CSJ - SC2360-2019
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SC2360-2019
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Civil
- Año
- 2019
Cone Suprema de Justicia Sala (i CasaciéB Ci»il LUIS ALONSO m eo PUERTA Magistrado ponente SC2360-2019 Radicación nJ 11001-02-03-000-2018-03301-00 i-Xi >r !)¡ >,:H1U <'!! st'sion (ic irctn'is cU: .ilitH <ív dos nul cliccimun o) Bogotá, D . C .. veintiocJio ( 2 8) de j'uriio de d os m i! diecinuex-e (2019). D e c i de la C o r te la s o l i c i t ud de exequátur p r e s e n t a da p or W i l m er E n r i q ue R o m e ro O r j u e l a. c on ixlación a la s e n t e n c ia de b de n o v i e m b re de 2 0 15 proferida p or el J u z g a do t ic P r i m e r ri I n s t a n c ia N" 3 de Ft:'rrol, P r o v i n c ia La Cortiña (España), m e d i a n te la c u al se decretó la disolución, por divorcio de m t . i t uo a c u e r d o, d el v i n c u lo m a t r i m o n i al s u r g i do e n t re el s o l i c i t a n te e I n g r id K a t h e r i ne S o l a no Jiménez.
I. ANTECEDENTES
1. Medíame a p o d e r a do j u d i c i al c o n s t i t u i do p a ra l a!
ñn. el d c m a n d a n a^ pidió la homologación de la p r o v i d e n c ia Rad. ¡1/ 1 lOdl ()d dd i KlOmOlS-OddOl...()() e x l r a n i e ni previairicnte citada, i n v o c a n do l os siguientes hechos: 1.1. L os anícs rnenciontidos c o n t r a j e r on nipxcias, m e d i a n te m a t r i m o n io civil el b de agosto de 2()Ü8 en la N o t a r ia S e g u n da de Soledad-Atlántico. 1.2. D u r a n te el m a t r i m o n io no l u t bo descendcncaa. 1.3. P or seiilt^ncia d el clia (> de n o v i e r n b ix de 2 0 15 proferida p or el vluzgado de P r i m e ra I n s t a n c ia N .3 de Ferrol. F^rovincia La Coruña (F.spañaL se decretó la disolución p or divorcio de m u t uo acuerdo, d el m a t r i m o n io f o r m a do e n t re W i l m er Enr!(|ue R o m e ro O r j u e la e Ingrid K a t h e r i ne S o l a no Jimériez1.4. D u r a n te la sociedad no se a d q u i r i e r on Itienc-s. 2. .Admitida la d e m a n da p or a u to d el 1 1 de d i c i e m b re de 2 0 1 8, se prescindió de la citación al t r a m i te de
Ingrid K a t l i e r i ne S o l a no Jiménez v se concedió t r a s l a do a la Fh"oeur-adLiria Dcóegada p a ra la Defensa de l os D e r e c h os de la Infancia, la .ádolcsceneia y la F a m i l i a, ciuicn luego de exponía a l g u n os a s p e c t os r c L u a o n a d os c on l os r e q u e r i m i e n t os ¡lara la Itomologación seiluatada. eoncliu'c que la pretensión se t o r na viable, pLies '•cinnpie con ¡as rer/iesi/os j'onrtolcs ij sustonnnics ¡xtro dar raJjcia al ror»vs/.ieMí'/;'e?je proceso de hoinotoaación del faUo extixmjero. ¡m rkt tyhsvnxtncHi de la ritualidad contenida en ci Co'pijulo I l'hulo I ¡jliro Qunira dri Codiijo General del Proceso- . Raci, n • 1 i 0 01 ()20 3 - 0 0 0 - 20 i 8 - 0 3 30 1 -00 Se d e c r e t a r on la.s p r u e b as q ue se l i m i t a r on a l os d o c u m e n t os a p o r t a d os p or el solicitante.
