CSJ - SC2142-2019
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SC2142-2019
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2019
•I 6 e p. República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de Casaclén Civil I
LUIS ALONSO RICO PUERTA
Magistrado Ponente SC2142-2019 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01 (Aprobado en sesión de seis de febrero de d os m il diecinueve) Bogotá, D . C, dieciocho ( 1 8) de j u n io de d os m il diecinueve (2019). D e c i de la C o r te el r e c u r so de casación i n t e r p u e s to p or a a c c i o n a n te E t a n o l es d el M a g d a l e na Ltda., frente a la s e n t e n c ia p r o f e r i da p or la S a la Civil d el T r i b u n al S u p e r i or d el Distrito J u d i c i al de Medellín, en a u d i e n c ia de 6 de o c t u b re de 2 0 1 6, d e n t ro d el p r o c e so declarativo p or r e s p o n s a b i l i d ad civil p r o m o v i do c o n t ra R o t o p l a st S . A ., q u i en llamó en garantía a R o y al 85 S un Alliance S e g u r os C o l o m b ia S.A. j
I. ANTECEDENTES
I ¡ ' 1. Pretensiones. 1.1. La a c t o r a, de f o r ma p r i n c i p al solicitó declarar q ue
existió un c o n t r a to de c o m p r a v e n ta p or ella celebrado c on la Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01 accionada, «donde se pactó el suministro y garantía de varios tanques cilindricos verticales, marca Rotoplast, con capacidad de 10.000 litros». Así m i s mo pidió reconocer que la convocada al j u i c io e ra responsable del daño irrogado, según h e c h os acaecidos el 16 de o c t u b re de 2 0 1 0, y en consecuencia, c o n d e n a r la al pago de l os perjuicios, q ue p or daño emergente equivalían a $401.009.088,79, integrados por el costo del p r o d u c t o, i g u al a $256.310.325,79; activos fijos p or valor de $ 4 4 . 9 5 3 . 7 7 7; y, acometidas y obras civiles a v a l u a d as en $ 9 9 . 7 4 4 . 9 8 6; más intereses m o r a t o r i os o indexación; c o mo también l u c ro cesante por la s u ma de $ 2 1 2 . 7 6 0 . 1 7 4. 1.2. En s u b s i d io de la a n t e r i or solicitó declarar la responsabilidad civil e x t r a c o n t r a c t u al de la accionada, y en
consecuencia c o n d e n a r la a p a g ar a la a c t o ra p or daño emergente y l u c ro cesante las m i s m as cantidades señaladas en la súplica p r i n c i p a l, al i g u al que intereses m o r a t o r i os o corrección m o n e t a r i a.
2. Fundamentos fácticos.
E t a n o l es del M a g d a l e na Ltda., e ra poseedora de varios t a n q u es cilindricos verticales, a d q u i r i d os p a ra ella p or la Compañía Farmacéutica N a c i o n al Ltda., convenio en el que se pactó c on la accionada el s u m i n i s t ro de varios de aquellos recipientes, m a r ca Rotoplast, c on c a p a c i d ad de 1 0 . 0 00 litros, «los cuales al ser instalados en la sede de [... compradora], presentaron fugas al momento de ser probados con agua, antes de ser probados con alcohol, razón por la cual se dio inmediato aviso a la empresa Rotoplast 2 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01 S.A., para que tomara las medidas respectivas»; la c u al conocía la destinación de l os t a n q u e s, d a do q ue e ra su p r o v e e d o ra a l i v el n a c i o n a l. En la p r i m e ra o p o r t u n i d ad q ue se requirió el servicio, se l i c i e r on l as respectivas r e p a r a c i o n es al t a n q ue y d os
