CSJ - CP059-2017(49595)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - CP059-2017(49595)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2017
Republics de Colombia Corte Supreme de Justicia Sala da Caiacida Panal C O R TE S U P R E MA DE J U S T I C IA SALA DE CASACION PENAL GUSTAVO E N R I Q UE MALO F E R N A N D EZ Magistrado Ponente C P 0 5 9 - 2 0 17 Radicacion N'' 49595. A p r o b a do acta No. 116. Bogota, D.C., veintiseis (26) de abril de d os m il diecisiete (2017). V I S T OS D e n t ro d el presente t r a m i te de extradicion q ue se a d e l a n ta respecto d el c i u d a d a no c o l o m b i a no L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U I Z, requerido por el gobierno de los E s t a d os U n i d os de A m e r i c a, le corresponde a la Corte emitir concepto, de c o n f o r m i d ad con lo establecido en el articulo I Concepto de extradicion No. 4959^ Luis Margarito Garcia Ru^> 5 01 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, t o da v ez que vencio el t e r m i no de traslado a l os i n t e r v i n i e n t es p a ra alegar, en desarrollo del c u al se p r o n u n c i a r on la delegada del M i n i s t e r io Publico y la defensor a del requerido.
A N T E C E D E N T ES
1. M e d i a n te la N o ta V e r b al No. 1 9 84 del 12 de octubre
de 2 0 1 6, el Gobierno de E s t a d os U n i d os de America, p or conducto de su E m b a j a da en C o l o m b i a, solicito al Ministerio de Relaciones Exteriores la detencion provisional c on fines de extradicidn d el n a t u r al c o l o m b i a no L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U i Z, pues, la Corte Distrital de l os E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito E s te de N u e va Y o rk lo requiere p a ra comparecer en juicio, t o da v ez q ue alli se emitio en su c o n t ra la re so luci on de acusacion s u s t i t u t i va No. 1 4 - 48 (S-1) (BMC), dictada el 2 de diciembre de 2 0 1 5, en la c u al se le f o r m u l an d os cargos relacionados c on la violacion de las leyes de narcoticos (folios 61 y 6 6, carpeta).
2. C on resolucion del 20 de octubre de 2 0 1 6, el senor Fiscal G e n e r al de la N a c i on ordeno la c a p t u ra de G A R C IA R U iZ p a ra los fines m e n c i o n a d o s, la c u al se o b t u vo el 20 de n o v i e m b re siguiente p or m i e m b r os de la Direccion de Investigacion C r i m i n al e Interpol, en el m u n i c i p io de
P a l m i ra (Valle del Cauca) (folios 2 a 5 8, carpeta). 2 Concepto de extradicion No. 495' Luis Margarito Garcia ^k
3. C on la N o ta V e r b al No. 0 0 54 d el 17 de enero de 2 0 1 7, la referida representacion diplomatica formalizo la peticion de extradicion de G A R C iA R U I Z, reiterando q ue este c i u d a d a no es objeto de la acusacion s u s t i t u t i va N° 1448 (S-1) (BMC), dictada el 2 de diciembre de 2 0 15 en la Corte Distrital de los E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito E s te de N u e va Y o r k, acto en que se le f o r m u l an los siguientes cargos: "Cargo Dos: Concierto para fabricar y distribuir cinco kilogramos o mds de cocaina, con la intencion y el conocimiento de que la cocaina seria ilegalmente importada a los Estados Unidos, en violacion del Titulo 21, Secciones 963, 959(a), 959 (c), 960 (a)(3) y 960
(b)(i)(B)(ii) del Codigo de los Estados Unidos; y del Titulo 18, Secciones 3238 y 3551 del Codigo de los Estados Unidos; y Cargo Dos: Distribucion de cinco kilogramos o mds de cocaina, con la intencion y el conocimiento de que la cocaina seria ilegalmente importada a los Estados Unidos, y ayuda y facilitacion de dicho delito, en violacion del Titulo 21, Secciones 959(a), 959 (c), 960
(a)(3) y 960 (b)(l)(B)(ii) del Codigo de los Estados Unidos; y del Titulo 18, Secciones 2, 3238 y 3551 del Codigo de los Estados Unidos" (folios 73 y 7 8, carpeta). 3 Concepto de extradicion No. 495 Luis Margarito Garcia Rul
