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CSJ - SP 1335(03-12-1986)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - SP 1335(03-12-1986)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
1986

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REPUBLICA DE COLOMB!A 1 r;; . / ·

  • 1 /,"(/',')/,/''', ·, J'

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AUTO INHIBITORIO 1 - 1 l

' • • 1 1 ¡ ' 1• 1

• 1 ' • • • •• • . l • 1 1 1 1 . • • ' 1. . 1' ,' • ' • • ' 1 ' ' ' 1 ' ' Auto Segundij Instanci~.-.~ de d,ici,E:aDbre de 1986.- Confirm. a la providencia del 1 '

  • '. ' .. 1 ,,, • • J • • • Tribunal Su.,~p erior de Medell;n, .~or medio de la cual se abstuvo de iniciar suma- :, i -:,, l
  • I • I i • • contra e 1. Doc!,.<>r JO?,E _L I'13.,RA'DO VASQUEZ LOPEZJuez Trece Superior de esa ciu1 r10

. . ' ' 1 • ! . 1·~ dad denun~iado por el de.Prevaricato. . . • ' \ • • • 1' " ' 1 ' ' :l ~1agistradprPonente·: :Doctor GU$TiAVO GOHEZ VELASQUEZ • 't I¡ ' :· - - '1

  • , ' ' {, .... -l .. ? .

I ' • • ...-. ~ • _ } • e:. • • • • • • • • - " • • • • • !, • • 1 1 • ' ' ! . . ' ... ' - • : ¡i ; I ,\ , ' 1 l· 1: ' ·,.¡ · . . ·:i I

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FllNDO ROTATORIO OEL ~11~ilSTERIO ¡·¡ JUSllLIA

1 ·- 1 • JI . . • ··--Q·=···aaamDDam•••DaMDQa•aaa • • i

REPLJ8LICA (JE CDL.OfvfBI/>,

• - , . • / ·. . /· (: · r . ll/'l.)1/,'í"('¡'/',/,'(/¡ (/ • • DE

CORTE SUPREMA JUSTICIA

• •

-SALA DE CASACION PENAL-

- • •

  • .

Bogotá, O. E., diciembre tres de mil novecientos ochenta

  • • y seis.

• •

. • MAGISTRADO PbNENTEz ' i

• 1 •

Dr. GUSTAVO GOMEZ VEt.ASQUEZ

• ' • •

• '• APROBADO: ACTA No. 115. - '•

. ' ' 1 ' '

  • 1

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  • • + + + + + + + +

1 .• • 1

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· v I S T O S :

1 • • • 1

  • I

I El Tribunal Superior del Distrito Judicial de Medellín,en I ! : 1 . ¡r • auto de t r e i n t a ( de agosto del año en curso, deter 3 0 ) ! ' 1 ; • minó abstenerse de " i n i c i a r sumario contra el doctor JOSE LIBRADO VASQUEZ LO 'i -

  • • PEZ, en su condición de Juez 13º Superior de esta ciudad, por no constituir 1 delito alguno los hechos denunciados en estas diligencias por los detenidos ¡ :

1 1 1 ; • 1 Julián Peláez Cano Luis Felipe Arias Castaño, procesados por falsedad eny • documentos estafa". Contra·tal determinación, los denunciantes interpusiey 1 \ ! • 1 I 1 • ron e l recurso de reposición y, subsidiariamente, e l de apelación. Desechado 1 1 • ' . . . ' - e l primero, se concedió e l segundo, razón esta para que l a s diligencias se , • • ' ' ' encuentr.en ahqra en l a Corte, para que se desate l a alzada. •

• • • ' • •

• -- ,

  • • • y Hechos actuación p1ucesal

  • • . --~-· -· . . . . .

--· ·:· - . . • . . - . .

  • .

• •

Así los consigna l a Delegada:

  • • a • · "Según e l texto de l a denuncia, los procesados Julián Pe-

  • 1 i

, • • • • " • ;) • •• • •• .. ' •• • • ' \ ' 1 ¡ ,, ., , ,• ,, . •'' ,,,, ' ' .

