u es la

p r u e ba d o c u m e n t al i n c o r p o r a da no da c u e n ta de un estado de q u i e b ra s i no de iliquidez. Así, p o r q ue el vailor de su 10

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ROGELIO SILVA SILVA pasivo, p a ra la época de los h e c h o s, no s u p e r a ba el de s us activos, de m o do q ue si b i en tenía obligaciones, las m i s m as no e r an e x o r b i t a n t e s, pudiéndolas s a l d ar c on s us activos. T a m p o co se debe olvidar, además, q ue e ra p r o p i e t a r io de o t ro b u s, c o n t a ba c on un saildo a su favor en la C o o p e r a t i va de T r a n s p o r t a d o r es y e ra p r o p i e t a r io de v a r i os i n m u e b l es r u r a l e s. El y e r ro se concretó, e n t o n c e s, p o r q ue se tergiversó la p r u e ba al no t e n er en c u e n ta s us activos y, a n te la i m p o s i b i l i d ad de c o n s t r u ir un h e c ho i n d i c a d or d e b i d a m e n te d e m o s t r a d o, no s u r ge ningún indicio grave p a ra c o n d e n a r. Décimo cuarto. Violación indirecta de la ley

sustancial derivada de error de hecho por falso raciocinio. En la s e n t e n c ia también se desconoció el p r i n c i p io lógico del tercero e x c l u i do al a s e g u r ar q ue el p r o c e s a do optó p or q u e m ar el b us p a ra c o b r ar l os seguros, p e ro dejó de lado o t r as probabilidades, c o m o, p or ejemplo, q ue lo quemó la g u e r r i l l a, i n c u r r i e n do en la falacia de la "falsa presuposición". S in la e xi s te ncia de un i n d i c io grave, l os soportes r e s t a n t es d el fallo no s u s t e n t an s u f i c i e n t e m e n te un j u i c io de r e s p o n s a b i l i d ad más allá de t o da d u da p a ra m a n t e n er la c o n d e n a. Décimo quinto. Violación directa de la ley sustancial. En s e n t ir d el censor, p or último, se incurrió en esta c a u s al de casación p o r q ue el s e n t e n c i a d or aplicó II

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ROGELIO SILVA SILVA i n d e b i d a m e n te el a r t i c u lo 22 d el Código P e n al y dejó de aplicar el 23 de la m i s ma o b ra p or c u a n to su defendido no debe r e s p o n d er a título de dolo e v e n t u al s i no de c u l pa c on

representación. S o b re e se aspecto, encontró u na evidente contradicción e n t re la motivación d el fallo de s e g u n da i n s t a n c ia y la decisión final, p u es en la p r i m e ra se dijo t e x t u a l m e n te q ue S I L VA S I L VA no dejó l i b e r a do al azar la producción d el r e s u l t a do ya q ue d u r a n te el desarrollo d el p l an e s t u vo m o n i t o r e a n do a l os ejecutores y m a n t u vo c o n t a c to c on la p e r s o na c o n t r a t a da p a ra dirigirlo, además de h a b er escogido a i n d i v i d u os c o n d e n a d os p or el delito rebelión p a ra q ue a c t u a r an c o mo si se t r a t a ra de un acto i n s u r g e n te y, s in e m b a r g o, lo condenó p or delitos dolosos c u a n do lo q ue s u r ge c l a r a m e n te es su r e s p o n s a b i l i d ad a título i m p r u d e n t e. La c o n d e n a, p or t a n t o, debe t r a n s f o r m a r se a l os delitos de h o m i c i d io y lesiones p e r s o n a l es c u l p o s a s, c on l as c o n s e c u e n c i as p u n i t i v as q ue ello acarrea.