4. El M i n i s t e r io de Relaciones Exteriores, a n o t a n do que en este caso s on aplicables "La 'Convencion de Naciones Unidas contra el trdfico ilicito de estupefacientes y sustancias psicotr6picas\ en Viena el 20 de diciembre de 198&\ "La 'Convencion de las Naciones Unidas contra la Delincuencia Organizada TransnacionaV, adoptada en New York, el 27 de noviembre de 2000", a si c o mo que en los aspectos no regulados el t r a m i te "se regird por lo previsto en el ordenamiento juridico colombiano", remitio la m e n c i o n a da n o ta verbad y los d o c u m e n t os anexos al de J u s t i c ia y d el Derecho, Oficina de A s u n t os I n t e m a c i o n a l e s, e n t i d ad q ue a su v ez envio t al d o c u m e n t a c i on a esta Sala, donde luego de proveerse porque el requerido c o n t a ra c on defensa adecuada, se ordeno correr el traslado p a ra solicitar pruebas, t e r m i no d e n t ro d el c u al el P r o c u r a d or delegado considero q ue no
h a b ia lugar solicitar pruebas, a diferencia de la defensora, que elevo u na e x h a u s t i va peticion al respecto (folios 7 1, carpeta, y folios 12, 14, 33 y 2 0, c.o.).
5. M e d i a n te a u to del 15 de m a r zo del a ho en curso, la Sala rechazo las p r u e b as solicitadas por la defensa y ordeno surtir, p or el t e r m i no de cinco (5) dias, el traslado p a ra alegar a que alude el a r t i c u lo 5 00 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4.
D i c ha a t r i b u c i on f ue ejercida p or el representante de la P r o c u r a d u r ia y la defensora (folios 3 6, 56 y 6 9, c.o.). 4 Concepto de extradicion No. 4959S: Luis Margarito Garcia R u^ ALEGACI6N D EL MINISTERIO PUBLICO Luego de sintetizar la actuacion, consignar u n as consideraciones generates sobre la procedencia de la extradicion, citar la n o r m a t i v i d ad aplicable y precisar cuales s on l os f u n d a m e n t os d el concepto a cargo de la Corte, el P r o c u r a d or Tercero Delegado p a ra la Casacion Penal e n u n c ia l os d o c u m e n t os aportados c on la solicitud de extradicion y la f o r ma c o mo f u e r on expedidos y autenticados en el pais de origen, p a ra concluir q ue esta
acreditada la validez f o r m al de t al d o c u m e n t a c i o n. En lo que tiene que ver c on la identificacion p l e na del requerido en extradicion, m a n i f i e s ta que en la i n f o r m a c i on allegada p or el gobierno petente, es distinguido c on el n o m b re de L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U I Z, conocido c o mo "Margaro", c i u d a d a no colombiano, nacido el 10 de octubre de 1 9 69 y titular de la cedula de c i u d a d a n ia N° 9 4 ' 2 9 4 . 8 7 8, lo c u al se corroboro al m o m e n ta de su captura, pues, en los actos propios de la m i s ma se le identifico c on el d o c u m e n to relacionado por las autoridades extranjeras. Por t al razon, opina, se c u m p le c on este requerimiento. C o mo el hecho q ue m o t i va la extradicion debe estar previsto en la legislacion c o l o m b i a na c o mo delito, c on p e na privativa de la libertad cuyo m i n i mo no sea inferior a c u a t ro (4) ahos, el representante de la sociedad alude a los cargos sehalados en la acusacion foranea p a ra d e t e r m i n ar que las 5 Concepto de extradicion No. 495' Luis Margarito Garcia Rj conductas descritas t i e n en en n u e s t ra n o r m a t i v i d ad su
