🇨🇴⚖️ La Rama Judicial valida a Ariel en prueba de concepto de IA. Conoce los resultados aquí

CSJ - SC2805-2016

Corte Suprema de Justicia

Icono de documento PDF

Descargar PDF

Disponible

Detalles

Título
CSJ - SC2805-2016
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2016

KepúBRca de CoComBia Corte Suprema de Justicia

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACIÓN CIVIL

FERNANDO GIRALDO GUTIÉRREZ

Magistrado Ponente SC2805-2016 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 (Discutida y a p r o b a da en sesiones de veinte de o c t u b re y p r i m e ro de diciem bre de dos m il quince) Bogotá D.C., c u a t ro (4) de m a r zo de dos m il dieciséis (2016). D e c i de la C o r te el r e c u r so de casación i n t e r p u e s to p or los prescribientes en reconvención frente a la s e n t e n c ia de 19 de d i c i e m b re de 2 0 1 2, p r o f e r i da p or la S a la C i v il F a m i l ia del T r i b u n al S u p e r i or d el D i s t r i to J u d i c i al de A n t i o q u i a, d e n t ro del proceso reivindicatorío agrario de M a r i l uz Ángel de C o r r ea y Cecilia Ángel Mejía c o n t ra A n t o n io María, M a r ta M a r g a r i t a, B l a n ca G a b r i e l a, D i o s e l i n a, A r g e m i r o, T e r e s i ta del Niño Jesús, Víctor L u i s, A l b e r to A n t o n io y Octavio de

Jesús A r i as T o r o, así c o mo Rubén Darío, J u an M a r i o, P e d ro Luís, J o hn J a i r o, S i l v ia Isabel, O r l a n do A n t o n i o, José Rodrigo, C a r l os J a i m e, E s t er J u l i a, María E l s y, L uz M e r y, H u go Albeiro, César A u g u s to y W i l s on A l b e r to A r i as C o r r e a, en su calidad de s u c e s o r es d e t e r m i n a d os de P e d ro J u an A r i as T o ro y los demás h e r e d e r os i n d e t e r m i n a d os de éste. Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 I.- EL LITIGIO 1. - L as a c c i o n a n t es p i d i e r on q ue los d e m a n d a d os l es r e s t i t u y an u na m e n or extensión q ue h a ce p a r te de la «Finca Santa Inés», localizada en La Ceja, c o r r e s p o n d i e n te a la c a sa p a ra t r a b a j a d o r es y el «lote aledaño de un área aproximada de 5.000 metros cuadrados, cercado con postes y alambre de púas», c on «todas las cosas que forman parte de [ellos] o se

reputen inmuebles por destinación o adhesión»; así c o mo l os f r u t os c o r r e s p o n d i e n t e s. 2. - S o p o r t an el r e c l a mo en l os s i g u i e n t es s u p u e s t os tácticos (folios 3 a 6, c n o . l ): a. -) A d q u i r i e r on el d o m i n io de t o do el t e r r e no p or adjudicación en la partición s o l e m n i z a da en la e s c r i t u ra 3 3 75 de 1 9 9 4, o t o r g a da en la Notaría C a t o r ce de Medellín. b. -) A n t e c e d i e r on e se título los i n s t r u m e n t os públicos 3 1 91 de 1 9 92 y 1 8 15 de 1 9 90 de la Notaría Catorce; a si c o mo 1 7 54 y 1 9 80 de 1 9 82 de la Notaría S e g u n d a, a m b as de esa m i s ma c i u d a d. c. -) L os actos de posesión s on posteriores al fallecimiento de A n t o n io José A r i as A c e v e do (28 m a r. 1 9 9 5 ), q u i en e ra tenedor, m o m e n to a p a r t ir d el c u al s us d e s c e n d i e n t es i n t e r v i r t i e r on t al calidad. 3.- L os h e r m a n os A r i as T o ro y s us s o b r i n os se

Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 O p u s i e r o n, f o r m u l a n do c o mo defensas «falta de identidad entre el predio pretendido por las demandantes y el predio poseído por los demandados», «prescripción [extintiva]», «prescripción adquisitiva» y «temeridad y mala fe» (folios 6 1a 6 6, cno. 1). 4.- T o d os ellos r e c o n v i n i e r on en p e r t e n e n c ia respecto de un «lote de terreno deforma irregular de una extensión de 8.381,30 metros, con casa de habitación que comprende un área construida de 273 metros cuadrados, conocida como Santa Inés, la cual a su vez, hacía parte de la Hacienda La Virginia 2». C o mo s u s t e n to a d u j e r on q ue (folios 1 a 5, cno. 2): a. -) H an o c u p a do la h e r e d ad p or más de t r e i n ta (30) años c on ánimo de señores y dueños, l e v a n t a n do edificaciones y m e j o r a s, c r i a n do a n i m a l es y explotándola agrícolamente. b. -) El ejercicio de l os actos m e n c i o n a d os ha sido público, c o n t i n uo y pacífico, s in reconocer d e r e c ho ajeno. 5. - El c u r a d or ad litem de l os c a u s a b i e n t es

d e s c o n o c i d os de P e d ro J u an A r i as T o ro i n t e r v i no s in f o r m u l ar r e p a r os (folios 94 y 9 5, c u a d e r no 1). 6. - L as c o n t r a d e m a n d a d as se r e s i s t i e r on a la usucapión (folios 11 al 13, cno. 2). Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 7. - El J u z g a do Civil d el C i r c u i to de La Ceja desestimó l as aspiraciones de p e r t e n e n c ia y accedió a la reivindicación (15 abr. 2 0 0 8 ), folios 1 73 al 1 8 2, cno. 1. 8. - El s u p e r i or confirmó la sentencia, al d e s a t ar la alzada de l os c o n t r a d i c t o r es ( 12 feb. 2 0 0 9 ), folios 23 al 3 3, cno. 1 2. 9. - La C o r te casó la decisión d el ad quem, p or i n c u r r ir en n u l i d ad al no agotar la a u d i e n c ia de q ue t r a ta el inciso 2° del artículo 3 60 del Código de P r o c e d i m i e n to Civil, c u ya práctica p i d i e r on a m b as p a r t es ( 19 dic. 2 0 1 1 ), folios

86 al 1 0 4, cno. 1 3. 10. - El T r i b u n a l, u na v ez a g o t a do el p a so pendiente, profirió fallo en i g u al s e n t i do d el a n t e r i or ( 19 d i c. 2 0 1 2 ), folios 1 68 al 1 8 5, cno. 12. II.- FUNDAMENTOS DE LA PROVIDENCIA IMPUGNADA 1. - Se a c r e d i t a r on l os p r e s u p u e s t os de la acción de d o m i n i o, esto es, la p r o p i e d ad en c a b e za de las p r o m o t o r a s; la posesión de la c o n t r a p a r t e; y la i d e n t i d ad e n t re el predio q ue se pretende y el poseído, p u e s, «aunque las partes en el proceso tenían diferencias en la extensión del mismo, se puede concluir inequívocamente que se refieren al mismo bien», c o mo se estimó en C SJ SC 8 feb. 2 0 0 8, r a d. 6 7 5 8. 2. - Verificado el c u m p l i m i e n to de tales exigencias, se e x a m i na si se c u m p l en los veinte (20) años r e q u e r i d os p a ra Radicación n" 05376-31-03-001-2005-00045-03 acceder a la prescripción e x t r a o r d i n a r i a, p or lo q ue c o b ra

r e l e v a n c ia «el proceso de declaración de pertenencia, iniciado el 10 de octubre de 1983, entre el señor Antonio José Arias Acevedo y el señor Pablo Mejía, en el cual el primero desistió de la acción por haber llegado a una transacción», d o n de reconoció o c u p ar la c a sa y el lote en «comodato precario», comprometiéndose a q ue s us sucesores lo entregarían p a s a d os q u i n ce (15) días luego de q ue falleciera. 3. - De e se a c u e r do «elevado a escritura» se v i s l u m b ra q ue h a s ta el deceso de A r i as A c e v e do ( 28 m a r. 1995), «los demandantes habitaban el inmueble en calidad de familiares del comodatario», p or lo q ue a la presentación del libelo ( 14 m a r. 2 0 0 5) «el señor Argemiro Aria Toro no cumple con el tiempo exigido» (sic) c on ese propósito. 4. - A pesar de q ue «existen algunos actos similares que son desarrollados por el poseedor y el tenedor con respecto a una cosa» c o mo c u a n do la o c u p a n, «mientras el tenedor detente materialmente el objeto sin ánimo de dueño, reconociendo esa calidad en otra persona, nunca podrá transformarse en poseedor, sin importar el tiempo que permanezca en esa condición», lo q ue acontece «siempre que se rebele expresa y públicamente contra el derecho del propietario». 5. - No h ay p r u e ba de q ue a n t es de m o r ir A n t o n io

