CSJ - SC17247-2015
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SC17247-2015
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2015
(RepúdCica de Colbm6ia Corte Suprema de Justicia
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN CIVIL MARGARITA CABELLO BLANCO Magistrada ponente se 17247-2015
Radicación n° 11001 31 03 011 2008 00634 01 (Aprobado en sesión de d os de j u n io de d os m il quince) Bogotá, D . C ., q u i n ce ( 1 5) de d i c i e m b re de d os m il q u i n ee (2015). Procede la C o r te a resolver el r e c u r so de casación p r e s e n t a do p or L U IS E R N E S TO T R U J I L LO RODRÍGUEZ, d e m a n d a n t e, c o n t ra la s e n t e n c ia p r o f e r i da el veinte (20) de j u n io de d os m il trece (2013), p or la S a la Civil d el T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de Bogotá, d e n t ro d el proceso o r d i n a r io de r e s p o n s a b i l i d ad civil e x t r a c o n t r a c t u al p or él p r o m o v i do frente a la COMPAÑÍA DE S E G U R OS LA
P R E V I S O RA S.A.
Radicación n° 110013103011 2008 00634 01
I. ANTECEDENTES
1. El gestor de esta acción i n d e m n i z a t o r i a, previa
designación de apoderado j u d i c i al p a ra tales efectos, planteó c o mo pretensiones, en esencia, las siguientes: «Que se declare por medio de sentencia que haga transito (sic) a cosa juzgada, responsable Civil y Extracontractualmente a la PARTE DEMANDADA, LA P R E V I S O RA S . A. COMPAÑÍA DE SEGUROS, de los daños y perjuicios causados a la parte demandante, señor LUIS E R N E S TO TRUJILLO RODRÍGUEZ, de los daños y perjuicios causados con el incumplimiento en el pago de las coberturas incluidas en el Seguro Automóviles Póliza Colectiva No. 1003148 de fecha 21 de octubre de 2005, tomador 553379 -FLOTA SOCAMUXI S.A. (sic), asegurado 1693438LUIS ERNESTO TRUJILLO RODRICUEZ, renovada el día 31 de marzo de 2006, y modificada el 26 de enero de 2007 y vigente para el momento en que se sucedió un accidente de tránsito en la vía Bucaramanga -Pamplona, Kilómetro 55+44 metros, en el que el vehículo marca Chevrolet, modelo 1993, estilo CHR-580 súper ejecutivo tipo buseta, servicio publico (sic), placas XCB-555, motor No. 6RA1308124, chasis No. PHD91905, donde el vehículo se volcó, causando daños considerables en su estructura, motor y chasis». (....) «Que se condene a pagar a la parte demandada LA P R E V I S O RA
S.A. COMPAÑÍA DE SEGUROS, y a favor de la parte demandante señor LUIS E R N E S TO TRUJILLO RODRÍGUEZ, el valor de la indemnización que en derecho corresponda por los daños y perjuicios causados por el lucro cesante dejado de 2 Radicación n° 110013103011 2008 00534 01 percibir por el vehículo siniestrado y declarado perdida (sic) íoíaZ, amparado por el Seguro Automóviles Póliza Colectiva No. 1003148 de fecha 21 de octubre de 2005, tomador 553379FLOTA SOCAMUXI S.A. (sic), asegurado 1693438 -LUIS ERNESTO TRUJILLO RODRICUEZ, renovada el día 31 de marzo de 2006, y modificada el 26 de enero de 2007, a razón de OCHO MILLONES QUINIENTOS MIL PESOS M/CTE ($8.500.000.oo.), desde el día 18 de diciembre de 2006 hasta el momento en que se verifique el pago de la obligación». Además, solicitó q ue u na v ez s o b r e v i n i e ra la f i r m e za de la s e n t e n c ia e m i t i d a, se le r e c o n o c i e r an intereses respecto de las s u m as señaladas.