equivalente j u r i d i co en el tipo p e n al de trdfico, fabricacion o porta de estupefacientes, previsto y sancionado en el articulo 3 76 del Codigo Penal, c on p e n as superiores a d i c ha proporcion. Considera, p or tanto, q ue se c o l ma c on el requisite de doble i n c r i m i n a c i o n. En c u a n to a la equivalencia de la providencia proferida en el extranjero c on la res ol ucion a c u s a t o r ia n a c i o n a l, asevera el P r o c u r a d or que la acusacion proferida en la Corte Distrital de los E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito de E s te de N u e va Y o rk g u a r da c o n s o n a n c ia con los eiementos propios de la l ey procesal colombiana, ya q ue en a m b as providencias se i n d i c an l os s u p u e s t os de h e c ho q ue f u n d a m e n t an la decision, establecen la p e r s o na en q u i en recae, t i e n en c o mo proposito dar lugar a la etapa del juicio, y precisan la c o n d u c ta delictiva por la c u al debe responder y defenderse el acusado. De a hi entonces q ue se c u m p le i g u a l m e n te con esta exigencia. Por u l t i m o, el delegado del M i n i s t e r io Publico sugiere a la Corte que e m i ta concepto favorable a la extradicion del
c i u d a d a no c o l o m b i a no L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U I Z, pero e x h o r t a n do al Gobie rno N a c i o n al p a ra que advierta al pais reclamante, que a d e m as de respetarle s us derechos y garantizarle el c u m p l i m i e n to de las n o r m as pertinentes del bloque de constitucionalidad, no se le j u z g ue por h e c h os diferentes a l os q ue m o t i v a r on su pedido, ni sometido a 6 Concepto de extradicion No. 495' Luis Margarito Garcia Rj p e na de m u e r t e, desaparicion forzada, t o r t u r a s, t r a t os o penas crueles, i n h u m a n as o degradantes, ni a las sanciones de destierro, p r i s i on p e r p e t ua y confiscacion. AL£GACI6N DE LA D E F E N SA La defensora de confianza del reclamado, depreca que se e m i ta concepto negativo a su pedido de extradicion. P a ra f u n d a m e n t ar su oposicion, se refiere i n i c i a l m e n te a la n a t u r a l e za d el procedimiento, repasa la a c t u a c i on y h a ce especicil enfasis en el indictment, criticando q ue la Corte iguale el delito de concierto para delinquir c o l o m b i a no
c on el descrito en la legislacion extranjera, y no le otorgue caracter de proceso p e n al al t r a m i te de extradicion, c on lo c u al protegeria en m e j or f o r ma los derechos f u n d a m e n t a l e s; a s i m i s mo c u e s t i o na q ue en l as n o r m as extranjeras se ordene el comiso de los bienes del requerido. De la m i s ma m a n e r a, la profesional a r r e m e te c o n t ra la f o r ma en que se expide la a c u s a c i on en los E s t a d os U n i d o s, r e p a s a n do al efecto la p r u e ba D p a ra sostener que no h ay m a y or m e n c i on de su defendido, ni f u n d a m e n to p a ra vincularlo al trafico de narcoticos, lo c u al se s u s t e n ta por h a b er h e c ho u na l l a m a da familiar, pero s in que se diga que a el directamente le h i c i e r on un decomiso de cocaina. 7 Concepto de extradicion No. 495; Luis Margarito Garcia Considera, entonces, que el t r a m i te a n te la Corte es un m e ro f o r m a l i s m o, en el que la presencia de la defensa es innecesaria. Asi, insistiendo en que la p r u e ba que f u n d a m e n ta la i n c r i m i n a c i on contraviene la n o r m a t i v i d ad nacioneil, la
m e m o r i a l i s ta a n u n c ia controvertir l os p u n t os esgrimidos por el Agente Especial, haciendo su p r o p ia valoracion de la p r u e ba D, c on el fin de d e m o s t r ar que el elemento de j u i c io por ella propuesto, debio ser aceptado. En su e x h a u s t i vo e x a m en de dicho medio de conviccion, t a m b i en se refiere al perfil de su prohijado, indicando que tipo de actividades realiza, asi como que ha sido amenazado, t al c o mo consta en la p r u e ba aportada a esta a c t u a c i o nL Por esta razon, insiste m as adelante en su peticion de que en este procedimiento se le reconozca como v i c t i ma del conflicto a r m a d o, aprovechando el desarrollo del proceso de paz y el acuerdo final suscrito por el E s t a do y las
F A R C.
