CSJ - SP 2713(22-03-1988)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SP 2713(22-03-1988)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 1988
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IMPEDIMENTO •
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- ' Auto Impedimento.- 22 de marzo de 1988.- Declara infundado el impedimento •
.. ' • • ¡ • manifestado por el Doctor Lesmes Corredor Pri:i«1s - Magistrado del Tribunal ' ' r ' ' ' ' 1 1 ' ' . ' Superior de Montería. { ) ' . • ' • 1 ' 1 ' 1 ' ' - ' ' ' 1
Magistrado Ponente: Doctor GUILLERMO DAVILA MUNOZ '
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• SALA DE CASAC:Im Plel81Af.
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- Magistrado Ponente: • • 1
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Dr. GUILLERMO DAVILA MUÑOZ
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- • • Aprobado Acta No. 018 (:t-1arzo 16/88) •
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Bogotá, Marzo veintidos de mil novecientos ochenta y ocho.- • • 1 1 •
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V I S T O S:
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' . . Ha ' llegado a la Corte e l proceso por prevari- . . ' ! •• • • 1 cato adelantado contra e l Juez Civil del Circuito de Lorica (Cordo- '
- ' • ba), Victor Morales Zapa, para decidir sobre e l impedimento manifes
• • • • •
- • tado por e l Magistrado del Tribunal de Montería, Sala de Decisión Pe
•
- - • nal, doctor LESMES CORREDOR PRINS, quien actúa como sustanciador en
.. • ... ... ,, • • dicho asunto, para conocer del mismo, habiendo negado los restantes •
- • • • 1
•
- • 1 \ • Magistrados de l a Sala en auto de 22 de febrero de 1.988 ( f l . 89, c. ' : : • 1 l o . ) , l a separación, por encontrar improcedente e l motivo aducido. • •
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Corresponde adoptar de plano la correspondiente decisión. • • • 1 1 1
1 • • . 1 ' .1 1 • • 1 . ' .. 1 : . . ' 1 • '
A N T E C E D E N T E S :
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• • • ' ' ' ' • ' •• • ' Correspondió a l Magistrado • ' de l a Sala Penal del Tribunal de Montería 1 1 • •
- • • • •
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- • ' Dr. Lesmes Corredor Prins, tramitar l a denuncia formulada por e l Go- '
1 • • bernador del Departamento de Bolívar a nombre de l a Empresa de Lico- . • • • • . . . • ' • • • • • • . • . ' res de ésta ciudad, contra e l Juez Civil del Circuito de Lorica doc- . . 1 ' i , . t • • tor Víctor Morales Zapa, en relación con actuación del acusado en de • ' .. - • . •
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- . ) terminado proceso. Cumplidas las diligencias previas abierta l a y
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- • ,· • • •• • • • investigacion e l procesado, revocando e l poder conferido a l último - • • • i • •
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- .. . • . 1
- • . de sus apoderados •• constituídos, designó a l dr. Guillermo Alvarez Ma1 . • •• i ' , • • • 1 • • • 1
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- • chacón.
Reconocido y posesionado éste, e l Magistrado Corredor Prin.s
- • se declaró impedido por amistad íntima con e l profesional últimame~ • te nombrado l a cual fundó en circunstancias que consideró necesa--
- • r i a s , con l a aclaración de que no obstante lo previsto en e l a r t i c u
•
- •
- • • lo 113 del C. de P.P., estimaba viable e l impedimento" •• por cuan- •
!
- • to lo que no genera e l cambio de apoderado es recusación . • • • ''.
1 1 Los restantes Magistrados de la Sala, en e l auto ya mencionado, r echazaron e l impedimento y ordenaron l a remisión de las diligencias a esta Corporación, en atención a lo previsto por e l artículo 113del estatuto procesal, que reproduce norma del anterior ( a r t . 86), ' ( estimando que la situación planteada tiene cabida dentro de dicho -
- '
- 1 precepto, por lo cual es inadmisible e l impedimento.
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C O N S I D E R A :
- 1 • El artículo 113 del actual Código de Procedimiento Penal, que repr~
¡ . • duce similar disposición del estatuto anteriormente vigente, norma ' ¡ a l a cual se ha hecho referencia por los señores Magistrados del 1 •• Tribunal para proponer y decidir e l impedimento, es claro en cuanto ' 1 ' 1 a q u e " •• No habrá lugar a recusación cuando e l motivo de impedimen
- ' to surja del cambio de defensor o apoderado de uno de los sujetos - 1
( ) ' ' 1 • ' procesales, a menos que la formule la parte contraria o e l Ministe ' ' ' ' rio Público''. ! \ 1 l 1 ' ' Con esta norma -como lo ha expresado la jurisprudenciase preten dió terminar con e l abuso, que podría c a l i f i c a r s e como contrario a l a é t i c a de la abogacía, de conseguir por l a vía del reemplazo del apoderado o defensor la-separación de un funcionario, a l intervenir i profesional con respecto a l cual tenía aquel motivo de impedimento. 1 1 Institución procesal esta que derivaría a finalidad irregular y re f s u l t a r í a distorsionada en su naturaleza. 1' 1 . ' '• 1 • • 1 Si la situación respectiva tiene cabida en la disposición referida, . ' ' ' debe ser de e s t r i c t a aplicación, siendo en consecuencia improceden- . " • ' 1
te e l impedimento. Es lo qtte ocurre en este caso, pues, como ya • . ' . .. • • 1 . ' • • .. • ' ' 1 • i > 1 . . ¡ : ==-___:·==~=====-=""-·==-::::a·=-. ==--=· --==·===·=- ===·=============~=;_;;··.;._·- - 1'--::--:-::::::::=====' ---- . ·-- ........ ·=-=· . =···-:::a· . . ·-· ==-·=··: ::· • .. ·, i· r·· ! 1 ! 1 1 1 f • -,; r·f•! ,,·1r11• 3 . - \
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- • • se dijo e l acusado previa revocatoria del mandato a l último de los apoderados por é l asignados, procedió a reemplazarlo por abogado - - respecto a l cual e l Magistrado alega amistad íntima, sin que por • tanto pueda e x i s t i r duda respecto a l a inadmisibilidad de la manifestación expresada por e x i s t i r l a restricción legal anotada. • El Magistrado Dr. Corredor Prins considera que procede e l impedimento por cuanto lo que no puede proponerse por l a sustitución es larecusación. Sin embargo es suficiente para rechazar este argumento, l a observación de que por la vía del impedimento se llegaría a l a misma situación, ya que bastaría que se constitt1yera apoderado -
- ( en las circunstancias indicadas, para que e l funcionario estuviera • obligado a separase del asunto, con lo cual, sin otra actuación, se
lograría l a misma finalidad. En este mismo sentido l a Sala de· Casación penal ha decidido situa-
- • ciones semejantes. Basta c i t a r a l respecto los siguientes pronun-
- • ciamientos, con relación a normas del anterior estatuto ( a r t . 86 inc.
