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CSJ - SC5231-2019

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - SC5231-2019
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Civil
Año
2019

República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala de CasaeiAn Civil ARIEL SALAZAR RAMÍREZ Magistrado ponente SC5231-2019 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 (Aprobado en sesión de cuatro de septiembre de dos m il diecinueve) Bogotá, D. C, t r es ( 0 3) de d i c i e m b re de d os m il diecinueve (2019). La C o r te decide el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación q ue i n t e r p u so la p a r te d e m a n d a da c o n t ra la s e n t e n c ia d el T r i b u n al S u p e r i or de T u n j a, p r o f e r i da el 4 de o c t u b re de 2 0 1 6, en el p r o c e so o r d i n a r io de la referencia.

I. EL LITIGIO

A. Las pretensiones G u i l l e r mo S e g u n do M o n r oy C o r r e d or demandó a N u b la Fernández Steevens, J a i ro A l b e r to Fernández Steevens y María E u g e n ia Fernández Steevens, p a ra q ue se declare q ue adquirió, p or prescripción e x t r a o r d i n a r i a, el d o m i n io d el i n m u e b le identificado c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia número 0 7 0 - 2 9 2 65 de la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os

Públicos de T u n j a. 1 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01

B. Los hechos

1. G u i l l e r mo S e g u n do M o n r oy C o r r e d or ha poseído el

predio u b i c a do en la calle 17 número 14 A - 49 de T u n j a, e identificado c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia número 0 7 0 - 2 9 2 65 de la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos de la m i s ma c i u d a d, desde el año 1 9 8 0.

2. Su posesión ha sido «quieta, pacífica, tranquila e ininterrumpida» Y s in reconocer d o m i n io ajeno.

3. L os «actos positivos» de posesión h an c o n s i s t i do en s e m b r a r, utilizar el p r e d io p a ra su v i v i e n da y la de su f a m i l i a, u s a r lo p a ra p a r q u e a d e ro y a r r e n d a r l o. Le ha h e c ho m a n t e n i m i e n to de cañerías, p i n t a do las f a c h a d a s, c o n s t r u i do t a n q u es de recolección de a g u as y baños, ha c a m b i a do el tejado e i n s t a l a do los servicios públicos. A la fecha, n a d ie le

ha h e c ho oposición.

4. F i g u r an c o mo los t i t u l a r es de d e r e c h os reales del b i en N u b ia Fernández Steevens, J a i ro A l b e r to Fernández S t e e v e ns y María E u g e n ia Fernández Steevens.

C. El trámite de las instancias

1. El j u ez admitió la d e m a n da el 19 de o c t u b re de 2 0 11

(folio 16, c u a d e r no 1).

2. J a i ro A l b e r to Fernández Steevens, María E u g e n ia Fernández Steevens y N u b ia Fernández Steevens se

2 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 o p u s i e r on a las p r e t e n s i o n es y f o r m u l a r on las e x c e p c i o n es d e n o m i n a d as «él demandante no es poseedor material en nombre propio, solo es un tenedor causa habiente universal», «falta de legitimación en la causa.por activa» e «inexistencia de los elementos axiológicos de la acción». Manifestó q ue el d e m a n d a n te no e ra p o s e e d or s i no c a u s a h a b i e n te de su m a d r e, I s a b el C o r r e d or C i f u e n t e s, q ue e ra a r r e n d a t a r i a, razón p or la q ue es un s i m p le tenedor. D i c ha p a r te no ha

ejecutado actos p o s i t i v os q ue i m p l i q u en m a n i f i e s ta rebeldía y q ue «desnaturalicen abierta y públicamente su condición primigenia». El actor, el 16 de m a r zo de 2 0 0 5, en u na conciliación, manifestó q ue había sido celador del i n m u e b le y pidió a los p r o p i e t a r i os $ 5 0 ' 0 0 0 . 0 00 «como retribución al servicio de celaduría que prestó al inmueble», c on lo q ue reconoció d o m i n io ajeno. Se designó c u r a d or p a ra los terceros i n d e t e r m i n a d o s, q ue no se o p u s o.

