CSJ - SP8776-2016(47977)
Corte Suprema de Justicia
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Detalles
- Título
- CSJ - SP8776-2016(47977)
- Autor
- Corte Suprema de Justicia
- Categoría
- Jurisprudencia
- Área del derecho
- Penal
- Año
- 2016
CORTE SUPREMA DE JUSTICIA
SALA DE CASACIÓN PENAL
GUSTAVO ENRIQUE MALO FERNÁNDEZ
SP8776-2016 Radicación 47977. A p r o b a do a c ta No. 194. Bogotá, D.C., v e i n t i n u e ve ( 2 9) de j u n io de d os m il dieciséis (2016). V I S T OS Se decide sobre la a d m i s i b i l i d ad de la d e m a n da de casación f o r m u l a da p or u na delegada de la Fiscalía G e n e r al de la Nación en c o n t ra de la sentencia de s e g u n da i n s t a n c ia proferida el 20 de o c t u b re de 2 0 15 p or el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá q u e, en relación c on el a c u s a do M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA, confirmó la decisión de absolverlo p or el delito de Homicidio en persona protegida y revocó la de c o n d e n a r lo p or el de Secuestro simple. 1 Casación No. 479 Marlio Armando Maje Peña y otro A N T E C E D E N T ES
1. Fácticos En la s e n t e n c ia i m p u g n a da se describen los siguientes h e c h os jurídicamente relevantes: Según la noticia criminal, el día 9 de agosto de 2 0 03 la enfermera V I C T O R IA E L E NA J A I ME B A C CA y el señor Y A F R I DE C A R R I L LO
S A R A B IA fueron encontrados m u e r t os en el c a m i no de la Vereda Palogrande del Municipio de Ocaña - Norte de Santander. Se registró que hacia el mediodía de esa fecha, cuando la citada enfermera se encontraba en su residencia en compañía de algunos familiares, recibió u na l l a m a da telefónica de u na persona que la citó al lugar d e n o m i n a do " El Kiosko" en el barrio Primero de Mayo. Ella se presentó en e se sitio y m i e n t r as dialogaba con quien la citó llegaron varios sujetos a r m a d os q ue de m a n e ra violenta la subieron a un vehículo de color blanco y la llevaron al poblado de Pueblo Nuevo, el cual era lugar de concentración de un frente de las Autodefensas Unidas de Colombia, A U C, bajo el m a n do de alias " D I E G O ", donde también ya se encontraba plagiado Y A F R I DE C A R R I L LO SARABIA. Luego de ser sometidos a interrogatorios, fueron sacados a altas horas de la noche hacia un paraje despoblado y sin alumbrado, ubicado en la vía entre Palogrande y La Madera, donde fueron segadas sus vidas con disparos de a r ma de fuego, y sus cuerpos fueron dejados abandonados en el camino. A d i c i o n a l m e n t e, en la s e n t e n c ia de p r i m e ra i n s t a n c ia se manifestó que: estas personas fueron u l t i m a d as p or m i e m b r os d el Frente
Héctor Julio Peinado Becerra adscrito a l as Autodefensas Campesinas de Santander y S ur del Cesar, que operaban en el municipio de Ocaña, del cual hacían parte M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA alias "maje" y E D U A R DO C A S T RO ÁLVAREZ alias "camuro". Marlio
2. Procesales El 10 de agosto de 2 0 0 3, la Fiscalía ordenó la a p e r t u ra de u na investigación p r e v ia y años después, el 7 de febrero de 2 0 1 1, la de la instrucción.