José A r i as A c e v e do «los demandantes se habían rebelado expresa y públicamente, intervirtiendo del título de meros tenedores del predio objeto de este proceso, en virtud de la Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 familiaridad con el mencionado comodatario», lo q ue no se j u s t i f i ca c on la m e ra aprehensión física de la cosa, c o mo se dijo en C SJ SC 17 oct. 1 9 73 y SC 15 sep. 1 9 8 3. 6.- Es i n a d m i s i b le la p o s t u ra de q ue la posesión se ejerce desde a n t es de la defunción de A n t o n io José, ya que no los v i n c u la el c o m o d a to que este suscribió en vida, «toda vez que no es posible que con fundamento en un mismo título se tengan las calidades de poseedor y tenedor», s in q ue o b r en m e d i os de convicción de que «los demandados hayan habitado y explotado el bien objeto de este proceso a título distinto del comodatario que era su padre». III.- LA DEMANDA DE CASACIÓN F o r m u l an un solo a t a q ue p or vía indirecta, c o mo c o n s e c u e n c ia de e r r or de h e c ho en la apreciación de l as

p r o b a n z a s. ÚNICO CARGO A c u s an la aplicación i n d e b i da de l os artículos 7 7 5, 7 7 7, 7 8 6, 9 4 6, 9 5 0, 9 6 1, 9 6 6, 2 2 0 0, 2 2 1 1, 2 2 19 y 2 5 20 del Código Civil; dejando de tener en c u e n ta los artículos 7 6 2, 7 6 3, 7 7 8, 7 7 9, 7 8 0, 9 8 1, 1 5 0 7, 1 6 0 2, 2 5 1 2, 2 5 1 8, 2 5 3 1, n u m e r a l es 1°, 2° y 3° y 2 5 32 ibidem, m o d i f i c a do este último p or el r de la L ey 50 de 1 9 3 6; así c o mo 1 77 y 4 07 n u m e r a l es 1° y 3° del Código de P r o c e d i m i e n to Civil. D e s a r r o l l an el c u e s t i o n a m i e n to en estos términos: 6 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 1. - Se equivocó el follador al t e n er p or establecido, s in estarlo, q ue la posesión m a t e r i al i n d i v i sa a l e g a da p or los

accionados y a la vez actores en reconvención, fue posterior a la m u e r te de A n t o n io José A r i as Acevedo, en v i s ta de «una situación de mera tenencia emergente de un contrato de comodato precario, iniciada en octubre de 1983, a partir de la terminación por transacción de un proceso de pertenencia seguido por aquel en vida contra Pablo Mejía Jaramillo y otros». 2. - D el c o n t e n i do de e se d o c u m e n to únicamente se v i s l u m b ra q ue A n t o n io José A r i as A c e v e do hizo «un acto de reconocimiento negativo de no ser ocupante "a título de señor y dueño" de la finca rural Santa Inés» a d m i t i e n do s er t e n e d or de la m i s m a, «asumiendo la consecuente obligación, caso de ocurrir su muerte, de restituir, obligación que hace extensiva a sus causahabientes prometiendo por ellos sin hacer siquiera implícitamente indicación alguna de ser su legítimo representante», lo q ue es u na «mera suposición que incontrastablemente pone de manifiesto el propio tenor literal de la prueba escrita». 3. - P or el c o n t r a r io quedó establecido q ue la «calidad sustancial de coposeedores materiales que por pasiva los legitima en común frente a la acción reivindicatoría» la ejercían «todos y cada uno respecto de todas y cada una de las partes del inmueble y no en la de "familiares del comodatario" (...) cuando se produjo la muerte de este

