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CSJ - SP1467-2016(37175)

Corte Suprema de Justicia

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Detalles

Título
CSJ - SP1467-2016(37175)
Autor
Corte Suprema de Justicia
Categoría
Jurisprudencia
Área del derecho
Penal
Año
2016

República de Colombia Corte Suprema de Justicia Sala ae Casac)6n Penal PATRICIA SALAZAR CUÉLLAR Magistrada ponente SP-1467-2016 Radicación n° 37175 ( A p r o b a do A c ta n^317) Bogotá D . C ., doce de o c t u b re de d os m il dieciséis (2016). VISTOS Se resuelve el r e c u r so de casación i n t e r p u e s to p or el d e f e n s or de JULIÁN M A R C E LO PARÍAS T O R R ES en c o n t ra del fallo proferido el 24 de m a r zo de 2 0 11 p or la S a la de Decisión P e n al d el T r i b u n al S u p e r i or de C u n d i n a m a r c a, q ue confirmó la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia e m i t i da el 16 de d i c i e m b re de 2 0 10 p or el J u z g a do P e n al d el C i r c u i to A d j u n to de Zipaquirá en c o n t ra d el procesado, p or el delito de h o m i c i d io agravado.

HECHOS

Casación No. 37175 Julián Marcelo Parias Torres En los fallos de p r i m er y s e g u n do grado se declaró p r o b a do q ue el 21 de s e p t i e m b re de 2 0 0 3, en h o r as de la mañana, la j o v en D i a na d el Pilar Boj acá V e l a n d ia se

trasladó de Bogotá al m u n i c i p io de Tocancipá c on el propósito de visitar a su n o v i o, JULIÁN M A R C E LO PARÍAS T O R R E S, a q u i en días a n t es le había dicho q ue p r o b a b l e m e n te e s t a ba embairazada. La n o t i c ia del e m b a r a zo generó un i m p a c to negativo en PARÍAS T O R R E S, al p u n to de m a n i f e s t ar q ue ello le dañarla su proyecto de vida. P or ese m o t i v o, en esa m i s ma fecha el procesado optó p or segarle la v i da a D i a na del Pilar, p a ra lo q ue le propinó un d i s p a ro de a r ma de fuego en la cabeza. Luego, abandonó el cadáver en un despoblado, en las a f u e r as de Tocancipá, d o n de fue h a l l a do v a r i os m e s es después. ACTUACIÓN RELEVANTE El 18 de agosto de 2 0 04 la Piscalía practicó la i n d a g a t o r ia de JULIÁN M A R C E LO P A R I AS T O R R E S, bajo el cargo de h o m i c i d io agravado, c o n s a g r a do en los artículos 1 03 y 1 0 4, n u m e r a l es 4 y 7, del Código Penal. El cinco de s e p t i e m b re de 2 0 05 le i m p u so m e d i da de a s e g u r a m i e n to de

detención p r e v e n t i v a, y el 25 de enero de 2 0 07 lo acusó p or el m i s mo delito. U na vez agotados los trámites previstos en la Ley 6 00 de 2 0 0 0, el 16 de d i c i e m b re de 2 0 10 el J u z g a do P e n al del C i r c u i to A d j u n to de Zipaquirá condenó a PARÍAS TORRESv^ú Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres las p e n as de prisión y de inhabilitación p a ra el ejercicio de d e r e c h os y f u n c i o n es públicas p or el término de 25 años, t r as h a l l a r lo p e n a l m e n te r e s p o n s a b le d el delito p or el q ue fue a c u s a d o. La s e n t e n c ia fue a p e l a da p or la defensa, y a la p o s t re c o n f i r m a da p or el T r i b u n al S u p e r i or de C u n d i n a m a r c a, m e d i a n te proveído d el 24 de m a r zo de 2 0 1 1, salvo en lo a t i n e n te a la p e na accesoria, q ue fue d i s m i n u i da a 20 años. El a p o d e r a do d el p r o c e s a do presentó d e m a n da de casación, en la q ue incluyó dos cargos. E s ta Corporación, m e d i a n te a u to d el 19 de d i c i e m b re