2. El actor, en un c o m i e n z o, había i n c o r p o r a do en el libelo o t ra pretensión ( n u m e r al 2°) -folio 8 3, c u a d e r no N o. c u yo texto se r e p r o c he d a da la i n c i d e n c ia del m i s mo en
el fallo a adoptar: « Que como consecuencia de lo anterior se ordene pagar a la parte demandada LA P R E V I S O RA S . A. COMPAÑÍA DE SEGUROS, pague a favor del B A N CO DE COLOMBIA h oy B A N C O L O M B IA S . A. como primer beneficiario del Seguro Automóviles Póliza Colectiva No. 1003148 de fecha 21 de octubre de 2005, tomador 553379-FLOTA SOCAMUXI S.A., asegurado 1693438 -LUIS ERNESTO TRUJILLO RODRÍCUEZ, renovada el día 31 de marzo de 2006, y modificada el 26 de enero de 2007, hasta el monto que le adeuda el señor L U IS E R N E S TO TRUJILLO RODRÍGUEZ, en la suma de CIENTO CINCO MILLONES DE PESOS M/CTE ($105.903.000.oo), valor a la fecha de presentación de esta demanda y lo que aumente hasta el 3 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 momento que se verifique el pago de la obligación» (folio 8 3, c u a d e r no principal). S in e m b a r g o, c on m o t i vo de la inadmisión d el escrito incoativo, procedió a 'retirarla' (folio 9 3, c u a d e r no principal), luego, en últimas, p e r v i v i e r on l as súplicas referidas en precedencia ( n u m e r al 1°.).
2. Los r e c l a m os del a c c i o n a n te están f u n d a d os en los
siguientes hechos: i) El v e i n t i u no (21) de o c t u b re de dos m il cinco (2005), la d e m a n d a d a. P r e v i s o ra S.A. Compañía de Seguros, celebró c on la e m p r e sa F l o ta S u g a m u xi S.A., un c o n t r a to de seguro de automóviles, en donde, aquella, ofició c o mo a s e g u r a d o ra y ésta c o mo t o m a d o r a. P or su parte, el señor T r u j i l lo Rodríguez, accionante, fungió c o mo asegurado; luego de la expedición de a l g u n os anexos, el B a n co de C o l o m b ia asumió el papel de beneficiario. E se a c u e r do dio l u g ar a la emisión de la póliza coleetiva N o. 1 0 0 3 1 4 8. ii) C o mo principales características del negocio p u e d en resaltarse l as siguientes: a) el a m p a ro recayó sobre el r o d a n te de placas X GB 5 5 5, m o t or No. 6 R A 1 3 0 8 1 2 4, chasis No. P H D 9 1 9 0 5, m a r ca Chevrolet, m o d e lo 1 9 9 3, estilo C HR 5 8 0, tipo b u s e ta de servieio público; b) la cuantía a s e g u r a da quedó e s t i p u l a da en n o v e n ta y siete m i l l o n es q u i n i e n t os
n o v e n ta y c u a t ro m il pesos ($97.594.000.oo.), c on un deducible d el 2 0 %; c) e n t re l as diferentes c o b e r t u r as q ue 4 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 comprendía el pacto a j u s t a d o, aparecía la de pérdida total p or daños; y, d) el v a l or de la p r i ma fue c o n c e r t a do en cinco m i l l o n es o c h o c i e n t os c i n c u e n ta y cinco m il seiscientos c u a r e n ta pesos ($5.855.640.oo) M/cte., a n u a l e s. La vigencia del seguro, luego de la prórroga de un p r i m er periodo, se extendió h a s ta el siete (7) de abril de dos m il siete (2007). • iii) La obligación a t i n e n te al pago de la p r i ma venía s i e n do c u m p l i da en la f o r ma y t i e m po debido, p or t a n t o, p a ra el m o m e n to del s i n i e s t r o, se e n c o n t r a ba al día. iv) El dieciocho (18) de d i c i e m b re de d os m il seis (2006), en el trayecto B u c a r a m a n g a - P a m p l o n a, el a u t o m o t or se accidentó y luego de v a r i as cotizaciones y c o n c e p t os técnicos, se declaró c o mo pérdida total.