último», c o mo f i g u ra en l as declaraciones de José V i c e n te Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 Q u i n t e ro O s p i n a, M a r io José Ramírez Ramírez y A l b e r to C o r r ea Londoño, r e n d i d as en p r o c e so a g r a r io de restitución de t e n e n c i a, a n te el J u z g a do Civil d el C i r c u i to de La Ceja, «corroboradas» en el d i l i g e n c i a m i e n to p or Jesús E l i as C a r m o na T o r o, María E f i g e n ia V a l e n c ia D a za y F l a v io A l o n so Gómez V a r g a s. Desconoció así q ue «la concurrencia pro indiviso de varios poseedores sobre un mismo objeto configura la coposesión que en consecuencia presupone la presencia de ellos de un uso compartido pero no dividido, con independencia de la cotitularidad de derechos atributivos de goce y ostentados en régimen de comunidad», c o mo establece la j u r i s p r u d e n c i a. 4. - La c o t i t u l a r i d ad exige «en su exterioridad, igualdad de naturaleza y de grado entre la pluralidad de situaciones posesorias convergentes, no así en sus causas iniciales o sobrevenidas por interversión», s in q ue del escrito se d e s p r e n da q ue la posesión de l os opositores «cuya

existencia se tuvo por acreditada en marzo de 2005 (...) no era el mismo el 28 de marzo de 1995 a la muerte de Antonio José Arias Acevedo y tampoco otros once años atrás» c u a n do lo firmó. 5. - La t e n e n c i a, además de s er t e m p o r a l, «reviste fuerza obligatoria relativa pues por principio no perjudica ni beneficia a terceros» y de c o n f o r m i d ad c on el artículo 1 5 07 del Código Civil «en el evento de haber el mero tenedor prometido la misma restitución por un tercero de quien no es su legítimo representante (...) no le será exigible una prestación de tal naturaleza al tercero de no haber este 8 Radicación n" 05376-31-03-001-2005-00045-03 ratificado posteriormente la promesa», p or lo q ue «la obligación restitutoria estipulada a cargo de los mismos demandados por el comodatario Antonio José Arias Acevedo, el titulo de mera tenencia y por ende el reconocimiento de dominio ajeno que envuelve, es para ellos "res inter alios acta", les es por completo indiferente». 6. - El s e n t e n c i a d or alteró en su objetividad el c o n t e n i do d el m e m o r i al de d e s i s t i m i e n to dirigido al J u ez P r o m i s c uo del C i r c u i to de La Ceja, al c o n c l u ir erróneamente q ue l os «pretendidos prescribientes en el presente proceso,

ocuparon en calidad de familiares del comodatario Antonio José Arias Acevedo» el predio objeto de litigio h a s ta el fallecimiento de éste ( 28 m a r. 1995), c u a n do de allí no se extrae «la existencia de una detentación precaria de la finca "Santa Inés" ejercida por parte de los demandados y actores en reconvención» h a s ta e se i n s t a n t e, ni m u c ho m e n os «la existencia a cargo de ellos de la obligación restitutoria del inmueble, exigible una vez terminado el presunto comodato». 7. - P or el c o n t r a r i o, los t e s t i m o n i os practicados y los t r a s l a d a d os a q ue ya se hizo mención, d an c u e n ta de f o r ma c o n c l u y e n te de la coposesión m a t e r i al i n i n t e r r u m p i da de los c o n t r a d i c t o r es p or más de l os veinte ( 2 0) años, pública y pacífica, «siempre con exclusión» de l as a c c i o n a n t e s, p u e s, de a s u m ir c o mo cierta la hipótesis de q ue h a b i t a r on el i n m u e b le «en la calidad que afirma la sentencia» h a s ta el 28 de m a r zo de 1 9 9 5, «ello de suyo no es indicativo de mera tenencia y lo cierto es que la situación con la entidad

posesoria» en r e a l i d ad se configuró, p or lo q ue procedía la Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 prescripción e x t r a o r d i n a r ia p r o p u e s ta c o mo excepción y en reconvención, pero q ue se negó a reconocer el ad quem. 8.- También se cometió dislate «probatorio de hecho, manifiesto y trascendente, por suposición absoluta de evidencia inexistente en la actuación», al t e n er p or establecido q ue l os descendientes de A n t o n io José A r i as A c e v e do «inmediatamente después de ocurrida la muerte de este último se convirtieron en coposeedores», en v i r t ud d el p r i n c i p io de «inmutabilidad de la causa», q ue solo cede «ante la nítida y contundente demostración de actos posesorios atribuibles al tenedor que se manifiesten exteriormente y, además, sean idóneos en punto de revelar el cambio en el "título" cuya ocurrencia transforma la relación de mera tenencia en posesión material». C o mo de e so «no obra prueba objetiva», siendo q ue e sa «metamorfosis» no p o d ia darse p or «el arbitrio unilateral de ellos y tampoco por "...el simple lapso de tiempo..."», debió p r e s u m i r se q ue el c o m o d a to continuó y d e s e s t i m ar «la demanda por improcedencia de la reivindicación pretendida»,

