CSJ - AP6982-2016(48956)
Corte Suprema de Justicia
Descargar PDF
Disponible
Detalles
- Título
- CSJ - AP6982-2016(48956)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2016
República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala da Caiaciín Penal JOSÉ LUIS BARCELÓ CAMACHO M a g i s t r a do P o n e n te AP6982-2016 Radicación N° 4 8 . 9 56 A p r o b a do a c ta N° 3 17 Bogotá, D, C, doce (12) de o c t u b re de d os m il di 2cisei5. (2016). ASUNTO La S a la se p r o n u n c ia sobre la apelacióti interbuestct p or el a p o d e r a do de H e l i o d o ra López Benitez, a q u i en se conoció la condición de víctima, c o n t ra la decisión de T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de Quibdó (Cfhocó) S a la Ünica, de precluir la indagación preliminefr adelántade. a DARLY JENISSES PARRA RENTERIA p or ¿osible prevaricato p or omisión, e m i t i d a, a i n s t a n c i as d el F i s ca O n ce D e l e g a d o, en a u d i e n c ia c e l e b r a da el 1° d)e septiembre del año en c u r s o. S e g u n da instajncia. N148.956 D A R LY J E N I S S ES P A R RA RENTERÍA HECHOS De a c u e r do c on lo p l a s m a do en d e n u n c i a,
líL f o r m u l a da el 22 de j u l io de 2 0 14 p or el señor Állvaro I mdrés V a r g as López, p a r i e n te de H e l i o d o ra López Benít z, se c u m p l i e r on d os años d e s de q ue ésta p r e s e n t a ra hoticia c r i m i n a l, p or falsedad d o c u m e n t a l, c o n t ra F r a n c i s co Potes M o s q u e ra s in q ue la funcionaría e n c a rg rae a del case (N°2012-00008), es decir, la F i s c al 13 Sección^ de lí t m i na (Chocó), d o c t o ra DARLY JENISSES PARRA RENTERIA h i c i e ra a v a n c es significativos en la a v e r i gu ción < le l os a c o n t e c i m i e n t o s. La d e n u n c ia f o r m u l a da p or H e l i o d o ra López Beníte2 fue recibida en el d e s p a c ho de la Fiscalía 13 Secciohal de I s t m i n a, luego de su asignación, el 18 de m a yo de 2 0 1 2. La t i t u l ar d el d e s p a c ho inició su gestión el 6 de j u n io tie e sa a n u a l i d ad y la continuó c on la expedición <^e suc esivas órdenes a policía j u d i c i a l, a m e d i da q ue le e r an p r e s e n t a d os
los c o r r e s p o n d i e n t es i n f o r m es de i n v e s t i g a d or de c an po . E 12 de j u n io de 2 0 14 formuló s o l i c i t ud de prec jusión petición q ue no se concretó, a n te su retiifo. El 5 de n o v i e m b re de 2 0 15 la d o c t o ra PARRA R i m E R IA se declaró i m p e d i d a, p or s e g u n da ocasión En esta o p o r t u n i d ad d i c ha manifestación sí le fue acepthda, e 25 de n o v i e m b re de 2 0 1 5, p or el S u b d i r e c t or Secciodal de Fiscalías, q u i en asignó la indagación a la Fiscalía 14 Se ccion al de I s t m i n a. 2 S e g u n da instalncia. Nj48.95e D A R LY J E N I S S ES P A R RA RENTERÍA SOLICITUD DE PRECLUSION El señor F i s c al O n ce D e l e g a do a n te el T r i b u na S u p e r i or de Quibdó e x p u so que, no o b s t a n te encor trarse a c r e d i t a da la calidad de s e r v i d o ra pública de 11 indic i a da } a p a r e c er o b j e t i v a m e n te e s t r u c t u r a da la c o n di icta previste