C o mo f u n d a m e n to de su pretension, la defensa cita el articulo 29 de la C o n s t i t u c i on Politica y varios i n s t r u m e n t os i n t e m a c i o n a l e s, al t i e m po que diserta sobre el principio del debido proceso y otras garantias que le s on inherentes. ^ En aras de la claridad, se le hace saber a la libelista que dicho medio de prueba no fue incorporado a la actuacion, ya que, al igual que todas las demas probanzas que solicito, fue denegado. 8 Concepto de extradicion No. 495' Luis Margarito Garcia Rt
I g u a l m e n t e, se e x t r a ha de que en clara violacion de los derechos de su representado, no se h a ya decretado la prescripcion, teniendo en c u e n ta que los hechos sucedieron en 1997. Pide, p or consiguiente q ue se declare e x t i n ta la accion p e n al P a ra finalizar, la defensora apela al conocimiento academico adquirido c on el f in de que esta Corte aplique las m a x i m as d el derecho procesal y probatorio, p a ra lo c u al dice reiterar su peticion de pruebas, s in q ue se le trate despectivamente ni se le tilde de "sofista".
CONCEPTO DE LA CORTE
1. Aspectos generales.
La competencia de la Corte d e n t ro d el t r a m i te de extradicion esta enfocada a expresar un concepto sobre la procedencia de entregar o no a la p e r s o na solicitada por un pais extranjero, despues de e x a m i n ar los p u n t os a que se refiere el a r t i c u lo 5 02 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4, s in dejar de considerar que el articulo 35 de la C o n s t i t u c i on Politica en su inciso 2°, r e f o r m a do por el Acto Legislativo N° 1 de 1 9 9 7, a u t o r i za la extradicion de c o l o m b i a n os p or n a c i m i e n to c u a n do s on reclamados por delitos cometidos en el exterior y las conductas que los o r i g i n an asi t a m b i en se consideren
en la legislacion p e n al colombiana. 9 Concepto de extradicion No. 495 Luis Margarito Garcia Rm Sobre este u l t i mo aspecto, debe observarse q ue de acuerdo con la resolucion de acusacion s u s t i t u t i va N° 14-48 (S-1) (BMC), proferida en la Corte Distrital de l os E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito E s te de N u e va Y o rk el 2 de diciembre de 2 0 1 5, la i m p u t a c i on que se le f o r m u lo a L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U IZ corresponde a delitos relacionados c on el trafico de estupefacientes, cometidos entre l os m e s es de j u l io de 2 0 09 y abril de 2 0 1 3, en l os E s t a d os U n i d o s, donde l as conductas q ue se le endilgan t u v i e r on incidencia m a t e r i a l, a pesar de fraguarse desde este pais, la conspiracion p a ra exportar y d i s t r i b u ir cocaina. Significa lo anterior, q ue no aparece m o t i vo constitucional impediente de la extradicion.
2. Validez formal de la documentacion presentada.
El c o n s ul de C o l o m b ia en W a s h i n g t on autentico l os d o c u m e n t os aportados en apoyo de la solicitud de extradicion d el c i u d a d a no c o l o m b i a no L U IS M A R G A R I TO
G A R C IA R U I Z, de c o n f o r m i d ad c on el articulo 2 59 d el Codigo de Procedimiento Civil, modificado p or el articulo 2 51 -inciso T~ de la L ey 1 5 64 de 2 0 1 2, Codigo G e n e r al d el Proceso, asi c o mo c on l os eirticulos 4 y 5 de la R e s o l u c i on 2 . 2 01 de 1 9 9 7, expedida p or el M i n i s t e r io de Relaciones Exteriores (folio 8 5, carpeta). 10 Concepto de extradicion No. 495 Luis Margarito Garcia R En t al f o r m a, el m e n c i o n a do f u n c i o n a r io certifica la f i r ma de la A u x i l i ar de Autenticaciones del D e p a r t a m e n to de E s t a do de los E s t a d os U n i d os de America, q u i en a su v ez avala la del Secretario de Estado, J o hn F. Kerry, y esta la r u b r i ca de Loretta E. L j m c h, Fiscal General, q u i en certifica la de J o hn M. Gillies, Director Asociado de la Oficina de A s u n t os I n t e m a c i o n a l e s, D i v i s i on de lo Penal, d el D e p a r t a m e n to de J u s t i c ia de los E s t a d os U n i d o s, encargado de d ar c u e n ta de la a u t e n t i c i d ad de l as declaraciones j u r a d as de M a r g a r et L e e, fiscal auxiliar, y D i a na