de 2 0 1 2, admitió la d e m a n da de casación únicamente p or el s e g u n do cargo. LA DEMANDA DE CASACIÓN ACEPTADA B a jo la égida de la c a u s al de casación p r e v i s ta en el artículo 2 0 7, n u m e r al p r i m e r o, de la L ey 6 00 de 2 0 0 0, el i m p u g n a n te alega q ue el T r i b u n al incurrió en un e r r or de h e c h o, en la m o d a l i d ad de falso raciocinio. Su disertación se e s t r u c t u ra sobre la idea de q ue el T r i b u n al aceptó q ue no existe "prueba directd' de la r e s p o n s a b i l i d ad p e n al del p r o c e s a d o, p or lo q ue la m i s ma se edificó sobre "pruebas circunstanciales e indiciarías". A continuación, h i zo u na relación de los "indicios" q ue s i r v en de soporte a la c o n d e n a, así: (i) "de móvil", (ii) "db Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres capacidad u oportunidad'; y (iii) "de mala justificación y huida". Luego, explica de qué m a n e ra el fallador de s e g u n do g r a do violó las reglas de la s a na crítica al a b o r d ar c a da u no de estos indicios, p a ra c o n c l u ir q ue esos e r r o r es

d e t e r m i n a r on el carácter c o n d e n a t o r io d el fallo. P a ra no i n c u r r ir en repeticiones inútiles, los a r g u m e n t os del c e n s or serán r e l a c i o n a d os c u a n do se analice la d e m a n da en su fondo. B a s a do en esos a r g u m e n t o s, solicita a la C o r te casar el fallo i m p u g n a do y e m i t ir u no de r e e m p l a z o, de carácter a b s o l u t o r i o, c on la o b v ia c o n s e c u e n c ia de d i s p o n er la l i b e r t ad i n m e d i a ta de su p r o h i j a d o. CONCEPTO DEL MINISTERIO PÚBLICO El P r o c u r a d or S e g u n do D e l e g a do p a ra la Casación P e n al solicita a la S a la a b s t e n e r se de casar el fallo i m p u g n a d o, p o r q u e: (i) f u e r on d e b i d a m e n te d e m o s t r a d os los d a t os a p a r t ir de l os cuales l os falladores de p r i m er y s e g u n do g r a do i n f i r i e r on q ue el p r o c e s a do f ue q u i en le disparó a la víctima ( c o n f o r me la relación q ue se h a ce en

este fallo, en el n u m e r al 1 d el acápite d e s t i n a do a l as consideraciones); (ii) la autoría e n d i l g a da al p r o c e s a do f ue i n f e r i da de v a r i os indicios, e n t re ellos el c o m p o r t a m i e n to q ue asumió t r as e n t e r a r se d el e m b a r a zo de su n o v i a, el h e c ho de q ue fue la última p e r s o na q ue la acompañó a n t es de su d e s a p a r e c i m i e n to y el a b a n d o no q ue h i zo de s us p e r t e n e n c i as en un autobús i n t e r m u n i c i p a l; (iii) el c e n s qv Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres no t u vo en c u e n ta t o d os los d a t os que s i r v en de soporte a la conclusión e m i t i da en el fallo i m p u g n a do en t o r no a la autoría del h o m i c i d i o, y se limitó a a n a l i z ar sólo a l g u n os de ellos, especialmente lo a t i n e n te al e m b a r a zo de la j o v en Bojacá y la i n c i d e n c ia n e g a t i va q ue ello p u do t e n er en la v i da del p r o c e s a d o; y (iv) no precisó cuál fue la máxima de

experiencia "quebrantada por el juzgado f\ CONSIDERACIONES El i m p u g n a n te estructuró su argumentación a p a r t ir de u na presentación tergiversada e i n c o m p l e ta de l os a r g u m e n t os e x p u e s t os en l os fallos de p r i m er y s e g u n do grado. De su disertación se infiere q ue omitió c o n s i d e r ar q ue a m b os proveídos c o n f o r m an u na u n i d a d, c o mo q u i e ra q ue en ellos se decidió en un m i s mo sentido el t e ma c e n t r al de debate. S u m a do a ello, incurrió en v a r i os errores al s u s t e n t ar el cargo a d m i t i d o, p r i n c i p a l m e n te p o r q ue fraccionó l os d a t os a p a r t ir de los cuales los j u z g a d o r es i n f i r i e r on que fue PARÍAS T O R R ES q u i en segó la v i da de D i a na d el Pilar Bojacá, y a p a r t ir de un análisis aislado de l os m i s m os se ocupó de d e m o s t r ar la i n e x i s t e n c ia de máximas de la experiencia q ue g a r a n t i c en el p a so de c a da u no de esos datos, i n d i v i d u a l m e n te considerados, a la conclusión sobre