E d u a r do C a s t ro Álvarez y M A R IO A R M A N DO M A JE PEÑA f u e r on v i n c u l a d os al proceso el 7 y el 25 de m a r zo de 2 0 1 1, respectivamente, m e d i a n te s e n d as diligencias de indagatoria. Previa c l a u s u ra de la investigación, el 29 de febrero de 2 0 1 2, la Fiscalía 1 23 Especializada O IT calificó el mérito del s u m a r io a c u s a n do a los procesados c o mo c o a u t o r es de l os delitos de Homicidio en persona protegida, Secuestro simple y Concierto para delinquir. El trámite del j u i c io correspondió al J u z g a do 10 P e n al del C i r c u i to Especializado de Bogotá, el c u a l, luego de realizadas l as a u d i e n c i as p r e p a r a t o r ia y la pública de
j u z g a m i e n t o, profirió s e n t e n c ia el 29 de n o v i e m b re de 2 0 13 m e d i a n te la c u a l: (i) absolvió a los a c u s a d os p or los delitos de Homicidio en persona protegida y Secuestro agravado; (ü) condenó a E d u a r do C a s t ro Álvarez c o mo a u t or de Concierto para delinquir, y, p or último, (iii) condenó a M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA c o mo a u t or de Secuestro simple y Concierto para delinquir imponiéndole l as p e n as de prisión p or un término de 1 86 m e s e s, m u l ta p or v a l or de 1.625 s.m.l.m.v. y la inhabilitación p a ra el ejercicio de derechos y f u n c i o n es públicas p or 15 años y 6 m e s e s. 3 Casación No. 47977 Marlio Armando Maje Peña y otíer Al desatar el r e c u r so de apelación p r o m o v i do p or el defensor de M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA, el r e p r e s e n t a n te d el M i n i s t e r io Público y la delegada de la Fiscalía, el 20 de o c t u b re de 2 0 1 5, el T r i b u n al S u p e r i or de Bogotá resolvió: (i) c o n f i r m ar la absolución p or el delito de
Homicidio en persona protegida y la c o n d e na p or el de Concierto para delinquir, y (ii) revocar la declaratoria de r e s p o n s a b i l i d ad p e n al p or el Secuestro simple, p or lo q ue ordenó redosificar el m o n to de las p e n as i m p u e s t a s, así: 80 m e s es de prisión, 3 . 0 00 s.m.l.m.v. de m u l ta y 1 04 m e s es de interdicción de d e r e c h os y f u n c i o n es públicas. En c o n t ra de la s e n t e n c ia de s e g u n da i n s t a n c i a, la Fiscal 123 Especializada de D e r e c h os H u m a n os y D e r e c h os I n t e r n a c i o n al H u m a n i t a r i o, i n t e r p u so el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación y lo sustentó m e d i a n te la presentación de la respectiva d e m a n d a. Sobre ésta, l os demás sujetos procesales no se p r o n u n c i a r o n. LA D E M A N DA U na v ez identifica los s u j e t os procesales, la s e n t e n c ia d e m a n d a d a, l os h e c h os j u z g a d os y la actuación p r o c e s al relevante, al a m p a ro de la c a u s al de casación c o n s i s t e n te en
la violación i n d i r e c ta de la ley, se f o r m u l an 3 cargos así: Cargo No 1 (principal): Falso juicio de identidad 4 Casación No. 4797%; Marlio Armando Maje Peña y qjtoi. En p r i m er lugar, a s e g u ra la r e c u r r e n te q ue la s e n t e n c ia tergiversó la declaración r e n d i da p or el testigo C a r l os G e r a r do C u an Avendaño, c u a n do afirmó q ue el señalamiento q ue éste h i c i e ra a M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA c o mo u no de los secuestradores q ue e s t u vo presente en el sitio a d o n de f ue llevada la víctima V i c t o r ia E l e na J a i me Bacca, obedeció a q ue lo confundió c on W i l s on Durán Q u i n t e r o, siendo q ue a m b os habrían participado en el delito c u m p l i e n do diferentes roles. En efecto, continúa, se d i s t o r s i o n a r on las v a r i as declaraciones ^ en las q ue el testigo manifestó q ue conocía al a c u s a do desde hacía m u c ho t i e m po y q ue en dos ocasiones lo vio en el c a m p a m e n to de l as A UC u b i c a do en el c o r r e g i m i e n to de P u e b lo N u e vo (Ocaña-Norte de S a n t a n d e r) en d o n de también él permaneció secuestrado.