s e m a n as después se p r e s e n t a r on fugas, p or lo q ue se contactó n u e v a m e n te a la p r o v e e d o ra R o t o p l a st S.A., y el 15 de o c t u b re de 2 0 10 envió a u no de s us o p e r a r i os a B a r r a n q u i l l a, a la sede de E t a n o l es d el M a g d a l e na Ltda., donde fue a t e n d i do p or la f u n c i o n a r la E na L uz Martínez, y a t i la le manifestó «que nunca había hecho ese tipo de reparaciones, pero que soltaría el tubo de la válvula donde está pegada la tubería y alzaría el tanque, que se encontraba vacío [...]». E f e c t u a d os l os arreglos, «se procedió nuevamente a llenarlo con alcohol [...], se riega nuevamente el producto, en la zona objeto de la reparación, y por ello, toca desocupar el tanque, y se dejó vacío para continuar con las labores de reparación al día siguiente». C u a n do el e m p l e a do de R o t o p l a st S.A. a d e l a n t a ba el arreglo, «en su negligente manipulación de los tanques, se produjo una explosión que inició una conflagración que se extendió por toda la bodega y afectó a las bodegas vecinas», s in q ue h u b i e re sido posible utilizar l os e l e m e n t os de s e g u r i d ad p a ra e sa clase de
emergencias, d a do q ue las p e r s o n as p r e s e n t es en el l u g ar t u v i e r on q ue salir p a ra p r e s e r v ar su i n t e g r i d ad física; h a b i e n do a t e n d i do la e m e r g e n c ia el C u e r po de B o m b e r os de i B a r r a n q u i l l a, institución e s ta q ue rindió i n f o r me sobre l os h e c h os y las posibles c a u s as del i n c e n d i o. 3 Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01 La a c c i o n a n te contrató l os servicios de la e m p r e sa a j u s t a d o ra E n l a ce Ltda., a fin de a n a l i z ar técnicamente lo acaecido y «en su reporte manifestaron que Etalmag Ltda. cuenta con la suficiente separación entre el lugar donde reposan las mercancías azarosas y el resto de contenidos. Las instalaciones eléctricas se encuentran entubadas en un 100%, por lo que no existe riesgo potencial de incendio por esta causa. Adicionálmente las instalaciones físicas contaban al momento del siniestro, con una motobomba antiexplosiva, es decir, se habían tomado medidas preventivas adecuadas para la manipulación y trasvase de los productos azarosos. Existía a la fecha de los hechos una red de extintores. Y como conclusión de su estudio
descarta completamente que el incendio presentado en las instalaciones hubiera podido ser causado por condiciones inseguras o manipulación de líquidos inflamables [...]».
3. Actuación procesal. 3 . 1. M e d i a n te a u to de 3 de m a r zo de 2 0 1 5, el J u z g a do 2° Civil d el C i r c u i to de O r a l i d ad de Itagüi, admitió la d e m a n da y n o t i f i c a da la convocada, en t i e m po la replicó, oponiéndose a l as p r e t e n s i o n es y cuestioñó el j u r a m e n to e s t i m a t o r io sobre la cuantificación d el perjuicio; no aceptó los h e c h os s u s t e n to esencial de la r e s p o n s a b i l i d ad civil, y p r o p u so c o mo excepciones de mérito l as de «inexistencia de responsabilidad civil contractual»; «culpa de la víctima»; «ausencia de culpa de Rotoplast»; «falta de legitimación en la causa por activa»; «reducción de la indemnización»; «tasación excesiva del perjuicio», y «temeridad y mala /e»b En escrito separado llamó en garantía a R o y al 85 S un Alliance S e g u r os C o l o m b ia S.A., c on base en la póliza de 1 Cuaderno principal, folios 140-165.
