OEA - Documento AG doc. (LVIII-E 25) 11 25 de 2025

Organización de Estados Americanos

Icono de documento PDFDescargar PDFDisponible

Detalles

Título
OEA - Documento AG doc. (LVIII-E 25) 11 25 de 2025
Autor
Organización de Estados Americanos
Categoría
Doctrina
Área del derecho
Internacional Público
Año
2025

[image]QUINCUAGÉSIMO OCTAVO PERÍODO EXTRAORDINARIO DE SESIONES OEA/Ser.P

15 de octubre de 2025 AG/doc.11 (LVIII-E/25)

Washington, D.C. 31 octubre 2025

Original: Textual

INTERVENCIONES DE LOS JEFES DE DELEGACIÓN DE LOS ESTADOS MIEMBROS REALIZADAS DURANTE EL QUINCUAGÉSIMO OCTAVO PERIODO EXTRAORDINARIO DE SESIONES DE LA ASAMBLEA GENERAL

\/\

REMARKS BY THE HEADS OF DELEGATION OF THE MEMBER STATES

DELIVERED DURING THE FIFTY-EIGHTH

SPECIAL SESSION OF THE GENERAL ASSEMBLY

ÍNDICE / TABLE OF CONTENTS

STATEMENT BY AMBASSADOR SIR RONALD SANDERS, PERMANENT REPRESENTATIVE OF ANTIGUA AND BARBUDA 1

STATEMENT BY AMBASSADOR BENONI BELLI, PERMANENT REPRESENTATIVE OF BRAZIL 4

INTERVENCION DEL EMBAJADOR HÉCTOR ARCE ZACONETA, REPRESENTANTE PERMANENTE DE BOLIVIA 5

INTERVENCION DEL EMBAJADOR LUIS ERNESTO VARGAS, REPRESENTANTE PERMANENTE DE COLOMBIA 7

INTERVENCION DE LA EMBAJADORA ALEJANDRA SOLANO, REPRESENTANTE PERMANENTE DE COSTA RICA 9

INTERVENCIÓN DE LA EMBAJADORA LUZ ELENA BAÑOS RIVAS, REPRESENTANTE PERMANENTE DE MEXICO 11

INTERVENCIÓN DE LA EMBAJADORA ANA IRENE DELGADO, REPRESENTANTE PERMANENTE DE PANAMÁ 13

DISCURSO DE LA EMBAJADORA ANA IDALIA CASTELLANOS, REPRESENTANTE PERMANENTE DE REPÚBLICA DOMINICANA 15

STATEMENT DELIVERED BY AMBASSADOR ELIZABETH DARIUS-CLARKE PERMANENT REPRESENTATIVE OF SAINT LUCIA 17

STATEMENT BY AMBASSADOR LOU-ANNE GAYLENE GILCHRIST, PERMANENT REPRESENTATIVE OF SAINT VINCENT AND THE GRENADINES 19

## STATEMENT BY AMBASSADOR SIR RONALD SANDERS, PERMANENT REPRESENTATIVE OF ANTIGUA AND BARBUDA

[image]

I regret that the Antigua and Barbuda delegation cannot join consensus on the 2026 Program-Budget.

We have placed a full footnote of explanation on the record.

Our decision is based on principle, not politics.

We cannot endorse a process that leaves so little time for serious review.

The CAAP finished its deliberations less than 24 hours before this General Assembly, giving capitals no meaningful opportunity to analyse, consult, or approve positions.

That is not the transparency or deliberation the Charter demands.

More importantly, the budget ceiling before us - US $92,003,600 - is not realistic; it fails even to keep pace with inflation.

Ten years ago, in 2016, the Regular Fund appropriation stood at about US $84 million.

If that figure had simply kept-up with average inflation of roughly 2.8 % a year, today’s ceiling should be about US $116 million.

Instead, we are approving a smaller amount in real terms - less purchasing power, fewer staff, weaker programs, and slower delivery - while the Organization’s responsibilities have multiplied.

This is not sustainability; it is slow attrition.

At the same time, some Member States continue to accumulate large arrears and yet face no consequence.

Others receive incentives for paying on time.

Both practices must end.

This is not sustainability; it is slow attrition.

At the same time, some Member States continue to accumulate large arrears and yet face no consequence.

Others receive incentives for paying on time.