Sostiene q ue el e r r or fue t r a s c e n d e n te d a do q ue generó u na d u da i n e x i s t e n te sobre la i d e n t i d ad de la p e r s o na q ue C a r l os G e r a r do C u an Avendaño reconoció, de m a n e ra c l a ra y segura, c o mo M A JE PEÑA en el fortín p a r a m i l i t a r. De e sa m a n e r a, el respeto al c o n t e n i do r e al d el citado t e s t i m o n io i m p l i c a ba la d e c l a r a t o r ia de r e s p o n s a b i l i d ad d el acusado, conclusión ésta q ue se imponía si se tiene en c u e n ta q ue en el proceso se acreditó q ue éste e ra «colaborador, informante y el enlace de los paramilitares con las autoridades», q ue el secuestro conmocionó a t o da la población y q ue la f u e r za pública inició operativos de rescate en Ocaña, p or lo q ue su visita al c a m p a m e n to es u na m u e s t ra inequívoca de q ue conoció y aceptó la c o n d u c ta p u n i b l e. 1 Destaca las rendidas el 23 de julio de 2008, el 4 de junio de 2009, el 7 de marzo de 2 0 1 1, el 3 de febrero de 2012 y, en la audiencia de juzgamiento, el 30 de agosto siguiente.
5 Casación No. 4797
Marlio Armando Maje Peña y otj: ii. En s e g u n do lugar, señala la d e m a n d a n te q ue el T r i b u n al cercenó la declaración q ue rindió C a r l os G e r a r do C u an Avendaño en v a r i as o p o r t u n i d a d e s, en lo relativo «al conocimiento que tuvo del señor MAJE PEÑA, de sus actividades ilícitas, su vinculación al grupo armado ilegal, las funciones que cumplía y el señalamiento directo que realizó en su contra toda vez que lo ubica el día de los acontecimientos en el lugar de retención de VICTORIA ELENA JAIME BACCA y YAFRIDE CARRILLO SARABIA». R a d i ca la t r a s c e n d e n c ia de este e r r or en q ue impidió reconocerle v a l or a un testigo claro, c o h e r e n te e i m p a r c i a l, lo c u al determinó la e r r a da conclusión de q ue existía d u da sobre la p r e s e n c ia del a c u s a do en el l u g ar del cautiverio.
A más de lo a n t e r i o r, destaca q ue el t e s t i m o n io c e r c e n a do tiene respaldo en la declaración de M a y l en E l e na Núñez y el i n f o r me policial del 17 de s e p t i e m b re de 2 0 07 y q ue su i m p o r t a n c ia fue t al q ue permitió i n d i v i d u a l i z ar no
solo a M A JE PEÑA s i no a o t r os m i e m b r os de la agrupación ilegal, e n t re ellos a los c o n o c i d os c on los alias de «Diego» o «Chicote», «Ramoncito», «Condorito», «Camuro» y «Arley», quienes, j u n to c on los declarantes José A n t o n io Hernández V i l l a m i z ar y Jesús A n t o n io C r i a do A l b e m i a, c o r r o b o r a r on la versión de C a r l os G e r a r do C u an Avendaño en c u a n to al «accionar de las autodefensas en Ocaña, la estructura del grupo paramilitar, miembros de la organización y cómo funcionaban...». E s t os desmovilizados, continúa, enseñaron la vinculación d el a c u s a do c on el accionar ilícito, a u n q ue r e c o n o ce q ue F r e dy R a m i ro P e d r a za Gómez (a. D i e go o 6 Casación No. ^ 7 9 7T Marlio Armando Maje Peña y otfS" Chicote) y A l e j a n d r i no S e r r a no O r t iz (a. C o n d o r i t o) m o s t r a r on interés en favorecerlo. iii. En último lugar, d e n u n c ia la i m p u g n a n te q ue el T r i b u n al adicionó un c o n t e n i do y suprimió o t ro d el
t e s t i m o n io de M a y l en E l e na Núñez J a i m e. En c u a n to a lo p r i m e r o, a s e g u ra q ue la declarante «nunca aludió a un supuesto parecido físico entre WILSON DURAN y MARLIO ARMANDO MAJE» y, p or el c o n t r a r i o, en la declaración d el 27 de m a r zo de 2 0 12 manifestó c o n o c e r l os a a m b os «observándose que los distingue claramente». S in e m b a r g o, en la s e n t e n c ia se utilizó d i c ho t e s t i m o n io p a ra inferir un h e c ho q ue allí no se relató y f ue la s u p u e s ta s e m e j a n za física e n t re tales personajes. En el m i s mo sentido, alega q ue la declarante n u n ca manifestó q ue R i c h a rd N a v a r ro fue q u i en le contó q ue en el vehículo en el q ue se l l e v a r on l os secuestradores a su p r o g e n i t o ra V i c t o r ia E l e n a, i ba también el aquí a c u s a d o, c o mo lo indicó el T r i b u n a l; p or el c o n t r a r i o, aquélla a d u jo q ue no r e c o r d a ba q u i en le había s u m i n i s t r a do e se dato. Al respecto, agrega q ue R i c h a rd N i x on N a v a r r o, en su