4 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01
Seguro n.° 2 0 6 6 2, r e l a t i va a «responsabilidad civil labores predios w operaciones», en la q ue f i g u ra la a c c i o n a da c o mo t o m a d or y asegurado2; trámite a d m i t i do p or a u to de 13 de j u l io de 2 0 1 3, y n o t i f i c a da la citada, contestó oponiéndose a la súplica en su c o n t r a, a d u c i e n do q ue «la póliza contratada no cubre la responsabilidad civil contractual»; «prescripción extintiva de los derechos del asegurado»; «ausencia de cobertura - limitación del riesgo asumido por el asegurador» y «exclusiones»; frente a l as peticiones de la a c t o ra se o p u so y formuló l as e x c e p c i o n es de mérito, t i t u l a d as «ausencia de legitimación en la causa por activa»; (inexistencia de responsabilidad civil extracontractual»; ((hecho exclusivo de la víctima»; ((indebida y exagerada tasación de los perjuicios Inducidos»; ((inexistencia de la obligación de indemnizar», y rechazó la estimación de los perjuicios. 3.2. La p r i m e ra i n s t a n c ia culminó c on la s e n t e n c ia j D r o n u n c i a da en a u d i e n c ia realizada el 11 de m a yo de 2 0 1 6, en la que desestimó las p r e t e n s i o n es principales, en v i r t ud
de no h a b e r se d e m o s t r a do la existencia de un vínculo c o n t r a c t u a l; accedió a l as s u b s i d i a r i a s, p or lo q ue declaró éxtracontractualmente responsable a la accionada; d i s p u so reducir la cuantía de la indemnización y de a c u e r do c on ello, a condenó a pagarle a la actora, c on la respectiva actualización, $ 2 0 0 ' 5 0 4 . 5 4 4 , 40 p or daño e m e r g e n te y ^ 1 0 6 ' 3 8 0 . 0 87 por l u c ro cesante; denegó las súplicas frente a [a l l a m a da en garantía e i m p u so c o n d e na en costas a la d e m a n d a d a ^. 2 Cuaderno 2, folios 1-3. 3 ídem, folios 373-375. 5 Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01 3.3. A m b as p a r t es i n t e r p u s i e r on r e c u r so de apelación, la a c t o ra en c u a n to al t e ma de la reducción de la indemnización, y la a c c i o n a da en l os aspectos q ue la c o n s i d e r a r on r e s p o n s a b le éxtracontractualmente, e x p r e s a n do q ue sí existía un vínculo c o n t r a c t u a l, relativo a
la adquisición de los t a n q u es y el accidente se presentó c u a n do se e s t a ba c u m p l i e n do c on la garantía, p or lo q ue el a s u n to debió analizarse de a c u e r do c on la «responsabilidad contractual». Así m i s mo cuestionó la i n f e r e n c ia r e l a t i va al desarrollo de u na actividad peligrosa p or la d e m a n d a d a, d a do q ue la manipulación del e t a n ol la realizaba la actora; criticó la teoría a d o p t a da p or el j u z g a d o, en c u a n to a la c a u sa del daño, o la f o r ma c o mo se p r o d u jo la conflagración y s o s t u vo q ue la o b s e r v a n c ia de n o r m as de s e g u r i d ad i n d u s t r i al e s t a b an a cargo de la d e m a n d a n t e; refutó el c u m p l i m i e n to de l os p r e s u p u e s t os de la r e s p o n s a b i l i d ad civil reconocida; i g u a l m e n te se refirió a la falta de p r u e ba idónea p a ra d e m o s t r ar l os perjuicios, d a do q ue el d i c t a m en pericial allegado no se a j u s t a ba a las reglas técnicas p a ra el caso, y p or consiguiente, d e b i e r on h a b e r se d e n e g a do l as
pretensiones.
11. SENTENCIA IMPUGNADA
1. El j u z g a d or colegiado h i zo alusión a l os antecedentes del juicio, en lo relativo a las p r e t e n s i o n es y los h e c h os de la d e m a n d a, a la actuación procesal a t i n e n te a la contestación de aquella, y al fallo de p r i m e ra i n s t a n c i a.
6 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01 Verificó l os p r e s u p u e s t os procesales y la a u s e n c ia de óausal de n u l i d a d; así m i s mo resumió los p u n t os sobre l os q ue recayó la i n c o n f o r m i d ad de las a p e l a n t es e indicó q ue la d e m a n d a d a, c o n t r a r io a lo p l a n t e a do p or la actora, sí tenía interés p a ra r e c u r r i r, d a da la c o n d e na en su c o n t ra en la ¿rimera i n s t a n c i a.