3. El j u ez de p r i m e ra i n s t a n c i a, en p r o v i d e n c ia de 25 de j u n io de 2 0 1 5, resolvió: üj d e c l a r ar no p r o b a d as l as e x c e p c i o n es p r o p u e s t a s, y ú") d e c l a r ar q ue el d e m a n d a n te adquirió, p or prescripción e x t r a o r d i n a r i a, el d o m i n io d el i n m u e b le objeto del proceso.

S o s t u vo q ue los testigos F r a n c i s co Monguí C a n a r i a, T i to

A n t o n io P u l i do M o l a n o, G u s t a vo M e n d o za Pinzón y J o r ge E n r i q ue Z i pa a f i r m a r on c o n o c er al d e m a n d a n te c o mo el «poseedor y dueño exclusivo» de predio, p or más de 20 años. El periodo p r o m e d io q ue refieren de posesión es de 35 años. 3 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 D i c ha posesión también se comprobó en la inspección j u d i c i a l, y c on las copias de l os procesos de restitución de i n m u e b le a r r e n d a do a d e l a n t a d os p or el p o s e e d or c o n t ra un a r r e n d a t a r i o. Se comprobó también q ue a u n q ue al inicio h u bo t e n e n c i a, d e r i v a da de un c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to q ue celebró su p r o g e n i t o ra c on q u i en f u e ra el dueño, en un proceso de p e r t e n e n c ia a n t e r i or «quedó de todas formas advertido» p or e s ta Corporación, c u a n do desató el r e c u r so de casación c o n t ra la s e n t e n c ia q ue negó el petitum, q ue «resultaba plausible concluir que la fecha de inicio de la posesión, correspondía al día siguiente del deceso de la causante Isabel Corredor Viuda de Moreno», o c u r r i da en

d i c i e m b re de 1 9 7 8, c on lo q ue completó el término de posesión exigido p or la ley. Y precisó q ue las m a n i f e s t a c i o n es h e c h as p or el actor en un trámite de conciliación extrajudicial no podían c o n s t i t u ir p r u e ba en su c o n t r a.

4. La p a r te d e m a n d a da apeló. Alegó q ue el a quo no t u vo en c u e n ta q ue el h e c ho de q ue se h u b i e s en dejado de p a g ar los cánones de a r r e n d a m i e n to no convertía al i n q u i l i no en poseedor, p u es p a ra q ue ello o c u r r i e se debía d e m o s t r ar su calidad m e d i a n te actos inequívocos de rebeldía c o n t ra el dueño, lo q ue no sucedió.

No ha existido intención de poseer, p u es el d e m a n d a n te no ha p a g a do i m p u e s t os ni c o n s t r u i do m e j o r a s. I n c l u s o, según un testigo, dejó caer u n as casas q ue allí existían. La s u p u e s ta posesión no ha sido pacífica, p u es t u vo p r o b l e m as Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 c on el a n t e r i or dueño y c on su h e r m a n o, a q u i en sacó «a las

malas»; t a m p o co ha sido c o n t i n u a, p u es en el p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i or se suspendió la c a l i d ad de p o s e e d or del d e m a n d a n t e, ya q ue en s e g u n da i n s t a n c ia el T r i b u n al y la C o r te c o n c l u y e r on q ue «no tenía la calidad de poseedor, por lo tanto, a partir de la ejecutoria del auto que ordenó obedecer y cumplir lo resuelto por la Sala de Casación Civil de la H. Corte Suprema de Justicia, no ha transcurrido el término necesario para adquirir por prescripción el inmueble de marras»; el a c t or reconoció d o m i n io ajeno, p u es en u na a u d i e n c ia de conciliación e x t r a j u d i c i al s o s t u vo q ue «no entrega él inmueble mientras no le cancelen la suma de $50'000.000 y en varias oportunidades les ha hecho ésta misma oferta a los demandados», además, se ha n e g a do a p a g ar el i m p u e s to a d u c i e n do q ue «ese inmueble no es de él, que paguen los dueños».

