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CSJ - SP 874(03-12-1986)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - SP 874(03-12-1986)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
1986

' "I '

REPI.JBLICA DE COL_OMBI.A

,, ' -{,), ! . . / ~ ., ' / (///'(( ' ~ " ' · " / ' ' I I , , / '

CA!ACION

-- . • • ' • • 1 \ • .. • ( \.,, _,,,,· <• . ·<.._ r· ~- . l 'l

  • -

'· / Sentencia Casacion.- 3 de diciembre de 1986.- No casa el fallo del Tribunal Superior de Bogota, por medio de'i ~ual condeno a Rogoberto Robles Garcla por el delito de Falsedad.

Magistrado Ponente: Docto~EDGAR SAAVEDRA ROJAS

• (

  • 1 t:l

FONDO ROTAfORIO OE:.L M!NlST[RIO JUSJICIA

  • -- -.· · ..

• ' • --

. - . ... - . . . . . . - •- R.ad. O

874. Caeaci6n ' 1 - ) " ;\ ¡,¡<,,, r ' _..,

Procesado: RIGOBBRTO ROBLES

GARCIA

' Delito: Estafa T , • , ' .

CORTE SUPREMA DB JUSTICIA

SAI,A DB CASAClON PBNAI,

- -- . -. •

Magistrado Ponente:

Doctor Rl>GAR SAAVB-l>IA ROJAS

Aprobado Acta No. 115 • · Bogotá, TTes de dictembre de mil novecientos¡ ochenta y s e i s . -

VISTOS

  • ,,

,.

  • ' Por providencia del--cüico (5) febrero de mil novecientos ochenta seis de y

.,, ,,. I ." (1986) e l Tribunal Supet'ior de Bogotá confinnS l a sentencia de pr11,1era ins - , p • cua1 ta,~cia por 11'1adio de l a se condenó a RIGOBEliTO ROBLES GARCIA a l a pena ' _de pl"in~ipal de doce (12) 111esea prisión como responsable del delito de uso .,

  • • de doc nto público falso.
  • ' Intetpuesto oportunamente e l recurso ex~raord1nar1o de casación fue admitido
  • • • y poetet'io1111ante se declarS ajustada lacie111anda, habi8ndose escuchado e l con-

. , • ' cept.o del Ministerio fúblico que eolicitO; 90. .. se casara l a sentencia -recu1:rida. Corte procede a resolver lo pertinente luego de relac16n de los sig•denLa la . -- tes

HECHOS

'

  • • El v e i n t i t r é s (23)-de dicieulbre de mil novecientos ochenta dos (1982) lUC'..0 y

.. . ·~· • '" ' . BERTO RO, BnBS GARCIA s. e presento a l Mi. nisterio de Relaciones E,cceriores con e l ' ' ~ -.~ - ~ • • ' ' ' .~,. • 71¡ I· ~1 y, • • • • • . -- •

  • --- --~ - - - --· --·-- -··- -· ----- . - - - . ~ . .

. 1 • • . ,. ; ., 2 . ., 1 • .. , ' • • • . \ ·" ... ' .. , • • >

  • • ' • • • de tramStar un pas~porte con e l que pensaba v i a j a r Canadá. pero como f i n a l los f11,acio11arios del DAS sospechaJ;"on de l a autenticidad de la t a r j e t a milit a r exhibida por e l solicitante lo capturaron luego de v e r i f i c a r con l a Di -

- . --

  • • visi6n de l• lecluta11a.1ento que efectivamente e l doc••c11ento militar era falso. • Se demostró en e l curso del proceso que l a l i b r e t a rn1l1tar era falsificada • por infor111e del Director de Recluta1111ento quien 1nform6 que la t a r j e t a nú- · mero D96330 de seg•,nda clase habla siclo expedida e l diez (10) de agosto de • • mil novecientos $eten.ta nueve (1979) a en y '.88PNANDO ANIO.NIO MORRNO MRJ>INA l a ciudad de Bogoti. i

  • 1 grafolOgica que .las fit11we que aparecen en e l prenom-

. " •

  • . brado doc•• · ento no fáeron realizadas por e l proeesado • situación que desea~ •

,,.

• ' • 1 ,,~ \ l a autoría material ~1,:doci,11,ento. ' 1 . ' 7 • • \

  • ' • Son,etido a indagatoria mn1fM !t6 que e l doc nto lo habla sacado t r e s (3)

  • • años antes pol' intermedio un señol' apellido MORALES conocido como "Cade ele

' . rec1mgre. ", quien l e cobl'Ó l a s11,,ia de ,·Cua~ro mil quinientos pesos ($4.500.oo) luego de entJ"eg4rle l a s fotograftaa. 'cfdula y cet"tificado c i v i l de nac1m1en- - .. •

  • • to. Bn l a diligenciá. de exposici6n habla·cÍi~ho que l a ten{a desde hac{a dos (2) ai\os. q,¡e l e había costado Tres mil ochocientos pesos ($3.800.oo) y que se l a hab!a trarn1tado un señor de apellido ORDODBZ. Afixmó no haber tenido necesidad de presentarse a l médico. exat11en