- No o b s t a n te el r e c l a mo efectuado, la a s e g u r a d o ra no atendió su p r i n c i p al c o m p r o m i so c o mo e ra a s u m ir la indemnización p or el s i n i e s t ro o c u r r i d o; c o n t r a r i a m e n t e, s us e m p l e a d os se d e d i c a r on a d i l a t ar la solución d el p r o b l e m a. T al f ue el c o m p o r t a m i e n to i r r e g u l ar de l os agentes de la e m p r e sa d e m a n d a da q ue d i s p u s i e r on de u na peritación sobre el vehículo, c u yo v a l or ascendió a s e t e n ta m i l l o n es de pesos ($70.000.000.oo.) M/cte., p r e t e n d i e n do q ue esa s u ma s i r v i e ra de base p a ra el r e c o n o c i m i e n to de la reparación, desconociendo, así, los términos del c o n t r a t o.
5 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 vi) Según se aseveró en la d e m a n d a, el p r o c e d i m i e n to desplegado p or la a s e g u r a d o ra respondía a l as reglas establecidas p or F a s e c o l da y a ellas se acogió d i c ha sociedad; no o b s t a n t e, e se trámite no fue p a c t a do y, p or
ello, el actor consideró q ue no debia plegarse al m i s m o. En el c o n t r a to celebrado quedó claro q ue el interés a s e g u r a d le e ra el v a l or c o n c e r t a do p or lás p a r t es y no el q ue a r r o j a ra pericia a l g u n a. vil) La t a r d a n za de la a s e g u r a d o ra en a t e n d er el r e c l a mo generó g r a n d es perjuicios al a s e g u r a d o, h a b i da c u e n ta q ue el a u t o m o t or afectado e s t a ba d e s t i n a do al servicio público y, a d i c i o n a l m e n t e, sobre él p e s a ba un crédito en favor del B a n co de C o l o m b i a; en ese o r d e n, el vehículo no p u do seguir t r a b a j a n do ni h u bo f o r ma de cancelar l as c u o t as de la d e u d a. P or tales r a z o n e s, al r e c l a m a n te se le generó u na pérdida i m p o r t a n te a título de l u c ro cesante. viii) Los daños g e n e r a d os al a s e g u r a do p or la pérdida de la g a n a n c ia q ue percibía, a s c i e n d en a la s u ma de ocho m i l l o n es q u i n i e n t os m il pesos ($8.500.000.oo.) M/cte.,
m e n s u a l e s, r e p r e s e n t a d os en el p r o d u c i do de la b u s e ta y d e b en contabilizarse desde el dieciocho (18) de d i c i e m b re de dos m il seis (2006), fecha del siniestro. ix) La a c c i o n a da no solo dejó de cancelar los valores a los q ue aludía el c o n t r a to de seguro s i no q ue ofreció al actor la opción de q u e d a r se c on el vehículo o de ser i n d e m n i z a do 6 Radicación n" 110013103011 2008 00634 01 t o t a l m e n t e; en u no u o t ro evento, s o s t u v o, la a s e g u r a d o ra dejó c o n s t a n c ia q ue cobraría s u m as q ue r e s u l t a b an ajenas a lo pactado, c o mo p or ejemplo, el v a l or del p a r q u eo del a u t o m o t or m i e n t r as c u r s a ba la reclamación, o el precio del costo d el s a l v a m e n t o, etc., d i n e r os que, en láltimas, se descontarían de c u a l q u i e ra de l as m o d a l i d a d es q ue escogiera el d e m a n d a n te de h a c er efectivo el seguro.