p or el artículo 4 14 d el Código P e n a l, ya q ue e cumtplio e plazo previsto p or el parágrafo d el artículo l'^5 de la Le> 9 06 de 2 0 0 4, m o d i f i c a do p or el artículo 48 de la L e} 1 45 de 2 0 0 1, vigente d e s de el 24 de j u n io de e se ar o , sm |que la F i s c al 13 Seccional de I s t m i n a, c o mo t i t u l ar de la acción p e n al y d i r e c t o ra d el proceso, f o r m u l a ra imputación o r d e n a ra el a r c h i vo o solicitara la preclusión, lo cidrto es q ue el p u n i b le endilgado es esencieilmente doljaso y no e ra posible i n f e r ir q ue DARLY PARRA RENTERÍA consciente } v o l u n t a r i a m e n te se h u b i e ra a p a r t a do de lo m a n d a do p oi ley. A p l i c a n do l os criterios d el T r i b u n al E u r o p' ío de D e r e c h os H u m a n os p a ra j u z g ar el plazo r a z o n a b le , concepto a d o p t a do p or el artículo 8° de la Convencióh A m e r i c a na sobre D e r e c h os H u m a n o s, consideró j u s t i f i c a do el tiempo t r a n s c u r r i d o, p or razón de la c o m p l e j i d ad d el a s u n t o, la
p r o f u sa a c t i v i d ad de la víctima, c on peticior es y quejas disciplinarias, y la c o n d u c ta de la f u n c i o n a r l a, 4 u i en Drindo g e n e r o s as explicaciones q ue i n d i c a n: normálidad en e desempeño de la función, existencia de situabiones a d m i n i s t r a t i v as y considerable c a r ga laboral. \ S e g u n da instajncia. N148.956 D A R LY J E N I S S ES P A R RA RE; JTERÍA Así, contabilizó el t o t al de días hábiles (87 1), el tiempo c u b i e r to p or n o v e d a d es c o mo licencia de matemiÜad y v a c a c i o n es (273), el e m p l e a do en a s i s t ir a la celebración de a u d i e n c i as (268) y concluyó q ue la i n d i c i a da so ámenle t u vo 3 30 días hábiles p a ra t r a m i t ar efectivamente I4 i n d a ^ a ci ón siendo el s u y o, además, un d e s p a c ho m i x t o, esto es , c on p r o c e s os de L ey 6 00 (1 investigación p r e v ia y 1 i n s t n. cción y de Ley 9 06 (84 indagaciones, 1 investigación, 16 juic ios). En esos términos sustentó la c a u s al de pji-eclusijón de artículo 3 3 2 -4 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4: a t i p i c i d^ del hechc
investigado. PROVIDENCIA IMPUGNADA El T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i af de Qluibdó S a la U n i c a, luego de e s c u c h ar al represenjtante de la víctima, q ue se o p u so al p e d i m e n to de la iiscalía, y aj defensor, q ue lo coadyuvó, acogió la s o l i c i t ud precljusion a d v i r t i e n do q ue se refería únicamente al prqvaricapo p or omisión endilgado. E x p u so q ue la víctima no podía p r e t e n d er q ue 14 fisca c u m p l i e ra su v o l u n t ad y q ue en l as actuaí i o n es de la funcionaría no h u bo d e m o ra i n j u s t i f i c a da p or Ihs difelrentes s i t u a c i o n es a d m i n i s t r a t i v as q ue la a f e c t a r oi la carga laboral, las responsabilidades del s i s t e ma p e n al acus atoric y las quejas f o r m u l a d as en su c o n t r a. S e g u n da instancia. N'48.95C D A R LY J E N I S S ES P A R RA RENTERÍA A d u jo q ue si b i en o b j e t i v a m e n te se configüraba r|etardc frente a lo d i s p u e s to p or el artículo 1 75 d el CÓd|gO d€
P r o c e d i m i e n to P e n a l, el m i s mo r e s u l t a ba r a z o h a b le dadas las c o n d i c i o n es atrás m e n c i o n a d a s, ya q ue siempre m a n t u vo la dinámica y todo obedeció al d e v e n ir pi|ocesá i m p u e s to p or la c a r ga l a b o r a l. En c o n s e c u e n c i a, al no a d v e r t ir l o^ eleifientos cognoscitivo y volitivo d el dolo y al no a d m i t i^ el délito le m o d a l i d ad c u l p o s a, d i s p u so la preclusión q ue le f ue solicitada. FUNDAMENTOS DE LA IMPUGNACH^N El r e p r e s e n t a n te de la víctima precisó qué la rafcón dd su i n c o n f o r m i d ad no r a d i c a ba en el r e t r a so del trámité q ue s in i n c o n v e n i e n t e, podía t e n er c o mo j u s t i f i c a do s mo tn que la señora fiscal optó p or solicitar preclusión, álegando u na s u p u e s ta falsedad i n o c u a, pese a q ue tenía sufií ientes e l e m e n t os m a t e r i a l es p r o b a t o r i os p a ra f o r m u l ar imputación A su j u i c i o, e n t o n c e s, es "justificable que se derfiore, fiero nc