declaración d el 14 de s e p t i e m b re de 2 0 07 a n te la policía j u d i c i a l, no mencionó n o m b r es de l os o c u p a n t es d el vehículo en el q ue t r a s l a d a r on a la s e c u e s t r a da y t a m p o co manifestó a l g u na confusión e n t re M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA y W i l s on Durán Q u i n t e r o. De o t ra parte, d e n u n c ia q ue el T r i b u n al ignoró el t e s t i m o n io de M a y l en E l e na Núñez J a i me en aquélla p a r te 7 Casación No. 4797' Marlio Armando Maje Peña y oir en q ue afirmó q ue C a r l os G e r a r do C u an Avendaño, en u na reunión o c u r r i da en diciembre de 2 0 05 o 2 0 0 6, le contó q ue M A JE PEÑA e s t a ba i n v o l u c r a do en el secuestro y m u e r te de su m a d r e, p u es lo v io en el sitio en el q ue l os tenían retenidos. De esa m a n e r a, aquélla debió tenerse c o mo u na declaración de oídas q ue a u n a da a la r e n d i da por q u i en le dio la información, así c o mo a la de Jesús A n t o n io C r i a do
A l b e m ia y A l b e r to Pérez Avendaño, establecía la r e s p o n s a b i l i d ad del acusado. F i n a l m e n t e, m e n c i o na l os fines de la casación prescritos en el artículo 2 06 d el C . P . P . / 2 0 00 p a r a, luego, advertir q ue la tergiversación y c e r c e n a m i e n to de l as p r u e b as t e s t i m o n i a l es d e t e r m i n a r on la decisión a b s o l u t o r ia f u n d a da en u na d u da inexistente. Cargo No 2 (primero subsidiario): falso raciocinio Sostiene la r e c u r r e n te q ue la valoración de l os t e s t i m o n i os de F r e dy R a m i ro Pedraza Gómez, alias «Chicote», y Alejandro S e r r a no Ortiz, alias «Condorito», f ue equivocada por ((inexacta observación de las reglas de la sana crítica», p u es c on b a se en ellos se t u vo por cierto «... algún parecido entre WILSON y MAJE, y que quien se encontraba en Pueblo Nuevo para cuando el secuestro de la enfermera fue WILSON,...». Advierte q ue esos t e s t i m o n i os i n t e n t a r on negar la vinculación del acusado c on el g m po de autodefensas y c on el secuestro de V i c t o r ia E l e na J a i me Bacca, a efectos de lo c u al se i n v e n t a r on lo d el parecido físico; s in embargo,
carecen de credibilidad p o r q ue su m i l i t a n c ia en el 8 Casación No. 47977 Marlio Armando Maje Peña y otr p a r a m i l i t a r i s mo f ue r e l a t a da p or l os declarantes Alberto Pérez Avendaño, Alfredo García T a r a z o n a, Jesús A. C r i a do A l v e m i a, José A n t o n io Hernández V i l l a m i z a r, Eduatrdo C a s t ro Álvarez y L u is Alberto Jiménez Genes, este último q u i e n, además, negó la s u p u e s ta semejanza. U na valoración c o n j u n ta de las p r u e b as c o n f o r me a las reglas de la s a na crítica, concluye la d e m a n d a, i m p l i c a ba restarle mérito a los t e s t i m o n i os de A l e j a n d r i no S e r r a no O r t iz y F r e dy R a m i ro Pedraza Gómez y, en su lugar, concederle m a y or crédito al señalamiento realizado p or Carlos G e r a r do Cuán Avendaño. Cargo No 3 (segundo subsidiario): Falso juicio de existencia C u e s t i o na la d e m a n d a n te q ue la sentencia h a ya o m i t i do u na serie de indicios de responsabilidad, p u es M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA habría m e n t i do «sobre sus vínculos con el grupo ilegal denominado Frente Héctor Julio Peinado