Both practices must end.

Membership must mean both rights and responsibilities.

It cannot mean permanent privileges for non-payers.

Right now, it is an incentive to those who pay to stop paying.

They will lose absolutely nothing, while overseeing the slow death of the OAS.

I must also address what my delegation views as accounting gymnastics – if not contrivance - in the treatment of Venezuela’s quota.

On paper, Venezuela is included in the total assessment of quotas, as though it were contributing.

And, in some inexplicable way, its quota has been reduced from $1.7 million to $1.25 million.

How this occurred has not been revealed by the hands who did it, but my delegation will write to the Secretariat requesting an explanation.

This Budget’s spending plan has been reduced by the amount that its architects know Venezuela will not pay.

This decision too is shrouded in non-disclosure.

So, the Organization counts income that never arrives and then cuts spending to match that absence.

Who made and endorsed that machination is as yet unclear.

But the effective result is a smaller budget and less capacity to serve the people of the Americas.

This distortion extends beyond finance to governance.

Cuba and Venezuela continue to be treated as full Member States when calculating the total membership to the mythical number of 34.

That inflates the number of votes needed for decisions:

Two non-participating, non-paying States thus raise the bar for everyone else - exercising a kind of silent veto over the decision-making of the Organization.

That is inequitable, illogical, and unsustainable.

These are the same two countries that are repeatedly not invited to the Summit of the Americas.

Antigua and Barbuda believes that this system - where non-payers are counted as full participants and their unpaid quotas silently shrink our budget - must be corrected.

My delegation hopes that this is the last time that the General Assembly turns a blind eye to this blatant contradiction.

If there is a need to amend the Charter so that good sense and practice prevails, then amend the Charter; don’t hide behind it.

Mr. President,

My delegation hopes that this is the last time that the General Assembly turns a blind eye to this blatant contradiction.

If there is a need to amend the Charter so that good sense and practice prevails, then amend the Charter; don’t hide behind it.

Mr. President,

Antigua and Barbuda remains committed to the Organization of American States and to the values of democracy, human rights, security, and development that it represents.

We believe in this institution’s potential to serve the peoples of the Americas.

But we must give it the means to do so.

We do not believe that this Budget does so.

Nonetheless, we pledge to continue to work with all member states to agree on a realistic budget, to uphold transparency, to modernize the quota system, and to ensure that our votes and our finances reflect the true membership of this Organization.

That is how we can build a stronger, fairer, and more credible OAS; one capable of meeting the real challenges of our time.

Thank you.

\\\

## STATEMENT BY AMBASSADOR BENONI BELLI, PERMANENT REPRESENTATIVE OF BRAZIL

[image]

Muito obrigado, senhora presidenta.

Gostaria de agradecer em nome da delegação do Brasil a Vossa Excelência, em primeiro lugar pela presidência da Assembleia Geral, mas também pelo trabalho que efetuou como presidente da CAAP, assim como a todas as vice-presidências e demais colegas diplomatas que acompanharam o longo processo de negociação no âmbito da CAAP.

Quero dizer só dois ou três pontos que chamam atenção nesse processo, senhora presidente, se me permite muito rapidamente, o fato de termos conseguido adotar o projeto de resolução apesar de negociação longa, mostra que o espírito de multilateral prevaleceu.

O espírito multilateral significa ter algum tipo de flexibilidade para ir disposto a negociar com vistas a alcançar uma solução de compromisso, significa também, senhora presidente, e não a simples repetição de posições de princípio. E creio que, ao final, prevaleceu este espírito multilateral e esta flexibilidade para alcançarmos o consenso de hoje, apesar de algumas delegações estarem descontentes com o resultado final, que faz parte também natural desse processo de negociação.

Gostaria de dizer também, senhora presidente, ao falar do multilateralismo, que tecer louvores ao multilateralismo é fácil, que todos podem incluir uma frase bonita nos seus discursos e na sua retórica, mas isso tem que ser provado na prática, e a prática respeito também aos tempos negociadores.

É preciso que os tempos sejam respeitados, que os recursos que são devotados a esta organização para dar todo o apoio em termos de secretaria, tradução e interpretação sejam utilizados de maneira a que se alcancem resultados.

Isso significa que nós temos que atentar para algumas alegações de que tivemos deliberação na CAAP que terminou 24 horas antes do início desta Assembleia Geral.