ya q ue «mientras el vínculo negocial en cuestión no desaparezca, es ley para las partes y sus derechohabientes». CONSIDERACIONES 1.- Las p r o p i e t a r i as de un i n m u e b le r u r al s o l i c i t a r on q ue se o r d e n a ra la reivindicación de u na m e n or extensión p or s us o c u p a n t e s, q u i e n es a su v ez c o n t r a d e m a n d a r on en usucapión de la m i s ma a d u c i e n do q ue la d e t e n t an p or más 10 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 de v e i n te (20) años. 2. - El fallador de s e g u n da i n s t a n c ia confirmó la decisión d el a quo, accediendo a la acción de d o m i n io y d e s e s t i m a n do l as a s p i r a c i o n es de l os poseedores, en v i s ta de q ue no e x i s t en p r u e b as de q ue éstos t u v i e r an t al calidad a n t es de la m u e r te de su a s c e n d i e n te A n t o n io José A r i as Acevedo, q u i en e ra t e n e d or d el predio, p or lo q ue el lapso desde q ue ocurrió e se h e c ho ( 28 m a r. 1 9 9 5) a la presentación del libelo ( 14 m a r. 2 0 0 5) es i n f e r i or al exigido

p a ra a d q u i r ir p or prescripción e x t r a o r d i n a r i a. 3. - L os r e c o n v i n i e n t es a l e g an q ue el T r i b u n al sopesó i n d e b i d a m e n te el m a t e r i al d e m o s t r a t i v o, t o da v ez q ue el d o c u m e n to d o n de A n t o n io José A r i as A c e v e do aceptó s er c o m o d a t a r io d el f u n d o, comprometiéndose a devolverlo p or m e d io de s us sucesores p a s a d os q u i n ce ( 1 5) días de q ue falleciera, no e ra suficiente p a ra d e s c o n o c er la antigüedad de su condición y n e g ar la p e r t e n e n c i a. 4. - El a t a q ue i n d i r e c to de la s e n t e n c ia c o mo r e s u l t a do de y e r r os de facto en la valoración p r o b a t o r i a, requiere de un esfuerzo a r g u m e n t a t i vo q ue aflore la grave equivocación d el j u z g a d o r, en v i s ta de la d i s p a r i d ad existente e n t re lo q ue los m e d i os de convicción a r r o j an y lo q ue de ellos extrajo o dejó de acoger, p r o d u c i e n do u na

determinación c o n t r a r ia a la q ue u na m e s u r a da y a c e r t a da tasación conllevaría. Le s on p or t a n to ajenos l os d i s c u r s os e n c a m i n a d os a Radicación n" 05376-31-03-001-2005-00045-03 sugerir p r o p u e s t as a l t e r n as o j u i c i os críticos que, p or m uy e l a b o r a d os q ue s e a n, no l o g r an d e r r u m b ar la labor d e s a r r o l l a da p or el sentenciador, q ue se e s t i ma e n t e r a m e n te a t i n a d a. La S a la sobre esta variable tiene d i c ho q ue (...) al denunciarse en el punto la comisión de errores de hecho probatorios, pertinente resulta memorar que no cualquier yerro de esa estirpe es suficiente para infirmar un fallo en sede de casación, sino que se requiere que sea manifiesto, porque si se edifica a partir de un complicado proceso dialéctico, así sea acertado, frente a unas conclusiones también razonables del sentenciador, dejaría de ser evidente, pues simplemente se trataría de una disputa de criterios, en cuyo caso prevalecería la del juzgador, puesto que la decisión ingresa al recurso extraordinario escoltada de la presunción de acierto (SC d el 9 de agosto de 2 0 1 0, rad. 2 0 0 4 - 0 0 5 2 4 ). 5.- T i e n en r e l e v a n c ia p a ra los fines del proveído estos