Spangenberg, agente especial de la A d m i n i s t r a c i on de C o n t r ol de Drogas (DEA) (folios 86 a 8 9, 1 58 y 1 5 9, carpeta). Adicionalmente, el Jefe de Legalizaciones d el Ministerio de Relaciones Exteriores abono la firma d el agente consular, c o mo consta en la d o c u m e n t a c i on s u s c r i ta por este (folio 8 4, carpeta). C o mo d o c u m e n to anexo y debidamente traducido, aparece la acusacion s u s t i t u t i va N° 14-48 (S-1) (BMC) presentada el 2 de diciembre de 2 0 15 en la Corte Distrital de los E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito Este de N u e va Y o rk c o n t ra L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U IZ -y otros-, asi c o mo la o r d en de arresto l i b r a da por esa Corte (folios 119, 137, 1 91 y 2 0 9, carpeta). 11 Concepto de extradicion No. 495' Luis Margarito Garcia R D el m i s mo m o d o, f i g u r an l as copias, t r a d u c i d as en debida f o r m a, de las disposiciones penales del Codigo de los E s t a d os U n i d os aplicables al caso (folios 1 04 a 117 y 1 75 a
189, carpeta). De acuerdo c on lo anterior, la d o c u m e n t a c i on p r e s e n t a da en respaldo del pedido de extradicion de L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U IZ es f o r m a l m e n te valida.
3. Identidad plena del solicitado en extradicion.
De acuerdo con l as n o t as diplomaticas Nos. 1 9 87 y 0 0 5 4, L U IS M A R G A R I TO G A R C IA R U I Z, conocido c on el apodo de "Margaro", es c i u d a d a no colombiano, nacio el 10 de octubre de 1 9 69 y es titular de la cedula de c i u d a d a n ia W 9 4 ' 2 9 4 . 8 8 7. Al m o m e n to de s er aprehendido, G A R C IA R U IZ se identifico c on e se d o c u m e n t o, cuyo n u m e ro quedo e s t a m p a do en la diligencia de notificacion de la res oluc ion que ordeno su c a p t u r a, el acta de derechos del capturado, la constancia de b u en trato, y en diversas actuaciones surtidas en el curso del t r a m i te ante la Corte; ademas, se realize cotejo dactiloscopico c o n f i r m a t o r io y en este a s u n to no se p u so en c u e s t i on lo a t i n e n te a su identidad. 12 Concepto de extradicion No. 49^ Luis Margarito Garcia Ri
E s te requisite, en consecuencia, se e n c u e n t ra satisfecho.
4. Equivalencia de la providencia proferida en el extranjero.
C o mo lo ha reiterado en diversas o p o r t u n i d a d es la S a la de Ca sa cion P e n al de la Corte S u p r e ma de J u s t i c i a, se c u m p le c on el r e q u e r i m i e n to en m e n c i on acatando lo previsto en el inciso 2° del a r t i c u lo 4 93 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4: q ue p or lo m e n os se h a ya dictado en el exterior resolucion de acusacion o su equivalente. En el presente evento, el 2 de diciembre de 2 0 15 el G r an J u r a do del T r i b u n al de Distrito de los E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito E s te de N u e va Y o rk proiirio la acusacion f o r m al o "indictment" No. 1 4 - 48 (SI) (BMC), con base en los delitos sehalados a n t e r i o r m e n t e, acto procesal q ue equivale a la resolu cion de a c u s a c i on prevista en el s i s t e ma procesal p e n al colombiano, t a n to la regulada en el articulo 3 98 de la Ley 6 00 de 2 0 0 0, c o mo el escrito acusatorio del articulo 3 37 de la Ley 9 06 de 2 0 0 4.