Eu devo dizer, estando aqui pouco tempo, que eu vi isso acontecendo em todas as Assembleias Gerais, senhora presidente, todos os processos negociadores difíceis terminam um pouco antes do processo da Assembleia Geral, da resolução da Assembleia Geral, inclusive de orçamento do ano passado foi diferente, nós tínhamos fechado no dia anterior, e foi adotado no dia seguinte, houve um voto, um pedido de voto que acabou prevalecendo a resolução tal como negociada no dia anterior. Então isso não é a alegação de que houve tempo para conversas e negociações. E isso sim é uma novidade.

Tinha ainda testemunhado, senhora presidente, mas eu faço um apelo a todos que participem desde o início com engajamento, participação diária nos processos, os representantes permanentes também, não só os delegados, para que possamos ter deliberações mais significativas e chegar ao consenso antes das 24 horas, que seria o ideal.

Dito isso, gostaria de reconhecer também a legitimidade do debate que aqui foi trazido sobre a questão dos pagamentos e como superar a questão dos atrasos. Também a discussão, de mudança de carta, totalmente legítima, assim como legítimo também uma reflexão sobre a necessidade de corrigir a questão do pagamento mínimo, das cotas mínimas estabelecidas. Todos esses temas são necessários.

Temos que discutir, e a nossa delegação está preparada para discutir de boa fé, de forma aprofundada e com presença da assessoria legal dando seu parecer sobre cada passo do processo. Muito obrigado.

## [image: A red yellow and green flag AI-generated content may be incorrect.]INTERVENCION DEL EMBAJADOR HÉCTOR ARCE ZACONETA, REPRESENTANTE PERMANENTE DE BOLIVIA

Gracias, señor presidente,

El Estado Plurinacional de Bolivia, como país miembro y fundador de la Organización de los Estados Americanos, acoge con beneplácito la presentación y aprobación del programa presupuesto de la organización para la gestión 2026.

Agradecemos a la Secretaría General y a la Comisión de Asuntos Administrativos y Presupuestarios por el esfuerzo en su elaboración, buscando mantener la operatividad de la OEA en un contexto complejo para el multilateralismo por los grandes desafíos políticos y económicos que existen en la región.

Valoramos especialmente los principios de austeridad, eficacia, rendición de cuentas y transparencia que se reflejan en el presupuesto aprobado. Valoramos de igual manera la amplitud que ha mostrado la nueva administración de la Secretaría General a la cabeza del Secretario Albert Ramdin para tratar a detalle el presente presupuesto y valoramos que las determinaciones base de los estados miembros hayan sido cabalmente respetadas.

Felicitamos de manera muy especial a usted presidenta, no solo por la conducción de esta Asamblea General, sino por haber ejercido la con éxito todo el arduo trabajo en el tratamiento del programa presupuesto hasta llegar a esta instancia.

Resaltamos el trabajo conjunto que ha permitido a diferencia de años anteriores, darle plena transparencia al presupuesto aprobado, así como a la plena rendición de cuentas a la que está comprometida esta administración. Es fundamental asegurar que todas y cada una de las contribuciones de los Estados Miembros se utilice de la manera más prudente y efectiva. Solamente así lograremos superar los errores del pasado y ojalá en un futuro no lejano contar con mayor presupuesto y personal, encaminándonos así a una visión expansiva de la Organización para el futuro como todos soñamos.

El presupuesto debe ser una herramienta que refleje fielmente las prioridades estratégicas consensuadas por la membresía. En ese sentido, celebramos la continuidad del financiamiento en los cuatro pilares de la Organización: Democracia, Derechos Humanos, Seguridad Multidimensional y Desarrollo Integral. En este marco reconocemos la existencia de temas específicos y profundamente necesarios ya identificados por los Estados miembros dentro de las competencias de la OEA, como es la situación de crisis multidimensional en Haití donde urgen acciones y respuestas inmediatas de nuestra Organización que ya están siendo implementadas para bien de ese país hermano.

Asimismo, destacamos el mandato a la Secretaría General de la OEA para que continúe con sus esfuerzos encaminados a la movilización de recursos externos para la implementación de todos los mandatos de los Estados Miembros, priorizando siempre el tema de Derechos Humanos, derechos de las mujeres y sectores vulnerables de nuestras sociedades.