la autoría de dicho h o m i c i d i o. Lo a n t e r i or bajo el e n t e n d i do de q ue la d e m a n da f ue i n a d m i t i da p or el p r i m er cargo, o r i e n t a do a c u e s t i o n ar la valoración q ue el J u z g a do y el T r i b u n al h i c i e r on d el Casación No. 37175 Julián Marcelo Parias Torres t e s t i m o n io de Rubén Darío Delgadillo Muñoz, q u i en señaló al p r o c e s a do c o mo la p e r s o na q ue dejó a b a n d o n a d as las p e r t e n e n c i as de la víctima en un autobús i n t e r m u n i c i p a l, el m i s mo día en q ue ésta desapareció. P a ra explicar de m e j or m a n e ra lo e x p u e s to en precedencia, la S a la seguirá el siguiente derrotero: (i) relacionará l os a r g u m e n t os e x p u e s t os en l os fallos de p r i m e ra y s e g u n da i n s t a n c i as p a ra c o n c l u ir q ue fue JULIÁN M A R C E LO PARÍAS T O R R ES la p e r s o na que le segó la v i da c on un d i s p a ro de a r ma de fuego a D i a na del Pilar Bojacá; (ii) indicará las r a z o n es e x p u e s t as p or el i m p u g n a n te p a ra

c o n c l u ir q ue la s e n t e n c ia c o n d e n a t o r ia es p r o d u c to de un e r r or de h e c h o, en la m o d a l i d ad de falso raciocinio; (iii) hará las precisiones p e r t i n e n t es sobre el abordaje de las máiximas de la experiencia y o t r as f o r m as de h a c er inferencias, en el c o n t e x to del r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación; y (iv) analizará el caso en su fondo.

1. La fundamentación de la condena En este caso no se discute que: (i) P a ra el año 2 0 03

D i a na del Pilar Bojacá residía c on s us p a d r es en la c i u d ad de Bogotá; (ii) p a ra esa m i s ma época Julián M a r c e lo Parías T o r r es e s t a ba radicado, también c on su familia, en el m u n i c i p io de Tocancipá; (iii) p a ra s e p t i e m b re de e se año D i a na y JULIÁN M A R C E LO tenían u na relación s e n t i m e n t a l, que se había e x t e n d i do p or v a r i os meses; (iv) en s e p t i e m b re de 2 0 03 D i a na tenía v a r i as s e m a n as de e m b a r a z o; (v) el 21 de s e p t i e m b re de e se año, la j o v en

Bojacá viajó en h o r as de la mañana al m u n i c i p io de Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres Tocancipá, c on el propósito de v i s i t ar a su n o v i o, JULIÁN; (vi) en esa fecha, D i a na e s t u vo en compañía del p r o c e s a do y de dos h e r m a n os de éste, a p r o x i m a d a m e n te h a s ta las dos de la t a r d e; (vi) ese m i s mo día D i a na del Pilar desapareció; (vii) s us r e s t os óseos y a l g u n as de s us p e r t e n e n c i as f u e r on h a l l a d os el 30 de e n e ro de 2 0 0 4, en l as a f u e r as d el m u n i c i p io de Tocancipá; y (viii) a e s ta c i u d a d a na le fue c a u s a da la m u e r te c on un d i s p a ro de a r ma de fuego en la cabeza. La Fiscalía acusó a JULIÁN M A R C E LO FARÍAS T O R R ES en calidad de a u t or de la m u e r te de D i a na del Pilar Bojacá (artículo 1 03 del Código Penal), c o m e t i da bajo las c i r c u n s t a n c i as de agravación previstas en el artículo 104, n u m e r a l es 4 y 7, p or h a b er a c t u a do p or un m o t i vo