Tales providencias, si b i en no s on identicas, g u a r d an similitudes q ue l as t o r n an equivalentes; en efecto, c o n t i e n en un pliego de cargos, de l os cuales se debe defender el acusado en j ui ci o. A su vez, c o n s t i t u y en 13 Concepto de extradicion No. 49595 Luis Margarito Garcia Ruiz/ y p r e s u p u e s to procesal p a ra la iniciacion de la etapa de j u z g a m i e n t o, que c u l m i na con el respective fallo de m e r i t o. En ellas se consigna u na relacion detallada de los hechos c on especificacion de las circunstancias de t i e m p o, m o do y lugar en q ue o c u r r i e r o n, y la calificacion j u r i d i ca de la c o n d u c ta c on indicacion de las disposiciones sustanciales aplicables. Por lo anterior, esta exigencia t a m b i en se c u m p le a cabalidad.
5. El principio de la doble incriminacidn.
De acuerdo c on el n u m e r al 1° d el articulo 4 93 d el Codigo de Procedimiento Penal, la doble i n c r i m i n a c i on se presenta c u a n do el h e c ho que es m o t i vo de la extradicion esta "previsto como delito en Colombia y reprimido con una sancion privativa de la libertad cuyo minimo no sea inferior a cuatro (4) anos". La Corte tiene dicho que p a ra establecer si la c o n d u c ta
que se le i m p u ta al requerido en el pais solicitante es considerada c o mo delito en C o l o m b i a, debe hacerse u na c o m p a r a c i on entre l as n o r m as q ue alli s u s t e n t an la sindicacion c on l as de o r d en i n t e r n o, p a ra establecer si estas t a m b i en recogen los c o m p o r t a m i e n t os contenidos en cada u no de los cargos. 14 Concepto de extradicion No. 495^ Luis Margarito Garcia Rm T al confrontacion se hace con la n o r m a t i v i d ad que esta en vigor al m o m e n to de r e n d ir el concepto, puesto que lo emite d e n t ro del t r a m i te de un m e c a n i s mo de cooperacion internacional, r a z on por la c u al la aplicacion del principio de favorabilidad que p o d r ia arguirse c o mo p r o d u c to n a t u r al de la sucesion de leyes no e n t r a r ia en juego, por c u a n to las domesticas no s on las que o p e r a r an en el extranjero. Lo que a este proposito d e t e r m i na el concepto es que, s in i m p o r t er la d e n o m i n a c i on j u r i d i c a, el acto desarroUado p or el c i u d a d a no c u ya extradicion se d e m a n da s ea i g u a l m e n te considerado c o mo delictuoso en el territorio patrio. 5.1. En la acusacion N° 14-48 (SI) (BMC), proferida en
la Corte Distrital de los E s t a d os U n i d os p a ra el Distrito E s te de N u e va Y o r k, aparecen l os cargos f o r m u l a d os c o n t ra el requerido, de la siguiente m a n e r a:
"EL GRAN JURADO IMPUTA LO SIGUIENTE:
CARGO DOS
(Concierto para la elaboracidn y distribucion internacional de cocaina)... En, alrededor y entre el 1 de junio de 2009 y el 30 de abril de 2013, ambas fechas siendo aproximadas e inclusivas, dentro de la jurisdiccion extraterritorial de los Estados Unidos, los acusados, ROMAN NARVAEZ 15 Concepto de extradicion No. 495Q^ Luis Margarito Garcia Riiuiy ANSAZOY, RUBEN DURAN MORENO, alias 'Gato' y Misinga', ROBERT JULIO ANGULO CUERO y LUIS MARGARITO GARCIA DIAZ, alias 'Margaro \ sabiendas e intencionalmente concertaron para elaborar y distribuir cinco kilogramos o mds de una sustancia que contenia cocaina, una sustancia controlada de la Categoria II, con la intencion y a sabiendas de que dicha sustancia seria importada ilicitamente a los Estados Unidos desde un lugar fuera del mismo, contraviniendo lo dispuesto en el Titulo 21 del Codigo de los Estados Unidos, Secciones 959 (a) y 960 (a)(3). (Titulo 21 del Codigo de los Estados Unidos, Secciones 959 (c), 960 (b)(l)(B)(ii) y 963; Titulo 18 del Codigo de los Estados Unidos, Secciones 3238 y 3551 y
subsicfuientes).