-· .. • •

AC'f UACION PROCESAi,

' • ' 1 El proceso fue abierto por auto.;.d,1 veintiocbo (28) de diciembre de mil nove- .. . i. - . ciento$ ochenta dos (1982), se l e dietó auto de detención e l (S) ·y y cinco de -enero d~ mil novecientos ochenta y t r e s (1983). • • 1 •' •• •

  • • • •

.-': - .. . • <t, . . ' ' ' • • • • • .... ,. ~, - .. ..... - - ' i ' ' ,, ' ·- ..,_, 1'" -~ .. •• ,,., "'¡ . •-' • ' , · -· •-,r~" - 3 1 , ., . . •

  • ' '" .,,, ", ~. , ' , ' '

.... " ',. Po s i e t e (7) de novecientos ochenta cuatro auto del de febrero mil y (1984) se cr:fmiaal abrió causa contra ROBI,BS GARCIA por e l delito de uso de docui público falso .• ~t~ -- • - • • .

  • • Se dictó sentencia dé pr1rnera instancia e l tre9e (13) de febrero de mil no • vecientos ochenta cinco (1985). que fue confir11,ada por providencia del ciny
  • • co (5) de febrero 4e mil novecientos ochenta y s e i s (1986) •

• ••

ARGUMMACIONES DB LA D

' ' '· • 1 1 ' 1• ' !: JU recurrente pl.a•1t.e ..a un único cargo a l e11,¡,aro de l a causal pr:Sit,era cuerpo ' 1

  • 1' d 1 artt'C~1º.-,~80 ~eguado. del del C6digo de Pro~ed1m1ento Penal a l considerar1

. 1 . 1 ~~- •

,, . • que se incurrió en vio,.O:óiQn indirecta de l a ley por apreciación errOnea de < ' ' ' ' . 1 • l a pneba. constitutivo\.ª-~· un error de derecho. Considera que se violaron • ' • ?

  • '¡ ·' . indirectao,ente l a ley susíanc,i,81 por ap11cac16n indebida de los artlculoe

.. ... " li 222 inciso 1, 35. 41 45 del '.ééicitgo Penal f a l t a de aplicación de los y y ar-1 ,, • ,1 '"''' """~ t{culoe 2. S y 40 del C6digo Penal. 1 • • • • . ' Bl ,:ecurren~e hace un extenso análisis .sp~re loe errores de apreciacionpro- ¡ . • • •

  • , batoria en que se incun:18 por e l f•mciouárf,o de pr1mera instancia a l dictar • l a se l a sentencia, pero Sala abstendrá de hacer relación a e l l a s puesto reéurso que por medio del extraordinario se ataca es l a sent.encia de segunda instancia y en t a l situación se ha.rá un a n i l i s i s de los ataques que for111ula este-pronunc:tarn1en.to¡ en relac16n a que sostuvos

• • '· - . "Los Honorables Magistrados del Honorable Tribunal Superior de

  • Bogot'á yerran a l a t r i b u i r l e a ,, •• solo indicio e l valor de neEn cesario q••e no posee. efecto, se msnciona en e l f a l l o de
  • . c.ontra seg.J«lda instancia como indicio en de ROBLES GARCIA e l . hecho de que ' t e n í a qt•e saber que uuo de los requisitos sine-

.-, • • ... . ·. ' ,; ' ' .. . . - 1 - - • - . ~.. .

- .,. . AISMO. : 1 ::i . .. ~ ' ... .. .. - - 1 -" ·"' ,.~.._ • - • < ~ ~ 4

,. '" ,, ' ' . ' ., ,, ,, "' ,." ·.·.,. "· . .. . . .. ' -, • qua•noti para l a expedic16n de l a l i b r e t a militar es e l exá,,,en • • (ele), que e indelega.ble. médico obviamente debe ser personal' ' Coli éste indicio se conáideró por e l ~d-guem probada plena1,1eu .. 1 1 procesadoa 'Tenta te l a responsabilidad del entonces concien ·- .. c i a de su i l i c i t u d e l inculpado R.IGOBEB.TO ROBLRS GARCIA y esta- • mos neceeario frente a un indicio en los tét111tnoe del n t l c u l o . . . . . - ~.. . . . .. 231 ~ clel Estatuto P1:oced1me11tal Penal'. • DoctrioaJmente no bay 111.Qg,.,c,a discusi6n en cuanto a l concepto · de in.dicto necesario ¡n.,ea se tiene co1,10 t a l aquel en e l cual

dado ,,,, hecho indicado~ habi:eu,os de i n f e r i r siempre 1 exclusi va111ente u••a mis,,¡,a conclusiónJ en e l indicio necesario la conclusión obtenida es única y ning1a,,a otra opci6n debe s e r s i ' quiera probable. Bao ha hecho q11e autores co1110 MARTINBZ RAVB claee ind1e1o (Cfr. sugte¡an que es une de que no existe MAR- • ' / •

  • 1 .- . _ TimtZ, -, 8A, V B G11berto; 'Proced1rn1ento Pena]- Colombiano'• ed. Di-

. . - . . ' ' • ke. Med~ll,fn. 1982. p5g6. 399 400). adentras otros autores=- y ,., ,, • .. '

  • ' co11,o LOPEZ MORBNO l e definen as~: 'Cuattdo •1n hecho de tan na1 , J turaleza ~e"1i~J l a relacioi,ado co'l'1 otro que excluye toda: post -

• • ' . - biltd.ad en c0nt,i:ar1o, he1•11>s dicho que l a certeza, a l aft,ri11ar -

  • • • • . ' • de_l'·•a«,o . la eaistenc:ia por e l otro es absoluta' • (LOPBZ MORENO •

' • ' 1980:, SANTIAGO 'La Prue'ba· de Indicios', ed. Lex, Bogotá. pág.