aspectos: a.-) Q ue A n t o n io José A r i as A c e v e do promovió p r o c e so de p e r t e n e n c ia c o n t ra «Pablo Mejía y otros», a n te el J u z g a do P r o m i s c uo del C i r c u i to de La Ceja, al c u al se allegó escrito desistiendo de la acción ( 10 oct. 1983), «por haber llegado a una transacción» c o n s i s t e n te en (folios 67 y 6 8, cno. 1): (i) El p r o m o t or reconoció q ue o c u p a ba «la casa "Santa Inés" en la hacienda La Virginia y el lote aledaño (...) 12 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 a título de comodato gratuito y precario», s in q ue recibiera remuneración l a b o r al o t u v i e ra ánimo de señor y dueño. (ii) L os allí d e m a n d a d os c o n c e d i e r on p e r m i so p a ra q ue el t e n e d or s i g u i e ra «habitando la casa "Santa Inés" con su familia, a título de comodato gratuito y precario, hasta su muerte». (iii) El a c c i o n a n te garantizó q ue «sus causahabientes desocuparán el inmueble de que se trata, en un término de quince (15) días a partir de la fecha de su muerte», so p e na de p a g ar u na m u l ta e i n d e m n i z ar los perjuicios o c a s i o n a d os

c on la negativa. (iv) Éste se comprometió i g u a l m e n te a e n t r e g ar en los q u i n ce ( 1 5) días siguientes a q ue se le n o t i f i c a ra «una eventual negociación de venta del mismo inmueble a terceros extraños a la familia de los propietarios o a sociedades que no tengan el carácter de familiares o ninguna vinculación jurídica o económica con los actuales propietarios o sus causahabientes». b.-) Q ue a M a r i l uz Ángel de C o r r ea y Cecilia Ángel Mejía, en la liquidación de c o m u n i d ad q ue tenían c on la s o c i e d ad Mejía de Peláez y Cía. S. en C, según e s c r i t u ra 3 3 75 de 1 9 94 de la Notaría Catorce de Medellín, se l es adjudicó la F i n ca S a n ta Inés c on folio de matrícula i n m o b i l i a r ia 0 1 7 - 0 0 2 2 5 2 9, de la c u al f o r ma p a r te la z o na a q ue se refirió el a n t e r i or a c u e r do (folios 16 al 27 cno. 9 ). 13 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 c. -) Q ue l as h e r m a n as Ángel, en la cláusula décimo q u i n ta del referido i n s t r u m e n t o, d i j e r on «respetar el acuerdo

suscrito por el señor Pablo Mejía Jaramillo con el señor Antonio José Arias Acevedo ante el Juez Promiscuo del Circuito de La Ceja (Ant.) el 10 de octubre de 1983», del c u al se protocolizó copia (folio 21 y 2 3, cno. 9 ). d. -) Q ue A n t o n io José A r i as A c e v e do permaneció en la m e n or extensión h a s ta su fallecimiento (28 m a r. 1995), folio 2 8, cno. 9. e. -) Q ue de la relación e n t re A n t o n io José A r i as y E s t h er J u l ia T o ro n a c i e r on Octavio de Jesús, A n t o n io María, M a r ta M a r g a r i t a, B l a n ca Gabriela, D i o s e l i n a, A r g e m i r o, Víctor Luís, T e r e s i ta d el Niño Jesús, A l b e r to A n t o n io y P e d ro J u an A r i as T o ro (folios 47 al 5 4, 56 y 5 7, cno. 9 ). f. -) Q ue P e d ro J u an A r i as T o ro falleció ( 22 n o v. 1997), d e j a n do c o mo d e s c e n d i e n t es a Rubén Darío, W i l s on Alberto, H u go Albeiro, César A u g u s t o, María Elsy, L uz M e r y, C a r l os J a i m e, E s t er J u l i a, José Rodrigo, O r l a n do de