2. Citó j u r i s p r u d e n c ia de e s ta Corporación ([concerniente a a s p e c t os de la carga de la p r u e b a, en la q ue a n a l i z a r on l os artículos 1 7 57 d el Código Civil y 1 77 d el pódigo de P r o c e d i m i e n to Civil; mencionó la petición p r i n c i p al
j u n d a da en la r e s p o n s a b i l i d ad civil c o n t r a c t u a l, y precisó q ue p a ra su estructuración, se requería la «existencia de un vínculo jurídico de carácter negocial; el incumplimiento por dolo o culpa de las obligaciones surgidas de esa especie de convención; que el Incumplimiento provenga de la persona a quien se reclama la ndemnización; y, la existencia del nexo causal entre aquel y este».
3. C on b a se en el d o c u m e n to de 10 de n o v i e m b re de 2 0 1 0, s u s c r i to p or el gerente de la d e m a n d a d a, dirigido a la d e m a n d a n t e, en el q ue se h a ce referencia a la prestación del jservicio de reparación o garantía a l os t r a n q u es y al c o m p r o m i so de seguir a t e n t os a los «requerimientos para hacer el mantenimiento preventivo y correctivo a los tanques que nos ha \pomprado»; infirió «que se trataba de una venta realizada entre las partes aunque la factura cambiaría resultante fuera expedida a nombre de la sociedad diferente a la actora», c o n v e n io c on relación al c u a l, «Rubilio Arcángel Hernández Araujo, operario de Rotoplast Ltda., fue el encargado de cumplir con las tareas que materializaban el cumplimiento de la obligación de reparación o garantía, como fue [... lo] convenido por los contratantes».
7 Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01
De acuerdo c on lo anterior, descartó la «responsabilidad civil extracontractual», s u s t e n to de la pretensión s u b s i d i a r ia y determinó, que se t r a t a ba de un a s u n to de «responsabilidad civil contractual», en el que se presumía la c u l pa del deudor, la c u al podía desvirtuarse «demostrando diligencia o cuidado, o un caso fortuito».
4. Citó la Resolución 2 4 00 de 1 9 79 del M i n i s t e r io del Trabajo, relativa a a s u n t os sobre vivienda, higiene y seguridad en los establecimientos de trabajo, en aspectos de seguridad i n d u s t r i a l; r e p r o d u jo los artículos 1° y 3 26 de t al reglamentación e indicó q ue «tales normas eran exigibles primordialmente a la sociedad actora, pues es ella la dedicada a la actividad comercial en la bodega de Barranquilla»; de t al m a n e r a, que a n te el ejercicio p or ella de actividad peligrosa, estaba a su cargo el c u m p l i m i e n to de aquella n o r m a t i v a.
5. Analizó el d i c t a m en pericial elaborado p or d o c e n t es de la U n i v e r s i d ad N a c i o n al y se refirió a las n o r m as de seguridad que d e b i e r on observarse en la realización de los trabajos de reparación de los t a n q u e s; aludió al alto riesgo por la volatilidad e i n f l a m a b i l i d ad g e n e r a do por la reparación
de un t a n q ue a c o r ta d i s t a n c ia de otro, utilizados p a ra el depósito de s u s t a n c i as inflamables, y por existir v e r t i m i e n t os de alcohol; relacionó los factores de riesgo detectados por los expertos; y lo dicho a c e r ca d el evento iniciador de la conflagración, en c u a n to a que «muy probablemente de la pistola, o de su conexión eléctrica o también por la sola descarga estática» y c o mo factores i n t e r m e d i a r i os «la falta de telas ignífugas, muros cortafuegos, lo que permitió que la explosión de un solo tanque se 8 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01 propagara luego del incendio a los otros tanques y destruyera la bodega».