Becerra desde el año 2002, sobre el rol que cumplía al interior de la organización, sobre sus visitas a la base Paramilitar de Pueblo Nuevo, sobre su presencia en Ocaña el día y hora de los acontecimientos, sobre su presencia en Pueblo Nuevo acompañado del Comandante DIEGO o CHICOTE el día en que se llevaron secuestrada a VICTORIA ELENA JAIME BACCA,...». Así, destaca q ue el acusado: a) Aseguró q ue p a ra el año 2 0 03 sólo conocía a alias Diego o Chicote, siendo controvertido p or la mayoría de l os e x m i e m b r os d el F r e n te Héctor J u l io Peinado, quienes 9 Casación No. 47977 Marlio Armando Maje Peña y otaers r e l a t a r on la m i l i t a n c ia activa de aquél en diferentes roles, u no de l os cuales fue el de c o o r d i n ar las relaciones c on l as a u t o r i d a d es militares, policiales y judiciales. b) Negó q ue M a y l en E l e na Núñez J a i me lo h a ya b u s c a do el día en q ue ocurrió el secuestro, lo c u al resultó d e s m e n t i do p or l as declaraciones de ésta y de D a n i er L e o n a r do J a i me Santiago. c) Negó q ue c u a n do José A n t o n io Hernández V i l l a m i z a r, alias J h o n, e s t u vo c a p t u r a do en u na clínica, lo ayudó a
eludir a l as a u t o r i d a d e s, negación q ue f ue d e s v i r t u a da p or aquél en declaraciones r e n d i d as el 24 de o c t u b re de 2 0 08 y el 24 de enero de 2 0 1 2. Y, d) Negó q ue h u b i e se estado en el c u a r t el de l os p a r a m i l i t a r es en el cor regimi ento P u e b lo N u e vo de Ocaña, siendo q ue su a m i go alias Diego o Chicote declaró lo contrario. En i g u al sentido, se r e m e m o r an los t e s t i m o n i os de (i) C a r l os G e r a r do Cuán Avendaño c u a n do aseguró q ue vio al a c u s a do en dos o p o r t u n i d a d es en dicho lugar; y de (ii) Jesús A n t o n io C r i a do A l b e m ia y L u is A, Jiménez Genes, q u i e n es a f i r m a r on q ue alias M a je subía a la base. F i n a l i za la d e m a n d a n te a f i r m a n do q ue la omisión de v a l o r ar todos l os t e s t i m o n i os r e c a u d a d os le impidió al T r i b u n al establecer q ue l as m a n i f e s t a c i o n es vertidas p or Cuán Avendaño f u e r on corroboradas p or aquéllos. Es decir, «al desconocer la presencia de los indicios antes señalados
omitió analizar un medio probatorio que valorado en su 10 Casación No. 4797' Marlio Armando Maje Peña y obr conjunto con las demás pruebas...», permitía inferir la r e s p o n s a b i l i d ad del i n c r i m i n a d o.
C O N S I D E R A C I O N ES
I. De c o n f o r m i d ad c on lo previsto en el artículo 2 13 del Código de P r o c e d i m i e n to P e n al de 2 0 00 ( en adelante C.P.P,/2000), la C o r te p a sa a e x a m i n ar la d e m a n da de casación i n s t a u r a da p or la delegada de la Fiscalía c on el objeto de d e t e r m i n ar si es a d m i s i b le o n o, lo c u al dependerá de la leg itimidad de la r e c u r r e n te y del c u m p l i m i e n to de l os demás requisitos exigidos p or la ley procesal, e n t re los q ue se d e s t a c an da enunciación de la causal y la formulación del cargo, indicando en forma clara y precisa sus fundamentos y las normas que el demandante estime infringidas».
II. N a t u r a l e za de la decisión i m p u g n a d a. T al y c o mo lo dispone el artículo 2 0 5, inciso 1°, del C.P,P,/2000, el r e c u r so e x t r a o r d i n a r io de casación -por regla generales procedente
c o n t ra las sentencias proferidas en s e g u n da i n s t a n c ia p or los t r i b u n a l es superiores de distrito j u d i c i al -y p or el T r i b u n al P e n al Militar-, en los procesos a d e l a n t a d os p or delitos c u ya p e na s ea de prisión c on un límite máximo i m p o n i b le q ue exceda de 8 años. E n t o n c e s, si la s e n t e n c ia c u e s t i o n a da en el evento bajo e x a m en decidió la r e s p o n s a b i l i d ad p e n al p or las c o n d u c t as de Secuestro simple y de Homicidio en persona protegida q ue s on s a n c i o n a d as c on p e n as privativas de la 11 Casación No. 479 Marlio Armando Maje Peña y otr libertad c u y os máximos s on m uy superiores a aquél m o n t o ^, es evidente que la d e m a n da c u m p le c on este p r i m er requisito de procedencia.