  • ' .112,. aún, - Y . es mAs preciso pues sefiaJa que e l 1ñdiclo '

1 /.r"'- . - necesario nunca serv:lfi p~ra probar e l aspecto sul:>jet1vo_ · dei ... 1 .; ' : 1'· e l d e l i t o , que fue lo que· ad~quem consider6 de,oostrado e~ ~s~e , , . . . , . ' \ · : :' · caeo: ' e s evidente que, en 1,o criminal, n•ioca podrii haber ~li • ' t '.\ ·. d e l i t o , dicios neceaal:'ios del eletn~t;tto ~~~j~tivo del y ·qy.e ·, 1 . ' . configurai-ae Unicamente ,en e l e,le111ento material puede .tal, cla,+~ \' '• \

  • 1980, di Polizia, pSg. S09), BBt,I,AVISTA (BBJ,I,AVISTA G i r ~ . '\:: · --- Ro111á, . \ ' • ---- . . 1 lamo, ed. 'Leaioui di Diritto Processuale Pe•,ale', Giuffr!, Mi- \1 • .-

'\ • lano, 1982, Sa. edi.zione pág. 314) y GIAN'fURCO (Gl4Nt0RCO Vito,' . , Ob. Cit· •• pág. 68), Dado lo ~ e c i ~ que debei·set" e l indició - • necesario ha sido pr8ct1crunente imposible a nivel doctrinal·; ejemplo casufetica·juencontrar un t e a l i s t a de é l y a ni-v-el de • uno. d i c i a l t~1«poco co.noac:o basta l a fe.cha

  • ' • ·- .. 4,

.,.,_, • . ·) . . . . - ' . ' • -ji •- " • 1 • --

-- - --------- -· .. -- - . .. . " .. • • / . .. - .. - Al oc.J ''' ·" ...-.... ~• .l..•~ '.;. ' ' . ' .. • -. _ -- ' , ·, - q . ",1 ".. ' ;. j s • 1 • ' • ,~,- ''"''' ·,··,,,, \ ( , . " " ...... - Pata que e l indicio señalado por e l ad-guem pudiera toi11orse o . co,1io. neceea~io habría que aceptarse l a af ir111ación según la - • cual SlEMPBB QUE AJ.GOIBN NO ACUDE .AL RXAMBN MEf>ICO PARA OBTE- • • NAA tIBRB'1:A Mil,ITAR BS CONSOÍRNt8 DE QUE OBTBNDRA UN DOCOMBNl'O

  • · - - FALSO. No es. cierto co1110 lo afirttta e l Honorable Tribt•nal Su-

•• • perior que quien empl~ndo 1,n 1Jiteru,ediar1o se sustrae a l a - ,, - • ·-·

  • ' 1ndelegable de someterse a examen lo obligación m€dico haga

• , . - " en espera de conseguir una l i b r e t a m i l i t a r falsa¡ a(l!J)tar t a l • J:'azonamiento s e r l a co,110 aceptar que cada vea que se recurre a

  • intetmédiario para c_onseguir l a licenéia de conducc16n -

·Qn • (con l o e•ial, se Qmlte l a presentac.16n del examen de conducción • y e l aJlálisiá del oculieta) se hace con l a intención de obte ner licencia de conducc16n falsa. - . . . . . . • • . ' ' . ' . • Lo ª ? d e n t e es que muo.has personas (leuden a inter11,edtarios pa1 • 1 ' ' b - • ~~ ra o ~ , e r .ucenc1a de conduccion. no asisten a los indelega-

  • • bles erii•tenea de ojoe y cor..ducc16n y no poieso puede endi,1 -

' ¡1 •

  • 1 gárseleii' l a 'c.or111s16n de heeh~ punible. No desconozco que '

1m ' • • ¡

  • • • ex1eta la"p0s1bil1dad de que quien asf actúe lo haga con i n_.., . i

,,,,. ... .... tencton de adequ,ar su conducta a un tipo penal; lo que no acep \ _,,, 11 to es que se g e ~ r a l i c e para decir que quien emplea e l i n t e r - 11 •

  • .

' ., ; 1,1odiat So y en cóuªecuencia no c1,1111ple con exámenes que deblai I • :1 realizal' personaJ11iente es un sujeto que pl'etende adueiiarse de

... ' .