a b y e c to (librarse de l os p r o b l e m as q ue le g e n e r a ba el e m b a r a zo de su novia) y h a b er p u e s to a la víctima en situación de indefensión. El d e b a te se ha c e n t r a do en si existe mérito suficiente p a ra c o n c l u ir q ue FARÍAS T O R R ES fue q u i en le causó la m u e r te a la víctima. En los fallos de p r i m er y s e g u n do g r a do se le dio r e s p u e s ta a f i r m a t i va a este i n t e r r o g a n t e, bajo los siguientes a r g u m e n t o s: 1.1. La a c t i t ud del p r o c e s a do c u a n do se enteró del estado de e m b a r a zo de su n o v ia En a m b os proveídos se r e s a l ta q ue el p r o c e s a d o: (i) le expresó a D i a na del Pilar q ue esa situación podía i n c i d ir n e g a t i v a m e n te en su vida; (ii) c u a n do u na de las a m i g as Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres la víctima le preguntó p or el e m b a r a zo de ésta, FARÍAS T O R R ES le advirtió q ue g u a r d a ra silencio; y (iii) a n te la Fiscalía negó saber q ue D i a na e s t a ba e m b a r a z a da e i n c l u so

aseguró q ue n u n ca había t e n i do relaciones s e x u a l es c on ésta. Al efecto, en a m b os proveídos se citó la declaración de las a m i g as y de la médica q ue e s t a ba a t e n d i e n do a D i a na del Pilar, a q u i e n es ésta l es comentó sobre la reacción de

FARÍAS T O R R E S:

[hjablaron sobre eso y que disgustaron porque JULIÁN como le trató de insinuar que él no podía tener un bebé que se iba a tirar la vida de él, y ella se nojo (sicj con él y por eso mismo estaba muy mal, afligidaL F r e n te al m i s mo t e m a, se resaltó lo e x p r e s a do p or la testigo C l a u d ia P a t r i c ia M e n d o za Díaz en el s e n t i do de q ue D i a na le comentó q ue ¡hjabía hablado con JULIÁN (sobre el embarazo) y que la reacción de JULIÁN había sido negativa, que le dijo a ella que se le había tirado la vida y la carrera, que qué pensaba hacer ella o que ahora qué iban a hacer y que ella le había dicho, que igual ella iba a seguir adelante si el resultado era positivo,.. El J u ez de p r i m e ra i n s t a n c ia también t r a jo a colación la declaración de S a n d ra P a t r i c ia H e n ao Plazas, q u i en se refirió a la conversación q ue t u vo c on FARÍAS T O R R ES

sobre el e m b a r a zo de D I A NA y resaltó q ue éste le dijo: "de ' Declaración de A N D RE L I L I A NA C A R L O S, traía a colación en el fallo de primera instancia, folio 233 / Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres todas maneras usted tiene que quedarse callada, usted a nadie le puede contar esto...". F i n a l m e n t e, f r e n te al c o m p o r t a m i e n to d el p r o c e s a do c u a n do entregó su versión de l os h e c h o s, el j u z g a d or h i zo énfasis en q ue negó c o n o c er el estado de e m b a r a zo de D i a na e i n c l u so h a b er s o s t e n i do relaciones s e x u a l es c on ésta. En el m i s mo sentido, el T r i b u n al h i zo alusión a este aspecto, en el n u m e r al 3.2. Más a d e l a n t e, el fallador de s e g u n do g r a do p l a n t e a: Indicio de móvil, en el procesado confluye el motivo para cometer el homicidio, esto es, la víctima tenía la firme creencia del embarazo -no deseadoproducto de la relación de novios (cinco meses aproximadamente)-, la decisión de la joven Diana del Pilar, de asumir el embarazo hasta su culminación, y, aunque anunciara que no lo molestaría, ni sería un obstáculo para que él continuara con su estilo de vida, sino que buscaría apoyo en su

