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CSJ - SC16432-2015

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - SC16432-2015
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2015

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACIÓN CIVIL

ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente SC16432.2015 Radicación n.°11001-31-03-024-2002-00253-01 (Aprobado en sesión de diez de noviembre de dos m il quince) Bogotá, D. C, veintisiete (27) de n o v i e m b re de dos m il q u i n ce (2015). La Corte decide el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación i n t e r p u e s to p or la parte d e m a n d a n te c o n t ra la s e n t e n c ia proferida el tres de abril de dos m il trece p or el T r i b u n al S u p e r i or del Distrito J u d i c i al de Bogotá, d e n t ro del proceso o r d i n a r io de la referencia.

I. ANTECEDENTES

A. La pretensión El C o n j u n to Residencial El Porvenir, Propiedad H o r i z o n t a l, demandó a la E m p r e sa de E n e r g ia de Bogotá S.A. E.S.P. p a ra que se declare que ésta se ha enriquecido I Radicación n.° 11001-31-03-024-2002-00253-01 p or el u s u f r u c to de un c u a r to u b i c a do en el semisótano de ese edificio, en d o n de opera u na subestación eléctrica, y q ue t al beneficio «no tiene causa legal» y la ha e m p o b r e c i do

correlativamente, p u es no ha podido utilizar d i c ho espacio. Pretende q ue se condene a la citada a pagarle la s u ma q ue se d e m u e s t re p or t al concepto desde el 1° de j u l io de 1 9 75 «y hasta la fecha en que el pago se realice». (Folio 3 4, c u a d e r no 1 proceso ordinario)

B. Los hechos

1. El edificio C o n j u n to Residencial El P o r v e n ir f ue s o m e t i do al régimen de propiedad horizonteil m e d i a n te la e s c r i t u ra pública N o. 1 9 34 de 9 de o c t u b re de 1 9 7 5, ot org ada en la Notaría Q u i n ce de Bogotá.

2. En el artículo 9° de su r e g l a m e n to se estableció q ue en el semisótano de la construcción, en el área común, existía u na «subestación».

3. En t al lugar, en efecto, f u n c i o na u na subestación eléctrica de propiedad de la E m p r e sa de Energía de Bogotá S.A. E.S.P., que o c u pa un c u a r to de alrededor de 32 m e t r os c u a d r a d o s. Su propósito es distribuir electricidad a la edificación, a todo el sector y a «otros barrios circunvecinos».

(Folio 3 2, c u a d e r no 1 proceso ordinario) 2 Radicación n.° 11001-31-03-024-2002-00253-01

4. E sa instalación opera «desde el momento mismo en que se construyó el edificio...», es decir, desde el 1° de j u l io de 1 9 7 5, a p r o x i m a d a m e n t e.

5. La d e m a n d a n t e, s in e m b a r g o, no recibe n i n g u na contraprestación económica p or t al u s o; además, según la información q ue recopiló, t a m p o co se firmó ningún d o c u m e n to o c o n t r a to en el q ue se le h a ya entregado la

t e n e n c ia a la e m p r e sa e n c a u s a d a. (Folio 3 3, c u a d e r no 1 proceso ordinario)

6. El 11 de diciembre de 2 0 0 1, presentó u na reclamación a n te la d e m a n d a da p a ra q ue le p a g a ra $ 1 7 2 ' 8 0 0 . 0 0 0, 00 p or la utilización d el c u a r t o. T al e n te no accedió a su solicitud y contestó q ue «el tema de las subestaciones es competencia exclusiva de Codensa S.A.