  • ' 1 ,al-·s o. Y un docuatento público s i esa generaJ1zaci6n no puede · hacerse 10gicamente-, e·ntOnc,s se e , • l e con e l requisito

110 . ....,_ ,,

  • , ~ tDá8 elemental del indicio ne,cesario, cual es el de que un mis-

-

  • ,,..., mo hecho indicador nos c:ond. yzca siempre a l a misma conclusSnn dtvei:-aa. Se e l dey n,1nca a una eq1Jivoc6 entonces fallador ~gu,ada instancia e.l dar e l c a r i c t e r de necesario a este

. . d1cio y en co1,secuencia ett.ó a l condener con fundamento exclu • sivo en este medio probatorio • • • ,';u~do, _hay ;l~M?~ent_e, '''~- indic_io ne_c;esa,;,,10. l a ley que se valor.e l a prueba ate.cada; Casación de j u l i o 2 de 1985, M. P. Dr. .LUIS ENRIQUB AJ,DANA ROZO) • de acuerdo con • c::i . ' e l ~rt!culo 231 ~el c6d1go de J>rocedtm:Sénto penal, "El tndicio •

  • . ee necesario Cilando es t a l l a cottaepondencia y relac16n ent r e loe hechos q,¡ae hab~en4o existido e l uno no puede menos q,ie • haber existido e l otro' • Ig,aalmente señala e l articulo 230 •

• -- . . -.:.- . . • • •

r.11 (.¡ ! ::; 1 r r • • ' • 1 • ' • • --- . • . - • ' ' • , ' . .,, ,\ '· • ' • • '""' ,¡ "~ -· 6 ' ' ' ' ' ' del mis,110 estatuto proced1,11ental penal que 'Un solo indiciono hará jamis ¡ilena ps:•,eba, a no s e r que sea necesario o pre

  • • sunci6n legal no desvirt• ada.' Rntottees. cuando l a relación1 entre loe hechos indicador e indicado no es absoluta . (p11es -