11. CONSIDERACIONES
1. Procedencia del pronunciamiento de fondo.
P r e l i m i n a r m e n te c o r r e s p o n de precisar, t al c u al s e n t a ra
la S a la d e s de p r o v i d e n c ia SC 12 1 3 7 - 20 I 7, 15 a g o. 2 0 1 7, r a d. 2 0 1 6 - 0 3 5 9 1 - 0 0% q ue a u n q ue el n u m e r al 4 del mdículo 6 07 d el Código G e n e r al d el F^roceso prescribe p a ra el trámite d el exequátur q ue '•Vencido el traslado se decretarán las pruebas y se fijará a u d i e n c ia p a ra p r a c t i c a r l a s, oír tos a l e g a t os de l as p a r t es y d i c t ar la s e n t e n c i a, el p r e s e n te fallo a n t i c i p a d o, escrito y p or fuera de a u d i e n c i a, se t o r na p r o c e d e n te p or c u a n to se ha c o n f i g u r a do c on c l a r i d ad c a u s al de s e n t e n c ia a n t i c i p a d a, q ue d a da su etapa, la n a t u r a l e za de la actuación y la clase de p r u e b as r e q u e r i d as p a ra la ixsolueión del avSunío. i m p o n en un p r o n u n c i a m i e n to con las características reseñadas. En efecto, de c o n f o r m i d ad c on el artículo 2 78 d el
E s t a t u to G e n e r al de I d o c c d i m i e n t o, el vJucz deberá d i c t ar s e n t e n c ia anticájjada, total o p a r c i al -en cualquier estado de! 'procesoc e n t re o t r os e v e n t o s, «Cuando co hubiere pruebas por practicar^ siendi.) este el s u p u e s to q ue c o mo se había a n t e l a do se edificó en el c a so cjue h oy o c u pa a la S a l a, :^ Postura noterada. entre otras, en 3 0 2 7 77 20 18, 17 j u n .. rad, 2016-02853 •OC), 3 F^ati. n. 1 lOül ()2-ü3-ü()()-2018 (.)33()1 00 situándola en posición de resolver de f o n do y a b s t e n e r se de a d e l a n t ar p r o c e d er diverso. Por s u p u e s to q ue la e s e n c ia del ctirácter a n t i c i p a do de u na resolución d e f i n i t i va s u p o ne la pretermisión de lases p r o c e s a l es p r e v i as q ue de o r d i n a r io deberían c u m p l i r s e; no o b s t a n t e, d i c ha situación está j u s t i f i c a da en la realizatóón de los p r i n c i p i os de celeridad y economía q ue i n f o r m an el fallo por a d e l a n t a do en las loxccpcionalcs hipótesis q ue el
legislador h a b i l i ta d i c ha f o r ma de definición de la litis. De i g u al m a n e r a, cabe d e s t a c ar q ue a u n c j ue la esquemática p r e p o n d e r a n t e m e n te o r al d el n u e vo o r d e n a m i e n to procesal civil, s u p o ne p or regla g e n e r al u na s e n t e n c ia d i c t a da de viva voz, es e v i d e n te q ue t al p a u ta a d m i te n u m e r o s as e x c e p c i o n e s, de la q ue es b u en e j e m p lo la p r e s e n t e, d o n de la c a u s al p a ra p r o v e er de f o n do p or a n t i c i p a do se configuró c u a n do la serie no ha s u p e r a do su fase e s c r i t u r al y la c o n v o c a t o r ia a a u d i e n c ia r e s u l ta i n a n e.
