OEA - Resolución CP INF 10951 de 2026
OEA - Organización de Estados Americanos
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Detalles
- Título
- OEA - Resolución CP INF 10951 de 2026
- Autor
- OEA - Organización de Estados Americanos
- Categoría
- Infralegal
- Área del derecho
- Internacional Público
- Año
- 2026
OEA/Ser.G CP/INF. 10951/26 20 maio 2026
Original: português/espanhol
DECLARAÇÃO CONJUNTA POR OCASIÃO DA COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À HOMOFOBIA, À BIFOBIA E À TRANSFOBIA 2026
(Lida pelo Embaixador Benoni Belli, Representante Permanente do Brasil, em nome do Grupo Núcleo LGBTI+ da OEA, durante a sessão ordinária do Conselho Permanente realizada em 20 de maio de 2026)
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DECLARACIÓN CONJUNTA
CON MOTIVO DE LA CONMEMORACIÓN DEL DÍA INTERNACIONAL
CONTRA LA HOMOFOBIA, LA BIFOBIA Y LA TRANSFOBIA 2026 2026
(Leída por el Embajador Benoni Belli, Representante Permanente de Brasil, en nombre del Grupo Núcleo LGBTI+ de la OEA, durante la sesión ordinaria del Consejo Permanente celebrada el 20 de mayo de 2026)
CONSELHO PERMANENTEDECLARAÇÃO CONJUNTA POR OCASIÃO DA COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À HOMOFOBIA, À BIFOBIA E À TRANSFOBIA 2026
(Lida pelo Embaixador Benoni Belli, Representante Permanente do Brasil, em nome do Grupo Núcleo LGBTI+ da OEA, durante a sessão ordinária do Conselho Permanente realizada em 20 de maio de 2026)
O Core Group LGBTI+ da OEA tem a satisfação de unir -se, hoje, à celebração do Dia Internacional
2025 revelam uma nova e preocupante tendência: um número crescente de vítimas de assassinato são líderes e ativistas do movimento trans. Ao longo do último a no, os ativistas representaram 14% dos assassinatos registrados de pessoas trans são o segundo grupo mais visado globalmente.
Não cederemos à tendência atual de invisibilizar as pessoas LGBTI+, cujo efeito seria naturalizar a violência e o sofrimento. Vamos seguir garantindo que o tema seja tratado, que essa comunidade tenha voz, seja respeitada e não tenha de enfrentar a violência real e a simbólica de que é vítima diariamente.
O Core Group LGBTI+ da OEA reafirma seu compromisso comum com a eliminação da a Homofobia, a Bifobia e a Transfobia e com a promoção dos direitos, da integridade e da dignidade daqueles com orientação sexual, identidade de gênero, expressão de gênero e características sexuais diversas.- 3DECLARACIÓN CONJUNTA
CON MOTIVO DE LA CONMEMORACIÓN DEL DÍA INTERNACIONAL
CONTRA LA HOMOFOBIA, LA BIFOBIA Y LA TRANSFOBIA 2026 2026
(Leída por el Embajador Benoni Belli, Representante Permanente de Brasil, en nombre del Grupo Núcleo LGBTI+ de la OEA, durante la sesión ordinaria del Consejo Permanente celebrada el 20 de mayo de 2026)
El Grupo Núcleo LGBTI+ de la OEA tiene el agrado de sumarse hoy a la conmemoración del Día Internacional contra la Homofobia, la Bifobia y la Transfobia, fecha en la que se llevan a cabo iniciativas en todo el mundo en favor de todas las personas LGBTI+, e xpresando solidaridad con las
realizada em 20 de maio de 2026)
O Core Group LGBTI+ da OEA tem a satisfação de unir -se, hoje, à celebração do Dia Internacional contra a Homofobia, a Bifobia e a Transfobia, data em que são realizadas iniciativas ao redor do mundo em favor de todas as pessoas LGBTI+, expressando solidariedade às vítimas de intolerância, discriminação e violência com base em orientação sexual e identidade de gênero, bem como às defensoras e defensores de direitos humanos dessa população.
Esta data comemora a despatologização da homossexualidade pela Organização Mundial da Saúde, ocorrida em 1990. Ao longo dos anos, seu significado foi ampliado para chamar a atenção para a necessidade de combater os abusos e violações dos direitos humanos contra pessoas LGBTI+.
Manifestamos nosso firme apoio aos direitos das pessoas LGBTI+ em todo o mundo, entendendo que os direitos dessa população são fundamentais para todas as conversas e debates sobre direitos humanos.
Reconhecemos as formas interseccionais de violência e discriminação enfrentadas pelas pessoas marginalizadas devido à sua idade, raça, etnia, religião, capacidade, classe social, casta, nível de renda, nacionalidade, situação migratória e muitos outros marcadores de identidade e experiência de vida, que vivem em uma situação de maior vulnerabilidade devido à ignorância, aos preconceitos, aos estigmas e às atitudes discriminatórias em relação à orientação ou à identidade sexual e de gênero.
O estudo desenvolvido pelo Banco Mundial e realizado no Brasil, cujos resultados foram apresentados nesta sessão, representa o primeiro esforço sistematizado e de base científica para quantificar o impacto
O estudo desenvolvido pelo Banco Mundial e realizado no Brasil, cujos resultados foram apresentados nesta sessão, representa o primeiro esforço sistematizado e de base científica para quantificar o impacto econômico da discriminação contra pessoas LGBTI+ n o mercado de trabalho. Seus resultados comprovam que a exclusão dessa população do mercado de trabalho gera prejuízos mensuráveis aos Produtos Internos Brutos dos países, reduz a arrecadação fiscal e eleva custos sociais associados ao desemprego, à informalidade e à vulnerabilidade.