6. Aludió a la teoría de la «aceptación del riesgo», •endilgándole esa c o n d u c ta a la d e m a n d a n t e, p o r q ue d e b i do a la a c t i v i d ad p or ella d e s a r r o l l a da e ra c o n o c e d o ra de la situación de riesgo, máxime c u a n do el o p e r a r io de la a c c i o n a da advirtió sobre la utilización de la p i s t o la de s o l d a d u ra eléctrica p a ra plástico; así m i s m o, p o r q ue se había p r e s e n t a do el d e r r a m a m i e n to previo de a l c o h ol q ue e s t a ba en
I ^1 t a n q ue objeto de la reparación; i g u a l m e n t e, d a do q ue t al pctividad se desarrolló s in r e s p e t ar la d i s t a n c ia señalada en ia n o r ma de s e g u r i d ad i n d u s t r i a l; no se ubicó un o p e r a r io con e q u i po de extinción de fuego; y no se c o n t a ba c on l o n as [ignífugas p a ra r e t a r d ar el efecto de l as l l a m as en el polietileno, ni s i s t e m as automáticos de c o n t r ol de i n c e n d i os o esprinklers.
7. A n te d i c h as c i r c u n s t a n c i as s o s t u vo q ue se presentó un evento de «típica culpa de la víctima en cuanto a la aceptación del riesgo, configuró una negligencia o imprudencia en la sociedad demandante que alcanza a exonerar a la parte demandada de responsabilidad», t o da vez q ue los c o m p o r t a m i e n t os señalados en las n o r m as de s e g u r i d ad i n d u s t r i al le e r an exigibles a la actora, en razón de su a c t i v i d ad u oficio, c o n s i s t e n te en «almacenamiento de alcoholes que producen vapores altamente inflamables y volátiles en la ciudad de Barranquilla, más pesados que el aire» y de o t ro lado, p o r q ue correspondía a u na a c t i v i d ad
exógena a la d e m a n d a d a, q ue «cumplía la obligación de garantía cuyo rol, como lo señaló la perito, no fue el preponderante en la causación del daño». 9 Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01
8. A d u jo j u r i s p r u d e n c ia de la Corte S u p r e m a, relativa al t r a t a m i e n to respecto de la c o n f l u e n c ia de condiciones p a ra la producción de un r e s u l t a d o, y c o n f o r me a ella manifestó, que «ocurrida entonces la explosión, el incendio, la destrucción de la bodega, realizada la prognosis de los varios antecedentes, de las circunstancias concomitantes, dadas las reglas de la experiencia, los conocimientos de la perito, se excluye el antecedente de la makita que si bien pudo coadyuvar para el resultado, no fue el idóneo, per se, para producirlo y por el contrario, se detectó y se demostró que fueron los comportamientos imputables a la actora los que sí tuvieron esa aptitud».
III. DEMANDA DE CASACIÓN
1. Un (1) cargo se i n v o ca p a ra s u s t e n t ar la acusación frente a la sentencia i m p u g n a da y se f u n da en la c a u s al 2^ del artículo 3 36 del Código G e n e r al del Proceso, i n d i c a n do
que es violatoria de f o r ma i n d i r e c ta de los artículos 6 3, 6 6, 1 4 9 4, 1 4 9 5, 1 5 4 6, 1 6 0 2, 1 6 0 3, 1 6 0 4, 1 6 1 3, 1 6 1 4, 1 6 1 5, 1 6 1 8, 1 6 1 9, 1 6 2 0, 1 6 2 1, 1 7 57 d el Código' Civil; preceptos 8 2 2, 8 2 4, 8 34 y 8 64 del Código de Comercio; al i g u al que el artículo 11 de la L ey 1 4 80 de 2 0 11 ó E s t a t u to d el C o n s u m i d o r; c o mo consecuencia de errores m a n i f i e s t os de h e c ho en la apreciación de las p r u e b a s.