III. Interés p a ra r e c u r r i r. La d e m a n d a n te se e n c u e n t ra l e g i t i m a da p a ra r e c u r r ir en casación (art. 2 09 C.P.P./2000) d a do q ue o s t e n ta la condición de sujeto procesal y la sentencia que i m p u g n a, en lo que respecta a los delitos de
Secuestro simple y de Homicidio en persona protegida, es c o n t r a r ia a s us intereses c o mo agencia estatal acusadora. Además, en lo q ue respecta al p r i m e ro de tales c o m p o r t a m i e n t o s, l os a r g u m e n t os de i n c o n f o r m i d ad ya habían sido expuestos en la sustentación d el r e c u r so de apelación q ue promovió en c o n t ra de la s e n t e n c ia d el J u z g a do 10 P e n al d el C i r c u i to Especializado de Bogotá, m i e n t r as q ue en lo q ue h a ce al ilícito c o n c u r r e n te la absolución q ue c e n s u ra la Fiscalía fue decretada en s e g u n da instancia. Así, le asiste pleno interés p a ra a c u d ir a esta sede procesal e x t r a o r d i n a r i a.
IV. F i n a l i d ad d el recurso. Según el artículo 2 06 d el e s t a t u to procesal, la casación debe perseguir la efectividad del derecho m a t e r i a l, el respeto de l as garantías de l os intervinientes, la unificación de la j u r i s p r u d e n c ia y la reparación de los agravios inferidos a las partes. En el a s u n to analizado, la d e m a n d a n t e, más allá de m e n c i o n a r l os al
finalizar la sustentación d el p r i m e ro de l os cargos q ue f o r m u l a, no justificó la necesidad de la casación a p a r t ir de 2 En efecto, la pena de prisión imponible para el Secuestro simple es de 12 a 20 años (art. 168 CP.), mientras que para el Homicidio en persona protegida va de 30 a 40 años (art. 135 CP.). 12 Casación No. 47977" Marlio Armando Maje Peña y atff esos taxativos fines, p or lo q u e, de e n t r a d a, se p u e de evidenciar que la sustentación del r e c u r so es insuficiente. T al conclusión se r e a f i r ma al e x a m i n ar c a da u na de las c e n s u r as p r o p u e s t a s, pues, c o mo se verá, n i n g u na reúne l as condiciones mínimas de a d m i s i b i l i d ad p a ra su e s t u d io en la sede procesal e x t r a o r d i n a r i a.
V. E x a m en de a d m i s i b i l i d ad de los cargos:
Cargo No 1 (principal): Falso juicio de identidad El falso j u i c io de i d e n t i d ad es un error de h e c ho consistente en q ue el juez, al v a l o r ar u na d e t e r m i n a da p r u e b a, desconoce su g e n u i no c o n t e n i do p o r q ue lo tergiversa, o lo a d i c i o na o lo cercena. En e se o r d e n, la
sustentación a d e c u a da de un vicio de t al n a t u r a l e za i m p l i ca (i) la identificación del m e d io de c o n o c i m i e n to i n d e b i d a m e n te valorado; (ii) la exposición de su contenido objetivo y su discordancia c on el declarado j u d i c i a l m e n t e, s ea p or distorsión, adición o supresión; (iii) el señalamiento de l as n o r m as p r o b a t o r i as (medio) y s u s t a n t i v as (fin) v u l n e r a d a s; y, p or último, (iv) la acreditación de la evidencia y de la t r a s c e n d e n c ia del error. S ea lo p r i m e ro i n d i c ar que, bajo un m i s mo cargo de falso j u i c io de identidad, la d e m a n d a n te c u e s t i o na la apreciación de l os t e s t i m o n i os r e n d i d os p or C a r l os G e r a r do C u an Avendaño y p or M a y l en E l e na Núñez J a i m e, c u a n do frente a c a da u no de ellos debió f o r m u l ar c e n s u r as p or separado. P or si f u e ra poco, a un c u a n do i n i c i a l m e n te señala esas p r u e b a s, en el desarrollo de la sustentación
J3 Casación No. 479 Marlio Armando Maje Peña yj»( también dirige s us criticas c o n t ra o t r as declaraciones j u r a d as c o mo f u e r on las r e n d i d as p or F r e dy R a m i ro P e d r a za Gómez, A l e j a n d r i no S e r r a no Ortiz, R i c h a rd N i x on N a v a r r o. E sa f a l ta de r i g u r o s i d ad en la identificación del objeto del e r r or p e r m i te v i s l u m b r ar desde ya un d e s a c u e r do generalizado c on las c o n c l u s i o n es de la s e n t e n c ia y no la exposición de auténticos y específicos errores de j u i c i o.