. ' • . . u i s t e posibilidad "de--uria conclusión d i s t i n t a ) e l indiciola no se puede coJ1S1derar necesari~en consecuencia con co11io f111i dame .. to en ésa sola prueba (1nd1cio no necesario) l a ley pro - ' ' • cond'rar). cecU.m.ental no per,,,1te ' ' ' • Cómo que debió e l ~d-guem valorar e l 1µ41cio. Como quiera son- , i .1 1 El . 1 $ Y E 21 J _ J i i lo en t r a t h d o s e dé indicio necesario nuestra ley procedimen - ' t a l sefiála perentoriament,e la como debe construfrse va 1 fot11ia y ' lorat'se, 110 hay disposición paro•1 dar unidad con algiana q,1e ta cept•,ol sobre lo que debe entenderse por indicios graves le y As{, ves. aun cuando reconociendo que s61o agunas quien •

~~~~s • ' e,ep.lé8 •rn 1ntar,,,ed1ar1o y elude le. prese11taci6n del examen - ' ' • mádic07,.io hace para obtener doc,111,ento falso (lo que supone e s - , ' ' t a r con eÓ_prés~ncia de un indicio leve) lo evidente es que : ! . ,, ' ' ' i segunda bublese e l solo ~ec~o de que e l juzgádor de instancia 1 1 ~ ' coU$1deJ"ado que e l 1nd1.c1.o no es 1ecesario (como evidentemente ' ' ' ' ' • •• ' 1 ' • no lo es) hab;.ta' tenido q«ie ad'Qpt~t uc,a decisión absolutoria, , ' ' ' 1n~ependientemente de s i ese indicio es grave o leve porqúe, • de acuerdo con la#ley proced1mental s i e l indicio es únicaprueba (co,1,0 en éste .;aso) sólo puede haber concleu!_en e l even Asf, de que sea necesario. pues. creo qoe e l indicio deto • leve bió valorarse como ,pero en todo caso es incontrovertible qt.ie no es necesario porque rio c,11,iple l a s exigencias legalespara serlo (articulo 231 del c6digo de proced1,rnteuto penal). Y ne, siendo necesario e l indicio, no pocl!a dictarse sentenc.ia cortdenatoria poi-que ~ { lo prohibe e l ertfculo 231 del e s t atuto procedfmental penal.

e n o r .de derecho. se bab!a anotado en precedencia • Es Co,110 • los erroros que se desprenden de inobservancia de normas que regulen e l valor de l a prueba CO•lStituyeu error de derecho. Pero en un sistema mfxto de valoración de l.á prueba (como e lpenal colo,ob1.auo) s61o p1;ede alegarse e l error de derecho cuan do existe una no1,11a expresa que otorgue un valor concreto y deter11dnado a un 111edfo probatorio; por eso l a Suprema Corte de J u s t i c i a no tolera alegar error de derecho en t'lltaiídose de prue- ' ' •

  • .,., ... .~ A ~ fl..l \ ,~":'·'

' 1 ' ' • • ' ' / . . ·- - . ' - . . - - "' .. ' . • • ;,. • 7 \ ,, \, · ' ' .'. . ' . ... ' 1

  • • ba test1,1Z1onial, pero por eje111plo lo acepta c,,audo se desconoce 1 e l artículo 230 del código de proced1m1ento penal (Cfr. casa - • j u l i o Al,DANA c-ión de 2 de 1985, M.P. Dr. LUIS ENRIQUE ROZO). ' e.facto c,,ando una-nor·1ga -como e l -230 del c6digo procesal peEn
  • •• fundamento nal dice que solo puede condenarse con en ,,.. indicio cuando éste sea necesario, l e está asig1aando un valor de plena
  • • pr•,eba a ésta clase de indicio, con lo cual recuerda e l l e g i slador e l ~ t o d o de l a t a r i f a legal y per,111,te e l ataque en casa considero c16ri por error de derecho. Igi•almente que l a inóbservancia del ar~!culo 231 del código proced1,,,entaJ penal per -

. .

  • • mite alegar violación indirecta de l a ley por error de derecbo, cuanto define éxpresamente e l indicio nece.eario, manife s•;an eJi los do c•Jáles a ~ requisitos ineludibles para tenerlo co11t0 t a l .

No es una definición genérica de ,111 medio probatorio• sino l a

  • ..

,. . ' \ expres16n copcteta de culindo 1•1, indicio tiene e l carácter de ne- ..-, . • .- - ij cesario~-· es decir, cuando ' e s t a l la correspondencia y relación ' ' / ( • entre l o s hec\li)s, que habiendo e~istido e l uno• no puede menos 1 ' : Hay . que h. aber ·ex:1 stido e l otro' • entonces en esta 11ot111a l a -

  • • . • • . • 1 a l enunc1aci8n dé' ineludible requisito para poder c a l i f i c a r

11n'\ ~~·· .I¡, • indicio con10 nece~a,.io • de t a l manera q,1e asig,,arle dicho valor • ¡· 1 no e s t ! a l arbiti.t,o "'e l a doctr1ne o l a jurispruden~is, sino

. ' ~- . ~ ,j que debe hacerse con e s t r i c t a sujeción a laa previsiones del ' • ' 1 • 1 articulo penal. 1 231 del código·procedimental Tan evidente es ' . ' 1 ' que l a inobservancia de·.eeta norma supone error de derecho en ,•, • ¡ ...... • ' ' · l. a valoración de l a p1u.e1>4. ''é¡ue e,i se desconociera s e r t a 1mpo-

  • . aplicación art~cu}.o sible dar a l 230 del m1smo estatuto, e l -