2. Justifícación y regulación del exequátur. 2 . 1, La soberanía de los E s t a d os a l c a n za u na de s us más i m p o r t a n t es e x p r e s i o n es en la c i r c u n s t a r i e ia de q ue s on s us p r o p i os j u e c es q u i e n es i m p a r t en j u s t i c ia en el
respectivo territorio: no o l i s i a n t e. ese c o n c e p to ha a d c j u i n do
u na n u e va dimensión en el ámbito d el D e r e c ho I n t e r n a c i o n al Piávado, en r e s p u e s ta a r e a l i d a d es corno la Rad. n." 1 1 0 0 1 - 0 2 - 0 3 - 0 0 0 - 2 0 1 8 - 0 3 3 0 1 - 00 creciente interrelación de los pueblos, el flujo generado en el tráfico mundial de bienes y servicios, al igual que otros fenómenos sociales de integración. Tal poderío alcanza una de sus más importantes expresiones, en el hecho de que son sus propios jueces quienes están facultados para impartir justicia en el respectivo territorio y en esa medida, ninguna decisión foránea merece acatamiento en el nuestro, a no ser que Obtenga su reconocimiento por parte de la autoridad judicial competente, previos los requisitos legalmente establecidos. En ese contexto social y económico, los países han implementado tratados, convenciones, protocolos y otros actos de derecho internacional, a fin de facilitar el reconocimiento y la ejecución de sentencias judiciales foráneas, como también de laudos dictados en arbitrajes internacionales, en países distintos al de donde fueron emitidos; además, la gran mayoría de los Estados han expedido leyes o implementado prácticas jurisprudenciales, con ese mismo propósito. j 2.2. Colombia, siguiendo esa tendencia, incorporó en el ordenamiento jurídico interno, la institución procesal del exequátur, el cual constituye el mecanismo habilitado para
bomologar o autorizar la ejecución de providencias de aquella índole en el territorio patrio; procedimiento viable. 5 Rad. 11." 1 1 0 0 1 - 0 2 - 03 OüO 2 0 1 8 - 0 3 3 01 00 s i e m p re y c u a n do en el respectivo estado foráneo, también se l es r e c o n o z c an efectos jurídicos a las decisiones e m i t i d as p or n u e s t r as a u t o r i d a d es j u d i c i a l e s, es decir, c u a n do e x i s ta reciprocidad, ya s ea diplomática o legislativa, c on el país en d o n de f ue e m i t i da la decisión c u ya homologación se p r e t e n de en éste. Al respecto, el artículo 6 05 d el Código G e n e r al d el P r o c e so c o n t e m p la cjue «¡íasj seníencms y oirás providencias (¡ue revistan tal carácter, pronunciadas por autoridades extmnjeras. en procesos contenciosos o de jurisdicción tnrluritaria. tendrán en Colomhin la fuerza que les concedan ¡os tratados existentes con ese país, y en su defecto la que allí se reconozca, a ¡as pnrícridas en C.oloiribia". De o t ro lado, en c u a n to al r e c o n o c i m i e n to de l a u d os proferidos en a r b i t r a j es i n t e r n a c i o n a l es en u na sede d i s t i n ta
a C o l o m b i a, se aplica lo c o n s a g r a do en el capítulo I X, sección 3' de la L ey 1 5 63 de 2 0 1 2. segtin se d e s p r e n de d el c o n t e n i do del inciso 2" de a q u el pj-ecepto.
3. Caso Concreto 3.1. La reciprocidad como condición para el otorgamiento del exequátur. 3 . 1 . 1. A p a r t ir de lo previsto en la disposición t r a n s c r i t a, le c o m p e te a la C o r te (establecer si e n t re n u e s t ro país y aquél al c u al pertenece la a u t o r i d ad j u d i c i al e m i s o ra b Rad. nJ 1 1 0 0 1 - 0 2 - 0 3 - 0 0 0 - 2 0 1 8 - 0 3 3 0 1 - 00 del proveimiento cuya refrendación se solicita, existe reciprocidad diplomática o legislativa, Al respecto, en cuanto atañe a los requerimientos establecidos por el orden jurídico patrio para conceder el exequátur, esta Corporación aludiendo al Código de Procedimiento Civil, cuyo criterio es igualmente aplicable bajo la actual normativa recogida en el Código General del Proceso, en fallo SC17721-2016, recabó: [E}1 Código de Procedimiento Civil consagra en su artículo 693, 'el sistema combinado de reciprocidad diplomática con la legislativa, lo cual se traduce en que prioritariamente debe atenderse a las