Valoramos de manera enfática que se haya encaminado el regreso de los funcionarios al trabajo presencial en su totalidad a partir de la siguiente gestión y valoramos también que varios puestos que estaban ocupados por contratos CPR hayan pasado al fondo regular siguiendo así las recomendaciones del Tribunal Administrativo de la organización.

Señor Presidente

Bolivia reitera su criterio de que la Organización en la actual coyuntura debe enfocar su mayor esfuerzo en programas concretos que aborden las causas estructurales de la pobreza, la desigualdad y la exclusión social en nuestro hemisferio.

Es importante priorizar áreas claves para el desarrollo integral sostenible, como la educación, la ciencia, la tecnología y la lucha contra la crisis climática, especialmente en beneficio de los países con economías más vulnerables. La cooperación solidaria no debe ser una nota a pie de página, sino un eje central que guíe la acción de la OEA.

Bolivia, más allá de los cambios políticos que se avecinan, siempre va a insistir en el respeto irrestricto al principio de no intervención en los asuntos internos de otros estados y en la autodeterminación de los pueblos, pilares fundamentales de nuestra convivencia regional. Los recursos de nuestra Organización deben apoyar a los Estados Miembros en el fortalecimiento de nuestras instituciones democráticas y en el respeto pleno a los derechos humanos, siempre bajo el marco de la soberanía nacional y el consentimiento de los Estados.

En este sentido valoramos que el Programa-presupuesto 2026 sea un reflejo del compromiso de todos los Estados con una OEA que sea útil para la integración regional y para la promoción de un desarrollo con justicia social y respeto a la diversidad.

Bolivia apoya la aprobación del Programa-presupuesto 2026, el primero presentado por la administración del nuevo Secretario General destacando el compromiso con la austeridad, la eficiencia y la transparencia que esperamos aseguren siempre el pleno cumplimiento de la Carta Constitutiva de la OEA.

Muchas gracias.

\\\

## [image]INTERVENCION DEL EMBAJADOR LUIS ERNESTO VARGAS, REPRESENTANTE PERMANENTE DE COLOMBIA

Señora Presidente,

Felicitaciones por la impecable conducción que ha hecho de esta Asamblea General.

Me uno a los saludos que se han expresado durante todo el día y, en particular, Colombia celebra la aprobación de la Resolución de programa-presupuesto de la Organización para el 2026, cuyo texto es fruto del trabajo arduo y dedicado de nuestras delegaciones en el marco de la Comisión de Asuntos Administrativos y Presupuestarios – CAAP.

Destaco la gestión de la Embajadora Alejandra Solano, como Presidente de la CAAP y la de quienes fungieron como Vicepresidentes de la Comisión (Canadá, Brasil y Guatemala).

Permítame hacer público nuestro agradecimiento a Nicolás Higuera, Delegado de Colombia en la CAAP, quien con su entrega, profesionalismo y dedicación aportó decisivamente para que hoy este proceso haya concluido con éxito.

La aprobación del presupuesto que hoy alcanzamos demuestra nuestra capacidad para construir consensos y avanzar de forma conjunta, incluso partiendo de perspectivas distintas.

Este acuerdo no solo permite a la Organización continuar con su labor, sino que reafirma nuestra responsabilidad común con el fortalecimiento institucional y el cumplimiento de los mandatos que le hemos encomendado.

Colombia está convencida que el presupuesto que hoy logramos acordar permite hacer un uso más eficiente de los recursos, identificando ahorros de forma conjunta entre los Estados y la Secretaría General, fortaleciendo áreas que requerían de un mayor apoyo financiero y un involucramiento más cercano de parte de los Estados.

Hoy logramos un nuevo avance en el proceso iniciado en 2025, en el cual continuaremos trabajando con determinación para fortalecer a la Organización de Estados Americanos, en beneficio del hemisferio.

Reitero nuestro llamado a los Estados para que sigamos abordando con compromiso los asuntos relacionados con la mejora de la eficiencia y eficacia de la Organización, con el fin de que esta se adapte al contexto y las necesidades de nuestra región, y logre un mayor impacto y relevancia en nuestras poblaciones.