3. El p r i m e ro (1°) de abril de dos m il n u e ve (2009) -
folio 9 6, c u a d e r no No. 1), se admitió la d e m a n da y, el seis
(6) de m a yo del m i s mo año, la c i t a da p e r s o na jurídica, a través de su a p o d e r a d a, recibió notificación de aquél proveído y, en t i e m p o, además de dai" r e s p u e s ta al m i s m o, formuló excepciones de fondo. R e s p e c to de l os h e c h o s, aceptó a l g u n o s, o t r os los negó y de v a r i os de ellos solieitó q ue f u e r an d e m o s t r a d o s. C o mo m e d i os exceptivos formuló l os siguientes: i) 'Falta de legitimación p a ra d e m a n d ar a la previsora', f u n d a m e n t a da en q ue la a s e g u r a d o ra no podía ser l l a m a da a r e s p o n d er de m a n e ra e x t r a c o n t r a c t u a l, p u es no había c o m e t i do ningém delito ni falta; ii) 'limite a s e g u r a do de la póliza No. 1 0 0 3 1 4 8 ', p o r q ue la única relación de la l l a m a da a proceso c on el actor es el c o n t r a to de seguro señalado, la obligación se r e d u ce a cancelar la indemnización y, la m i s m a, no p u e de s u p e r ar l os términos d el negocio aseguraticio; iii) ' a u s e n c ia de a m p a ro de l u c ro cesante en la
póliza de automóviles No. 1 0 0 3 1 4 8, certificados 5, 6 8, 87', p or e n c o n t r a r se e x c l u i do del c o n t r a to en f o r ma expresa; iv) 7 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 'ausencia de reclamación p or p a r te d el d e m a n d a n t e ', m o t i v a da en que él no cumplió ni c on lo que establece el artículo 1 0 77 del C. de Co., ni c on las condiciones del pacto sobre la acreditación del siniestro, p u es los d o c u m e n t os necesarios p a ra ello no los allegó; v) 'excepción de c o n t r a to no c u m p l i d o ', debido a q ue el señor T r u j i l lo Rodríguez no aceptó allegar l os escritos a l u d i d os p a ra f o r m a l i z ar el r e c l a mo y, por ello, c o n f o r me lo r e g u l a da el precepto 1 6 09 del C.C., la Compañía e n c a u s a da no está en m o r a, h a b i da c u e n ta que el asegurado, en c o n f o r m i d ad c on lo señalado en el convenio de seguro, no se a v i no a observar lo que le correspondía; vi) 'imposibilidad de h a c er t r a s p a so a n o m b re
de la Previsora', h a b i da c u e n ta que el actor no estaba en posibilidad de realizar la t r a n s f e r e n c ia del vehículo en favor de la pasiva, p u e s, p a ra el m o m e n to d el accidente, el a u t o m o t or s o p o r t a ba dos embargos, lo que, por disposición legal, impedía c u a l q u i er enajenación.
4. El cinco (5) de agosto de dos m il n u e ve (2009) -folio 1 6 1 -, el j u z g a do convocó a las p a r t es a la a u d i e n c ia de que t r a ta el artículo 1 01 del C. de P.C., acto procesal que no comportó solución a l g u na a la c o n t r o v e r s ia surgida.
S e g u i d a m e n t e, el veintitrés (23) de abril de dos m il diez (2010), las diligencias f u e r on abiertas a p r u e ba y, recogidas las solicitadas por los sujetos procesales, el diecinueve (19) de enero de dos m il doce (2012), el a-quo corrió t r a s l a do p a ra q ue ellos p r e s e n t a r an s us alegatos finales (folio 3 3 5, c u a d e r no No. 2). 8 Radicación n° 110013103011 2008 00534 01
5. El t r e i n ta (30) de n o v i e m b re de dos m il doce (2012), el J u ez D o ce Civil del C i r c u i to de descongestión, f u n c i o n a r io
que había a s u m i do el c o n o c i m i e n to d el pleito, f u n g i e n do c o mo j u z g a d or de p r i m e ra i n s t a n c i a, procedió a e m i t ir la s e n t e n c ia p e r t i n e n te -folio 3 59 a 3 7 5 -, decisión en la que negó la t o t a l i d ad de las pretensiones.
6. El T r i b u n a l, al resolver el r e c u r so de apelación que formuló el d e m a n d a n t e, confirmó en su t o t a l i d ad lo decidido p or su inferior f u n c i o n a l. D i c ho e x t r e mo i n t e r p u so en t i e m po el e x t r a o r d i n a r io de casación q ue es objeto de e s t u d io p or la Corte.
II. LA SENTENCIA DEL TRIBUNAL
1. La Corporación a c u s a da advirtió, desde el comienzo, q ue los p r e s u p u e s t os procesales concurrían p l e n a m e n te en el expediente; dejó señalado, s e g u i d a m e n t e, q ue no existía n u l i d ad a l g u na que p u d i e ra afectar la actuación c u m p l i d a.