E.S.P». (Folio 3 3, c u a d e r no 1 proceso ordinario)

7. La a c t o ra sostiene q ue su c o n t r a p a r te se está e n r i q u e c i e n do «sin justa causa, o sin causa aparente» al no pagar p or el beneficio referido; además, el f u n c i o n a m i e n to

de la subestación no le está r e p o r t a n do ningún p r o v e c ho a la copropiedad o a s us residentes, c o mo p o d r ia s er u na rebaja en s us facturas, y, p or el c o n t r a r i o, les g e n e ra costos de m a n t e n i m i e n t o, vigilancia y aseo. (Folio 3 3, c u a d e r no 1 proceso ordinario)

C. El trámite en las instancias

1. El 11 de j u l io de 2 0 02 se admitió el libelo y se corrió

3 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 t r a s l a do a la d e m a n d a d a. (Folio 4 3, c u a d e r no 1 proceso ordinario)

2. La E m p r e sa de Energía de Bogotá S.A. E.S.P. se o p u so a l as pretensiones y presentó l as excepciones de «falta de legitimación en la causa pasiva» y «cobro de lo no

debido». (Folio 1 1 1, c u a d e r no 1 proceso ordinario) Alegó q ue no a d e u da n i n g u na s u ma de d i n e ro p u es celebró un c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to c on la sociedad C o n s t r u c t o ra C h a p i n e ro Ltda., en la q ue ésta le entregó el b i en a t al título, por el término de c i n c u e n ta (50) años, y p or

el precio de c i n c u e n ta (50) pesos, q ue pagó p or a d e l a n t a d o, c o mo se observa en la c o n s t a n c ia de entrega s u s c r i ta el 29 de diciembre de 1 9 7 5. Además, q ue l as s u b c e n t r a l es de energía s on de propiedad de C o d e n sa S.A. E.S.P., e n t i d ad a la q ue llamó en garantía. La Usunada, p or su parte, se o p u so a las p r e t e n s i o n es p o r q u e, c o n f o r me a un «acuerdo de autorización de acceso», la a r r e n d a t a r ia «era y continúa siendo» la d e m a n d a d a, p or lo q ue debe a t e n d er este tipo de reclamaciones. (Folio 8 1, c u a d e r no 2 proceso ordinario)

3. El 1° de agosto de 2 0 1 2, el J u z g a do V e i n te Civil del C i r c u i to de Bogotá dictó sentencia en la q ue negó el petitum.

Consideró q ue no concurrían los p r e s u p u e s t os de la acción de e n r i q u e c i m i e n to s in c a u sa p o r q ue la d e m a n d a n te tenía o t r as a l t e r n a t i v as jurídicas, c o mo las derivadas del c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to esgrimido p or su c o n t r a p a r t e. Además,

4 Radicación n.° 11001-31-03-024-2002-00253-01 q ue a t e n d i e n do la labor de la e n c a u s a d a, existia u na s e r v i d u m b re de conducción de energía «de pleno derecho». (Folio 2 8 1, c u a d e r no 1 proceso ordinario)

4. La parte actora apeló la decisión p or c u a n to el c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to f ue celebrado p or la sociedad C o n s t r u c t o ra de C h a p i n e ro Ltda., p or lo q ue no le e ra oponible. Así m i s m o, porque aquél vínculo no le fue cedido a C o d e n sa S.A. y, p or t al causa, e sa sociedad debía r e s p o n d er p or el beneficio q ue o b t u v o. Y debido a q ue el precio pactado f ue irrisorio, la d e m a n d a da y la l l a m a da en garantía no gozan de privilegios, y se demostró su

e n r i q u e c i m i e n to s in causa. (Folio 10, c u a d e r no 3 proceso ordinario)

D. La sentencia impugnada El T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá, en fallo de 3 de a b r il de 2 0 1 3, confirmó la decisión de p r i m e ra i n s t a n c i a. (Folio

2 5, c u a d e r no 3 proceso ordinario)

Señeüó q ue el e n r i q u e c i m i e n to s in c a u sa no e s t a ba d e m o s t r a d o, ya que, precisamente, el c o n t r a to de t e n e n c ia referido p or la d e m a n d a da «se erige como la causa jurídica justificante de cualquier eventual beneficio»; y el d o c u m e n to en el q ue c o n s ta la entrega d el i n m u e b le a c r e d i t a ba la existencia d el vínculo, p or o b r ar allí l os e l e m e n t os d el a r r e n d a m i e n to y ser éste un acuerdo c o n s e n s u a l. Agregó q ue no e ra necesario d i l u c i d ar si el pacto e ra 5 Radiración n.° 11001-31-03-024-2002-00253-01 Oponible a la d e m a n d a n t e, porque p a ra d e t e r m i n ar t al h e c h o, así c o mo su precio irrisorio y demás vicisitudes, existían o t r as acciones judiciales, lo q ue e x c l u ia la procedencia de la acción propue sta, q ue se f u n da en la i n e x i s t e n c ia de c u a l q u i er otra. F i n a l m e n t e, consideró q ue c o mo C o d e n sa S.A. E.S.P. i n t e r v i no c o mo l l a m a da en garantía, y no c o mo d e m a n d a d a,