estipulaciones de los tratados que h a ya celebrado Colombia con el Estado de cuyos jueces provenga la sentencia que se p r e t e n da ejecutar en nuestro territorio nacional; a falta de derecho convencional se impone, entonces, acoger las normas de la respectiva ley extranjera p a ra darle al fallo la m i s ma f u e r za concedida por esa ley a las sentencias proferidas en Colombia por sus jueces' (...).» Además, según se expuso en la sentencia SC, 19 jul. 1994, Exp. n 3894, i...] la reciprocidad a que a l u de el artículo 6 93 del Código de Procedimiento Civil, p u e de ser positiva o negativa y legal o de hecho, entendiendo que la p r i m e ra es b a s a da en la ley escrita mientras que la s e g u n da procede o emerge de la jurisprudencia, f .-H' Asi mismo, se ha reconocido que la reciprocidad puede estar a su vez fundamentada en la práctica jurisprudencisd imperante en el país de origen de la sentencia cuya ?2 El precepto citado en los criterios jurisprudenciales transcritos, actualmente corresponde al 605 del Código General del Proceso. 7 Rad. n, • 1 1 0 01 -Üibíd-OOOMí) 1 H-Ü.l,'.01 dX) autorización se p r e t e n de ( C SJ SC-ü/l, 25 s e p. 1 9 9 6, r a d. 5 7 2 4 ). 3.1.2. En c u a n to al t e m ti de la reciprocidad en este
caso, ha de indicars e, q ue m e d i a n te la L ey 7'" de 1 9 0 8, f ue a p r o b a do el C o n v e n io sobre la Ejecución de S e n t e n c i as Civiles, firmado e n t re la Repriblica de C o l o m b ia y el R e i no de España, q ue entró a regir el 16 de abril de 1 9 0 9, cl c u al en lo p e r t i n e n te establece: "Aníciilo /'. has semencias civiles pr-oriimciadas por ¡os Tribunales comunes de una de las Altas Paftes c:untralarites. serán ejecutadas en la otra, siempre que reúnan ¡os requisitos .sujuienies: Primero. Que sean definitivas u (¡ue estén ejecutoriadas como en derecho se necesitaría ¡lara ejecutarías en el país en que se hayan dictado. - Segundo. Que no se opongan a las leyes vigentes em el Estado en cjue se solicite su ejecución. Articulo 2". La primera de Jas circimstandas a (jue se refiere el aríículo anterior, se comjyrolxíi-á por un certificado e.xjx'dido por el Ministro de Gobierno o de Gracia y Justicia, siendo la firma de éstos legalizada por el corresjxondieuíc Ministro de Estado o de Relaciones Exteríores y la de éste a su vez por el Agente Diplomático resfiectivo acreditado en el lugar de ¡a legalvzamón». C o mo d el c o n t e n i do d el artículo 1 77 d el Código
G e n e r al d el Proceso se d e s p r e n de q ue l as n o r m as jurídicas de alcance n a c i o n al no r e q u i e r en p r u e b a, no se h a ce necesario i n c o r p o r ar la p r e c i t a da Doy 7''' de 1 9 0 8, a p r o b a t o r ia de la m e n c i o n a da convención, q u e d a n do p or t a n t o, a c r e d i t a da la reciprocidad diplomática e n t re aquél país y el n u e s t r o, c o mo a n t es se e x p u s o. 8 Rad, n ,' I ! 00 i - 0 2 - 0 3 - 0 0 0 - 20 18 0 3 30 ! -00 3.2. Demás requisitos para la prosperidad de la éolicitud de exequátur y su verificación. 3 . 2 . 1. P a ra la homologación de fallos foráneos no es s u f i c i e n te d e m o s t r ar la e x i s t e n c ia de r e c i p r o c i d a d, p u es además se r e q u i e re la acreditación de la i n t e g r i d ad de e x i g e n c i as p r e v i s t as en el artículo 6 06 d el Código G e n e r al i del Proceso, c u ya i"evisión se p r o c e de a efectuar. 3.2.2. E x a m i n a do el c o n t e n i do de la s e n t e n c ia