2. Precisó q ue la pretensión refería a u na r e s p o n s a b i l i d ad civil e x t r a c o n t r a c t u al y, de ello, s o s t u v o, no
q u e d a ba la m e n or d u d a, p u es así se desprendía d el c o n t e n i do de la d e m a n da y de su corrección, d el escrito m e d i a n te el c u al se descorrió el t r a s l a do de las excepciones, del m e m o r i al en d o n de concretó s us alegatos de conclusión e i g u a l m e n te al s u s t e n t ar la alzada; t al inferencia se deduce, así m i s m o, de los a n e x os allegados en o p o r t u n i d a d. i. 9 'i Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 Infirió q ue la justificación p a ra o p t ar p or la declaratoria de r e s p o n s a b i l i d ad a q u i l i a n a, se debió a: «la negligencia, y la inobservancia de normas y reglamentos por parte de los funcionarios de LA PREVISORA S.A. COMPAÑÍA DE SECUROS» (folio 18, c u a d e r no del T r i b u n a l ). S in e m b a r g o, apartándose de e sa postulación, dice la providencia, el a s e g u r a do L u is E r n e s to T r u j i l lo radicó el origen d el conflicto en el i n c u m p l i m i e n to p or p a r te de la P r e v i s o ra de s us obligaciones c o n t r a c t u a l es i n c l u i d as en la
póliza colectiva N o. 1 0 0 3 1 4 8, específicamente, p or la no atención o p o r t u na de la reclamación. Agregó q ue el actor, a pesar de h a b er d e n u n c i a do que la a s e g u r a d o ra había desconocido a l g u n as n o r m as y r e g l a m e n t o s, no asumió la carga de d e m o s t r ar 'cuales fueron las preceptivas menospreciadas' (folio 18, s e n t e n c ia de s e g u n da instancia); además, según quedó registrado en el fallo o p u g n a d o, el d e m a n d a n te no realizó, en c u m p l i m i e n to d el m a n d a to c o n t e n i do en el artículo 1 0 77 del C. de Co., la manifestación r e q u e r i da sobre o p t ar p or el s a l v a m e n to o la indemnización; t a m p o co aportó en la o p o r t u n i d ad debida l os d o c u m e n t os exigidos p or la d e m a n d a d a.
Así lo plasmó: «Dentro del contexto fáctico planteado, escudriñando la incursión en conducta omisiva y negligente por parte de los empleados de la aseguradora que imputa el demandante, conforme al material
10 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 de convicción acopiado se tiene que no aparece al plenario
probanza de que el señor Trujillo haya verificado la reclamación, carga que en él gravita a voces del artículo 1077 del Estatuto Mercantil». Afirmó, a d i c i o n a l m e n t e, q ue la accionante es q u i en tiene la p r e r r o g a t i va de señalar la s e n da de su controversia; de e n u n c i ar l os parámetros d e n t ro de l os cuales se desenvolverá la c o n t i e n da y, el juzgador, salvo l as facultades oficiosas q ue la l ey le otorga, debe acatar e se señalamiento, p u es no hacerlo trasgrede la c o n g r u e n c ia de las decisiones judiciales. Por e sa razón, así el d e m a n d a n te se h u b i e re m o s t r a do porfiado «al enmarcar su acción en el ámbito extracontractual», no p o d ia el f u n c i o n a r io más q ue acoger d i c ha p o s t u ra y, p or ello, c o mo lo anunció, la resolución del conflicto giraría en t o r no a los p l a n t e a m i e n t os del litigante, es decir, d e t e r m i n ar si concurrían o no los e l e m e n t os de la r e s p o n s a b i l i d ad civil e x t r a c o n t r a c t u a l. En e se o r d e n, concluyó que: «no es posible al juzgador importar al análisis los supuestos narrados en la causa petendi como 'Relativos al hecho dañoso',
todos y cada uno de los cuales tienen que ver con la celebración, estipulaciones, obligaciones y cargas emanadas del contrato de seguro, cuyo cumplimiento no es el objeto de su pretensión, enfatizó el abogado al pronunciarse sobre la defensa propuesta (folio 148); lo propio ocurre con el sustrato fáctico que respecto del daño se relató, haciéndose alusión a la celebración del contrato de seguro, las circunstancias de modo, tiempo y lugar en que sucedió el accidente del automotor amparado, y el cruce de comunicaciones con la aseguradora que en su integridad 11 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 transcribe» (folio 2 0, de la s e n t e n c ia de s e g u n da instancia). S i g u i e n do e sa m i s ma línea a r g u m e n t a t i v a, el j u ez de s e g u n da i n s t a n c i a, e x p u s o: «(...) se pidió condena a la demandada al pago de la indemnización por los daños 'causados por el lucro cesante dejado de percibir por el vehículo siniestrado y declarado perdida (sic) total, amparado por el Seguro automóviles Póliza colectiva No. 1003148' (sic), sin que exista ningim elemento de juicio que indique siquiera que la aseguradora tuvo que ver con la ocurrencia del accidente; y como el incumplimiento del contrato de seguro por la compañía aseguradora, no es tema que le interese al demandante se defina judicialmente, evidentemente
no hay hecho dañoso imputable a la demandada, pues establecer éste implica adentrarse en el examen contractual de la relación aseguraticia, ni relación causal con el detrimento que busca sea resarcido» (folio 21 ib.).
