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CSJ - SC4415-2016

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - SC4415-2016
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2016

REPÚBLICA DE COLOMBIA

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA

SALA DE CASACIÓN CIVIL ARIEL SALAZAR RAMÍREZ zyxvutsrqponmlkjihgfedcbaYXVTSRPONMLJIHGEDCBA M a gis tra d o Pon en te SC4415-2016

Exp.: 11001-02-03-000-2012-02126-00

(Aprobado e n sesión de primero de marzo de dos m il dieciséis) Bogotá D.C., trece (13) d e ab ril d e d o s m i l dieciséis (2016). Se resu elve e l recu rs o extr a or d in a r io d e revisión q u e formuló e l señor Alb erto R u iz L la n o con tr a l a s en ten cia proferida e l p r im er o d e febrero d e dos m i l on ce p or l a S a la Única del T r i b u n a l S u p er ior del D is trito J u d icia l d e Yop a l.

I. ANTECEDENTES

A. La pretensión C o n fu n d a m e n to e n l a ca u s a l octava d e l artículo 3 8 0 del Código d e Procedimiento Civil, e l im p u g n a n te pretende s e declare s i n valor la sentencia qu e es objeto d e la revisión.

B. Los hechos

I. E l 2 5 d e agosto d e 2 0 0 5 Alb erto R u iz Lla n o formuló d e m a n d a or d in a r ia agraria d e perturbación d e l a posesión Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00

con tr a C a m ilo L u is A k l M oa n a ck , c o n e l fin d e ob tener l a restitución del predio E l Caimán o L a M a c u m b a , u b ica do e n el m u n icip io d e Orocué (Casanare), y l a or d en d e respetar l a posesión ejercida sobre e l m i s m o . yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA

2. Afirmó q u e e l d em a n d a d o l e arrebató s u posesión sobre e l in m u eb le e n agosto d e 2 0 0 4 , m ed ia n te l a expulsión de s u s adroinistradores, encargados y trab ajadores, d e l o cu a l tu vo conocimiento e l 2 7 d e ese m e s y año.

3. L a d e m a n d a s e presentó e l 2 5 d e agosto d e 2 0 0 5 .

4. E n s u contestación, e l d em a n d a d o s e op u s o a l a s pretensiones y formuló l a s excepciones d ez «yixnveupttsirtuqpdo nmdelk jliah gfedcbaTSRPNMLJFEDCA demanda por falta de requisitos formales»; «no se cita en la demanda a la persona que según la ley debe citarse»; <pleito pendiente»; e «inexistencia del derecho». A d u jo q u e e l d em a n d a d o jamás ejerció la posesión del predio conocido con el n o m b r e d e «El Caimán» o «La Macumba».

5. E l 2 6 d e febrero d e 2 0 1 0 s e dictó sentencia qu e negó las pretensiones y condenó e n costas a l actor. E n s u motivación, e l a quo consideró q u e d e acu erdo c o n l o establecido e n e l artículo 9 7 6 del Código Civü., p a r a l a fecha e n qu e s e promovió el proceso «la acción ya había prescrito».

6. E l d em a n d a n te in ter p u s o recu rs o d e apelación con s u s tento e n q u e n o era viable declarar l a prescripción, p o r cu a n to ésta n o s e alegó. S os tu vo qu e las p r u eb a s co n fir m a n qu e Camüo L u is A k l M o a n a c k l o despojó d e l a posesión qu e ejercía, motivo por e l qu e debió acogerse el petitum.

Radicación n" 11001-02-03-000-2012-02126-00 yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA

7. M ed ia n te s entencia d e 1 d e febrero d e 2 0 1 1 , e l Tr ib u n a l confirnió la providencia d e p r i m e r a in s ta n cia p orqu e el término previsto e n e l artículo 9 7 6 del es ta tu to civil e s d e ca d u cid a d y n o d e prescripción, p o r l o q u e er a viable s u decreto d e oficio.