familia, era asunto aún no resuelto del todo, pues se desconocía cuál sería la reacción de padres y hermanos de aquella, tampoco puede negarse que inevitablemente, en adelante, estaría ligado a ella por haber engendrado un hijo (a), situación que lo alarmó, disgustó y no pudo soportar, dado que la novia no abrigaba la posibilidad de aborto... 1.2. El 21 de s e p t i e m b re de 2 0 0 3, a p r o x i m a d a m e n te a las dos de la t a r d e, la m a d re de D i a na del Pilar había p e r d i do c o n t a c to c on ésta ( no volvió a r e s p o n d er s us l l a m a d a s ), lo q ue e ra i n u s u a l. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres [n]o admite discusión alguna y es un hecho probado, que el día 21 de septiembre la joven Diana del Pilar Bojacá Velandia desapareció del municipio de Tocancipá, lugar al que acudió para visitar a su novio JULIÁN MARCELO, como así lo dijo su señora madre María Etelvina Velandia, quien tuvo la última comunicación con su hija a las once de la mañana cuando ella llamó y le informó que había llegado bien a Tocancipá, puesto que luego siendo las dos de la tarde le timbró al celular para que le devolviera la llamada, pero nunca lo hizó^. (...) Así las cosas, es un hecho cierto que Diana del Pilar fue a visitar a su novio JULIÁN PARÍAS quien estuvo por la mañana

acompañado de sus hermanos pero a partir de las dos de la tarde aproximadamente quedaron solos, hora esta en la cual la progenitora de la víctima, quiso volver a tener contacto con su hija pero no pudo porque no respondió las llamadas, cosa que resultaba extraña^. 1.3. En esa fecha, desde a p r o x i m a d a m e n te las dos de la tarde, JULIÁN FARÍAS e ra la única p e r s o na q ue acompañaba a D i a na d el Pilar (él m i s mo aceptó q ue e s t u vo c on ella h a s ta a p r o x i m a d a m e n te las 4 : 00 de la tarde) E s te aspecto f ue resaltado en l os fallos de p r i m e ra y s e g u n da i n s t a n c i a s. La defensa no discute que e n t re las dos y las c u a t ro de la tarde el p r o c e s a do e ra la única p e r s o na q ue acompañaba a la víctima. ~ Fallo de primera instancia, página 230 ídem, página 231. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres 1.4. No es creíble lo q ue manifestó el p r o c e s a do p a ra j u s t i f i c ar p or qué no acompañó a su n o v i a, e m b a r a z a d a, h a s ta el autobús El j u ez de p r i m e ra i n s t a n c ia resaltó q ue El acusado en su primera declaración dijo que estuvo con la víctima la tarde de su desaparición, que estuvieron caminando y

luego regresaron a la casa, y siendo las cuatro de la tarde ella se iba a regresar para Bogotá, por lo que su novio se ofreció a acompañarla al bus, pero después de haber recorrido unos metros ella le dijo que no la acompañara, agregando que ese día él e s t a ba m uy enfermo'^. Sobre el mismo tema, el Tribunal manifestó que [Ija víctima quedó a solas con el procesado a partir de la una a dos de la tarde del día de su desaparición, no pudiendo explicar razonada y satisfactoriamente qué aconteció en adelante, pues su versión de que no acompañarla (sic) al paradero para que abordara el bus de regreso a Bogotá, está desvirtuada en la medida en que al finalizar la tarde visita as u (sic) otra amiga en la misma municipalidad; así mismo, promediando la tarde (4:30) en visto (sic) regresar a la casa sin saberse dónde estuvo y qué actividad desempeñó; a ello se suma que cuando es vinculado a la investigación y rinde indagatoria, luego, huye desde entonces, en adelante no compareció al proceso penal en su contra. 1.5. El 21 de s e p t i e m b re de 2 0 0 3, a p r o x i m a d a m e n te a l as cinco de la tarde, en el m u n i c i p io de Tocancipá, un h o m b re se subió a un autobús q ue tenía c o mo d e s t i no la c i u d ad de Bogotá c on ^ Negrillas fuera del texto original. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parias Torres