Na Índia, estima-se que as perdas chegam a 1,7% do PIB. Na Sérvia e na Macedônia do Norte, 0,5% do PIB. No Brasil, 0,8% do PIB. O que esses estudos indicam é que os investimentos em políticas públicas voltadas à população LGBTI+ não devem ser vistos como gasto, mas como uma estratégia de desenvolvimento e justiça social.
Observamos com grande preocupação a tendência crescente de criminalização das relações entre pessoas do mesmo sexo ao redor do mundo.- 2O endurecimento das sanções penais com base na orientação sexual ou identidade de gênero viola as obrigações internacionais em matéria de direitos humanos e contribui para criar e legitimar ambientes de violência. A criminalização não só expõe as pessoas LGBTI+ a situações de abuso e vulnerabilidade, como também pode incentivar atos de violência, assédio e discriminação.
Por outro lado, novos dados globais do Relatório de Monitoramento de Assassinatos de Pessoas Trans 2025 revelam uma nova e preocupante tendência: um número crescente de vítimas de assassinato são líderes e ativistas do movimento trans. Ao longo do último a no, os ativistas representaram 14% dos
Internacional contra la Homofobia, la Bifobia y la Transfobia, fecha en la que se llevan a cabo iniciativas en todo el mundo en favor de todas las personas LGBTI+, e xpresando solidaridad con las víctimas de intolerancia, discriminación y violencia basadas en la orientación sexual y la identidad de género, así como con las defensoras y los defensores de derechos humanos de esta población.
Esta fecha conmemora la despatologización de la homosexualidad por parte de la Organización Mundial de la Salud, ocurrida en 1990. Con el paso de los años, su significado se ha ampliado para llamar la atención sobre la necesidad de combatir los abusos y la s violaciones de derechos humanos contra las personas LGBTI+.
Manifestamos nuestro firme apoyo a los derechos de las personas LGBTI+ en todo el mundo, entendiendo que los derechos de esta población son fundamentales para todas las conversaciones y debates sobre derechos humanos.
Reconocemos las formas interseccionales de violencia y discriminación que enfrentan las personas marginadas debido a su edad, raza, etnia, religión, discapacidad, clase social, casta, nivel de ingresos, nacionalidad, situación migratoria y muchos otros marcadores de identidad y experiencia de vida y que viven mayor situación de vulnerabilidad debido a la ignorancia, los prejuicios, estigmas y actitudes discriminatorias respecto a la orientación o la identidad sexual y de género.
El estudio desarrollado por el Banco Mundial y realizado en Brasil, cuyos resultados fueron presentados en esta sesión, representa el primer esfuerzo sistematizado y con base científica para cuantificar el impacto económico de la discriminación contra las personas LGBTI+ en el mercado laboral. Sus resultados demuestran que la exclusión de esta población del mercado de trabajo genera
presentados en esta sesión, representa el primer esfuerzo sistematizado y con base científica para cuantificar el impacto económico de la discriminación contra las personas LGBTI+ en el mercado laboral. Sus resultados demuestran que la exclusión de esta población del mercado de trabajo genera pérdidas mensurables para los Productos Internos Brutos de los países, reduce la recaudación fiscal y eleva los costos sociales asociados al desempleo, la informalidad y la vulnerabilidad.
En la India, se estima que las pérdidas alcanzan el 1,7% del PIB. En Serbia y Macedonia del Norte, el 0,5% del PIB. En Brasil, el 0,8% del PIB. Lo que estos estudios indican es que las inversiones en políticas públicas dirigidas a la población LGBTI+ no deben ser vistas como un gasto, sino como una estrategia de desarrollo y justicia social.
Observamos con profunda preocupación la creciente tendencia a la criminalización de las relaciones entre personas del mismo sexo en distintas partes del mundo. El endurecimiento de sanciones penales basadas en la orientación sexual o la identidad de género viola las obligaciones internacionales en materia de derechos humanos y contribuye a crear y legitimar entornos de violencia. La criminalización no solo expone a las personas LGBTI+ a situaciones de abuso y vulnerabilidad, sino que también puede incentivar actos de violencia, acoso y discriminación.- 4Por otra parte, nuevos datos globales del Informe de Monitoreo de Asesinatos de Personas Trans 2025 revelan una nueva y preocupante tendencia: un número creciente de víctimas de asesinato son líderes y activistas del movimiento trans. A lo largo del último año, las personas activistas representaron el 14% de los asesinatos registrados de personas trans y constituyen el segundo grupo más atacado a nivel mundial.
y activistas del movimiento trans. A lo largo del último año, las personas activistas representaron el 14% de los asesinatos registrados de personas trans y constituyen el segundo grupo más atacado a nivel mundial.
No cederemos ante la tendencia actual de invisibilizar a las personas LGBTI+, cuyo efecto sería naturalizar la violencia y el sufrimiento. Seguiremos garantizando que este tema sea abordado, que esta comunidad tenga voz, sea respetada y no deba enfrentar l a violencia real y simbólica de la que es víctima diariamente.
El Grupo Núcleo LGBTI+ de la OEA reafirma su compromiso común con la eliminación de la Homofobia, la Bifobia y la Transfobia, así como con la promoción de los derechos, la integridad y la dignidad de todas las personas con orientación sexual, identidad de género, expresión de género y características sexuales diversas.