CARGO CUATRO
(Distribucion internacional de cocaina) En o alrededor del mes de febrero de 2013, dentro de la jurisdiccion extraterritorial de los Estados Unidos, los acusados, ROMAN NARVAEZ ANSAZOY, RUBEN DURAJY MORENO, alias 'Goto' y 'Misinga', ROBERT JULIO ANGULO CUERO y LUIS MARGARITO GARCtA DtAZ, alias 'Margaro') conjuntamente con otros, a sabiendas e intencionalmente distribuyeron cinco kilogramos a mds de una sustancia que contenia cocaina, una sustancia 16 Concepto de extradicion No. 4959 Luis Margarito Garcia Rui controlada de la Categoria U, con la intencion y a sabiendas de que dicha sustancia seria importada ilicitamente a los Estados Unidos desde un lugar fuera del mismo. (Titulo 21 del Codigo de los Estados Unidos, Secciones 959 (a), 959 (c), 960 (a)(3) y 960 (b)(l)(B)(n); Titulo 18 del Codigo de los Estados Unidos, Secciones 2, 3238 y 3551 y subsicfuientes)". 5.2. L os hechos q ue f u n d a m e n t an la citada incriminacion, s on descritos por la autoridad extranjera de esta forma: "La investigacion de las faerzas del orden revelo que aproximadamente entre el ano 2009 hasta el ano 2013, Santos Roman Narvdez Ansazoy fue el lider de la organizacion de trdfico de narcoticos Narvdez (la DTO), un grupo espedalizado en la fabricacion de cocaina. Santos Roman Narvdez Ansazoy anteriormente trabajo para Javier Antonio Calle Sema, tambien
conocido como 'Comba', un importante traficante colombiano y Unas de los mds grandes fabricantes de cocaina en el sur de Colombia. Uldarico es el hermano menor de Santos y su %ombre de confianza' en la DTO. Durdn Moreno trabaja directamente bajo las ordenes de Santos y Uldarico fabricando cocaina. Martinez Cuero, Cuero Angulo y Garcia Ruiz reciben para la DTO los cargamentos de cocaina en Panamd y hacen los arreglos correspondientes para 17 Concepto de extradicion No. 4959 Luis Margarito Garcia Rui que la cocaina sea enviada a otros lugares en Centroamerica para su importacion final a los Estados Unidos. Entre el 24 de febrero de 2013 y el 7 de abril de 2013, se realizaron numerosas incautaciones de cocaina, las cuales se pudo establecer estaban directamente relacionadas con la DTO. Ademas de la cocaina incautada legalmente en las dudades de Chicago, San Antonio y San Ysidro en los Estados Unidos, las fuerzas del orden que patrullaban aguas intemadonales incautaron legalmente aproximadamente 91 kilogramos de cocaina, la cual se habria fabricado en un laboratorio operado por Santos y la cual habia sido transportada por Martinez Cuero, Cuero Angulo y Garda Ruiz. El 13 de marzo de 2013, autoridades de las fuerzas del orden ubicaron un laboratorio operado por la DTO en Puerto Saija, Timbiqui, Colombia. Las autoridades de las fuerzas del orden incautaron legalmente aproximadamente 3.252 kilogramos de cocaina y 1.500 kilogramos de base de cocaina antes de destruir el laboratorio. El 7 de abril de 2013, autoridades de las
fuerzas del orden incautaron legalmente aproximadamente 1.240 kilogramos de cocaina en una embarcacion pesquera atracada junto a una lancha-rdpida. La investigacion revelo que la lancha rdpida habia sido cargada de cocaina por miembros de la DTO". 5.3. La Seccion 9 59 del T i t u lo 21 d el Codigo de l os Estados U n i d os consagra: "(a) Fabricacion a distribucion con fines de importacion ilicita. Serd ilicito que toda persona elabore o distribuya una sustancia controlada de la Tabla I o II,.... o un producto quimico enumerado (c) Actos cometidos fuera de la jurisdiccion territorial de los Estados Unidos; jurisdiccidn... Esta seccion pretende cubrir los actos de elaboracidn o distribucion que se hayan cometido fuera de la 18 Concepto de extradicion No. 49595; Luis Margarito Garcia Rui^ jurisdiccidn territorial de los Estados Unidos. Toda persona que transgreda lo dispuesto en esta seccion serd enjuiciada en el tribunal de distrito de los Estados Unidos en el punto de entrada por el que dicha persona ingresa a los Estados Unidos, o en el Tribunal de Distrito para el Distrito de Columbia". A su t u m o, la t a m b i en citada Seccion 9 60 del Titulo 21 del Codigo de los Estados U n i d os sehala: "(a) Actos ilicitos... Toda persona que... (3) contraviniendo lo dispuesto en la seccidn 959 de este TYtulo, elabore, posea con la intencion de distribuir, o distribuya una sustancia controlada, serd