Señora Presidente,

Señora Presidente,

Colombia desea reiterar que, como hemos señalado anteriormente, la interpretación de la Carta de la OEA debe hacerse de manera integral, y no mediante la selección de fragmentos según conveniencia. Lo digo porque el artículo 113, que otorga facultades al Secretario General, también establece, al final, como colofón, que "ejercerá estas atribuciones de acuerdo con las Normas Generales y las disposiciones presupuestarias que establezca la Asamblea General".

Por ello, reiteramos nuestro llamado a tener presente que las facultades del Secretario General en materia de gestión del personal no son plenipotenciarias, y que sus actuaciones deben enmarcarse dentro de las disposiciones establecidas por la Asamblea General. En ese sentido, aunque hemos acordado retirar una disposición expresa en el marco de esta reunión, es claro que el Secretario General deberá actuar conforme a la Resolución de Programa-Presupuesto para 2026 aprobada el día de hoy – y no dudamos que lo va a hacer – respetando en todo momento la Carta de la OEA en su integridad y manteniendo el balance entre los pilares de la Organización en materia presupuestal.

Es fundamental que sigamos trabajando juntos por la eficiencia y transparencia en la ejecución de los recursos y asegurar que, con el apoyo del Secretario General, la Secretaria General Adjunta y todo el personal de la Organización; avancemos en los compromisos y mandatos plasmados en esta resolución.

Quisiera concluir destacando que la aprobación de este presupuesto va más allá de lo técnico y financiero; representa una apuesta política clara y un respaldo firme al liderazgo del Secretario General y a su visión estratégica para el hemisferio, una visión que está plenamente alineada con las prioridades fundamentales de los Estados que aquí representamos.

Este presupuesto es la base tangible sobre la cual construiremos soluciones reales y transformadoras para los retos actuales.

El verdadero desafío consiste en hacer que cada recurso cuente, con responsabilidad, rigor y optimización para que nuestra Organización inspire y lidere el camino hacia un hemisferio más justo y con mayores oportunidades para todos y todas.

Muchas gracias.

\\\

## [image]INTERVENCION DE LA EMBAJADORA ALEJANDRA SOLANO, REPRESENTANTE PERMANENTE DE COSTA RICA

Señora Presidenta,

Señor Secretario General, Secretaria General Adjunta,

Distinguidas delegaciones,

Buenas tardes a todos,

Costa Rica expresa su satisfacción por los acuerdos alcanzados en torno al Programa-Presupuesto 2026. Este es un presupuesto que, como hemos reiterado a lo largo del proceso, debía ser de crecimiento nominal cero, en cumplimiento de la resolución adoptada en la Asamblea General celebrada en Antigua y Barbuda y del mandato político de disciplina y sostenibilidad financiera que los Estados Miembros hemos asumido colectivamente.

Nos complace constatar que el texto aprobado cumple ese principio, pues no incrementa las cuotas de los Estados, mantiene la proporcionalidad en el uso de los recursos e introduce medidas de eficiencia y transparencia que contribuirán a mejorar la salud financiera de la Organización. Se trata de un paso responsable, que equilibra austeridad con estabilidad institucional.

Mi delegación desea destacar la importancia de seguir explorando fórmulas innovadoras para fortalecer las capacidades de la Organización sin aumentar los costos. En ese sentido, vemos con buenos ojos que se impulse el desarrollo de los centros de servicios en países de la región (Costa Rica y Panamá), como una vía eficiente y sostenible para ampliar el apoyo técnico y administrativo de la OEA. Esta modalidad ha probado ser una alternativa costo-efectiva que contribuye a modernizar la gestión institucional, al tiempo que preserva la disciplina fiscal y los más altos estándares profesionales.

Costa Rica también desea dejar constancia del valor que le atribuimos a preservar sin recortes los recursos destinados a la Corte Interamericana de Derechos Humanos, cuya sede en San José es un símbolo tangible del compromiso hemisférico con la justicia, el Estado de Derecho y la protección de los derechos fundamentales.

La Corte es un órgano autónomo del Sistema Interamericano que cumple un mandato esencial y cuya labor no debe verse afectada por medidas de austeridad general. Por eso celebramos que se haya reconocido su situación particular y que se haya atendido el llamado de varios Estados Miembros a mantener su financiamiento íntegro.