C. E l recurso extraordinario de revisión C o n f u n d a m e n to e n l a ca u s a l 8 ^ del artículo 3 8 0 d e l Código d e Procedimiento Civil, e l i m p u g n a n t e afirmó q u e existió n u l i d a d origina da e n l a s entencia q u e p u s o fin a l proceso, tod a v e z q u e l a competencia d e l T r i b i m a l s e circunscribía a l o qu e fue m a te r i a d e l a apelación, e s decir a resolver s i procedía o n o l a declaración de[prescripción¡que L J I O fu e alegada por l a pa rte d em a n d a d a , s i n qu e fu er a viable p r on u n cia r s e sobre la cadu cidad.

D e ahí q u e e lz yaxdvu tsqruqpemon mlkinjichugfrerdiócb aTeSnRP NeMlL JmFEoDtCivAo con temp la d o e n e l artículo 1 4 0 d e l or d en a m ien to adjetivo, p u es a l exceder los límites d e l o qu e fu e objeto d e l recu rso, traspasó l a 'competencia fu n cion a l' qu e le había sido asignada. Agregó qu e l a decisión fue caprichosa p or qu e e l término extintivo con temp la d o e n e l artículo 9 7 6 d e l Código Civil cla r a men te e s d e prescripción, com o l o expresa esa n o r m a , y

n o d e cadu cidad, com o erróneamente fu er a in terp reta d o por el Tr ib u n a l. 3 Radicación n" 11001-02-03-000-2012-02126-00 yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA

D. Trámite del recurso extraordinario

1. E l 1 5 d e m a r zo d e 2 0 1 3 s e admitió l a d e m a n d a y s e ordenó correr el traslado d e rigor.

2. E l d em a n d a d o solicitó negar las pretensiones porqu e, a s u ju icio, n o s e configuró la n u l id a d alegada.

3. M ed ia n te proveído d e 2 4 d e m a y o d e 2 0 1 3 s e decreta ron las p ru eb a s solicitadas.

4. E l 5 d e ju lio d e 2 0 1 3 s e corrió tra s la d o a las pa rtes p a r a q u e p r es en ta r a n s u s alegatos d e conclusión, o p o r tu n id a d qu e a m b a s a p rovech a ron .

n. CONSIDERACIONES

1. E l recu rs o d e revisión e s u n m ed io d e impugnación extra ord in a rio q u e tiene p o r finalidad corregir l o s errores evidentes y trascendentEiles e n q u e h a y a in c u r r id o u n a s en ten cia ejecu toriada. E s x m a excepciónz yaxlv uptsrriqnpcoinpmiol kdjiheg fedcbaTSRPNMLJFEDCA

in m u ta b il id a d d e las sentencias e n c u a n to otorga primacía a l a protección d e l a b u e n a fe (causales 1^, 2, 3^, 4^, 5^, 6^), e l derecho d e defensa (causales 7 ^ y 8^) y l a cosa ju zg a d a a n ter ior (cau sal 9). C o n relación a l m e c a n i s m o procesal d e des conocer d e m a n e r a excepcional y ju s tifica d a e l principio d e l a in m u ta b il id a d d e l a s sentencias ejecu toriadas, C h ioven d a explica: Radicación n" 11001-02-03-000-2012-02126-00 zyxvutsrqponmlkjihgfedcbaTSRPNMLJFEDCA Nada ofende en si a la razón, que la ley admita la impugnación de la cosa juzgada; pues la autoridad misma de la cosa juzgada no es absoluta y necesaria, sino que se establece por consideraciones de utilidad y oportunidad; de tal suerte que esas mismas consideraciones pueden a veces aconsejar que sea sacrificada, para evitar la perturbación y el daño mayores que se producirían de conservarse una sentencia intolerablemente injusta. (Instituciones de derecho procesal civil. Vol. III. Madrid: 1940, p. 406) M a s , e l recu rs o q u e s e analiza, p r ecis a men te p o r s e r excepcional, requ iere l a delimitación precisa d e s u ejercicio, p u es d e otro m o d o s e desfiguraría s u n a tu r a l e za