D. La sentencia impugnada El T r i b u n al S u p e r i or de T u n j a, el 4 de o c t u b re de 2 0 1 6, confirmó la decisión a p e l a da c on s u s t e n to en las s i g u i e n t es

consideraciones: E ra cierto q ue en un p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i o r, p r o m o v i do en el año 1 9 9 4, se n e g a r on las p r e t e n s i o n es del d e m a n d a n t e. Allí se consideró q ue G u i l l e r mo S e g u n do M o n r oy e ra p o s e e d or d e s de el año 1 9 7 7, posesión q ue no se derivó de la t e n e n c ia q ue tenía su m a d re en v i r t ud de un c o n t r a to de a r r e n d a m i e n to q ue ella celebró c on el p r o p i e t a r io en el año 1 9 7 1. P or el c o n t r a r i o, el a c t or alegó mna posesión Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 propia», no a favor de su m a d re ni de su sucesión, ni m e n os aún u na s u ma de posesiones. Además, en d i c ho proceso, en los fallos proferidos en el año 1 9 9 7, se concluyó q ue el actor entró en posesión c on p o s t e r i o r i d ad al 2 de d i c i e m b re de 1 9 78 y su petitum se negó en t al o p o r t u n i d ad p o r q ue c u a n do presentó la d e m a n d a, en

el año 1 9 9 4, aún no había c o m p l e t a do el término de posesión de 20 años. Advirtió q ue en n i n g u no de los p r o c e s os a d e l a n t a d os respecto al predio se le arrebató «ni interrumpió la calidad de poseedor», es más, se demostró t al vocación al aceptarse su calidad de a r r e n d a d o r. La posesión quedó a c r e d i t a da c on l as p r u e b as r e c a u d a d as en el p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i o r, también c on la inspección j u d i c i a l, en la q ue se dejó c o n s t a n c ia de q ue la c a sa q ue existe en el t e r r e no la h a b i ta el d e m a n d a n t e; o t ra p a r te la entregó en a r r e n d a m i e n to y o t ra la u t i l i za de p a r q u e a d e r o. L os testigos T i to A n t o n io P u l i do M o l a n o, G u s t a vo M e n d o za Pinzón y J o r ge E n r i q ue Z i p a, q ue s on vecinos y c o n o c en el predio desde h a ce más de 30 años, m a n i f e s t a r on q ue d u r a n te t o do e se t i e m po h an v i s to al

d e m a n d a n te allí, y es él q u i en m a n da en t al lugar, p u es h i zo c o n s t r u c c i o n e s. T a l es d e c l a r a n t es f u e r on coincidentes y sú c o n o c i m i e n to se d e r i va de la percepción d i r e c ta de l os h e c h o s. 6 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 En s u m a, concluyó q ue el f u n d a m e n to fáctieo de l as p r e t e n s i o n es se acreditó, p u e s: No solo de las actuaciones en los anteriores procesos sino en las pruebas directas se establece que el demandante ingresó a poseer al fallecer su progenitora en el año 1978. Su posesión no ha sido interrumpida... el demandante mostró posesión continua y no es ningún causahabiente a título universal de la señora Isabel Corredor Vda. de Monroy.

5. La p a r te d e m a n d a da formuló el r e c u r so e x t r a o r d i n a r i o.

IL LA DEMANDA DE CASACIÓN Se sustentó en dos c a r g os f u n d a d os en l as c a u s a l es 2.^ y 3.^ d el artículo 3 36 d el Código G e n e r al del Proceso. P or o r d en lógico se resolverá p r i m e ro el s e g u n d o, f u n d a do en un