. ' . • cual a ( es reconocido expresameute por l a SUprema Corte de Jus t i c i a cou_,o fuente de error de derecho (Cfi:. Casación de j u l i o 1985, AI,DANA As!, 2 de M.P. Doctor LUIS ERBtQUE ROZO). s i e l 230 señala que solo puede condenarse c•aando e l único indicioque aparece en e l proceso es necesario, imperioso resulta que necesario no l a calificación de sea arbttraria111ente dada por l a doctrina. sino que deba extra·ei-se del texto mismo del a r - ' . t!culo 231 de penal; s i l a c a l i f i c ade.l cOdigo procedimiento • ci6n de necesario fuese c1s1esti6n discutible relegada a l c r iy • t e r i o fallador •. con fundamento del se podrta condenar en e l a r ticulo código proceeal c:.ade. que e l c r i

230 del penal vez según • terio. del juez se estuviera en frente un indicio necesario, de . . • -- ' . . • ' • •

  • ., • - - · • · - - - - ' ' - -

' ' - . • •

  • • • • 8 ' '\~;.\'·"\. . ,~,~,\('\l .. ,", ,.,, \•\\.e actividad co111pletamente ajena a loe postulados de l a t a r i f a l e gal.

. .... ' ' Al desconoéerse entonces dos claras nor,,,as sobre l a valoración del indicio necesario {art!culos 230 y 231 del código de proce- ·- . • ·- . . -· "dim1ento penal) se incurrió en error de derecho en l a valora - . . ción de l a p1ueba • • ~omas procesales di_r,e~t~~~ª- v i o l a " ª ª . Se desconocieron los requisitos que establece e l artículo 231 del código procedi 8 ' mental pei,al para tener indicio como necesario, se violó d i 110 rectamente e l artículo 230 del misrr«> estatuto procesal a l coo . . . . . ,,ri ~ denar ·con· f111,da111ento en· indicio no necesario y de cons~,d ente se violó en for,na directa e l art!culo 215 de la misma nor,,,a-

  • • tividad, pues se dictó sentencia condenatoria sin e x i s t i r plena ptueba de responsabilidad respecto de ROBLES GARCIA •

• '\ .,;-:.',,. \.

No1111Bs--:-sustancialee indirectamente violadas. Habiéndose profe J' rido sentencia condenato,:ia s i n e l respaldo probatorio exigido .. ... ~ . ' se vio16 indirectamente, por aplicación 1ndeb_ida, e l art!culo . \ " Si . E 1 j _ 1 ' . ' 222 inci&o ·ro,,.. ,-del Código penal pues pod{a UO • algt11,a a ROBLES·~GARCIA sin e s t a r demostrado e l aspecto p o e i t i - '

  • , vo de l a culpabi~tdad~ Hay as! mismo violaci6n indirecta por
  • ' -~n_debid_~,. -~pli~ci§n, del art!culo 3.S del código penal pues ee conden6 a ROBLES GARCIA sin existi1!' plena prueba del aspecto - / ' subjetivo del hecho punible, situación expresamente prohibida

' •• por l a no1111a mencionada. lfnlalmente, a l no e s t a r demostrado .. .. .; .:.. actu6 podía aplicscS6n que ROBLES GARCIA dolosa111ente, no darse .- ,.. a la.e notr,tAs que regulan e l .._feil&neno de l a punibilidacl; se vio- . laron as{, por ~ndebida aplica_c~~n, los art{culoe 41 y 45 del código penal. De o t r a parte, exis~ió indirecta ley sustanviolación de l a pec:foJ por ta~ta de ap~ic~ción_ del art(culo 2o. del c6digo

, . nal., ya que de acue-rdo con dicha not11,a ning•,na conducta puede • ser punible s i no está presente e l aspecto de l a culpabilidad. Violó l a sentenc_ia en foz111a indirecta por fa_lta de qplicación, y ' e l artíeulo So. del código penal, q11e proscribió todanor111é fot111a de responsabilidad objetiva, entendiendo pol' t a l aquella • en l a cual no se tiene en cuenta l a prueba del aspecto positi,.. vo de l a culpabilidad. Y finalmente ··se violó en foroia indi - .. • '• • • ,·,-'

IJN :.--,,Lr·.

' ' • -- -. • -- ..... '"• . ' :.; ·- • ,,_ ' -====:::::===· ========·= ====:-~"' -------.. _,,,=-=--.. --.......... ".:"..- :':"'. ==·· :::· - - - - - - - - - . -..- .-.-.- .~__. _. ,..= ~··=·,·, .,...,-~- .- ..~. ... ..... ..,_,., ...._._,,,_, ,. ,.._- .- .- .. ..,.., _ _ _ ~ •

  • - • 1t• . " . i •A 1 '<:"l.... , .. -

9 ) " . . . ' ' '-. re.eta por ,falta de_ aplicaci~_n e l art!~_,;11 o 40 del cOdigo penal ; en cuanto respecto de ROBI,BS GARCU debi6 ~conocerse l a exis tencia. de ,11aa causal de inculpabilidad por error sobre e l tipo.

. ' " .~ªX No o_t_ros medio~ pro_bat_or_~s. (Deben analizarse los 111edios ' •• . ·probatorios no atacados: Casación de agosto 28 de 1985, M.P • • Dr. FABIO CAI,DERO.N BOTRRO +). Dentro de l a s sentencias profeTi- • . da$ por los falladores de primera y se~1r1da 1nstancia no se alu de a ningGn cimnto otro medio probatorio, por nada hay en e lexpediente (distinto de los 1n4icios .aquf cuestionados) que per- • ' . a·iquie,:a mica insinuar l a responsabilidad de ROBLES GARCU por los hechos investigados. De forma que me a t a l limito ma:atfes- • a los Magistrados que ningún otro medio probatoHono~ablee tar,o • ' • r i o pe.~1,1:t t i r t a mantener l a aenteneia condenatol'ia, por l a eim- . ,, ,•