solo podía ser c o n d e n a da en t al calidad, lo q ue no procedía a n te el fracaso de las pretensiones.

II. LA DEMANDA DE CASACIÓN La p a r te d e m a n d a n te formuló un cargo.

CARGO ÚNICO Acusó al ad quem de no aplicar el airtículo 8 de la Ley 1 53 de 1 8 87 y el artículo 8 31 del Código de C o m e r c i o, y de aplicar i n d e b i d a m e n te el artículo 3 06 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, p or e r r or de h e c ho en la apreciación de la demEinda, d el interrogatorio de parte de la d e m a n d a d a, del d o c u m e n to c o n t e n t i vo de la c o n s t a n c ia de e n t r e ga d el i n m u e b l e, y de u na certificación expedida p or la Notaría P r i m e ra de Bogotá, en la q ue refirió q ue allí no se había protocolizado el c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to m e n c i o n a do en la contestación. Explicó q ue en su libelo refirió q ue no tenía n i n g u na relación c o n t r a c t u al c on la e n c a u s a d a, pero el T r i b u n a l, al 6 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 v a l o r ar el d o c u m e n to d e n o m i n a do «constancia de entrega de

un inmueble...» desatendió su literalidad al inferir q ue el edificio d e m a n d a n te «está obligado en virtud del citado contrato». (Folio 9, c u a d e r no Corte) El sentenciador - s o s t u v odio por p r o b a d o, s in estarlo, q ue la p a r te d e m a n d a n te e ra a r r e n d a d o r a, s u c e s o ra de la sociedad C o n s t r u c t o ra de C h a p i n e ro Ltda. y q ue quedó a t a da p or el vínculo existente e n t re ésta y la d e m a n d a d a, pese a q ue n u n ca existió u na cesión d el c o n t r a to de t e n e n c ia q ue existía e n t re ellas. Desconoció, también, el escrito r e m i t i do p or la Notaría P r i m e ra de Bogotá, en d o n de certificó q ue n u n ca protocolizó algún pacto e n t re tales partes, y pasó p or a l to la declaración d el r e p r e s e n t a n te legal de la d e m a n d a d a, q ue confesó q ue transfirió la subestación a C o d e n sa S.A. E.S.P. en el año 1 9 9 7, lo q ue «comportaba la terminación del contrato de arrendamiento suscrito en 1975». E x p u s o, finalmente, q ue la n e g a t i va de s us p r e t e n s i o n es fue consecuencia de tales y e r r o s, p o r q ue de no

h a b e r se i n c u r r i do en ellos e ra fácil a d v e r t ir la procedencia de la acción de e n r i q u e c i m i e n to s in c a u s a, al no serle oponible t al a i r r e n d a m i e n to y, p or ende, carecer de c u a l q u i er o t ra acción p a ra alcanzar la indemnización d el perjuicio. 7 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01

CONSIDERACIONES

1. El proceso v e r sa sobre la d e c l a r a t o r ia de e n r i q u e c i m i e n to i n j u s to de la d e m a n d a da por la ocupación q ue h a ce de un espacio u b i c a do en el sótano de la copropiedad d e m a n d a n t e, l u g ar en el q ue tiene e m p l a z a da u na subestación de energía eléctrica. Se alegó q ue t al u so no tiene c a u sa legal y t a m p o co le r e p o r ta ningún beneficio económico a la actora, p or lo q ue pidió el r e s a r c i m i e n to correspondiente, a partir del m o m e n to en q ue se construyó la instalación.