y e r ro in procedendo. CARGO SEGUNDO C on s u s t e n to en la c a u s al 3 .^ d el artículo 3 36 d el Código G e n e r al del Proceso, la p a r te r e c u r r e n te alegó q ue la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c ia no e s t u vo en c o n s o n a n c ia «con la contestación de la demanda y excepciones propuestas». P a ra o p o n e r se a las p r e t e n s i o n e s, en su contestación, alegó q ue G u i l l e r mo S e g u n do M o n r oy C o r r e d or no e ra p o s e e d or s i no t e n e d o r, condición q ue o b t u vo p or s er c a u s a h a b i e n te de su m a d r e, Isabel F u e n t es V d a. de M o n r o y, 7 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 q u i en en v i da f ue a r r e n d a t a r ia en el predio en cuestión. Además, el actor no refirió «la interversión o conversión del título de tenedor a poseedor». D i c h os alegatos, s in e m b a r g o, no f u e r on a t e n d i d os en la sentencia. El j u z g a d or no se pronunció sobre ellos y t an solo a d u jo q ue la condición de p o s e e d or del d e m a n d a n te se

demostró, e n t re o t r as p r u e b a s, c on la d o c u m e n t al t r a s l a d a da de los procesos de p e r t e n e n c ia t r a m i t a d os c on a n t e r i o r i d a d, de ahí la «disonancia». Además, las evidencias r e c a u d a d as d e m u e s t r an q ue el d e m a n d a n te es tenedor, y p or t al razón «carece de congruencia lo alegado con lo decidido», ja q ue no se expresó «ningún razonamiento» p a ra c o n s i d e r ar q ue es poseedor. Agregó q ue existió i n c o n g r u e n c ia e n t re «la unidad probatoria y lo resuelto en la sentencia», p u es el j u ez t u vo q ue reconocer de oficio la excepción de c o sa j u z g a d a, c on f u n d a m e n to en lo r e s u e l to en el a n t e r i or proceso de p e r t e n e n c i a.

CONSIDERACIONES

1. La i n c o n g r u e n c ia es un q u e b r a n t a m i e n to de l as f o r m as esenciales del p r o c e d i m i e n to q ue se p a t e n t i za c u a n do la s e n t e n c ia decide sobre p u n t os ajenos a la c o n t r o v e r s i a, b deja de resolver l os t e m as q ue f u e r on objeto de la litis, o

realiza u na c o n d e na más allá de lo p r e t e n d i d o, o no sé p r o n u n c ia sobre a l g u na de las excepciones de mérito, c u a n do 8 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 es del caso h a c e r l o. T al vicio, c o mo lo ha r e i t e r a do e s ta Corporación, c o m p o r ta u na inejecución de l os preceptos procesales q ue establecen los límites d e n t ro de los c u a l es d e be desenvolverse la a c t i v i d ad del j u z g a d o r. P or ello, la d o c t r i na p r o c e s a l i s ta ha s o s t e n i do q ue e se e r r or se t r a d u ce en un v e r d a d e ro «exceso de poder» al m o m e n to de p r o f e r ir el fallo, p u es el j u ez está «desprovisto del poder de pronunciar más allá de los límites dentro de los cuales está contenido el tema de la controversia». ( C A L A M A N D R E I, Piero. La Casación Civil. T o mo I I. B u e n os Aires: E d i t o r i al Bibliográfica A r g e n t i n a, 1 9 4 5. Pág. 2 6 6 ). El proceso civil c o n t i e ne u na relación jurídico-procesal en v i r t ud de la c u al la a c t i v i d ad de las p a r t es y el c a m po de

decisión del j u ez q u e d an v i n c u l a d os a l os términos de la d e m a n da y su contestación. En efecto, t i e ne d i c ho la C o r te que: Los hechos y las pretensiones de la demanda, y las excepciones del demandado, trazan en principio los límites dentro de los cuales debe el juez decidir sobre el derecho disputado en juicio; por consiguiente, la incongruencia de un fallo se verifica mediante una labor comparativa entre el contenido de lo expuesto en tales piezas del proceso y las resoluciones adoptadas en él, todo en armonía con el artículo 305 del Código de Procedimiento Civil; de ese modo se podrá establecer si en verdad el juzgador se sustrajo, por exceso o por defecto, a tan precisas pautas. (SC de 6 de julio de