ciso 2o. y 78 numeral 5o. ~e P.P. derogado): 1 '' Con esta prohibición l a ley ha querido que s i e l motivo de recod cusación nace el'cambio de apoderado, la remoción del Juez
- • o Magistrado pueda intentarse exclusivamente por i n i c i a t i v a de ( la ''parte contraria'' (entendiéndose por e s t a , a todas las demás ' que intervienen en e l proceso, y que son ajenas a l cambio de apoderado), siéndole, por tanto e igualmente, prohibido a l funci~ nario realizar lo propio, pues esta concesión desfiguraría y har í a nugatorio e l profiláctico objetivo que e l legislador se propone con ese mandato: impedir que la parte interesada salga a i rosa en lo que busca con e l relevo de apoderado, esto es l a se paración del funcionario''. ''Es más: s i se tolerara e l impedimento en este evento, quien generó e l cambio de apoderado, en la práctica se vería excusadode recusar, pues simplemente le bastaría esperar la forzosa de claración de impedimento, la cual no podría tener fundamento legal distinto a la causal de recusación. Con esta posición comoda y nada riesgosa, la misma ley e s t a r í a premiando a quien, -
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REPUBLICA DE COLOMBIA • 4 . -
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• ' • por e l contrario, debería gravar de alguna manera por esa clara • traición a l a lealtad y buena fé procesales." (Impedimento d i
- • ciembre 2 de 1.986, Magistrado Ponente Dr. Duque Ruiz).
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- • Y también se expresó en providencia de fecha anterior a la mencio
- - nada: ·
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- • "Que no puede este específico motivo invocarse como impedimento,
• ' ' ' • pues por mandato de la ley opera exclusivamente como recusación. • Y l a demostración de este aserto resulta f á c i l . En efecto, s i - • lo que l a ley precave es que no se cumpla e l proposito buscado - ¡ .' ( por quien origina esta situación, o sea, provocar innecesaria y ' . ' • 1 ' artificiosamente l a separación del Jpez o Magistrado, mal pueden • ' • estos contribuir a este logro present~8o excusación. • ,·-- De otro .. "( ' lado, cuando la ley hace la reserv~(de poderse invocar 1 como recu
' - - ' .... . ' • sación y a instancia de un determinado sujeto procesal (''no habrá 1 • ' ' ' , \ lugar a recusacion . • • • a me~os·que l a formule la (parte) contra- ' ,, • 1
- • r í a ' ' ) , no es dable extendet ei··fenómeno a l campo del impedimento
1 ; -· ........ • porque a s í se desvirtGa l a ~rohibición y los fines fijados por - • { '\ ' e l legislador. Por eso l a ley f i j a motivos de recusación que ' ' -. . ' pueden alegarse como tales o como impedimentos, siempre y cuando • no se señale una réstricción o salvedad. • Porque s i el l e g i s l a - • ; • \ • dor ha querido que sólo l a ''parte contraria'' pueda obtener l a re . 1
- ' ' ( . ' 1 moción del Juez o Magistrado, por e l motivo que se analiza, estos,
1 ( ' ! •, . . . 1 de obrar en oposición a este dictado, abusivame11te invaden esta a
- . 1 • 1 : ' tribución y se anticipan a l a determinación que pueda tomar esa - '
' 1 .1 • i ''parte contraria'', o imponen su voluntad por encima de quien hasido reconocido por l a ley, de manera especial, para accionar en este sentido''. (Auto de diciembre 7 de 1.979, Mag. Ponente Dr, ' Gómez Velásquez). '
1 1 . 1 ' ' ' ' ' ' 1 . De conformidad conlo anterior debe rechazarse e l impedimento examinado. • . . ' ' 1
- • Por lo dicho, l a Sala de Casación Penal de la CORTE SUPREMA DE JUS
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- • de l a Sala Penal del Tribunal Superior de Montería, doctor LES . • . · ~.. •
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- •• MES CORREDOR PRINS en este proceso. 1 • '
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- ' • Devuélvase a l a oficina de origen.
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- • • Copiese, nqtifíquese y cúmplase.
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