3. Por último, la Corporación a c u s a da s o s t u vo que: «Demarcado por el demandante el escenario sobre el que depreca pronunciamiento judicial, no encuentran soporte jurídico ni probatorio las pretensiones, mírese que la primera persigue que se declare extracontractualmente responsable a la compañía de seguros por los daños causados con 'el incumplimiento en el pago de las coberturas incluidas en el Seguro Automóviles Póliza Colectiva No. 1003148', y en consecuencia se le condene a pagar a Bancolombia 'como primer beneficiario del Seguro' el monto que le adeuda el señor Trujillo, en otras palabras que se satisfaga el contrato de seguro, pretensión que retiró al 12 u.
Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 subsanar la demanda advirtiendo que 'Sin que esto quiera decir que no se incluya dentro de la liquidación de perjuicios, la suma de CIENTO CINCO MILLONES NOVECIENTOS TRES MIL PESOS M/CTE ($105.903.000.00.), valor que el demandante adeuda a
BANCOLOMBIA'».
P a ra el sentenciador, ni la a n t e r i or petición ni la referente al l u c ro cesante contó c on respaldo p r o b a t o r io y, en todo caso, a v e r i g u ar p or un posible daño g e n e r a do p or la
a s e g u r a d o ra en c o n t ra del actor, i m p l i c a ba 'adentrarse en el examen contractual de la relación aseguraticia' (folio 21 ibídem).
4. C on f u n d a m e n to en esos p l a n t e a m i e n t o s, decidió c o n f i r m ar en tu t o t a l i d ad la decisión e m i t i d a.
III. LA DEMANDA DE CASACIÓN El r e c u r r e n te presentó d os cargos: el inicial, lo trazó p or la c a u s al p r i m e r a, vía indirecta, p u e s, según lo afirmó, el T r i b u n a l, al m o m e n to de i n t e r p r e t ar la d e m a n d a, incurrió en un e r r or de h e c h o; el otro, f ue canalizado p or la c a u s al s e g u n da en c u a n to que, aseveró, la Corporación a c u s a da emitió la decisión final d e s c o n o c i e n do la c o n g r u e n c ia q ue los fallos j u d i c i a l es d e b en observar. Los a t a q u es f o r m u l a d os se estudiarán de m a n e ra c o n j u n ta d a do q u e, a u n q ue a l u d en a errores de j u i c io {in judicando), el p r i m i g e n io y, de actividad [in procedendo), el segundo, están s o p o r t a d os en s i m i l a r es a r g u m e n t os y, además, a c u s an idénticos errores
13 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 de técnica q ue t r u n c an c u a l q u i er posibilidad de s er acogidos.