- En relación c on el t e s t i m o n io de Carlos G e r a r do C u an Avendaño, en p r i m er lugar, sostiene la r e c u r r e n te que fue trastocado p o r q ue en la sentencia se afirmó que c u a n do aquél señaló a M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA c o mo u no de los p a r a m i l i t a r es q ue e s t u vo presente en el l u g ar d el cautiverio de V i c t o r ia E l e na J a i me Bacca, ello obedeció a q ue lo confundió c on W i l s on Durán Q u i n t e r o. De esa m a n e r a, continúa, se habrían distorsionado las diversas declaraciones
en las que el testigo manifestó q ue conocía al a c u s a do desde hacía m u c ho t i e m po y que ya a n t es de esa ocasión lo había visto en el c a m p a m e n to del g r u po ilegal. En s e g u n do lugar, se advierte que la referida p r u e ba t e s t i m o n i al se habría cercenado, a más de los aspectos que se a c a b an de e n u n c i a r, en c u a n to a la vinculación de M A JE PEÑA al g r u po a r m a do ilegal y a las f u n c i o n es q ue en el m i s mo cumplía. El p l a n t e a m i e n to de la r e c u r r e n te es contradictorio p o r q ue en relación a u n os m i s m os contenidos probatorios d e n u n c i a, en un inicio, q ue f u e r on trastocados y, luego, q ue f u e r on o m i t i d o s, de m a n e ra t al q ue r e s u l ta i n c i e r ta la específica c e n s u ra q ue se f o r m u la en relación a los citados aspectos del t e s t i m o n io de Carlos G e r a r do C u an Avendaño: 14 Casación No. 4797^ Marlio Armando Maje Peña y gtrcr si fue q ue el j u z g a d or los ignoró o si, p or el contrario, l os contempló, pero de m a n e ra distorsionada. En todo caso, la m i s ma d e m a n da desvirtúa la existencia de c u a l q u i e ra de
esos vicios p o r q ue deja ver c on claridad q ue lo c u e s t i o n a do no es la contemplación objetiva de la p r u e ba t e s t i m o n i al s i no el (des)valor q ue le asignó c u a n do señaló a M A R L IO A R M A N DO M A JE PEÑA c o mo u na de las p e r s o n as que visitó el c a m p a m e n to p a r a m i l i t ar el día en q ue allí fue c o n d u c i da la e n f e r m e ra V i c t o r ia E l e na J a i me Bacca. En efecto, la d e m a n d a n te transliteró la parte de la sentencia en la q ue se afirmó que los m i e m b r os del g r u po a r m a do ilegal conocidos c on l os alias «Condorito» y «Diego» d e c l a r a r on q ue entre el a c u s a do y W i l s on Durán Q u i n t e ro existía un parecido y q ue este último fue el q ue e s t u vo en P u e b lo N u e vo d u r a n te el referido secuestro, siendo e se el f u n d a m e n to a p a r t ir del c u al el T r i b u n al concluyó que Carlos G e r a r do C u an Avendaño confundió la i d e n t i d ad d el p a r a m i l i t ar q ue visitó el sitio en q ue permaneció r e t e n i da V i c t o r ia E l e na J a i me Bacca. Obsérvese la trascripción
realizada c u yo c o n t e n i do corresponde fielmente a f r a g m e n t os de las páginas 24 y 25 de la decisión j u d i c i al i m p u g n a d a, c on el objeto de d e m o s t r ar lo a n t es expuesto: " C O N D O R I T O ", A L E J A N D R I NO S E R R A N O, ejecutor del secuestro y homicidio por órdenes de " D I E G O ", confirma que h ay algún parecido entre W I L S ON y M A J E, y que quien se encontraba en Pueblo Nuevo para cuando el secuestro de la enfermera f ue W I L S O N, circunstancia que igualmente fue refrendada por alias
D I E G O.