Jesús, J o hn J a i r o, S i l v ia Isabel, J u an M a r io y P e d ro Luís A r i as C o r r ea (folios 31 al 4 5, cno. 1). g. -) Q ue M a r i l uz y Cecilia d i v i d i e r on la F i n ca S a n ta Inés en tres fracciones, c o mo c o n s ta en e s c r i t u ra 5 0 52 de 2 0 00 de la Notaría D o ce de Medellín, q u e d a n do la p a r te que es m a t e r ia de la litis en el tercer lote, al q ue se asignó la m a t r i c u la i n m o b i l i a r ia 0 1 7 - 0 0 3 1 1 23 (folios 1 29 al 1 3 8, 14 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 c u a d e r no 1). h.-) Q ue la determinación d el ad quem se estructuró en estos términos: (i) No existe discusión sobre l as calidades de p r o p i e t a r i as de l as p r o m o t o r as y de p o s e e d o r es de s us contradictores. (ii) A pesar de q ue se planteó u na divergencia en c u a n to a la i d e n t i d ad d el b i en m a t e r ia de m u t ua petición, esa i n c o m p a t i b i l i d ad quedó s u p e r a d a, p or lo q ue f ue p l e na

la individualización de éste. (iii) En v i s ta de q ue se reúnen los p r e s u p u e s t os p a ra la reivindicación, e ra i m p e r i o so verificar el lapso d u r a n te el c u al los opositores ejercieron c o mo señores y dueños de la parcela, p a ra establecer la v i a b i l i d ad de la prescripción a d q u i s i t i va e x t r a o r d i n a r ia de d o m i n io q ue alegaron. (iv) A n t o n io José A r i as A c e v e do aceptó p or escrito s er t e n e d or del i n m u e b le p r e t e n d i do ( 10 oct. 1983), estado q ue m a n t u vo h a s ta su m u e r te (28 m a r. 1995). (v) C on antelación a e sa última fecha l os hijos y n i e t os de a q u el h a b i t a b an la casa c o mo f a m i l i a r es d el c o m o d a t a r i o, lo q ue no se p u e de c o n f u n d ir c on el «animus domini» r e q u e r i do en la usucapión. (vi) No h ay p r u e ba de q ue en v i da de A n t o n io José, 15 Radicación n" 05376-31-03-001-2005-00045-03 éste y s us descendientes i n t e r v i r t i e r an la f o r ma c o mo se

b e n e f i c i a b an del b i e n. (vii) No es a d m i s i b le q ue si se d e t e n ta u na c o sa en «tenencia» se p r e d i q ue q ue simultáneamente la m i s ma f ue «poseída». 6.- R e s u l ta i n f r u c t u o so el d i s e n t i m i e n to de l os i m p u g n a n t e s, p or estos m o t i v o s: a.-) N i n g u na discusión se p r o p o ne en relación c on la p r e s e n c ia de t o d os l os r e q u i s i t os de éxito en la acción de d o m i n i o, q ue c o n c u e r d an a su v ez c on la mayoría de los de v i a b i l i d ad de la p e r t e n e n c i a, s i e n do el único d e s a c u e r do el t i e m po de posesión acreditado. Es así v a no p r e d i c ar q ue «al tener por establecido como un hecho cierto que los demandantes prescribientes, después de ocurrida la muerte de Antonio José Arias Acevedo el 28 de marzo de 1995, intervirtieron el título de meros tenedores en poseedores» lo i n d i c a do e ra «la desestimación de la demanda por improcedencia de la reivindicación pretendida», en v i s ta de q ue «mientras el vínculo negocial en cuestión no desaparezca, es ley para las partes y sus derechohabientes». E sa manifestación de los r e c u r r e n t es d i s t o r s i o na t a n to

los aspectos t a c t u a l es a d m i t i d os p or t o d os ellos c u a n do c o m p a r e c i e r on al pleito, c o mo lo q ue t u vo p or establecido el fallador, ya q ue a m b as p a r t es c o i n c i d i e r on en q ue al m o m e n to en q ue empezó la c o n t i e n da los d e m a n d a d os e r an 16 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 «poseedores», i n d i s t i n t a m e n te de la f o r ma c o mo l l e g a r on al predio. T an es así q ue en la contestación l os opositores a c e p t a r on ser «poseedores de un predio que aparece inscrito en mayor extensión, a nombre de las demandantes» y simultáneamente r e c o n v i n i e r on en p e r t e n e n c i a, p or lo q ue c o mo lo tiene d e c a n t a do la j u r i s p r u d e n c ia (...) si con ocasión de la acdón reivindicatoría el demandado confiesa ser poseedor del bien perseguido por el demandante o alega la prescripción adquisitiva respecto de él, esa confesión apareja dos consecuencias probatorias: a) el demandante queda exonerado de demostrar la posesión y la identidad del bien, porque el primer elemento resulta confesado y el segundo admitido, b) el juzgador queda relevado de analizar otras probanzas tendientes a demostrar la posesión. ( C SJ SC 0 03 de