• • • • -- ••• . . . • qr ,¡ •

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•• • r: RE PU El L I CA O E O LO M FJ I A ...... 2 .... ••• • • ; 1 , , :./1..-' ,,. . /· . / ,/¿(////(/' · //1/'/.j/(//'('/r /• ·'/1 r'.,

' ' • • 1 ' ' • -láez Cano Luis F. Arias Castaño l e imputan a l Dr. José Librado Vásquez, ' y ' ' Juez 13 Superior de Medellín, e l delito de prevaricato, pues, según su pare - - • ' 1

  • 1 cer, ad~lanta e l proceso en su-a,ntra siendo incompetente ya que los hechos

' ' i ' sucedieron en Cáqueza. De o t r a parte, aseguran que para'bor·r·ar los rastrus

' ' • 1 señales de más notoria im·portancia' que se desprenden de investigaciones y ' ' ' que se adelantan en otrus despachos judiciales, e l funcionario ofició a los ' 1' ' ·' r . l . 1' ' r·espectivos jueces para que envíen l a prueba de l a materialidad de ellos. - ' ' ' ' ' 1 ' ' ' 1 ' Finalmente, lo acusan de •negar por medio de un auto que calificó de sustan - 1' '' ' ' " I' ¡ l ciación, sin recurso de apelación, todas l a s pruebas solicitadas en e l pleR- ¡ 1' Ii , !: nario de la causa por nosotrus.•. 1 1 ' • ' 1 1 ' • ' 1

  • 1 : ' "En l a s diligencias preliminares se obtuvo l a r a t i f i c a -

• ' ,

  • !

' 1 ción de los denunciantes (25 28 v t o . ) , se practicó una diligencia de i n s - • y 11 i pección judicial sobre e l pruceso cuestionado (33) se allegaron fotocopim y • del mismo (37 s s . ) . • y •

  • . • Fundamentos de l a providencia impugnada

• ' ' El Procurador Segundo Delegado en lo Penal los resume, - ' • con acierto, de l a siguiente manera: 1: • . "El a-qua se abstiene de a b r i r investigación penal argu , mentando que e l pruceso adelantado contra Peláez Arias está conformado

y ' 1 ' por ~n concurso de delitos, uno de los cuales sucedió en Cáqueza, pero los ¡'' ! 1 restantes acaecieron en Medellín, por lo que l a supuesta incompetencia cara 1, - 1

J. ce de fundamento. Sobre l a solicitud del funcionario denunciado hecha para

'

  • 1 • t r a e r a l expediente algunos t í t u l o s aparentemente falsos, e l fallador resal

1 '

  • '

¡' , -- 1 . t á las contradicciones de l a pareja advierte sobre l a legalidad de la mey I'

  • 1 • dida, tomada de acuerdo con lo dispuesto en e l e r t . 352 del C. de P. Penal. 1 ' • . . . .. ---· . . ·-· 1 ~ ' Finalmente, sobre e l ter·cer ca,yo, admite e l er·rur Que tuvo e l juez a l fon':_. . ; _

1 •

  • ' fundir un interlocutorio con un auto de sustanciaci6n, pero a la vez recal- '

! ' ' ca que interpuesta l a reposición por los sindicados, e l juez rectificó su - • ' decisión y concedió l a apelación, hecho Que descarta un presunto prevarica- ' . t o . • 1 ' • , • .· , • J • •• • • • •

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• • • • ' • REPU8LICA OF. r.:OLOMBIA ...... 3 .....

• • . • . ..

  • . . . ~í'/'/,}(~rr/('/1(//,. .