extr a or d in a r ia y l a s egu rid a d jurídica d e l o s fallos lega lmente e n fir m e sufriría u n grave men os ca b o. Por ello, e l artículo 3 8 0 d e l Código d e Pr oced imien to Civil con s a gra los únicos n u eve casos e n los qu e e s posible f u n d a m e n t a r l a revisión d e u n a sentencia. D e n t r o d e éstos, se e n c u e n tr a e l qu e s e alegó e n l a d e m a n d a qu e s e e x a m i n a ( n u m e r a l 8°), corres pondiente a l a "nulidad originada en la sentencia que puso fin al proceso y que no era susceptible de recurso". ywvutsrqponmljigfedcbaUEC 2, E s t a ca u s a l s e refiere a l a n u l i d a d qu e s u rge e n e l acto m i s m o d e dictar e l fallo c o n q u e t e r m i n a e l ju icio, s iemp r e y c u a n d o n o p r oced a n e n s u c o n tr a los recu rs os d e apelación o d e casación, p u es a n te esta posib ilidad, l a irregu la rid a d deberá alegarse a l s u s te n ta r tales m e c a n i s m o s de defensa; d e m o d o qu e s i l a respectiva impugnación n o s e in ter p u s o, s e p rod u ce e l s a n ea m ien to del even tu a l vicio.

Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 Respecto d e esta cau sal, h a reiterado la C orte qu e «...no zyxvutsrqponmlkjihgfedcbaTSRPNMLJFEDCA se trata, pues, de alguna nulidad del proceso nacida antes de proferir en éste el fallo que decide el litigio, la que por tanto puede y debe alegarse antes de esta oportunidad, so pena de considerarla saneada; ni tampoco de indebida representación ni falta de notificación o emplazamiento, que constituye causal específica y autónoma de revisión, como lo indica el numeral 7° del texto citado, sino de las irregularidades en que, al tiempo de proferir la sentencia no susceptible del recurso de apelación o casación, pueda incurrir el follador y que sean capaces de constituir nulidad, como lo sería, por ejemplo, el proferir sentencia en proceso terminado anormalmente por desistimiento, transacción o perención; o condenar en ella a quien no ha figurado como parte; o cuando dicha providencia se dicta estando suspendido el proceso». (CXLVIII, 1985) D e igu a l m od o, l a j u r is p r u d en cia h a aclarado q u e l a n u l id a d q u e su rge d e l fallo tiene q u e s e r d e n a tu r a leza es tricta mente procesal, e n ta n to l a finalidad del recu rs o d e revisión s e dirige a «abolir una sentencia cuando en ella misma o con ocasión de su pronunciamiento se ha vulnerado el debido proceso o menoscabado el derecho de defensa.» (CSJ SC, 22 Sep. 1999. R. 7421)

E s decir q u e h a d e tra ta rse d e «una irregularidad que pueda caber en los casos específicamente señalados por el legislador como motivos de anulación, puesto que en el punto rige en el procedimiento civil el principio de taxatividad, como es bien conocido. (SR 078 de 12 de marzo de 1991, sin publicar), lo cual significa que 'los motivos de nulidad procesal de la sentencia son estrictamente aquellos que -a más de estar expresamente previstos en el Código de Procedimiento Civil- ...se hayan configurado exactamente en la sentencia y no antes». (CSJ SC, 2 9 oct. 2 0 0 4 . Rad. 0 3 0 0 1 ) 6 Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 L a d octr in a h a indica do q u e esta ca u s a l d e n u l i d a d p u ed e originarse zyx«vcuotsnrq polanm lskejinhgtfeendccbiaaT SRfPiNrMmLaJFdEaD CAcon menor número de magistrados o adoptada con un número de votos diversos al previsto por la ley, o la pronunciada en proceso legalmente terminado por desistimiento, transacción, perención, o suspendido o interrumpido» (Hernando M O RA L E S MOLINA. Curso de derecho procesal civil. Parte general. 8^ ed. Bogotá: ABC, 1983. P. 652) Ad icion a lmen te, esta Corporación h a a d m itid o q u e l a irregu la rid a d bajo análisis s e p res en ta también c u a n d o s e