El ad quem consideró q ue l os p r e s u p u e s t os de la acción de e n r i q u e c i m i e n to s in c a u sa no concurrían p o r q ue

la utilización d el espacio referido tenía c o mo f u e n te un c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to celebrado e n t re la sociedad C o n s t r u c t o ra de C h a p i n e ro Ltda., a n t e r i or propietaria, y la d e m a n d a d a, lo q ue descartaba la a u s e n c ia de u na c a u sa jurídica, c o mo se expresó en la d e m a n d a. Además, q ue la citada acción es «subsidiaria o residual» y l os reproches al pacto de tenencia, c o mo el alegato de q ue no le es oponible al e x t r e mo actor, e r an controversias p a ra l as cuales el legislador estableció otras acciones j u d i c i a l es c o mo las q ue atañen a la responsabilidad civil c o n t r a c t u a l.

2. La r e c u r r e n te atribuyó al T r i b u n al el i n c u r r ir en la violación indirecta de la l ey p or e r r or de h e c ho en la valoración de l as evidencias. Específicamente, de l as siguientes: d el h e c ho «Décimo Tercero» de la d e m a n d a, en d o n de expresó q ue n u n ca firmó un d o c u m e n to o c o n t r a to

8 Radicación n.° 11001-31-03-024-2002-00253-01 c on la d e m a n d a d a; d el d o c u m e n to visible a folio 61 d el

expediente, t i t u l a do «constancia de entrega de un inmueble»; del i n t e r r o g a t o r io d el r e p r e s e n t a n te legal de la citada, en especial, d el aparte en el q ue manifestó q ue transfirió la subestación de energía a C o d e n sa en el año 1 9 9 7; y de la c o n s t a n c ia visible a folio 198, de la Notaría P r i m e ra de Bogotá, en d o n de refirió q ue en s us índices de protocolo de e s c r i t u r as de l os años 1 9 76 y 1 9 77 «no se encontró copia alguna del contrato de arrendamiento de un local entre LA

SOCIEDAD CONSTRUCTORA DE CHAPINERO LTDA y la

EMPRESA DE ENERGÍA ELÉCTRICA DE BOGOTÁ».

Acusó al sentenciador de h a b er t e n i do p or p r o b a d o, s in estarlo, q ue e ra a r r e n d a d o ra de la d e m a n d a da y s u c e s o ra de la sociedad C o n s t r u c t o ra de C h a p i n e ro L t d a; y q ue quedó v i n c u l a da y le f u e r on t r a n s m i t i d o s, así c o mo a los copropietarios, los efectos del c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to q ue d i c ha sociedad celebró c on la E m p r e sa de Energía de

Bogotá, pese a q ue no existió n i n g u na cesión.

3. La C o r te ha reiterado, c on s u s t e n to en el artículo 3 74 d el Código de P r o c e d i m i e n to Civil, q ue el «error de hecho» en la valoración de l os m e d i os de p r u e ba debe s er m a n i f i e s to y ostensible, y su comisión debe s er t r a s c e n d e n t e, al p u n to q ue la decisión seria d i s t i n ta no h a b er existido.

Además, ha establecido q ue su demostración debe concretarse, en principio, en el cotejo de l as p r u e b as apreciadas erróneamente c on lo deducido de ellas p or el 9 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 sentenciador, o lo q ue este dejó de tener p or d e m o s t r a d o, a partir de aquéllas c u ya valoración pretirió, y m e d i a n te la exposición de u na argumentación clara y exacta, revelar la c o n t r a r i e d ad de las ideas obtenidas por el j u z g a d or c on el verdadero sentido de l as p l a s m a d as en l os e l e m e n t os de juicio, labor q ue «no puede reducirse a una simple exposición de puntos de vista antagónicos, fruto de razonamientos o lucubraciones meticulosas y detalladas, porque en tal eventó

el error dejaría de ser evidente o manifiesto conforme lo exige la ley» (CSJ S C, 15 J u l. 2008, Rad. 2000-00257-01; C SJ se, 20 M a r. 2013, Rad. 1995-00037-01). Por t al razón, en la formulación de la acusación «no es suficiente la presentación de conclusiones empíricas distintas de aquéllas a las que llegó el Tribunal, pues la mera divergencia conceptual -por atinada que resulte, se agregano demuestra por sí sola error de hecho». ( C SJ S C, 18 Dic. 2012, Rad. 2006-00104-01).