. . •• • • 1 • ,1¡'1 ' 1 y Breves consideraciones de l a Sala concepto de l a Dele1, 1 1 . ' i • - gada • • •

  • -

- • • -· • ' • l . - El ca,yo formulado e l Juez VASQUEZ LOPEZ, en e l sen- • . . . .! tido de que, careciendo de competencia, les adelantcS ' .. e l respectivo proceso a los ahora denunciantes, carece de consistencia. Cua.n- : . . do e l Tribunal Superior del Distrito Judicial de Medellín, en Sala diferen- ' • ' 1 t e a l a que profirió l a decisión que ahora se revisa, conoció de aquel expe - ' - diente, resolvió e l asunto, manifestando: • 1 •

  • 1,

  • • •y es que e l tema comentado no deja de ser un argumento

' • dilatorio de los implicados porque todo en e l p,·oceso pone de manifiesto - ' ' 1: • que l a competencia radica en e l Juez Superior de este Distrito. En efecto, '

1 ' • en Medellín se cometie,on l a mayoría de los hechos punibles ( a excepción ' . 1: '

  • • ~e la escritura de Cáqueza, Cundinamarca ); aQuÍ ~Medellínse inició y

• ' . .

  • • perfeccionó l a investigación e igualmente fuerun aprehendidos los sindica-

' ' f ¡ dos¡ de t a l modo que no Queda duda sobre l a competencia a l tenor de los a r 11! c. 1 tículos 41 42 del de P. Penal" ( f l s . ? l f t e . ) • y • ' ' r 1: · Si - y a s í lo sostiene atinadamente l a instanciael Tri

, ' ' '

  • 1 ,. , bunal había afirmado l a competencia del Juez 13 Supe ya

- . • ' ' r i o r para conocer de aquellas sumarias, no se entiende cómo, cuando éste - • se limita a obedecer lo categóricamente resuelto por su supe1~ior, se le •

  • • pueda desprender comportamiento delictivo.
  • '

• ' .

  • ,• 2 . - En e l 111emorial donde los impugnantes sustentaron la

. . ~ .<6' • ' • • • apelación, a·seguran que más que l a incompetencia - • del Juez 13 Superior, es l a negativa a resolver en debida forma e l inciden- • t e de colisión de competencia, e l prucedimiento i l í c i t o , comoquiera que é l

• • , • •• • l • • •• • • • • • • •• •

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REf'lUBLICA DE COL01'-1E.'l1A

• 4

DIII l:ID

/ ,,,.:· ·'.,'/) /, r-t./¿ !'.' /~ .1 (/ . /,,l' /·t.'J,,·, I f:r·¡ ~ '// "•' 1 1 t'. ,, ' - i i. 1 • ' • fue decidido por e l Tribunal cuando debido serlo por l a Corte "por t r aha terse-.q_e juzgados de d i s t i n t a s - d i s t r i t o s judiciales". Es apenas obvio que, • en este nuevo cargo, tampoco l e cabe responsabilidad legal a l Juez acusa~ ' • do, como que es completamente ajena a l a reprubada denegación. Con todo, importa transcribir lo que a l respecto precisa l a instancia:

  • ' " l a verdad es que en dicho p1-oceso, según se desprende

. . ' ' de l a s copias de y l a inspección judicial que en él practicó el juzgado ca - , . ' misionado ( f l s . 33 ss. ) , no hubo ningún'incidente de colisión de campe

y

  • • tencias•. Hubo, s i , una solicitud de colisión de parte de los sindicados -
  • • que e l a-quo e l mismo Tribunal desestimarun válidamente a l considerar y que no había dudas de l a competencia que les a s i s t í a ; esta decisión era y ' y c. de su resorte de nadie más, según se desprende del a r t . ?O del de P • • Penal, que en lo pertinente reza: ' S i ' el 1 Juez ante quien se formula la so

-

  • • l i c i t u d l a hallare fundada, provocará l a colisión de competencias". Demás está decir que s i no l a halla fundada, como en e l caso presente, no pravo
  • • ca l a colisión a l l í termina todo.•• y • Ciertamente que l a comentada disposición es terminante y clarificadora: sólo cuando e l juez ante quien se sus
  • . c i t a l a colisión, l a encuentra fundada, l a excitará. De lo contrario, no •

• ,- ' Es, pues, éste un a r b i t r i o que e l mismo legislador ha depositado en poder ' '- • del juez, sin que a l a s partes l e s sea dado desconocerlo, para a s í levan t a r contra quien fundadamente hace uso de é l , incorrección o delito. • •• • • 3 . - El segundo cargo, o sea aquel que dice relación - ' . ' • con e l hecho de haber e l funcionario acusado ordena - •