  • • pie• rez6n de que existe en o l expe• diente o t r a prueba

(d1fe110 ' • rent~. .. dé que es objeto de esta demanda) que ap,ante a l recola • '

  • de R.OBtES G4RCIA. n o e i m i e ~ de responsabilidad 1:-'' Bl error" ue f,,,,damental. (El en:or alegado <lebe ser f11ndernen-
  • ••
  • • caeac,, iOnl.• 1

de j u l i o 2 de 1985• M.P. Dr. LUIS ENRIQUE ALDANA t a l i ... 7 . ,q(te'l'.a lOZO) • CoU10 que los errores de derecho en l a valoración '\,, ,_m-' 1 de

  • • y segUnda t n s t a n c ~ ~ec.aen sobre los •11lieos medi.os probatorios '.:e :e:,• que sis:vieron a ROde f111adsrnento l a sentencia condenatoria de BJ,BS GARCU. es evident;e""'q~e s i dichos errores no se hubiesen

" ~ producido• necesar1 amence~<ba\)r!a t.euido que dictarse sentencia .. áíiora absolutoria en favor del condenado. Eso indica lo f1111da- .,. - . -- ' ~ . . en l a we11tal que fue senteoc.ia .condenato1:ia la equivocaci6n so-

  • . • tor,oa bre l a de const~i,: valorar e l indicio. y • • ~ - _e~ ~:f.mE,~e dive_rgen~ia _de_ c~it~rios._ (La viQlaci6n indUecta por error de derecbo no debe basarse en simple disparidad de - • c r i t e r i o s : Casaci6n de enero 22 de 1985, M.P. Dr. GUSTAVO

GO- -· • MBZ .. VEttASQUBZ). Los errores eeflalados en esta deu1anda de casa. .

  • ,ina ción no. suponen simple divergencia de c r i t e r i o s entre e l -
  • f allador y e l aho~a récunente • sillo que denotan ,ina ostensU>le

~--· . • ' disparidad entfe lat:Jsen.tencie.s condenatorias y claras nor,1,as -procedimentales que seiialan inequ!vocamen\\e l a fo1111a como debe ,,¡, construirse 11,ldicio, los tener requisi,tos que debe para con siderarlo co,,10 necesario y e l carácter de plena prueba que en - éste últf1110 caso habrá de darle e l fallador." . . . . .. ' .

INIST(I,

• -::~-.= .,, - -.. .; .:-~----.,-." "e:--=~:_,,,_ ____- --..- .'" ".:.""'"···'==1__,r· ' --_--··'"":...-- "'.!. '- ---:,,.,.,. ~----::.-• --:_:-_ -·-- . --- - . -- . ~ -- . - - - ' - -- - .· ---'-'----_;.,;·= =:-:.:- ' . • • ¡,.\ 1 ,j 'v, [J J _; :; - • • ·'

  • '

10 - ' ,,. .. . , .... • • ' • ·' ' ,, ,, ' ' . ' \ • • • '\ •. EL CONCBP'fO DEL PB.OCUBAOOR PRIMRRO DELEGADO EN LO PBNAJ, • Solicita e l Colaborador Fiscal que no se case l a sentencia recurrida argu - • mentando que· nA todo ciudadanQ colo11thiano que cu,1,pla con s,,a obligaciones mi-

  • l i t a r e s o sea ~)!;ouerado--de e l l a s , l a s autoridades respectivas

.. - - l e certifican t a l hecho, med:tante docu,11ento público lJamado 110 l i b r e i a Militar.

El señor ligoberto Robles GucS: a no c,111,¡>liO con sus obligacio - ' nea militares, n i fue legalmente exonerado de e l l a s •

- .

  • ' Luego_ ...el señor Robles Garc!a no podía ser tit•al a r de ese docu- '

• ' ' ,,,· ' '·

  • 1 • merito P~;1>ltco lla,1,ado · Libreta Militar.

1 1 ' ; • ' p~eíoisá' mayor contiene •1n juicio categ6rico, c i e r t o , indiaLa .,,. ..

  • _,_ cutible, ,splicalie a todos los c.1udadanos colo,1,bianoa. Aía11 mas: ..... ¡ ? ' 1' es un msndato,"Const1tucional.

/ . ' "·" '. )'\ ~' 1 La premisa meno~--recoge un hecho plr.nemeute acreditado en au- . ·; 1 tos, a través dé· U'confesi6n no contradicha de Robles Garete, i 1 cuando exp1:esó: :1 " .,.

  • 1

' 1 presté e l servicio m i l i t a r ••••• ' 1 ' ••••• No 1 ,,,e a ' ••••• No señor,·· nunca presente examen médi- •

yo 1 ' i c o ' . • ••••• No me presenté ante ningún BatallOn de reclu tamiento ••••• • ' ••••• Bl miedo de no i r a preeeu1arme a prestar e l servicio, porque estaba apto para e l servicto ••••• • • En estas ctrc,i11atancias, l a conclusión resulta incueeti<>nable, frente a l a ea~recha relación que vinéula l a s premisas ante - • rio?"es. Tenemos as! plen31Jlente acreditado e l indicio del conoc1,m1 ento ' que ten!a e l procesado en torno a l a falsedad de la LibretaMilitar expedida a su nombre • -~ • .. - -~ . . ' -- ~ 1 1 • ' • . EL t.tlNI' ' : • ~ ' --· __

' 1 - - - -·- - ~ -.... .. .....,,__ . ·- -- "- ·- - ~----~~-- - -- -- - . -·- -------·------ - - - - - - - · · · - ·-·------·· ,.., • • ' - ' •

' • f,. "'',\'\"'~ ,- •. ~ • ..J • ... ,-\. ,, ~ " , L '"' --"111 "' .,.. ., 1-\ ..J • "' • -1 )'•

11 . ' ',

  • ' ' ,, ,,., \.,f,'~'\ '" •

• • • Pero a éste indicio se e,,ma dos mas: • 1) Probado se encuentra eti auto~; a través de medios de con -