m a t e r ia d el exequátur, se verifica Cjue f ue d i c t a da el 6 de p o v i e m b re de 2 0 15 p or el J u z g a do de P I n s t a n c ia n,° 3 de F e r r o l, P r o v i n c ia La Coruña (España), d e n t ro d el p r o c e d i m i e n to de divorcio de m u t uo a c u e r do p r o m o v i do p or d on W i l m er E n r i q ue R o m e ro y doña I n g r id K a t h e r i ne S o l a no Jiménez, en la q ue se d i s p u so p or la j u ez del c o n o c i m i e n t o, d e c r e t ar la disolución p or divorcio d el m a t r i m o n io p or ellos b o n f o r m a do -'Con (iisolucióti del régimen rnalrimonial y con los efectos inherentes a ¡a misma, aprobándose el connetiio regulador de fecha treinta, de junio de 2015 cuyo contenido se integra formando parte de este decreto en los términos que se recogen en el fundamento de 'derecho cuarto del mismo: sin hacer especial prcmimdamiento en ¡cuanto a las costas-. En d i c ho c o n v e n i o, l os c o n t r a y e n t es h i c i e r on l as s i gu i e n t e s c s t i p u 1 a c i o n e s: 9 Ríid, n." ] 1001 (JÍ-Ü3-Ü00-2Ü 18-033(31-00
PRIMERA.- .Ambos rónyuges se dan íibcrlad para organizar sus i'idas por sejjarado, comprometiéndose a no intetfetir en la iníitnidad ni actividades del otro. SEGUNDA. No ocasionando el divorcio que se instará desec{UÍ¡ibrio respecto a la posición (¡ue ocupaban durante el matrimonio, no procede la fijación de pensión (umipensatona a favor de ninguno de los comparecientes. TERCERA.- Ambos cónyuges se comprometen a. ratificar el presente documento a ¡rresencia judicial cuando sea rcc¡uerido para ello.» A si m i s m o, se allegó o r i g i n al de la c o n s t a n c ia e x p e d i da en M a d r id (España), el 25 de jtilio de 2 0 1 7. p or la «Siibdirectora General Adjunta de Cooperación Jurídica. Internacional de la Dire(vión General de Cooperación .Jurídica Internacional y Relaciones con las Corfesiones del Minisleno de JusttCHi-, en la q ue se indicó, c|ue la s e n t e n c ia c u ya homologación se solicita, «es firme". Los referidos i n s t r u m e n t os públicos f u e r on apostillados, en la f o r ma i n d i c a da en la Ley 4 55 de 1 9 9 8, q ue aprobó la Convención sobre la abolición del r e q u i s i to de legalización p a ra d o c i i m e n t os públicos e x t r a n j e r o s, s u s c r i ta
en La H a ya el 5 de o c t u b re de 1 9 6 1. I g u a l m e n t e, se advierte q ue la e s p o sa aciuí c o n v o c a da participó en el j n i c io g e n t x a d or del i n d i c a do fallo, p u es de c o n s u no c on su cónyuge y asistidos por el m i s mo a b o g a d o, p r e s e n t a r on d e m a n da de divorcio de m u t uo a c u e r d o, el 13 1 o Rad, n ." 1 1 0 0 1 - 0 2 - 0 3 - 0 0 0 - 2 0 1 8 - 0 3 3 0 1 - 00 de octubre de 2015, pedimento concedido mediante la sentencia cuya homologación se impetra. Precisamente, debido a esa intervención en la actuación judicial extranjera, la Corte en el auto del pasado 11 de diciembre, admisorio del exequátur, consideró viable 'prescindir de la citación al trámite de Ingrid Katherine Solano Jiménez». Lo anterior pone de presente, no solo que la defensa de la convocada estuvo asegurada, sino que la causal de disolución conyugal allá invocada y aceptada, también se halla prevista en nuestro ordenamiento jurídico, concretamente en el numeral 9° del artículo 154 del Código Civil que erige como causal de divorcio '[e}l consentimiento de ambos cónyuges manifestado ante juez competente y reconocido p or éste mediante sentencia». Esas circunstancias denotan así mismo, que la
sentencia materia de exequátur no contraviene de forma manifiesta los principios y leyes de orden público de nuestro paiís. Sobre ese aspecto, la Corte ha señalado 'que ello 'no es más q ue la indispensable defensa de principios esenciales en los q ue está cimentado el esquema institucional e ideológico del Estado en aras de salvaguardarlo', de m o do q ue esta noción de orden público , internacional debe s er aceptada por la Corte 'sólo p a ra evitar q ue u na 11 Rad. n. 1. 1 (JO 1 -02-03 -000-201 8-üócÁ) 1 -00 sentencia o ieii extranjera tenga que sei acogida cuando controclice los priricipios funclcimentales' l...)" ( C SJ SC 1 4 / 7 6 - 2 01 5). En esa m i s ma decisión, esta Corporación recordó: "¡Lja doctrina lia ensenado que no existe inconnetuente para un país afjücar leyes extranjeras, que aunque difieran de sus propias leyes, rio chocan con los principios básicos de sus instituciones. Sin enihargo. cuando una ley extranjera o la sentencia que ¡a aplica, se basan en ¡principios no solo diferentes, sino contrarios a las institirciones funilamerilates del país en que aquellas pretenden ajtlicarse. los ¡ucees del listado pueden, excepcionahneníe. negarse a aplicar la ley o <i fallo extranjero que se aparta de esa comunidad de ¡principios !...). lis decir, que la noción de orden público se evidencia en asuntos de esta índole como un mecanismo de defensa de las instituciones patrias