que termine con solicitud de preclusión'. NO RECURRENTES El fiscal acotó q ue no e n c o n t r a ba en la ape lación ningún a r g u m e n to q ue c o n t r o v i r t i e ra la m o ti nación de la Segunda instancia. N148.95É. D A R LY J E N I S S ES P A R RA RENTERÍA decisión j u d i c i al i m p u g n a d a. El defensor m^nifesíjó q ue n a da tenía p a ra agregar. CONSIDERACIONES DE LA CORT 1, De c o n f o r m i d ad c on el artículo 3 2 -3 ds llaa Ley 906 de 2 0 0 4, c o r r e s p o n de a esta S a la decidir, pués s on de su c o n o c i m i e n to %..) los recursos de apelación contra los autos y sentencias que profieran en prímera ihstancia los tribunales superiores".
2. De a c u e r do c on el e s t a t u to procesal per al precitado la apelación c o n t ra el a u to q ue r e c h a za la s o l i c i t ud de preclusión se s u r te en el efecto s u s p e n s i vo (artículo l|77-2).
Su trámite exige q ue el r e c u r so s ea interpuejsto y s u s t e n t a do en la m i s ma a u d i e n c i a. E s te sclo del)e s er c o n c e d i do si f ue "debidamente sustentado" (artículo| 178)
En caso de no c u m p l i r se c on esa carga, la c o n s e c u e n c ia es q ue el m i s mo debe ser declarado desierto (artíci ilo 1 79 A).
3. Según lo ha precisado la Corte: (...) resulta evidente la relación de necesidad que se produce entre la providencia impugnada, la sustentación de la a} ela Clon y la decisión del funcionario judicial de segunde instan ña. Por tanto, providencia apelada y recurso, conforman t na tendión que debe resolver el superior. Se trata de una de las maníi fest\iciones más decantadas del principio de contradicción o c mtrovet\sia que rige el proceso penal y que explica el deber legil que iene e funcionario judicial de integrar a la estructura de su dec sión la exposición del punto que se trata y los fundamen os juríid icos de ella. (CSJ SP 20 j u n. 2 0 1 2, rad. N"37.921).
6 S e g u n da instajncia. N l 4 8 . 9 5e D A R LY J E N I S S ES P A R RA RE. HERÍA
4. C o mo los recursos s on medios p a ra cohtroveiitir las decisiones judiciales con el fin de obtener su evoca oria c modificación, las razones que sirven de suste i to al medie de g r a v a m en t i e n en que estar dirigidas a ref atar lás que c o n s t i t u y e r on el f u n d a m e n to de la decisión i m p k i g n a dk Por t a n t o, sólo si se c o n t r a p o n en u n as y otras y lo£
m o t i v os del disenso s on a d e c u a d a m e n te desalrrolladbs , de tal f o r ma que no se q u e d en en la m e ra expi esion de ur desacuerdo genérico, se f o r ma la tensión a l u d i da er precedencia, q ue debe s er resuelta p or la s e m n da instancia.
5. En este caso esa tensión no se formó o coníitituyc ante la inexistencia de contraposición entre lo consi( ieradc por el t r i b u n al y lo a r g u m e n t a do por el representante de la víctima en la sustentación de la apelación, ya que caaa u ne de esos discursos se refieren a aspectos diferentes.