En un acápite final t i t u l a do "efecto trascendente de estos cargos en el sentido de la sentencia", el d e m a n d a n te advirtió q ue a través de l os diversos p l a n t e a m i e n t os logró d e r r u m b ar t o d os s us f u n d a m e n t os p r o b a t o r i os y q ue es necesario, p or t a n t o, p a ra h a c er efectivos l os d e r e c h os m a t e r i a l es de su r e p r e s e n t a d o, a d m i t ir la d e m a n d a. Así m i s m o, p a ra d e s a r r o l l ar la j u r i s p r u d e n c ia de la C o r te en o r d en a d i s t i n g u ir e n t re l as n o c i o n es de testigo de oídas y de referencia, p u es el t e ma no se ha a b o r d a do a p r o f u n d i d ad en vigencia de la L ey 9 06 de 2 0 0 4, siendo también de interés la delimitación de los fenómenos del dolo 12

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ROGELIO SILVA SILVA e v e n t u al y la c u l pa c on representación, c u ya diferencia t a m p o co ha sido d e s a r r o l l a da a m p l i a m e n te en el m i s mo p r o c e d i m i e n t o.

CONSIDERACIONES DE LA CORTE: L as temáticas p l a n t e a d as en los dos primeros cargos

de la d e m a n da s u s t e n t a d os en la c a u s al de n u l i d a d, vale decir, p or no h a b e r se p e r m i t i do al a c u s a do r e n d ir declaración en el j u i c io o r al y p or a d m i t ir c on carácter excepcional el t e s t i m o n io de F r a n c i s co A b r il Estupiñán a pesar de q ue ya había e x p i r a do la e t a pa p a ra hacerlo, f u e r on a m p l i a m e n te a b o r d a d as p or el T r i b u n al en su decisión del 10 de agosto de 2 0 1 1, a c u y os a r g u m e n t os se r e m i t i e r on l os sentenciadores de i n s t a n c i a, h a b i da c u e n ta q ue f u e r on reiterados p or la defensa en s us alegaciones c o n c l u s i v as del j u i c io o r al y en el r e c u r so de apelación que la m i s ma p a r te promovió c o n t ra el fallo adverso de p r i m er grado. El defensor persistió en esas p r o p u e s t as en sede de casación, p e ro su argumentación es genérica, p u es s i m p l e m e n te esbozó l as i r r e g u l a r i d a d es pero no reparó en su t r a s c e n d e n c ia y análisis n o r m a t i v o, a s p e c t os a p a r t ir de

los cuales el T r i b u n al negó la petición de invalidez. Se esperaba, c u a n do m e n o s, que el d e m a n d a n te c o n t r o v i r t i e ra tales a r g u m e n t os y no q ue d e j a ra su formulación en el p l a no e n u n c i a t i v o, más aún c u a n d o, a j u i c io de la Corte, s on a t i n a d o s. 13

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ROGELIO SILVA SILVA En efecto, a c e r t a d a m e n te acotó la Corporación J u d i c i al q ue los r e p r o c h es s on i n t r a s c e n d e n t es p o r q ue el defensor n a da informó acerca de la i n c i d e n c ia c o n c r e ta que en el fallo i m p u g n a do habría t e n i do la práctica d el t e s t i m o n io del a c u s a do y la del r e n d i do p or F r a n c i s co A b r il Estupiñán. A ello se s u ma que, en c u a n to a la a l e g a da violación del d e r e c ho de defensa d el a c u s a do p or no h a b e r se p e r m i t i do su declaración en el j u i c io oral, c o mo b i en lo hizo ver el j u z g a d or de s e g u n da i n s t a n c ia en armonía c on la j u r i s p r u d e n c ia de la Corte, no se debe olvidar q ue su

realización se s o m e te a las reglas de la p r u e ba t e s t i m o n i a l. En e se sentido, debe p a s ar p or las fases n o r m a l es de d e s c u b r i m i e n t o, producción, aducción y valoración o, c o mo s e g u n da a l t e r n a t i v a, practicarse c o mo p r u e ba excepcional a c o r de c on la regulación legal p r e v i s ta en el inciso final d el artículo 3 44 del o r d e n a m i e n to procesal, s in q ue el actor h a ya evidenciado p a ra sacar a v a n te la c e n s u ra u no u o t ro s u p u e s t o. S i m p l e m e n te se enfocó en la vulneración d el derecho reconocido al a c u s a do de r e n d ir su declaración, pero en a b s o l u to reparó en l os a s p e c t os a l u d i d os q ue d e t e r m i n an su práctica y, lo más i m p o r t a n t e, en l os e s g r i m i d os p a ra negarla. Aquí, c o mo se advierte q ue el d e s c u b r i m i e n to de la p r u e ba no se h i zo en la a u d i e n c ia p r e p a r a t o r i a, el c a s a c i o n i s ta ha d e b i do m o s t r ar q ue fue n e g a da en el j u i c io o r al a pesar de r e u n i r se l os p r e s u p u e s t os de la última