con d en a a q u ie n n o h a figurado e n e l proces o com o parte, o si a l resolver l a s oHcitu d d e aclaración del fallo s e t e r m i n a modificándolo, y cu a n d o s e dicta s en ten cia «sin haberse abierto el proceso a pruebas o sin que se hayan corrido los traslados para alegar cuando el procedimiento así lo exija». (C S J S C , 2 9 A g o. 2 0 0 8 . Ra d . 2 0 0 4 - 0 0 7 2 9 ) L a n u l i d a d origina da e n l a s entencia s e refiere, d e m a n e r a exclu siva, a la a u s en cia d e a lg u n o d e losy xvurtesrqqpounmiljsihigftedocbsaZ YVUTSRPONMLJIGFEDCBA formales qu e l a l e y exige p a r a l a constitución d e es e acto procesal, visto únicamente desde u n a perspectiva p roced imen ta l; e s decir p o r faltar e l p r es u p u es to adjetivo qu e s e requ iere p a r a q u e dicho fallo p r od u zca l o s efectos jurídicos q u e l a l e y i n s tr u m e n ta l l e a tr ib u ye. D e ahí q u e p u e d a s e r considerado com o u n a nulidad procesal y n o com o u n error e n l a girgumentación, p u es esto último podrá

ser objeto d e casación p or vicios in judicando e n los ca sos e n los qu e h u b ier e lu gar, pero n o d e revisión. E s t a n u l id a d , por ta nto, n o p u ed e con fu n d ir s e con las deficiencias o excesos q u e p u ed a ten er e l con ten id o d e l a sentencia, y q u e dicen relación a s u fundamentación Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 jurídica o prob a toria , a la ra zona b ilida d d e s u s conclu s iones o, e n fin, a cu a lqu ier t e m a relacionado con e l fondo d e l a controversia. yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA 3, P o r regla general, l a n u l i d a d p o r falta d e competen cia n o e s u n vicio q u e p u e d a originarse en l a sentencia, p u es l a atribución d e poder d e decisión a l fu n cion a rio legalmente facu ltado p a r a conocer d e u n litigio d eter m in a d o s e realiza e n e l u m b r a l d e l proceso y n o a l m o m e n t o d e a dopta r la resolución d e mérito. S ien d o l a competencia l a a p titu d del ju ez p a r a ejercer la jurisdicción d e l E s ta d o e nz yuxnv utscrqapsoon mlckojnihcgrfeetdoc, baTdSeR PNMLJFEDCA

con for m id a d con las reglas establecidas p or e l Título 11 d e l Código d e Procedimiento Civil, r es u lta incontestab le qu e s u fijación s e d a e n las p r im er a s etapas del ju icio, teniendo e l ju ez tres op or tu n id a d es p a r a pronu ncicirse a l respecto, a saber: a) A l realizar e l e x a m e n sobre l a a d mis ib ilid a d d e l a d em a n d a , d e a cu erdo c o n l o dis pu es to e n l o s incisos penúltimo y antepenúltimo d e l artículo 8 5 d e l a l e y procesal: El juez rechazará de plano la demanda cuando carezca de jurisdicción o de competencia, o exista término de caducidad para instaurarla, si de aquélla o sus anexos aparece que el término está vencido. 8 Radicaciónz ny" x11v0u0t1s-r02q-p03o-n00m0-l2k0j1i2h-g02f1e2d6c-0b0a TSRPNMLJFEDCA Si el rechazo se debe a falta de competencia o jurisdicción, él juez la enviará con sus anexos al que considere competente; en los demás casos, al rechazar la demanda se ordenará devolver los anexos, sin necesidad de desglose. yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA b) A l resolver l a excepción d e falta d e comp eten cia

a lega da p or e l d e m a n d a d o d en tr o del término d e tr a s la d o d e la d e m a n d a , según l o dis pone e l n u m e r a l 2^ del artículo 9 7 ejusdem. P u ed e el ju ez, e n efecto, h a b er p a s a d o in a d ver tid a la cir cu n s ta n cia previs ta e n e l artículo 8 5 y a citado, l o q u e p er m ite a l d e m a n d a d o alegar l a in com p eten cia com o excepción previa. c) P o r último, s i l a excepción n o e s opu es ta , deb e e l j u e z a d op ta r l a s med id a s q u e considere necesarias p a r a evitar n u lid a d es y sentencias inhib itoria s , según l o dis pone el Parágrafo 5 " d e l artículo 1 0 1 d e l es ta tu to adjetivo. S i n emb a rgo, e n tratándose d e u n a situación d e in comp eten cia , el deb er q u e este precepto i m p o n e a l ju zga d or s e con creta exclu s iva men te a l factor fu n cion a l - q u e e s e l único in s a n ea b le- , p u es l o s demás m otivos d e in com p eten cia s e entenderán s a nea dos p or l a v o l u n t a d d e las pa rtes s i éstas n o l o s a lega ron e n s u deb ida o p o r tu n id a d procesal. D e