castigada conforme se dispone en la subseccion (b) de esta Seccidn... (b) Penas (1) En caso de una violacion de lo dispuesto en la sub-seccidn (a) de esta seccidn, que involucre... (B) 5 kilogramos o mds de una mezcla o sustancia que contenga una cantidad detectable de... (ii) cocaina, sus sales, isdmeros dpticos y geometricos y sales de sus isdmeros;... la persona que cometa tal transgresidn serd sentenciada a un periodo de encarcelamiento de no menos de 10 ahos y no mds de cadena perpetua". En el m i s mo Titulo se e n c u e n t ra la Seccion 9 6 3, q ue contempla: "Tentativa de concierto para delinquir y concierto para delinquir. Toda persona que intente conspirar para cometer algun delito dejinido en este subcapitulo estard sujeta a las mismas penas que las prescritas para el delito, la 19 Concepto de extradicion No. 49595::; comision del cual era el objeto de la tentativa de concierto para delinquir o del concierto para delinquir". Por u l t i m o, la Seccion 2 del Titulo 18 del Codigo de los Estados U n i d os prescribe: "Autores principales. (a) Quien fuere que cometa un delito contra los Estados Unidos o que ayude, instigue, aconseje, ordene, induzca o procure su comision, es punible como autor principal, (b) Quien fuere que voluntariamente haga que se cometa un acto que si fuese directamente realizado por el u otro seria un delito contra los
Estados Unidos, es punible como autor principar. 5.4. L os cargos q ue se concretan en la conspiracion entre varias personas p a ra cometer delitos (importar a territorio de los Estados U n i d os cantidades perceptibles de cocaina, p a ra distribuirla), tienen su correspondencia en el Codigo Penal colombiano, especificamente en el articulo 3 4 0, inciso 2°, modificado por los articulos 8° de la Ley 7 33 de 2 0 02 y 19 de la Ley 1 1 21 de 2 0 0 6, preceptiva que castiga la c o n d u c ta p u n i b le de concierto para delinquir, p a ra q u i en se asocie p a ra cometer, entre otros, delitos de trafico de drogas toxicas, estupefacientes o sustancias psicotropicas. El texto de la citada disposicion es de este tenor: "Articulo 340. Modificado por el art. 8. Leu 733 de 2002. Concierto para delinquir. Cuando varias personas se concierten con el fin de cometer delitos, cada una de ellas 20 Concepto de extradicion No. 495fl Luis Margarito Garcia Ru, serd penada, por esa sola conducta, con prision de tres (3) a seis (6) ahos. Modificado por el art. 19, Leu 1121 de 2006. Cuando el concierto sea para cometer delitos de genocidio, desaparicion forzada de personas, tortura, desplazamiento forzado, homicidio, terrorismo, narcotrdfico, secuestro extorsivo, extorsion o para organizar, promover, armar o financiar grupos armados
al margen de la ley, la pena serd de prision de seis (6) a doce (12) ahos y multa de dos mil (2,000) hasta veinte mil (20.000) salarios minimos mensuales legales vigentes. La pena privativa de la libertad se aumentard en la mitad para quienes organicen, fomenten, promuevan, dirijan, encabecen, constituyan o financien el concierto o la asociacion para delinquir". Ademas, la acusacion especificamente relacionada c on la i m p o r t a c i on de l as sustancias vedadas al territorio de l os Estados U n i d os y su distribucion, t a m b i en tie
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