  • ,• do e~ desglose de los presuntos t í t u l o s falsos que se hallaban en los p1u-

. • • . '' ' cesas que cursaban en l a jurisdicción c i v i l , con e l fin de tenerlos como - • prueba en el proceso penal, es evidente que nada vituperable existe en t a l • proceder, coma que e l Juez'simplemente se limitó a cumplir con su deber, s~ c. gún lo manda e l artículo 3.52 del de P. Penal. - , • • ••• ' • ' • •• • •• • • • • • . ' ' • • • .. ,·· • , . ' . • ¡ - ' ' . ' • J •'

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REPUBLIC1\ DE C0Ll:Jl'v181A

• . ª"" .• .5 ...... . . 1 fí·' . /· . / ' . •• 1 . . ¡ rr / t.j,,1,,r·t·r 1 1·/1 (/ -~ . • l,/ . ·

. Como lo r e s a l t a l a instancia, es curiosa l a forma como • los aquí denunciantes actúan cuando r a t i f i c a n , bajo l a • • gravedad del juramento, l a denuncia, pues mientras uno c r i t i c a l a decisión • - . del Juez de reclamar l a s escrituras, e l otru l e censura e l hecho de que no -- se hubieran anexado a l proceso. Tan encontrada posición no está significan - •

  • • .. . do cosa d i s t i n t a a que cualquiera hubiera sido l a determinación del Juez,

_habría hallado igual rechazo en cualesquiera de los sindicados. Y como es- ... . . •

  • • taban unidos en sus pretensiones contra aquél, corno lo estu~ieron también

. . en sus andanzas delictivas, su denuncia era, entonces, i1·remediable, lo ' • que trasluce e l estado querulante que los animaba, ya puesto de manifiesto

  • • • · en anteriores oportunidades cuando vanamente habían recusado a los otros -

• •

  • PJ"2. f~ncionarios ( jueces magistrados) que habían tenido que ver con e l • y
  • • ceso. Pero, a los fines del presente proveído cuanto definitivamente impa -r . t a es que l a criticada resolución fue en un todo legal •

  • • 4 . - En cuanto a l tercer cargo, l a Corte, por encontrar
  • • atinada l a respuesta de l a Delegada, se limita a
  • • transcribirla;

. . .

  • • '·-. "Es claro • ••• que una pz:uvidencia judicial l a que re y • • suelve e l recurso de reposici6n interpuesto contra e l l a , realmente consti- • · tuyen una única actuación del funcionario, ya que ese recurso ha sido crea
  • • do precisamente para con·egir l a s equivocaciones en que crea haber incurri

- ' • • que nos indica que s i en un primer momento, - do ••• • (CSJ, j u l . 16/85), lo • cor,to en e l caso de autos, e l funcionario ez·r"Ó en l a interpretación de una

  • disposición, l a posterior rectificación corrigiendo e l entuerto ciñéndoy • s~ a la ley, excluyen de por s í e l prevaricato, ya que • ••• a l reponer t a l -· decisi6m~ ~-. se ajustó inequívocamente a derecho. Su comportamiento, pues,- • no se adecúa a l a descripción legal del PREVARICATO POR ACCION ( a r t .

149 . . •

C. P. ) , ni a l a de ningún otz"O hecho punible• • ( idem ) " • • · s . - Hay otro caz-go, a l que no alude l a Delegada, peroque s ! fue tratado por e l a-qua, de l a s i g u i e n t e ~

• • • • • • • •• • • • •• • •• • .

  • .
  • .. • l . . ' ' . • ,. i, .. . •. ·.· ;1 .,· ,· , .¡ .• .•1 .1 • • l . ! • I . .,

• • • • • • ' ' •

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• • • • REPU8LIC..A.. í~ O LO ,-.,1 8 1A

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  • • • 1 • .·,¡.·'

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manera: • • •

  • ' • En forma-tendenciosa proterva los falaces denuncian11 y • tes aseveran que ºcuando e l doctor José Librado Vásquez dictó el auto negan
  • . do las pruebas, había una recusa~ión pendiente por lo tanto é l debido y ha • esperar a que se resolviera para continuar e l trámite, pero no lo hizo a s í • porque apareció otra cosa mucho más grave: cuando se recusó a los magistra-