h ech o, l a l e y procesal p roh ib e a l j u e z declarar l a falta d e comp eten cia d is tin ta d e l a fu n cion a l s i l a pa rte in ter es a d a n o l a invocó e n l a f o r m a y términos previstos e n e s e o r d e n a m ie n to (artículos 148 inciso 2 " y 144 n u m . 5°). C o n todo, p u ed e darse e l caso qu e l a n u l i d a d p or falta de comp eten cia fu n cion a l n o s e a a d vertid a e n n i n g u n a eta p a previa a l a s entencia d e s eg u n d a in s ta n cia y , p o r Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 ta n to, s e dicte este acto procesal b ajo l a pres en cia d e l a lu d id o vicio, l o q u e ameritaría l a interposición d e l r ecu r s o extra ord in a rio d e casación, c o n invocación d e l a ca u s a l 5^, si a ello h u b ier e lu gar, a fin d e corregir l a anomalía proces a l gen era d ora d e n u l id a d ins a nea b le. yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA

4. C o n relación a l a n u l id a d p o r falta d e comp eten cia fu nciona l, es ta Corporación tiene dicho l o sigu iente: zyxvutsrqponmlkjihgfedcbaTSRPNMLJFEDCA

Como bien se sabe, para la distribución de la competencia entre los distintos funcionarios judiciales, deben tenerse en cuenta ciertos criterios que en el derecho procesal se conocen como factores determinantes de competencia, uno de los cuales es el funcional, referido al repartimiento vertical o por grado de la competencia, en consideración a estadios procesales. Sin duda alguna, la noción distintiva entre jueces a qu o y a d quem, nace de la aplicación de este criterio distributivo, porque entre uno de sus roles está, precisamente, el de poner en vigencia el principio constitucional de la doble instancia, según el cual al superior jerárquico funcional le corresponde conocer, entre otros, del recurso de apelación interpuesto contra las providencias dictadas por sus inferiores... ...ese conocimiento del 'superior', juez de segunda instancia, surge con ocasión de la presencia de las condiciones que el legislador ha establecido para la adquisición de esa competencia (funcional); exigencias que no son otras distintas a las señaladas por los arts. 351 y 352 ibidem, como requisitos para la concesión y admisibilidad del recurso de apelación, a los cuales deben aunarse los generales para todo recurso, siendo en su totalidad los siguientes: a) que la providencia sea apelable; b) que el apelante se encuentre procesalmente legitimado para recurrir; c) que la providencia impugnada cause perjuicio al recurrente, por 10 Radicación n" 11001-02-03-000-2012-02126-00 zyxvutsrqponmlkjihgfedcbaTSRPNMLJFEDCA cuanto le fue total o parcialmente desfavorable, y d) que el recurso se interponga en la oportunidad señalada por la ley,

consultando las formas por ella misma establecidas. Si los citados requisitos no se cumplen, por referirse ellos a condiciones formales de procedibilidad que tocan con la admisibilidad del recurso y no con su fundábilidad, entonces, el inferior debe negar su concesión, pues de no proceder así el superior debe inadmitirlo, como expresamente lo indica el inciso 3° del artículo 358 del Código de Procedimiento Civil, cuando preceptúa: "Si no se cumplen los requisitos para la concesión del recurso, éste será declarado inadmisible y se devolverá el expediente al inferior... Si no obstante las previsiones legales, el a quo y el ad quem, separándose de ellas, conceden y admiten un recurso de apelación con olvido de los requisitos vistos, no por ello se puede concluir en el abono o prórroga de la competencia funcional, porque siendo normas de orden público las reguladoras del recurso y por ende del factor funcional que opera, son de imperativo cumplimiento, lo cual a la postre implica que la competencia se adquiere pero bajo la pauta de un principio de reserva y estricta legalidad, que sólo tiene realización en tanto se agoten los requisitos mínimos para la admisibilidad del recurso. Por razones semejantes, la parte in fine del artículo 144 del Código de Procedimiento Civü, consagra como no saneable la nulidad derivada de la falta de competencia funcional, instituyéndola por consecuencia como una de las causas de nulidad que luego se puede aducir como motivo de casación (artículo 368, ord. 5°, ibidem), así la parte impugnante en el recurso extraordinario no lo huya denunciado en el curso de la