2005. Exp.: 5214-01) La fa cultad j u r i s d i c c i o n al del sentenciador al m o m e n to

9 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 de e m i t ir su decisión se e n c u e n t ra d e m a r c a d a, e n t re o t r as n o r m a s, p or el artículo 2 81 del Código G e n e r al del Proceso, a c u yo t e n o r: La sentencia deberá estar en consonancia con los hechos y las pretensiones aducidos en la demanda y en las demás oportunidades que este Código contempla y con las excepciones que aparezcan probadas y hubieren sido alegadas si así lo exige

la ley... No podrá condenarse al demandado por cantidad superior o por objeto distinto del pretendido en la demanda ni por causa diferente a la invocada en ésta. En e se o r d e n, el j u ez i n c u r re en el vicio de i n c o n s o n a n c ia p or e m i t ir u na s e n t e n c ia q ue decide sobre p u n t os ajenos a la c o n t r o v e r s ia o deja de resolver los t e m as q ue f u e r on objeto de la litis. I n c u r re en i n c o n g r u e n c i a, además, c u a n do c o n d e na al d e m a n d a do p or c a n t i d ad s u p e r i or o p or objeto o c a u sa d i s t i n ta de la i n v o c a da en la d e m a n da {ultra petita o extra petita). La a l u d i da c a u s a l, en línea de p r i n c i p i o, no p u e de i n v o c a r se sobre la b a se de h a b e r se decidido de m a n e ra a d v e r sa a los intereses del actor o c u a n do el r e s u l t a do d el proceso no satisface al i m p u g n a n te si la decisión — l i b re de excesos o a b s t e n c i o n es respecto de las p r e t e n s i o n e s— recae sobre lo q ue ha sido m a t e r ia del pleito.

2. En este caso no se advierte la falta de c o n s o n a n c ia

m a n i f e s t a da p or el r e c u r r e n t e, p u es c o n t r a r io a lo q ue alegó en el cargo, la s e n t e n c ia sí resolvió en f o r ma íntegra la controversia, y guardó c o n c o r d a n c ia c on l os h e c h os y 10 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 p r e t e n s i o n es a d u c i d os en la d e m a n d a, y c on las e x c e p c i o n es p r o p u e s t a s. En efecto, el d e m a n d a n te solicitó q ue se d e c l a r a ra q ue adquirió, p or prescripción e x t r a o r d i n a r i a, el d o m i n io d el i n m u e b le u b i c a do en la calle 17 número 14 A - 49 de T u n j a, identificado c on el folio de matrícula i n m o b i l i a r ia número 0 7 0 - 2 9 2 65 de la O f i c i na de Registro de I n s t r u m e n t os Públicos de la m i s ma c i u d a d, p or h a b e r lo poseído d e s de el año 1 9 8 0. P a ra o p o n e r se a d i c ho petitum, la p a r te d e m a n d a da formuló las e x c e p c i o n es q ue denominó «el demandante no es

poseedor material en nombre propio, solo es un tenedor causa habiente universal», «falta de legitimación en la causa por activa» e «inexistencia de los elementos axiológicos de la acción», s u s t e n t a d as en q ue G u i l l e r mo S e g u n do M o n r oy no e ra p o s e e d or s i no tenedor, p or s er c a u s a h a b i e n te de su m a d r e, a n t i g ua a r r e n d a t a r i a; q ue n u n ca demostró m a n i f i e s ta rebeldía c o n t ra el dueño q ue «desnaturalicen abierta y públicamente su condición primigenia»; y q ue en el año 2 0 05 reconoció d o m i n io ajeno en u na diligencia de conciliación extrajudicial. En su sentencia, el ad quem, ciñéndose a los r e p a r os concretos e m i t i d os p or los d e m a n d a d os c o n t ra la s e n t e n c ia de p r i m e ra i n s t a n c i a, . q ue accedió a la pretensión de p e r t e n e n c i a, consideró q ue t al decisión debía c o n f i r m a r se p o r q ue se acreditó q ue el actor ha poseído el i n m u e b le d e s de el año 1 9 7 7. Refirió q ue así se concluyó p or los juzgadores 11 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01