el propósito de a b a n d o n ar alli un bolso q ue contenía el teléfono c e l u l ar y o t r as p e r t e n e n c i as de D i a n a. U n os m e t r os más a d e l a n te se bajó d el vehículo. E s te aspecto f ue r e l a c i o n a do p or el J u z g a do y el T r i b u n a l. El m i s mo se acreditó c on la declaración de Rubén Delgadillo Muñoz, q u i en t r a b a j a ba c o mo "ayudante" en el citado autobús, así c o mo p or los testigos de la recuperación del teléfono celulair y l as o t r as p e r t e n e n c i as de D i a na d el Pilar Bojacá. 1.5. La p e r s o na q ue abandonó l as p e r t e n e n c i as de D i a na d el P i l ar en el autobús actuó c on la c l a ra intención de desviar la atención. E sa c o a r t a da sólo le i n t e r e s a ba al p r o c e s a do En este punto el Despacho encuentra evidente que al único al que le interesaba que se diera por cierto que Diana del Pilar había tomado el bus para Bogotá era a JULIÁN MARCELO, quien era la única persona a quien conocía en el municipio de Tocancipá y no quería que se supiera que su novia nunca había abandonado el municipio... ^ 1.7. El s u j e to q ue abandonó l as p e r t e n e n c i as de la

víctima en el autobús optó p or p e r m a n e c er en Tocancipá [e]l ayudante de bus que encontró la maleta de Diana del Pilar reconoció que fue un hombre quien dejó dicha pertenencia, y que ese hombre se subió en Tocancipá y se ^ Fallo de primera instancia, página 232. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parias Torres bajó a unos cuantos metros en el mismo municipio, es decir no estaba interesado en abandonar el lugar, reiterándose que quería dejar la fachada que (sic) Diana sí había dejado el municipio, para que de esta forma se distorsionara la investigación^. 1.8. La m u e r te de D i a na Bojacá no ocurrió en el c o n t e x to de un h u r to E s te aspecto fue p l a n t e a do en los fallos de p r i m er y s e g u n do grado: El mismo día de la desaparición se encontró el bolso -maleta estudiantilque portaba la occisa, en un bus intermunicipal que cubría la ruta GuatavitaBogotá (que tenía como punto intermedio Tocancipá). Así mismo, en el lugar donde se encontraron los restos óseos, se halló un reloj marca "Adidas" de su propiedad, quedando establecido que no le hurtaron sus pertenencias'^. 1.9. P a r i as T o r r es sabía m a n e j ar y tenía acceso a a r m as de fuego, c o mo la u t i l i z a da p a ra segar la v i da de D i a na

El f u n c i o n a r io de p r i m e ra i n s t a n c ia dijo: Así mismo, es cierto que no se encontraron proyectiles en la casa de JULIÁN MARCELO, sin embargo sí fueron halladas armas deportivas neumáticas, y se e s c u c h a r on d e c l a r a c i o n es q ue a s e g u r an q ue el a c u s a do s a b ia m a n e j ar d i c h os instrumentos^, razón por la cual no se puede desconocer que el ^ ídem. ^ Fallo segunda instancia, página 14 Negrillas fuera del texto original. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parias Torres acusado podia tener acceso al arma, con el (sic) que se causó la muerte de Diana del Pilar y tenía conocimiento de cómo se usaba. Cabe advertir adicionalmente que a todos los testimonios recepcionados debe dárseles credibilidad, pues no se evidencia en ellos animadversión o deseo de perjudicar al aquí incriminado... U no de los testigos a los que se h a ce alusión en el fallo es O s c ar J a v i er Bojacá V e l a n d i a, h e r m a no de la víctima, q u i en dijo q ue c u a n do se enteró de la f o r ma c o mo ésta falleció, [l]e dije al investigador del Gaula que yo sospechaba que había sido JULIÁN porque él tenía armas en la casa y él me preguntó que qué clase de armas y yo le expliqué que tenía una escopeta neumática, un arma de Juego automática y no me acuerdo que