2. Específicamente sostiene la r e c u r r e n te q ue se le dio al d i c t a m en pericial u na interpretación equivocada, en c u a n to dedujo u n os alcances que no e m a n an del m i s m o; y de otro lado, p or cercenar el i n t e r r o g a t o r io de parte d el representante de la demandada, debido a que no se tuvieron en c u e n ta las confesiones allí vertidas; alteró los t e s t i m o n i os
10 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01
ce R u b i l io Hernández A r a u j o, E na L uz Martínez, la jefe de decursos h u m a n os de la sociedad accionada, y la pericia allegada c on la d e m a n d a.
3. C e n t ra la crítica en el criterio d el j u z g a d or de «¡excluir] el antecedente de la makita» c o mo la c a u sa i n m e d i a ta de Ip conflagración, t o da vez q ue la experticia en q ue se apoyó t|al inferencia, a l u de a u na conclusión distinta, en c u a n to i n d i ca q ue «introducir y conectar una fuente de calor dentro de la bodega es un procedimiento altamente riesgoso. El etanol tiene la misma c^ategoría de inflamabilidad de la gasolina. La makita y su conexión j éléctrica presentan un riesgo alto dentro de la bodega».
Insiste en el señalamiento de d i c ho a p a r a to y su Conexión, c o mo factores de a l ta p r o b a b i l i d ad d el «evento iniciador» de la combustión y t r a n s c r i be a p a r t es de la referida peritación, en d o n de se expresa: «Con más probabilidad la chispa inicial necesaria para la combustión puede llegar desde la makita a través del orificio del accesorio, pues los vapores inflamables estaban 'saliendo' del tanque por debajo»; «el riesgo de ingresar una fuente de calor y chispas a un sitio de almacenamiento de etanol es alto. No importa la temperatura a la que se trabaje, siempre se puede generar
chispas en la makita y su extensión eléctrica»; «]l]a makita es una fuente de calor y un aparato eléctrico que puede generar chispas, suficiente para la ignición de los vapores de etanol o del etanol líquido»; «]e]l calor de la makita acelera la producción de vapores de etanol. ]...] son inflamables cuando se llega al límite inferior de inflamabilidad»; «para que se dé una combustión es necesario tener los vapores de etanol a una concentración de inflamabilidad y la presencia de una chispa como evento iniciador ]...] puede venir de la makita, ya sea por la conducción de calor a través de la pared del tanque o más probablemente a través de la ignición de los vapores que salían de la parte inferior del mismo a través del oficio del accesorio»; «]l]a explosión del tanque vacío pero con residuos de 11 Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01 etanol es factible debida (sic) a la aplicación de calor y a la presencia de una fuente de ignición, como es la makita o su conexión eléctrica».
4. También refiere la i m p u g n a n t e, q ue en la a u d i e n c ia la perito q ue lideró el g r u po de e x p e r t os de la U n i v e r s i d ad Nacional, q ue elaboró el d i c t a m e n, de m a n e ra e x p r e sa señaló «la makita como elemento para la chispa iniciadora del
siniestro». Sil r e s p o n d er la p r e g u n ta sobre «si el hecho del derrame de alcohol sobre la makita tenía la potencialidad de producir incendio y posterior explosión», Si lo c u al manifestó, «[...] sí, el derrame [dej alcohol sobre la makita puede originar una deflagración». A si m i s m o, i n d i ca que la perito sostuvo: «Como evento iniciador tenemos la chispa, muy probablemente proveniente de la makita o la conexión eléctrica; aunque también pues simplemente [...] puede ser generada por una descarga de energía estática; lo más probable es que sea por la makita o la conexión eléctrica. Y como eventos intermediarios tenemos: la falta de telas ignífugas, muros corta fuegos y sistemas de prevención de incendios»; «una pistola de calor como las que tienen la marca Makita, ya sea que haya fuga o no fuga no es seguro introducir una fuente de calor o chispas dentro de un almacén de líquidos inflamables y combustibles»; «el hecho de introducir y conectar una fuente de calor dentro de una bodega es un procedimiento altamente riesgoso, el etanol tiene la misma categoría de flamabilidad (sic) que la gasolina, o sea es como si tuviéramos gasolina ahí dentro; la makita o con conexión eléctrica presentan un riesgo alto dentro de la bodega [...] con alta probabilidad es el evento iniciador». I g u a l m e n te refiere, q ue sobre la t e m p e r a t u ra q ue a l c a n za u na pistola de calor de la m e n c i o n a da m a r c a, la
e x p e r ta indicó: 12 ! Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01 i «Para la soldadura de polietileno, la marca Makita en el manual de la referencia HG6020, sugiere la temperatura entre 246 y 302 grados centígrados. [...] en esta misma referencia el nivel 6 del instrumento presenta una temperatura de 385 y 441 grados centígrados [...] Y en el 7 inicia en 454 grados centígrados; esas temperaturas tienen un rango porque la makita tiene diferentes velocidades de ventilador de aire, [...] Todos estos son valores cercanos al punto de auto ignición del etanol que [es] de 425 grados centígrados, es decir esa temperatura a la cual se encienden los vapores de etanol o el etanol sin necesidad de chispa».