en el p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i o r, y se e v i d e n c i a ba de las demás p r u e b as r e c a u d a d a s. Precisó q ue el actor alegó «una posesión propia», s in vínculo a l g u no c on la relación m a t e r i al q ue t u vo su m a d re c on el b i e n; q ue d i c ha posesión f ue c o n t i n ua e i n i n t e r r u m p i d a, y q ue si en el p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i or no se declaró q ue adquirió p or prescripción, no f ue p o r q ue no se h u b i e se d e m o s t r a do ser el poseedor, s i no p o r q ue al m o m e n to de p r e s e n t ar la d e m a n d a, es decir, en el año 1 9 9 4, aún no había c o m p l e t a do el término q ue exigen las leyes. C on t al p r o c e d er respondió a t o d as l as c u e s t i o n es p l a n t e a d a s, al c o n s i d e r ar q ue la posesión p or el término de ley se comprobó, y q ue la m i s ma n i n g u na relación tenía c on la t e n e n c ia a n t e r i or de su p r o g e n i t o ra — c on lo q ue de p a so respondió al a r g u m e n to en q ue se s u s t e n t a r on l as

e x c e p c i o n e s —, y también, advirtió, q ue la situación láctica p l a n t e a da había v a r i a do en relación c on el p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i o r, p u es c u a n do se presentó la n u e va d e m a n da el t i e m po de posesión e ra suficiente p a ra a d q u i r ir p or prescripción e x t r a o r d i n a r i a, a diferencia de lo o c u r r i do en el trámite a n t e r i o r. En consecuencia, confirmó íntegramente la s e n t e n c ia q ue accedió a las p r e t e n s i o n es y negó la t o t a l i d ad de las excepciones, a las q ue les dio c o m p l e ta r e s p u e s t a, lo qué d e s c a r ta la falta de c o n g r u e n c ia alegada. Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 La C o r te advierte q ue lo q ue se reprochó en la acusación no fue, en el f o n d o, la falta de c o n s o n a n c ia en la s e n t e n c i a, s i no u na deficiente valoración de l as p r u e b a s, p u e s, c on i n s i s t e n c i a, la p a r te r e c u r r e n te e x p u so su i n c o n f o r m i d ad p o r q ue d i c ho j u z g a d or consideró q ue la posesión d el

d e m a n d a n te se comprobó c on la evidencia d o c u m e n t al t r a s l a d a d a, pese a q ue la m i s ma d e m o s t r a ba q ue aquél e ra tenedor, y no advirtió q ue en el o t ro p r o c e so ya se había d e b a t i do el m i s mo t e m a. R e s u l ta evidente q ue la i n c o n f o r m i d ad de d i c ha p a r t e, e n t o n c e s, se cimentó en u na s u p u e s ta valoración e q u i v o c a da de l as p r u e b a s, l as q u e, en su opinión, a c r e d i t a b an el s u s t e n to fáctieo de s us excepciones, argumentación q ue n i n g u na relación g u a r da c on el p r i n c i p io de c o n g r u e n c ia c o n s a g r a do en el artículo 2 81 del Código G e n e r al del Proceso, ya que: «...nunca la disonancia podrá hacerse consistir en que el tribunal sentenciador haya considerado la cuestión subjudice de manera diferente a como la aprecia alguna de las partes litigantes, o que se haya abstenido de decidir con los puntos de vista expuestos por alguna de estas...». (G.J. T., XLIX, pág. 307).

En efecto: ... esta causal no autoriza ni puede autorizar a entrar en el examen de las consideraciones que han servido al Juzgador como motivos determinantes de su fallo, porque si la censura parte de haber

cometido el sentenciador yerros de apreciación en cuanto a lo pedido y lo decidido, y h consecuencia de ello resuelve de manera diferente a como se le solicitó, no comete incongruencia sino un 13 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 vicio in-judicando, que debe ser atacado por la causal primera de casación'... (Sentencia de 7 de marzo de 1997, exp. 4636). En t al o r d e n, l as críticas q ue se p l a n t e a r on r e s u l t an extrañas a los a s u n t os susceptibles de d i s c u t i r se a través de la c a u s al q ue se invoca, p u es e x h i b en u na d i s p a r i d ad de criterio frente a las c o n c l u s i o n es del j u z g a d or en su ejercicio de valoración de las p r u e b as y respecto de s us disquisiciones jurídicas, de la q ue no se d e r i va la falta de c o n s o n a n c ia de la s e n t e n c ia c on los h e c h o s, p r e t e n s i o n es o excepciones en el litigio. P or lo a n t e r i o r, el cargo no pro spera. CARGO PRIMERO El r e c u r r e n te denunció la violación i n d i r e c ta de l os artículos 7 6 2, 7 7 4, 7 7 5, 7 7 7, 7 7 8, 7 9 1, 2 5 1 2, 2 5 1 8, 2 5 31 y