segunda instancia... (CSJ S C 2 2 d e s ep tiemb r e d e 2 0 0 0 . Ra d. 5362) 11 Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 S i n emb a rgo, según n u e s tr o o r d e n a m ie n to procesal, l a comp eten cia fu n cio n a l n o s e limita a los niveles (su perior o inferior) e n q u e los d is tin tos ju eces con ocen d e u n r ecu r s o vertical, s in o q u e s e refiere, además, a u n a asignación d e fu n cion es específicas a ca d a u n o ellos, s i n a ten d er a l grado, c u a n d o s e tr a ta d e resolver u n a s u n t o d is tin to a u n a impugnación. S ob re e l p a r ticu la r esta S a la h a aclarado: zyxvutsrqponmlkjihgfedcbaTSRPNMLJFEDCA En virtud del factor funcional en estricto sentido, que es el que aquí interesa, el legislador toma en cuenta la diversa índole de las funciones que deben cumplir los jueces que intervienen en las distintas instancias de un mismo proceso (competencia por grados), de modo que habrá jueces de primera y de segunda instancia; pero se sabe además que el Código de Procedimiento Civil colombiano aplica el factor funcional según la clase de función que el juez desempeña en un proceso, distinta del grado, y así por ejemplo tiene la Corte competencia fundonál para conocer del recurso de casación o de revisión. ( C S S C 2 6 J u n

2003, Rad. 7258) A u n q u e comúnmente s e l e su ele l l a m a r comp eten cia p or razón, d e l grado, e s más a propia do d e n o m i n a r l a p o r razón d e l a función, p or qu e l a ley l a establece a ten d ien d o l a la b or especial q u e desempeña e l órgano ju d icia l a l a d m in is tr a r j u s ticia y n o únicamente p o r l a s d is tin ta s in s ta n cia s e n q u e el ju icio s e en cu en tr e. Según C a m e l u t t i , esta comp eten cia s e d a «por la especial actividad que le está encomendada a un tribunal, lo que da lugar a la conocida división en tribunales de primera, de segunda instancia y de casación.» (Eduardo PAYARES. Diccionario de derecho procesal civü. p. 162) Así, a u n q u e l a comp eten cia fu n c io n a l s e circu ns crib e gen er a lmen te a l a distribución d e los proces os en tr e ju eces 12 Radicación n" 11001-02-03-000-2012-02126-00 de p r im e r a , d e s eg u n d a in s ta n c ia y l a C or te d e Casación, también ob edece a las precisas fu n cion es qu e se les a s ig n a n a los d is tin tos órganos ju dicia les s i n a ten d er a l grado, c o m o

p or ejemplo e l exequátur d e s entencia s y la u d os a rb itra les proferidos e n país extra n jero, o los proces os contencios os e n qu e sea p a r te u n a gente diplomático a credita do a n te e l gob ierno d e l a República, e n los casos previs tos p or e l derecho in ter n a cion a l, cu yo con ocim ien to corres ponde a l a S a la de Casación Civil de l a C orte S u p r e m a de J u s ticia . C o m o r e s u l ta fácil advertir, l a comp eten cia f u n c io n a l es u n a s u n t o es en cia lmen te d is tin to a lo qu e ocu r r e c u a n d o el ju ez, a l m o m e n t o d e resolver l a impugnación, i n c u r r e e n yer r os sob re e l fon d o del litigio, c o m o a contece cu sindo extiende s u decisión a p u n t o s qu e n o f u e r o n m a t e r i a d e in con for m id a d p or pa rte del r ecu r r en te. D e h ech o, l a s reglas q u e fijan l a com p eten cia r es p o n d en a necesidades d e o r d e n público, p or l o qu e n o s o n su sceptib les d e ser p rorroga d a s p or l a v o l u n t a d d e las pa rtes, cu a lq u ier a qu e s ea e l factor qu e l a d eter m in e, ta l