5. Respecto de los efectos del calor g e n e r a do sobre un t a n q ue vacío, c on r e s i d u os de e t a n o l, se i n d i c a, q ue en la •experticia se dijo, q ue «[...] si se está calentando un tanque vacío que 'ia contenido previamente etanol, es más probable que se dé primero una explosión que una deflagración; esto además como se dijo en el numeral .rece causa incendio a partir de los pedazos del tanque».
6. A d u c i e n do c o mo e l e m e n to de j u i c io el reseñado d i c t a m e n, a s e v e ra el c e n s or q ue la i n f e r e n c ia del j u z g a d or de
[desechar la «makita» c o mo a n t e c e d e n te y c o mo m e c a n i s mo
idóneo p a ra g e n e r ar la conflagración, c o n s t i t u ye «error de hecho», p o r q ue a p e s ar de la autonomía p a ra la apreciación de la p r o b a n z a, no es a d m i s i b le la alteración de su c o n t e n i d o, c o mo aconteció, p o r q ue según la experticia, «laúnica alternativa admisible para resolver el litigio era tener la makita como antecedente del siniestro y su conexión eléctrica como causas generadoras del siniestro como lo concluyeron los peritos [...], dando por probada la teoría del caso expuesta en la demanda, según la cual, la causa determinante del siniestro acaeció por culpa del funcionario de la vendedora de los tanques [...]».
7. I g u a l m e n te se c u e s t i o na el señalamiento de q ue «fueron los comportamientos imputables [...ala demandante] los idóneos
13 Radicación n.° 0 5 3 6 0 - 3 1 - 0 3 - 0 0 2 - 2 0 1 4 - 0 0 4 7 2 - 01 para producir el resultado», t o da v ez que en la experticia no se hizo e sa manifestación, p o r q ue a pesar de advertir ciertas falencias de s e g u r i d ad en la bodega, sólo se les dio el carácter de «efectos intermediarios». Sobre e se p a r t i c u l ar se r e p r o d u ce lo dicho p or l os expertos al indagársele sobre la suficiencia de ciertos
e l e m e n t os de s e g u r i d ad p a ra i m p e d ir la explosión, específicamente d o n de refieren: «[...con] los sistemas de prevención de incendios se evita que se propague a otras partes de la bodega, es decir evitan el que, [...], de un sitio que pues en este caso fue la explosión del tanque se hubiera propagado al resto de los otros tanques que estaban con alcohol y sorbitol. La falta de estos sistemas se toma como un evento intermediario que facilita la propagación del accidente; si los tanques de contención hubieran impedido que el etanol derramado e inflamado hubiera llegado a los contenedores pequeños. La lona ignifuga hubiera retardado el efecto del polietileno en llamas y el sistema de antiincendios automático sprinklers hubiera evitado la propagación del incendio»; «la pérdida de contención primaria al derrame [...] constituye un evento preliminar, un factor de riesgo alto que en sí mismo no produce el accidente pues necesita el evento iniciador o chispa para encender el fuego».