14 m a r. 1 9 9 7, reiterada en SC 14 d i c. 2 0 00 y S C. 12 de diciemb re de 2 0 0 1, e n t re otras). Y a pesar de q ue t al situación se ha a t e m p e r a do en los casos d o n de la «confesión» viene a p a r e j a da de o t r as c i r c u n s t a n c i as q ue la c o n d i c i o n a n, c o mo c u a n do se acepta ser p o s e e d or pero c o mo c o n s e c u e n c ia de un título de d o m i n io q ue e n t ra a d i s c u t ir c on el de la c o n t r a p a r te o existe d i s p a r i d ad t o t al o relevante e n t re l as áreas q ue r e c l a ma c a da q u i e n, en el evento de q ue se c o n s t a te u na c o i n c i d e n c ia e n t re lo q ue a m b as b u s c an esa aceptación de q u i e n es t i e n en en su poder el b i en c on ánimo de señores y dueños pero s in ser p r o p i e t a r i o s, c o b ra relevancia. 17 Radicación n" 05376-31-03-001-2005-00045-03 P or eso, a pesar de q ue los h e r m a n os A r i as T o ro y s us s o b r i n os A r i as C o r r ea a g r e g a r on q ue se t r a t a ba de «un

predio diferente en extensión y forma, al que demandan» las accionantes, q u i e n es «pretenden un predio de una extensión de 5.000 metros aproximadamente y de forma rectangular o cuadrada, según la demanda», m i e n t r as q ue «los demandados poseen un predio de una extensión de 8.381.30 metros cuadrados, con un área construida de 273 metros cuadrados en forma de polígono irregular», esa discrepancia la descartó el ad quem c on la inspección j u d i c i al llevada a c a bo al lote, de la c u al d e d u jo la «identidad entre el bien pretendido, del cual son titulares del derecho de dominio las demandantes y el poseído por los demandados». En S C 2 5 5 1 - 2 0 15 resaltó la Corte, frente a los alcances de la «confesión» de la «posesión» de los «reivindicados», q ue (...) a pesar de que el Tribunal no hubiera apreciado las manifestaciones vertidas en la contestación y en el escrito de excepciones, tal yerro, si lo hubo, sería intrascendente, pues aquella admisión ("ser poseedores") escuetamente considerada, si bien constituiría un hecho de suyo desfavorable a la parte que la hizo, solamente probaría eso, la posesión, pero no establecería sobre qué porción de terreno recae ella, pues recuérdese que a dicho reconocimiento le acompañaron los demandados algo escindible pero calificador de esa detentación de facto: son poseedores, pero de algo de lo que son dueños. Y, como se encarga el recurrente de hacer ver, el dictamen no es conducente

para probar la posesión (...) En otras palabras, esa singular distinción que hicieron los demandados acerca de que poseían, pero lo de ellos, impide que se entienda aplicable a este caso la añeja doctrina jurisprudencial de la Corte, hoy matizada por 18 Radicación n° 05376-31-03-001-2005-00045-03 pronunciamientos posteriores que admiten la desestimación del aserto por otras probanzas adosadas al expediente (cas. civ. del 16 de diciembre de 2011, exp.05001-3103-001-2000-00018-01 ), consistente en que con la admisión de los demandados de ser poseedores, queda demostrado tanto ese elemento como la identidad del predio poseído con el reclamado. (...) Y no es aplicable dicha jurisprudencia al presente caso, no solo en atención a la mentada indivisibilidad de la confesión, sino en vista de que en materia de identidad del bien litigado en asuntos reivindicatoríos, según se anti

Estás viendo una vista previa

Lee el documento completo con Ariel

Este es un fragmento de uno de los más de 1.2 millones de documentos de la biblioteca de Ariel. Crea tu cuenta para leerlo completo, descargarlo y consultarlo con Ariel, que siempre te lleva a la fuente exacta: Ariel NO alucina.

Consultar sobre este documento ...