CARGO PRIMERO
1. F o r m u l a do bajo la égida de la c a u s al p r i m e ra d el artículo 3 68 d el C. de P. C, el actor r e p r o c ha la labor q ue cumplió el ad-quem, p u e s, según su decir, al m o m e n to de i n t e r p r e t ar la d e m a n da se equivocó y, p or e sa c i r c u n s t a n c i a, c o n s t i t u t i va de un e r r or de h e c h o, desconoció, vía indirecta, l os artículos 2 3 4 1, 2 3 43 y 2 3 47 inciso c u a r t o' (sin q ue h a ya precisado la codificación a la que p e r t e n e c en tales n o r m a s) -folio 9, c u a d e r no de la C o r t e2. El sentenciador, s o s t u vo el casacionista, al m o m e n to de resolver la i n s t a n c i a, estudió la pretensión s e g u n da del libelo, no o b s t a n te q ue en el m e m o r i al a d u c i do p a ra s u b s a n ar el escrito, d i c ha súplica había sido r e t i r a d a; desvío q ue «a la postre influyó en el análisis y decisión de las
pretensiones de la demanda». Agregó que por h a b er t e n i do en c u e n ta ese aparte: '(...) indujo al juzgador de instancia' a considerar que dicha responsabilidad derivaba del contrato de seguro como tal, cuando lo que se probó dentro del proceso, es que los funcionarios de LA PREVISORA S.A. fueron negligentes e irresponsables en el tratamiento de la reclamación, al punto que 14 Radicación n" 110013103011 2008 00634 01 la dilación y el no pago de la indemnización dentro del plazo legal establecido en el artículo 1080 del Código de Comercio (sic)». Y, Agregó a renglón seguido: «Aunque el análisis de los hechos realizado por 'el juez de instancia', probó claramente la existencia de los elementos de la acción aquiliana concretados en el daño, es decir la pérdida evidente que sufrió el señor TRUJILLO RODRÍGUEZ el cual se determinó probado dentro del proceso como daño emergente y lucro cesante, a través del dictamen periOcial que obra dentro del proceso. La culpa de los funcionarios que atendieron la reclamación, concretada en la dilación en el trámite, las respuestas y procedimientos realizados superando el término legal para pago de los amparos contenidos en la póliza en el tiempo establecido por la ley, la cual comprometió la responsabilidad de la Empresa demandada, en virtud de lo establecido en el iticiso primero del Artículo (sic) 2347 del Código Civil, por estar dichos funcionarios considerados como dependientes suyos. Y finalmente el nexo de causalidad, entre el
no pago de los amparos de la póliza a tiempo (hecho culposo) y el daño causado» (folio 10 Ídem). Culminó en los siguientes términos: »Se equivoca el Juzgador de instancia, al tener en cuenta una pretensión ya retirada, que no debió ser considerada para el estudio de la decisión, pues confunde y desvía la verdadera intención del demandante, la cual fue determinar la responsabilidad extracontractual de cada uno de los funcionarios de la Compañía de Seguros, que intervinieron en la reclamación, los cuales fueron plenamente identificados dentro del libelo, por haber firmado y dirigido comunicaciones en nombre de LA 15 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 P R E V I S O RA S.A. (...) en las que se evidencian las fallas del servicio prestado por los funcionarios de la Compañía de seguros». En definitiva, argüyó, c u a n do el 'a q u o' (sic) t u vo en c u e n ta la referida pretensión, erró su a c t i v i d ad de j u ez y, de paso, terminó c o n f u n d i e n do la clase de r e s p o n s a b i l i d ad solicitada. En el proceso quedó d e m o s t r a do q ue l os e m p l e a d os de la a s e g u r a d o ra i n c u r r i e r on en c o n d u c t as q ue g e n e r a r on daños al actor, p u es además de d i l a t ar el trámite
de la reclamación, llegaron, i n c l u s i v e, a través de u na expertieia a establecer q ue el v a l or de la indemnización e ra diferente y, c o mo d e p e n d i e n t es de la e m p r e sa accionada, p o r q ue en e sa c l a r i d ad a c t u a r o n, la c o m p r o m e t e n; luego, bajo e sa consideración, a c r e d i t a da la c u l p a, el daño y el n e x o, se abre p a so la r e s p o n s a b i l i d ad e x t r a c o n t r a c t u a l. CARGO SEGUNDO En el escrito de sustentación de este r e p r o c h e, el censor, de m a n e ra lacónica, e x p u s o: «(...) la sentencia objeto del recurso no está en consonancia con las pretensiones de la demanda, de manera parcial, pues la pretensión número 2 de la demanda (la cual ha sido suficientemente transcrita en este documento) fue retirada mediante escrito de subsanación, y la misma fue incluida y mereció el estudio como parte integral del análisis realizado por 16 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 el Juez de Primera Instancia [sic)» (folios 11 y 1 2, c u a d e r no de la Corte). Y, c o mo el a-quem involucró en el e x a m en realizado la referida petición, enfatizó, la c a u sa del d e m a n d a n te resultó
afectada.