4. D e s de la a n t e r i or perspectiva, el único cargo p r o p u e s to en la d e m a n da no tiene mérito p a ra casar la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c i a, p u es la r e c u r r e n te no demostró la violación de la ley s u s t a n c i al por el y e r ro fáctico q ue le imputó.

La i m p u g n a n t e, si b i en individualizó las p r u e b as q ue consideró apreciadas i n d e b i d a m e n te por el ad quem, no se ocupó en hacer la debida confrontación e n t re lo q ue éstas decían y lo q ue el T r i b u n al dijo de ellas, p o n i e n do de presente el e r r or en el q ue éste incurrió al m o m e n to de su 10 Radicación n.° 11001-31-03-024-2002-00253-01

contemplación, lo anterior, c on t r a s c e n d e n c ia suficiente p a ra v a r i ar el sentido del fallo. Por el c o n t r a r i o, se limitó a t r a n s c r i b ir a l g u n as de las evidencias q ue reseñó p a ra luego expresar su p a r t i c u l ar opinión respecto de las m i s m a s. Asi, en p u n to del d o c u m e n to m e d i a n te el c u al se hizo c o n s t ar q ue el 29 de diciembre de 1 9 75 la sociedad C o n s t r u c t o ra de C h a p i n e ro le entregó a la d e m a n d a da el i n m u e b le referido en el libelo «para la instalación de una subestación de servicio», la c e n s o ra expresó q ue la interpretación q ue d el m i s mo se hizo f ue «fruto de la desbordada imaginación del Tribunal quien alteró la objetividad que aflora de tal documento pues le hizo decir algo que no costa allí y que no aparece probado en ninguna parte del expediente, a saber: que el edificio El Porvenir propiedad horizontal, está obligado en virtud del citado contrato». Luego, refirió que el a r r e n d a m i e n to no le e ra oponible, p o r q ue según lo certificó el N o t a r io P r i m e ro de Bogotá, en s us archivos de los años 1 9 76 y 1 9 77 no existía registro de la protocolización de t al acuerdo. Además, q ue el sentenciador «pretirió» la declaración de

p a r te del r e p r e s e n t a n te legal de la d e m a n d a d a, p u es «si la propietaria de la subestación la transfirió en 1997 como confesó el declarante, tal enajenación comportaba la terminación del contrato de arrendamiento suscrito en 1975, 11 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 saZi^o que se hubiere hecho la cesión correspondiente lo que nunca sucedió». Y, p or tales razones, s o s t u vo q ue si el T r i b u n al «no hubiere alterado el texto del contrato visible a folios 61 y no hubiere ignorado las demás pruebas», la decisión sería diferente p u es «ha debido concluir que tal contrato vinculaba a sus suscriptores y nunca a mi mandante...». T al argumentación, pese a recaer sobre los m e d i os de p r u e ba allí d e t e r m i n a d o s, no singularizó de m a n e ra c l a ra y precisa l os errores en q ue incurrió el ad quem. P or el contrario, se limitó a llevar a cabo u na exposición g e n e r al e indefinida del p u n to de v i s ta del r e c u r r e n t e, y de lo q ue en su s e n t ir e ra la correcta interpretación q ue el j u z g a d or debió h a c er y de las conclusiones q ue debió extraer, t al y c o mo si se t r a t a se de un alegato p r o p io de la i n s t a n c i a, a fin de llevar a cabo u na n u e va valoración, lo q ue r e s u l ta