c o m o lo d is p on e el artículo 13 del Código d e Pr oced imien to Civil. D e ahí qu e ningún factor d e com p eten cia p u ed e q u ed a r s u p ed ita d o a l a r b itr io de los litiga ntes expres a do e n la sustentación de s u s recu rs os . L a atribución de comp eten cia a u n fu n cion a r io j u d icia l p a r a l a resolución d e u n ca s o concreto n o tiene n a d a q u e ver con las limita cion es a qu e aquél q u e d a s u jeto a l a h o r a de resolver u n e x tr e m o del litigio e n razón de u n r ecu r s o d e apelación, p or q u e a m b a s s itu a cion es ob ed ecen a 13 Radicaciónz ny" x1v1u0t0s1-r0q2p-0o3n-0m00l-k20j1i2h-g02f1e2d6c-0b0 aTSRPNMLJFEDCA necesida des prácticas y a in s titu tos procesales d e d is tin ta n a tu r a leza y finalidad. D e m a n e r a qu e s i e l ju ez q u e conoció d e l recu rs o d e apelación f u e efectivamente e l fu n cion a r io q u e l a l e y procesal tiene previsto p a r a p r o n u n c ia r e l fallo d e s egu n d a ins ta ncia , entonces n o es posible qu e s e i n c u r r a e n n u l id a d

por e l factor fu n cion a l. L a competencia fu n cion a l - se reitera - s e concreta a los eventos descritos e n e l Capítulo I V del Título II (artículos 2 5 a 28) del or d en a m ien to procesal, y e n él definitiva mente n o se in clu ye - co m o n o p u ed e estar in cl u id a - u n a situación d e reformatio in pejus o d e l principio tantum devolutum quantum appellatum consagrado e n e l artículo 3 5 7 d e l a ley adjetiva. yxvutsrqponmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA

5. D e con for mid a d con l o estipu lado p or este precepto, «la apelación se entiende interpuesta en lo desfavorable al apelante, y por lo tanto el superior no podrá enmendar la providencia en la parte que no fue objeto del recurso, salvo que en razón de la reforma fuere indispensable hacer modificaciones sobre puntos íntimamente relacionados con aquélla. Sin embargo, cuando ambas partes 'hayan apelado o la que no apeló hubiere adherido al recurso, el superior resolverá sin limitaciones».

L a citada disposición en u n cia e l postu lado q u e l a doctrina h a denomina do ywvutsrqtpoanmnljigtfeudcbmaU EC d e v o l u t u m q u a n t u m appellatumf, p o r cu ya virtu d e l conocimiento del ju ez q u e resuelve l a impugnación for mu la d a por u n apelante único s e en cu en tra circunscrito a l a s precisas cuestiones q u e h a y a n

14 Radicación n" 11001-02-03-000-2012-02126-00 sido objeto del recu rso. E s ta limitación e s l a expresión d e u n principio general del derecho procesal, según e l cu a l e l ju ez qu e conoce d e u n recu rso está circu nscrito a lo qu e es m a te r ia de agravios, dado q u e n o está facu ltado p a r a despojar a l apelante único del derecho m a ter ia l qu e l e fue reconocido e n la providencia recu rrida , y q u e f u e aceptado p o r l a contraparte q u e n o impugnó u n extr emo d e l litigio q u e le desfavoreció. D e este mod o, l o q u e n o e s m a ter ia d e impugnación s e tiene como consentido, s e a beneficioso o perjudicial, p o r l o q u e l a alzada (y d e hecho, cu a lqu ier recurso) s e resuelve e n la med id a d e los agravios expresados. E ste pos tu la do reposa e n el; principio d e congru encia, p u es los ju eces d e apelación n o p u ed en fallar sobre ningún a s u n to q u e n o les h a ya sido propu esto, a m e n o s q u e esté íntimamente ligado con e l objeto d e la impugnación. D e su erte qu e cu a n d o l a apelación h a sido p u n tu a l, los demás aspectos de l a sentencia -esto e s los qu e n o fu er on objeto d e recu rsoa dqu ieren la a u tor id a d d e la cosa ju zgada. No es, s in emb argo, cu alqu ier p u n to qu e a l recu rrente le interese dejar inalterado e l qu e tiene l a vir tu a lid a d d p limita r la resolución del ju zga dorz yxavudts rqqpuonemmlkj,ih gfsedicbnaToS RqPNuMeL JFEdDeCAbe tra ta rs e d e u n a impugnación parcial e n l a qu e e l extr emo del litigio qu e n o e s recu rrido n o s e relaciona con e l te m a qu e es m a te r ia d e la cens u ra ; además, debe tra ta rs e d e u n a decisión qu e n o fue atacada por l a parte legitimada p a r a ello, h a b ien d o tenido l a op or tu n id a d d e hacerlo. Los poderes del ad quem para rescindir total o parcialmente la resolución impugnada - explica E d u a r d o P A Y A R E S - , s e determinan de acuerdo con la regla de Derecho que reza: Ta n tu m 15 Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 devolutun q u a n tu m apellatum. zyxCvutosrnqp oenmlllokj ihgqfuedicebarTeS RPdNMeLcJiFrEsDeC A que el tribunal ad quem, sólo puede reformar la sentencia impugnada dentro de los límites en que se impugnó: si fue atacada en su