Finalmente, D I E G O, en su condición de jefe d el frente, f ue enfático en afirmar que quien le suministró la información sobre V I C T O R IA y cuadró la cita para q ue l os contrataran para el supuesto secuestro q ue planeaba la enfermera f ue W I L S ON 15 Casación No. 4797' Marlio Armando Maje Peña y or DURÁN, quien sabía que la intención era quitarle la vida porque ella "se estaba prestando para dar información y secuestros a la guerrilla". (...). C on base en esta descripción de los hechos, emerge sin d u da alguna que M A J E, contrario a lo informado por PICHÓN en su indagatoria, no fue la persona que detectó a V I C T O R IA como colaboradora de la guerrilla. T a m p o co estuvo presente M A JE en el m o m e n to d el plagio en el Kiosko, sino que f ue W I L S ON
DURÁN. También quedó registrado que M A JE en su condición de m i e m b ro de la organización subía a Pueblo Nuevo, donde C U AN p u do verlo. Así, pierde contundencia en este aspecto la versión del testigo-víctima C U AN AVENDAÑO, de que M A JE participó en el secuestro de la enfermera y que subió ese día al c a m p a m e n to mientras él se encontraba cautivo j u n to c on V I C T O R IA y Y A F R I D E, sino que lo lógico y acorde con el relato es que el directamente involucrado e interesado en la operación de ese día fue W I L S ON DURÁN. Se recuerda que, según a f i r m a r on D I E GO y C O N D O R I T O, M A JE y W I L S ON tienen parecido físico, y si según C U AN aparentemente M A JE cubrió en parte su rostro para no dejarse ver de la enfermera, quiere decir que no p u do apreciarlo bien, y podría ser en efecto W I L S ON quien estaba allí. Así las cosas, la crítica de la r e c u r r e n te se dirigió, en realidad, no al proceso de contemplación objetiva d el t e s t i m o n io r e n d i do por C a r l os G e r a r do C u an Avendaño s i no al inferencial q ue determinó el mérito q ue se le asignó. En ese o r d e n, salvo la o c u r r e n c ia de un falso raciocinio p or
violación a las reglas de la s a na critica (principios de la lógica, máximas de la experiencia o leyes científicas) q ue no se sustentó en la d e m a n da ni t a m p o co se o b s e r va implícito en s us r a z o n a m i e n t o s, la c e n s u ra no trasciende al desacuerdo general c on l os r e s u l t a d os de la labor de apreciación p r o b a t o r ia efectuada p or el sentenciador. T an es así q ue la sustentación se extiende a i n v o c ar p r u e b as q ue se c o n s i d e ra f u n d an la pretensión casacional (testimonio de M a y l en E l e na Núñez J a i me y el i n f o r me policial del 17 de septiembre de 2 0 0 7, p. ej.) y a m e n o s p r e c i ar las q ue se le o p o n en (testimonios de Fredy 16 Casación No. 4797 Marlio Armando Maje Peña y oíi» R a m i ro Pedraza Gómez y Alejandrino S e r r a no Ortiz), s in acreditar un vicio en la valoración de las m i s m a s. P or último, la d e m a n da contraría el principio de corrección m a t e r i al c u a n do a f i r ma q ue la sentencia ignoró c o mo h e c ho p r o b a do la vinculación de M A R L IO A R M A N DO
M A JE PEÑA al F r e n te Héctor J u l io P e i n a do B e c e r ra adscrito a las A u t o d e f e n s as C a m p e s i n as de S a n t a n d er y S ur del Cesar, en el q ue cumplía f u n c i o n es de «colaborador, informante y el enlace ... con las autoridades». En efecto, se desatiende la realidad procesal q ue enseña q ue ese s u p u e s to fáctico constituyó el f u n d a m e n to de la c o
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