De igual manera, reconocemos el esfuerzo por mantener los recursos asignados al Instituto Interamericano del Niño, la Niña y el Adolescente para honrar sus compromisos previamente asumidos, así como al programa de becas y a las reuniones del Consejo Interamericano para el Desarrollo Integral (CIDI), pilares que reflejan el compromiso de esta Organización con la educación y la cooperación.

Costa Rica también desea agradecer que el presupuesto preserve los recursos destinados a la Comisión Interamericana de Telecomunicaciones (CITEL), lo cual permitirá dar continuidad a su valiosa labor de cooperación técnica, inclusión digital y fortalecimiento de las capacidades nacionales en conectividad y transformación digital. Este respaldo cobra especial relevancia en vista de la Novena Reunión Ordinaria de la Asamblea de la CITEL, que se celebrará en marzo de 2026 en Costa Rica, y que constituirá un espacio clave para reafirmar los compromisos hemisféricos en materia de telecomunicaciones, innovación y acceso equitativo a las tecnologías. Apreciamos que el presupuesto 2026 haya reconocido la importancia de asegurar la operatividad plena de la CITEL, en línea con la visión de una OEA moderna e interconectada.

Por último, nos complace que el Secretario del Comité Jurídico Interamericano cuente ahora con una plaza financiada con recursos del Fondo Regular, cumpliendo así con los compromisos asumidos por los Estados Miembros. Este logro refleja la voluntad colectiva de fortalecer la institucionalidad del Comité y asegurar la continuidad técnica y administrativa indispensable para el desarrollo del Derecho Interamericano. Con esta acción, avanzamos hacia un Sistema Interamericano más robusto, coherente y sostenible, capaz de responder con mayor eficacia a los desafíos jurídicos y normativos de nuestra región.

Costa Rica respalda plenamente la visión de fortalecer la salud financiera de la OEA, pero siempre con el criterio de proteger sus funciones sustantivas y su credibilidad. Una Organización que equilibra responsabilidad fiscal con vocación humanista es una Organización más legítima, más respetada y más útil para los pueblos de las Américas.

Muchas gracias.

\\\

## [image]INTERVENCIÓN DE LA EMBAJADORA LUZ ELENA BAÑOS RIVAS, REPRESENTANTE PERMANENTE DE MEXICO

La Delegación de México saluda la aprobación alcanzada por esta Asamblea General Extraordinaria para aprobar el Programa-Presupuesto 2026 de la Organización. Expresamos nuestro reconocimiento a la presidenta Embajadora Alejandra Solano por su liderazgo, a los delegados de Canadá y Colombia y a la Secretaría Técnica de la CAAP, por la conducción transparente y respetuosa del proceso. Valoramos que la practica de realizar negociaciones abiertas haya prevalecido en el trabajo multilateral que realizamos.

México reafirma su compromiso con una OEA sostenible, eficiente, transparente y orientada a resultados. La decisión de mantener para 2026 un nivel presupuestario de $92 millones 3 mil 600 dólares, equivalente al aprobado para 2025, consolida el principio de crecimiento nominal cero que México ha impulsado desde el inicio de las negociaciones. Consideramos que este acuerdo fortalece la disciplina fiscal, la previsibilidad financiera y la sostenibilidad operativa de la Organización.

México reconoce los avances hacia una arquitectura administrativa más ordenada y coherente bajo el liderazgo del Secretario General, Albert Ramdin a quien apoyamos, y confía en que su gestión garantizará que los recursos de la Organización se traduzcan en resultados tangibles para los pueblos del hemisferio como resultado de un multilateralismo eficaz y centrado en las personas.

La resolución aprobada mantiene el límite de catorce posiciones de confianza, incluyendo la del Representante Especial para Haití, figura que fortalecerá la implementación de la Hoja de Ruta bajo liderazgo haitiano y en coordinación con la ONU y la CARICOM. Su creación reafirma el compromiso de la OEA con ese hermano país y preserva el principio de neutralidad en costo de la nueva estructura de la Secretaría General, asegurando un acompañamiento político y técnico responsable, en estricto apego a los principios de soberanía, cooperación multilateral y respeto al derecho internacional.

México valora la preservación íntegra de los recursos asignados a la Corte Interamericana de Derechos Humanos por tratarse de un órgano jurisdiccional. Destaca, además, que la Secretaría Ejecutiva de la CIDH mantiene sus capacidades y que la Comisión Interamericana de Mujeres -CIMconserva una estructura básica de personal y el funcionamiento del MESECVI, en favor de la igualdad de género y la erradicación de la violencia contra las mujeres.