extraño al r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación, en donde: ... resultan estériles los razonamientos que encamine a que se reexamine la situación fáctica, o el acervo probatorio, cual si se tratara de un grado de conocimiento adicional, pues en este especifico campo la labor confiada a la Corte no es la de sustituir a voluntad la crítica probatoria elaborado en el fallo materia de impugnación. (CSJ, SC. Mar. 27. 2 0 0 1. Exp. 5676) En efecto, la d e m a n d a n te no explicó en dónde e s t u vo la tergiversación o distorsión del s e n t e n c i a d or respecto de la declaración de p a r te de la e n c a u s a d a, ya q ue se circunscribió a alegar q ue si e se ente transfirió la 12 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 subestación de energía a C o d e n sa «tal enajenación comportaba la terminación del contrato de arrendamiento», a r g u m e n to q ue t an solo d e m u e s t ra la opinión de q u i en lo f o r m u l a, m as no p o ne de presente un y e r ro en la valoración de la p r u e b a. T al deficiencia es también p a l m a r ia en l os a t a q u es c o n t ra el e s t u d io del d o c u m e n to c o n t e n t i vo de la c o n s t a n c ia de entrega y del escrito r e m i t i do por la Notaría P r i m e ra de

Bogotá, los q ue se c e n t r a r on en referir q ue de ellos no se deducía q ue el c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to fue cedido o le era oponible, todo ello s in precisar qué f ue lo q ue el j u z g a d or dedujo erróneamente o dejó de v er de e sa d o c u m e n t a l, de f o r ma p r o t u b e r a n te y trascendente.

5. De o t ra parte, pese a q ue el d e m a n d a n te s o s t u vo q ue el T r i b u n al erró p o r q ue dio por s e n t a do q ue el c o n t r a to suscrito e n t re la sociedad C o n s t r u c t o ra de C h a p i n e ro L t da y la d e m a n d a da le e ra oponible, por ser s u c e s o ra de t al ente y, en consecuencia, o c u p ar su l u g ar de a r r e n d a d o r a, lo cierto es q ue el ad quem n u n ca expresó t al idea en su sentencia.

Por el c o n t r a r i o, lo q ue dijo respecto a ese a c u e r do de v o l u n t a d e s, f ue q ue el m i s mo «se erige como la causa Jurídica Justificante de cualquier eventual beneficio, provecho o 'enriquecimiento' que la E EB hubiera obtenido, u obtenga actualmente de la subestación eléctrica instalada en el inmueble de la demandante». P a ra precisar, a continuación, q ue no e ra m e n e s t er dilucidar si el c o n t r a to le e ra o no

13 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 Oponible a la d e m a n d a n t e, p u es p a ra ello, y p a ra z a n j ar c u a l q u i er o t ra controversia relacionada c on el m i s mo «el ordenamiento ha previsto acciones judiciales distintas a la impetrada por la actora apelante, v.gr., las que atañen a la responsabilidad civil contractual». De lo a n t e r i or se deduce, de u na parte, q ue el e m b a te c o n t ra la decisión se sustentó en un alegato q ue resultó no ser cierto, consistente en q ue la negativa al petitum t u vo c o mo razón h a b er tenido a la a c t o ra c o mo s u c e s o ra en el c o n t r a t o; y de o t r a, q ue dicho a t a q ue no confrontó u no de los pilares del fallo, c o mo lo fue la consideración relativa a la i m p r o c e d e n c ia de la acción de e n r i q u e c i m i e n to s in c a u sa c u a n do m e d ia u na c a u sa jurídica j u s t i f i c a n t e, c o mo lo es el c o n t r a to de tenencia citado. Lo anterior, a un c u a n do r e i t e r a d a m e n te se ha dicho que: ... un juicio jurisdiccional solamente podrá ser infirmado dentro del ámbito de los errores de apreciación probatoria, cuando el ataque contra el mismo fulmine totalmente sus bases "mas no así

cuando alguna de éstas que sea por sí sola suficiente para mantener en su integridad el fallo, quede en pie, bien sea porque la impugnación no la cobije, o bien porque la misma resulte inane para destruirla..." (G.J. T. CXXIV, pág. 95). Es decir, cuando el fallo impugnado en casación se basa en varios motivos, como en el caso de autos, es menester que la acusación resulte completa y próspera; si ella no comprende la totalidad de los soportes que le sirven de fundamento a la sentencia, o si atacándolos, queda por lo menos uno que sea suficiente respaldarla, ésta, incuestionablemente, no podrá ser quebrada. (CSJ. SC. Feb. 27. 1998) 14 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01