En efecto, m i e n t r as que el t r i b u n al se centró, ta c o mo se lo planteó la fiscalía en la solicitud qr|e desktó ej p r o n u n c i a m i e n t o, en el v e n c i m i e n to del términc previsto por el parágrafo d el artículo 175 de la Ley 9C6 de 2 0 0 4, modificado por la Ley 1 4 53 de 2 0 1 1, s in que se p r o d u j e ra n i n g u na de las actuaciones que el m i s mo prevé; en eJ carácter justificado de e se hecho, a n te las difelrentes situaciones a d m i n i s t r a t i v as y carga laboral qu í enfrentó la f u n c i o n a r ia d e n u n c i a d a; e, igualmente, en la presencia de
los elementos constitutivos del dolo, el represe n t a n te de la 7 S e g u n da instáncia. Nt48.95€> D A R LY J E N I S S ES P A R RA RE HERÍA víctima, en c a m b i o, a c e p ta que, en últimas ello no e£i m o t i vo de su i n c o n f o r m i d a d, s i no q ue ésta la genjera le. preclusión q ue en d e t e r m i n a do m o m e n to i n v o cq la Fidcal 13 S e c c i o n al de I s t m i n a, q ue más a d e l a n te declinó En o t r os términos, la apelación v e r sa soDre un . tema, q ue no fue objeto de p r o n u n c i a m i e n to p or el t r i b u n al y q^^e p or t a n t o, no sirvió de f u n d a m e n to a su decisión.
6. P or c o n s i g u i e n t e, c o n s i d e ra la S a la q ue la a l z a da nc fue "debidamente sustentada", ya q ue no se e n c ar u no s c o n t r o v e r t ir la motivación e x p u e s ta p or el tribunEil m no a i n t r o d u c ir p l a n t e a m i e n t os novedosos, q ue no u e r or m a t e r ia de su p r o n u n c i a m i e n t o. P or lo m i s mo », de De s ei
d e c l a r a da desierta, s in q ue la C o r te d e ba a d e h t r a r se en e e x a m en de la decisión de preclusión p o r q ue ell D equiveild ría a p r o c e d er c o mo si se t r a t a ra d el g r a do juriádicciohal de c o n s u l t a, q ue no está p r e v i s to en el p r o c e d i m i e n to p e n al de corte a c u s a t o r io q ue rige el p r e s e n te proceso: La forma como está concebido el recurso, en el marco de une. justicia rogada, de partes, regido por los principias de ic ualdaá de armas y de imparcialidad, se impone la necesi dad de motivar y sustentar las peticiones que se formulen a los jueces, y entre tales peticiones, los recursos, de otra forma ello implicaría que los jueces debieran examinar todo de mai lera ^ciosa extralimitando así una competencia, que para el caso de la que deriva de la apelación, debe circunscribirse a lo jue es nateric del disenso. (CSJ AP 29 m a r. 2 0 1 2, rad. N" 3 8 . 28 7) En mérito de lo e x p u e s t o, la CORTE SUPREMA DE JUSTICIA, Sala de Casación Penal, 8 S e g u n da instáncia. Nt48.95e D A R LY J E N I S S ES P A R RA RENTERÍA RESUELVE Primero: Declarar desierto el r e c u r so ie ape lación
i n t e r p u e s to p or el r e p r e s e n t a n te de la víctiiúa c o r t ra 1 decisión de preclusión e m i t i da p or el T r i b u n al S u p e r i or de D i s t r i to J u d i c i al de Quibdó, S a la Única, qn auaienciet c e l e b r a da el 1° de s e p t i e m b re del año en c u r s o.
Segundo: C o n t ra la p r e s e n te p r o v i d e n c ia única m e n te p r o c e de reposición.
Notifíquese y cúmplase. GUST S e g u n da instáncia. N f 4 8 . 9 56
D A R LY J E N I S S ES P A R RA RENTERÍA.
EUG E^ro^^^^Á^E^^i^ÁRLIER
LUIS ANTONIO HERNÁNDEZ BARBC SA »LANDA N O VA GARCÍA S e c r e t a r ia
10