n o r ma c i t a da p a ra su decreto excepcional. En c u a l q u i er 14

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ROGELIO SILVA SILVA caso, la revisión de la actuación, c o mo b i en lo precisó el T r i b u n a l, p o ne de m a n i f i e s to q ue no h u bo afectación d el derecho de defensa o d el d e b i do p r o c e so al negarse su realización. Lo a n t e r i o r, p o r q ue la petición surgió t r as la práctica del t e s t i m o n io excepcional de F r a n c i s co A b r il Estupiñán a i n s t a n c ia de la Fiscalía, p u es p r e v i a m e n te la defensa, se reitera, no mostró interés en su realización. El T r i b u n a l, c u a n do d i s p u so p r a c t i c ar esa p r u e ba t e s t i m o n i al c on el fin de g a r a n t i z ar a la defensa su derecho de contradicción, le concedió un a m p l io término de 15 días, d u r a n te el c u al solicitó o t r as p r u e b a s, pero no el t e s t i m o n io d el acusado, p or lo q ue su p e d i m e n to posterior fue extemporáneo, c o mo así lo indicó la m e n c i o n a da a u t o r i d a d. N a da de ello refutó el

libelista en perjuicio de la a p t i t ud del cargo. A h o r a, sobre la p r o p u e s ta de n u l i d ad d el segundo cargo o r i g i n a da en la admisión i r r e g u l ar del t e s t i m o n io de F r a n c i s co A b r il Estupiñán, es necesario precisar i n i c i a l m e n te q ue la c a u s al de casación i n v o c a da no es la a d e c u a da p a ra e m p r e n d er esa crítica o r i e n t a da a c u e s t i o n ar q ue la p r u e ba se incorporó al p r o c e so ilegalmente. La vía correcta p a ra a b o r d ar e se p l a n t e a m i e n to en esta sede es a través de la c a u s al de violación i n d i r e c ta de la ley s u s t a n c i al p or e r r or de d e r e c ho derivado de falso j u i c io de legalidad, p r o p u e s ta p or el d e m a n d a n te en la censura octava, d o n de repitió la argumentación, señalando allí, de f o r ma paradójica, q ue acudió a esa c a u s al y no a o t r a. 15

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ROGELIO SILVA SILVA S in e m b a r g o, t a n to en el r e p a ro objeto de e s t u d io c o mo en el posterior, además de que, según ya se anotó, n a da se dijo en t o r no a la t r a s c e n d e n c ia de la p r u e ba frente a lo

declairado en el fallo, se h i zo abstracción a q ue su realización, pese a h a b er sido d e c r e t a da p r e v i a m e n te en la a u d i e n c ia p r e p a r a t o r i a, obedeció al trámite de p r u e ba excepcional establecido en el inciso final del artículo 3 44 de la codificación adjetiva, p u n to sobre el c u al se ahondó p or el T r i b u n al p a ra colegir, t r as a n a l i z ar los p r e s u p u e s t os de la disposición i n d i c a d a, q ue la fiscalía sustentó c o r r e c t a m e n te esa s o l i c i t u d. C o mo las r a z o n es reales q ue d e t e r m i n a r on la incorporación de la p r u e ba no se c o n t r o v i r t i e r on p or el censor en l os cargos a l u d i d o s, s u r ge nítida la f a l ta de i d o n e i d ad a r g u m e n t al de esas dos c e n s u r a s, A lo a n t e r i or se aúna q ue en el octavo r e p r o c he el actor de f o r ma e s c u e ta pregonó q ue a efectos de su sustentación b a s t a ba c on c o n f r o n t ar la fecha de la a u d i e n c ia p r e p a r a t o r ia c on la de la práctica d el t e s t i m o n i o, evidenciándose su aducción ilegal p or c o n t r a r i ar lo previsto