2 5 32 d el Código Civil, y 1 6 4, 1 7 4, 1 76 y 2 78 d el Código G e n e r al del Proceso, p or «errores de hecho en la apreciación de los elementos de convicción». El T r i b u n al apreció e q u i v o c a d a m e n te l as s e n t e n c i as proferidas en un p r o c e so de p e r t e n e n c ia a n t e r i o r, trámite en el q ue los jueces, en a m b as i n s t a n c i a s, no accedieron a l as p r e t e n s i o n es de G u i l l e r mo S e g u n do M o n r oy G a l e a no p or c o n c l u ir q ue e ra «mero tenedor del predio, calidad transmitida por su progenitora desde su fallecimiento acaecido en diciembre de 1978». L as p r o v i d e n c i as a l u d i d a s, al q u e d ar en firme, s on de obligatorio c u m p l i m i e n t o. 14 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 No t u vo en c u e n ta q ue la n u e va d e m a n da se presentó en el año 2 0 1 1, es decir, c u a n do «solamente habían transcurrido ocho años desde la ejecutoria del primer proceso de pertenencia». El n u e vo libelo, p or lo t a n t o, es t e m e r a r i o, t o da vez q ue «la justicia civil ordinaria ya le había decidido en

todas las instancias, finalizadas en el año 2003, su calidad de tenedor y no de interversor a poseedor». De o t ra p a r t e, h i zo c a so o m i so á la c o n d u c ta «clandestina, desleal» d el actor, q ue en l os h e c h os de la d e m a n da no mencionó la e x i s t e n c ia de l as s e n t e n c i as a n t e r i o r e s. F i n a l m e n t e, se equivocó al v a l o r ar l os t e s t i m o n i os de T i to A n t o n io P u l i do M o l a n o, G u s t a vo M e n d o za Pinzón y J o r ge E n r i q ue Z i p a, p u es s us declaraciones t an solo podían d e m o s t r ar h e c h os p o s t e r i o r es al año 2 0 0 3, ya q ue l os a n t e r i o r es «fueron objeto de juzgamiento, donde se erigió al demandante Monroy como tenedor».

CONSIDERACIONES

1. El e r r or de h e c ho se p r o d u ce c u a n do el j u ez efectúa u na valoración p r o b a t o r ia i n d e b i d a, ya p o r q ue da p or d e m o s t r a do un h e c ho p e se a q ue no existe su p r u e b a, o c u a n d o, a p e s ar de q ue a q u e l la o b ra en el expediente no lo da p or acreditado. Se genera, e n t o n c e s, p or suposición,

preterición, adición o c e r c e n a m i e n to de las evidencias. 15 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 P a ra q ue un y e r ro de tales características p r o d u z ca la casación de la s e n t e n c ia se r e q u i e re q ue sea m a n i f i e s to y trascedente. Es decir, debe contradecir a b i e r t a m e n te el c o n t e n i do de las p r u e b as y, también, t e n er i n c i d e n c ia en la resolución de la controversia, al p u n to que, de no h a b er existido, la decisión h u b i e se sido distinta.

2. La p a r te r e c u r r e n te alegó, p r e c i s a m e n t e, la configuración de un e r r or de h e c ho m a n i f i e s to y trascedente en la apreciación de los d o c u m e n t os t r a s l a d a d os de un proceso de p e r t e n e n c ia a n t e r i o r, en el q ue e s t u v i e r on i n v o l u c r a d as las m i s m as p a r t es y q ue versó sobre el m i s mo i n m u e b l e.

