SFC - Contrato de seguro - SOAT Prescripción de la acción de protección al consumidor. 2018101589
Superintendencia Financiera
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Detalles
- Título
- SFC - Contrato de seguro - SOAT Prescripción de la acción de protección al consumidor. 2018101589
- Autor
- Superintendencia Financiera
- Categoría
- Infralegal
- Área del derecho
- Financiero
- Año
- —
% T U T M 0 0 01 1 99 8 5 1 0 1 8 1 0 2 n ó i c a c i d a R . z l i n a d n e t n i t c o r E " a I n g i S e : s o x s e m i b ] s u J , S E R a O n T i E Ase e s D a c i s S E T E R 6 s l A : s o i l o F N O E L ( : s d I a C r N e E d T a N c E n S E9 4 s , e l i G e O D A e T S E L E D s o B 0 29 1 : A a c i l o h 0 0 2 0 4 0 5 e l e T E L E D A Í R A T A 8 1 0 2 / 2 1 / 5 0 : s o B E M : o i r a t s r i t s e D a n a n e i i 1
9 O C T 2 0 1 8 R e f e r e n c i a : A C C I Ó N D E P R O T E C C I Ó N A L C O N S U M I D O RA R T Í C U L O S 5 7 y 5 8 D E L A L E Y 1 4 8 0 D E 2 0 1 1 Y A R T Í C U L O 2 4 D E L C Ó D I G O G E N E R A L D E L P R O C E S O .
Radicado interno: 2018101589
506 FUNCIONES JURISDICCIONALES 249 SENTENCIA ANTICIPADA Expediente: 2018 - 1705
Demandante: JERRY MORALES NOBLE
Demandada: SEGUROS DEL ESTADO S.A.
E n c o n t r á n d o s e a l D e s p a c h o e l e x p e d i e n t e , c o n f o r m e a l o s p r i n c i p i o s d e e c o n o m í a p r o
c e s a l y l a p r e v a l e n c i a d e l d e r e c h o s u s t a n c i a l s o b r e e l d e r e c h o p r o c e s a l , e n a p l i c a c i ó n d e l o p r e v i s t o e n e l a r t í c u l o 2 7 8 ( n u m e r a l 3 % ) d e l C ó d i g o G e n e r a l d e l P r o c e s o , q u e d i s p o n e q u e : “ E n c u a l q u i e r e s t a d o d e l p r o c e s o , e l j u e z d e b e r á d i c t a r s e n t e n c i a a n t i c i p a d a , t o t a l
o p a r c i a l , e n l o s s i g u i e n t e s e v e n t o s ( . . . ) 3 . C u a n d o s e e n c u e n t r a p r o b a d a ( . . . ) , l a p r e s c r i p c i ó n e x t i n t i v a ” , p r o c e d e l a D e l e g a t u r a p a r a F u n c i o n e s J u r i s d i c c i o n a l e s d e l a S u p e r i n t e n d e n c i a F i n a n c i e r a d e C o l o m b i a a p r o f e r i r l a s i g u i e n t e :
SENTENCIA ANTICIPADA
Il. ANTECEDENTES Y ACTUACIÓN PROCESAL M e d i a n t e e l e
j e r c i c i o d e l a a c c i ó n d e p r o t e c c i ó n a l c o n s u m i d o r f i n a n c i e r o , e l s e ñ o r J E R R Y M O R A L E S N O B L E , a c t u a n d o a t r a v é s d e a p o d e r a d a j u d i c i a l , e l p a s a d o 1 d e a g o s t o d e 2 0 1 8 , f o r m u l ó d e m a n d a e n c o n t r a d e S E G U R O S D E L E S T A D O S . A . , e n t i d a d v i g i l a d a p o r e s t a e s p S n í r u n e t p t e e s e r i n s i d :
n i t e e n n d d o e , n c i a , « . P A G O I N D E M N I Z A C I O N . S e O B L I G U E u O R D E N E a S E G U R O S D E L E S T A D O S . A . a p a g a r a f a v o r d e m i r e p r e s e n t a d o e l v a l o r t o t a l y e f e c t i v o d e l a I N D E M N I Z A C I Ó N P O R I N C A P A C I D A D P E R M A N E N T E q u e l e c o r r e s p o n d e d e s u r e s p e c t i v a p ó l i z a d e S e g u r o O b l i g a t o r i o S O A T , a
p l i c a n d o l a t a b l a p a r a l a s i n d e m n i z a c i o n e s p o r P E R D I D A D E C A P A C I D A D L A B O R A L , P . C . L . , a d o p t a d a p o r e l D e c r e t o 0 5 6 d e 2 0 1 5 , y d e a c u e r d o a l a f e c h a d e a c c i d e n t e e n e l a ñ o 2 0 1 5 y p o r c e n t a j e d e p é r d i d a d e c a p a c i d a d l a b o r a l d e l 5 . 3 0 % l a i n d e m n i z a c i ó n c o r r e s p o n d e a l a s u m a : d e C
D M U C I O S Y
A L I S
S E P ( E I T e
S E E $ n
N R 4 E T S T 0 O E N O O 2 C T S . 1 I A 6 E 7 N . 0 T 0 O ) S m o n e d a c o r r i e n t e l e g a l c o l o m b i a n a . . . ” ; j u n t o c o n l o s i n t e r e s e s d e m o r a , c o s t a s y a g e n c i a s e n d e r e c h o . Mediante auto del 23 de agosto de 2018 se admitió la demanda, la cual fue debidamente notificada a SEGUROS DEL ESTADO S.A. quien en tiempo contestó la misma solicitando se declare, entre otras la excepción de “PRESCRIPCIÓN DE LA ACCION DE PROTECCIÓN AL CONSUMIDOR”, indicando "... se tenga en cuenta lo dispuesto en el artículo 58 numeral 3 de la ley 1480 de 2011... la demanda fue radicada el 1 de agosto de 2018 vencido el año después de la terminación de la vigencia de la póliza AT-1329-317675024 cuya vigencia era del 3 de julio de 2015 al 2 de julio de 2016,