A propuesta de México, la resolución fortalece la figura del Ombudsperson como espacio neutral, confidencial y accesible de protección para todo el personal de la Organización, al desvincularla de toda función de control o supervisión, en consonancia con el compromiso de promover un entorno de trabajo seguro, respetuoso y basado en la confianza dentro de la Organización.

México celebra que, en congruencia con una posición sostenida por nuestro país durante varios años, se haya apoyado al Comité Jurídico Interamericano con una plaza con cargo al Fondo Regular. Este avance cumple con los mandatos de las resoluciones de Derecho Internacional, reafirmando la promoción del desarrollo progresivo y la codificación del derecho interamericano como piedra angular del multilateralismo hemisférico, en sintonía con la visión de México de consolidar un orden internacional basado en reglas, justicia y cooperación.

En materia de mandatos, la resolución consolida el esfuerzo institucional sostenido durante los últimos cinco años —impulsado de manera consistente por México— y complementa los avances alcanzados en la 55ª Asamblea General en St. John’s, Antigua y Barbuda. Persiste, sin embargo, el desafío de contención en nuevos mandatos y de asegurar los recursos suficientes para la ejecución de los mandatos existentes, sin comprometer la estabilidad financiera de la Organización.

México valora que la resolución contemple el retorno a la presencialidad del personal. Este paso contribuye a normalizar las operaciones institucionales tras la etapa de trabajo remoto derivada de la pandemia en 2020. Hacemos un llamado al uso racional y transparente de los recursos y de que todo gasto adicional se sustente en evidencia para la consideración de los Estados miembros.

Señora Presidenta, distinguidas delegaciones:

México acompaña la visión del Secretario General Ramdin de una OEA renovada, moderna y cercana a las personas, que ejerza con responsabilidad los recursos públicos que aportan nuestros países.

Señora Presidenta, distinguidas delegaciones:

México acompaña la visión del Secretario General Ramdin de una OEA renovada, moderna y cercana a las personas, que ejerza con responsabilidad los recursos públicos que aportan nuestros países.

México apoya los esfuerzos del Secretario Ramdin y considera prioritario que la Secretaría General revise integralmente la administración y política de recursos humanos, para redirigir capacidades y presupuesto de áreas adjetivas hacia funciones sustantivas. México alienta la adopción de esquemas eficientes y la contratación de personal fuera de sede, en los Estados miembros con menores costos operativos, bajo criterios de transparencia y desempeño verificable, salvaguardando siempre la sostenibilidad institucional. El trabajo remoto nos facilita esta modalidad de contratación.

La aprobación del Programa-Presupuesto 2026 reafirma el compromiso colectivo con la responsabilidad financiera, la transparencia institucional y la sostenibilidad operativa de la OEA y fortalece las bases para una Organización más eficaz, responsable y orientada al servicio de nuestros pueblos.

México continuará colaborando con las delegaciones para fortalecer una OEA que administre con disciplina, actúe con transparencia y rinda cuentas con resultados, a la altura de los desafíos multilaterales y en beneficio directo de todas las personas.

Muchas gracias.

\\\

## [image]INTERVENCIÓN DE LA EMBAJADORA ANA IRENE DELGADO, REPRESENTANTE PERMANENTE DE PANAMÁ

Buenas tardes,

Su Excelencia Alejandra Solano Cabalceta, Embajadora, Representante Permanente de Costa Rica ante la OEA y Presidenta del Quincuagésimo Octavo periodo extraordinario de sesiones de la Asamblea General de la OEA

Su Excelencia Secretario General, Albert Ramdin

Su Excelencia Secretaria General Adjunta, Laura Gil

Sus Excelencias Representantes Permanentes, Representantes Alternos

Su Excelencia Secretario General, Albert Ramd

Estás viendo una vista previa

Lee el documento completo con Ariel

Este es un fragmento de uno de los más de 1.2 millones de documentos de la biblioteca de Ariel. Crea tu cuenta para leerlo completo, descargarlo y consultarlo con Ariel, que siempre te lleva a la fuente exacta: Ariel NO alucina.

Consultar sobre este documento ...