impidiendo la (grave ¡perturbación (¡ue significaría la aplicación de una decisión r/e un juez o tribunal extranjero (¡ue socava la organización socta! colombiana. De ahí c¡ue en ¡a mat(ma deba estar plenamente (iarijlcado cjue la sentencia cuyo c.xecjucitur se redama no contraria el orden público nacional, ni lucro en fonna grave-' ucjuellus normas del ordcmamiento (¡ue son intangibles" (•••)• Así m i s m o, de la documcnlaíóón foránea allegada se infiere c u m p l i do el r e q u i s i to c o n s i s t e n te en q ue el miez o el tribunal sentenciador tenga competencia en la esfera internaciorial para, conocer y juzgar el asunto de acuerdo con la ley del Estado donde deban surtir efectúo Por lo demás, la s e n t e n c ia e x t r a n j e ra no versó sobre d e r e c h os reales c o n s t i t u i d os en bienes u b i c a d os en cl territorio n a c i o n al al m o m e n to de iniciarse <J trámite de disolución m a t r i m o n i a l, p u es según se d(^sprcnde de la Rad. n.= 1 1 0 01 02 03 0 0 0 - 2 01 8 - 0 3 3 0 1 - 00 solicitud c o n j u n ta de divorcio, no se a d q u i r i e r on bienes q ue sea n e c e s a r io l i q u i d a r.
De o l io lado, se aprecia la a u s e n c ia de información dcerca de la existencia en C o l o m b ia de p r o c e so en c u r so a l g u no y t a m p o co se c o n o ce s e n t e n c ia ejecutoriada de j u e c es liacionales sobre el m i s mo a s u n t o.
4. Conclusión.
C o mo se a d v i e r t en satisfechos l os p r e s u p u e s t os jurídicos p a ra a c c e d er a lo p r e t e n d i d o, el r e c o n o c i m i e n to de la homologación ha de ser la c o n s e c u e n c i a. P or t a n t o, se ordenará la inscripción d el fallo e x t r a n j e r o, c o mo de esta s e n t e n c i a, t a n to en el folio óorrespondiente al registro civil de m a t r i m o n io c e l e b r a do e n t re los a n t es m e n c i o n a d o s, c o mo en el de su n a c i m i e n t o, en atención a los artículos 5, 6, 10, 1 1, 22 y 72 del D e c r e to 1 2 70 de 1 9 7 0, p a ra lo c u a l, la secretaría librará l as c o m u n i c a c i o n es a q ue h a ya l u g m. IIL DECISIÓN En mérito de lo e x p u e s t o, la S a la de Casación Civil de
la C o r te S u p r e ma de J u s t i c i a, a d m i n i s t r a n do j u s t i c ia en n o m b re de la República y p or a u t o r i d ad de la ley. ? Rad. n ." 1100 l-()2-ü3-00U-2ül 8 - 0 3 30 l OO RESUELVE PRIMERO. CONCEDER el execiuátur solicitado p or W i l m er E n r i q ue R o m e ro O r j u e l a, cm c u a n to a la s e n t e n c ia de 6 de n o v i e m b re de 2 0 15 proferida p or el J u z g a do de P r i m e ra I n s t a n c ia n .' 3 de E e r r o l, P r o v i n c ia La Coruña (España), m e d i a n te la c u al se d e c r e to la disolución, p or divorcio de m u t uo a c u e r d o, d el v i n c u la m a t r i m o n i al s u r g i do e n t re el solicitante e I n g r id K a t h e r i ne S o l a no Jiménez. SEGUNDO. ORDENAR la inscripción de esta p r o v i d e n c ia j u n to c on la s e n t e n c ia h o m o l o g a d a, t a n to en el folio c o r r e s p o n d i e n te al registro civil de m a t r i m o n io c e l e b r a do e n t re l os a n t es m e n c i o n a d o s, c o mo en el de su
n a c i m i e n t o, en atención a los artículos 5. 6, 10, 1 1, 22 y 72 del D e c r e to 1 2 70 de 1 9 7 0. p a ra lo c u a l, la secretaría librará las c o m u n i c a c i o n es a q ue h a ya lugar. Copíese y notifíqueáé, P r e s i d e n te de S a la MAR< Raíl, n, :iüC)l CiJ-l)3-ÜÜU-2U18-033(jl-Ü() ALVARO F E R N A N DO GARCÍA R E S T R E PO