,a,-•,, vicción directos, que Robles .Garcta SW!linietró tanto su propia fotograf!a como ·sua-datos personales al-~señor Morales pa l ra la elaboración de l a Libreta Militar. ' • ' ' 1 Estos hechos nos llevan a i n f e r i r l a intenci6n de Robles Gar1 . . . . 1 efe. en participa\! activamente en l a consu,,,aciOn del reato y son circunstancias tan íntimamente. ligadas con e l hecho punible - • investigado, que basta observar que solamente Robles Garcla podía st,11,inistrar l a fotografía y los datos perso1'1aJes suyos - • para la confecc16n del doc,111,ento espúreo. 2) l?ijado se haya (sic) en e l infor111ativo e l interés especia ·- • 1(~!1116 que a s i s t ! a a Robles Garcia para l a adquisición de L9 ' I.ibret1,¡Militar, pues se conoee su fir1•1e propósito de vtajar • a·; canatio/Y ~~ra requer!a e l l o aquel doc1s111ento. ) \ • De estas ctrc~11)&tauc1ae deduc:imo.,s ese indicio del interés, - ,,- ~ pues sola111ente ~· Robles Garc!a interesa.bo. l a falsificación de " • J tau :f1,1porta.nte qoct11,riento. y su po-rfS:a por adquirirlo s i n irl;>ot ,,, I t a r l e los meclios·,-iúdican sus -verdaderas intenciones.

En e.ate punto debemos .,de·cir que c;ompart1t,,os l a s c r ! t i c a s que - ' " hace e l casacionista l á sentencia recun.ida, en cuanto pre - á·· • dica que incu~ri'Ó e n . e l l a se en error de derecho a l darle a l a •• circunstancia de l a nó prelilen~acion personal del procesado a

  • • • los exámenes tnédicos necesarios para l a obtenci6n de l a Libre· t a Militar, categoría de iildi~io necesario, de l a responsal a . bilidad penal 4el procesado, por l a potls1ma raz6n de que e l

,.,, ... do i n t e r i o r del hombre no <astá regido po:r nor11ias aA~olutaa, ' d1f'icable$, de valide21 universal. :l: -- • •• 1 No obstante lo anterior, ee preciso recalcar que loe t r e s i ndicios ya eeñaJ,a.dos, son tan graves por su estrechísima r e l a - ' clón con ' s t , e l heeho punible y tan coherentes entre que atendi4as sus !nt:Jmas y estrechas relaciones, llevan l a convicción ' ' a l ánimo del tallador. ' , 1 • 1 1 ' . ' 1 "• •

  • .

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• " . . - . ··1,• .,. ,.] ( 1 • ., MINISif, - ' - 1 '

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--·· - ' ·- . - . . • • •

  • '

  • , . . ··~ .. - •¡'~. " 1,:~- ' -- - ' - . - - . - . • 12 '

- 1 • 1 ···., . ' .,·~\\,, '• ' ' ' ' - este orden de ideas, forzoso es concluir que s i bien e l i n - ' En . - r , - ' ' - '

  • • ' dicio señalado por é l H. ~ i b u n a l no tiene l a categorta de ne1

. ' -

  • -

1 ' ' cesario, resulta a i indiscutible que e l resto de pruebas indi- •- 1 • rectas constituyen plena prueba, dado que s i un solo indicio

  • • - no necesariocarece de-·esta capacidad de convicción, a con - ' i t r a r i o eensu, vatios indicios fuertemente unidos e n t r e s { , -

' - '

  • • constituyen plena prueba, y sirven de soporte fir,ue para edir

. ' ficar sentencia condenatoria. a l decir del art!culo 215 del 1 ... •

C. de P.P.

• •- -l' • 1

  • . otros· encuentre té,11,1nos: en e l evento de que l a B. Corte • act'editado e l error de derecho puesto de presente por e·1 caea • - cionista, l a sentencia atacada no r e s u l t a r í a conti;aria a l a
  • ley. dado que obra en autos, de convicci6n, - otros elementos • también indirectos, suficientes para sustentat" sentencia de
  • ·, _$" condena.

1 ' -· -~ : ! ' 1 ,f • 1 1 . Corols~o/de lo anterior es que pese a l a razón que putodo ' 1' ,, • ,., ' 1 ' ' • diera as~ot;:t' a l caaacioniata, en este p1oceso emergen incó .... 1 ~-==~~· ' . • 1,,mes los a~tlc,µoa 222, inciso primero del C.P., artlculos l ~ l . 35, 41 y 4S mismo estatuto, señalados co11rn wJneradoa. 1 ' ' 1 • •

  • -• Sobrarta agJ:"egar, __q ue estando amparada toda sentencia por r 111,a ¡ '
  • 1

1 ' -presunción de. legalidad para s a l i r avante e l casacionista, 1 ' 1'

  • . """-. obligado estaba a detn.bstr.ar l a ausencia de dolo en l a conduc11

' ' • 1 procegido, c•1eétión harto d i f í c i l s i no ta ele· su 1rn¡,osible, ,,.

  • 1 ' frente a l a realide.d de los ,hechos: verdad de a puño ea, co-o ' • ...,. 1 '

.,. 11 : 1,10 lo ap,11,tala e l casacioni~t·a que muchas veces acudimos a 1 1 1

  • ' 1 • • 1 ' 1 gestores, intermediarios, terceros para l a consecución de ,,n - -

1 1 •

  • • documento público, s i n que de este mero hecho se pueda dedu - 1.

- '

  • 1
  • I c i r que pretenc:le\1l0s obtene,; un doc,,,uento espúreo. Pero, para j • 1 i ' 1

•- :., alegar con fundamento buena fe, debemos antes cerciorar11os - • 1 ! 1

  • 1 ·-- qué diligencias encomendadas s í se están realizsado ante los

' 1 ' ! • . - funcionarios públicos y competentes siguiendo los trám1 tes - ' 111 1

  • 1

. ' ''-

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