(sic) calibre es, y otra calibre 22 (...) presté servicio militar y fui escolta de un mayor en el Ejército y yo tenía que saber de armas y yo vi las cuatro armas que referí atrás y disparé la escopeta neumática y tuve en mis manos la calibre 22 que es pequeña de color negro... En el m i s mo sentido, C a r o l i na García Uríbe, n o v ia de O s c ar J a v i er Bojacá, se refirió a l as a r m as de fuego q ue tenía en su p o d er el p r o c e s a do y que en a l g u na o p o r t u n i d ad les exhibió a ella y a o t r as p e r s o n a s: Una era pequeña cabía en una mano, yo ya estaba subida en el vehículo y Oscar me la mostró en la ventana y me dijo para que la cargues en tu bolso, era plateada, no estoy segura^'^. ^ Folios 60 a 63, cuaderno número 1 '^Folios 1 0 9a 111, ídem. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres En el acápite i n t i t u l a do "indicio de oportunidad y capacidad', el t r i b u n al resaltó, e n t re o t r as cosas, q ue el p r o c e s a do "disponía de armas deportivas". 1.10. J U L I AN M A R C E LO FARÍAS T O R R ES f ue la p e r s o na q ue subió p or un i n s t a n te al autobús i n t e r m u n i c i p al y dejó a b a n d o n a d as l as

p e r t e n e n c i as de la v i c t i m a, el m i s mo día en q ue ésta desapareció E s te t e ma fue a b o r d a do p or el T r i b u n al de la siguiente m a n e r a: Se estableció que la persona que había abandonado el bolso de la occisa en el bus intermunicipal, corresponde a las siguientes características, según lo informó Rubén Darío Delgadillo Muñozayudante del rodanteen su primera declaración: "el muchacho era joven de 25 a 30 años, por ahí de 1.70 de estatura, blanco, mono...él se hizo en el sitio donde yo encontré la maleta, él iba de pie, él se subió en el paradero de las busetas de Cootranszipa del municipio de Tocancipá y se bajó frente a los apartamentos El Portal". En segunda declaración -ocho meses despuésrefiriéndose nuevamente a la persona que abandonó el bolso en el bus, indicó: "... ahora, el rostro del muchacho no lo tengo claro, yo fui al DAS e hicimos un retrato hablado pero no me acuerdo bien del muchacho y el dibujo que tratamos de hacer no di". En su última declaración -septiembre de 2005al ponérsele de presente la fotografía que aparece a folio 1, cuaderno de anexo número 1, con el fin de que logre ubicar a la persona o el individuo que manifiesta subió ese día al bus, dijo: "sí señora es el joven que aparece en la foto que está en la parte de abajo, él se encuentra sentado al lado de una señorita que tiene vestido

Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres color café, de cabello liso, como café, y es el señor que es mono, con ojos azules, de cabello peinado hacia atrás, gordo, blanco, como con barba chivo mona, vestido de color azul oscuro, camisa blanca, corbata azul oscura también...". Fotografía que corresponde al procesado. Tal señalamiento no puede ser más claro y directo, pues desde un inicio este testigo ha referido las características físicas, no iguales, pero si semejantes a las del procesado, esto es, edad entre 25 y 30 años, en realidad persona de 25 años, estatura de 1.70, cuando realmente mide 1.72, blanco, mono, características que se pueden confrontar con las fotos del procesado aportadas al proceso; además de lo manifestado por sus familiares y testigos que conocieron que lo llamaban "mono", de contextura gruesa, características que identifican al procesado sin lugar a equívocos, pues lo único que no refirió el testigo es la existencia de una barba debajo del mentón y una pequeña cicatriz sobre su labio, como se reseñó en su indagatoria, pero que dadas las circunstancias de la observación, esto es, brevedad, bus con cupo completo, aún (sic) así retuvo gran parte de sus rasgos más sobresalientes e inconfundibles.