Lo señalado p or d i c ha p a r te fue la e x i s t e n c ia de un j u i c io y de decisiones a n t e r i o r es q ue v e r s a r on y z a n j a r on la m i s ma cuestión, y c u yo c o n t e n i do no fue t e n i do en c u e n ta

p or el ad quem. La crítica, entonces, se c o n t r a jo al desobedecimiento, p or el j u z g a d o r, de la institución de la c o sa j u z g a d a. En efecto, t al institución, c o n s a g r a da en el artículo 3 03 del Código G e n e r al del Proceso, se s u s t e n ta en el carácter v i n c u l a n te y obligatorio de la v o l u n t ad de la ley e x p r e s a da en u na sentencia. D i c ho i n s t i t u t o, de o r i g en r o m a n o, o t o r ga s e g u r i d ad jurídica a las relaciones e n t re las p e r s o n a s, p u es i m p i de q ue u na m i s ma c o n t r o v e r s ia s ea s o m e t i da al e s c r u t i n io de los j u e c es c u a n t as veces lo d e s e en las partes, c on lo q ue evita la posible generación de decisiones n u m e r o s as y c o n t r a d i c t o r i as respecto de un m i s mo a s u n t o. 15 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-01 y l i b ra al a p a r a to j u d i c i al del e v e n t u al desgaste c o n s e c u e n t e. La c o sa j u z g a da le i m p r i me certeza a l as relaciones jurídicas y, p or c o n t r a p a r t i d a, precave q ue se m a n t e n ga u na

i n c e r t i d u m b re p e r m a n e n t e. La n o r ma p r o c e s al c i t a da establece q ue u na s e n t e n c ia e j e c u t o r i a da en un proceso c o n t e n c i o so t i e ne f u e r za de cosa j u z g a da s i e m p re y c u a n do el n u e vo proceso «... verse sobre el mismo objeto, se junde en la misma causa que el anterior y entre ambos procesos haya identidad jurídica de partes». La i d e n t i d ad de p a r t es —eadem condictio personarum— también l l a m a da p or la d o c t r i na el límite subjetivo, g u a r da relación c on la i d e n t i d ad jurídica de a q u e l l as y no c on su i d e n t i d ad física. P or ello, dice el legislador, se e n t i e n de q ue existe también «cuando las [partes] del segundo proceso son sucesores por causa de muerte de las que figuraron en el primero o causahabientes suyos por acto entre vivos celebrado con posterioridad al registro de la demanda si se trata de derechos sujetos a registro, y al secuestro en los demás casos». L os límites objetivos los c o n f i g u r an la i d e n t i d ad de cosa y c a u sa —eadem res y eadem causa petendi—. La cosa o el objeto atañe a la cuestión de sobre qué litigan l as p a r t e s. Se ha definido c o mo «el bien corporal o

incorporal que se reclama, o sea las prestaciones o 17 Radicación n.° 15001-31-03-001-2011-00328-0,1 declaraciones que se piden de la justicia>l. En relación c on t al e l e m e n t o, también ha señalado e s ta Corporación que: Por el aspecto del objeto consistente en la relación jurídica sobre la cual versa la decisión judicial, el criterio para identificarlo es éste: cuando el derecho ha sido confirmado o negado en un pleito, la identidad del objeto se evidencia si en el nuevo proceso se controvierte el mismo derecho, aun cuando ello se haga para lograr el reconocimiento de una consecuencia que no fue discutida en el primer juicio. Siempre que por razón de la diferencia de magnitud entre el objeto juzgado y el del nuevo pleito se haga oscura la identidad de ambos, ésta se averigua por medio del siguiente análisis: si el juez, al estatuir sobre el objeto de la demanda contradice una decisión anterior, estimando un derecho negado o desestimando un derecho afirmado por la decisión precedente, se realiza la identidad de objetos. No así en el caso contrario, o sea cuando el resultado del análisis dicho es negativo. (G.J. XLVII, número 1942). La i d e n t i d ad de c a u s as —eadem causa petendi— t r a ta sobre el p or qué litigan l as partes2, es

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