,

  • . dos, el proceso estaba a despacho de ellos porque el doctor Raul Baena Esca

- . . (sic) había concedido una apelación en el efecto suspensivo, en e l mes bar , e. de agosto del ochenta cinco cuando doctor Baena estaba haciendo entrega y • ' • del Juzgado. La Sala de decisión recusada que quería seguir a todo tránsito e l juicio, no miró bien l a o e l efecto en que se había concedido el re~urso

  • . • entonces los magistrados fueron subrepticiamente a l Juzgado 13 cuando e l y
  • • doctor Baena se había ido estaba desempeñando e l cargo el doctor Libra y ya - • do convinieron en cambiar e l recurso .o mejor el efecto entonces dondey y se había dispuesto que fuera suspensivo quedó devolutivo• ( f l s . 29 vto, 2
  • • f t e . ) .

• •

• • .•. . - • . ·• Ciertamente, mientras las copias del proceso habían sido 11 • remitidas a l a H. Corte por l a Sala de decisión de este Tribunal que conocía . • de un. recurso de apelación contra e l auto del Juzgado Trece Superior que ne..; . gaba l a excarcelación de los procesados,a fin de que resolviera lo pertinen-

  • t e a una recusación rechazada por los t r e s magistrados, e l juez acusado, pre

- , . valido de l a competencia que conservaba a l concederse l a apelación en e l efecto devolutivo, continuó con e l ~rámite de l a causa dictando entre otros .elauto de pruebas sobre e l cual se habló. ya • •

  • • -- "Nada per·111ite suponer que a l a sazón e l señor Juez Trece

• • ••

  • • Superior éstuviera enterado del trámite de l a recusación que se cumplía en

' ' ' • • otra instancia; emper"u, s i hubiese conocido dicho incidente, tampoco tenía

-·-- . porqué sentirse inhibido para continuar e l juicio, puesto que no se cuestio- .

  • . naba en esa oportunidad su permanencia en l a direcci6n del proceso sino que se hallaba impugnada l a Sala de decisión del Tribunal a cuyo cargo estaba -

• • • • • • , • • • \ •

•• • •• • •• • •

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REPIJBLICA DE c;OLOMBIA i • .... 7 ....

' ' 1 1 rr/ .-:/t r, / r '/.· r/.//1 C/. tf/ 't.J r1., •

  • (;

. ' • l a segunda instancia. Así como sólo se desplazan los Magistrados cuando con - • cambie el funcio impedimento o una recusación sin quet r a ellos p1'-lspera un , . • instancia, tampoco en e l tramite de dicho incidente l a com • - -nario primera de -. - -.

  • . . sufre mengua, porque t a l e s cuestionamientos son eminentepetenci.'a de éste mente personales y por ende afectan únicamente l a capacidad de quienes los
  • • padecen sin proyectarse a otras instancias. •Así l a s cosas, s i por virtud de l a concesi6n del recur so de apelación en e l efecto devolutivo e l proceso tomó un curso bifronte, ' merced a l a competencia originaria y t e r r i t o r i a l que permanecía en el a-qua

•' Í y a ' l a funcional que adquiría e l Tribunal, el entrabamiento de ésta no t enía porqué afectar a aquélla y por lo mismo obró bien el señor Juez Trece - • Superior cuando, independientemente de las incidencias de la segunda instan- • cia que no se había desatado, continuó e l r i t o de l a causa • •

  • • ' .. . • - . ªAhora bien, lo que toca con l a .supuesta componenda clandestina entre los frbgistrados de l a Sala de decisión e l Juez acusad.o, para y

. . variar el efecto en que se concedió l a apelación, seguramente t i p i f i c a unhecho punible pero para los autores del oprobioso infundio. En efecto, a l -

  • • conceder equivocadamente e l saliente Juez Trece Superior en el efecto sus - \ pensivo e l recurso de apelación contra e l auto que negaba una excarcelaciÓI)
  • ' • · a l Tribunal Superior, primeiu por obra del Magistrado Sustanciador ( f l s . 92) y luego a través de l a Sala de Decisión ( f l s . 94), devolvió formal y m-a ' terialmente el proceso a l a-quo para qu•e enmendara e l ez·ror concediendo el recurso en e l efecto devolutivo que era e l que corz·espondía ( a r t .