integridad, totalmente si así procede; si se objetó parcialmente, los poderes el tribunal mencionado quedan restringidos en la misma mediday wEvunts ortqrpaso nmlpjiaglafebrdacsb, aUECla sen t en c i a dely axdv uqtuserqnpao. nmljihgfedcbaZYVUTSRPONMLJIGFEDCBA », en g en er a l todas tas que se dicten para resolver un recurso, deben ser congruentes con las p r et en si o n es del recurrente". (Diccionario de Derecho Procesal Civil, p. 681) E ste principio n o pu ede confu ndirse c o n l a prohibición de reformatio in pejus prevista e n e l artículo 3 1 d e l a Constitución Política, según l a cu a l "el superior no podrá agravar la pena impuesta cuando el condenado sea apelante único"; a r g u m e n to éste q u e utilizó e l recu rren te p a r a ^ fu nda menta r la ca u s a l alegada e n revisión. Tanto si el recurso abre una segunda instancia - explica e l referido autor—, como cuando no lo hace, rige el principio de la reformatio i n pejus, que consiste en lo siguiente: si una de las partes impugna una resolución, y la otra se conforma con ella, tácita o expresamente, la sentencia que declare improcedente el recurso, no puede modificar la resolución impugnada dañando al recurrente. Este principio se funda en que los recursos los otorga la ley en beneficio de quien los utiliza, y no en su perjuicio. (Ibid, p. 682) L a reformatio in pejus pres u pon e: a) q u e s e tra te d e u n

apelante único, l o q u e imp lica q u e l a pa rte perju dica da c o n la decisión s e con for m a c o n ella a l n o im p u g n a r l a ; y b) q u e la s entencia q u e resu elve e l recu rs o des mejore l a situación del r ecu r r en te reconocida e n l a p r i m e r a in s ta n cia . P a r a l o s efectos d e es ta figura r es u lta irrelevante s i s e tr a ta d e u n a 16 Radicación n° 11001-02-03-000-2012-02126-00 impugnación psircial (que a ta ca u n o o a lg u n os ex tr em os del litigio, en ten d ien d o p o r tales l o s p u n t o s o te m a s q u e con s titu yen e l cen tro d e l a controversia) o total, d a d o qu e e l principio s e viola c u a n d o s e e m p e o r a e l d erech o s u s ta n cia l qu e l a s en ten cia c e n s u r a d a reconoció a l único r ecu r r en te. E l principio^z ytxavuntstruqpmonm lkdjihegfvedoclbuaTtSuRmPN MLJFqEuDCaAntum appellatum, e n ca mb io, tiene s u es encia e n e l d es b or d a m ien to del t e m a qu e fu e m a te r i a d e l a apelación, p or l o q u e s u violación sólo p u ed e pres enta rs e c u a n d o s e tr a ta d e u n a impugnación

parcial,^ esto e s q u e e l r ecu r s o n o cu es tion a todos l o s ex tr em os o p u n t o s res u eltos p or l a s en ten cia y , a p es a r d e

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