en los artículos 3 57 y 3 74 del e s t a t u to procesal, pero t o do ello s in referir al p r o c e d i m i e n to excepcional q ue permitió su práctica. El cargo tercero de la d e m a n da p or la causad de n u l i d ad o r i g i n a da en la motivación anfibológica p or l as c o n t r a d i c c i o n es en q ue habría i n c u r r i do el fallo en relación c on el g r a do de participación en q ue actuó R O G E L IO S I L VA S I L VA y en t o mo a si la m o d a l i d ad i m p u t a da es p or 16

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ROGELIO SILVA SILVA comisión o p or omisión, se admitirá p or r e u n ir l os p r e s u p u e s t os de precisión y c l a r i d ad exigidos legalmente. Abordará a h o ra la S a la el e s t u d io de a d m i s i b i l i d ad de los cargos f u n d a m e n t a d os en la c a u s al de violación i n d i r e c ta de la l ey sustanciad, a excepción d el octavo, respecto d el c u al ya se a n t i c i p a r on l as r a z o n es q ue s u s t e n t an su inadmisión. P u es b i e n, es la c o n s t a n te de a l g u n os de estos reparos,

d o n de se cuestionó la ponderación de p r u e b as de f o r ma i n d i v i d u a l, fijar c o mo alcance de la pretensión el d e c a i m i e n to d el fallo i m p u g n a d o, s in i n v o l u c r ar en su i n t e g r i d ad l os m e d i os de convicción q ue s o p o r t an la c o n d e n a. A pesar de q ue e s ta metodología no es la a d e c u a d a, en t a n to a t o m i za los a t a q u e s, se corrige en la parte final del libelo al a r t i c u l ar t o d as las c e n s u r as y m e d i os de p r u e ba c on un único objetivo global de q ue se a b s u e l va a su defendido. S in e m b a r g o, la S a la inadmitirá todos l os cargos p r o p u e s t os p or la c a u s al de violación i n d i r e c ta de la ley s u s t a n c i a l. L as r a z o n es s on las siguientes: En relación c on el cargo cuarto de la d e m a n da en el q ue se planteó un e r r or de h e c ho p or falso j u i c io de existencia p or la suposición d el t e s t i m o n io de Belisario M e n d o za Tibaná, d a do q ue no respetó el p r i n c i p io de corrección m a t e r i a l, c o n f o r me al c u al el c u e s t i o n a m i e n to

debe s u j e t a r se a la r e a l i d ad procesal y, d e s de luego, a la del 17

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ROGELIO SILVA SILVA fallo i m p u g n a d o. En este caso es evidente q ue n i n g u no de los s e n t e n c i a d o r es ideó t al m e d io de convicción, p o r q ue el m e n c i o n a do M e n d o za Tibaná, q u i en habría sido u no de los ejecutores m a t e r i a l es de los delitos, n u n ca compareció al proceso. T o d as las a l u s i o n es q ue se h a c en en los fallos de este s u j e to s u r g en de lo q ue o t r os testigos i n d i c a n, pero no p o r q ue se t r a te de un t e s t i m o n io autónomo. Además, no es cierto, c o mo lo señaló el d e m a n d a n t e, q ue p or el h e c ho de h a b er sido m e n c i o n a do en la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c i a, d e ba considerársele c o mo u na p r u e ba i n d e p e n d i e n te y q ue f ue s u p u e s t a, p u es l as referencias s o n, se insiste, a p a r t ir de lo d i c ho p or o t r os testigos. C on el cargo quinto, p or su p a r t e, d o n de se formuló

un e r r or de h e c ho p or falso j u i c io de i d e n t i d ad p or adición del t e s t i m o n io de F r a n c i s co A b r il Estupiñán, p a sa algo similar, p u e s to q ue c on el p l a n t e a m i e n to teimbién se desconoció el a l u d i do p r i n c i p io de corrección m a

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