CONSIDERACIONES
1. R e c u r r ir u na d e t e r m i n a da decisión j u d i c i al a través del r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casaeión, en los casos en que la n o r m a t i v i d ad procesal civil así lo a u t o r i z a, d a d as la n a t u r a l e za y características de dicho m e d io de impugnación, i m p o ne el c u m p l i m i e n to de un mínimo de exigencias de o r d en f o r m al y técnico. La C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, c i e r t a m e n t e, en desarrollo de los artículos 3 74 d el C. de P.C.; el 51 del Decreto 2 6 51 de 1 9 91 y la Ley 4 46 de 1 9 9 8, ha h e c ho c l a r i d ad en e se sentido, es decir, el p r o m o t or de la c e n s u ra no p u e de s u s t r a e r se de c u m p l ir esas r e d u c i d as p a u t as de carácter f o r m a l i s ta y de técnica, p u es al i n c u r r ir en t al d e s a t i no c o n d e na al fracaso el reproche. - En síntesis, t r a z ar un cargo idóneo en casación c o m p o r ta la asunción, p or p a r te d el r e c u r r e n t e, de tales
c o m p r o m i s os y, al desatenderlos, l as i m p l i c a c i o n es no s on o t r as q ue f r u s t r ar el m e c a n i s mo i m p u g n a t i v o.
2. Bajo e sa orientación, en lo q ue al a s u n to bajo
77 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 estudio refiere, c u m p le decir q ue el actor estaba c o m p r o m e t i do a identificar y c o n f r o n t ar la t o t a l i d ad de a r g u m e n t os q ue el T r i b u n al esbozó c o mo soporte d el fallo; tal ejercicio no podía ser diferente, p u es de p e r m a n e c er libre de a t a q ue algún aspecto basilar de la sentencia, que le s i r va de a p o y a t u r a, la m i s ma continuaría en p ie y, p or ende, el r e c u r so devendría i n a n e. E n t re otras, de las m u c h as decisiones a d o p t a d as sobre el p a r t i c u l a r, esta Corporación e x p u so lo que sigue: "...es impróspera al acusación indirecta, o sea la derivada de la errada apreciación fáctica o de derecho de las pruebas, cuando la impugnación se refiere a una o algunas de ellas, si las demás permanecen al margen de la censura contenida en cada cargo como soporte suficiente de la decisión (...) (CLXVI, 590). 'Recurrir en casación implica algo más que mostrar desacuerdo con las
decisiones; necesarísimo es que el recurrente, en tanto que el blanco de su ataque sea la sentencia, por sobre todo, y antes que ensimismarse en su propio parecer, enristre contra las argumentaciones que el sentenciador tuvo en mira para apuntalar el mérito que finalmente otorgó a las pruebas; porque es evidente que mientras éstas no sean derribadas, habrá que tenerlas por ciertas dada la presunción de legalidad que las ampara'-hace n o t ar la Sala- ( C SJ SC 7 de n o v i e m b re de 2 0 0 0, E x p. 5 6 9 3, tesis ratificada en s e n t e n c ia de 9 de diciembre de 2 0 1 3, E x p. 2 0 02 0 0 0 99 01). Posición que no se m u e s t ra aislada o c a m b i a n t e, p u es en o t ra ocasión ya había dicho: «{...) si alguna de las bases esenciales de la sentencia sometida 18 Radicación n° 110013103011 2008 00634 01 al escrutinio del recurso extraordinario de casación 'no es atacada y por sí misma le presta apoyo suficiente al fallo impugnado, éste debe quedar en pie, haciéndose de paso inocuo el examen de aquellos otros desaciertos cuyo reconocimiento reclama la censura (sentencia de 27 de julio de 1999, exp. 5189)» ( C SJ SC 7 de s e p t i e m b re de 2 0 0 5, E x p.
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