6. En t al sentido, la Corte reiterará lo que consideró en las sentencias de 19 de diciembre de 2 0 1 2, R a d. 2 0 0 60 0 1 6 4 - 0 1, y de 11 de j u l io de 2 0 1 4, R a d. 2 0 0 6 - 0 0 1 4 6 - 0 1, en l as q ue se a n a l i z a r on c e n s u r as s i m i l a r es a l as acá

p r o p u e s t a s, así: [EJl argumento central del fallo censurado en punto de las pretensiones subsidiarias no fue discutido, esto es, la inexistencia de un enriquecimiento sin causa, por la presencia de

un contrato de arrendamiento, acto jurídico que justifica la tenencia en cabeza de las demandadas del área de terreno dentro del edificio demandante. En este orden de ideas, aunque el análisis fáctico y jurídico que efectuó el juzgador ad quem pudiera ser discutible, y al margen de si la Corte lo prohija o no, lo cierto es que tal proceder hermenéutico llega al escenario de la casación acompañado de una presunción de legalidad y acierto, la cual debe ser desvirtuada por el recurrente, dentro de los parámetros de la específica causal primera que invoca, en la modalidad de error de hecho (vía indirecta), mediante la singularización y demostración de evidentes y trascendentes errores en la contemplación objetiva del material probatorio, situación que no se dio en este caso, pues el censor tan solo expuso su particular visión del asunto, insuficiente de suyo para quebrar el fallo del Tribunal. En relación con asuntos de este temperamento, la Sala, de manera reiterativa, ha señalado que 'sólo cuando la tesis que expone la censura es la única admisible es procedente abrirle paso al recurso' (Cas. Civ., sentencia del 31 de enero de 2005, Exp. 7872), en el entendido de que 'allí donde se (...) enseñoree la dubitación, no puede salir airoso el recurso extraordinario de casación, cuya procedencia privativamente finca en la certeza, en sí misma ajena a la hesitación' (Cas. Civ., sentencia del 31 de marzo de 2003, Exp. 7141). En otras palabras, un fallo judicial 'no se puede socavar mediante una

argumentación que se limite a esbozar un nuevo parecer, por 15 Radicación n."> 11001-31-03-024-2002-00253-01 ponderado o refinado que sea, toda vez que, in abstracto, tanto respeto le merece a la Sala el criterio que en esos términos exponga la censura, como el que explicitó el follador para soportar su decisión judicial' (Cas. Civ., sentencia del 5 de febrero de 2001, Exp. 5811).

7. L as reseñadas c i r c u n s t a n c i as i m p i d en la prosperidad del ataque e x a m i n a d o.

Por lo tanto, de c o n f o r m i d ad c on el inciso ñngil d el artículo 3 75 d el Código de Procedimiento Civil, se condenará en costas al recurrente, y p a ra la fijación de las agencias en derecho se tomará en c u e n ta q ue la d e m a n d a da y la l l a m a da en garantía replicaron la d e m a n da de casación. in. DECISIÓN Por lo a n t e r i o r m e n te expuesto, la Sala de Casación Civil de la Corte S u p r e ma de Justicia, a d m i n i s t r a n do j u s t i c ia en n o m b re de la República y por a u t o r i d ad de la ley, NO CASA la sentencia de 3 de abril de 2 0 13 proferida por la S a la Civil del T r i b u n al Superior del Distrito J u d i c i al de Bogotá, en el

proceso ordinario referenciado. Se c o n d e na en costas d el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io al i m p u g n a n t e. Liquídense por Secretaría, i n c l u y e n do la s u ma de $ 3 ' 0 0 0 . 0 0 0, 00 c o mo agencias en derecho a favor de la d e m a n d a d a, y $ 3 ' 0 0 0 , 0 0 0 , oo c o mo agencias en derecho a favor de la l l a m a da en garantía, en atención a q ue f o r m u l a r on oposición en esta sede. 16 Radicación n." 11001-31-03-024-2002-00253-01 En su o p o r t u n i d a d, devuélvase el e x p e d i e n te a la Corporación de origen. 17

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