ha operado el fenómeno de la prescripción, aunado a lo anterior ... (la reclamación) fue presentada el 23 de enero de 2018, es decir fuera del año previsto (...)”. Situacióqnue conllevó a la pasiva a concluir, con base en los artículos 57 y 58 de la Ley 1480 de 2011, que en el presente asunto operó prescripción de la acción de protección al consumidor financiero. Surtido el traslado de las excepciones, con pronunciamiento de la parte demandante, se procede a resolver conforme a las siguientes, Calle 7 No. 4 - 49 Bogotá D.C.
ES GOBIERNO aa Conmutador: (571) 5 94 02 00 - 5 94 02 01
MINHACIENDA
COLOMBIA
DE Y www.superfinanciera.gov.co ll CONSIDERACIONES Cumple precisar que la atribución de funciones jurisdiccionales, que de manera excepcional contempló el inciso 3” del artículo 116 Constitucional, a las autoridades administrativas, comporta una doble restricción, en la medida que, de un lado, "...únicamente pueden administrar justicia aquellas autoridades administrativas determinadas expresamente por la ley” y, del otro, el legislador "...debe indicar las materias precisas respecto de las cuales ello es posible” (Sentencia C-1071-2002). En desarrollo de dicho canon constitucional, el artículo 57 de la Ley 1480 de 2011 asignó funciones jurisdiccionales a la Superintendencia Financiera para"... conocerd e las controversias que surjan entre los consumidores financieros y las entidades vigiladas relacionadas exclusivamente con la ejecución y el cumplimiento de fas obligaciones contractuales que asuman con ocasión de la actividad
financiera, bursátil, aseguradora y cualquier otra relacionada con el manejo, aprovechamiento inversión de los recursos captados del público” (se destaca), debiendo resaltarse que el numeral 3? del artículo 58 siguiente, dispuso que tratándose de controversias netamente contractuales la demanda deberá presentarse “... a más tardar dentro del año siguiente a la terminación del contrato. En los demás casos, deberán presentarse a más tardar dentro del año siguiente a que el consumidor tenga conocimiento de los hechos que motivaron la reclamación...” (Negrilla y subrayado fuera de texto); competencia que fue incorporada por el legislador del 2012 en el artículo 24 del Código General del Proceso. Ahora, teniendo en cuenta que el inciso 2 del numeral 6 del mismo artículo 58, refiere que dicho término corresponde al fenómeno de la prescripción, definida como “un modo de adquirir las cosas ajenas o de extinguir las acciones o derechos ajenos, por haberse poseído las cosas y no haberse ejercido dichas acciones y derechos durante cierto lapso de tiempo, y concurriendo los demás requisitos legales. Se prescribe una acción o derecho cuando se extingue por fa prescripción”, conforme lo dispone el artículo 2512 del Código Civil. Descendiendo al caso particular, se tiene que la controversia tiene por fuente el cumplimiento de obligaciones que emanan del contrato de seguro obligatorio de accidentes de tránsito No. AT1329-317675024 que amparaba a la motocicleta de placa TZO-30A cuya vigencia transcurrió entre el 3 de julio de 2015 y el 2 de julio de 2016 (fl. 14), como lo manifiestan las partes en sus
intervenciones, hecho primero de la demanda y la manifestación realizada en la contestación de la demanda, en la excepción que se estudia (fl. 40). Luego a partir del 4 de julio de 2016 comenzó a correr el término de prescripción de la acción de protección al consumidor, toda vez que para ese momento terminó el contrato de seguro. En este orden, visto que el libelo introductorio fue radicado el 1 de agosto de 2018, se encuentra que para dicho momento había operado el fenómeno prescriptivo de la acción de protección al consumidor. Ahora bien, si en gracia de discusión, se tuviera como requerimiento escrito realizado al deudor, la solicitud presentada el 31 de mayo de 2017, mediante el cual el demandante le presenta a la compañía de seguros solicitud de valoración por pérdida de capacidad, en atención a lo previsto en el artículo 94 del Código General del Proceso, se tiene que en el presente caso dicha situación tampoco se veria modificada con la aplicación del fenómeno interruptivo de la prescripción, en tanto que, teniendo como punto de partida la fecha de la reclamación visible a (FI. 10) con sello de radicado 31 de mayo de 2017, el año feneció el 31 de mayo de 2018, fecha para la cual como se mencionó, no se había interpuesto el libelo demandatorio, ello reiterando, en caso de que se aceptara dicha solicitud de valoración de pérdida de capacidad como requerimiento escrito al deudor tal y como lo prevé el precitado artículo 94. Asi las cosas, operó el fenómeno de la prescripción de la acción de protección al consumidor, en