196-2 C. P.P. ) y remitiendo el duplicado en lugar del original del proceso como tam- • bien equivocadamente se había hecho. Esta orden del Tribunal aparece explí- c i t a , clara y reiterada en e l proceso, amén de ceñida estrictamente a dere cho, · por lo que resulta no sólo absurdo sino irz··i:tante y calumnioso que se • atribuya a distinguidos miembros de esta Corporación a un destacado Juez y . . ... • Superior comportamiento torticero y reñido con l a majestad de la inves- \JO ••

  • • " tidura que todos ellos ostentan con señalado b r i l l o .

)

  • • • • • ---

• -

  • -

. •

  • "Por lo anterior, teniendo en cuenta que lo sustartivo • a lde este punto de acriminación salpica injustamente a l Juez acusado y a '

1 ' 1 • . ' • '' e l ' gunos miembros de esta Corporación, en cumplimiento de lo dispuesto en

  • • a r t . 12 C. P. P. l a Sala ordenará compulsar copia de lo pertinente a fin -

, • • • 1 • \ • • •• • •• • • • • • • • .

  • . , - • . r .. . ,,. ·:· . • ' ) . ' • ' 1 ' • • • • • ' 1 ·, ' . ' • • t• •• ' ' ' i .

• • • •

  • • ' ---------- ·--~ . ·-------·--··-:....·---·--·--·-- ' - ----~-··- .. -·-- . ~ ........ j

.... .. . . •

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  • ' . • 1 • • • 1

. • •• . . r~EPUGl_lCA DE COLOr"'IBIA . ..... 8 ...... o . •• • r ·•· • ; • • ~ n1rr. c)t;r/ r/; (·r·r ~ r / · .·(I 1."J 1 ·/1 ., ' ' 1 1 1

1 • • '

  • 1 • _de que se investigue e l delito contra l a administración de j u s t i c i a que epa

- •

  • . . rentemente se p e r f i l a con las··denuncias juramentadas a que se acaba de alud i r . "

  • .• A l a Corte l e basta con decir que es evidente lo falazde l a afirmación de los denunciantes porque, con lo ac - • tuado dentro de estas diligencias preliminares, se demuestra fehacientemen-

.

  • .
  • ' · t e todo lo contrario: l a enmienda . del efecto en que fue con.cedida l a apee-

, • •

  • . Es, lación s ! fue hecha de manera estrictamente legal. pues~ acertada l a de
  • • • terminación de que se saquen compulsas de lo perti~ente, para l a averigua -

  • • ción a que alude l a instancia y, por tanto, por t a l aspecto, también merece confirmación l a providencia impugnada •

• ' • •

  • • 6 . - Finalmente, l a instancia concede e l recurso de apela
  • • ción interpuesto por los denunciantes contra e l auto inhibitorio porque "hubo una suficiente oportuna sustentación• del misrro. y Conviene, por lo tanto, recordar que l a Corte ha sostenido todo lo contra - -

. . rio: •

  • • pre-procesal ( a r t . .. · "Tiene, pues, esta etapa preliminar o . gramatical, sino320 bia·c.P.P.) unas características piupias que no sólo jurídicamente, l a diferencian de l a etapa procesal propiamente dicha, Como

• •

  • • adjetivo, PRELIMINAR es lo que sirve de preámbulo o pruemio para t r a t a r sé-

  • • -· lidam~nte una materia. El prefacio está antes de l a materia misma,EL PROCE~
  • '·· SO. Lo preliminar apunta a limpiar, previamente, de dudas los hechos, para • ver s i ellos se. aco111odan o no a un tipo. penal, poder o no entrar a profe y

-

_._.. . • r i r , con fundamento, auto cabeza de pJ"OCeso. Si efectivamente este se die -

  • • t a , jamás podrá decirse que l a s diligencias preliminares constituyen l a an t í t e s i s del proceso. Cuando culminan con auto inhibitorio, éste s í es, per' • se, lo opuesto de aquél. Y es contra éste -que se dicta, obviamente, cuando aún no existe procesoque se interponen proceden los recursos ordinarios, y

• • ' • • • • • • . .~ • • •• • • •

• • • • • •

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• ' • • • • •

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REPUl3LICA DF. COLOl\1BIA f

9

CIICI CID

• •

  • .