8. También se critica q ue en la apreciación de la p r u e ba en c o m e n t o, no se le h a ya reconocido los verdaderos alcances respecto de «las obligaciones del fabricante de los tanques» y al h e c ho de la p r o p i e d ad de la «makita» u t i l i z a da p or el operario de la a c c i o n a da en c u m p l i m i e n to de la garantía, a l u d i e n do a l as p r e g u n t as 23 y 24 f o r m u l a d as p a ra la
experticia, sobre las condiciones técnicas de los t a n q u es p a ra su a d e c u a da conexión y la r e s p o n s a b i l i d ad en el m a n e j o, respecto de lo c u al se i n d i ca que la perito manifestó que «[l]a explicación del operario de Rotoplast del porqué de la falla inicial del 14 Radicación n.° 05360-31-03-002-2014-00472-01 ¿f-ccesorio del tanque, es coherente, la falla inicial del accesorio es una jalla mecánica [...]»y q ue «de todas maneras la falla de conexión en [... Ól] accesorio se pudo prever en la fase de diseño [...]».
9. C on a p o yo en las señaladas a r g u m e n t a c i o n e s, la i j m p u g n a n te califica de e r r a da la apreciación de la p r o b a n z a, e;n c u a n to el j u z g a d or d e d u jo q ue a c a e c i da de esa m a n e ra «la explosión, el incendio, la destrucción de la bodega» y r e a l i z a da la evaluación de l os v a r i os antecedentes, al i g u al q ue l as c i r c u n s t a n c i as c o n c o m i t a n t e s, «dadas las reglas de la experiencia, k)s conocimientos de la perito, se excluye el antecedente de la makita que si bien pudo coadyuvar para el resultado, no fue el idóneo per se para
producirlo y por el contrario se detectó y se demostró que fueron los comportamientos imputables a la actora los que si tuvieron esa aptitud».
10. A r g u m e n ta q ue el y e r ro se p r e s e n t a, p o r q ue el ^conocimiento del j u ez «no puede afirmar o infirmar la causa del siniestro y se tiene que someter a lo que los expertos refieran; además as reglas de la experiencia enseñan que para que haya un incendio debe haber un evento iniciador y para los peritos éste fue la makita o su extensión», y e s t i ma q ue s i g u i e n do el d i c t a m en «se puede decir íyue sin la makita o su extensión no hubiera habido incendio pues no fiabia hecho iniciador», situación no c o n s i d e r a da p or el T r i b u n a l, p or lo q ue absolvió a la a c c i o n a da de las p r e t e n s i o n e s, «apesar de que la makita y su extensión, hecho iniciador, fueron ingresadas y manipuladas por éste en cumplimiento de un contrato de compraventa, específicamente en garantía». 1 1. La equivocación e n d i l g a da al j u z g a d or colegiado por c e r c e n ar el i n t e r r o g a t o r io de p a r te al r e p r e s e n t a n te de la d e m a n d a d a, se c o n c r e ta en q ue no t u vo en c u e n ta la
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confesión allí expresada, según la c u al «cuando el señor Rubilio estaba haciendo la reparación se causó un derrame que hizo que la pistola causara un corto con el alcohol y se diera el incendio» y p a ra evidenciar el y e r ro t r a n s c r i be el siguiente pasaje de la citada declaración: «/.../ fue que el operario estaba haciendo un trabajo de reparación, Rubilio estaba haciendo una reparación de un tanque en las instalaciones de Etanoles en Barranquilla, obviamente no puede haber operación de ningún flujo de líquidos que estén cerca del sitio de reparación o que puedan causar derrame alrededor del sitio de reparación, porque la operación se hace con equipos [...] eléctricos y esos crea[n] riesgos si se manipulan líquidos, eso lo tenían claro el personal de Etanoles, si se manipulan líquidos se corren riesgos, pero alguien dio la orden de prender una bomba o abrir una válvula, en la cual se dio flujo de alcohol estando la pistola en operaciones, prendida, y eso dio un
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