lo relacionado con el citado contrato de seguro, y en los que soporta su reclamación, dando en este orden prosperidad a la excepción bajo en estudio y que fuese titulada por SEGUROS DEL ESTADO S.A. como “PRESCRIPCIÓN DE LA ACCION DE PROTECCIÓN AL CONSUMIDOR”, lo que conlleva a que dentro de este escenario jurisdiccional no sea posible analizar de fondo las pretensiones de la demanda respecto de la citada entidad aseguradora. No obstante lo anterior, si bien la acción de protección al consumidor se encuentra prescrita, dicha decisión no puede conllevar a coartar el derecho que le asiste al demandante para acceder ante la administración de justicia a través de las acciones ordinarias que surgen del contrato de seguro y que no resultan excluidas por el ejercicio de la acción de protección al consumidor en un escenario ágil y sumario como lo estableció e legislador del 2011, situación que asume relevancia sí se tiene en cuenta que la parte actora puede verse afectada con el transcurso del tiempo y el adelantamiento de la presente acción. En efecto, no puede desconocer esta Delegatura que aunque para los accionantes feneció la oportunidad de tramitar sus pretensiones a través de la acción de protección al consumidor, la decisión que aquí se toma no puede conllevar a coartar su derecho de acceder ante la administración de justicia, habilitado ante la Jurisdicción Ordinaria a través de la acción correspondiente, pues la consecuencia así impuesta resultaría excesiva y terminaria por desestimar los derechos de quien inició la acción desconociendo los efectos de su eventual formulación oportuna, máxime si en aplicación de las disposiciones consagradas en el nuevo
Estatuto del Consumidor las normas deben ser interpretadas en la forma más favorable al consumidor. Análisis que encuentra respaldo en la jurisprudencia constitucional, en el providencia C-662 del año 2004, en donde en su oportunidad el máximo órgano constitucional indicó que ".e.l j.ue z de la causa, como árbitro del ejercicio procesal entre las partes, tendrá siempre la potestad de rechazar la demanda ante la utilización impropia del derecho de acción, por lo que podrá siempre dirigir la actuación ante la jurisdicción o el trámite conducente...”, en tanto que lo que se busca "...es impedir sanciones desproporcionadas para alguna de las partes en el proceso, que como se ha visto, en este caso afectan gravemente los derechos sustanciales del demandante. El proceso en consecuencia, no se afectaría desproporcionadamente, en la medida en que el juez de conocimiento siempre tendria una potestad para definir, si es del caso, el alcance de las atribuciones del actor...”. Bajo los parámetros anteriores, se ordenará remitir el expediente al Juez que se considera competente, esto es, en atención al factor territorial, numeral 1 y 3 del artículo 28 del Código General del Proceso, el Juez Civil Municipal de Cartagena (reparto), a quien se le remitirá la demanda junto con sus anexos. Finalmente, esta Delegatura no condenará en costas por no aparecer ellas causadas en el expediente. Conforme con lo expuesto, la DELEGATURA PARA FUNCIONES JURISDICCIONALES DE LA SUPERINTENDENCIA FINANCIERA DE COLOMBIA, administrando justicia en nombre de la República de Colombia y por autoridad de la Ley,
RESUELVE
PRIMERO: DECLARAR probada la excepción de "PRESCRIPCIÓN DE LA ACCION DE PROTECCIÓN AL CONSUMIDOR", propuesta por SEGUROS DEL ESTADO S.A., por las razones expuestas en la parte motiva de esta providencia.
SEGUNDO: NEGAR en consecuencia las pretensiones de la demanda.
TERCERO: A efectos de garantizar el acceso a la administración de justicia por los aqui demandantes y atendiendo la existencia de acciones ordinarias derivadas del contrato de seguro, REMITASE el expediente al Juez Civil Municipal de Cartagena (reparto). Secretaría proceda de conformidad, dejando las constancias a que haya lugar CUARTO: Sin condena en costas.
Ejecutoriada esta decisión, por Secretaría archívese el expediente.
NOTIFÍQUESE Y CÚMPLASE,
JORGE HUMBERTO Y JACÁ GARCIA
Asesor Delegatura para Funfiones Jurisdiccionales ROSE
NOTIFICACIÓN POR ESTADO
22 0072018 El auto anterior se notificó por Estado No. 12 A 6 A <= Secretario