..

  • • por ser providencia de fondo, comoquiera que resuelve, por fuera del proc~

' 1 . l so, aspectos fundamentales que tocan con e l ejercicio de l a acción penal,- 1 • l a autoría l a existencia misma del d e l i t o . y • -- ·. • "El legislador ha sido claro a l decir que •quien i n t e r - • ponga e l recurso de apelación en PROCESO c i v i l , penal o laboral deberá sustentarla ••• •. Es indiscutible que, e l proceso penal, nace con el auto cabe - •

  • • za de proceso (de ah! e l nombre) que, antes de é l , no en é l , en derecho y prucesal penal existe lo que e l mis1110 legislador ha denominado 'indagación preliminar•, l a QUB tiene una significación d i s t i n t a a proceso. Inclusive, . cuando las diligencias preliminares te1··111inan con auto inhibitorio, éste se constituya en l a negación del proceso mis,110. •

.. ·~

  • ' • •• •

• • - •• • - . • • •• . . •Interpretando, pues, literalmente, la norma en cues tión (Ley 2a/84, a r t . 5?) se desprende que, cuando se interpone el recurso • de apelación, de manera principal o subsidiaria, contra el auto inhibitori~ no hay necesidad de sustentarlo, por cuanto e l a r t . 5? se r e f i e r e , en for

  • • ma expresa diáfana, es a aquellos eventos en los cuales se ha introducido y
  • \J en e l proceso, e l cual es, exactamente, antípoda del auto inhibitorio •

  • • • ·. . "Esta interpretación consulta, también, un c r i t e r i o r a cional teleológico, pór cuanto con e i l a se entiende que, precisamente, - y e l legislador buscó quitarle cortapisas a una acción que,como la penal, es pública. Porque, quiérase que no, de exigirse sustentación, e l l a constitu-
  • • ye una carga del impugnante que lo obliga a señalar en concreto las razones
  • • de su disentimiento con l a providencia recurrida. l a formalidad QUB e l l a - • implica demanda que se señalen l e s puntos de hecho o de derecho sobre los
  • • cuales l a divergencia reposa. Y todo ello debe constituir una pertinentec r í t i c a jurídica que, de no e x i s t i r , impone declarar desiertod. recurso. -

Sería, entonces, casi que compeler a l denunciante, s i no Quiere personal- - • ·. . . mente r e a l i z a r esta gestion, o duda de su aptitud para hacerlo, a QUB oto.~r,.---_ . • gara poder a un abogado para l a sola presentación de l a denuncia u11a y eventual sustentación del recurso de apeiación, cuestión que definitivamen

  • • t e choca con l a oficiosidad de l a acción penal." ( M. P. Dr. Gustavo Gómez Velásquez •. Octubre 9/85 ) ·

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RAO. No. 1335.- SEBUNDA INSTANCIA

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'JOSE LIBRADO VASQUEZ LOPEZ. - aaaaamamaaaaaamaaammaaa•maaaaaama ' REPU13LICA DF r.CJLOr"181A 10 ª ª ª ª Ci~ . /. . / , ·!//'I.J r// í'('/ l'/i 1/t , ,

  • • Por lo expuesto, l a CORTE SUPREMA DE JUSTICIA, -SALA DE
  • . · CASACION .~ENAL-, confirma e l auto apelado, ya señalado

• -- ,, en su fecha, origen naturaleza. y ¡ ,

  • • Cópiese, notifíquese, cúmplase devuélvase. y

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CARREÑO LUENGAS

111 ERMO DAVILA

IAJÑOZ

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GOMEZ VELASQUEZ

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NÓRé>MARIINEZ ZUÑIGA

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WIS GUILLERMO OTERO

SAt.AZAR '·

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