2. Los argumentos del impugnante El censor eligió la estrategia de a n a l i z a r, i n d i v i d u a m e n t e, a l g u n os de los d a t os a p a r t ir de los c u a l es

los falladores de p r i m er y s e g u n do g r a do c o n c l u y e r on q ue fue JULIÁN M A R C E LO FARÍAS T o r r es q u i en le causó la m u e r te a D i a na del P i l ar Bojacá. Luego, explica p or qué, en su sentir, esos d a t os (los q ue incluyó en su disertación) s on i n s u f i c i e n t es p a ra d e s v i r t u ar la presunción de i n o c e n c ia q ue a m p a ra a su r e p r e s e n t a d o. Casación No. 37175 Julián Marcelo Parias Torres P a ra su p r i m er propósito, partió de la b a se de que la c o n d e na se estructuró sobre los siguientes indicios: (i) "de móvil"; (ií),"de capacidad u oportunidad", y (iii) "de mala justificación o huida". F r e n te al p r i m er "indicio" (móvil) p l a n t ea q ue el error del T r i b u n al consistió en "elevar a máxima de la experiencia el hecho según el cual: es común o generalizado que cuando un hombre llega a conocer que su novia o compañera sentimental se encuentra en estado de embarazo, sin que ello hubiese sido planeado, éste adquiere la intención de matarla para evitar el nacimiento". A p a r t ir de esta p r e m i s a, r e c o n s t r u y e, a su m a n e r a, la argumentación de l os falladores de p r i m e ra y s e g u n da i n s t a n c i a s:

P r e m i sa m a y or (constituida por ¡a regla de la experiencia): Generalmente cuando un hombre llega a conocer que su novia o compañera sentimental se encuentra en estado de embarazo, sin que ello hubiese sido planeado, éste adquiere la intención de matarla para evitar el nacimiento.

P r e m i sa menor: el hombre conocido como JULIÁN MARCELO FARÍAS TORRES se enteró que, sin haber sido planeado, su novia tenía "la firme creencia" de encontrarse en estado de encontrarse en estado de embarazo. Por ende; Conclusión: JULIÁN MARCELO FARÁ.S TORRES tiene la intención de matar a su novia para evitar el nacimiento.

Bajo la m i s ma lógica a r g u m e n t a t i v a, a f r o n ta el "indicio de capacidad y oportunidad". Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres En p r i m er término, r e s a l ta q ue los d a t os relevantes a p a r t ir de los cuales el T r i b u n al hizo la i n f e r e n c ia c o n s i s t en en q ue (i) la víctima "estuvo con JULIÍAN FARÍAS desde horas de la mañana y que los restos óseos fueron encontrados en el municipio de Tocancipá, lugar en el que él vive", y (ii) "el acusado disponía de armas deportivas". S o b re e s ta base, hace u na l a r ga disertación sobre "los indicios de capacidad para delinquir, a los que podemos llamar también de oportunidad personal o simplemente de personalidad', p a ra c o n c l u ir q ue de e se tipo de d a t os no

p u e de inferirse la r e s p o n s a b i l i d ad p e n a l, y q ue si en gracia de discusión e se f u e ra un criterio aceptable, debería tenerse en c u e n ta q ue el procesado es conocido c o mo u na p e r s o na s in adicciones, e s t u d i a n t e, educado, d e d i c a do a a y u d a r le l a b o r a l m e n te a s us padres, etc. F r e n te a la t e n e n c ia de a r m as deportivas, concluyó q ue el T r i b u n cd trasgredió l as reglas de la s a na critica, i n c l u so l as leyes físicas, p o r q ue está d e m o s t r a do q ue el procesado tenía en su poder a r m as de deportivas, c on l as q ue no podría generarle el daño c o r p o r al s u f r i do p or la víctima (y q ue causó su deceso). A ello agrega q ue [sji lo pretendido por el Tribunal es inferir de la tenencia del arma deportiva un gusto por las armas de fuego y de allí dar el salto a la suposición según la cual JULIÁN FARÍAS debía tener una de ellas, o más exactamente, el arma de fuego con la que se cometió el homicidio, es francamente aberrante, en extremo improbado e indiciariamente insostenible... 18 Casación No. 37175 Julián Marcelo Parías Torres F i n a l m e n t e, frente al "indicio de mala justificación y huida", hizo los siguientes p l a n t e a m i e n t o s:

En p r i m er término, r e s a l ta q ue el T r i b u n al "apunta a la mala justificación en cuanto a que la manifestación del acusado, respecto de no haber acompañado a Diana al paradero del bus, se encuentra desvirtuada porque éste, al finalizar la tarde, visita a otra amiga en la misma municipalidad', de d o n de colige q ue "el hecho indicador es la visita, en horas de

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